Home Indústria Aeroespacial Assinado contrato de desenvolvimento do KC-390 e modernização dos AF-1

Assinado contrato de desenvolvimento do KC-390 e modernização dos AF-1

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A Embraer acabou de assinar dois contratos com o Ministério da Defesa. O primeiro deles diz respeito ao desenvolvimento da aeronave de transporte tático e reabastecimento aéreo KC-390 e o segundo refere-se à modernização das aeronaves AF-1 da Marinha do Brasil. O evento ocorreu agora há pouco durante a LAAD 2009, no Rio de Janeiro, com grande participação da mídia nacional e internacional.

Durante o evento foram apresentadas maquetes das aeronaves (ver fotos), além de um poster do projeto. A assinatura do contrato veio num momento muito importante para a Embraer, pois a mesma enfrenta uma grande redução de suas encomentas civis no mercado internacional. Por outro lado, a cerimônia teve um grande caráter simbólico, pois o contrato foi assinado no ano que a empresa completa 40 nos.

Uma maquete do AF-1 foi entregue pelo presidente da Embraer Frederico Fleury Curado ao Minitro da Defesa Nelson Jobim e ao Comandante da Marinha, Almirante Julio Soares de Moura Neto.

“Este é o primeiro programa de vulto entre a Marinha e a Embraer”, afirmou Curado. Serão modernizadas 12 aeronaves AF-1, com a substituição de toda a aviônica, bem como a introdução de um radar de bordo.

Não foi especificado quais aeronaves serão modernizadas, mas o Poder Aéreo acredita que duas delas serão do modelo AF-1A (biplace) e as outras dez do modelo AF-1 (monoplace). Detalhes do projeto também não foram fornecidos, mas é razoável imaginar que o mesmo seguirá os mesmos passos da atualização dos F-5E da FAB.

O Poder Aéreo tem a honra de ser um dos primeiros veículos a noticiar o evento pela internet.

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FOTOS: Poder Aéreo

136 COMMENTS

  1. Más temos no inventário da MB 23 A4K… O que vai ser dos outros? Se alguns serão sucateados para peças de reposição serão os 11 restantes? Por que não modernizar pelo menos 18 e deixar os 05 restantes para sucatear?

    Bom… Deve ser grana mesmo.

  2. Más temos no inventário da MB 23 A4K… O que vai ser dos outros? Se alguns serão sucateados para peças de reposição serão os 11 restantes? Por que não modernizar pelo menos 18 e deixar os 05 restantes para sucatear?

    Bom… Deve ser grana mesmo.

  3. Amigo Zero,

    Acho que o raciocínio da MB está certo. Os que serão modernizados terão quase que um pra um de reserva para reposição de peças…e as peças que certamente serão necessárias não serão as que a Embraer fabricará (aviônica nova)…mas sim as que não se encontram mais no mercado. Por isso que eu acho que não vale mesmo a pena modernizar todos e nem faria sentido gastar dinheiro modernizando alguns a mais para reposição de peças…pois o que estará em falta (ou já está) no mercado não será a aviônica nova, mas sim a mecânica velha do A-4.

    Ao menos eu vou por este caminho…o que vc acha?

    abração

  4. Amigo Zero,

    Acho que o raciocínio da MB está certo. Os que serão modernizados terão quase que um pra um de reserva para reposição de peças…e as peças que certamente serão necessárias não serão as que a Embraer fabricará (aviônica nova)…mas sim as que não se encontram mais no mercado. Por isso que eu acho que não vale mesmo a pena modernizar todos e nem faria sentido gastar dinheiro modernizando alguns a mais para reposição de peças…pois o que estará em falta (ou já está) no mercado não será a aviônica nova, mas sim a mecânica velha do A-4.

    Ao menos eu vou por este caminho…o que vc acha?

    abração

  5. Tentando colaborar, já estão no site da EMBRAER notas sobre os 2 contratos e quanto ao AF-1 serão 9 mono e 3 bi, ok ?

    embraer.com.br/institucional/download/1_043-Com-VPD-LAAD_AF1_Modern-P-09.pdf

    embraer.com.br/institucional/download/1_042-VPD-Com-LAAD_KC390_Launch-P-09.pdf

    Quanto ao KC-390 não há uma única linha sobre suas características técnicas, é bem vago. Será que o projeto não está completamente definido ?

    Abraços.

  6. Tentando colaborar, já estão no site da EMBRAER notas sobre os 2 contratos e quanto ao AF-1 serão 9 mono e 3 bi, ok ?

    embraer.com.br/institucional/download/1_043-Com-VPD-LAAD_AF1_Modern-P-09.pdf

    embraer.com.br/institucional/download/1_042-VPD-Com-LAAD_KC390_Launch-P-09.pdf

    Quanto ao KC-390 não há uma única linha sobre suas características técnicas, é bem vago. Será que o projeto não está completamente definido ?

    Abraços.

  7. Camaradas agora o Opalão começa a ter a sua razão. Estamos em festas, acredito que os outros A-4 poderão servir como treinadores ( para Aspirantes, tenentes ) -por aí vai- não sei na Marinha a nomenclatura – de Cap. p/ cima os M para ações. É Brincadeirinha!!!
    Mas S.P.d’Aldeia, pode preparar p/ gravar as novelas e assistirem em outro horário, pois a barulheira noturna recomeçará, com a pista em fase final de reforma e turbinas chegando de Israel.
    Qto. ao C-390 deu-se o pontapé inicial, ou melhor, oficial.

  8. Camaradas agora o Opalão começa a ter a sua razão. Estamos em festas, acredito que os outros A-4 poderão servir como treinadores ( para Aspirantes, tenentes ) -por aí vai- não sei na Marinha a nomenclatura – de Cap. p/ cima os M para ações. É Brincadeirinha!!!
    Mas S.P.d’Aldeia, pode preparar p/ gravar as novelas e assistirem em outro horário, pois a barulheira noturna recomeçará, com a pista em fase final de reforma e turbinas chegando de Israel.
    Qto. ao C-390 deu-se o pontapé inicial, ou melhor, oficial.

  9. O Ministro falou do acordo, inclusive da proteção da plataforma continental…todavia não falou nada sobre o FX2.
    Ninguém perguntou ouele não quis falar?

  10. O Ministro falou do acordo, inclusive da proteção da plataforma continental…todavia não falou nada sobre o FX2.
    Ninguém perguntou ouele não quis falar?

  11. Os contratos são um bom começo para a LAAD e tem um simbolismo enorme:de que a crise econômica não vai interferir nos planos de modernização das Forças Armadas. Parabéns ao Poder Naval pela informação.

  12. Os contratos são um bom começo para a LAAD e tem um simbolismo enorme:de que a crise econômica não vai interferir nos planos de modernização das Forças Armadas. Parabéns ao Poder Naval pela informação.

  13. Bem mordenizar esse A-4 é a mesma coisa que colocar um motor de Vectra, MP3 players e Blu-ray em um Fusca. Bem é melhor do que nada agora só falta mísseis decentes para serem usandos nesses A-4 modernizados.

  14. Bem mordenizar esse A-4 é a mesma coisa que colocar um motor de Vectra, MP3 players e Blu-ray em um Fusca. Bem é melhor do que nada agora só falta mísseis decentes para serem usandos nesses A-4 modernizados.

  15. Escutem a musica “Aleluia de Handel”, e entenderão como me senti.
    PArabens ao pessoal do blog pela rapida apuração da noticia.

    Viva a República !!!

  16. Escutem a musica “Aleluia de Handel”, e entenderão como me senti.
    PArabens ao pessoal do blog pela rapida apuração da noticia.

    Viva a República !!!

  17. Acima de tudo, parábens a Equipe do Site.

    Profissionalismo em jornalismo e cobertura “Full Time”, “OnTime” de grande desenvoltura.

    Galante, Poggio e CIA, vcs são F¨*#$H¨@¨%….rsrrrrrs
    Estão ficando a cada dia melhores.

    Como disse, não sou muito a favor da modernização dos A4. Para mim eles todos deveriam ser vendidos a Argentina junto com um “Pacotão” para modernização das demais células daquela Força.

    No entanto, já que foi feito, torço a favor de que dê tão certo quanto os projetos do F-5EM e do A-1M.

    Antes assim, do que nada.

