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Espanhóis alertam, portugueses interceptam

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Força Aérea Portuguesa força aeronave civil a aterrar no Algarve

Na manhã do dia 27 de Março de 2009, o Sistema de Defesa Aérea Espanhol, no âmbito da Defesa Aérea Integrada para a Europa da NATO (NATINADS), alertou a Força Aérea Portuguesa, que teria no seu território uma situação suspeita com uma aeronave ligeira civil. A aeronave suspeita teria vindo do Norte de África e, após ter evoluído em espaço aéreo espanhol, dirigia-se para o espaço aéreo português, estando a ser acompanhada por aviões de combate – Eurofighter – espanhóis.

De imediato a Força Aérea Portuguesa ativou as aeronaves de combate F16, que estão de alerta permanente na Base Aérea de Monte Real. Seguida por radares de defesa aérea portugueses e espanhóis, a aeronave suspeita entrou em espaço aéreo português, onde os Eurofighters espanhóis passaram a operação para os F16 portugueses. A Força Aérea manteve as autoridades policiais informadas do evoluir da missão, a fim de poderem atuar em conformidade no terreno. A aeronave civil acabou por ser forçada a aterrar no aeródromo da Praia Verde, perto de Monte Gordo, no Sotavento Algarvio, por um F16 português, onde as autoridades policiais tomaram conta da situação.

Fonte e foto: Força Aérea Portuguesa

Nota do Blog: o texto da matéria foi retirado da notícia original do site da Força Aérea Portuguesa. Apenas alteramos a grafia de algumas palavras, liberdade nossa, já que por alguns anos ainda viveremos no período de “carência” da reforma ortográfica dos países que falam a Língua Portuguesa e o texto original estava na forma “antiga”. Mas preservamos a diferenciada escolha de termos e a peculiar construção de frases dos nossos colegas de língua do outro lado do Atlântico – modo de pensar, escrever e falar que, esperamos, acordo ortográfico algum irá mudar, não interferindo em diferenças importantes entre culturas e mentalidades que tanto enriquecem nossa experiência comum.

14 COMMENTS

  1. Roberto CR, apesar desse não ser o ponto principal da matéria, mais voltada à interceptação, uma rápida busca a jornais portugueses mostra que ainda não sabiam (pelo menos até ontem):

    “Algarve: FA intercepta avioneta suspeita de traficar droga

    Uma avioneta foi hoje forçada a aterrar por um caça da Força Aérea no aeródromo da Praia Verde, no Algarve, por se «desconfiar que transportava droga», disse hoje à Lusa fonte militar.

    A Força Aérea Portuguesa (FAP) interceptou a aeronave e obrigou o piloto a aterrar no aeródromo da Praia Verde, no sotavento algarvio.

    A avioneta era «proveniente da costa do Norte de África», e foi seguida por um caça F-16 da Força Aérea Portuguesa após o «alerta do Sistema de Defesa Aérea Espanhol», disse à agência Lusa o tenente-coronel Paulo Gonçalves, daquele ramo militar.

    A avioneta entrou primeiro em espaço aéreo espanhol, tendo «manobrado naquele território», e depois dirigiu-se para Portugal, altura em que o alerta foi enviado para a Força Aérea através do Sistema Integrado de Defesa da Europeu da NATO, explicou o oficial.

    Após a aterragem da aeronave na pista de terra batida do aeródromo da Praia Verde, com cerca de 730 metros de comprimento, o piloto da avioneta fugiu do aparelho, tendo levado as autoridades a cercar aquela região.
    As autoridades nacionais, através da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia Judiciaria (PJ), montaram um perímetro de segurança junto ao aeródromo, na freguesia de São Bartolomeu, perto de Monte Gordo, e evacuaram a zona, verificou a Lusa no local.

    A GNR está à procura do piloto da aeronave com recurso a cães de busca.”

    Fonte: Diário Digital / Lusa

  2. Roberto CR, apesar desse não ser o ponto principal da matéria, mais voltada à interceptação, uma rápida busca a jornais portugueses mostra que ainda não sabiam (pelo menos até ontem):

    “Algarve: FA intercepta avioneta suspeita de traficar droga

    Uma avioneta foi hoje forçada a aterrar por um caça da Força Aérea no aeródromo da Praia Verde, no Algarve, por se «desconfiar que transportava droga», disse hoje à Lusa fonte militar.

    A Força Aérea Portuguesa (FAP) interceptou a aeronave e obrigou o piloto a aterrar no aeródromo da Praia Verde, no sotavento algarvio.

    A avioneta era «proveniente da costa do Norte de África», e foi seguida por um caça F-16 da Força Aérea Portuguesa após o «alerta do Sistema de Defesa Aérea Espanhol», disse à agência Lusa o tenente-coronel Paulo Gonçalves, daquele ramo militar.

