Dassault entrega ao Brasil oferta final sobre aviões de combate

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    rafale

    Data limite para apresentação das propostas havia sido fixada como 21 de setembro pelo ministro Nelson Jobim

    vinheta-clippingA empresa francesa Dassault Aviation entregou ao governo brasileiro sua oferta final para a venda do avião de combate Rafale, indicaram nesta segunda-feira, 21, fontes da companhia, segundo a agência de notícias AFP. “Entregamos um documento às autoridades brasileiras”, disse um porta-voz da Dassault.

    O Rafale participa com o F-18 da norte-americana Boeing e o Gripen da sueca SAAB de uma licitação para a compra de 36 caças, em uma operação estimada em U$ 7 bilhões. O ministro brasileiro da defesa, Nelson Jobim, havia fixado o dia 21 de setembro como data limite para que as empresas apresentassem formalmente sua oferta comercial.

    Jobim afirmou na semana passada ao Senado que o Rafale era a “opção” do governo brasileiro, “desde que a França cumpra seu compromisso” de transferência de tecnologia. No início do mês, durante a visita do presidente francês Nicolas Sarkozy à Brasília, o presidente brasileiro Luiz Inacio Lula da Silva anunciou a abertura das negociações com a Dassault.

    FONTE: Estadão

    15 COMMENTS

    1. Me parece que os meus pensamentos estão certo. Me cheira ao Sivan,
      a França esteja atenta, não dê colher de chà, o mais besta faz relogio de madeira e funciona até debaixo d’agua. O Rafale já emtregou!!!!!….O sr Jonas estar certo!

    2. Bom dia,

      Infelizmente não é o fim de nada por enquanto, mas sim o começo, de mais uma espera até o dia 02 de outubro para que a FAB análise as contra-proposta, visto que entendemos não serem mais propostas, pois estas já foram entregues a muito,, e haja embromação, tá faltando coragem em alguém.

      http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/09/21/aeronautica+prorroga+prazo+para+propostas+de+cacas+8563914.html

      Ar, Terra e Mar – Saudações Verde Oliva.

    3. Jonas Rafael em 21 set, 2009 às 15:00

      Meu caro uma segunda hipótese seja que a França tenha intregue o seu BAFO e as promessas verbais não se concretizaram, ou, pelo menos não de forma clara, como fez parecer o Sr. Sarkô … aí o Jô (NJ) decidiu dar uma 2ª chance … e respondeu :

      vous non coloquê a transferencê irrestritê !! … ou …

      Vous ils ne placeront pas le transfert sans restriction !!

      abc
      Kaleu

    4. alvespereira, eu vi agora na matéria postada depois que o adiamento partiu da SAAB. Isso mostra que ela não está fora do jogo, pois o MD podia ter simplesmente endurecido o jogo e não aceitado se não tivesse interesse.

    5. Aeronáutica prorroga prazo para propostas de caças

      Empresa francesa Dassault se antecipou e apresentou a sua proposta na última sexta-feira

      O Comando da Aeronáutica estendeu para 2 de outubro o prazo para a apresentação das propostas de venda ao Brasil de novos caças supersônicos. A prorrogação do prazo, que terminaria nesta segunda-feira, 21, já havia sido acenada pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, na última sexta-feira, e foi atendida em função de um pedido da sueca Saab, fabricante do avião Gripen.

      A empresa francesa Dassault – que no inicío do mês, durante visita do presidente Nicolas Sarkoy, apareceu como a preferida do governo Lula – antecipou-se e apresentou a sua proposta na última sexta-feira. Mas o Comando da Aeronáutica decidiu estender o prazo a todas as concorrentes. Além da França e da Suécia, os Estados Unidos participam também da concorrência para a compra dos 36 caças pela Força Aérea, negócio que poderá chegar a 4 milhões de euros.

      A decisão, acredita um brigadeiro da Aeronáutica, depende agora apenas de avaliações estratégicas – para o oficial, toda a equação técnica está resolvida, considerado o fato de que os três aviões, o F-18 E/F, o Rafale-3 e o Gripen NG, podem assumir a missão operacional da Força, com variações de peculiaridades.

      A posição mais delicada é a do consórcio Rafale International, que reúne as empresas fabricantes do caça francês. Depois do anúncio do dia 7, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou ao presidente Nikolas Sarkozy que a preferência era pelo jato de combate da Dassault, o favoritismo depende da confirmação do ajuste prometido pelo grupo.

      Os pontos a serem reposicionados estão na área de custos, de aquisição e de operação. Sarkozy assumiu o compromisso de trazer a hora de voo para os padrões praticados na Armée de L”Air, entre US$ 8 mil e US$ 9 mil. É próximo do avaliado para o F-18, mas ainda é o dobro do garantido como sendo o teto do Gripen NG.

      Na área técnica do Comando da Aeronáutica a redução é um problema fácil de resolver: os especialistas lembram que a formação do preço leva em conta a despesa com infraestrutura e logística, significativamente menor no Brasil em relação à Europa ou as áreas de conflito. Os mesmos oficiais sustentam que os centros de operações aéreas dos dois países estão trocando informações referentes.

      Executivos franceses do setor aeroespacial, que não querem ser identificados, acreditam na reorganização da negociação pela abordagem de outros tópicos, como os termos do financiamento, mais os cronogramas de pagamentos e de cadência de entregas das aeronaves. Os analistas lembram que as discussões da Comissão Coordenadora do Programa da Aeronave de Combate (Copac) com as três empresas selecionadas, são mantidas ininterruptamente desde janeiro.

      Na Saab, a expectativa é de que o último polimento no processo possa ser determinante na reta final. A empresa oferece participação em 40% do caça – tanto na versão BR, que participa da F-X2, como na produzida para a força aérea sueca. Nenhum componente possível de ser produzido pela indústria brasileira será replicado na Suécia. A proposta de fabricar no País todos os aviões, desde a primeira unidade, foi formalizada.

      Informações de Tânia Monteiro e Roberto Godoy, de O Estado de S.Paulo

    6. quando entrar em serviço,o Gripen vai será o mais moderno dos concorrentes, com radar AESA top e armamentos compatíveis com nossas outras aeronaves.

    7. Gosto do Gripen, mas não do motor, não que seja ruim…é excelente, mas os suecos não tem como garantir nada em relação a ele, vide o que aconteceu na concorrência indiana.

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