  18. Acima de tudo, parábens a Equipe do Site.

    Profissionalismo em jornalismo e cobertura “Full Time”, “OnTime” de grande desenvoltura.

    Galante, Poggio e CIA, vcs são F¨*#$H¨@¨%….rsrrrrrs
    Estão ficando a cada dia melhores.

    Como disse, não sou muito a favor da modernização dos A4. Para mim eles todos deveriam ser vendidos a Argentina junto com um “Pacotão” para modernização das demais células daquela Força.

    No entanto, já que foi feito, torço a favor de que dê tão certo quanto os projetos do F-5EM e do A-1M.

    Antes assim, do que nada.

  19. O melhor da notícia é a demonstração de que o governo vai investir na capacitação de empresas e na formação de profissionais voltados a industria de defesa.
    Dando continuidade a essa política, em poucos anos teremos condição de projetos mais ousados.

    Abraços a todos.

  20. O melhor da notícia é a demonstração de que o governo vai investir na capacitação de empresas e na formação de profissionais voltados a industria de defesa.
    Dando continuidade a essa política, em poucos anos teremos condição de projetos mais ousados.

    Abraços a todos.

  21. A Embraer manja do A-4 tanto qnto do F-5, nada vezes nada.
    E o que eventualmente aprender não terá serventia alguma, pois ambas as aeronaves são belas “galinhas mortas” no mercado, ninguem está planajando fazer upgrade, estão é comprando aeronaves novas mesmo.
    O upgrade do F-5 está uma carroça, devagar, enrrolado, pois dependemos dos israelenses, que é quem manja realmente dos 2 aviões.
    E nós pagando a conta.
    Creio eu que este contrato deveria haver sido licitado no mercado, o governo e as forças armadas, atravéz do MD estariam trabalhando pelo setor industrial como um tdo e não por uma unica empresa.

  22. A Embraer manja do A-4 tanto qnto do F-5, nada vezes nada.
    E o que eventualmente aprender não terá serventia alguma, pois ambas as aeronaves são belas “galinhas mortas” no mercado, ninguem está planajando fazer upgrade, estão é comprando aeronaves novas mesmo.
    O upgrade do F-5 está uma carroça, devagar, enrrolado, pois dependemos dos israelenses, que é quem manja realmente dos 2 aviões.
    E nós pagando a conta.
    Creio eu que este contrato deveria haver sido licitado no mercado, o governo e as forças armadas, atravéz do MD estariam trabalhando pelo setor industrial como um tdo e não por uma unica empresa.

  23. Prabéns ao Galante, Poggio e todos os membros do PODER AÉREO, voçês são sensacionais, aprimeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi ligar o cpd para ler essas exelentes matérias, e saber que finalmente começou a andar as coisas nas FAs.

    Um grande abraço.

  24. Prabéns ao Galante, Poggio e todos os membros do PODER AÉREO, voçês são sensacionais, aprimeira coisa que fiz quando cheguei em casa foi ligar o cpd para ler essas exelentes matérias, e saber que finalmente começou a andar as coisas nas FAs.

    Um grande abraço.

  25. Sugestão para a MB: vamos fazer a xepa no AMARG para não AMARGar arrependimentos depois, pois o que temos pela frente em termos de novidade é the END, o fim do FX-2 etc… bem que o EB poderia receber umas aeronaves nacionais (tipo EMB-120 adaptado) para ser o transporte leve e lançador padrão de paraquedistas, tal como o bravo EMB-110…

  26. Sugestão para a MB: vamos fazer a xepa no AMARG para não AMARGar arrependimentos depois, pois o que temos pela frente em termos de novidade é the END, o fim do FX-2 etc… bem que o EB poderia receber umas aeronaves nacionais (tipo EMB-120 adaptado) para ser o transporte leve e lançador padrão de paraquedistas, tal como o bravo EMB-110…

  27. Zero,

    É…boa pergunta!…não sei te responder…

    será que algum colega do blog sabe?

    Provavelmente naquele deserto dos EUA que mais parece uma revendedora de aviões usados deva ter alguma coisa estocada…mas precisaria saber em que estado se encontrariam essas células e se não ficaria muito caro ter que comprar algum A-4 (o caça inteiro) só por causa de uma “rebimboca da parafuseta” qualquer que deu defeito em um dos nossos…

    Ou mesmo se essas peças não ficariam caras demais, mesmo comprando apenas as peças separadas (sabemos que quanto mais velho é o caça, mais caras ficam as peças de reposição…pois quem tem pra vender, cobra o olho da cara por elas)…enfim…

    E até aonde eu sei, também, acho que só o Brasil e a Argentina utilizam o Skyhawk atualmente em suas FAs…O que mostra que já é um caça em “extinção”…hehehe

    mas posso estar enganado. Não afirmo categoricamente nada disso.

    abração

  28. Zero,

    É…boa pergunta!…não sei te responder…

    será que algum colega do blog sabe?

    Provavelmente naquele deserto dos EUA que mais parece uma revendedora de aviões usados deva ter alguma coisa estocada…mas precisaria saber em que estado se encontrariam essas células e se não ficaria muito caro ter que comprar algum A-4 (o caça inteiro) só por causa de uma “rebimboca da parafuseta” qualquer que deu defeito em um dos nossos…

    Ou mesmo se essas peças não ficariam caras demais, mesmo comprando apenas as peças separadas (sabemos que quanto mais velho é o caça, mais caras ficam as peças de reposição…pois quem tem pra vender, cobra o olho da cara por elas)…enfim…

    E até aonde eu sei, também, acho que só o Brasil e a Argentina utilizam o Skyhawk atualmente em suas FAs…O que mostra que já é um caça em “extinção”…hehehe

    mas posso estar enganado. Não afirmo categoricamente nada disso.

    abração

  29. É isso aí Zeke!

    Mas voltando ao AF-1. Ele será um bicho temível. Com a modernizaçao ele será mais letal do que muitos dos “sea harrieres” operados hoje. Teremos uma ótima aeronave de ataque, só faltará a plataforma de defesa aérea do A-12. Mas aí já é mais complicado… há dúvidas sobre a possibilidade de operaçao dos Rafales F1 ou dos Hornets A e B.

    De qualquer forma, teremos uma frota de ataque naval de boa qualidade.

    Um abraço.

  30. É isso aí Zeke!

    Mas voltando ao AF-1. Ele será um bicho temível. Com a modernizaçao ele será mais letal do que muitos dos “sea harrieres” operados hoje. Teremos uma ótima aeronave de ataque, só faltará a plataforma de defesa aérea do A-12. Mas aí já é mais complicado… há dúvidas sobre a possibilidade de operaçao dos Rafales F1 ou dos Hornets A e B.

    De qualquer forma, teremos uma frota de ataque naval de boa qualidade.

    Um abraço.

  31. É meu amigo Maurício R. Esta carroça andou derrubando alguns Mirage 2000 franceses na última CRUZEX. Vc esquece que mesmo saindo a decisão do F-X até a primeira entrega nós vamos voar o que? A FAB está usando a Elbit por uma questão logística. A aviônica do A-29 é Elbit, do F-5 é Elbit, do A-1M será Elbit e o A-4 tb e tudo feito em Porto Alegre pela Aeroeletrônica que faz parte da Elbit.

    Alguém tem algo contra a Elbit no mundo? Eu nunca ouvi algo contra.

  32. É meu amigo Maurício R. Esta carroça andou derrubando alguns Mirage 2000 franceses na última CRUZEX. Vc esquece que mesmo saindo a decisão do F-X até a primeira entrega nós vamos voar o que? A FAB está usando a Elbit por uma questão logística. A aviônica do A-29 é Elbit, do F-5 é Elbit, do A-1M será Elbit e o A-4 tb e tudo feito em Porto Alegre pela Aeroeletrônica que faz parte da Elbit.

    Alguém tem algo contra a Elbit no mundo? Eu nunca ouvi algo contra.