    A avioneta entrou primeiro em espaço aéreo espanhol, tendo «manobrado naquele território», e depois dirigiu-se para Portugal, altura em que o alerta foi enviado para a Força Aérea através do Sistema Integrado de Defesa da Europeu da NATO, explicou o oficial.

    Após a aterragem da aeronave na pista de terra batida do aeródromo da Praia Verde, com cerca de 730 metros de comprimento, o piloto da avioneta fugiu do aparelho, tendo levado as autoridades a cercar aquela região.
    As autoridades nacionais, através da Guarda Nacional Republicana (GNR) e da Polícia Judiciaria (PJ), montaram um perímetro de segurança junto ao aeródromo, na freguesia de São Bartolomeu, perto de Monte Gordo, e evacuaram a zona, verificou a Lusa no local.

    A GNR está à procura do piloto da aeronave com recurso a cães de busca.”

    Fonte: Diário Digital / Lusa

  3. Caramba! esse piloto acho que possue táticas de sobrevivência e escape! Ainda conseguiu fugir???

    Jacubão

    Operação BLACK BUCK 6,bem lembrado: “o dia em que a guerra chegou perto”!

    sds!

  4. Caramba! esse piloto acho que possue táticas de sobrevivência e escape! Ainda conseguiu fugir???

    Jacubão

    Operação BLACK BUCK 6,bem lembrado: “o dia em que a guerra chegou perto”!

    sds!

  5. “Piloto escapa à Polícia depois de aterrar avioneta no Algarve
    Caça F-16 força aeronave, suspeita de tráfico, a fazer aterragem em aeródromo da Praia Verde
    00h30m
    ANTÓNIO SOARES E MARISA RODRIGUES

    No Cessna, de matrícula espanhola, forçado por um caça da Força Aérea portuguesa a aterrar, esta sexta-feira, no aeródromo de terra na Praia Verde (Castro Marim), não foi encontrada droga nem o piloto, que escapou às autoridades pelo sapal algarvio.

    “Vi um avião da Força Aérea, aqui, às voltas. Depois, percebi que andava atrás de uma avioneta, próximo dos telhados das casas. Quinze minutos depois, aterraram na pista”, afirmou, ao JN, Ezequiel Calvinho, algarvio surpreendido, cerca das 9 horas de ontem, pela invulgar perseguição do caça F-16, da Força Aérea Portuguesa (FAP), a uma avioneta que já tinha sido perseguida por caças espanhóis.

    A aeronave (Cessna U-206-F, matrícula EC-ERM espanhola), que se suspeita tenha sido furtada, levantou voo no Norte de África. O tenente-coronel Paulo Gonçalves, porta-voz da FAP, explicou que ela tinha efectuado várias manobras no espaço aéreo espanhol e ali foi perseguida por aviões de combate (Eurofighter) espanhóis. “Depois, dirigiu-se para o espaço aéreo português e de imediato”, explicou, a FAP “accionou as aeronaves de combate F-16 que estão em alerta permanente na Base Aérea de Monte Real”.

    O Cessna foi também seguido através dos radares de defesa aérea portuguesa e espanhóis até ter sido forçado a aterrar no aeródromo de terra da Praia Verde, em Castro Marim.

    Apesar das autoridades terem sido alertadas, o piloto acabou por escapar pelo sapal, estando, à hora do fecho desta edição, a ser procurado. Fonte da GNR diz que um carro azul, que terá entrado em Portugal por Elvas, foi visto a abandonar o local, suspeita-se que transportando o piloto do Cessna espanhol.

    Elementos da GNR, com cães de busca, bateram a zona mas sem êxito, apesar de ter sido feita apertada vigilância à zona, sobretudo aos principais acessos ao local e a a ponte internacional sobre o rio Guadiana.

    A Polícia Judiciária efectuou peritagens à aeronave e não terá encontrado droga.

    O advogado Afonso Drago, proprietário do aeródromo, mora perto da pista e diz que se apercebeu de “um avião às voltas”, mas nunca pensou que se tratasse do que veio a contecer. Só à noite conseguiu ir à pista ver o Cessna. Outro morador da zona, José Serra, confirmou que o barulho da perseguição aérea “era ensurdecedor”. Sobressaltado, relembra: “Pensei que era um exercício e só quando saí de casa é que vi que tinham aterrado dois aviões”.

    A sua vizinha, Maria Ermelinda, diz ter acordado sobressaltada com o ruído que também confirmou ter sido ensurdecedor. “Acordei com o barulho por cima dos telhados cerca das 9 horas”, acrescentou. “Quando vim à rua, vi dois aviões pequenos, um atrás do outro”. Preocupada, confirma que, pelo que viu e ouviu, chegou mesmo a pensar “que ia começar a guerra.”

