terça-feira, maio 18, 2021

Gripen para o Brasil

Bahrein também quer AMRAAM

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

O Bahrein também está de olho na possibilidade de adquirir mísseis AIM-120C-7 Advanced Medium Range Air-to-Air Missiles (AMRAAM).

O governo daquele país pretende incorporar 25 destes mísseis em uma transação comercial estimada em 74 milhões de dólares. Este valor inclui equipamentos e serviços associados.

Os mísseis equipariam os cerca de 33 F-16 que a Força Aérea do Bahrein possui. Estas aeronaves foram adquiridas em dois lotes distintos, sendo um em 1990 e o outro em 2000.  O Bahrein já é operador de mísseis AMRAAM.

NOTA DO BLOG: Comparar o pacote oferecido para o Bahrein com a proposta para a Jordânia.

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Lobo

Primeiramente quero parabenizar a todos os pais que frequentam o site. Eu tb quero uns AMRAAM para pendurar no meu ultra-leve. Um em cada asa prá equilibrar o peso. rsrsrs Voltando ao post anterior, como é bonito o Rafale, lembro-me do impacto da imagem na primeira vez que o vi, há muito tempo, a maioria de vcs nem tinham nascido. É de longe o de melhor estética entre todos os concorrentes. Se caça bonito voa bem, então, este é o caça. O problema é que o ameriquinhas são os melhores vendedores do mundo. Sinceramente acho que o molusco deveria ligar… Read more »

Lobo

Estava referindo-me aos misseis que podem ser utilizados pelo Rafale, mas vale a pergunta caso o SH leve a parada.

Bosco

Lobo, eu acho difícil a integração de outras armas no Rafale. Vale salientar que a única arma não francesa que é homologada para ele é a GBU-12 (bomba guiada a laser da série Paveway II de 500 lbs). No futuro ele irá homologar o Meteor. Hoje suas armas são os mísseis ar/ar R550 Magic II e MICA (IR e RF), os mísseis anti-navios Exocet AM39, o míssil de cruzeiro Apache/SCALP-EG, o míssil tático AS-30L, as bombas guiadas a laser GBU-12, BGL400 e BGL1000 e as bombas modulares avançadas AASM. Também existe o míssil ASMP-A que por ser nuclear não será… Read more »

Lobo

Bosco,

Agradeço a informação precisa e objetiva. Entendi que integração de armamento não é somente liberação de códigos-fonte, é processo e investimento em TI, correto?

Lobo

Por outro lado, uma das minhas dúvidas a respeito desse belo caça (rafale) é sobre a existência de interesse dos franceses sobre a integração de armamentos (novos e não franceses). O que vc acha? Seria comercialmente interessante para a venda o caça, mas haveria conflito com as empresas francesas fabricantes de misseis?

Lobo

o que acha Bosco?

Bosco

Lobo, eu não sei se existe esse interesse por parte da França que é fortemente ‘nacionalista’. Por um lado seria bom para os países que optassem pelo Rafale, pelo lado Francês pode ser que eles não se interessem em integrar armas estrangeiras. Isso teria que ser feito pelo país que escolheu o Rafale de modo inteiramente isolado. Claro que eles até podem ajudar, no caso, abrindo os ‘códigos’ para que houvesse a integração com a aviônica embarcada, mas acho que seria só. Os estudos e testes de transporte e lançamento das armas, nas mais diversas situações possíveis a fim de… Read more »

Lobo

Não acredita que a facilitação dessa possibilidade (integração de armamento) poderia (se ainda não foi) ser oposta como condição para opção pelo caça, especialmente considerando o acirramento da competição no momento?
Pelo que entendi, a FAB está desenvolvendo o DARTER, há, portando, interesse de nossa parte.
Não é fácil, não é barato, mas traria uma certa autonomia fundamental, não acha?

Bosco

Sem dúvida! O A-Darter, se for tudo o que parece que é, ou seja, um legítimo míssil de quinta geração e se der tudo certo de ter seu desenvolvimento completado e fabricado aqui, seria muito interessante. Com certeza, se for mesmo essa a intenção da FAB, deve ser um das condições do contrato. E pela quantidade de mísseis da proposta americana, parece ser mesmo intenção da FAB integrar futuros mísseis nacionais. Acho uma proposta de risco em curto e médio prazo já que não temos esses tais mísseis ainda e, a menos que seja informação classificadíssima, estamos longe de tê-los.… Read more »

Lobo

Novamente, muito obrigado Bosco.

