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:::FINALISTAS DO F-X2: Dassault Rafale

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vinheta-perfil-aereo Depois dos perfis do Saab Gripen e do Boeing F/A-18E Super hornet, chegou a vez de tratarmos do caça francês Dassault Rafale.  O avião é considerado o favorito do Programa F-X2 da FAB, embora não tenha obtido até hoje nenhuma vitória nas concorrências que participou.

Esse caça bimotor francês, que rivaliza com o Eurofighter Typhoon, surgiu como ACT (Avion de Combat tactique) e ACM (Avion de Combat Marine), destinado a substituir os Jaguars da Armée d l’Air e os Crusaders e Super Etendards da Aéronavale.

O primeiro vôo do protótipo demonstrador de tecnologia Rafale A aconteceu em 4 de julho de 1986, propulsado ainda por turbinas americanas GE F404, pois as turbinas francesas desenvolvidas para ele não tinham alcançado a maturidade requerida. Somente no início de 1990 é que aconteceu o primeiro vôo com uma turbina SNECMA M88.

Os protótipos Rafale C01 (monoplace para a Força Aérea), Rafale M01(monoplace naval), e Rafale B01 (biplace para a Força Aérea) voaram em maio de 1991, dezembro de 1991, e abril de 1993, respectivamente.

Uma célula de testes, na configuração Rafale M, foi entregue ao CEAT de Toulouse em 10 de dezembro de 1991, para testes de fadiga em terra. Entre aquela data e 2 de março de 1993, foram completados mais de 10.000 vôos simulados, incluindo 3.000 catapultagens e 3.000 pousos a bordo. A validação estrutural foi atingida em 15 de dezembro de 1993.

Inicialmente, o Rafale B era para ser apenas um treinador, mas as experiências da Guerra do Golfo e do Kosovo mostraram que um segundo tripulante é inestimável em missões de ataque e reconhecimento e, sendo assim, mais Rafale Bs foram encomendados, substituindo alguns Rafale Cs.

Foi decidido que 60% dos aviões serão biplaces e a Aéronavale, que inicialmente não tinha encomendas de aeronaves de dois lugares, também quis obtê-los; a decisão, no entanto, foi posteriormente cancelada pela Marinha.

Prejudicado por cortes orçamentários

As demandas do Governo Francês pela redução de custos levaram à suspensão do programa Rafale em novembro de 1995 e o bloqueio dos fundos em 1996.
Os planos para três versões do Rafale em níveis diferentes de sofisticação foram abandonados, e substituídos por uma versão padrão e outra de exportação, com três softwares (F1, F2 e F3) de missão sendo introduzidos progressivamente nos aviões em produção.

Inicialmente as Forças francesas esperavam receber 294 aviões: 232 para a Força Aérea e 60 para a Marinha. Mas com passar do tempo e a elevação dos custos, este número caiu para somente 120 Rafales. Os aviões estão sendo entregues em três lotes distintos, tendo a encomenda mais recente sido feita no fim de 2004, para 59 Rafales, embora o Ministério da Defesa francês tenha revelado que este número pode cair para 51 aeronaves, com o mesmo “custo global” . Foi mencionado o sacrifício de 8 a 12 aeronaves para permitir a introdução de novas versões dos sensores desenvolvidos pela indústria francesa.

O Rafale M teve prioridade na produção inicial pela necessidade de substituição dos velhos Vought F-8 Crusader da Aéronavale. As primeiras entregas começaram em 2001, com o primeiro esquadrão, Flotille 12, formado em 18 de maio de 2001. A unidade iniciou as operações no NAe Charles de Gaulle em 2002, tornando-se plenamente operacional em 25 de Junho de 2004, depois de uma extensa opeval (avaliação operacional), que incluiu vôos de escolta e missões de apoio aéreo na Operação Enduring Freedom, no Afeganistão.

Suíte eletrônica

Dois sistemas eletrônicos principais foram desenvolvidos para o Programa Rafale: o radar multimodo de varredura eletrônica RBE2, e o sistema de auto-proteção SPECTRA.

O RBE2 (Radar à Balayage planos Electronique 2) é uma radar desenvolvido durante os anos 90. É um equipamento do tipo PESA (passive electronically scanned array), considerado inferior aos AESA mais recentes, como o AN/APG-79 do F/A-18E/F do Super Hornet. Porisso está sendo desenvolvida a versão RBE2-AA (active array), que deve entrar em serviço em 2012.

Diz-que o RBE2 pode rastrear até 40 alvos simultâneamente e engajar 8 deles, com alcance máximo em torno de 120km, para alvos do tamanho de um caça.

O sistema defensivo do Rafale é o SPECTRA, uma suíte de sistemas defensivos que combina sensores capazes de acusar emissões de laser e de radiação eletromagnética, lançadores de chaff e de flares, interferidores eletrônicos para “jammear” sistemas inimigos e detectores de lançamento de mísseis guiados por infravermelho.

O Rafale também tem um sistema eletro-óptico Thales/SAGEM OSF de busca e rastreamento infravermelho, instalado no nariz da aeronave.

Alto custo de desenvolvimento e preço salgado

Segundo algumas fontes, o custo total do Programa do Rafale foi de € 28 bilhões (cerca de US$ 38 bilhões), o que se traduz em um custo unitário de cerca de € 95 milhões. Só o desenvolvimento da versão de exportação, Rafale Mk.2, custou  €1,3 bilhão!
O “flyway price” de 2006 era de € 51,8 milhões (cerca de US$ 72,5 milhões) para a versão da Força Aérea, e € 56,6 milhões, para a versão naval.

Nas concorrências de Singapura e Coréia do Sul, o Rafale foi oferecido por US$ 95 milhões.

Até agora, nenhum avião exportado

Apesar de vários países terem demonstrado interesse no Rafale, o avião não conseguiu vencer nenhuma concorrência:

  • Em 2002, o Rafale competiu com o Boeing F-15K para o F-X da Coréia do Sul, mas acabou perdendo.
  • Em 2005, o Rafale perdeu novamente para o F-15, na disputa pelo melhor caça para a Real Força Aérea de Singapura.
  • Em 2006 foi anunciado que a Líbia queria comprar de 13 a 18 Rafales por US$3,4 bilhões, mas o negócio não foi concretizado.
  • Em 2007, o Rafale também participou de uma concorrência no Marrocos, perdendo para o F-16.

218 COMMENTS

  1. Que o “Rafalito” é o favorito, não tenho dúvidas. Se esse favoritismo vai se concretizar ou não, já é uma outra história (eu até acho que vai…mas minha bola de cristal anda meio enferrujada ultimamente).

    o problema maior que o Rafale pode enfrentar: os offsets do Tio Sam. Se quiser tirar o “escorpião do bolso” (pra usar a expressão do Galante), o Tio Sam pode oferecer uma infinidade de contra-partidas comerciais…aí, o favoritismo penderá pro Super Hornet (ou mesmo pro Gripen, dependendo da situação).

    a virtude maior deste caça para vencer o FX-2: a independência tecnológica francesa e o acordo Brasil-França de cooperação militar, que certamente pesarão muito na hora da decisão.

    Um comentário nada que ver com nada: o Rafale parece minha vizinha…”vindo” ele é muito esquisito (não tem “nariz”), já “indo”, ou de lado, fica bem melhor, tem cara de caça. Ou seja, feio de cara mas bonito de “turbina”…se é que me entendem…rs.rs.rs.

    abraços

  2. Que o “Rafalito” é o favorito, não tenho dúvidas. Se esse favoritismo vai se concretizar ou não, já é uma outra história (eu até acho que vai…mas minha bola de cristal anda meio enferrujada ultimamente).

    o problema maior que o Rafale pode enfrentar: os offsets do Tio Sam. Se quiser tirar o “escorpião do bolso” (pra usar a expressão do Galante), o Tio Sam pode oferecer uma infinidade de contra-partidas comerciais…aí, o favoritismo penderá pro Super Hornet (ou mesmo pro Gripen, dependendo da situação).

    a virtude maior deste caça para vencer o FX-2: a independência tecnológica francesa e o acordo Brasil-França de cooperação militar, que certamente pesarão muito na hora da decisão.

    Um comentário nada que ver com nada: o Rafale parece minha vizinha…”vindo” ele é muito esquisito (não tem “nariz”), já “indo”, ou de lado, fica bem melhor, tem cara de caça. Ou seja, feio de cara mas bonito de “turbina”…se é que me entendem…rs.rs.rs.

    abraços

  3. Muitos falam que esse será o avião do F-X2- ao menos alegam que é o favorito na concorrência internaciona -, mas por esse preço não consigo imaginar o Brasil adquirindo essas aeronaves, ainda que o lote inicial seja de apenas 36 aviões, o que é uma quantidade irrisória para um pais como o nosso.

  4. Muitos falam que esse será o avião do F-X2- ao menos alegam que é o favorito na concorrência internaciona -, mas por esse preço não consigo imaginar o Brasil adquirindo essas aeronaves, ainda que o lote inicial seja de apenas 36 aviões, o que é uma quantidade irrisória para um pais como o nosso.

  5. Este caça é muito caro e talvez isto explique que o mesmo não ganhou uma concorrencia até agora. Até a França vem com prando menos do que pretendia em função do alto preço.
    Dentre todos ele é o que tem a manutenção mais “salgada”.
    se o Brasil mal mantem o que tem imaginem a manutenção dos Rafales brasileiros.
    Apesar da torcida de muitos acho que vai dar Super Hornet!!

  6. Este caça é muito caro e talvez isto explique que o mesmo não ganhou uma concorrencia até agora. Até a França vem com prando menos do que pretendia em função do alto preço.
    Dentre todos ele é o que tem a manutenção mais “salgada”.
    se o Brasil mal mantem o que tem imaginem a manutenção dos Rafales brasileiros.
    Apesar da torcida de muitos acho que vai dar Super Hornet!!

  7. Esse aí é o antigo mirage 4000 francês? Deve ser pois ostenta aquele enorme “chifre” característicos do caças dos anos 70 e primórdios dos 80!!

  8. Esse aí é o antigo mirage 4000 francês? Deve ser pois ostenta aquele enorme “chifre” característicos do caças dos anos 70 e primórdios dos 80!!

  9. Outra coisa feia no Rafale: a sonda de reabastecimento.

    Eu sei que o FX-2 não é “concurso de beleza”, tô sabendo! Mas não custa nada reclamar um pouquinho do design do Rafale!!! O Mirage (qualquer uma das versões) é tão elegante…já o Rafale…

    abraços

  10. Outra coisa feia no Rafale: a sonda de reabastecimento.

    Eu sei que o FX-2 não é “concurso de beleza”, tô sabendo! Mas não custa nada reclamar um pouquinho do design do Rafale!!! O Mirage (qualquer uma das versões) é tão elegante…já o Rafale…

    abraços

  11. Já que eu só falei mal do Rafale até agora, deixa eu elogiar um pouco: a suite eletrônica e o painel são fantásticos! Coisa de dar inveja a qualquer um.

    brincadeiras à parte: o Rafale é um caça de respeito! Se for ele o escolhido para o FX-2 estaremos muito bem na foto, podem ter certeza!

    abraços

  12. Já que eu só falei mal do Rafale até agora, deixa eu elogiar um pouco: a suite eletrônica e o painel são fantásticos! Coisa de dar inveja a qualquer um.

    brincadeiras à parte: o Rafale é um caça de respeito! Se for ele o escolhido para o FX-2 estaremos muito bem na foto, podem ter certeza!

    abraços

  13. O Rafale é uma máquina e tanto! Mas pelo fato de não ter tido compras externas a sua produção ainda não foi diluida e os custos ficaram muito altos.

  14. O Rafale é uma máquina e tanto! Mas pelo fato de não ter tido compras externas a sua produção ainda não foi diluida e os custos ficaram muito altos.

  15. Economia de escala: poucas unidades produzidas, preço elevado.
    Os preços do Rafale estão fora da realidade da FAB, que até pouco tempo atrás, não tinha dinheiro para trocar os pneus carecas dos F-5E, que muitas vezes estouravam com os aviões taxiando.
    Vocês sabiam que pilotos do 1GAvCa faziam rateio para comprar filme para suas câmeras de combate?
    Não tem a mínima possibilidade de a gente comprar um caça que custa quase US$ 100 milhões por unidade!
    Pelo jeito vai dar Gripen, por ser mais barato de comprar e manter. Vamos fazer dobradinha com a África do Sul, que também comprou.

  16. Economia de escala: poucas unidades produzidas, preço elevado.
    Os preços do Rafale estão fora da realidade da FAB, que até pouco tempo atrás, não tinha dinheiro para trocar os pneus carecas dos F-5E, que muitas vezes estouravam com os aviões taxiando.
    Vocês sabiam que pilotos do 1GAvCa faziam rateio para comprar filme para suas câmeras de combate?
    Não tem a mínima possibilidade de a gente comprar um caça que custa quase US$ 100 milhões por unidade!
    Pelo jeito vai dar Gripen, por ser mais barato de comprar e manter. Vamos fazer dobradinha com a África do Sul, que também comprou.

  17. US$95 Milhões a unidade e ainda por cima sem AESA?!?!? Péssimo negócio, prefiro o Super Hornet com AN/APG-79, é dois pelo preço de um Rafale.

  18. US$95 Milhões a unidade e ainda por cima sem AESA?!?!? Péssimo negócio, prefiro o Super Hornet com AN/APG-79, é dois pelo preço de um Rafale.

  19. Corre na “boca pequena” que os F/A-18 Super Hornet caso escolhidos viriam com uma “pancada” de Off-Set…incluindo até reabastecedores KC-135 dos estoques da USAF???

  20. Corre na “boca pequena” que os F/A-18 Super Hornet caso escolhidos viriam com uma “pancada” de Off-Set…incluindo até reabastecedores KC-135 dos estoques da USAF???

  21. Agora vejam bem: a França gasta US$ 38 bilhões para desenvolver um avião, e vem o Brasil gastar no máximo US$ 2 bi e quer que eles nos transfiram toda a tecnologia? Mas nem f…. isso vai acontecer.
    Esse papo de transferência de tecnologia é ilusão. É um termo que o pessoal ouviu e fica repetindo, mas não sabe o que realmente significa.
    O que haverá é apenas alguma abertura dos códigos do software do sistema de armas, para compatibilização com algum tipo de armamento diferente. Alguma coisa do radar também. E só.

  22. Agora vejam bem: a França gasta US$ 38 bilhões para desenvolver um avião, e vem o Brasil gastar no máximo US$ 2 bi e quer que eles nos transfiram toda a tecnologia? Mas nem f…. isso vai acontecer.
    Esse papo de transferência de tecnologia é ilusão. É um termo que o pessoal ouviu e fica repetindo, mas não sabe o que realmente significa.
    O que haverá é apenas alguma abertura dos códigos do software do sistema de armas, para compatibilização com algum tipo de armamento diferente. Alguma coisa do radar também. E só.

  23. Concordo com o Galante!!!!! Transferencia de tecnologia não quer dizer que vamos poder construir um igual!!!!

    Concordo que ele é um bom caça!!! Mas que o bichinho é feio isso ele é!!!! Parece um porco gordo!!!

    Abraços!!!

  24. Concordo com o Galante!!!!! Transferencia de tecnologia não quer dizer que vamos poder construir um igual!!!!

    Concordo que ele é um bom caça!!! Mas que o bichinho é feio isso ele é!!!! Parece um porco gordo!!!

    Abraços!!!

  25. É… tmb começo a acreditar, e torçer, por uma vitória do F-18!

    Depois do Su-35, esse aviao é o mais bonito da concorrencia… mais estaremos pagando caro por essa beleza!!!
    Entao se o governo americano garantir transferencia de tecnologia, estarei torcendo pelo F-18!!! Com mais 10 pilas compramos 2 F-18 com o dinheiro de 1 Rafale!!

    MHenrrique, a versao do Rafale q esta na concorrencia é a F-3… q estará com esse radar AESA, q atualmente esta em desenvolvimento..

  26. É… tmb começo a acreditar, e torçer, por uma vitória do F-18!

    Depois do Su-35, esse aviao é o mais bonito da concorrencia… mais estaremos pagando caro por essa beleza!!!
    Entao se o governo americano garantir transferencia de tecnologia, estarei torcendo pelo F-18!!! Com mais 10 pilas compramos 2 F-18 com o dinheiro de 1 Rafale!!

    MHenrrique, a versao do Rafale q esta na concorrencia é a F-3… q estará com esse radar AESA, q atualmente esta em desenvolvimento..

  27. Marcandrey,

    “porco gordo” vc matou a pau!!! O Rafale é bem isso mesmo…rs.rs.rs. ô aviãozinho desengoçado, sô!!! Mas se vier pra FAB já passo a achá-lo lindo e maravilhoso, o melhor do mundo etc….rs.rs.rs.

    Galante,

    Bem lembrado. Seu comentário foi muito feliz (como sempre!). Não podemos confundir essa chamada “transferência de tecnologia” que por ventura possa ocorrer no FX-2, com desenvolvimento de tecnologia ou de equipamentos em conjunto (mais ou menos como aconteceu com o AMX). São realmente coisas diferentes. A França já fez (projetou e construiu) o Rafale sozinha e não tem mais como entrarmos como “sócio” no negócio, e o máximo que vai acontecer nessa tão falada “transferência de tecnologia” do FX-2 é isso: abertura de códigos fontes. Não se iludam, pessoal!!! (o mesmo vale para o Super Hornet e o Gripen. E só pra lembrar: e mesmo sendo “só” a abertura dos códigos fontes, muito país se negou a fazer ou ainda cria caso, faz mas não faz muito, sabecumé?!!!…vide Rússia e EUA). No entanto, a dar crédito ao que está sendo ventilado na imprensa e nos blogs especializados, o acordo com a França pode (eu disse, “pode”) ser interessante para o Brasil não tanto para agora, mas para um futuro a médio e longo prazo. Ou seja, junto com os gauleses poderíamos desenvolver novas tecnologias e novos equipamentos, em parceria (quem sabe um novo caça para substituir o Rafale quando este der baixa na França, ou coisas parecidas com isso…mas isso pra daqui vários anos, décadas. Só que, se não começarmos agora, nunca faremos nada!!!). O único ponto positivo que eu vejo na compra do Rafale, seria esse, pois para o futuro o Brasil poderia desenvolver tecnologias (e não comprar apenas) com a França (coisa que eu acho que não faríamos com a Suécia e nem muito menos com os EUA). Mas este, como eu disse, é o único ponto positivo que eu consigo imaginar numa possível escolha do caça francês, pois que o Rafale parece um “porco gordo” com asas, ah! isso ele parece…rs.rs.rs….Mas é um bom caça, sem dúvida…é feinho, mas bom de briga!!!

    um forte abraço aos amigos

  28. Marcandrey,

    “porco gordo” vc matou a pau!!! O Rafale é bem isso mesmo…rs.rs.rs. ô aviãozinho desengoçado, sô!!! Mas se vier pra FAB já passo a achá-lo lindo e maravilhoso, o melhor do mundo etc….rs.rs.rs.

