quinta-feira, maio 6, 2021

Gripen para o Brasil

A Mectron e os mísseis no Brasil

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

mectron1

A brasileira Mectron Engenharia, fabricante de produtos de alta tecnologia para os mercados de defesa e aeroespacial, está finalizando a fase de desenvolvimento do míssil anti-radiação MAR-1, para defesa contra baterias antiaéreas.

O míssil foi desenvolvido para a Força aérea Brasileira (FAB), mas também será adquirido pelo governo do Paquistão, que irá arcar com 50% dos investimentos previstos para a fase de industrialização e logística, segundo informou o subdiretor de Empreendimentos do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA), brigadeiro Venâncio Alvarenga Gomes.

Este é o segundo projeto de cooperação internacional do Brasil na área de mísseis. O primeiro foi iniciado em 2007 com a África do Sul e envolve o desenvolvimento conjunto do A-Darter, míssil ar-ar de quinta geração. Neste caso os custos do programa, desde a fase de projeto, produção e entregas, serão compartilhados entre o Brasil e a África do Sul. Além da Mectron, as empresas Avibrás e Atech também participam do desenvolvimento do A-Darter. Do lado africano, a empresa parceira é a Denel.

A Mectron e a FAB não falam sobre valores, mas o ministro da Defesa, Nelson Jobim, chegou a comentar no fim de 2008 que seriam exportados da ordem de 100 mísseis para o Paquistão, uma operação avaliada em cerca de 85 milhões. As garantias para o fornecimento dos mísseis ao Paquistão foram aprovadas no fim do ano passado pela Câmara de Comércio Exterior (Camex). No caso do míssil feito com a África do Sul, segundo fontes do setor de defesa, a parte brasileira no projeto corresponderia a US$ 50 milhões.

A Mectron também anunciou esta semana, durante a LAAD (Latin America Aero& Defence), maior feira de defesa e segurança da América Latina, que acontece até hoje no Rio de Janeiro, que irá fornecer para o Exército brasileiro um lote piloto do míssil anti-carro MSS 1.2. Segundo o presidente da companhia nacional, Azhaury da Cunha Filho, a Marinha brasileira também encomendou um lote do míssil para emprego pelos fuzileiros navais. Os dois contratos estão avaliados em R$ 50 milhões, num prazo de quatro anos.

Por conta dos novos contratos assinados com as Forças Armadas e o governo do Paquistão, a Mectron irá contratar mais 60 funcionários ainda este ano. A empresa possui um efetivo de 240 funcionários, dos quais 80 são engenheiros com formação no polo aeroespacial de São José dos Campos (SP). No fim de 2006, a Mectron recebeu um aporte de R$ 15 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), que passou a deter uma participação de 27% na empresa.

“Os recursos foram aplicados em um trabalho de melhoria dos nossos processos e na capacitação da empresa em outras áreas, como a de integração de sistemas aviônicos”, explicou. Graças a atuação da empresa em outros setores, como o espacial, a Mectron conseguiu ganhar outro importante contrato este ano com a Marinha. “Fomos contratados para fazer a revitalização dos mísseis Exocet, fornecendo instrumentação para validar o desempenho do míssil com um novo motor”, explicou o diretor Rogério Salvador.

Este trabalho só foi possível, segundo ele, porque a empresa já desenvolve uma atividade similar para o programa espacial brasileiro, na parte de telemetria embarcada e estação de recepção de telemetria. A companhia também fornece subsistemas de gerenciamento de energia , telemetria e telecomando (comunicação de dados entre o satélite e uma estação terrena) para o programa dos satélites CBERS (feito em parceria com a China) e do satélite Amazônia.

Outro projeto estratégico para a Mectron, em termos de capacitação tecnológica, é o do radar de bordo da aeronave militar AMX. O SCP-01 equipa a frota de 53 caças AMX da FAB e tem a função de sensor principal do sistema de apontamento de armas da aeronave. Com o radar a FAB consegue ampliar a capacidade operacional do AMX em missões de interceptação e ataque anti-navio, com mísseis lançados fora do alcance visual.

