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Diretor da Dassault defende venda de caças franceses para o Brasil

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vinheta-clippingO diretor da Dassault International do Brasil Ltda., Jean-Marc Merialdo, defendeu hoje os caças Rafale produzidos pela empresa. Merialdo participa de audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática sobre a transferência de tecnologia no processo de aquisição de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB).

O Brasil está negociando com a França a compra de 36 aviões de combate Rafale, no valor estimado de R$ 7 bilhões. O Rafale foi criado nos anos 80 para substituir sete aparelhos diferentes, entre eles o Mirage 2000 e o Super Etendard.

O empresário francês disse aos parlamentares que a França domina toda a tecnologia para criação e evolução de aviões de combate de alta performance e ressaltou que todos os sistemas do Rafale são franceses, por isso, não será necessária a autorização de nenhum outro país para comercialização dos caças com o Brasil.

Merialdo disse ainda que o governo francês autorizou a Dassault a vender o Rafale e os sistemas de manutenção do avião com transferência de 100% da tecnologia ao Brasil.

FONTE: UOL, via BOL

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26 COMMENTS

  1. O título é do UOL. Seria engraçado o Diretor da Dassault defender a venda de caças americanos ao Brasil, não é não?

    “DIRETOR DA DASSAULT DEFENDE A VENDA DE CAÇAS SUECOS AO BRASIL”

    hahahahaha!!

  2. Caros

    ” Merialdo disse ainda que o governo francês autorizou a Dassault a vender o Rafale e os sistemas de manutenção do avião com transferência de 100% da tecnologia ao Brasil”

    Que domina a tecnologia e não precisa de autorização já sabemos,
    autorização essa do governo frances que já tamos velho de saber.

    Mas e a pergunta do advogado não foi respondida.

    O Dono da Dasssualt autoriza também a transferencia e como vai se dar essa transferencia (acho não vale)?

    Abs

  3. Harry e amigos: ALGUÉM NO LADO FRANCÊS ESTÁ MENTINDO!

    Oras, é o governo quem autoriza a Dassault a vender com TT ou é a Dassault que tem que autorizar o governo francês a prometer a TT na venda, dado que esta é uma empresa privada?

    MUITA ENROLAÇÃO, E ME PARECE QUE OS CARAS NÃO ESTÃO FALANDO A MESMA LÍNGUA!

    No mais, esse papinho de 100% francês é pulha das boas, como deixou claro (e implícita a ameaça de embargo) o Diretor da Boeing Bob Gower.

    Realmente, esse franceses estão de lero-lero, querendo passar a lábia!

    Sds.

  4. HUAuhahuahuahu

    Queria comentar primeiro
    mas ja tomaram meu lugar

    Realmente, ia ficar preocupado
    se o diretor da Dassault defendesse
    a venda de caças da concorrência !!

  5. Caro Felipe Caps

    To pagando pra ver o franceses da nó no caixeiro viajante e no advogado, He, He

    Hornet se a Dassault (e governo) autorizar a TIT e como sera feito no papel não tem pra ninguem. Mas tô que nem São Tomé.

    Abs

  6. No Defesanet

    O diretor da Saab no Brasil, Bengt Janér, disse há pouco que a empresa irá transferir toda a tecnologia pedida pela Aeronáutica e pela Embraer se o País optar por comprar os caças da Suécia. Além disso, todas as aeronaves que serão compradas pelo governo brasileiro serão produzidas inteiramente no País.

    O Brasil pretende comprar 36 caças para reaparelhar a Força Aérea Brasileira (FAB) e avalia o Grippen, da Saab, o F-18 Super Hornet, da americana Boeing, e o Rafale, da francesa Dassault. Janér participa de debate promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática para avaliar a tecnologia oferecida pelas interessadas.

    A Saab oferece também parceria com empresas brasileiras para o desenvolvimento das aeronovaes suecas. Pela proposta de Janér, 80% da estrutura física de cada aeronovave será construída no Brasil, inclusive das que serão vendidas na Suécia. Além disso, toda parte eletrônica dessas aeronaves será produzida no Brasil.