    Galante,

    Bem lembrado. Seu comentário foi muito feliz (como sempre!). Não podemos confundir essa chamada “transferência de tecnologia” que por ventura possa ocorrer no FX-2, com desenvolvimento de tecnologia ou de equipamentos em conjunto (mais ou menos como aconteceu com o AMX). São realmente coisas diferentes. A França já fez (projetou e construiu) o Rafale sozinha e não tem mais como entrarmos como “sócio” no negócio, e o máximo que vai acontecer nessa tão falada “transferência de tecnologia” do FX-2 é isso: abertura de códigos fontes. Não se iludam, pessoal!!! (o mesmo vale para o Super Hornet e o Gripen. E só pra lembrar: e mesmo sendo “só” a abertura dos códigos fontes, muito país se negou a fazer ou ainda cria caso, faz mas não faz muito, sabecumé?!!!…vide Rússia e EUA). No entanto, a dar crédito ao que está sendo ventilado na imprensa e nos blogs especializados, o acordo com a França pode (eu disse, “pode”) ser interessante para o Brasil não tanto para agora, mas para um futuro a médio e longo prazo. Ou seja, junto com os gauleses poderíamos desenvolver novas tecnologias e novos equipamentos, em parceria (quem sabe um novo caça para substituir o Rafale quando este der baixa na França, ou coisas parecidas com isso…mas isso pra daqui vários anos, décadas. Só que, se não começarmos agora, nunca faremos nada!!!). O único ponto positivo que eu vejo na compra do Rafale, seria esse, pois para o futuro o Brasil poderia desenvolver tecnologias (e não comprar apenas) com a França (coisa que eu acho que não faríamos com a Suécia e nem muito menos com os EUA). Mas este, como eu disse, é o único ponto positivo que eu consigo imaginar numa possível escolha do caça francês, pois que o Rafale parece um “porco gordo” com asas, ah! isso ele parece…rs.rs.rs….Mas é um bom caça, sem dúvida…é feinho, mas bom de briga!!!

    um forte abraço aos amigos

  29. Com ou sem transferência de tecnologia, ao meu ver é a melhor opção.

    E pensar que ainda tem gente que se pré-dispõe ao conformismo alegando que não precisamos de comprar nada em matéria de defesa.
    Ainda acho que 36 unidades são poucas.
    Apenas uma pergunta. Será que avião BONITO é sinônimo de qualidade?
    Sei não hein.

    Deveriamos fazer como a Índia. Ir logo de 120 unidades em uma paulada só.
    Ai seria uma bela compra (E que compra).

  30. Com ou sem transferência de tecnologia, ao meu ver é a melhor opção.

    E pensar que ainda tem gente que se pré-dispõe ao conformismo alegando que não precisamos de comprar nada em matéria de defesa.
    Ainda acho que 36 unidades são poucas.
    Apenas uma pergunta. Será que avião BONITO é sinônimo de qualidade?
    Sei não hein.

    Deveriamos fazer como a Índia. Ir logo de 120 unidades em uma paulada só.
    Ai seria uma bela compra (E que compra).

  31. RL,

    Concordo com vc…e nem estava pensando na “beleza” como algum fator importante… sabemos que o FX-2 não é um concurso de beleza!!!

    Como eu disse, pode até ser feinho, mas é um caça bom de briga…120 desses bichinhos operando na FAB, imporia respeito a quem quer que seja! Sem dúvida alguma.

    um forte abraço

  32. RL,

    Concordo com vc…e nem estava pensando na “beleza” como algum fator importante… sabemos que o FX-2 não é um concurso de beleza!!!

    Como eu disse, pode até ser feinho, mas é um caça bom de briga…120 desses bichinhos operando na FAB, imporia respeito a quem quer que seja! Sem dúvida alguma.

    um forte abraço

  33. Uma coisa que vem me intrigando nesses últimos dias: não conseguigo torcer pra “mim mesmo”!!! No caso, o Super Hornet. Por mais que eu tente, algo me diz que fazer negócio com o Tio Sam nessa altura do campeonato seria uma roubada e tanto.

    Não morro de amores nem pelo Gripen e nem pelo Rafale (como já disse aqui, sou mais um dos “viuvos” do SU-35), mas dadas as circunstâncias prefiro mais o Rafale que os outros dois. Não por achar o Rafale muito melhor que os outros, como vetor. Acho até que os 3 estão mais ou menos no mesmo nível em termos de qualidade de projeto, poder de fogo e aviônica (um é melhor nisso, mas pior naquilo, e no funfo empatam). O preço do Rafale é salgado, mas se tivermos compensações tanto comerciais quanto parceria militar-tecnológica com a França, acho que valeria investir.

    No caso do Gripen, não falo em relação ao avião em si, acho que o que pegaria é o pouco poder de fogo da economia suéca em relação aos concorrentes para a questão dos off-sets (vejo a França e os EUA numa posiçlão mais favorável neste quesito) e, pelo visto, caso se concretize a compra do Gripen para a FAB, seria a compra do caça e só isso. Diferente do caso da França que já sinalisou uma possível cooperação tecnológico-militar (como no caso do Sun MNuclear, por exemplo) mais ampla.

    Já no caso do Super Hornet…tem tudo pra dar errado (não pelo caça em si), pois fazer negócio com o Tio Sam sempre é meio arriscado. Não tenho nada contra os EUA, gosto de Jazz e coca cola, acho o Super Hornet um excelente caça e tudo o mais. Mas tenho uma pulga atrás da orelha, sempre, quando o assunto é comprar tecnologia militar “mais ou menos” de ponta dos norte-americanos…sei lá, deve ser um preconceito meu!!!

    abraços

  34. Uma coisa que vem me intrigando nesses últimos dias: não conseguigo torcer pra “mim mesmo”!!! No caso, o Super Hornet. Por mais que eu tente, algo me diz que fazer negócio com o Tio Sam nessa altura do campeonato seria uma roubada e tanto.

    Não morro de amores nem pelo Gripen e nem pelo Rafale (como já disse aqui, sou mais um dos “viuvos” do SU-35), mas dadas as circunstâncias prefiro mais o Rafale que os outros dois. Não por achar o Rafale muito melhor que os outros, como vetor. Acho até que os 3 estão mais ou menos no mesmo nível em termos de qualidade de projeto, poder de fogo e aviônica (um é melhor nisso, mas pior naquilo, e no funfo empatam). O preço do Rafale é salgado, mas se tivermos compensações tanto comerciais quanto parceria militar-tecnológica com a França, acho que valeria investir.

    No caso do Gripen, não falo em relação ao avião em si, acho que o que pegaria é o pouco poder de fogo da economia suéca em relação aos concorrentes para a questão dos off-sets (vejo a França e os EUA numa posiçlão mais favorável neste quesito) e, pelo visto, caso se concretize a compra do Gripen para a FAB, seria a compra do caça e só isso. Diferente do caso da França que já sinalisou uma possível cooperação tecnológico-militar (como no caso do Sun MNuclear, por exemplo) mais ampla.

    Já no caso do Super Hornet…tem tudo pra dar errado (não pelo caça em si), pois fazer negócio com o Tio Sam sempre é meio arriscado. Não tenho nada contra os EUA, gosto de Jazz e coca cola, acho o Super Hornet um excelente caça e tudo o mais. Mas tenho uma pulga atrás da orelha, sempre, quando o assunto é comprar tecnologia militar “mais ou menos” de ponta dos norte-americanos…sei lá, deve ser um preconceito meu!!!

    abraços

  35. Hornet, não é so preconceito seu não, é pensamento da maioria!!!
    Realmnte o F18 é para mim o melhor avião, mas o problema é que ee é americano e isso já é um problema. Não sabemos amanhã, se o Obama não quizer cumprir o que está no contrato, iriamos ficar com um avião sem garras(mísseis). Nós estamos ouvindo a confirmação do representante da Boeing e não do presidente sobre a transferência de tecnologia. Por isso eu acho que vai dar o Rafale, devido somente o pacote geral que inclui os subs e fragatas.para mim o Gripen é o azarão que está aí somente para constar.

    []s

  36. Hornet, não é so preconceito seu não, é pensamento da maioria!!!
    Realmnte o F18 é para mim o melhor avião, mas o problema é que ee é americano e isso já é um problema. Não sabemos amanhã, se o Obama não quizer cumprir o que está no contrato, iriamos ficar com um avião sem garras(mísseis). Nós estamos ouvindo a confirmação do representante da Boeing e não do presidente sobre a transferência de tecnologia. Por isso eu acho que vai dar o Rafale, devido somente o pacote geral que inclui os subs e fragatas.para mim o Gripen é o azarão que está aí somente para constar.

    []s

  37. Caro pjms,

    eu também gosto muito do Super Hornet (meu nick já me entrega, não é?)…mas tenho essa preocupação que falei. Mesmo sabendo que a Boeing está disposta a passar os códigos fontes, mesmo sabendo que o MD e a FAB não iriam selecionar um caça para a próxima fase do FX-2 que não cumprisse com todos os requisitos estipulados etc. Mesmo assim, não vejo com bons olhos fazer esse negócio, neste momento, com os EUA (comprar Blackhawks, por exemplo, é uma coisa, reequipar os esquadrões de caça da FAB é uma outra coisa na minha modesta opinião). Sem falar que eu sempre leio artigos e notas em que a FAB e o MD repetem e insistem que o FX-2 é, além de reequipagem da frota de caças, um projeto que visa desenvolver novos equipamentos militares no futuro (um novo caça!!! será?), em parceria com alguém. E aqui não vejo como os EUA poderiam nos ajudar…A não ser que o Tio Sam tenha mudado tudo em sua política de Defesa do dia pra noite e vá querer desenvolver um novo vetor com o Brasil, no futuro. Mas acho isso muito pouco provável. Para não dizer, totalmente improvável. Daí que eu vejo o Rafale como uma boa opção. Não tanto somente pelo avião (que é ótimo, nada contra), mas pelas possibilidades de independência tecnológica no campo militar que ele poderá nos abrir, a médio e longo prazo, se realmente se concretizarem todas as parcerias anunciadas com a França. Não sei se estou certo ou não…afinal, o que fazemos aqui são conjecturas, não é mesmo?

    um abraço

  38. Caro pjms,

    eu também gosto muito do Super Hornet (meu nick já me entrega, não é?)…mas tenho essa preocupação que falei. Mesmo sabendo que a Boeing está disposta a passar os códigos fontes, mesmo sabendo que o MD e a FAB não iriam selecionar um caça para a próxima fase do FX-2 que não cumprisse com todos os requisitos estipulados etc. Mesmo assim, não vejo com bons olhos fazer esse negócio, neste momento, com os EUA (comprar Blackhawks, por exemplo, é uma coisa, reequipar os esquadrões de caça da FAB é uma outra coisa na minha modesta opinião). Sem falar que eu sempre leio artigos e notas em que a FAB e o MD repetem e insistem que o FX-2 é, além de reequipagem da frota de caças, um projeto que visa desenvolver novos equipamentos militares no futuro (um novo caça!!! será?), em parceria com alguém. E aqui não vejo como os EUA poderiam nos ajudar…A não ser que o Tio Sam tenha mudado tudo em sua política de Defesa do dia pra noite e vá querer desenvolver um novo vetor com o Brasil, no futuro. Mas acho isso muito pouco provável. Para não dizer, totalmente improvável. Daí que eu vejo o Rafale como uma boa opção. Não tanto somente pelo avião (que é ótimo, nada contra), mas pelas possibilidades de independência tecnológica no campo militar que ele poderá nos abrir, a médio e longo prazo, se realmente se concretizarem todas as parcerias anunciadas com a França. Não sei se estou certo ou não…afinal, o que fazemos aqui são conjecturas, não é mesmo?

    um abraço

  39. Manfred, concordo com vc. Custo de aquisição e, principalmente de operação fazem a diferença pra quem até pouco tempo atrás tinha pneus carecas nos F5 – e olha que o F5 é um caça digamos “simples” de manter (é claro, estou simplificando também).

    Agora entendi porque o Galante demorou um pouco mais pra postar sobre o Rafale. Belo post, crítico como deve ser em relação a “unanimidades” da imprensa, e que precisa de um pouco mais de cuidado pra produzir. De qualquer modo, o Rafale é um belo avião, bonito mesmo. E um belo caça, não ficaríamos nem um pouco mal na fita operando o dito-cujo. O problema é comprá-lo. E operá-lo.

    Torço pelo Gripen. E também pelo Santos, é claro, que ganhou muito bem em casa hoje. Será um bom sinal da minha torcida?

  40. Manfred, concordo com vc. Custo de aquisição e, principalmente de operação fazem a diferença pra quem até pouco tempo atrás tinha pneus carecas nos F5 – e olha que o F5 é um caça digamos “simples” de manter (é claro, estou simplificando também).

    Agora entendi porque o Galante demorou um pouco mais pra postar sobre o Rafale. Belo post, crítico como deve ser em relação a “unanimidades” da imprensa, e que precisa de um pouco mais de cuidado pra produzir. De qualquer modo, o Rafale é um belo avião, bonito mesmo. E um belo caça, não ficaríamos nem um pouco mal na fita operando o dito-cujo. O problema é comprá-lo. E operá-lo.

    Torço pelo Gripen. E também pelo Santos, é claro, que ganhou muito bem em casa hoje. Será um bom sinal da minha torcida?

  41. Os franceses já deixaram Taiwan na mão, tanto as fragatas como os Mirage 2000-5, por pressão chinesa.

    Qndo o “Tiger” foi desclassificado da concorrência ATAK na Turquia e ficaram no short-list o “Mangusta” e o “Rooivalk”, a França passou uma rasteira e tanto na Denel, ao não liberar a fabricação da turbina “Malika” localmente.

    Precisa lembrar que, a Helibrás não fabrica nada de nada, sem partes e peças manufaturadas na França???

    Então alem de ajudarmos a sustentar os trabalhadores estatais da Aerospatiale, agora vamos tb sustentar os da iniciativa privada na DCNS e na Dassault???
    É ruim hein!!!!

  42. Os franceses já deixaram Taiwan na mão, tanto as fragatas como os Mirage 2000-5, por pressão chinesa.

    Qndo o “Tiger” foi desclassificado da concorrência ATAK na Turquia e ficaram no short-list o “Mangusta” e o “Rooivalk”, a França passou uma rasteira e tanto na Denel, ao não liberar a fabricação da turbina “Malika” localmente.

    Precisa lembrar que, a Helibrás não fabrica nada de nada, sem partes e peças manufaturadas na França???

    Então alem de ajudarmos a sustentar os trabalhadores estatais da Aerospatiale, agora vamos tb sustentar os da iniciativa privada na DCNS e na Dassault???
    É ruim hein!!!!

  43. O Rafale perdeu em concorrências nas quais os norte-americanos podiam oferecer vantagens maiores a seus aliados estratégicos. Na Arábia Saudita venceu o Thypoon.Acho que a FAB vai decretar uma espécie de empate entre o Rafale e o SuperHornet.A questão é como será feito o desempate.

  44. O Rafale perdeu em concorrências nas quais os norte-americanos podiam oferecer vantagens maiores a seus aliados estratégicos. Na Arábia Saudita venceu o Thypoon.Acho que a FAB vai decretar uma espécie de empate entre o Rafale e o SuperHornet.A questão é como será feito o desempate.

  45. Para os desavisados. Na questão de armas o Obama não vai decidir nada e sim, o Congresso. E vocês viram que o Congresso de lá não abaixa a cabeça para a vontade do presidente

  46. Para os desavisados. Na questão de armas o Obama não vai decidir nada e sim, o Congresso. E vocês viram que o Congresso de lá não abaixa a cabeça para a vontade do presidente

  47. Concordo totalmente com o pjms,os rafales , pra mim, irão ganhar esse fx-2 mais pelo “pacotão” frances do que por sim só.Essa compra de subs, tecnologia pro sub nuclear, as fragatas e helis, teve como off-set do lado frances a compra do rafale.Pra frança isso é excelente , pois ela realiza a primeira venda do seus avioes a um pais que provavelmente irá comprar mais do que essas primeiras 36 unidades.

  48. Concordo totalmente com o pjms,os rafales , pra mim, irão ganhar esse fx-2 mais pelo “pacotão” frances do que por sim só.Essa compra de subs, tecnologia pro sub nuclear, as fragatas e helis, teve como off-set do lado frances a compra do rafale.Pra frança isso é excelente , pois ela realiza a primeira venda do seus avioes a um pais que provavelmente irá comprar mais do que essas primeiras 36 unidades.

  49. Bem lembrado Nelson Lima, quem decide tais questões (venda de material bélico e repasse de tecnologia de defesa) nos EUA não é o presidente, e sim o Congresso. O que me deixa ainda mais com a pulga atrás da orelha em relação ao Super Hornet.