  33. Extraído do site do jornal Zero Hora de Porto Alegre. Mesmo com informações específicas imprecisas, dá uma boa idéia do que vem por aí:

    “Ministério da Defesa planeja investimento bilionário em aeronaves e blindados

    Indústria bélica é saída para movimentar negócios e enfrentar a crise

    Humberto Trezzi, Rio de Janeiro | humberto.trezzi@zerohora.com.br

    Em épocas de crise, a indústria bélica sempre foi uma saída para movimentar negócios e empregos. E não vai ser diferente no Brasil, anunciou o ministro da Defesa, o gaúcho Nelson Jobim, que abriu nesta terça-feira a sétima edição da Latin America Aero e Defence 09, a maior feira continental de armamentos, que ocorre no Rio de Janeiro. O investimento promete ser bilionário.

    Jobim não ficou só no discurso. Confirmou a fabricação, a partir de 2010, de 50 helicópteros militares Super Cougar (ataque e transporte) pela indústria Helibras, uma empresa de capital misto (do governo de Minas Gerais e do grupo francês Eurocopter) com sede em Itajubá (MG). Desse total, 16 aparelhos irão para a Marinha, 16 para a Aeronáutica e o restante para o Exército. O valor do investimento está entre 150 milhões e 200 milhões de euros, o que inclui a ampliação da planta da fábrica mineira.

    O ministro, que visitou a feira bienal montada no Riocentro (Barra da Tijuca), posou também para fotos junto ao novo Blindado de Transporte de Pessoal que começará a ser fabricado pela Iveco (subsidiária da Fiat) em Sete Lagoas (MG). Jobim, que tem mais de 1m90cm de altura, ficou pequeno ao lado desse gigantesco carro, feito em 14 toneladas de aço, com motor de 350 cv e capacidade para carregar até 20 soldados. O blindado, dotado de uma metralhadora antiaérea calibre .50 fabricada no Brasil e acionada por controle remoto, terá as primeiras 16 unidades produzidas até o ano que vem e substituirá o Urutu, também de fabricação nacional, mas de blindagem mais fraca. O custo de cada veículo é de US$ 1,5 milhão.

    — Se depender da nossa vontade, serão produzidas 50 unidades por ano, umas 1,3 mil para modernizar a frota — resume o coronel José Carlos dos Santos, do setor de Engenharia do Exército e um dos mentores do blindado, já apelidado por Jobim de “Urutuzão”.

    O ministro Jobim adiantou ainda que será anunciado ainda hoje um contrato entre a Embraer e as Forças Armadas brasileiras, sem dar detalhes. A expectativa no mercado é de que o citado negócio seja a fabricação, por parte da empresa de aeronaves sediada em São José dos Campos (SP), de jatos Embraer 390 em versão militar — para reabastecimento em vôo e transporte de tropas.

    O aparelho terá capacidade para levar 64 paraquedistas ou 13 soldados e um blindado leve. Bimotor a jato, ele substituiria, gradualmente, a imensa frota de quadrimotores Hércules C-130 que são a espinha do transporte na Aeronáutica. O contrato inicial seria de 22 aeronaves, que começariam a ser entregues a partir de 2015, a um custo total de US$ 1,3 bilhão.

    Caso seja confirmado hoje, como esperado, o bilionário contrato com a Embraer poderia reverter em parte as 4,5 mil demissões anunciadas recentemente pela empresa e que ainda são discutidas na Justiça. O ministro Jobim usou uma frase de efeito para justificar o anúncio de investimentos, mesmo em tempos de aguda recessão mundial.

    — Nosso Plano Estratégico de Defesa é de longo prazo. A crise é de curto prazo.”

  34. Extraído do site do jornal Zero Hora de Porto Alegre. Mesmo com informações específicas imprecisas, dá uma boa idéia do que vem por aí:

    “Ministério da Defesa planeja investimento bilionário em aeronaves e blindados

    Indústria bélica é saída para movimentar negócios e enfrentar a crise

    Humberto Trezzi, Rio de Janeiro | humberto.trezzi@zerohora.com.br

    Em épocas de crise, a indústria bélica sempre foi uma saída para movimentar negócios e empregos. E não vai ser diferente no Brasil, anunciou o ministro da Defesa, o gaúcho Nelson Jobim, que abriu nesta terça-feira a sétima edição da Latin America Aero e Defence 09, a maior feira continental de armamentos, que ocorre no Rio de Janeiro. O investimento promete ser bilionário.

    Jobim não ficou só no discurso. Confirmou a fabricação, a partir de 2010, de 50 helicópteros militares Super Cougar (ataque e transporte) pela indústria Helibras, uma empresa de capital misto (do governo de Minas Gerais e do grupo francês Eurocopter) com sede em Itajubá (MG). Desse total, 16 aparelhos irão para a Marinha, 16 para a Aeronáutica e o restante para o Exército. O valor do investimento está entre 150 milhões e 200 milhões de euros, o que inclui a ampliação da planta da fábrica mineira.

    O ministro, que visitou a feira bienal montada no Riocentro (Barra da Tijuca), posou também para fotos junto ao novo Blindado de Transporte de Pessoal que começará a ser fabricado pela Iveco (subsidiária da Fiat) em Sete Lagoas (MG). Jobim, que tem mais de 1m90cm de altura, ficou pequeno ao lado desse gigantesco carro, feito em 14 toneladas de aço, com motor de 350 cv e capacidade para carregar até 20 soldados. O blindado, dotado de uma metralhadora antiaérea calibre .50 fabricada no Brasil e acionada por controle remoto, terá as primeiras 16 unidades produzidas até o ano que vem e substituirá o Urutu, também de fabricação nacional, mas de blindagem mais fraca. O custo de cada veículo é de US$ 1,5 milhão.

    — Se depender da nossa vontade, serão produzidas 50 unidades por ano, umas 1,3 mil para modernizar a frota — resume o coronel José Carlos dos Santos, do setor de Engenharia do Exército e um dos mentores do blindado, já apelidado por Jobim de “Urutuzão”.

    O ministro Jobim adiantou ainda que será anunciado ainda hoje um contrato entre a Embraer e as Forças Armadas brasileiras, sem dar detalhes. A expectativa no mercado é de que o citado negócio seja a fabricação, por parte da empresa de aeronaves sediada em São José dos Campos (SP), de jatos Embraer 390 em versão militar — para reabastecimento em vôo e transporte de tropas.

    O aparelho terá capacidade para levar 64 paraquedistas ou 13 soldados e um blindado leve. Bimotor a jato, ele substituiria, gradualmente, a imensa frota de quadrimotores Hércules C-130 que são a espinha do transporte na Aeronáutica. O contrato inicial seria de 22 aeronaves, que começariam a ser entregues a partir de 2015, a um custo total de US$ 1,3 bilhão.

    Caso seja confirmado hoje, como esperado, o bilionário contrato com a Embraer poderia reverter em parte as 4,5 mil demissões anunciadas recentemente pela empresa e que ainda são discutidas na Justiça. O ministro Jobim usou uma frase de efeito para justificar o anúncio de investimentos, mesmo em tempos de aguda recessão mundial.

    — Nosso Plano Estratégico de Defesa é de longo prazo. A crise é de curto prazo.”

  35. Vou remar contra a maré, que pena esta decisão de modernizar este avião… política de ajuda para a EMBRAER?… só pode, nada mais justifica tal entento! que fará um A-4 no cenário de guerra naval de hoje??? só doutrina e treino… pq é baixa capacidade operacional de um Skyhawk, mesmo na AL…

  36. Vou remar contra a maré, que pena esta decisão de modernizar este avião… política de ajuda para a EMBRAER?… só pode, nada mais justifica tal entento! que fará um A-4 no cenário de guerra naval de hoje??? só doutrina e treino… pq é baixa capacidade operacional de um Skyhawk, mesmo na AL…

  37. Caro Francisoco AMX,

    só a manutenção da capacidade operativa da Força Aeronaval já justifica. Pelo menos até a compra de uma nova aeronave. Afinal, a Marinha tem de desenvolver as rotinas de operações.
    Um abraço, amigo.

  38. Caro Francisoco AMX,

    só a manutenção da capacidade operativa da Força Aeronaval já justifica. Pelo menos até a compra de uma nova aeronave. Afinal, a Marinha tem de desenvolver as rotinas de operações.
    Um abraço, amigo.