A FAB está agora modernizando os caças AMX e por isso a Mectron terá que adequar o radar ao novo sistema aviônico, que será colocado na aeronave. A capacitação tecnológica da Mectron na área de radares de bordo viabilizou uma parceria com a Telephonics Corporation, uma subsidiária da Griffon Corporation, fabricante americana de sistemas eletrônicos de comunicação e informação.

As duas empresas, segundo o presidente da Mectron, vão atuar juntas na prestação de serviços de assistência técnica a radares. O primeiro grande contrato em vista é o dos 50 helicópteros comprados pelas Forças Armadas brasileiras da empresa francesa Eurocopter. A Telephonics foi selecionada para fornecer os radares desses helicópteros.

FONTE: Valor Econômico, via Notimp

amx-radar

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Zero Uno

Bela explanação sobre a MECTRON. Outra empresa que nos dá orgulho. Más gostaria de saber sobre as Bombas SMKB da Britanite.

gaspar

nao vejo cooperacao nenhuma entre a Mectron, FAB e o Paquistao…
eles apenas pagaram adiantado para que a Mecron aumentasse sua linha de producao afim de acelerar as entregas… nada alem disso… e isso no meu entender nao e cooperacao…

esse missil anti carro ele explode em cima ou na lateral do “veiculo” ?!?!

gaspar

nao sei se e besteira o que eu vou dizer, mas eu acho que essas empresas nacionais(Avibras, Mectron, Embraer, …) deveriam formar um conglomerado parecido o que ocore na Russia com a Roboexport…
se todos os departamentos de novas tecnologias dessas empresas se juntacem, teriamos muito mais varieades de equipamentos…

seria viavel ?!?!

Wilson Johann

Esta LAAD está revelando aos brasileiros que o Brasil não está tão ruim assim em termos de “indústrias de defesa”. Um bom exemplo é essa empresa, a Mectron, a única na área de pesquisa e fabricação de mísseis (de alta tecnologia) na América do Sul. Se as coisas continuarem assim para esta empresa, ela certamente vai se transformar numa gigante do setor, tendo um mercado quase cativo para o seus produtos, o brasileiro. E, quando seus produtos estiverem plenamente operacionais (MAA-1B, MAR-1, entre outros), vão se abrir também as portas do mercado mundial, como já aconteceu com o Paquistão. Uma… Read more »

Marcos T.

Fala-se que o fornecimento destes misseis ao Paquistão é inconstitucional pois o mesmo encontrasse em estado de Guerra contra a India, alguem sabe algo sobre isso?

gaspar

so faltava os politicos alegarem que e inconstuticional essa venda…
quem esses vagabundos acham que sao pra aprovar ou nao a venda ?!?!?! eles nao tem moral alguma pra fazer isso, …

Zero Uno

Marcos T.

Estado de Guerra não declarada. Esquisito más é… Não existe documentos chancelados por ambas as nações.

Ulisses

Zero Uno

As bombas guiadas SMKB estão em fase de teste(talvez nesse ano já esteja pronta).São bombas guiadas a laser e de alta tecnologia.

Wilson Johann

Também concordo sobre a indústria de defesa nacional.Vemos que tivemos grande atraso,mas estamos nos levantando a todo vapor!

Só no LAAD temos os seguintes materiais:

1-Urutu III
2-Mectron(MAA-1A,MAA-1B,MAR-1,SPC-1,MSS1.2)
3-Embraer(E-99,R-99B,P-99,Tucano,Super Tucano)
4-Imbrafiltro e seu VBL.
5-Avibras(UAV)

E por ai vai.

Abraços.

Ulisses

Agora eu pergunto:

Qual outro país da américa latina esta apresentando projetos de defesa?Só o Brasil!

Poggio

Zero Uno,

Tenha um pouco mais de paciência porque nós acabamos de coletar muitas informações de interesse para os leitores do Blog Aéreo sobre as Bombas da Britanite.

Robson Br

gaspar em 17 abr, 2009 às 14:15
nao sei se e besteira o que eu vou dizer, mas eu acho que essas empresas nacionais(Avibras, Mectron, Embraer, …) deveriam formar um conglomerado parecido o que ocore na Russia com a Roboexport…
se todos os departamentos de novas tecnologias dessas empresas se juntacem, teriamos muito mais varieades de equipamentos…

seria viavel ?!?!

Resposta: direta ou indiretamente o governo participa das tres empresas. Pode-se ver que os projetos são direcionados.