    Supondo que tenhamos fechado o negócio com a Boeing, com o Super Hornet, e o Congresso Yankee não aprova o repasse de tecnologia, nem de mísseis e nem nada que a gente gostaria de ter…e aí? A vaquinha teria ido pro brejo ou teríamos como recorrer? É uma pergunta mesmo, não sei a resposta…

    um abraço

  50. Bem lembrado Nelson Lima, quem decide tais questões (venda de material bélico e repasse de tecnologia de defesa) nos EUA não é o presidente, e sim o Congresso. O que me deixa ainda mais com a pulga atrás da orelha em relação ao Super Hornet.

    Supondo que tenhamos fechado o negócio com a Boeing, com o Super Hornet, e o Congresso Yankee não aprova o repasse de tecnologia, nem de mísseis e nem nada que a gente gostaria de ter…e aí? A vaquinha teria ido pro brejo ou teríamos como recorrer? É uma pergunta mesmo, não sei a resposta…

    um abraço

  51. Após ler a reportagem começo a ter dúvidas quanto ao Rafale, é bonito, independente mas… é muito fraco e caro. Parece que o Gripen é melhor que ele em aviônica, custo, manutenção, etc… além de ja estar voando em vários países.

    Acho que o melhor seria o F18 mesmo, provado em combate, com um radar moderno, versão naval…e a garantia do presidente da Boeing que irá repassar a tecnologia (códigos fontes). Se for colocado isso em contrato, até os EUA respeitam. Basta explicitar claramente no contrato o que deve ser repassado.

  52. Após ler a reportagem começo a ter dúvidas quanto ao Rafale, é bonito, independente mas… é muito fraco e caro. Parece que o Gripen é melhor que ele em aviônica, custo, manutenção, etc… além de ja estar voando em vários países.

    Acho que o melhor seria o F18 mesmo, provado em combate, com um radar moderno, versão naval…e a garantia do presidente da Boeing que irá repassar a tecnologia (códigos fontes). Se for colocado isso em contrato, até os EUA respeitam. Basta explicitar claramente no contrato o que deve ser repassado.

  53. Hornet, entendo suas preocupações, mas se o Congresso dos EUA desaprova vendas, também as aprova, e acho que o segundo caso é maioria. Tem congressistas muito interessados nos negócios e nas vendas dessa ou daquela companhia, assim como outros interessados em melar os negócios de uma e ajudar o de outra e por aí vai…

    Mas já aprovaram muitas vendas pro Brasil, e o negócio do FX-2 não deve ser de jogar fora. Quer dizer, espero que não seja. E espero que as três propostas possíveis fiquem cada vez melhores para ajudar nesse negócio. A sueca principalmente, na minha preferência…

  54. Hornet, entendo suas preocupações, mas se o Congresso dos EUA desaprova vendas, também as aprova, e acho que o segundo caso é maioria. Tem congressistas muito interessados nos negócios e nas vendas dessa ou daquela companhia, assim como outros interessados em melar os negócios de uma e ajudar o de outra e por aí vai…

    Mas já aprovaram muitas vendas pro Brasil, e o negócio do FX-2 não deve ser de jogar fora. Quer dizer, espero que não seja. E espero que as três propostas possíveis fiquem cada vez melhores para ajudar nesse negócio. A sueca principalmente, na minha preferência…

  55. Nunão,

    Vc tem razão, o mesmo Congresso que desaprova pode aprovar. E já li em algum lugar que tem muitos congressistas americanos tentando diminuir as inúmeras restrições que os EUA colocam na venda de seus equipamentos militares, entre outras coisas, porque a economia norte-americana não pode se dar ao luxo, neste momento, de perder bons contratos por causa de tais coisas.

    Pra ser sincero, acho que o Brasil está numa posição boa nessa questão do FX-2. Pois não estamos “passando o chapéu” e nem “esmolando” como em outras ocasiões. Nós queremos um caça. Mas eles (os fornecedores e seus países) querem ainda mais vendê-los pra gente. Cada um com seus motivos: a França porque ainda não exportou o Rafale, a SAAB/Gripen que teria um parceiro de peso na AL (mais vendas poderiam pintar pra SAAB aqui na região caso o Brasil feche com o Gripen), e os EUA que não querem perder nem negócios e nem influência na AL. Assim, faço minhas suas palavras: “espero que as três propostas possíveis fiquem cada vez melhores para ajudar nesse negócio”…

    Não estou torcendo pra ninguém (o caça que eu gostaria de ver na FAB já saiu da disputa, então agora sou um observador “neutro”, sem time pra torcer), estou só tentando discutir com os amigos quais das propostas serim as melhores para o Brasil e quais as dificuldades que poderíamos ter em escolher esse ou aquele caça. Todos os caças têm pontos fortes e pontos fracos, tanto no que diz respeito à máquina propriamente dita, quanto no que diz respeito ao que está no entorno deles (questões políticas, parcerias estratégicas com o Brasil, custos etc.). Só torço pra que a escolha final seja bem equilibrada e sensata, como acho que será. Nesse meio tempo o que a gente faz são conjecturas, não temos como fazer outra coisa, não é? Se o Jobim deixasse eu escolher o caça, já tinha escolhido o Flanker faz tempo (rs.rs.rs.)…mas como ele não deixou eu fazer isso…então vamos lá, vamos conjecturar…

    um forte abraço

  56. Nunão,

    Vc tem razão, o mesmo Congresso que desaprova pode aprovar. E já li em algum lugar que tem muitos congressistas americanos tentando diminuir as inúmeras restrições que os EUA colocam na venda de seus equipamentos militares, entre outras coisas, porque a economia norte-americana não pode se dar ao luxo, neste momento, de perder bons contratos por causa de tais coisas.

    Pra ser sincero, acho que o Brasil está numa posição boa nessa questão do FX-2. Pois não estamos “passando o chapéu” e nem “esmolando” como em outras ocasiões. Nós queremos um caça. Mas eles (os fornecedores e seus países) querem ainda mais vendê-los pra gente. Cada um com seus motivos: a França porque ainda não exportou o Rafale, a SAAB/Gripen que teria um parceiro de peso na AL (mais vendas poderiam pintar pra SAAB aqui na região caso o Brasil feche com o Gripen), e os EUA que não querem perder nem negócios e nem influência na AL. Assim, faço minhas suas palavras: “espero que as três propostas possíveis fiquem cada vez melhores para ajudar nesse negócio”…

    Não estou torcendo pra ninguém (o caça que eu gostaria de ver na FAB já saiu da disputa, então agora sou um observador “neutro”, sem time pra torcer), estou só tentando discutir com os amigos quais das propostas serim as melhores para o Brasil e quais as dificuldades que poderíamos ter em escolher esse ou aquele caça. Todos os caças têm pontos fortes e pontos fracos, tanto no que diz respeito à máquina propriamente dita, quanto no que diz respeito ao que está no entorno deles (questões políticas, parcerias estratégicas com o Brasil, custos etc.). Só torço pra que a escolha final seja bem equilibrada e sensata, como acho que será. Nesse meio tempo o que a gente faz são conjecturas, não temos como fazer outra coisa, não é? Se o Jobim deixasse eu escolher o caça, já tinha escolhido o Flanker faz tempo (rs.rs.rs.)…mas como ele não deixou eu fazer isso…então vamos lá, vamos conjecturar…

    um forte abraço

  57. Caro Hornet

    Mais um capitulo da série :
    “Será que algum dia teremos high tech ou seremos eternamemte a Botocundia (como dizia Monteiro Lobato) ? ”

    Não sei se você concordará comigo, mas para mim tecnologia não é um fim em si mesmo.
    Tecnologia deve ser desenvolvida dentro de empresas para satisfazer o cliente (mesmo que ele seja o Governo) e gerar lucro. Assim é o capitalismo e parece que funciona melhor desta forma.
    Tecnologia desenvolvida dentro de estruturas estatais não vai para frente. (acho que aqui você não concorda …)
    O lucro é o grande motor gerador de tecnologia, pois pode se investir em equipamentos e contratar os maiores talentos, não deixá-los ir para o exterior
    No caso de aviões, a tecnologia de ponta está nos fornecedores : Raytheon, Rockwell, Thales, GE, não no “prime contractor”.

    Ao ver a história de empresas como GE Ericsson Siemens Philips chega a dar um baixo astral como elas são antigas, todas do século 19.
    Não fazemos aqui no Brasil coisas que se já fazia nos anos 50 ..

    Será que um dia sairemos deste Karma ??? Ou teremos que nos contentar em fazer a melhor soja do mundo ?
    O dia que tivermos no Brasil empresários que saibam ganhar dinheiro com high tech, teremos high tech.

    Gostaria que comentasse
    Abraços
    Iuri

  58. Caro Hornet

    Mais um capitulo da série :
    “Será que algum dia teremos high tech ou seremos eternamemte a Botocundia (como dizia Monteiro Lobato) ? ”

    Não sei se você concordará comigo, mas para mim tecnologia não é um fim em si mesmo.
    Tecnologia deve ser desenvolvida dentro de empresas para satisfazer o cliente (mesmo que ele seja o Governo) e gerar lucro. Assim é o capitalismo e parece que funciona melhor desta forma.
    Tecnologia desenvolvida dentro de estruturas estatais não vai para frente. (acho que aqui você não concorda …)
    O lucro é o grande motor gerador de tecnologia, pois pode se investir em equipamentos e contratar os maiores talentos, não deixá-los ir para o exterior
    No caso de aviões, a tecnologia de ponta está nos fornecedores : Raytheon, Rockwell, Thales, GE, não no “prime contractor”.

    Ao ver a história de empresas como GE Ericsson Siemens Philips chega a dar um baixo astral como elas são antigas, todas do século 19.
    Não fazemos aqui no Brasil coisas que se já fazia nos anos 50 ..

    Será que um dia sairemos deste Karma ??? Ou teremos que nos contentar em fazer a melhor soja do mundo ?
    O dia que tivermos no Brasil empresários que saibam ganhar dinheiro com high tech, teremos high tech.

    Gostaria que comentasse
    Abraços
    Iuri

  59. Pois é, Hornet, apesar da torcida que não escondo, reconheço que qualquer um dos três vai me deixar feliz, sinceramente. Só que vou ficar muito mais feliz ainda se, nos anos seguintes à sua incorporação, o caça escolhido estiver sendo operado plenamente e voando bastante, para o bem de todos e felicidade geral da nação.

  60. Pois é, Hornet, apesar da torcida que não escondo, reconheço que qualquer um dos três vai me deixar feliz, sinceramente. Só que vou ficar muito mais feliz ainda se, nos anos seguintes à sua incorporação, o caça escolhido estiver sendo operado plenamente e voando bastante, para o bem de todos e felicidade geral da nação.

  61. Oi Iuri,

    a parte que eu não concordo vc já “adivinhou”…rs.rs.rs… (na história temos vários exemplos de que isso não é uma verdade em si mesmo, depende muito do momento histórico, das questões envolvidas…lembre-se que mesmo nos EUA nem tudo foi feito na base do empreendedorismo apenas, ou do livre mercado. O Estado sempre esteve atuante, e ainda está em muitas questões). No resto que vc comentou estou de pleno acordo, só acrescentaria uma coisa: a tecnologia tem que servir as pessoas, não pode apenas servir ao lucro das empresas. Mas concordo plenamente: a tecnologia não pode e não deve ser um fim em si mesma, em hipótese alguma. No caso da tecnologia de Defesa, ela tem que servir as pessoas e à Nação. Ou melhor dizendo, sendo útil em seu propósito para a defesa da nação, já estará servindo às pessoas, aos cidadãos de um país.

    O Monteiro Lobato era um homem de visão aguçada. Foi o primeiro brasileiro a fundar uma editora neste país. Uma editora totalmente nacional (antes dele, só tínhamos editoras francesas por aqui). Sem falar na questão do Petróleo e, claro, na questão literária propriamente dita, que aí ele é ainda mais show de bola, num é? Quisera eu ter escrito a obra que ele escreveu, e que não é só o Sítio do Pica Pau Amarelo, não…tem muito mais coisa.

    Eu, desde o começo, aqui no blog, venho defendendo o desenvolvimento da tecnologia nacional, seja aonde for (no FX-2, no submarino nuclear, na modernização do AMX etc.). Entendo que nosso atraso é monstruoso em vários setores. Não temos no Brasil nada semelhante ao que vc citou, entre outras coisas, porque nossa industrialização foi muito tardia (só se deu pra valer mesmo, na década de 1950 em diante…antes disso, só tinha “tubo de ensaio” por aqui) e os motivos disso são vários, não apenas a falta de “bons homens de negócio” com “visão empreendedora”, embora deva-se a isso também. Quem decide tais coisas é sempre o Estado, é a política nacional que decide se um país vai se industrializar ou permanecer como um país agrário (tanto no Brasil como no resto do mundo foi assim que ocorreu). E antes da década de 1950 não era interessante para as elites dirigentes industrializar nada por aqui…só depois passou a ser um pouco interessante…e hoje o Brasil é um pais altamente industrializado, só que dependente. Eu luto para que sejamos um país industrializado, mas independente. Se vamos chegar a isso um dia? Não sei…tomara que sim.

    No caso do FX-2, tenho uma tendência a querer o Rafale, nem tanto pelo caça em si…mas pela possibilidade de ter a França como parceira em projetos futuros (veja, na questão do SUb Nuclear isso vai ocorrer, porque não poderia ocorrer para um futuro caça da FAB, talvez um caça não tripulado, coisa pra daqui uns 20 ou 30 anos). Não é também porque acredito que os franceses sejam mais bonzinhos que os outros, mas porque é interessante para a França fazer isso também, e porque ela já sinalizouque quer fazer isso com o Brasil (só pra lembrar, a França está na raiz da construção das FAs no Brasil. Não é um país estranho ao Brasil, de jeito nenhum)…Tudo bem que isso vai demorar, mas porque não pensar nisso desde já! Vamos fazer como o Monteiro Lobato: o petróleo é nosso! Digo, o caça do futuro “made in Brazil” é nosso!!! O sonho do Lobato hoje chama-se Petrobrás…portanto, pode me chamar de sonhador, estará me elogiando!!! (mas não tenho nenhuma pretenção de ser um Lobato, não tenho nem 0,1% da visão que ele teve).

    um forte abraço

  62. Oi Iuri,

    a parte que eu não concordo vc já “adivinhou”…rs.rs.rs… (na história temos vários exemplos de que isso não é uma verdade em si mesmo, depende muito do momento histórico, das questões envolvidas…lembre-se que mesmo nos EUA nem tudo foi feito na base do empreendedorismo apenas, ou do livre mercado. O Estado sempre esteve atuante, e ainda está em muitas questões). No resto que vc comentou estou de pleno acordo, só acrescentaria uma coisa: a tecnologia tem que servir as pessoas, não pode apenas servir ao lucro das empresas. Mas concordo plenamente: a tecnologia não pode e não deve ser um fim em si mesma, em hipótese alguma. No caso da tecnologia de Defesa, ela tem que servir as pessoas e à Nação. Ou melhor dizendo, sendo útil em seu propósito para a defesa da nação, já estará servindo às pessoas, aos cidadãos de um país.

    O Monteiro Lobato era um homem de visão aguçada. Foi o primeiro brasileiro a fundar uma editora neste país. Uma editora totalmente nacional (antes dele, só tínhamos editoras francesas por aqui). Sem falar na questão do Petróleo e, claro, na questão literária propriamente dita, que aí ele é ainda mais show de bola, num é? Quisera eu ter escrito a obra que ele escreveu, e que não é só o Sítio do Pica Pau Amarelo, não…tem muito mais coisa.

    Eu, desde o começo, aqui no blog, venho defendendo o desenvolvimento da tecnologia nacional, seja aonde for (no FX-2, no submarino nuclear, na modernização do AMX etc.). Entendo que nosso atraso é monstruoso em vários setores. Não temos no Brasil nada semelhante ao que vc citou, entre outras coisas, porque nossa industrialização foi muito tardia (só se deu pra valer mesmo, na década de 1950 em diante…antes disso, só tinha “tubo de ensaio” por aqui) e os motivos disso são vários, não apenas a falta de “bons homens de negócio” com “visão empreendedora”, embora deva-se a isso também. Quem decide tais coisas é sempre o Estado, é a política nacional que decide se um país vai se industrializar ou permanecer como um país agrário (tanto no Brasil como no resto do mundo foi assim que ocorreu). E antes da década de 1950 não era interessante para as elites dirigentes industrializar nada por aqui…só depois passou a ser um pouco interessante…e hoje o Brasil é um pais altamente industrializado, só que dependente. Eu luto para que sejamos um país industrializado, mas independente. Se vamos chegar a isso um dia? Não sei…tomara que sim.

    No caso do FX-2, tenho uma tendência a querer o Rafale, nem tanto pelo caça em si…mas pela possibilidade de ter a França como parceira em projetos futuros (veja, na questão do SUb Nuclear isso vai ocorrer, porque não poderia ocorrer para um futuro caça da FAB, talvez um caça não tripulado, coisa pra daqui uns 20 ou 30 anos). Não é também porque acredito que os franceses sejam mais bonzinhos que os outros, mas porque é interessante para a França fazer isso também, e porque ela já sinalizouque quer fazer isso com o Brasil (só pra lembrar, a França está na raiz da construção das FAs no Brasil. Não é um país estranho ao Brasil, de jeito nenhum)…Tudo bem que isso vai demorar, mas porque não pensar nisso desde já! Vamos fazer como o Monteiro Lobato: o petróleo é nosso! Digo, o caça do futuro “made in Brazil” é nosso!!! O sonho do Lobato hoje chama-se Petrobrás…portanto, pode me chamar de sonhador, estará me elogiando!!! (mas não tenho nenhuma pretenção de ser um Lobato, não tenho nem 0,1% da visão que ele teve).

    um forte abraço

  63. Caro Hornet

    Dizem os místicos (não sei se você acredita nessas coisas) que o Brasil terá um importante papel mundial no século XXI, não só como líder espiritual mas material também.
    O primeiro tudo bem, mas o segundo me surpreende. E se for líder material terá que ter desenvolvimento tecnológico, assim penso eu.