  39. Mais uma notícia boa saindo da LAAD:

    “Brasil quer triplicar produção de Centros de Tecnologia

    Rio de Janeiro, 14 de abril de 2009 – O governo brasileiro pretende triplicar a médio e longo prazo a produção dos Centros de Tecnologia da Marinha, Aeronáutica e Exército. A declaração, do Ministro da Defesa Nacional, Nelson Jobim, foi dada durante a abertura da 7ª Edição da Latin América Aero & Defense (LAAD 2009), que começou hoje e vai até sexta-feira, no RioCentro, no Pavilhão 3.

    Acompanhado pelos comandantes da Marinha, o Almirante de Esquadra, Julio Soares de Moura Neto, da Aeronáutica, Juniti Saito, do Exército, General Enzo, e do diretor da LAAD, Sérgio Jardim, o ministro destacou o fato do Brasil não querer ser apenas um comprador de material de defesa, mas sim um parceiro dos demais países produtores de tecnologia.

    “Já firmamos com a França parcerias para a produção de um submarino nuclear, para a construção de helicópteros modelo EC-725, de última geração – serão 50 ao todo –, e também queremos desenvolver veículos não tripulados para as três forças”, destacou Jobim, ao lembrar também do projeto de um veículo blindado que será produzido em Minas Gerais.

    O ministro explicou que a política atual do governo federal é a de unificação e integração entre as três forças. “Precisamos de capacitação nacional, mas, para isso, o país tem que dispor de uma agenda nacional, como os outros países fazem. Temos grandes centros de tecnologia, que podem aumentar em muito na sua produção”, disse.

    De acordo com o Nelson Jobim, desde que o Plano de Defesa Nacional foi implantado, em dezembro de 2008, o governo vem trabalhando com afinco para reorganizar e reconstruir as forças do país e também a Indústria Nacional de Defesa. “É preciso caminhar agora para desenvolver os setores espacial, cibernético e nuclear”, ressaltou.

    Antes de encerrar seu discurso e iniciar sua visita à feira, o ministro fez questão de frisar os investimentos programados para modernização dos aeroportos das principais capitais do país. Ao todo, estão sendo aplicados R$ 325 milhões. “Tivemos problemas apenas em Vitória, Guarulhos, Goiânia e Macapá, onde teremos que rever os contratos”, finalizou.”

    fonte: site da LAAD 2009

    abraços a todos

  40. Muuito boa noticia !!!
    Os A4 poderam servir no futuro para treinadores, quando tivermos uma nova aeronave embarcada.
    Quanto ao KC390, uma ótima noticia, assim poderemos sair fora dos C130 antigos que temoks e ter uma frota de aviões nacionais, fabricados pela nossa Embraer.
    Ainda tem as atualizações do Bandeirantes,a chegada do P3 Orion.

    Agora vamos ver o que vai vim para o nosso EB.

    Será que teremos tanques Russos para o nosso EB???
    Alguém pode responder essa pergunta minha ???

    Abs.

  41. Mais uma notícia boa saindo da LAAD:

    “Brasil quer triplicar produção de Centros de Tecnologia

    Rio de Janeiro, 14 de abril de 2009 – O governo brasileiro pretende triplicar a médio e longo prazo a produção dos Centros de Tecnologia da Marinha, Aeronáutica e Exército. A declaração, do Ministro da Defesa Nacional, Nelson Jobim, foi dada durante a abertura da 7ª Edição da Latin América Aero & Defense (LAAD 2009), que começou hoje e vai até sexta-feira, no RioCentro, no Pavilhão 3.

    Acompanhado pelos comandantes da Marinha, o Almirante de Esquadra, Julio Soares de Moura Neto, da Aeronáutica, Juniti Saito, do Exército, General Enzo, e do diretor da LAAD, Sérgio Jardim, o ministro destacou o fato do Brasil não querer ser apenas um comprador de material de defesa, mas sim um parceiro dos demais países produtores de tecnologia.

    “Já firmamos com a França parcerias para a produção de um submarino nuclear, para a construção de helicópteros modelo EC-725, de última geração – serão 50 ao todo –, e também queremos desenvolver veículos não tripulados para as três forças”, destacou Jobim, ao lembrar também do projeto de um veículo blindado que será produzido em Minas Gerais.

    O ministro explicou que a política atual do governo federal é a de unificação e integração entre as três forças. “Precisamos de capacitação nacional, mas, para isso, o país tem que dispor de uma agenda nacional, como os outros países fazem. Temos grandes centros de tecnologia, que podem aumentar em muito na sua produção”, disse.

    De acordo com o Nelson Jobim, desde que o Plano de Defesa Nacional foi implantado, em dezembro de 2008, o governo vem trabalhando com afinco para reorganizar e reconstruir as forças do país e também a Indústria Nacional de Defesa. “É preciso caminhar agora para desenvolver os setores espacial, cibernético e nuclear”, ressaltou.

    Antes de encerrar seu discurso e iniciar sua visita à feira, o ministro fez questão de frisar os investimentos programados para modernização dos aeroportos das principais capitais do país. Ao todo, estão sendo aplicados R$ 325 milhões. “Tivemos problemas apenas em Vitória, Guarulhos, Goiânia e Macapá, onde teremos que rever os contratos”, finalizou.”

    fonte: site da LAAD 2009

    abraços a todos

  42. Muuito boa noticia !!!
    Os A4 poderam servir no futuro para treinadores, quando tivermos uma nova aeronave embarcada.
    Quanto ao KC390, uma ótima noticia, assim poderemos sair fora dos C130 antigos que temoks e ter uma frota de aviões nacionais, fabricados pela nossa Embraer.
    Ainda tem as atualizações do Bandeirantes,a chegada do P3 Orion.

    Agora vamos ver o que vai vim para o nosso EB.

    Será que teremos tanques Russos para o nosso EB???
    Alguém pode responder essa pergunta minha ???

    Abs.

  43. “A FAB está usando a Elbit por uma questão logística. A aviônica do A-29 é Elbit, do F-5 é Elbit, do A-1M será Elbit e o A-4 tb…”

    A FAB usa Elbit pq é mto burra, vc pode ter as mesmas capacidades mantendo a arquitetura e diversificando os fornecedores, mas…

    Assim, amanhã ou depois a Elbit cai no poço, a FAB inteira não vai junto!!!

    “…e tudo feito em Porto Alegre pela Aeroeletrônica que faz parte da Elbit.”

    Somente assistência técnica e engenharia de produto, tdo o resto vem prontinho, fabricado e montado, de Israel.

    Existe mta vida inteligente, alem da industria isrelense de aviônicos

  44. “A FAB está usando a Elbit por uma questão logística. A aviônica do A-29 é Elbit, do F-5 é Elbit, do A-1M será Elbit e o A-4 tb…”

    A FAB usa Elbit pq é mto burra, vc pode ter as mesmas capacidades mantendo a arquitetura e diversificando os fornecedores, mas…

    Assim, amanhã ou depois a Elbit cai no poço, a FAB inteira não vai junto!!!

    “…e tudo feito em Porto Alegre pela Aeroeletrônica que faz parte da Elbit.”

    Somente assistência técnica e engenharia de produto, tdo o resto vem prontinho, fabricado e montado, de Israel.

    Existe mta vida inteligente, alem da industria isrelense de aviônicos

  45. Agora sim !!!
    Conosco ninguém podosco !!
    Com um Opala 6cc, doze DKW, 56 Corcel II e 43 Monzas modernizados a coisa vai.
    E também assinaram o contrato para substituir as Kombis….
    Mas quanta felicidade…..
    >>>> Vou tentar cortar os pulsos com meu barbeador e já volto.. <<<<
    Sds.

  46. Agora sim !!!
    Conosco ninguém podosco !!
    Com um Opala 6cc, doze DKW, 56 Corcel II e 43 Monzas modernizados a coisa vai.
    E também assinaram o contrato para substituir as Kombis….
    Mas quanta felicidade…..
    >>>> Vou tentar cortar os pulsos com meu barbeador e já volto.. <<<<
    Sds.

  47. Eu entrei em contato com uma empresa americana que me afirma categoricamente: nós fabricamos qq peça para qq série de avião A4 Skyhawk.
    O que se deduz disso?
    Que não existe vontade ou força para remontar um grande esquadrão desses aviões aqui no Brasil, só isso.
    Especular sobre peças velhas, peças que a Embraer vai fazer, peças originais, e etcs, é só especulação mesmo. E que mais de interesse haveria em recuperar as células? Tudo por aqui é muito complicado, mas com certeza não faz parte de uma boa lógica.