Marcos T.

Não me preucupa os politicos brasileiros, más uma possivel reprimenda por parte de países mais “politicamente corretos”.

gaspar

Robson Br,
so espero que o proximo governo de continuidade nos projetos…

Marcos T,
realmente, nao havia pensado nessa hipotese de “sancoes” por parte de outras nacoes…
agora me explica o seguinte,
o Brasil faz parte do Bric’s, junto com a India. A India vive em estado de guerra com o Paquistao. De repente o Brasil vende 100 misseis para o inimigo do seu amigo… vai entender…

Marcos T.

Gaspar
A questão é: Quem tem a carteira mais recheada? India ou Paquistão.

Marcelo Tadeu

E as nações querem saber nada!!1 O Paquistão está cheio de F-16 e acabou de comprar submarinos espanhois S-80. O Países querem mas que eles se matem, conquanto que comprem armas do ocidente.

Ulisse, eu acho que as bombas SMKB são guiadas por GPS, não? OU tem versão a laser tb?

De qualquer forma, acho tb que o país está retomando o rumo: VANT, Bombas inteligentes, programas de modernização, construções navais, projetos de defesa, END, novos vetores, e vamo que vamo!!!

lfs

Mas a EMbraer nao vendeu R-99 para a India??? Entao sem problemas!!!

lucas lasota

Excelentes noticias!

Mas, e o missil MAA-1B…como que esta o desenvolvimento dele? Ja esta operacional? A FAB ira adquiri-lo quando?

Quanto ao conglomerado de empresas, nos temos a ABIMDE, que eu acho que deveria ter mais forca. Por exemplo: nas feiras internacionais no oriente, ela exporia nossos produtos, proporcionando as nossas pequenas empresas um “lugar ao sol”.

Mauricio R.

“…e acabou de comprar submarinos espanhois S-80. O Países querem mas que eles se…”

Os submarinos paquistaneses são classe “Khalid” ou “Agosta B-90”, franceses.

“Mas a EMbraer nao vendeu R-99 para a India???”

Vendeu somente as células do ERJ-145 modificadas, o radar e demais sistemas são de projeto indiano.

Roberto CR

“O míssil foi desenvolvido para a Força aérea Brasileira (FAB), mas também será adquirido pelo governo do Paquistão, que irá arcar com 50% dos investimentos previstos para a fase de industrialização e logística”

Será que houve discussões no Paquistão sobre a aquisição de um “míssil fantasma”, como ocorre aqui com os “aviões fantasma” russos? hehehe… Eu pensava que este míssil estava pronto.

“O primeiro grande contrato em vista é o dos 50 helicópteros comprados pelas Forças Armadas brasileiras da empresa francesa Eurocopter”

Qual radar?

Abs

Marcelo Tadeu

É verdade Maurício, eu quis dizer Agosta. Cabeça de velho é fogo!!!

Baschera

Zero Uno, As SMBK (Britanite) utilizam um kit de guiagem da Mectron/CTA(GPS/Glonass/Galileu). Podem ser lançadas de mais de 10 Km de altura, com alcançe entre 16 e 40 Km, com um CEP de 6 metros. Podem ser lançadas em qualquer tempo, dia ou noite, ou seja “all-aspect”.Desconheço o preço do Kit. Senhores, Quanto a venda do MAR-1 ao Paquistão, a mesma foi ratificada pelo Itamaraty e não envolve posicionamento ou alinhamento automático do Brasil com o Paquistão ou a India. O Brasil se mantém neutro entre os dois países e vende material militar aos dois países. A Embraer é um… Read more »

claudio alfonso

Esqueceram que a INACE tem o OPV – 1800. Só para citar os produtos nacionais na LAAD. Além do Gaúcho feito com a argentina e por aí vai…

Cantarelli

Cara o esse Gaucho é ruim vcs nao acham? nao tem blindagem nao oferece muita seguransa aos tripulantes

Bosco

Gaspar,
os mísseis MSS 1.2 explodem de lado e não possuem ogiva dupla em tandem, o que é uma pena.
Mas tomara que haja versões aperfeiçoadas que possam agregar alguns avanços.
Também o MAA-1B é um míssil de terceira geração com capacidade all-aspect. Ainda existe um espaço para esses mísseis no combate aéreo, embora os mesmos estejam perdendo rapidamente terreno para os de quarta e quinta gerações.
Um abraço meu caro.