    Realmente a industrialização tardia do Brasil começou de verdade com Vargas na década de 30 a 50.Teve até que ter uma revolução por causa disso. Mas como você disse, até que avançamos muito.

    Temos muitas amarras ainda : tributárias, educação, etc, mas ainda acho que o maior problema nosso é que apenas temos empresários de setores básicos apenas.
    Talvez seja falta de ambiente para empresas de high tech.

    Não sei se você soube que vão abrir uma fábrica de semicondutores de US$ 1 bi em São Carlos.
    A empresa é americana (Symetrix do Colorado) mas o seu fundador é brasileiro de Natal-RN, que foi para lá estudar e por lá ficou.

    Quem sabe uma diáspora de brasileiros não seja uma saída ?
    Sei que o Governo está fazendo um esforço hercúleo neste sentido, mas talvez seja questão de dar tempo ao tempo …

    Abs
    Iuri

  64. Caro Hornet

    Dizem os místicos (não sei se você acredita nessas coisas) que o Brasil terá um importante papel mundial no século XXI, não só como líder espiritual mas material também.
    O primeiro tudo bem, mas o segundo me surpreende. E se for líder material terá que ter desenvolvimento tecnológico, assim penso eu.

    Realmente a industrialização tardia do Brasil começou de verdade com Vargas na década de 30 a 50.Teve até que ter uma revolução por causa disso. Mas como você disse, até que avançamos muito.

    Temos muitas amarras ainda : tributárias, educação, etc, mas ainda acho que o maior problema nosso é que apenas temos empresários de setores básicos apenas.
    Talvez seja falta de ambiente para empresas de high tech.

    Não sei se você soube que vão abrir uma fábrica de semicondutores de US$ 1 bi em São Carlos.
    A empresa é americana (Symetrix do Colorado) mas o seu fundador é brasileiro de Natal-RN, que foi para lá estudar e por lá ficou.

    Quem sabe uma diáspora de brasileiros não seja uma saída ?
    Sei que o Governo está fazendo um esforço hercúleo neste sentido, mas talvez seja questão de dar tempo ao tempo …

    Abs
    Iuri

  65. Mais pé no chao, por favor!!!!!
    Os Estados Unidos são um país superior, e seu povo possui uma atitude superior, pois sempre levam em conta o bem da nação como um todo e por isso, sempre consideram uma atitude correta.

    Só de escutar os sonhadores desse fórum projetarem o Brasil como adversário, no sentido de se contrapor ao poder americano; dá pena e vontade de rir.

    NENHUM país JAMAIS irá superar a grande nação americana. Falam sobre a China? Têm idéia de como a China é um desafio aos seus próprios líderes?

    O medo de movimentos contrários ao governo central, a úlcera que o Tibet se torna, o islamismo, o equilibrismo econômico e social de alimentar centenas de milhões, tudo isso preservando uma autoridade central que tem mais medo dos chineses do que de quaisquer adversários externos.

    NÓS deveríamos nos aliar aos EUA. O Brasil é naturalmente, o melhor e mais perfeito aliado dos Estados Unidos. Rio Branco já o sabia. Ele que foi um dos maiores conquistadores de território da história da humanidade, e isto sem precisar de guerras ou armamentos poderosos. Um alinhamento Brasil-EUA muito nos beneficiaria. Vide a história do Pacto Militar Brasil-EUA.

    Os Brasileiros poderíam imitar muito do que os americanos fazem. A começar pelo exemplo de amor à pátria que eles possuem como parte de eu ser. De considerarem que existe um império da lei acima de tudo e de que NINGUÉM esta ACIMA da LEI. Poderíamos mesmo, nos beneficiar com um pouco do puritanismo americano. Claro, tudo isso sem perder a ternura jamás.

    Sou a favor de um alinhamento Brasil-Estados Unidos. Se tivéssemos caças F-18 com restrições, oras BOLAS, ainda assim seriam um dissuasória imbatível. E precisaríamos ter mais do que isso??? Com pilotos brasileiros equipados com caças F-18?? Para que precisaríamos de mais do que isso??? O Brasil não possui reinvidicações territoriais ou inimigos declarados!!!!!!! NÃO precisamos de um complexo industrial militar!!! Uma aliança BRasil-EUA deixaria o Brasil como líder regional INCONTESTÁVEL ao sul do equador. E PRECISARÍAMOS MAIS DO QUE ISSO???????

    OUTRA COISA!!!ANTES DE DEIXAREM COMETÁRIOS SEM NEXO, LEIAM A POLÍTICA NACIONAL DE DEFESA!!!!! COMO OS AMERICANOS DIZEM: GET YOUR FACTS STRAIGHT!!!

  66. Mais pé no chao, por favor!!!!!
    Os Estados Unidos são um país superior, e seu povo possui uma atitude superior, pois sempre levam em conta o bem da nação como um todo e por isso, sempre consideram uma atitude correta.

    Só de escutar os sonhadores desse fórum projetarem o Brasil como adversário, no sentido de se contrapor ao poder americano; dá pena e vontade de rir.

    NENHUM país JAMAIS irá superar a grande nação americana. Falam sobre a China? Têm idéia de como a China é um desafio aos seus próprios líderes?

    O medo de movimentos contrários ao governo central, a úlcera que o Tibet se torna, o islamismo, o equilibrismo econômico e social de alimentar centenas de milhões, tudo isso preservando uma autoridade central que tem mais medo dos chineses do que de quaisquer adversários externos.

    NÓS deveríamos nos aliar aos EUA. O Brasil é naturalmente, o melhor e mais perfeito aliado dos Estados Unidos. Rio Branco já o sabia. Ele que foi um dos maiores conquistadores de território da história da humanidade, e isto sem precisar de guerras ou armamentos poderosos. Um alinhamento Brasil-EUA muito nos beneficiaria. Vide a história do Pacto Militar Brasil-EUA.

    Os Brasileiros poderíam imitar muito do que os americanos fazem. A começar pelo exemplo de amor à pátria que eles possuem como parte de eu ser. De considerarem que existe um império da lei acima de tudo e de que NINGUÉM esta ACIMA da LEI. Poderíamos mesmo, nos beneficiar com um pouco do puritanismo americano. Claro, tudo isso sem perder a ternura jamás.

    Sou a favor de um alinhamento Brasil-Estados Unidos. Se tivéssemos caças F-18 com restrições, oras BOLAS, ainda assim seriam um dissuasória imbatível. E precisaríamos ter mais do que isso??? Com pilotos brasileiros equipados com caças F-18?? Para que precisaríamos de mais do que isso??? O Brasil não possui reinvidicações territoriais ou inimigos declarados!!!!!!! NÃO precisamos de um complexo industrial militar!!! Uma aliança BRasil-EUA deixaria o Brasil como líder regional INCONTESTÁVEL ao sul do equador. E PRECISARÍAMOS MAIS DO QUE ISSO???????

    OUTRA COISA!!!ANTES DE DEIXAREM COMETÁRIOS SEM NEXO, LEIAM A POLÍTICA NACIONAL DE DEFESA!!!!! COMO OS AMERICANOS DIZEM: GET YOUR FACTS STRAIGHT!!!

  67. LEMBRANDO MINHA CHAMADA TEMPOS ATRÁS, VOCÊS VÃO VOTAR CONSCIENTEMENTE NESTAS ELEIÇÕES??? PESQUISARAM OS CANDIDATOS?? JÁ DECIDIRAM EM QUEM VOTAR???

    E NÃO VENHAM COM A ATITUDE FROUXA DE QUE VAI VOTAR EM BRANCO OU ANULAR!!! SABEM QUE ISTO NÃO É SOLUÇÃO PRA NADA!!!!

    UM BRASIL MELHOR SE FAZ A APRTIR DO MOMENTO EM QUE VOCÊ ASSUME SUA PARCELA DE RESPONSABILIDADE, TÃO IMPORTANTE QUANTO À DOS POLÍTICOS QUE SEU VOTO ELEGEU!!!!!!!!

  68. LEMBRANDO MINHA CHAMADA TEMPOS ATRÁS, VOCÊS VÃO VOTAR CONSCIENTEMENTE NESTAS ELEIÇÕES??? PESQUISARAM OS CANDIDATOS?? JÁ DECIDIRAM EM QUEM VOTAR???

    E NÃO VENHAM COM A ATITUDE FROUXA DE QUE VAI VOTAR EM BRANCO OU ANULAR!!! SABEM QUE ISTO NÃO É SOLUÇÃO PRA NADA!!!!

    UM BRASIL MELHOR SE FAZ A APRTIR DO MOMENTO EM QUE VOCÊ ASSUME SUA PARCELA DE RESPONSABILIDADE, TÃO IMPORTANTE QUANTO À DOS POLÍTICOS QUE SEU VOTO ELEGEU!!!!!!!!

  69. Iuri,

    não sou muito chegado a misticismo, não…

    Mas uma coisa é certa, sem “ambiente” não tem como ter empresas high tec, nisso estou de pleno acordo.

    São Carlos é um pólo tecnológico dos mais importantes do país, Conheço bem a cidade, tenho parentes e amigos por lá (aliás, estive na UfSCar na semana retrasada em um congresso internacional, com pesquisadores brasileiros, espanhóis, norte-americanos e franceses). São Carlos é uma cidade e tanto, portanto, não me surpreende o que vc me disse. Eu não sabia disso, mas ali tem sempre coisas acontecendo neste sentido.

    Eu sei que o governo (via CNPq e Capes) está investindo muito na qualificação de pesquisadores brasileiros no exterior. Essa pode ser uma saída também, ou ao menos um complemento, ou parte da solução. Hoje em dia está muito mais fácil ir fazer um doutorado ou pós-doutorado no exterior. Tenho vários amigos que já foram estudar (fazer pesquisas) nos EUA, na Alemanha, na França, no Canadá, na Holanda, na Austrália etc. Eu mesmo já fiz vários trabalhos com norte-americanos e holandeses, e/ou publicados em revistas dos EUA e da Holanda…enfim…E quando esse pessoal que foi se qualificar no exterior volta, sempre trazem novidades, o que é muito bom para o país como um todo. E as empresas precisam de ter gente altamente especializada, senão a coisa não vinga. Não pense vc que vai ser com FATECs que vamos nos desenvolver, porque não vamos. Pesquisa de ponta, no Brasil, quem faz são as Universidades de ponta e quem as absorve são as empresas de ponta.

    Por exemplo, tenho um amigo de infância que já faz um tempo que é engenheiro da Embraer. Ele é formado pela USP e tem doutorado na França e é altamente competente, tendo inclusive trabalhado numa “rebimboca da parafuseta” que ele já me falou mas não entendi nada, do Super Tucano. São coisas assim que ainda me animam…

    E não tenho dúvida, seja qual for o vencedor do FX-2, a Embraer terá como absorver as novas tecnologias e desenvolvê-las, pois é uma empresa com gente altamente qualificada (isso é o que nos diferencia de muitos outros países “subdesenvolvidos”, pois já temos uma massa crítica razoável. Outros países tem mais que a gente, isso também é verdade, como uma China por exemplo…mas enfim…). Acho que até o faxineiro da Embraer já deve ter curso no exterior hoje em dia…rs.rs.rs…

    um forte abraço

  70. Iuri,

    não sou muito chegado a misticismo, não…

    Mas uma coisa é certa, sem “ambiente” não tem como ter empresas high tec, nisso estou de pleno acordo.

    São Carlos é um pólo tecnológico dos mais importantes do país, Conheço bem a cidade, tenho parentes e amigos por lá (aliás, estive na UfSCar na semana retrasada em um congresso internacional, com pesquisadores brasileiros, espanhóis, norte-americanos e franceses). São Carlos é uma cidade e tanto, portanto, não me surpreende o que vc me disse. Eu não sabia disso, mas ali tem sempre coisas acontecendo neste sentido.

    Eu sei que o governo (via CNPq e Capes) está investindo muito na qualificação de pesquisadores brasileiros no exterior. Essa pode ser uma saída também, ou ao menos um complemento, ou parte da solução. Hoje em dia está muito mais fácil ir fazer um doutorado ou pós-doutorado no exterior. Tenho vários amigos que já foram estudar (fazer pesquisas) nos EUA, na Alemanha, na França, no Canadá, na Holanda, na Austrália etc. Eu mesmo já fiz vários trabalhos com norte-americanos e holandeses, e/ou publicados em revistas dos EUA e da Holanda…enfim…E quando esse pessoal que foi se qualificar no exterior volta, sempre trazem novidades, o que é muito bom para o país como um todo. E as empresas precisam de ter gente altamente especializada, senão a coisa não vinga. Não pense vc que vai ser com FATECs que vamos nos desenvolver, porque não vamos. Pesquisa de ponta, no Brasil, quem faz são as Universidades de ponta e quem as absorve são as empresas de ponta.

    Por exemplo, tenho um amigo de infância que já faz um tempo que é engenheiro da Embraer. Ele é formado pela USP e tem doutorado na França e é altamente competente, tendo inclusive trabalhado numa “rebimboca da parafuseta” que ele já me falou mas não entendi nada, do Super Tucano. São coisas assim que ainda me animam…

    E não tenho dúvida, seja qual for o vencedor do FX-2, a Embraer terá como absorver as novas tecnologias e desenvolvê-las, pois é uma empresa com gente altamente qualificada (isso é o que nos diferencia de muitos outros países “subdesenvolvidos”, pois já temos uma massa crítica razoável. Outros países tem mais que a gente, isso também é verdade, como uma China por exemplo…mas enfim…). Acho que até o faxineiro da Embraer já deve ter curso no exterior hoje em dia…rs.rs.rs…

    um forte abraço

  71. Nunão,

    só li seu post agora…desculpa pelo “atraso” em “responder”…Sem dúvida nenhuma, isso é o que mais importa. Não adiantará nada termos Super Hornets, Rafales ou Gripens pra servir de decoração de hangares ou então pra serem usados só nos desfiles do 7 de setembro. Também ficaria feliz com qualquer um dos 3 candidatos, e tal como vc, ficaria ainda mais feliz se depois de incorporados eles estivessem operando e voando bastante, pra felicidade geral da nação, e particularmente a nossa!!!

    um forte abraço

  72. Nunão,

    só li seu post agora…desculpa pelo “atraso” em “responder”…Sem dúvida nenhuma, isso é o que mais importa. Não adiantará nada termos Super Hornets, Rafales ou Gripens pra servir de decoração de hangares ou então pra serem usados só nos desfiles do 7 de setembro. Também ficaria feliz com qualquer um dos 3 candidatos, e tal como vc, ficaria ainda mais feliz se depois de incorporados eles estivessem operando e voando bastante, pra felicidade geral da nação, e particularmente a nossa!!!

    um forte abraço

  73. Huh, a Franca negocia com o Brasil a construção de submarinos convencionais MAIS o submarino nuclear e a comunidade Poder Aéreo acha um absurdo que o Su-35 fosse eliminado do Programa F-X2 da FAB?????? (refiro-me à pesquisa acima)

    Vamos!! Achavam realmente que o Projeto FX estaria limitado às especificações técnicas da FAB???

    Realmente pensaram que não haveriam desdobramentos da oferta francesa em ceder tecnologia de construção de submarinos????

    É claro que o Rafale irá vencer!!!! Se o Brasil quiser mesmo seu submarino nuclear, este será o escolhido!!

    A aquisição dos Mirage (lembram?) não foi nenhuma compra de oportunidade!!!! Isto já sinalizava o que os franceses queriam ao concordar em participar do sonho brasileiro do submarino nuclear: Eles se tornarão os principais fornecedores de tecnologia e material bélico do Brasil.

    Quase sem alarde e muito calmamente, os franceses constróem uma parceria militar potencialmente MUITO mais rica e próspera do que os russos jamais conseguirão com a Venezuela.

    A aquisição mesma do Nae São Paulo não lhes diz nada??

    Não se trata do caça melhor, se trata de algo MUITO mais significativo: Uma parceria estratégica de longo prazo onde a França torna-se fornecedor e o Brasil consumidor.

    E os desdobramentos mal começaram a aparecer. No futuro, aquisições de equipamento militar serão sempre condicionados por esta parceria e os franceses terão sempre garantida ao menos sua participação.

    Enquanto isso, o Projeto FX não passa de uma encenação muito bem feita, para disfarçar uma escolha há muito já decidida…

  74. Huh, a Franca negocia com o Brasil a construção de submarinos convencionais MAIS o submarino nuclear e a comunidade Poder Aéreo acha um absurdo que o Su-35 fosse eliminado do Programa F-X2 da FAB?????? (refiro-me à pesquisa acima)

    Vamos!! Achavam realmente que o Projeto FX estaria limitado às especificações técnicas da FAB???

    Realmente pensaram que não haveriam desdobramentos da oferta francesa em ceder tecnologia de construção de submarinos????

    É claro que o Rafale irá vencer!!!! Se o Brasil quiser mesmo seu submarino nuclear, este será o escolhido!!

    A aquisição dos Mirage (lembram?) não foi nenhuma compra de oportunidade!!!! Isto já sinalizava o que os franceses queriam ao concordar em participar do sonho brasileiro do submarino nuclear: Eles se tornarão os principais fornecedores de tecnologia e material bélico do Brasil.

    Quase sem alarde e muito calmamente, os franceses constróem uma parceria militar potencialmente MUITO mais rica e próspera do que os russos jamais conseguirão com a Venezuela.

    A aquisição mesma do Nae São Paulo não lhes diz nada??

    Não se trata do caça melhor, se trata de algo MUITO mais significativo: Uma parceria estratégica de longo prazo onde a França torna-se fornecedor e o Brasil consumidor.

    E os desdobramentos mal começaram a aparecer. No futuro, aquisições de equipamento militar serão sempre condicionados por esta parceria e os franceses terão sempre garantida ao menos sua participação.