  48. Eu entrei em contato com uma empresa americana que me afirma categoricamente: nós fabricamos qq peça para qq série de avião A4 Skyhawk.
    O que se deduz disso?
    Que não existe vontade ou força para remontar um grande esquadrão desses aviões aqui no Brasil, só isso.
    Especular sobre peças velhas, peças que a Embraer vai fazer, peças originais, e etcs, é só especulação mesmo. E que mais de interesse haveria em recuperar as células? Tudo por aqui é muito complicado, mas com certeza não faz parte de uma boa lógica.

  49. De mais, sem palavras pra descrever a alegria de saber que as coisas estão caminhando.
    Mas gostaria de saber como faz pra ganhar um modelo de A1 daqueles?

  50. De mais, sem palavras pra descrever a alegria de saber que as coisas estão caminhando.
    Mas gostaria de saber como faz pra ganhar um modelo de A1 daqueles?

  51. Mauro,
    Podes vaiar…. não estou conseguindo cortar os pulsos com o berbeador elétrico….
    Meu amigo, o que critico é a eterna mania de fazer-se meia-sola em termos de defesa.
    Temos um problema sério… milíco não sabe comprar e político menos ainda. Resta-nos criticar, pois o dinheiro é nosso, dos contribuíntes.
    Mas, vou parar por aqui….. acordei assim hoje.

    Sds.

  52. Mauro,
    Podes vaiar…. não estou conseguindo cortar os pulsos com o berbeador elétrico….
    Meu amigo, o que critico é a eterna mania de fazer-se meia-sola em termos de defesa.
    Temos um problema sério… milíco não sabe comprar e político menos ainda. Resta-nos criticar, pois o dinheiro é nosso, dos contribuíntes.
    Mas, vou parar por aqui….. acordei assim hoje.

    Sds.

  53. Mauricio R. disse:
    Existe mta vida inteligente, alem da industria isrelense de aviônicos

    Tipo qual? Europeia? Americana? Nigeriana? Palestina? Argentina? Chinesa?

    Quem vende esse tipo de material para nós com mais facilidade que os Israelenses? E são um dos melhores do mundo…

  54. Mauricio R. disse:
    Existe mta vida inteligente, alem da industria isrelense de aviônicos

    Tipo qual? Europeia? Americana? Nigeriana? Palestina? Argentina? Chinesa?

    Quem vende esse tipo de material para nós com mais facilidade que os Israelenses? E são um dos melhores do mundo…

  55. Até que enfim uma notícia boa para as FFAA do Brasil.
    Frederico Curado, Diretor-Presidente da Embraer,disse: “Ao selecionar a Embraer, a Marinha contribui para o fortalecimento da capacidade tecnológica instalada no país voltada à revitalização e modernização de aeronaves militares.”

    Os 12 aviões que serão modernizados são conhecidos mundialmente como A-4 Skyhawk. A modernização restabelecerá a plena capacidade operacional do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque da Marinha do Brasil, em sua missão conjunta com os meios navais e aeronavais, nas ações de defesa do País. O programa compreende a recuperação dos aviões e de seus sistemas atuais, além de implementar novos aviônicos, radar, geração elétrica e sistema autônomo de geração de oxigênio.
    Parabéns aos editores do blog,por terem sempre as primeiras notícias em 1ºmão.

  56. Até que enfim uma notícia boa para as FFAA do Brasil.
    Frederico Curado, Diretor-Presidente da Embraer,disse: “Ao selecionar a Embraer, a Marinha contribui para o fortalecimento da capacidade tecnológica instalada no país voltada à revitalização e modernização de aeronaves militares.”

    Os 12 aviões que serão modernizados são conhecidos mundialmente como A-4 Skyhawk. A modernização restabelecerá a plena capacidade operacional do 1º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque da Marinha do Brasil, em sua missão conjunta com os meios navais e aeronavais, nas ações de defesa do País. O programa compreende a recuperação dos aviões e de seus sistemas atuais, além de implementar novos aviônicos, radar, geração elétrica e sistema autônomo de geração de oxigênio.
    Parabéns aos editores do blog,por terem sempre as primeiras notícias em 1ºmão.

  57. Paulo Renato em 14 abr, 2009 às 18:56
    Será que teremos tanques Russos para o nosso EB???

    Vindo do CTEx, tem. Fazem parte da negociação c/ os MI’s. Estão em negociações com uma empresa no interior do R.G.do Sul, mas aproveitando a estada do pessoal do blog na LAAD, poderiam cutucar, para sair mais informação.

    Hornet em 14 abr, 2009 às 18:56

    O ministro explicou que a política atual do governo federal é a de unificação e integração entre as três forças. “Precisamos de capacitação nacional, mas, para isso, o país tem que dispor de uma agenda nacional, como os outros países fazem. Temos grandes centros de tecnologia, que podem aumentar em muito na sua produção”, disse.

    Em 2007 a verba para desenvolvimento p/ o CTEx, foi de R$ 2 Milhas e para 2009, englobando tudo c/ Finex e outros = 40 Milhas. Já começaram a ter resultados, pois os franceses querem saber detalhes do desenvolvimento dos sensores termais que andamos desenvolvendo e enquanto isso 1 Osório e seus desenhos/doctos. de desenvolvimento encostados em um barracão em Xerem.

  58. Paulo Renato em 14 abr, 2009 às 18:56
    Será que teremos tanques Russos para o nosso EB???

    Vindo do CTEx, tem. Fazem parte da negociação c/ os MI’s. Estão em negociações com uma empresa no interior do R.G.do Sul, mas aproveitando a estada do pessoal do blog na LAAD, poderiam cutucar, para sair mais informação.

    Hornet em 14 abr, 2009 às 18:56

    O ministro explicou que a política atual do governo federal é a de unificação e integração entre as três forças. “Precisamos de capacitação nacional, mas, para isso, o país tem que dispor de uma agenda nacional, como os outros países fazem. Temos grandes centros de tecnologia, que podem aumentar em muito na sua produção”, disse.

    Em 2007 a verba para desenvolvimento p/ o CTEx, foi de R$ 2 Milhas e para 2009, englobando tudo c/ Finex e outros = 40 Milhas. Já começaram a ter resultados, pois os franceses querem saber detalhes do desenvolvimento dos sensores termais que andamos desenvolvendo e enquanto isso 1 Osório e seus desenhos/doctos. de desenvolvimento encostados em um barracão em Xerem.

  59. Sérgio,

    interessante o que vc comentou.

    Fiquei com uma dúvida: por que os franceses querem saber tais coisas? Qual o interesse deles nisso?

    Mas de qualquer modo, muito providencial seu comentário. Agradeço.

    abraços

  60. Sérgio,

    interessante o que vc comentou.

    Fiquei com uma dúvida: por que os franceses querem saber tais coisas? Qual o interesse deles nisso?

    Mas de qualquer modo, muito providencial seu comentário. Agradeço.

    abraços

  61. Bom, bom…
    Acredito que este contrato para modernização de (somente) 12 aeronaves A-4 se deva a atual crise (sempre ela…) e também para “testar” as modificações/melhorias do modelo (antes de se fazer um contrato mais extenso; pode haver um ampliação posterior, como a que houve na compra dos C-295).
    Se não estou enganado, há (ou havia) boas células de A-4 a venda na Nova Zelândia. Estes aviões já haviam sofrido uma modernização extensa, sendo particulamente interessante os sistemas embarcados (radares e aviônica) disponíveis. Podem (poderiam) ser uma opção para uma futura aquisição de novas células do modelo.
    Não creio que o A-12 possa desempenhar o papel de defesa aérea da frota. Assim a compra de modelos de caças interceptadores destinados a equipar o São Paulo deve ser esquecida. Até porque não há modelos modernos que possam desempenhar tal função e que sejam capazes de operar (sem restrições) no nosso NAe. Mencionando novamente os A-4 neozelandeses, parece que aquelas céluas teriam uma capacidade secundária de combate aéreo. Mais um motivo para negociação, se ainda for possível.
    Bem, se o ditado estiver certo (devagar se vai ao longe), as FFAA do Brasil tem um bom caminho a percorrer. Mas os primeiros passos já foram dados.
    SDS.