Bosco

Há quem classifique o MAA-1B como sendo de “terceira geração e meia” e outros ainda como de “quarta geração”.

Almeida

CLAP!!! CLAP!!! CLAP!!! BRAVO!!!

GHz

Na última edição da revista Segurança & Defesa, na página 8 existe um anúncio da MBDA na qual se fala de Exocet “made in Brazil” produzido pela Avibrás, Mectron e MBDA. Pelo desenho, parece ser MM40 Exocet Block 1 ou 2 (3 não é).
Alguém sabe dizer se seria esse o MAN (míssil antinavio)?
(Este post também vale para o Blog do Poder Naval).

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GHz

silveira

gostaria de ver este governo intituir um imposto de nos brasileiros para reforçar as forças armadasno desenvolvimento de armamentos que queria ver alguen vir aqui em nossas fronteiras instalar bases. ate quando.

Zero Uno

Bela explanação sobre a MECTRON. Outra empresa que nos dá orgulho. Más gostaria de saber sobre as Bombas SMKB da Britanite.

gaspar

nao vejo cooperacao nenhuma entre a Mectron, FAB e o Paquistao…
eles apenas pagaram adiantado para que a Mecron aumentasse sua linha de producao afim de acelerar as entregas… nada alem disso… e isso no meu entender nao e cooperacao…

esse missil anti carro ele explode em cima ou na lateral do “veiculo” ?!?!

gaspar

nao sei se e besteira o que eu vou dizer, mas eu acho que essas empresas nacionais(Avibras, Mectron, Embraer, …) deveriam formar um conglomerado parecido o que ocore na Russia com a Roboexport…
se todos os departamentos de novas tecnologias dessas empresas se juntacem, teriamos muito mais varieades de equipamentos…

seria viavel ?!?!

Wilson Johann

Esta LAAD está revelando aos brasileiros que o Brasil não está tão ruim assim em termos de “indústrias de defesa”. Um bom exemplo é essa empresa, a Mectron, a única na área de pesquisa e fabricação de mísseis (de alta tecnologia) na América do Sul. Se as coisas continuarem assim para esta empresa, ela certamente vai se transformar numa gigante do setor, tendo um mercado quase cativo para o seus produtos, o brasileiro. E, quando seus produtos estiverem plenamente operacionais (MAA-1B, MAR-1, entre outros), vão se abrir também as portas do mercado mundial, como já aconteceu com o Paquistão. Uma… Read more »

Marcos T.

Fala-se que o fornecimento destes misseis ao Paquistão é inconstitucional pois o mesmo encontrasse em estado de Guerra contra a India, alguem sabe algo sobre isso?

gaspar

so faltava os politicos alegarem que e inconstuticional essa venda…
quem esses vagabundos acham que sao pra aprovar ou nao a venda ?!?!?! eles nao tem moral alguma pra fazer isso, …

Zero Uno

Marcos T.

Estado de Guerra não declarada. Esquisito más é… Não existe documentos chancelados por ambas as nações.

Ulisses

Zero Uno

As bombas guiadas SMKB estão em fase de teste(talvez nesse ano já esteja pronta).São bombas guiadas a laser e de alta tecnologia.

Wilson Johann

Também concordo sobre a indústria de defesa nacional.Vemos que tivemos grande atraso,mas estamos nos levantando a todo vapor!

Só no LAAD temos os seguintes materiais:

1-Urutu III
2-Mectron(MAA-1A,MAA-1B,MAR-1,SPC-1,MSS1.2)
3-Embraer(E-99,R-99B,P-99,Tucano,Super Tucano)
4-Imbrafiltro e seu VBL.
5-Avibras(UAV)

E por ai vai.

Abraços.

Ulisses

Agora eu pergunto:

Qual outro país da américa latina esta apresentando projetos de defesa?Só o Brasil!

Poggio

Zero Uno,

Tenha um pouco mais de paciência porque nós acabamos de coletar muitas informações de interesse para os leitores do Blog Aéreo sobre as Bombas da Britanite.