    Enquanto isso, o Projeto FX não passa de uma encenação muito bem feita, para disfarçar uma escolha há muito já decidida…

  75. O caça Rafale é como uma jóia francesa, você compra uma ou duas, o Brasil deve ter acesso a esse caça para o fim de engenharia reversa e pronto! Que compre 12 como tem feito a séculos da França e agrade o presidente francês. Não se acredite em tranferencia de tecnologia pelos franceses, não há histórico que comprove isso. Foi bem lembrado que a Helibras só monta helicópteros franceses aqui nada mais, tudo é feito lá na França. É isso que nós queremos? Os políticos são iludidos pelas conversas regadas a champagne e caviar. É o mesmo que jogar no lixo a tecnologia transferida pelos alemães para a construção de submarinos. Deveriamos continuar a construir a nova versão do submarino alemão, atualizando a técnica e tecnologia envolvida e não simplesmente cessar tudo o que foi feito para abraçar unicamente a proposta dos franceses, que é duvidosa.

  76. O caça Rafale é como uma jóia francesa, você compra uma ou duas, o Brasil deve ter acesso a esse caça para o fim de engenharia reversa e pronto! Que compre 12 como tem feito a séculos da França e agrade o presidente francês. Não se acredite em tranferencia de tecnologia pelos franceses, não há histórico que comprove isso. Foi bem lembrado que a Helibras só monta helicópteros franceses aqui nada mais, tudo é feito lá na França. É isso que nós queremos? Os políticos são iludidos pelas conversas regadas a champagne e caviar. É o mesmo que jogar no lixo a tecnologia transferida pelos alemães para a construção de submarinos. Deveriamos continuar a construir a nova versão do submarino alemão, atualizando a técnica e tecnologia envolvida e não simplesmente cessar tudo o que foi feito para abraçar unicamente a proposta dos franceses, que é duvidosa.

  77. Boa tarde amigos, vamos a algumas considerações acerca deste desenrolar de negociações.
    01- Quando da LAAD 2005, o caça ofertado na época pela Embraer/Dassault era o Mirage 2000BR, mas corria nos bastidores que este não levaria pois era concenso dentro dos pavilhões que o escolhido seria o Rafale-F-3(este com radar aesa, suite completa e novo motor com empuxo elevado, proporcionando super-cruise inclusive, segundo testes algo em torno de Mach 1,15 a 1,2), quando da LAAD 2007 a Dassault fez questão de colocar em exposição 03 gerações de caças com as marcas da FAB(Mirage IIIE, Mirage 2000C e Rafale F-3), sem contar que não devemos nos esquecer de quanto a aproximação dos governos Gauleses para com o Brasil(o anterior e este), outro detalhe o que o governo atual procura é uma participação na politica internacional bem parecida com que a França pratica(alinhamento com os EUA mas não subordinado ao mesmo como a GB), por isso creio que a menção e participação do F-18E/F no segundo round do FX-2 é apenas uma sinalização do governo atual para com os EUA dizendo teremos nossa autonomia em parte, mas continuaremos dentro de sua area de influencias(como a França).
    Quanto a informações a respeito de custos operacionais, isto são dados vagos por alguns motivos básicos:
    01 O Rafale agora que está entrando realmente em modo operacional e em sua versão definitiva, tendo isto como paramentros podemos analisar que os custos operacionais até agora dizem respeito a sua integração e geração doutrinaria na força, onde se gasta muito mais.
    02 F-18E/F tem um custo atual subsidiado pelos combates atuais, não tendo referencia pratica para isto.
    03 Gripen NG. não existe ainda.

  78. Boa tarde amigos, vamos a algumas considerações acerca deste desenrolar de negociações.
    01- Quando da LAAD 2005, o caça ofertado na época pela Embraer/Dassault era o Mirage 2000BR, mas corria nos bastidores que este não levaria pois era concenso dentro dos pavilhões que o escolhido seria o Rafale-F-3(este com radar aesa, suite completa e novo motor com empuxo elevado, proporcionando super-cruise inclusive, segundo testes algo em torno de Mach 1,15 a 1,2), quando da LAAD 2007 a Dassault fez questão de colocar em exposição 03 gerações de caças com as marcas da FAB(Mirage IIIE, Mirage 2000C e Rafale F-3), sem contar que não devemos nos esquecer de quanto a aproximação dos governos Gauleses para com o Brasil(o anterior e este), outro detalhe o que o governo atual procura é uma participação na politica internacional bem parecida com que a França pratica(alinhamento com os EUA mas não subordinado ao mesmo como a GB), por isso creio que a menção e participação do F-18E/F no segundo round do FX-2 é apenas uma sinalização do governo atual para com os EUA dizendo teremos nossa autonomia em parte, mas continuaremos dentro de sua area de influencias(como a França).
    Quanto a informações a respeito de custos operacionais, isto são dados vagos por alguns motivos básicos:
    01 O Rafale agora que está entrando realmente em modo operacional e em sua versão definitiva, tendo isto como paramentros podemos analisar que os custos operacionais até agora dizem respeito a sua integração e geração doutrinaria na força, onde se gasta muito mais.
    02 F-18E/F tem um custo atual subsidiado pelos combates atuais, não tendo referencia pratica para isto.
    03 Gripen NG. não existe ainda.

  79. Peço licença aos amigos para contar uma História. Que até agora está sem conclusão. Nos anos de 1975/76 eu era repórter aqui em Curitiba. Conheci e entrevistei na ocasião o presidente da estatal Embraer, sr. Osiris Silva. Na época a jóia da coroa da empresa era o Bandeirante. Ele revelou que já estavam em estudos o Tucano e o AMX. Ou um deles. Não lembro mais. Mas a grande notícia que ele deu foi que estava sendo cogitado o desenvolvimento de um supersônico. Eu até brinquei com ele perguntando se isso se concretizaria antes de uns 50 anos. Respondeu com outra pergunta:
    “Esse não é um País que vai pra frente?”
    Para quem não sabe, essa frase era parte da letra de uma música ufanista da época e que tinha virado um dos slogans do País.
    Pois bem. 32, 33 anos depois, cadê o supersônico? Uma dúvida sempre me acompanhou desde então. Esse “projeto” era uma política de governo? Era um plano da Embraer? Ou apenas um sonho do dr. Osíris?

  80. Peço licença aos amigos para contar uma História. Que até agora está sem conclusão. Nos anos de 1975/76 eu era repórter aqui em Curitiba. Conheci e entrevistei na ocasião o presidente da estatal Embraer, sr. Osiris Silva. Na época a jóia da coroa da empresa era o Bandeirante. Ele revelou que já estavam em estudos o Tucano e o AMX. Ou um deles. Não lembro mais. Mas a grande notícia que ele deu foi que estava sendo cogitado o desenvolvimento de um supersônico. Eu até brinquei com ele perguntando se isso se concretizaria antes de uns 50 anos. Respondeu com outra pergunta:
    “Esse não é um País que vai pra frente?”
    Para quem não sabe, essa frase era parte da letra de uma música ufanista da época e que tinha virado um dos slogans do País.
    Pois bem. 32, 33 anos depois, cadê o supersônico? Uma dúvida sempre me acompanhou desde então. Esse “projeto” era uma política de governo? Era um plano da Embraer? Ou apenas um sonho do dr. Osíris?

  81. Gostaria de salientar que sou fã de tecnologia russa, que o SU 35BM seria mas do que um sonho realizado na FAB, mas infelizmente por motivos técnicos ou político, econômicos, isso não será possível!

    Mas como sabemos que no Brasil “nada se faz tudo se copia” essa transferência de tecnologia acho que é desnecessária pois só vamos copiar mas uma vez, pára não ter tempo abiu de ser usado, e se for vender com a benção internacional seja americana ou não pq mesmo russa acreditem ela terá que vir certamente quando não for de interesse do fornecendo que certo comprado tenha determinada tecnologia cito um ex.: China /Paquistão; então temos que ser realista e entender que somos “colônia” do mundo globalizado.

    Este processo de modernização da defesa nos libertara da dependência tecnológica Americana, para a dependência Francesa, pq muda? Sei que posso estar sendo duro mas é realidade.
    E sendo realista é que a FAB teve que tomar tal decisão, na qual ela tenta fazer o milagre de agradar Grego e humanos e isso é uma façanha em uma colônia globalizada.
    Neste cenário creio que qualquer um dos três será de bom grado, gostaria que a FAB adquirisse o fantástico SU 35BM para superioridade aérea, o JAS 39NG com substituto do A 1M e F 5BR, e que o Rafael fosse o caça de defesa de frota na marinha; mas sabemos que isto é um sonho patriótico, porque nossa realidade financeira é outra!
    Hoje torço como brasileiro no futebol, pelo JAS 39NG simplesmente por ter o com custo operacional mais baixo a doutrina para qual foi projetado se encaixando nas necessidades da FAB, salientando que tanto o caça Francês e o Americano tem a vantagem de atuar embarcados, mas o custo operacional e relativamente mas caro.

    Mas creio que F-18 E/F Super Hornet pode surpreender pelos mesmos fatores que deixarão o SU 35BM de fora do FX2.

    BRASIL

  82. Gostaria de salientar que sou fã de tecnologia russa, que o SU 35BM seria mas do que um sonho realizado na FAB, mas infelizmente por motivos técnicos ou político, econômicos, isso não será possível!

    Mas como sabemos que no Brasil “nada se faz tudo se copia” essa transferência de tecnologia acho que é desnecessária pois só vamos copiar mas uma vez, pára não ter tempo abiu de ser usado, e se for vender com a benção internacional seja americana ou não pq mesmo russa acreditem ela terá que vir certamente quando não for de interesse do fornecendo que certo comprado tenha determinada tecnologia cito um ex.: China /Paquistão; então temos que ser realista e entender que somos “colônia” do mundo globalizado.

    Este processo de modernização da defesa nos libertara da dependência tecnológica Americana, para a dependência Francesa, pq muda? Sei que posso estar sendo duro mas é realidade.
    E sendo realista é que a FAB teve que tomar tal decisão, na qual ela tenta fazer o milagre de agradar Grego e humanos e isso é uma façanha em uma colônia globalizada.
    Neste cenário creio que qualquer um dos três será de bom grado, gostaria que a FAB adquirisse o fantástico SU 35BM para superioridade aérea, o JAS 39NG com substituto do A 1M e F 5BR, e que o Rafael fosse o caça de defesa de frota na marinha; mas sabemos que isto é um sonho patriótico, porque nossa realidade financeira é outra!
    Hoje torço como brasileiro no futebol, pelo JAS 39NG simplesmente por ter o com custo operacional mais baixo a doutrina para qual foi projetado se encaixando nas necessidades da FAB, salientando que tanto o caça Francês e o Americano tem a vantagem de atuar embarcados, mas o custo operacional e relativamente mas caro.

    Mas creio que F-18 E/F Super Hornet pode surpreender pelos mesmos fatores que deixarão o SU 35BM de fora do FX2.

    BRASIL

  83. Luiz Carlos Azedo [ Correio Braziliense ]

    “A cúpula da Força Aérea Brasileira bateu o martelo: a preferência é pelo caça francês Dassault-Rafale, em operações no Afeganistão, para reaparelhamento da Força. Serão 36 novos aviões a serem adquiridos por R$ 2 bilhões. A pré-seleção dos caças F-18E/F (norte-americano) e Gripen NG (sueco) foi mera formalidade para excluir o russo Sukhoi 35, considerado o melhor do mundo, e com isso agradar aos Estados Unidos. A geopolítica falou mais alto”.

  84. Luiz Carlos Azedo [ Correio Braziliense ]

    “A cúpula da Força Aérea Brasileira bateu o martelo: a preferência é pelo caça francês Dassault-Rafale, em operações no Afeganistão, para reaparelhamento da Força. Serão 36 novos aviões a serem adquiridos por R$ 2 bilhões. A pré-seleção dos caças F-18E/F (norte-americano) e Gripen NG (sueco) foi mera formalidade para excluir o russo Sukhoi 35, considerado o melhor do mundo, e com isso agradar aos Estados Unidos. A geopolítica falou mais alto”.

  85. Pois é Galante e Konner, pode até dar Rafale no final do processo, mas desde que vi essa nota do Correio Braziliense hoje de manhã achei-a no mínimo estranha.

    Se alguém escreve com todas as letras, denotando a exatidão de um fato, que “…bateu o martelo”, ou seja, algo definitivo, e resolve também colocar o valor do negócio, deveria também dar a mesma atenção para com a detalhes como um valor de 2 bilhões…de reais!

  86. Pois é Galante e Konner, pode até dar Rafale no final do processo, mas desde que vi essa nota do Correio Braziliense hoje de manhã achei-a no mínimo estranha.

    Se alguém escreve com todas as letras, denotando a exatidão de um fato, que “…bateu o martelo”, ou seja, algo definitivo, e resolve também colocar o valor do negócio, deveria também dar a mesma atenção para com a detalhes como um valor de 2 bilhões…de reais!

  87. Resposta a Mais pé no chao, por favor!!!!! em 05 out, 2008 às 2:28

    caro amigo
    Sua declaração tem tantos absurdos que nem merecia ser respondida,

    Quanto a “NÃO precisamos de um complexo industrial militar”, graças a Deus não é esse o pensamento do Governo ; isso pode ser feito de uma maneira inteligente através de parcerias, como fez e.g. a Embraer nos aviões de vigilância com a Ericsson e a Raytheon.
    Hoje a Embraer tem o controle dessa tecnologia de alerta aéreo, coisa que poucos países (poucos mesmo!) possuem.

    Querido! Com Complexo de ViraLatas nunca chegaremos a lugar nenhum!

    Abs
    Iuri

  88. Resposta a Mais pé no chao, por favor!!!!! em 05 out, 2008 às 2:28

    caro amigo
    Sua declaração tem tantos absurdos que nem merecia ser respondida,

    Quanto a “NÃO precisamos de um complexo industrial militar”, graças a Deus não é esse o pensamento do Governo ; isso pode ser feito de uma maneira inteligente através de parcerias, como fez e.g. a Embraer nos aviões de vigilância com a Ericsson e a Raytheon.
    Hoje a Embraer tem o controle dessa tecnologia de alerta aéreo, coisa que poucos países (poucos mesmo!) possuem.

    Querido! Com Complexo de ViraLatas nunca chegaremos a lugar nenhum!

    Abs
    Iuri

  89. [” Galante em 05 out, 2008 às 22:12 “]

    Galante,

    — Concordo.

    Contudo, temos de admitir que falta muita informação sobre os pormenores deste acordo estratégico Brasil/França.

    Sem dúvida, hoje noto que é muito mais profundo do que eu imagináva e tudo indíca será muito mais amplo e duradouro.

    Tudo indica que, em termos de política internacional o Brasil já escolheu com quem alinhar-se.

    Está claro que vivemos um momento de reacomodação estratégica em termos de politica entre nações.

    A postura do Governo do Brasil marca posição firme como defensor do conceito ocidental de política, ou seja, o descarte do aparelho Su-35 BM [ Tem sim, forte conteúdo político ] somado a forte aproximação com a Europa Ocidental via tantos acordos militares com a França, expressa isto de forma evidente para o mundo, mas também para os EUA.

    Não seria demasiado imaginar que esta demonstração em prol do Ocidente venha render ao Brasil simpatias demonstrada até por facilidades e privilégios em contratos de venda de equipamento militar. [ E a França tem grande necessidade de fechar um contrato de venda do Rafale ]

    Olhando por esta ótica rica em conteúdo representativo o aparelho descartado era o ideal, [ quando máquina ], mas sendo os finalistas um grande salto para FAB [ quando máquinas ], nada mais natural que a escolha do gaulês.

  90. [” Galante em 05 out, 2008 às 22:12 “]

    Galante,

    — Concordo.

    Contudo, temos de admitir que falta muita informação sobre os pormenores deste acordo estratégico Brasil/França.

    Sem dúvida, hoje noto que é muito mais profundo do que eu imagináva e tudo indíca será muito mais amplo e duradouro.

    Tudo indica que, em termos de política internacional o Brasil já escolheu com quem alinhar-se.

    Está claro que vivemos um momento de reacomodação estratégica em termos de politica entre nações.

    A postura do Governo do Brasil marca posição firme como defensor do conceito ocidental de política, ou seja, o descarte do aparelho Su-35 BM [ Tem sim, forte conteúdo político ] somado a forte aproximação com a Europa Ocidental via tantos acordos militares com a França, expressa isto de forma evidente para o mundo, mas também para os EUA.

    Não seria demasiado imaginar que esta demonstração em prol do Ocidente venha render ao Brasil simpatias demonstrada até por facilidades e privilégios em contratos de venda de equipamento militar. [ E a França tem grande necessidade de fechar um contrato de venda do Rafale ]

    Olhando por esta ótica rica em conteúdo representativo o aparelho descartado era o ideal, [ quando máquina ], mas sendo os finalistas um grande salto para FAB [ quando máquinas ], nada mais natural que a escolha do gaulês.

  91. Olha, acho que o SU 35 é um canto da sereia.
    Alguem aqui pode informar qual o nivel de atividade dos 12 avioes que estão operando na força aérea russa?
    Tudo que se viu ou se falou sobre esse avião é com base em videos de demonstração em feiras aeronauticas e listas tecnicas emitidas pelo fabricante. E só.
    Rafale e Gripen já têm um pequeno histórico operacional nas FA de seus respectivos paises.
    E o F 18, bem, esse tem dezenas de milhares de horas de voo, com atestada capacidade de combate na US Navy.

  92. Olha, acho que o SU 35 é um canto da sereia.
    Alguem aqui pode informar qual o nivel de atividade dos 12 avioes que estão operando na força aérea russa?
    Tudo que se viu ou se falou sobre esse avião é com base em videos de demonstração em feiras aeronauticas e listas tecnicas emitidas pelo fabricante. E só.
    Rafale e Gripen já têm um pequeno histórico operacional nas FA de seus respectivos paises.
    E o F 18, bem, esse tem dezenas de milhares de horas de voo, com atestada capacidade de combate na US Navy.