  62. Bom, bom…
    Acredito que este contrato para modernização de (somente) 12 aeronaves A-4 se deva a atual crise (sempre ela…) e também para “testar” as modificações/melhorias do modelo (antes de se fazer um contrato mais extenso; pode haver um ampliação posterior, como a que houve na compra dos C-295).
    Se não estou enganado, há (ou havia) boas células de A-4 a venda na Nova Zelândia. Estes aviões já haviam sofrido uma modernização extensa, sendo particulamente interessante os sistemas embarcados (radares e aviônica) disponíveis. Podem (poderiam) ser uma opção para uma futura aquisição de novas células do modelo.
    Não creio que o A-12 possa desempenhar o papel de defesa aérea da frota. Assim a compra de modelos de caças interceptadores destinados a equipar o São Paulo deve ser esquecida. Até porque não há modelos modernos que possam desempenhar tal função e que sejam capazes de operar (sem restrições) no nosso NAe. Mencionando novamente os A-4 neozelandeses, parece que aquelas céluas teriam uma capacidade secundária de combate aéreo. Mais um motivo para negociação, se ainda for possível.
    Bem, se o ditado estiver certo (devagar se vai ao longe), as FFAA do Brasil tem um bom caminho a percorrer. Mas os primeiros passos já foram dados.
    SDS.

  63. Magina a noticia na tv no jornal nascional governo federal anuncia reativaçao do progeto to tanque brasileiro Osorio pela avibras kkkkkkkkk, eu chorava sério mesmo so faltava essa ta tudo fica um sonho .
    Nao custa sonhar!

  64. Magina a noticia na tv no jornal nascional governo federal anuncia reativaçao do progeto to tanque brasileiro Osorio pela avibras kkkkkkkkk, eu chorava sério mesmo so faltava essa ta tudo fica um sonho .
    Nao custa sonhar!

  65. Ricardo

    Nas curvas como um Fusca bem preparado sairia com um Vectra?

    Na moral se o nosso presidente tivesse a mesma cabeça de 15 anos atrás ele substituiria os A-4 e o São Paulo por submarinos ou então construirias um porta-aviões nacional com Rafales M.

    Mais fazer o que? Melhor do que ver os A-4 no solo sem poder voar.

  66. Ricardo

    Nas curvas como um Fusca bem preparado sairia com um Vectra?

    Na moral se o nosso presidente tivesse a mesma cabeça de 15 anos atrás ele substituiria os A-4 e o São Paulo por submarinos ou então construirias um porta-aviões nacional com Rafales M.

    Mais fazer o que? Melhor do que ver os A-4 no solo sem poder voar.

  67. Novos ventos sopram para o Brasil.
    Apesar de tudo temos o que comemorar.
    Para o Exército brasileiro já temos a aquisição recente dos Leopard 1AI5 (apesar de ter sido melhores os modelos Leopard II), o Projeto do URURU III, aquisição dos helicopteros EC725 e o projeto do míssel anti-carro.
    Para a nossa FAB a aquisição dos EC725, a modernização dos A1, o FX2 (parece que vai sair do papel), o desenvolvimento dos mísseis PIRANHA II e A DARTER, os Projetos de veículos aéreos não tripulados (a RFP dos UCAV), os helicopteros de ataque MI35, e o melhor de tudo, a assinatura do contrato dos KC 390 (avião brasileiro feito sob medida para atender as nossas especificações). Eita orgulho.
    Para a marinha os submarinos SCORPENE (que vão sim sair do papel), o projeto do nosso SNB (esse eu já não tenho certeza), o desenvolvimento do míssel anti navio nacional, os NDCC, as MODCOV, MODSUB e MODFRAG, os 4 BH navais, o opalão reformado (meio que a força mas foi) e agora os A4.

    Não é muito, mas já é um alento para um país que passou 30 (TRINTA) anos sem grandes investimentos na defesa.

    Espero que o PND entre em vigor e que o Brasil possa abrir os olhos para as suas FAAs. Ainda dá tempo.

    Um abraço.

  68. Novos ventos sopram para o Brasil.
    Apesar de tudo temos o que comemorar.
    Para o Exército brasileiro já temos a aquisição recente dos Leopard 1AI5 (apesar de ter sido melhores os modelos Leopard II), o Projeto do URURU III, aquisição dos helicopteros EC725 e o projeto do míssel anti-carro.
    Para a nossa FAB a aquisição dos EC725, a modernização dos A1, o FX2 (parece que vai sair do papel), o desenvolvimento dos mísseis PIRANHA II e A DARTER, os Projetos de veículos aéreos não tripulados (a RFP dos UCAV), os helicopteros de ataque MI35, e o melhor de tudo, a assinatura do contrato dos KC 390 (avião brasileiro feito sob medida para atender as nossas especificações). Eita orgulho.
    Para a marinha os submarinos SCORPENE (que vão sim sair do papel), o projeto do nosso SNB (esse eu já não tenho certeza), o desenvolvimento do míssel anti navio nacional, os NDCC, as MODCOV, MODSUB e MODFRAG, os 4 BH navais, o opalão reformado (meio que a força mas foi) e agora os A4.

    Não é muito, mas já é um alento para um país que passou 30 (TRINTA) anos sem grandes investimentos na defesa.

    Espero que o PND entre em vigor e que o Brasil possa abrir os olhos para as suas FAAs. Ainda dá tempo.

    Um abraço.

  69. Hornet em 15 abr, 2009 às 0:58

    O interesse está no processo produtivo, pois os “filmes finos” que compõem os sensores termais, foram conseguidos com um processo simples, inovador e principalmente barato. Mas..dessa vez estamos, ainda segurando a informação.

  70. Hornet em 15 abr, 2009 às 0:58

    O interesse está no processo produtivo, pois os “filmes finos” que compõem os sensores termais, foram conseguidos com um processo simples, inovador e principalmente barato. Mas..dessa vez estamos, ainda segurando a informação.

  71. Engraçado… Muitos aqui que são contra a modernização dos A4KU da MB diziam que ele era até melhor que os A1-M. Agora, criticam a modernização.

    Para quem não sabe, os MIG21 “Bizon” da India modernizados com equipamentos da ELBIT deram um TRABALHÃO para os americanos na Red Flag 2008 e os F5-M também não é mesmo?

    E esqueceram da CRUZEX 2006? Abaixo um pequeno resumo:

    O resultado de 2006 espantou aos franceses e demais participantes da CRUZEX, e com repercussões imediatas em todo o continente.

    Em uma missão da CRUZEX III, dois Mirage 2000N do Armée de l´Air, operando sob a vigilância de um E-3F, e escoltados por Mirages 2000C franceses, foram abatidos pelos “agressores” do 1º/14º GAV operando desde a Base de Campo Grande (MS) – (EU MORO EM CG).

    Mais surpreendente é que nenhum sensor francês detectou: ou os F-5M ou o lançamento dos mísseis ou a presença do R99A

    Agora a FAB usava o quarteto: F-5M, Míssil BVR Derby, R99A e o datalink. A vantagem tática obtida pelos F-5M frente aos demais foi de tal modo superior, que impactou profundamente, não só no período da operação como alguns movimentos de governos Latino-americanos.

    Outros exercícios e simulações ocorreram em especial na semana 4- 8 Setembro, quando FAB e Armée de l´Air realizaram vários combates simulados na região de Anápolis.

    Defesa@Net comentou a entrega dos dois primeiros Mirage 2000C como uma “Festa com Gosto Especial”, visto que a referência agora da FAB é o conjunto: F-5M + BVR Derby + R99A + Datalink.

    Repercussão

    O patamar técnico-operacional obtido pela FAB e suas equipes operacionais e técnicas e a indústria nacional com a EMBRAER, são únicos no continente latino-americano e inclui a FAB no seleto grupo de forças aéreas, que não são mais do que cinco, que dominam o ambiente BVR e operam aviões de controle e vigilância aérea como o R-99A .
    O impacto foi sentido no continente onde a Fuerza Aérea do Chile (FACh) realizou uma inusitada parada aérea, no dia 20 Setembro, e Hugo Chávez afirmou, no dia 19 Setembro:”Chávez ordena planificar operación militar Mercosur en El Caribe”

    Fonte: Defes@net

  72. Engraçado… Muitos aqui que são contra a modernização dos A4KU da MB diziam que ele era até melhor que os A1-M. Agora, criticam a modernização.