    Os softwares serão produzidos em conjunto pela Saab e pela Embraer, o que significa que a empresa brasileira poderá, depois, produzir esses softwares sem a presença da Saab. A empresa sueca também se comprometeu a instalar no país um laboratório de tecnologia supersônica e outro para desenvolver tecnologia eletrônica.

  7. Mais uma:

    O vice-presidente da Boeing, Robert Gower, disse há pouco que os EUA vão transferir toda tecnologia do caça F-18 Super Hornet para o Brasil, se o País resolver comprar os 36 caças reaparelhar a Força Aérea Brasileira (FAB) da empresa americana.

    Concorrem com o Super Hornet, o Gripen, da sueca Saab, e o Rafale, da francesa Dassault. Segundo Gower, a aeronave da Boeing é mais moderna, econômica e segura das Três.

    O vice-presidente da empresa norte-americana participa de debate promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática sobre a transferência de tecnologia no processo de compra dos aviões.

    A Boeing também prometeu transferir tecnologia para manutenção dos Super Hornet e montar os aviões no Brasil. As peças das aeronaves serão importadas.

    A decisão norte-americana de transferir tecnologia é inédita. Desde o fim da 2ª Guerra Mundial, os EUA não transferiam tecnologia de nenhum equipamento militar em operação para outro país, no máximo ofereciam parceria para manutenção e uso. O congresso americano já aprovou a transferência de tecnologia.

    A Boeing também se comprometeu a construir um laboratório no Brasil para desenvolver tecnologia para construir aviões invisíveis a radares.

  8. É, sem sombra de dúvida,um execelente avião de caça. Porém o que está sendo alardeado como um grande diferencial na verdade é o calcanhar de aquiles do “todo integrado” caça francês… o que faremos nós quando tivermos que trocar os já obsoletos RWR (que não “entendem” os sinais AESA) daqui a 20 anos??

    p.s Se não me engano os franceses costumam errar com frequência na filosofia de assuntos militares.

  9. papo, papo e papo… enche o saco esta novela!

    Sobre os USA transferir tecnologia… pq continuam embargando o Brasil? inclusive deixando de, simplesmente, vender componentes… sei não!

    Poh pq os USA não nos dão um “cala-boca” de uma vez???”!!!! rssrrs

    eles tem um monte de coisas boas para nos passar, para pagar a perder de vista… mas não, ficam se apegando a “detalhes” Lulisticos! he he

  10. Pra complementar a informação, aqui está um resumo do que as empresas disseram no Congresso hoje:

    “Tecnologia de caça francês não
    envolve outros países, diz Dassault

    O diretor da Dassault International do Brasil Ltda., Jean-Marc Merialdo, informou hoje, em audiência na Comissão de Ciência e Tecnologia, que a França não necessitará de autorização de nenhum outro país para vender caças Rafale ao Brasil, pois domina toda a tecnologia para criação e evolução desses aviões.

    O Brasil está negociando com a França a compra de 36 aviões de combate Rafale. Esse avião foi criado nos anos 80 para substituir sete aparelhos diferentes, entre eles o Mirage 2000 e o Super Etendard. O caça Grippen, da sueca Saab, e o F-18 Super Hornet, da americana Boeing, concorrem com o Rafale da Dassault. O governo brasileiro ainda não decidiu de quem comprará os aviões.

    Merialdo disse ainda que o governo francês autorizou a Dassault a vender o Rafale e os sistemas de manutenção do avião com transferência de 100% da tecnologia.

    + + +

    Empresa sueca diz que transferirá
    toda tecnologia pedida pelo País

    O diretor da Saab no Brasil, Bengt Janér, disse há pouco que a empresa irá transferir toda a tecnologia pedida pela Aeronáutica e pela Embraer se o País optar por comprar os caças da Suécia. Além disso, todas as aeronaves que serão compradas pelo governo brasileiro serão produzidas inteiramente no País.

    O Brasil pretende comprar 36 caças para reaparelhar a Força Aérea Brasileira (FAB) e avalia o Grippen, da Saab, o F-18 Super Hornet, da americana Boeing, e o Rafale, da francesa Dassault. Janér participa de debate promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática para avaliar a tecnologia oferecida pelas interessadas.