  93. Sobre [Iuri Korolev em 06 out, 2008 às 1:06]

    Caro Yuri

    Ainda defendo e acredito em minhas colocações. Se você puder dispor ponto por ponto quais os absurdos no que escrevi, e colocar uma justificativa razoável de porque são absurdos; então você poderá me convencer. Enquanto isso, mantenho minha opinião!

    Sds

  94. Sobre [Iuri Korolev em 06 out, 2008 às 1:06]

    Caro Yuri

    Ainda defendo e acredito em minhas colocações. Se você puder dispor ponto por ponto quais os absurdos no que escrevi, e colocar uma justificativa razoável de porque são absurdos; então você poderá me convencer. Enquanto isso, mantenho minha opinião!

    Sds

  95. Concordo com o comentário do Douglas. Parece que a maré boa que têm ajudado o Brasil chegou ao fim. No final das contas, é como os americanos dizem: “It´s the ECONOMY, Stupid!”

    Esperem para ver previsões sendo reajustadas e orçamentos cortados. Com a crise no crédito, parcerias que dependem de investimentos e captação de recursos no exterior terão de ser consultadas de novo e de novo.

  96. Concordo com o comentário do Douglas. Parece que a maré boa que têm ajudado o Brasil chegou ao fim. No final das contas, é como os americanos dizem: “It´s the ECONOMY, Stupid!”

    Esperem para ver previsões sendo reajustadas e orçamentos cortados. Com a crise no crédito, parcerias que dependem de investimentos e captação de recursos no exterior terão de ser consultadas de novo e de novo.

  97. Senhores
    O Rafale me lembra as locomotivas Gelsa’s que a RFFSA comprou na década de 50. Estas eram tidas como as mais avançadas locomotivas a vapor existentes no mundo, eram modernas e tinham todos os recursos necessários. A corrente da época, dizia que o Brasil não estava pronto para locomotivas diesel em seu sertão, então, decidiram comprar 90 das locomotivas Gelsa. Elas chegaram imponentes, lindas e portentososas. Impressionavam por onde passavam, contudo, 01 mês após entrarem em operação, descubriu-se os problemas:
    – Baixa capacidade de tração para o peso da locomotiva,
    – Manutenção com idéias francesas (nossas oficinas somente operavam locomotivas americanas, básicas e com manutenção no estilo “Fusca”),
    – não cumpriam os raios de curva pre-definidos em projeto;
    – Consumo elevado de carvão/lenha.
    Sabe o que aconteceu com elas? Elas foram sucateadas antes de completarem 10 anos de vida. As que sobreviveram foram para bolívia. Só para terem uma idéia, uma Baldwing americana, tinha vida média em uma ferrovia brasileira de 40 anos!
    Será que o Rafale será a Gelsa da aviação?
    At
    J Mitchel

  98. Senhores
    O Rafale me lembra as locomotivas Gelsa’s que a RFFSA comprou na década de 50. Estas eram tidas como as mais avançadas locomotivas a vapor existentes no mundo, eram modernas e tinham todos os recursos necessários. A corrente da época, dizia que o Brasil não estava pronto para locomotivas diesel em seu sertão, então, decidiram comprar 90 das locomotivas Gelsa. Elas chegaram imponentes, lindas e portentososas. Impressionavam por onde passavam, contudo, 01 mês após entrarem em operação, descubriu-se os problemas:
    – Baixa capacidade de tração para o peso da locomotiva,
    – Manutenção com idéias francesas (nossas oficinas somente operavam locomotivas americanas, básicas e com manutenção no estilo “Fusca”),
    – não cumpriam os raios de curva pre-definidos em projeto;
    – Consumo elevado de carvão/lenha.
    Sabe o que aconteceu com elas? Elas foram sucateadas antes de completarem 10 anos de vida. As que sobreviveram foram para bolívia. Só para terem uma idéia, uma Baldwing americana, tinha vida média em uma ferrovia brasileira de 40 anos!
    Será que o Rafale será a Gelsa da aviação?
    At
    J Mitchel

  99. Ao falar da Rev Força Aerea, não me referi a propaganda, e sim aos textos. A última grande reportagem do FX meses atras era abertamente favorável a escolha do rafale (projeto “robusto etc etc) quando comentaram o SU 35, dizzeram que um caça desses tomaria um BVR na fuça antes de poder reagir…. essa foi demais pra mim. qwuando comentaram o F 18 quiseram dar ares de aviao sem condição de desenvolvimento futuro real,oriundo de projeto antigo…etc etc… e por ai vai
    Acho que vai dar rafale mesmo… mas com essa crise de crédito a FAB (diga-se união federal) vai ter dificuldade de financiamento e por conseguinte de estruturar off sets etc. (vejo que a economia industrial mundial vai bem, mas vai frear expansão por falta de credito aqui e no mundo).
    Ajustes ajustes. vieram em hora ruim… essa é a primeira crise economica mundial do governo lulla. vamos ver como será a gerencia disso.

  100. Ao falar da Rev Força Aerea, não me referi a propaganda, e sim aos textos. A última grande reportagem do FX meses atras era abertamente favorável a escolha do rafale (projeto “robusto etc etc) quando comentaram o SU 35, dizzeram que um caça desses tomaria um BVR na fuça antes de poder reagir…. essa foi demais pra mim. qwuando comentaram o F 18 quiseram dar ares de aviao sem condição de desenvolvimento futuro real,oriundo de projeto antigo…etc etc… e por ai vai
    Acho que vai dar rafale mesmo… mas com essa crise de crédito a FAB (diga-se união federal) vai ter dificuldade de financiamento e por conseguinte de estruturar off sets etc. (vejo que a economia industrial mundial vai bem, mas vai frear expansão por falta de credito aqui e no mundo).
    Ajustes ajustes. vieram em hora ruim… essa é a primeira crise economica mundial do governo lulla. vamos ver como será a gerencia disso.

  101. Caro Mauro, faço minhas as suas palavras, aproveitando para lhe dizer que de novo está a perder seu precioso tempo discutindo com “técnicos especialista de revista de banca da esquina com matérial mau redigido”, tem pessoas que nasceram para serem bigornas, outros martelos, e os piores são os que nasceram para serem pregos.
    Quanto a algumas questões a respeito do Rafale, Esquilo e etc vamos lá.
    Rafale e sua capacidade projetada de super-cruise: Consta do projeto da versão F-3 um motor de nova versão acrescido de algo em torno de 20% de empuxo seco, onde o mesmo proporcionará uma corrida em super cruise próximo de mach 1,2, inclusive obrigando a entradas de alimentação dos mesmos maiores, este novo motor está sendo testado ao limite em suas bancadas de corrida.
    Radar AESA: É de conehecimento de qualquer que procure que a Thales está desenvolvendo o mesmo para o Rafale, assim como está auxiliando a SAAB/Ericsson no Aesa do Gripen. Só não o fazendo antes por indisponibilidade temporaria de recursos(ai que nós entramos auxiliando com os nossos doletas da compra).
    Alcance com armamentos full: Está definido e já em processo de aceitação os CFT do mesmo para serem entegrados ao F-3.
    Quanto a Lobby: Vivemos em um pais capitalista. Por isso nada mais natural que setores interessados a vender($$$$$$$$$) algo venha a pagar por matérias e markenting em midias especificas(não que seja verdadeira que foi publicada matérias pagas em revistas).
    Curiosidade Naval(sei que deveria colocar no blog naval mas tem a ver com o assunto): Quando dos testes de compatibilização do Rafale no Foch, o mesmo lançado e recuperado com a seguinte configuração: 75% do combustivel total, 04 MAA BVR(Mica), 02 MAA WVR Magic II e dotação full do Giat 30mmm, na recuperação o mesmo tinha mais de 30% do combustivel ainda e com todas as armas nos pilones, sendo operado com margens de segurança totais, pois diferentemente do Charles De’Gaulle que só faz 27Knots o nosso Opalão faz 30 a 32 Knots e tem um convôo mais longo do que seu parceiro nuclear, só perdendo para o mesmo no quesito comprimento de trilha das lançadeiras(50 contra 75 Mts). Neste caso esta configuração não seria por demais util para a MB, onde o mesmo faria o papel de CDF?
    Esquilo: A HELIBRÁS FOI MONTADA E CONSTRUIDA DESDE O PRINCIPIO, LÁ NA ASSINATURA DOS CONTRATOS PARA UNICA E EXCLUSIVAMENTE MONTAR, DISSE MONTAR OS MESMOS E APOIA-LOS EM SUA VIDA UTIL AQUI, TENDO POSTERIORMENTE A INCUBENCIA DE MONTAR OS DAUPHIN/PANTHER TAMBÉM, ONDE FOI FEITA A NACIONALIZAÇÃO DE ALGUNS PEQUENOS COMPONENTES. DEVEMOS NOS ATER QUE QUANDO EXISTE NO CONTRATO CLAUSULAS DE TRANSFERENCIA DE TECNOLOGIAS AS MESMAS DEVEM SER COMPRIDAS OU O CONTRATO É REESCINDIDO COM PREJUIZOS PARA A PARTE NÃO CUMPRIDORA. AGORA O PRÓXIMO QUE CRITICAR A HELIBRAS POR NÃO FABRICAR O ESQUILO EM SUA TOTALIDADE QUE O FAÇA DIRETO A EUROCOPTER E NÃO MAIS AQUI, POR FAVOR.
    No mais um grande abraço a todos.

  102. Caro Mauro, faço minhas as suas palavras, aproveitando para lhe dizer que de novo está a perder seu precioso tempo discutindo com “técnicos especialista de revista de banca da esquina com matérial mau redigido”, tem pessoas que nasceram para serem bigornas, outros martelos, e os piores são os que nasceram para serem pregos.
    Quanto a algumas questões a respeito do Rafale, Esquilo e etc vamos lá.
    Rafale e sua capacidade projetada de super-cruise: Consta do projeto da versão F-3 um motor de nova versão acrescido de algo em torno de 20% de empuxo seco, onde o mesmo proporcionará uma corrida em super cruise próximo de mach 1,2, inclusive obrigando a entradas de alimentação dos mesmos maiores, este novo motor está sendo testado ao limite em suas bancadas de corrida.
    Radar AESA: É de conehecimento de qualquer que procure que a Thales está desenvolvendo o mesmo para o Rafale, assim como está auxiliando a SAAB/Ericsson no Aesa do Gripen. Só não o fazendo antes por indisponibilidade temporaria de recursos(ai que nós entramos auxiliando com os nossos doletas da compra).
    Alcance com armamentos full: Está definido e já em processo de aceitação os CFT do mesmo para serem entegrados ao F-3.
    Quanto a Lobby: Vivemos em um pais capitalista. Por isso nada mais natural que setores interessados a vender($$$$$$$$$) algo venha a pagar por matérias e markenting em midias especificas(não que seja verdadeira que foi publicada matérias pagas em revistas).
    Curiosidade Naval(sei que deveria colocar no blog naval mas tem a ver com o assunto): Quando dos testes de compatibilização do Rafale no Foch, o mesmo lançado e recuperado com a seguinte configuração: 75% do combustivel total, 04 MAA BVR(Mica), 02 MAA WVR Magic II e dotação full do Giat 30mmm, na recuperação o mesmo tinha mais de 30% do combustivel ainda e com todas as armas nos pilones, sendo operado com margens de segurança totais, pois diferentemente do Charles De’Gaulle que só faz 27Knots o nosso Opalão faz 30 a 32 Knots e tem um convôo mais longo do que seu parceiro nuclear, só perdendo para o mesmo no quesito comprimento de trilha das lançadeiras(50 contra 75 Mts). Neste caso esta configuração não seria por demais util para a MB, onde o mesmo faria o papel de CDF?
    Esquilo: A HELIBRÁS FOI MONTADA E CONSTRUIDA DESDE O PRINCIPIO, LÁ NA ASSINATURA DOS CONTRATOS PARA UNICA E EXCLUSIVAMENTE MONTAR, DISSE MONTAR OS MESMOS E APOIA-LOS EM SUA VIDA UTIL AQUI, TENDO POSTERIORMENTE A INCUBENCIA DE MONTAR OS DAUPHIN/PANTHER TAMBÉM, ONDE FOI FEITA A NACIONALIZAÇÃO DE ALGUNS PEQUENOS COMPONENTES. DEVEMOS NOS ATER QUE QUANDO EXISTE NO CONTRATO CLAUSULAS DE TRANSFERENCIA DE TECNOLOGIAS AS MESMAS DEVEM SER COMPRIDAS OU O CONTRATO É REESCINDIDO COM PREJUIZOS PARA A PARTE NÃO CUMPRIDORA. AGORA O PRÓXIMO QUE CRITICAR A HELIBRAS POR NÃO FABRICAR O ESQUILO EM SUA TOTALIDADE QUE O FAÇA DIRETO A EUROCOPTER E NÃO MAIS AQUI, POR FAVOR.
    No mais um grande abraço a todos.

  103. Os comentários do mauro sobre o F 35 etc, só fazem sentido pra quem é anti americano. Isso é muito comum aqui. Perdemos sim o bonde da historia quando a embraer naõ teve interesse do governo pra entrar no projeto. Prefiro altissima capacidade de superioridade aérea com o F 35 e seus códigos, ainda que não tivesses o projeto inteiro do aviao na mão do que um caça frances encalhado (se é que vão dar o pulo do gato por completo…. duvido). e abertura de tec vai de acordo com o comprometimento financeiro do projeto. É uma questão de quem coloca o dinheiro tem mais privilégio. Simples, racional e lógico.
    Sobre os sonhos de dominarmos por completo tec. e fazermos nós mesmo um avião daqui a anos, é meio sem nexo, prmeiro porque não vivemos em beligerancia que autorize um gasto desses, segundo porque é mau negócio pra naçaõ. e a frança é o maior exemplo com sua mania de se isolar. O Rafale é um mico assim como é o Nae CG para a nação francesa, o primeiro custou os tubos e passados 30 anos ainda está em processo de “integração” na força nao tendo vendido em lugar nenhum. se o escolhermos fico imaginando os custos de manutenção e sobressalentes daqui a 15 anos para a FAB, com ou sem tec. transferida vai sair uma nota preta fabricar a reposição. e do Nae frances, bem esse que é novo vive cheio de problemas… igaul ao antigo, que nós compramos.

  104. Os comentários do mauro sobre o F 35 etc, só fazem sentido pra quem é anti americano. Isso é muito comum aqui. Perdemos sim o bonde da historia quando a embraer naõ teve interesse do governo pra entrar no projeto. Prefiro altissima capacidade de superioridade aérea com o F 35 e seus códigos, ainda que não tivesses o projeto inteiro do aviao na mão do que um caça frances encalhado (se é que vão dar o pulo do gato por completo…. duvido). e abertura de tec vai de acordo com o comprometimento financeiro do projeto. É uma questão de quem coloca o dinheiro tem mais privilégio. Simples, racional e lógico.
    Sobre os sonhos de dominarmos por completo tec. e fazermos nós mesmo um avião daqui a anos, é meio sem nexo, prmeiro porque não vivemos em beligerancia que autorize um gasto desses, segundo porque é mau negócio pra naçaõ. e a frança é o maior exemplo com sua mania de se isolar. O Rafale é um mico assim como é o Nae CG para a nação francesa, o primeiro custou os tubos e passados 30 anos ainda está em processo de “integração” na força nao tendo vendido em lugar nenhum. se o escolhermos fico imaginando os custos de manutenção e sobressalentes daqui a 15 anos para a FAB, com ou sem tec. transferida vai sair uma nota preta fabricar a reposição. e do Nae frances, bem esse que é novo vive cheio de problemas… igaul ao antigo, que nós compramos.

  105. C Queiroz.
    Duvido que vão transferir totalmwente tec do EC 725, mesmo sendo helo desegunda linha da Eurocopter, para o Brasil.
    O proprio presidente da Eurocopter disse que planeja chegar a 40/50% de peças por aqui.. OK Igual ao Esquilo.
    Helibras é misto de estatal com filial de industria europeia nunca irá muito longe nessa condição em um mercado onde eficiencia, autonomia gerencial e inovação é a palavra de ordem.
    Sobre o Rafale a opinião da revista é visivelmente pró frança.
    sobre integraçaõ e desenvolvimento.. vem cá esse aviao ja voava em 1986 com projeto da decada de 70…. me poupa desses prazos franceses absurdos, levam 20 anos pra colocar o avião em operação e querem passar o projeto como novo. A versão multi função agora é que tá voando (F3) Os franceses se atolaram nesse projeto e querem repartir um pouco do preju.
    Vai ganhar ta na cara. Mas acho ruim.
    Abraço

  106. C Queiroz.
    Duvido que vão transferir totalmwente tec do EC 725, mesmo sendo helo desegunda linha da Eurocopter, para o Brasil.
    O proprio presidente da Eurocopter disse que planeja chegar a 40/50% de peças por aqui.. OK Igual ao Esquilo.
    Helibras é misto de estatal com filial de industria europeia nunca irá muito longe nessa condição em um mercado onde eficiencia, autonomia gerencial e inovação é a palavra de ordem.
    Sobre o Rafale a opinião da revista é visivelmente pró frança.
    sobre integraçaõ e desenvolvimento.. vem cá esse aviao ja voava em 1986 com projeto da decada de 70…. me poupa desses prazos franceses absurdos, levam 20 anos pra colocar o avião em operação e querem passar o projeto como novo. A versão multi função agora é que tá voando (F3) Os franceses se atolaram nesse projeto e querem repartir um pouco do preju.
    Vai ganhar ta na cara. Mas acho ruim.
    Abraço

  107. Acredito que pode ser perfeitamente possível sim um acordo de transferência de tecnologia para construção de aeronaves. Vide o exemplo japonês, que fabrica seus próprios F-15 pela divisão de aeronaves da Mitsubishi. Antes disso era o Phanton F-4, um modelo que já entrou para a hisória da aviação como um dos melhores caças da história.

    Assim, a questão não é só o quanto de qualquer tecnologia a ser transferida, será de fato transferida; mas sim O QUE o país que cede a tecnologia tem a ganhar.