    Para quem não sabe, os MIG21 “Bizon” da India modernizados com equipamentos da ELBIT deram um TRABALHÃO para os americanos na Red Flag 2008 e os F5-M também não é mesmo?

    E esqueceram da CRUZEX 2006? Abaixo um pequeno resumo:

    O resultado de 2006 espantou aos franceses e demais participantes da CRUZEX, e com repercussões imediatas em todo o continente.

    Em uma missão da CRUZEX III, dois Mirage 2000N do Armée de l´Air, operando sob a vigilância de um E-3F, e escoltados por Mirages 2000C franceses, foram abatidos pelos “agressores” do 1º/14º GAV operando desde a Base de Campo Grande (MS) – (EU MORO EM CG).

    Mais surpreendente é que nenhum sensor francês detectou: ou os F-5M ou o lançamento dos mísseis ou a presença do R99A

    Agora a FAB usava o quarteto: F-5M, Míssil BVR Derby, R99A e o datalink. A vantagem tática obtida pelos F-5M frente aos demais foi de tal modo superior, que impactou profundamente, não só no período da operação como alguns movimentos de governos Latino-americanos.

    Outros exercícios e simulações ocorreram em especial na semana 4- 8 Setembro, quando FAB e Armée de l´Air realizaram vários combates simulados na região de Anápolis.

    Defesa@Net comentou a entrega dos dois primeiros Mirage 2000C como uma “Festa com Gosto Especial”, visto que a referência agora da FAB é o conjunto: F-5M + BVR Derby + R99A + Datalink.

    Repercussão

    O patamar técnico-operacional obtido pela FAB e suas equipes operacionais e técnicas e a indústria nacional com a EMBRAER, são únicos no continente latino-americano e inclui a FAB no seleto grupo de forças aéreas, que não são mais do que cinco, que dominam o ambiente BVR e operam aviões de controle e vigilância aérea como o R-99A .
    O impacto foi sentido no continente onde a Fuerza Aérea do Chile (FACh) realizou uma inusitada parada aérea, no dia 20 Setembro, e Hugo Chávez afirmou, no dia 19 Setembro:”Chávez ordena planificar operación militar Mercosur en El Caribe”

    Fonte: Defes@net

  73. Exposto o texto e minha opnião acima, teremos:

    A1-M, F5-M, A29, A4K-M todos eles capazes de operam num futuro próximo com os nossos R-99 não é mesmo. Todos se comunicando via data-link e nos dando uma capacidade superior a maioria das Forças Aéreas de nosso continente.

    Essas aeronaves irão ficar no inventário da FAB e da MB pelos próximos 15 a 20 anos no máximo, estabelecendo uma doutrina operacional que nenhum país na América do Latina tem e aí sim serão paulatinamente substituídas pelo avião do FX2 – assim espero – que será entregue somente a partir de 2015!

    Se até 2020 receber-mos todos os aviões do FX2, e mais a maioria dos A1-M, F5-M, A29 e A4ku-M, imaginem o poder aéreo que teremos?!

    Eu particularmente, estou bastante animado…

    Abraços.

  74. Exposto o texto e minha opnião acima, teremos:

    A1-M, F5-M, A29, A4K-M todos eles capazes de operam num futuro próximo com os nossos R-99 não é mesmo. Todos se comunicando via data-link e nos dando uma capacidade superior a maioria das Forças Aéreas de nosso continente.

    Essas aeronaves irão ficar no inventário da FAB e da MB pelos próximos 15 a 20 anos no máximo, estabelecendo uma doutrina operacional que nenhum país na América do Latina tem e aí sim serão paulatinamente substituídas pelo avião do FX2 – assim espero – que será entregue somente a partir de 2015!

    Se até 2020 receber-mos todos os aviões do FX2, e mais a maioria dos A1-M, F5-M, A29 e A4ku-M, imaginem o poder aéreo que teremos?!

    Eu particularmente, estou bastante animado…

    Abraços.

  75. CRUZEX 2008
    Defesanet 01 Novembro 2008

    A elite da FAB volta à caça

    Esquadrão Pampa rumo a Cruzex 2008
    Assista ao Vídeo da Partida do Esquadrão Pampa

    Kaiser Konrad
    Fotos Guido Berger

    Base Aérea de Canoas: Três meses após a histórica participação no Red Flag, nos Estados Unidos, o 1º/14º GAV – Esquadrão Pampa – retorna à arena que o consagrou e o fez reconhecido internacionalmente: a de combate BVR.

    Começou hoje a viagem dos três primeiros caças F-5 EM – de um total de seis – que vão participar da Cruzex IV. Baseado em Fortaleza, o Pampa vai cumprir o papel de Agressor no exercício multinacional que acontece a partir da próxima semana em Natal-RN.

    Foi na operação Cruzex III, dois anos atrás, que o esquadrão comandado pelo então Tenente Coronel-aviador Luiz Alberto Pereira Bianchi realizou a primeira de uma série de façanhas militares ao derrubar com mísseis BVR Derby caças Mirage 2000 da Força Aérea Francesa. A ação não admitida pela Armée De L’Air chamou a atenção da Força Aérea Americana, que “curiosa”, quis testar os pilotos brasileiros para saber quais eram suas reais capacidades operacionais, originando o convite para a participação na terceira edição deste ano do Red Flag.

    Da mesma forma que na Cruzex, os pilotos do Pampa mostraram porque são os melhores da FAB e surpreenderam americanos, turcos e suecos, ao atingir o mesmo índice da USAF em combate aéreo, mas com um equipamento tecnologicamente inferior.

    Na Cruzex 2008, além dos Mirage franceses, os pilotos comandados pelo Tenente Coronel-aviador Roberto Fleury Curado terão a oportunidade de treinar combate BVR com os F-5 chilenos. O intercâmbio operacional que já vem acontecendo em esquadrões de ambas às forças aéreas é de interesse da FAB devido à experiência deles em mais de uma década no combate além do alcance visual e, é fortalecido pelo cada vez mais profundo relacionamento político-militar entre os dois países.

    A Cruzex é um exercício aéreo multinacional realizado a cada dois anos no Brasil

  76. CRUZEX 2008
    Defesanet 01 Novembro 2008

    A elite da FAB volta à caça

    Esquadrão Pampa rumo a Cruzex 2008
    Assista ao Vídeo da Partida do Esquadrão Pampa

    Kaiser Konrad
    Fotos Guido Berger

    Base Aérea de Canoas: Três meses após a histórica participação no Red Flag, nos Estados Unidos, o 1º/14º GAV – Esquadrão Pampa – retorna à arena que o consagrou e o fez reconhecido internacionalmente: a de combate BVR.

    Começou hoje a viagem dos três primeiros caças F-5 EM – de um total de seis – que vão participar da Cruzex IV. Baseado em Fortaleza, o Pampa vai cumprir o papel de Agressor no exercício multinacional que acontece a partir da próxima semana em Natal-RN.

    Foi na operação Cruzex III, dois anos atrás, que o esquadrão comandado pelo então Tenente Coronel-aviador Luiz Alberto Pereira Bianchi realizou a primeira de uma série de façanhas militares ao derrubar com mísseis BVR Derby caças Mirage 2000 da Força Aérea Francesa. A ação não admitida pela Armée De L’Air chamou a atenção da Força Aérea Americana, que “curiosa”, quis testar os pilotos brasileiros para saber quais eram suas reais capacidades operacionais, originando o convite para a participação na terceira edição deste ano do Red Flag.

    Da mesma forma que na Cruzex, os pilotos do Pampa mostraram porque são os melhores da FAB e surpreenderam americanos, turcos e suecos, ao atingir o mesmo índice da USAF em combate aéreo, mas com um equipamento tecnologicamente inferior.

    Na Cruzex 2008, além dos Mirage franceses, os pilotos comandados pelo Tenente Coronel-aviador Roberto Fleury Curado terão a oportunidade de treinar combate BVR com os F-5 chilenos. O intercâmbio operacional que já vem acontecendo em esquadrões de ambas às forças aéreas é de interesse da FAB devido à experiência deles em mais de uma década no combate além do alcance visual e, é fortalecido pelo cada vez mais profundo relacionamento político-militar entre os dois países.