    A Saab oferece também parceria com empresas brasileiras para o desenvolvimento das aeronovaes suecas. Pela proposta de Janér, 80% da estrutura física de cada aeronovave será construída no Brasil, inclusive das que serão vendidas na Suécia. Além disso, toda parte eletrônica dessas aeronaves será produzida no Brasil.

    Os softwares serão produzidos em conjunto pela Saab e pela Embraer, o que significa que a empresa brasileira poderá, depois, produzir esses softwares sem a presença da Saab. A empresa sueca também se comprometeu a instalar no país um laboratório de tecnologia supersônica e outro para desenvolver tecnologia eletrônica.

    + + +

    Boeing promete transferir tecnologia
    e montar caças no Brasil

    O vice-presidente da Boeing, Robert Gower, disse há pouco que os EUA vão transferir toda tecnologia do caça F-18 Super Hornet para o Brasil, se o País resolver comprar os 36 caças reaparelhar a Força Aérea Brasileira (FAB) da empresa americana.

    Concorrem com o Super Hornet, o Gripen, da sueca Saab, e o Rafale, da francesa Dassault. Segundo Gower, a aeronave da Boeing é mais moderna, econômica e segura das Três.

    O vice-presidente da empresa norte-americana participa de debate promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática sobre a transferência de tecnologia no processo de compra dos aviões.

    A Boeing também prometeu transferir tecnologia para manutenção dos Super Hornet e montar os aviões no Brasil. As peças das aeronaves serão importadas.

    A decisão norte-americana de transferir tecnologia é inédita. Desde o fim da 2ª Guerra Mundial, os EUA não transferiam tecnologia de nenhum equipamento militar em operação para outro país, no máximo ofereciam parceria para manutenção e uso. O congresso americano já aprovou a transferência de tecnologia.

    A Boeing também se comprometeu a construir um laboratório no Brasil para desenvolver tecnologia para construir aviões invisíveis a radares.” (fonte Defesanet)

    abraços a todos

    ps. O que a Boeing quer dizer com “construir aviões invisíveis” no Brasil?

  11. Nunão,

    isso eu não tinha visto…

    Não tinha visto seu post (acho que estava escrevendo o meu). Beleza! Fica melhor em um post do blog.

    abração

  12. Ta difícil para o Brasil escolher.!

    O caça Rafale é muito caro para comprar e manter(vide os cortes frequentes nos orçamentos das FFAA),o Gripen NG nem existe ainda, e o F-18SH já existe 2 gerações na sua frente!
    Eu acho que o Brasil deveria optar por um menos dispendioso dos três, e engatar numa participação de um projeto de um caça de 5º geração.Pelo menos acho que a FAB consegue segurar mais uns 20 anos,até então obter um legítimo 5º G.
    vAMOS VER NO QUE DÁ!!

  13. Qualquer venda de equipamento militar por parte de uma empresa francesa tem que ter autorização do governo francês. O mesmo vale para o brasil, caso a embraer queira vender um super tucano para o paraguai o governo basileiro tem que autorizar. Esse tipo de autorização é usual em todos os países.
    Quanto a dassault o próprio diretor da mesma já garantiu que vai transferir a tecnologia combinada.

  14. Que Deus nos ajude não errar!..

    O negocio esta ficando complicado, pelas promessas, acho que o presidente Lula vai acertar, quando disse ” Da aqui a pouco vamos receber de graça” É muita promessa para um santo só!…O americano transferir tecnologia!.Só vendo!…O preço do Rafale deve ter sido reduzido, mas é preciso vêr que é um modelo mais novo de todos, poderiamos comparar ao Typhon, que é o mais avançado de todos. E Existe!….O da Saab ´so no papel, o SH já superado.Temos que penssar muito para não tomer decisãoes erradas.

  15. Alexandre, nem todas as flores são cheirosas.
    Também não podemos ter total confiança nos americanos, mas sem ingenuo em achar que os franceses serão bonzinhos já é de mais, o mesmo vale para os suécos, que parecem os menos lobos.

    abraços

  16. “Berkut em 14 out, 2009 às 17:18
    uhauhauha… O Galante perdeu a linha. Mas tá coberto de razão!”

    Berkut, caso esteja se referindo ao comentário de Alexandre G.R.S. em 14 out, 2009 às 17:01, vale lembrar que não se trata da mesma pessoa.

    Saudações!

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