Robson Br

gaspar em 17 abr, 2009 às 14:15
nao sei se e besteira o que eu vou dizer, mas eu acho que essas empresas nacionais(Avibras, Mectron, Embraer, …) deveriam formar um conglomerado parecido o que ocore na Russia com a Roboexport…
se todos os departamentos de novas tecnologias dessas empresas se juntacem, teriamos muito mais varieades de equipamentos…

seria viavel ?!?!

Resposta: direta ou indiretamente o governo participa das tres empresas. Pode-se ver que os projetos são direcionados.

Marcos T.

Não me preucupa os politicos brasileiros, más uma possivel reprimenda por parte de países mais “politicamente corretos”.

gaspar

Robson Br,
so espero que o proximo governo de continuidade nos projetos…

Marcos T,
realmente, nao havia pensado nessa hipotese de “sancoes” por parte de outras nacoes…
agora me explica o seguinte,
o Brasil faz parte do Bric’s, junto com a India. A India vive em estado de guerra com o Paquistao. De repente o Brasil vende 100 misseis para o inimigo do seu amigo… vai entender…

Marcos T.

Gaspar
A questão é: Quem tem a carteira mais recheada? India ou Paquistão.

Marcelo Tadeu

E as nações querem saber nada!!1 O Paquistão está cheio de F-16 e acabou de comprar submarinos espanhois S-80. O Países querem mas que eles se matem, conquanto que comprem armas do ocidente.

Ulisse, eu acho que as bombas SMKB são guiadas por GPS, não? OU tem versão a laser tb?

De qualquer forma, acho tb que o país está retomando o rumo: VANT, Bombas inteligentes, programas de modernização, construções navais, projetos de defesa, END, novos vetores, e vamo que vamo!!!

lfs

Mas a EMbraer nao vendeu R-99 para a India??? Entao sem problemas!!!

lucas lasota

Excelentes noticias!

Mas, e o missil MAA-1B…como que esta o desenvolvimento dele? Ja esta operacional? A FAB ira adquiri-lo quando?

Quanto ao conglomerado de empresas, nos temos a ABIMDE, que eu acho que deveria ter mais forca. Por exemplo: nas feiras internacionais no oriente, ela exporia nossos produtos, proporcionando as nossas pequenas empresas um “lugar ao sol”.

Mauricio R.

“…e acabou de comprar submarinos espanhois S-80. O Países querem mas que eles se…”

Os submarinos paquistaneses são classe “Khalid” ou “Agosta B-90”, franceses.

“Mas a EMbraer nao vendeu R-99 para a India???”

Vendeu somente as células do ERJ-145 modificadas, o radar e demais sistemas são de projeto indiano.

Roberto CR

“O míssil foi desenvolvido para a Força aérea Brasileira (FAB), mas também será adquirido pelo governo do Paquistão, que irá arcar com 50% dos investimentos previstos para a fase de industrialização e logística”

Será que houve discussões no Paquistão sobre a aquisição de um “míssil fantasma”, como ocorre aqui com os “aviões fantasma” russos? hehehe… Eu pensava que este míssil estava pronto.

“O primeiro grande contrato em vista é o dos 50 helicópteros comprados pelas Forças Armadas brasileiras da empresa francesa Eurocopter”

Qual radar?

Abs

Marcelo Tadeu

É verdade Maurício, eu quis dizer Agosta. Cabeça de velho é fogo!!!

Baschera

Zero Uno, As SMBK (Britanite) utilizam um kit de guiagem da Mectron/CTA(GPS/Glonass/Galileu). Podem ser lançadas de mais de 10 Km de altura, com alcançe entre 16 e 40 Km, com um CEP de 6 metros. Podem ser lançadas em qualquer tempo, dia ou noite, ou seja “all-aspect”.Desconheço o preço do Kit. Senhores, Quanto a venda do MAR-1 ao Paquistão, a mesma foi ratificada pelo Itamaraty e não envolve posicionamento ou alinhamento automático do Brasil com o Paquistão ou a India. O Brasil se mantém neutro entre os dois países e vende material militar aos dois países. A Embraer é um… Read more »

claudio alfonso

Esqueceram que a INACE tem o OPV – 1800. Só para citar os produtos nacionais na LAAD. Além do Gaúcho feito com a argentina e por aí vai…

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