    A Cruzex é um exercício aéreo multinacional realizado a cada dois anos no Brasil

  77. Prezados(as),

    o governo federal tem assumido uma postura responsável com relação às FA, e o melhor, tem implementado. As notícias dos últimos meses são auspiciosas.

    Um amigo que esteve em Itajubá estes dias comentou que já estaria na Helibras um helicóptero russo MI-35. Esta mesma pessoa disse que já viu lá na Helibrás, também, unidades do EC-725. Alguém pode confirmar estas duas informações?

    A Folha de São Paulo de hoje informa que o pacote Embraer/Marinha incorpora a modernização de 3 Tracker. Suponho que para transporte/reabastecimento/AEW. Alguém tem mais alguma notícia disto?

    A minha avaliação é que a Marinha e a FAB estão padronizando unidades com 12 aeronaves. No caso da Marinha já comentei que poderiamos ter 12 A-4 para ataque/apoio ao desembarque anfíbio e 12 unidades embarcadas do mesmo aparelho aprovado no FX-2.

    Para seus comentários.

    Rodrigo Botelho Campos

  78. Prezados(as),

    o governo federal tem assumido uma postura responsável com relação às FA, e o melhor, tem implementado. As notícias dos últimos meses são auspiciosas.

    Um amigo que esteve em Itajubá estes dias comentou que já estaria na Helibras um helicóptero russo MI-35. Esta mesma pessoa disse que já viu lá na Helibrás, também, unidades do EC-725. Alguém pode confirmar estas duas informações?

    A Folha de São Paulo de hoje informa que o pacote Embraer/Marinha incorpora a modernização de 3 Tracker. Suponho que para transporte/reabastecimento/AEW. Alguém tem mais alguma notícia disto?

    A minha avaliação é que a Marinha e a FAB estão padronizando unidades com 12 aeronaves. No caso da Marinha já comentei que poderiamos ter 12 A-4 para ataque/apoio ao desembarque anfíbio e 12 unidades embarcadas do mesmo aparelho aprovado no FX-2.

    Para seus comentários.

    Rodrigo Botelho Campos

  79. Rodrigo Botelho Campos.

    Modernização dos Tracker? Essa é nova!!! O pessoal do Blog poderia dar uma pesquisada e ver se isso realmente é válido.

    Abraços.

  80. Rodrigo Botelho Campos.

    Modernização dos Tracker? Essa é nova!!! O pessoal do Blog poderia dar uma pesquisada e ver se isso realmente é válido.

    Abraços.

  81. amigos, acho que só seram modernizados 12 A-4 por dois motivos:
    1° os outros são para reposição de peças.
    2° Acho que pelo andar da carroagem vamos ter aí uma encomenda de pelo menos 12 à 24 novas aeronaves (CDF) acho que inclusive pelo que já li o “opalão A-12” está passando por modernizações para ter capacidade de operar aeronaves mais pesadas.
    Acho que pode pintar por aí o Rafaele M F3, ou quem sebe o F-18 C/D.
    Aposto mais no francês não por preferência mas pq provalvelmente as FREEM ìtalo-Francesas devem ser nosso novo navio de superfície.
    Conto com o palpite dos amigos….
    Abraços…..

  82. amigos, acho que só seram modernizados 12 A-4 por dois motivos:
    1° os outros são para reposição de peças.
    2° Acho que pelo andar da carroagem vamos ter aí uma encomenda de pelo menos 12 à 24 novas aeronaves (CDF) acho que inclusive pelo que já li o “opalão A-12” está passando por modernizações para ter capacidade de operar aeronaves mais pesadas.
    Acho que pode pintar por aí o Rafaele M F3, ou quem sebe o F-18 C/D.
    Aposto mais no francês não por preferência mas pq provalvelmente as FREEM ìtalo-Francesas devem ser nosso novo navio de superfície.
    Conto com o palpite dos amigos….
    Abraços…..

  83. Hornet em 14 abr, 2009 às 17:51 “E até aonde eu sei, também, acho que só o Brasil e a Argentina utilizam o Skyhawk atualmente em suas FAs…O que mostra que já é um caça em “extinção”…hehehe

    mas posso estar enganado. Não afirmo categoricamente nada disso.”

    Perante a muitos colegas daqui o meu conhecimento é mínimo, porém, os israelenses ainda utilizam os A4 só que na função de treinadores. Não posso dar certeza mas li isso em algum lugar. 🙂 Mesmo assim a função de treinador é beeeem diferente da função de ‘ponta-de-lança’ não é mesmo? de qualquer forma eu acho muito válida a modernização deles e fico muito feliz com isso, da mesma forma que fiquei feliz quando foi anunciado que a MB havia adquirido os A4 da Força Aérea dos kwaitienses. 😀

  84. Hornet em 14 abr, 2009 às 17:51 “E até aonde eu sei, também, acho que só o Brasil e a Argentina utilizam o Skyhawk atualmente em suas FAs…O que mostra que já é um caça em “extinção”…hehehe

    mas posso estar enganado. Não afirmo categoricamente nada disso.”

    Perante a muitos colegas daqui o meu conhecimento é mínimo, porém, os israelenses ainda utilizam os A4 só que na função de treinadores. Não posso dar certeza mas li isso em algum lugar. 🙂 Mesmo assim a função de treinador é beeeem diferente da função de ‘ponta-de-lança’ não é mesmo? de qualquer forma eu acho muito válida a modernização deles e fico muito feliz com isso, da mesma forma que fiquei feliz quando foi anunciado que a MB havia adquirido os A4 da Força Aérea dos kwaitienses. 😀

  85. Adler,

    eu li isso no wikipedia também…mas será que ainda estão em operação?

    vai saber, né?

    Se for verdade, então é Brasil, Argentina e Israel.

    abração

  86. Adler,

    eu li isso no wikipedia também…mas será que ainda estão em operação?

    vai saber, né?

    Se for verdade, então é Brasil, Argentina e Israel.

    abração

  87. Adler,

    E detalhe…não estou me opondo à modernização dos A-4 de forma alguma…

    a conversa que eu estava tendo com o Zero Uno era sobre possíveis estoques de peças sobressalentes…enfim…

    abraços novamente

  88. Adler,

    E detalhe…não estou me opondo à modernização dos A-4 de forma alguma…

    a conversa que eu estava tendo com o Zero Uno era sobre possíveis estoques de peças sobressalentes…enfim…

    abraços novamente

  89. Hornet,

    Operadores militares de A-4: Argentina, Israel e Brasil(Navy).
    Operador Civil (contractor): ATSI, em Mesa, Arizona. (A-4N ex Israel)
    Somente o Brasil opera, atualmente, aeronaves A-4 sem modernização.

    Os A-4K ex RNZAF(17) estão à venda, e, apesar de muitos interessados, a venda não foi ainda concluída por restrições do Departamento de Estado dos EUA.

  90. Hornet,

    Operadores militares de A-4: Argentina, Israel e Brasil(Navy).
    Operador Civil (contractor): ATSI, em Mesa, Arizona. (A-4N ex Israel)
    Somente o Brasil opera, atualmente, aeronaves A-4 sem modernização.

    Os A-4K ex RNZAF(17) estão à venda, e, apesar de muitos interessados, a venda não foi ainda concluída por restrições do Departamento de Estado dos EUA.

  91. […] Para substituí-los, a Rússia planeja uma série de novos aviões. Na categoria transporte leve optou-se pelo projeto Il-112V, embora o mesmo encontre-se nos estágios iniciais de concepção e projeto. A categoria de transporte médio será atendida pelo projeto binacional Índia-Rússia MTA (multi-role transport aircraft) e pelo russo-ucraniano An-70, ambos concorrentes do futuro KC-390 da Embraer. […]

  92. […] Para substituí-los, a Rússia planeja uma série de novos aviões. Na categoria transporte leve optou-se pelo projeto Il-112V, embora o mesmo encontre-se nos estágios iniciais de concepção e projeto. A categoria de transporte médio será atendida pelo projeto binacional Índia-Rússia MTA (multi-role transport aircraft) e pelo russo-ucraniano An-70, ambos concorrentes do futuro KC-390 da Embraer. […]

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