    Vamos ver, se eu represento os intereses da França (e não simplesmente do governo francês, pois existe uma diferença); o que colocaria em um acordo de parceria estratégia com o Brasil?

    O que vocês pediriam? 30,50,70 caças franceses ou 5 fragatas? Ou pediriam tempo?

    Poderia ser: “Como levamos 30 anos desenvolvendo a tecnologia de submarinos nucleares que passaremos a vocês, vamos pedir 90 anos de participação francesa em PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO E FABRICAÇÃO e licitações de aquisição DE HARDWARE E SOFTWARE de emprego militar, oui?”

    Isso sem falar em n-coisas, como por exemplo, digamos; o uso conjunto da Base de Alcântara, pois a base francesa na Guiana serve à União Européia e os franceses sabem contruir e operar uma Base de lançamentos de foguetes. O que significa que os franceses poderiam muito bem firmar-se como um dos maiores lançadores de carga espacial do mundo.

    Claro que isso são conjecturas, mas aqueles que pensam que não refletem o jogo de interesses entre nações, estão enganados.

    Seria muito interessante saber o que o Brasil concordou em dar aos franceses em troca de um submarino nuclear… mas é claro, nem os colunistas dito “especializados” mencionaram que haveria algo a dar aos franceses, pois nesse caso, o PREÇO é de fato, apenas mais um detalhe.

  108. Acredito que pode ser perfeitamente possível sim um acordo de transferência de tecnologia para construção de aeronaves. Vide o exemplo japonês, que fabrica seus próprios F-15 pela divisão de aeronaves da Mitsubishi. Antes disso era o Phanton F-4, um modelo que já entrou para a hisória da aviação como um dos melhores caças da história.

    Assim, a questão não é só o quanto de qualquer tecnologia a ser transferida, será de fato transferida; mas sim O QUE o país que cede a tecnologia tem a ganhar.

    Vamos ver, se eu represento os intereses da França (e não simplesmente do governo francês, pois existe uma diferença); o que colocaria em um acordo de parceria estratégia com o Brasil?

    O que vocês pediriam? 30,50,70 caças franceses ou 5 fragatas? Ou pediriam tempo?

    Poderia ser: “Como levamos 30 anos desenvolvendo a tecnologia de submarinos nucleares que passaremos a vocês, vamos pedir 90 anos de participação francesa em PROJETOS DE DESENVOLVIMENTO E FABRICAÇÃO e licitações de aquisição DE HARDWARE E SOFTWARE de emprego militar, oui?”

    Isso sem falar em n-coisas, como por exemplo, digamos; o uso conjunto da Base de Alcântara, pois a base francesa na Guiana serve à União Européia e os franceses sabem contruir e operar uma Base de lançamentos de foguetes. O que significa que os franceses poderiam muito bem firmar-se como um dos maiores lançadores de carga espacial do mundo.

    Claro que isso são conjecturas, mas aqueles que pensam que não refletem o jogo de interesses entre nações, estão enganados.

    Seria muito interessante saber o que o Brasil concordou em dar aos franceses em troca de um submarino nuclear… mas é claro, nem os colunistas dito “especializados” mencionaram que haveria algo a dar aos franceses, pois nesse caso, o PREÇO é de fato, apenas mais um detalhe.

  109. De acordo Mauro
    1)Que conversa é essa da Embraer ter sido chamada para o F-35 ?
    Nunca ouvi falar . Além do mais não temos cacife nem para pensar em entrar em um projeto de 265 bilhões de dólares.
    Parceria com os EUA é dificil, pois eles estão muito na frente e são ricos demais. Não é antiamericanismo. Pelo contrário, acho o Brasil o país mais parecido do mundo com ele (fora a grana…).

    2) Este Esquilo da helibras não tem nada a ver com este assunto. O Governo está pensando em uma parceria estratégica de defesa a longo prazo com a França e está disposto a pagar. Estou tomando isto como premissa. Se não for verdade então esquece. Agora, o Governo não será burro de colocar $ e não ter retorno. Contratos internacionais serão assinados.

    3) Em aviação quem tem a alta tecnologia são os fornecedores não o “prime contractor”.
    E tecnologia não se transfere, desenvolve-se ou sozinho ou em parceria. Poderíamos começar pequeno e no futuro evoluir se a coisa for bem feita. Pelo que eu vi o Governo no fundo não quer comprar um caça (que se torna obsoleto logo) quer capacitação de longo prazo.

    4) A França tem expertise em vários ramos tecnológicos. Aquela história das locomotivas não convence. Hoje eles ganharam o premio Nobel de medicina. Possuem a tecnologia nuclear mais confiável do mundo.75% de sua energia é nuclear e nunca teve um acidente.

    5) O lance dos viralatas não é para ofender ninguem. É só para acreditar em nós mesmos. Nelson Rodrigues dizia que o só o brasileiro não acreditava no Brasil. O que falta aqui no Brasil são lideranças de qualidade. Quando aparece um bom, eles querem massacrar o cara.
    Agora essa história de querer só comprar o material como se fôssemos um país árabe ou africano, por favor…

    Sds
    iuri

  110. De acordo Mauro
    1)Que conversa é essa da Embraer ter sido chamada para o F-35 ?
    Nunca ouvi falar . Além do mais não temos cacife nem para pensar em entrar em um projeto de 265 bilhões de dólares.
    Parceria com os EUA é dificil, pois eles estão muito na frente e são ricos demais. Não é antiamericanismo. Pelo contrário, acho o Brasil o país mais parecido do mundo com ele (fora a grana…).

    2) Este Esquilo da helibras não tem nada a ver com este assunto. O Governo está pensando em uma parceria estratégica de defesa a longo prazo com a França e está disposto a pagar. Estou tomando isto como premissa. Se não for verdade então esquece. Agora, o Governo não será burro de colocar $ e não ter retorno. Contratos internacionais serão assinados.

    3) Em aviação quem tem a alta tecnologia são os fornecedores não o “prime contractor”.
    E tecnologia não se transfere, desenvolve-se ou sozinho ou em parceria. Poderíamos começar pequeno e no futuro evoluir se a coisa for bem feita. Pelo que eu vi o Governo no fundo não quer comprar um caça (que se torna obsoleto logo) quer capacitação de longo prazo.

    4) A França tem expertise em vários ramos tecnológicos. Aquela história das locomotivas não convence. Hoje eles ganharam o premio Nobel de medicina. Possuem a tecnologia nuclear mais confiável do mundo.75% de sua energia é nuclear e nunca teve um acidente.

    5) O lance dos viralatas não é para ofender ninguem. É só para acreditar em nós mesmos. Nelson Rodrigues dizia que o só o brasileiro não acreditava no Brasil. O que falta aqui no Brasil são lideranças de qualidade. Quando aparece um bom, eles querem massacrar o cara.
    Agora essa história de querer só comprar o material como se fôssemos um país árabe ou africano, por favor…

    Sds
    iuri

  111. Amigo Mauro e
    Nunão que também gosta de História e amigo Hornet

    Só queria fazer um comentário ao complexo de viralatas que eu falei para um blogueiro e espero que ele não tenha ficado chateado.
    O problema é que ele é contra o Brasil ter uma indústria de defesa.

    É impressionante como a história se repete.

    1)Lembro-me de Portugal, que tendo acesso a todas as riquezas do mundo no início do século XVI se negava a ter uma indústria forte e mandava fazer até seus canhões fora.
    Mais tarde fez um “acordo” com a Inglaterra altamente lesivo aos interesses de sua indústria.
    Depois, tinha que pedir benção a tudo para a Inglaterra, rainha dos mares.

    2)No Brasil do século XIX, o barão de Mauá que foi praticamente criado pelos ingleses desde criança, criou uma indústria de grande porte no Rio, inclusive fabricando navios e construindo estradas de ferro e foi perseguido impiedosamente até falir pelos senadores que diziam : “indústria ? que absurdo ! somos plantadores de café”.

    3) Na década de 30 , Monteiro Lobato foi preso por imaginem querer tirar petróleo no Brasil !
    Hoje sabe-se que altos funcionários do governo eram subornados pela Standard Oil do Rockfeller.

    Parece que no caminho do desenvolvimento do Brasil tem sempre alguém contra. Não sei se é a nossa herança lusa, ou sei lá o quê.
    Mas quando eles vêm alguém do hemisfério norte o ganido é ouvido à distância, mesmo que discreto. Isto chama-se complexo de inferioridade. Que a Embraer e a História os perdoe.

    Sds
    Iuri

  112. Amigo Mauro e
    Nunão que também gosta de História e amigo Hornet

    Só queria fazer um comentário ao complexo de viralatas que eu falei para um blogueiro e espero que ele não tenha ficado chateado.
    O problema é que ele é contra o Brasil ter uma indústria de defesa.

    É impressionante como a história se repete.

    1)Lembro-me de Portugal, que tendo acesso a todas as riquezas do mundo no início do século XVI se negava a ter uma indústria forte e mandava fazer até seus canhões fora.
    Mais tarde fez um “acordo” com a Inglaterra altamente lesivo aos interesses de sua indústria.
    Depois, tinha que pedir benção a tudo para a Inglaterra, rainha dos mares.

    2)No Brasil do século XIX, o barão de Mauá que foi praticamente criado pelos ingleses desde criança, criou uma indústria de grande porte no Rio, inclusive fabricando navios e construindo estradas de ferro e foi perseguido impiedosamente até falir pelos senadores que diziam : “indústria ? que absurdo ! somos plantadores de café”.

    3) Na década de 30 , Monteiro Lobato foi preso por imaginem querer tirar petróleo no Brasil !
    Hoje sabe-se que altos funcionários do governo eram subornados pela Standard Oil do Rockfeller.

    Parece que no caminho do desenvolvimento do Brasil tem sempre alguém contra. Não sei se é a nossa herança lusa, ou sei lá o quê.
    Mas quando eles vêm alguém do hemisfério norte o ganido é ouvido à distância, mesmo que discreto. Isto chama-se complexo de inferioridade. Que a Embraer e a História os perdoe.

    Sds
    Iuri

  113. Caro Iuri, vai aqui meu pitaco ideológico:

    Essa idéia de complexo de inferioridade dos brasileiros, ou de vira-latas, ou de macacos (que só sabem imitar os civilizados) é uma construção ideológica que vem de longo tempo na história. Não é construido unilateralmente – pode-se dizer que é uma construção constante do embate entre culturas diferentes. O problema prático é como se encara esse embate. Uma cultura dita “superior” procura construir sua imagem de superioridade através da depreciação de outra, dita “inferior”. E não fazemos isso (brasileiros) com nossos vizinhos (paraguaios, bolivianos)? Dentro do Brasil, as relações Centro-Sul com Norte-Nordeste também não incorporam essa construção?

    A culpa, se é que se pode usar esse termo, não está no “ianque sujo”, no “imperialista assassino”, no “capitalista anglo-saxão desalmado”. O auto-intulado superior está fazendo a parte dele. Cabe ao chamado de inferior entender isso ideologicamente. No embate entre culturas, cabe à cultura chamada de “inferior” pela que se intitula “superior” não se ver por olhos que não sejam seus, ao menos pra começo de conversa.

    E olha que em tudo isso que escrevi rapidamente aí pode-se perceber a carga dessa ideologia. É difícil se livrar, aliás, nem é questão de se livrar. É de construir nova interpretação.

    Agora voltemos aos aviõezinhos, muito mais divertidos de se discutir!

    O Rafale é lindo, faria grande figura na minha prateleira de modelos da FAB, de nariz empinado frente à sua superioridade em relação aos seus companheiros do lado. Mas o A-29, com um sorriso maroto (olha a ideologia de novo!) diria pro seu vizinho AT-27: “só que a gente voa o ano todo, e esse francês metido custa os olhos da cara pra voar uma mixaria de 100 horas por ano e olhe lá…”

  114. Caro Iuri, vai aqui meu pitaco ideológico:

    Essa idéia de complexo de inferioridade dos brasileiros, ou de vira-latas, ou de macacos (que só sabem imitar os civilizados) é uma construção ideológica que vem de longo tempo na história. Não é construido unilateralmente – pode-se dizer que é uma construção constante do embate entre culturas diferentes. O problema prático é como se encara esse embate. Uma cultura dita “superior” procura construir sua imagem de superioridade através da depreciação de outra, dita “inferior”. E não fazemos isso (brasileiros) com nossos vizinhos (paraguaios, bolivianos)? Dentro do Brasil, as relações Centro-Sul com Norte-Nordeste também não incorporam essa construção?

    A culpa, se é que se pode usar esse termo, não está no “ianque sujo”, no “imperialista assassino”, no “capitalista anglo-saxão desalmado”. O auto-intulado superior está fazendo a parte dele. Cabe ao chamado de inferior entender isso ideologicamente. No embate entre culturas, cabe à cultura chamada de “inferior” pela que se intitula “superior” não se ver por olhos que não sejam seus, ao menos pra começo de conversa.

    E olha que em tudo isso que escrevi rapidamente aí pode-se perceber a carga dessa ideologia. É difícil se livrar, aliás, nem é questão de se livrar. É de construir nova interpretação.

    Agora voltemos aos aviõezinhos, muito mais divertidos de se discutir!

    O Rafale é lindo, faria grande figura na minha prateleira de modelos da FAB, de nariz empinado frente à sua superioridade em relação aos seus companheiros do lado. Mas o A-29, com um sorriso maroto (olha a ideologia de novo!) diria pro seu vizinho AT-27: “só que a gente voa o ano todo, e esse francês metido custa os olhos da cara pra voar uma mixaria de 100 horas por ano e olhe lá…”

  115. Iuri,
    1) sobre a notícia da embraer / F 35 consulte o arquivo da Revista Força Aérea. Foi publicado nela. Não me lembro o número, mas acho que alguem ajudar quanto a isso. A participação seria na fabricação de compostos para estrutura do avião. A Embraer tem grande experiencia nisso.
    2) A parceria “estratégica” a qual vc se refere, se resume a montagem de helos que o mercado europeu e americano não tem mais interesse em comprar. A propria noticia da parceira cita a intenção de fornecer para a Am Latina. OK. A nossa penúria é tão grande, que a diversificaçaõ da linha da Helibras concentrada no Esquilo há 25 anos será boa, masé ai, repito esse misto de estatal e filial de industria estrangeira não gerará muita coisa mais, a nao ser como filial, e é exatamente isso que eles estão fazendo.
    3) Aproveito o gancho, insinuar que sou contra a industrialização é desespero de causa.
    4) Sou a favor da privcatizaçaõ da Helibras para ai sim, ver-se o que é melhor.
    5) A embraer só decolou como industria de ponta depis de privatizada.
    6)Ninguem aqui defende “comprar” material putamente, mas por outro lado achar que vão ganhar no colo projetos prontos de aviões, é no mínimo ingenuidade.. isso demanda muito mais dinheiro que estamos a oferecer.
    Ao Mauro.
    1) sobre custos de desenvolvimento do F 35, viu quanto custou o Rafale, e não estão incluidos os custos da tal integraçaõ… alguns dos valores ali foram gastos a exatos 30 anos e ainda não conseguiram amadurecer o projeto que agora em sua versão F 3 para que “presta’, já que é a primeira versão multifunção, coisa que russos e americanos e até suecos fazem ha 15 anos.
    2) Sobre o punhaod de bobagens que vc coloca.. distorcendo tudo que digo vamos lá,
    – leio regularmente a rev. força aerea, e doi pitaco sobre a linha editorial da revista pois ela é claramente pró Rafale, não sou o único a trer essa opinião. Mas parece que vc se irrita facilmente com quem tem alguma opinião, já que vc pelego como é, sempre se submete ao chefe, não é?
    – O proejto do Rafale tem 30 anos sim. Baste pesquisar.
    – Sobre o NAe SP iniciou-se a construção na década de 50, eu não disse que ele tem 60 anos, vai fazer 50 dentro em breve, talvez quando voltar a navegar terá 50 anos de batimento de quilha.
    – Japão é um país Miudo sim, coreia, Vietnam Uruguai todos são bem pequenos não? Se estão em zona de guerra é outra história. Se são grande ou pequenas economias é outra história, e o Japaão é um pa[is miúdo que tem mais de 100 P 3. não?
    Sobre as ofensas, bem, pelegos quando perdem a razão partem logo pra ofensa. Normal, por isso são pelegos.
    Pena não poder dedidcar mais tempo a essas discussões.

  116. Iuri,
    1) sobre a notícia da embraer / F 35 consulte o arquivo da Revista Força Aérea. Foi publicado nela. Não me lembro o número, mas acho que alguem ajudar quanto a isso. A participação seria na fabricação de compostos para estrutura do avião. A Embraer tem grande experiencia nisso.
    2) A parceria “estratégica” a qual vc se refere, se resume a montagem de helos que o mercado europeu e americano não tem mais interesse em comprar. A propria noticia da parceira cita a intenção de fornecer para a Am Latina. OK. A nossa penúria é tão grande, que a diversificaçaõ da linha da Helibras concentrada no Esquilo há 25 anos será boa, masé ai, repito esse misto de estatal e filial de industria estrangeira não gerará muita coisa mais, a nao ser como filial, e é exatamente isso que eles estão fazendo.
    3) Aproveito o gancho, insinuar que sou contra a industrialização é desespero de causa.
    4) Sou a favor da privcatizaçaõ da Helibras para ai sim, ver-se o que é melhor.
    5) A embraer só decolou como industria de ponta depis de privatizada.
    6)Ninguem aqui defende “comprar” material putamente, mas por outro lado achar que vão ganhar no colo projetos prontos de aviões, é no mínimo ingenuidade.. isso demanda muito mais dinheiro que estamos a oferecer.
    Ao Mauro.
    1) sobre custos de desenvolvimento do F 35, viu quanto custou o Rafale, e não estão incluidos os custos da tal integraçaõ… alguns dos valores ali foram gastos a exatos 30 anos e ainda não conseguiram amadurecer o projeto que agora em sua versão F 3 para que “presta’, já que é a primeira versão multifunção, coisa que russos e americanos e até suecos fazem ha 15 anos.
    2) Sobre o punhaod de bobagens que vc coloca.. distorcendo tudo que digo vamos lá,
    – leio regularmente a rev. força aerea, e doi pitaco sobre a linha editorial da revista pois ela é claramente pró Rafale, não sou o único a trer essa opinião. Mas parece que vc se irrita facilmente com quem tem alguma opinião, já que vc pelego como é, sempre se submete ao chefe, não é?
    – O proejto do Rafale tem 30 anos sim. Baste pesquisar.
    – Sobre o NAe SP iniciou-se a construção na década de 50, eu não disse que ele tem 60 anos, vai fazer 50 dentro em breve, talvez quando voltar a navegar terá 50 anos de batimento de quilha.
    – Japão é um país Miudo sim, coreia, Vietnam Uruguai todos são bem pequenos não? Se estão em zona de guerra é outra história. Se são grande ou pequenas economias é outra história, e o Japaão é um pa[is miúdo que tem mais de 100 P 3. não?
    Sobre as ofensas, bem, pelegos quando perdem a razão partem logo pra ofensa. Normal, por isso são pelegos.
    Pena não poder dedidcar mais tempo a essas discussões.