Valeu pela competência da informação sem paixão.

Bom domingo.

CosmeBR

Se quiser na minha mão é mais barato! Hahhaaha

Bosco

Lobo, eu acho difícil a integração de outras armas no Rafale. Vale salientar que a única arma não francesa que é homologada para ele é a GBU-12 (bomba guiada a laser da série Paveway II de 500 lbs). No futuro ele irá homologar o Meteor. Hoje suas armas são os mísseis ar/ar R550 Magic II e MICA (IR e RF), os mísseis anti-navios Exocet AM39, o míssil de cruzeiro Apache/SCALP-EG, o míssil tático AS-30L, as bombas guiadas a laser GBU-12, BGL400 e BGL1000 e as bombas modulares avançadas AASM. Também existe o míssil ASMP-A que por ser nuclear não será… Read more »

Lobo

Estava referindo-me aos misseis que podem ser utilizados pelo Rafale, mas vale a pergunta caso o SH leve a parada.

Lobo

Primeiramente quero parabenizar a todos os pais que frequentam o site. Eu tb quero uns AMRAAM para pendurar no meu ultra-leve. Um em cada asa prá equilibrar o peso. rsrsrs Voltando ao post anterior, como é bonito o Rafale, lembro-me do impacto da imagem na primeira vez que o vi, há muito tempo, a maioria de vcs nem tinham nascido. É de longe o de melhor estética entre todos os concorrentes. Se caça bonito voa bem, então, este é o caça. O problema é que o ameriquinhas são os melhores vendedores do mundo. Sinceramente acho que o molusco deveria ligar… Read more »

Lobo

Bosco,

Agradeço a informação precisa e objetiva. Entendi que integração de armamento não é somente liberação de códigos-fonte, é processo e investimento em TI, correto?

Lobo

Por outro lado, uma das minhas dúvidas a respeito desse belo caça (rafale) é sobre a existência de interesse dos franceses sobre a integração de armamentos (novos e não franceses). O que vc acha? Seria comercialmente interessante para a venda o caça, mas haveria conflito com as empresas francesas fabricantes de misseis?

Lobo

o que acha Bosco?

Bosco

Lobo, eu não sei se existe esse interesse por parte da França que é fortemente ‘nacionalista’. Por um lado seria bom para os países que optassem pelo Rafale, pelo lado Francês pode ser que eles não se interessem em integrar armas estrangeiras. Isso teria que ser feito pelo país que escolheu o Rafale de modo inteiramente isolado. Claro que eles até podem ajudar, no caso, abrindo os ‘códigos’ para que houvesse a integração com a aviônica embarcada, mas acho que seria só. Os estudos e testes de transporte e lançamento das armas, nas mais diversas situações possíveis a fim de… Read more »

Lobo

Não acredita que a facilitação dessa possibilidade (integração de armamento) poderia (se ainda não foi) ser oposta como condição para opção pelo caça, especialmente considerando o acirramento da competição no momento?
Pelo que entendi, a FAB está desenvolvendo o DARTER, há, portando, interesse de nossa parte.
Não é fácil, não é barato, mas traria uma certa autonomia fundamental, não acha?

Bosco

Sem dúvida! O A-Darter, se for tudo o que parece que é, ou seja, um legítimo míssil de quinta geração e se der tudo certo de ter seu desenvolvimento completado e fabricado aqui, seria muito interessante. Com certeza, se for mesmo essa a intenção da FAB, deve ser um das condições do contrato. E pela quantidade de mísseis da proposta americana, parece ser mesmo intenção da FAB integrar futuros mísseis nacionais. Acho uma proposta de risco em curto e médio prazo já que não temos esses tais mísseis ainda e, a menos que seja informação classificadíssima, estamos longe de tê-los.… Read more »

Lobo

Novamente, muito obrigado Bosco.

Valeu pela competência da informação sem paixão.

Bom domingo.

CosmeBR

Se quiser na minha mão é mais barato! Hahhaaha

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