    Fonte: Jornal de Notícias – Portugal

  6. “Piloto escapa à Polícia depois de aterrar avioneta no Algarve
    Caça F-16 força aeronave, suspeita de tráfico, a fazer aterragem em aeródromo da Praia Verde
    00h30m
    ANTÓNIO SOARES E MARISA RODRIGUES

    No Cessna, de matrícula espanhola, forçado por um caça da Força Aérea portuguesa a aterrar, esta sexta-feira, no aeródromo de terra na Praia Verde (Castro Marim), não foi encontrada droga nem o piloto, que escapou às autoridades pelo sapal algarvio.

    “Vi um avião da Força Aérea, aqui, às voltas. Depois, percebi que andava atrás de uma avioneta, próximo dos telhados das casas. Quinze minutos depois, aterraram na pista”, afirmou, ao JN, Ezequiel Calvinho, algarvio surpreendido, cerca das 9 horas de ontem, pela invulgar perseguição do caça F-16, da Força Aérea Portuguesa (FAP), a uma avioneta que já tinha sido perseguida por caças espanhóis.

    A aeronave (Cessna U-206-F, matrícula EC-ERM espanhola), que se suspeita tenha sido furtada, levantou voo no Norte de África. O tenente-coronel Paulo Gonçalves, porta-voz da FAP, explicou que ela tinha efectuado várias manobras no espaço aéreo espanhol e ali foi perseguida por aviões de combate (Eurofighter) espanhóis. “Depois, dirigiu-se para o espaço aéreo português e de imediato”, explicou, a FAP “accionou as aeronaves de combate F-16 que estão em alerta permanente na Base Aérea de Monte Real”.

    O Cessna foi também seguido através dos radares de defesa aérea portuguesa e espanhóis até ter sido forçado a aterrar no aeródromo de terra da Praia Verde, em Castro Marim.

    Apesar das autoridades terem sido alertadas, o piloto acabou por escapar pelo sapal, estando, à hora do fecho desta edição, a ser procurado. Fonte da GNR diz que um carro azul, que terá entrado em Portugal por Elvas, foi visto a abandonar o local, suspeita-se que transportando o piloto do Cessna espanhol.

    Elementos da GNR, com cães de busca, bateram a zona mas sem êxito, apesar de ter sido feita apertada vigilância à zona, sobretudo aos principais acessos ao local e a a ponte internacional sobre o rio Guadiana.

    A Polícia Judiciária efectuou peritagens à aeronave e não terá encontrado droga.

    O advogado Afonso Drago, proprietário do aeródromo, mora perto da pista e diz que se apercebeu de “um avião às voltas”, mas nunca pensou que se tratasse do que veio a contecer. Só à noite conseguiu ir à pista ver o Cessna. Outro morador da zona, José Serra, confirmou que o barulho da perseguição aérea “era ensurdecedor”. Sobressaltado, relembra: “Pensei que era um exercício e só quando saí de casa é que vi que tinham aterrado dois aviões”.

    A sua vizinha, Maria Ermelinda, diz ter acordado sobressaltada com o ruído que também confirmou ter sido ensurdecedor. “Acordei com o barulho por cima dos telhados cerca das 9 horas”, acrescentou. “Quando vim à rua, vi dois aviões pequenos, um atrás do outro”. Preocupada, confirma que, pelo que viu e ouviu, chegou mesmo a pensar “que ia começar a guerra.”

    Fonte: Jornal de Notícias – Portugal

  7. Quando ocorreu este caso eu estava no Vale das Zorras a 7 Klms de Monte Gordo, 5klm de Castro Marim, não vi, mas pelo ruído,e depois silenciamento *- 30 seg. das turbinas do jacto, o caça português tambem ATERROU. Aliás, isto é confirmado por testemunhos residentes mais perto da pista de S. Bartolumeu. Os jornalistas /reporteres que abordaram o assunto, não lhes interessou a grande facilidade de escapar nesta zona, a qual poderá ter tambem sido utilizada no estranho caso da Praia da Luz. Mas o Ano acabou e isto esqueceu.

  8. “…a peculiar construção de frases dos nossos colegas de língua do outro lado do Atlântico – modo de pensar, escrever e falar que, esperamos, acordo ortográfico algum irá mudar, não interferindo em diferenças importantes entre culturas e mentalidades que tanto enriquecem nossa experiência comum.”

    considero este texto final mal-educado e incoerente com os princípios de boa educação e diplomacia que esta excelente trilogia de sites tem pugnado e nos habituado:

    NOTA DOS EDITORES:
    ????????????? MAL-EDUCADO????? SE SUA INTERPRETAÇÃO FOI ESSA, PEDIMOS SINCERAS DESCULPAS, MAS EM NENHUM MOMENTO ESSE TEXTO BUSCOU SER MAL-EDUCADO COM QUALQUER POVO, PELO CONTRÁRIO. PARA PORTUGUESES, OS BRASILEIROS CONSTROEM SUAS FRASES DE MANEIRA PECULIAR (PRÓPRIA AOS MESMOS). E VICE-VERSA. E SÓ HÁ ENRIQUECIMENTO DE AMBAS AS CULTURAS QUANDO SE PERCEBE ESSAS DIFERENÇAS.

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