  117. Tô achando que o Gripen vai levar essa, pois o custo da hora voada do gripen é menos da metade das dos outros dois (F/A-18 e Rafale), e a desculpa que ele é monomotor é facilmente descartada (e o MirageIII e 2000?), assim como autonomia, entre outros. Lembrando que é um caça extremamente leve e capaz, além de poder chegar a SuperCruiser e o radar ser do tipo AESA, além de um datalink totalmente compatível com o R-99, só vai faltar as garantias de “motor” e “armamentos” para serem liberados pelo tio SAM. Pesando o fato dele não ter uma versão naval, isso é um ponto mais do que negativo!!!(Teoricamente o F/A-18 não tem uma versão terrestre… Só a USNAVY o opera nos EUA!!! Austrália acabou de adquirí-lo enquanto aguarda o F-35) O Rafale sempre foi minha 2ª escolha (sou viúvo declarado do Su-35) mas a questão do preço final e de operação nesse caso, vai ser muito mais decisivo para a FAB, ainda mais com essa crise que estamos vivendo atualmente. Só falta daqui a pouco dizer que o dinheiro para os caças foi desviado para se “ajudar” as instituições financeiras (leia-se Bancos) em dificuldades… É esperar pra ver. Acho que qualquer um que ganhar vai ser bom, pois é muito melhor do que temos hoje em dia, mas sobre a transferência de tecnologia sinceramente, nenhum deles vai nos dar mais do que o básico, ou seja, só poderemos montá-lo, mas não “FABRICÁ-LOS”. Sds.

  118. Tô achando que o Gripen vai levar essa, pois o custo da hora voada do gripen é menos da metade das dos outros dois (F/A-18 e Rafale), e a desculpa que ele é monomotor é facilmente descartada (e o MirageIII e 2000?), assim como autonomia, entre outros. Lembrando que é um caça extremamente leve e capaz, além de poder chegar a SuperCruiser e o radar ser do tipo AESA, além de um datalink totalmente compatível com o R-99, só vai faltar as garantias de “motor” e “armamentos” para serem liberados pelo tio SAM. Pesando o fato dele não ter uma versão naval, isso é um ponto mais do que negativo!!!(Teoricamente o F/A-18 não tem uma versão terrestre… Só a USNAVY o opera nos EUA!!! Austrália acabou de adquirí-lo enquanto aguarda o F-35) O Rafale sempre foi minha 2ª escolha (sou viúvo declarado do Su-35) mas a questão do preço final e de operação nesse caso, vai ser muito mais decisivo para a FAB, ainda mais com essa crise que estamos vivendo atualmente. Só falta daqui a pouco dizer que o dinheiro para os caças foi desviado para se “ajudar” as instituições financeiras (leia-se Bancos) em dificuldades… É esperar pra ver. Acho que qualquer um que ganhar vai ser bom, pois é muito melhor do que temos hoje em dia, mas sobre a transferência de tecnologia sinceramente, nenhum deles vai nos dar mais do que o básico, ou seja, só poderemos montá-lo, mas não “FABRICÁ-LOS”. Sds.

  119. Amigo Douglas

    Não foi em relação a você que eu me referi ao complexo de viralatas.
    Foi a um outro blogueiro que colocou uma mensagem sem se identificar.
    Mas não é questão de ser , é apenas um complexo antigo do brasileiro
    que graças a Deus está acabando.
    Por incrível que pareça, isto o “sapo barbudo” está fazendo.
    Nem disse que você é contra a industrialização do Brasil.
    Pelo contrário acho sua opiniões muito boas.
    Sds
    Iuri

  120. Amigo Douglas

    Não foi em relação a você que eu me referi ao complexo de viralatas.
    Foi a um outro blogueiro que colocou uma mensagem sem se identificar.
    Mas não é questão de ser , é apenas um complexo antigo do brasileiro
    que graças a Deus está acabando.
    Por incrível que pareça, isto o “sapo barbudo” está fazendo.
    Nem disse que você é contra a industrialização do Brasil.
    Pelo contrário acho sua opiniões muito boas.
    Sds
    Iuri

  121. Em se tratando de transferência de tecnologia, especulamos que nenhum país faz isso totalmente, claro, parece óbvio, mas devemos saber também, ou melhor, a França deve saber também que está em maus lençois e que se não vender ao Brasil arcará com todos os custos sozinha e que o Brasil é a porta de entrada/saída do Rafale para o mundo. E neste ponto eu vejo um certo perigo em se adquirir o Rafale.

  122. Em se tratando de transferência de tecnologia, especulamos que nenhum país faz isso totalmente, claro, parece óbvio, mas devemos saber também, ou melhor, a França deve saber também que está em maus lençois e que se não vender ao Brasil arcará com todos os custos sozinha e que o Brasil é a porta de entrada/saída do Rafale para o mundo. E neste ponto eu vejo um certo perigo em se adquirir o Rafale.

  123. …”””5) O lance dos viralatas não é para ofender ninguem. É só para acreditar em nós mesmos. Nelson Rodrigues dizia que o só o brasileiro não acreditava no Brasil. O que falta aqui no Brasil são lideranças de qualidade. Quando aparece um bom, eles querem massacrar o cara.
    Agora essa história de querer só comprar o material como se fôssemos um país árabe ou africano, por favor…
    Sds
    iuri”””

    BRAVO BRAVO BRAVO

  124. …”””5) O lance dos viralatas não é para ofender ninguem. É só para acreditar em nós mesmos. Nelson Rodrigues dizia que o só o brasileiro não acreditava no Brasil. O que falta aqui no Brasil são lideranças de qualidade. Quando aparece um bom, eles querem massacrar o cara.
    Agora essa história de querer só comprar o material como se fôssemos um país árabe ou africano, por favor…
    Sds
    iuri”””

    BRAVO BRAVO BRAVO

  125. Rapaiada, tô chegando agora.

    Sinceramente, vi esta discussão agora e ela esta de altíssimo nível.Parabéns a todos. Normalmente não sou de dar pitacos, mas, pelo assunto e pelo ótimo conteúdo de todos não resisti…

    Bom, apenas vou tentar contribuir um pouco mais.

    Vejamos:

    Em vários outros meios de informação que lí (revista, jornal, internet…), temos algumas questões interessantes:

    1. A questão puramente técnica do vetor a ser escolhido (ou seja, qual aviãozão);
    2. O valor de pagamento deste e sua manutenção;
    3. A geopolitica local;
    4. A geopolitica mundial;
    5. O plano de governo X de Estado.

    Sobre a primeira questão, parece-me que a grande maioria tem como o melhor até agora (tirando os sonhos impossíveis Raptores e 35’s) o Sukhoi SU-35. Tecnicamente parece ser “O vetor”, mas não virá pelas escolhas recentes que parecem ter grande co-relação com alguns dos outros itens.

    Sobre o valor, realmente o Rafale é bem salgado, se pensarmos apenas no valor de compra. Quanto a manutenção também parece ser bem salgadinho, mas temos que perguntar para o frances que compra as peças para o governo deles… Aqui fica difícil confiar em qualquer informação noticiada.

    O que me preocupa é a capacidade financeira ou disposição política em manter estes ou qualquer caça em condições plenas, como já disseram, não há nem recurso (ou interesse) em comprar nem mesmo combustível para os atuais vetores. Vamos ter condições (ou interesse político) em manter os novos? Não adianta comprar e deixar guardado…

    Quando a geopolitica local, acho que o Chaves, atrapalhou em muito as aspirações daqueles que torciam pelos Russos. Claramente a Venezuela é um cliente potencial muito maior que nós. Eles não desenvolverão nada lá, pois não tem atualmente capacidade para tanto, então comprarão tudo de fora, leia-se Russia ( e agora talvez China… Ah, esses chineses ainda dominarão o mundo…). É complicadíssimo agora nos aliarmos à Russia, mesmo que só comprando caças. Lógico que parece que nunca iremos nos degladiarmos com nossos vizinhos (será?), mas nesta hipótese a Russia ou apoiaria seu maior parceiro ou ficaria numa de juizão decidindo quem se daria melhor. Logicamente, não dá para entrarmos nessa. A não ser claro que a Russia concordasse em tranferir tecnologia em várias áreas (espacial, aeronáutica, naval, etc.) e que instalasse aqui um centro de manutenção dos Suhkois, mas parece que não se interessaram muito pois o Jobin voltou de lá meio que com as mãos abanando…

    Ainda falando localmente, o apoio de Chaves (com suporte pelo menos consultivo de Cuba) mesmo sem querer querendo, aos “amigos” bolivianos, paraguaios e agora equatorianos, sem falar na $$$$$$ que está colocando em nossos eternos Hermanos Argentinos, pois é praticamente o único que empresta para eles após o calote deles, já está minando a fragilíssima liderança brasileira na América do Sul. Após a pequena mensagem do Decreto Nº 6.592, agora precisamos mostrar os músculos. Não basta latir. Temos que ter capacidade de morder. Se não ninguém fica com medo…

    Fazendo um mapa local (America do Sul), agora temos um placar favorável ao Chaves X EUA. Mais países alinhados à Venezuela. Quem os EUA tem no bolso? Por enquanto, apenas a Colombia. Então que mal faz ficar mais bonzinho com os brasileiros!?! Não foi grande a surpresa o F-18 estar na reta final? Claro que talvez seja apenas uma mensagem, talvez…

    Quanto a questão mundial, o bixo tá pegando na economia e talvez isso atrapalhe muito o FX2. Veio em péssima hora este esculacho…
    Mas, anterior a isso o Brasil tá fazendo muita força para entrar no conselho de segurança da ONU. Haiti, sem ter $$$, mas com muita vontade!

    Não sou a favor de nenhum governo, sou a favor do BRASIL!!! E por isso, que me parece interessante termos não um plano de governo e sim de ESTADO. Se agora o panorama mundial nos favorece na compra do nosso querido avião de combate, por que não utilizar?

    A muito se propaga que talvez o Rafale seja o último caça desenvolvido somente pela França, mais e mais os custos de desenvolvimento crescem tornando proibitivo apenas um país financiá-lo. Também se diz que o Raptor será a última geração de vetor pilotado por humanos. Então mais do que hardware, temos que dominar o software! Tranferência de tecnologia, já! Mesmo que pouca. Temos que partir de algum lugar, o melhor é que não seja do zero.

    A França não vendeu nenhum ao exterior e precisa muito de um boi de piranha. Se as condições do desespero forem boas, e por que não nós?

    Apesar de tembém ter torcido pelos Russos, acho que vai dar o Rafale, pois vejam o que recentemete disse o presidente Frances: Sarkozy pede expansão do G8 e inclusão do Brasil.

    Lógico que ele não disse isso só pelos caças, mas talvez, talvez o acordo Brasil-França inclua muito mais…

    Bem pessoal, espero que tenha colaborado. Sei que não falei muito dos nossos queridos aviões, mas talvez agora tenhamos um plano de Estado e não apenas de governo.

    PS: votei nas duas eleições contra o atual, mas acho que se for um plano de Estado, este será um bom governo nesta questão.

    Como os militares gostam de afirmar: Brasil acima de tudo!

  126. Rapaiada, tô chegando agora.

    Sinceramente, vi esta discussão agora e ela esta de altíssimo nível.Parabéns a todos. Normalmente não sou de dar pitacos, mas, pelo assunto e pelo ótimo conteúdo de todos não resisti…

    Bom, apenas vou tentar contribuir um pouco mais.

    Vejamos:

    Em vários outros meios de informação que lí (revista, jornal, internet…), temos algumas questões interessantes:

    1. A questão puramente técnica do vetor a ser escolhido (ou seja, qual aviãozão);
    2. O valor de pagamento deste e sua manutenção;
    3. A geopolitica local;
    4. A geopolitica mundial;
    5. O plano de governo X de Estado.

    Sobre a primeira questão, parece-me que a grande maioria tem como o melhor até agora (tirando os sonhos impossíveis Raptores e 35’s) o Sukhoi SU-35. Tecnicamente parece ser “O vetor”, mas não virá pelas escolhas recentes que parecem ter grande co-relação com alguns dos outros itens.

    Sobre o valor, realmente o Rafale é bem salgado, se pensarmos apenas no valor de compra. Quanto a manutenção também parece ser bem salgadinho, mas temos que perguntar para o frances que compra as peças para o governo deles… Aqui fica difícil confiar em qualquer informação noticiada.

    O que me preocupa é a capacidade financeira ou disposição política em manter estes ou qualquer caça em condições plenas, como já disseram, não há nem recurso (ou interesse) em comprar nem mesmo combustível para os atuais vetores. Vamos ter condições (ou interesse político) em manter os novos? Não adianta comprar e deixar guardado…

    Quando a geopolitica local, acho que o Chaves, atrapalhou em muito as aspirações daqueles que torciam pelos Russos. Claramente a Venezuela é um cliente potencial muito maior que nós. Eles não desenvolverão nada lá, pois não tem atualmente capacidade para tanto, então comprarão tudo de fora, leia-se Russia ( e agora talvez China… Ah, esses chineses ainda dominarão o mundo…). É complicadíssimo agora nos aliarmos à Russia, mesmo que só comprando caças. Lógico que parece que nunca iremos nos degladiarmos com nossos vizinhos (será?), mas nesta hipótese a Russia ou apoiaria seu maior parceiro ou ficaria numa de juizão decidindo quem se daria melhor. Logicamente, não dá para entrarmos nessa. A não ser claro que a Russia concordasse em tranferir tecnologia em várias áreas (espacial, aeronáutica, naval, etc.) e que instalasse aqui um centro de manutenção dos Suhkois, mas parece que não se interessaram muito pois o Jobin voltou de lá meio que com as mãos abanando…

    Ainda falando localmente, o apoio de Chaves (com suporte pelo menos consultivo de Cuba) mesmo sem querer querendo, aos “amigos” bolivianos, paraguaios e agora equatorianos, sem falar na $$$$$$ que está colocando em nossos eternos Hermanos Argentinos, pois é praticamente o único que empresta para eles após o calote deles, já está minando a fragilíssima liderança brasileira na América do Sul. Após a pequena mensagem do Decreto Nº 6.592, agora precisamos mostrar os músculos. Não basta latir. Temos que ter capacidade de morder. Se não ninguém fica com medo…

    Fazendo um mapa local (America do Sul), agora temos um placar favorável ao Chaves X EUA. Mais países alinhados à Venezuela. Quem os EUA tem no bolso? Por enquanto, apenas a Colombia. Então que mal faz ficar mais bonzinho com os brasileiros!?! Não foi grande a surpresa o F-18 estar na reta final? Claro que talvez seja apenas uma mensagem, talvez…

    Quanto a questão mundial, o bixo tá pegando na economia e talvez isso atrapalhe muito o FX2. Veio em péssima hora este esculacho…
    Mas, anterior a isso o Brasil tá fazendo muita força para entrar no conselho de segurança da ONU. Haiti, sem ter $$$, mas com muita vontade!

    Não sou a favor de nenhum governo, sou a favor do BRASIL!!! E por isso, que me parece interessante termos não um plano de governo e sim de ESTADO. Se agora o panorama mundial nos favorece na compra do nosso querido avião de combate, por que não utilizar?

    A muito se propaga que talvez o Rafale seja o último caça desenvolvido somente pela França, mais e mais os custos de desenvolvimento crescem tornando proibitivo apenas um país financiá-lo. Também se diz que o Raptor será a última geração de vetor pilotado por humanos. Então mais do que hardware, temos que dominar o software! Tranferência de tecnologia, já! Mesmo que pouca. Temos que partir de algum lugar, o melhor é que não seja do zero.

    A França não vendeu nenhum ao exterior e precisa muito de um boi de piranha. Se as condições do desespero forem boas, e por que não nós?

    Apesar de tembém ter torcido pelos Russos, acho que vai dar o Rafale, pois vejam o que recentemete disse o presidente Frances: Sarkozy pede expansão do G8 e inclusão do Brasil.

    Lógico que ele não disse isso só pelos caças, mas talvez, talvez o acordo Brasil-França inclua muito mais…

    Bem pessoal, espero que tenha colaborado. Sei que não falei muito dos nossos queridos aviões, mas talvez agora tenhamos um plano de Estado e não apenas de governo.

    PS: votei nas duas eleições contra o atual, mas acho que se for um plano de Estado, este será um bom governo nesta questão.

    Como os militares gostam de afirmar: Brasil acima de tudo!

  127. 38 bilhoes de dolares pra desenvolver esse caça??

    Sai fora desse caça, se fosse bom nao tinha perdido concorrencia, além do que é bem salgado seu preço, mas vale apostar nos impressionantes Suckois-30 russos que mesmo com problema de logísticas parecem mais atraentes que o Rafale.

  128. 38 bilhoes de dolares pra desenvolver esse caça??

    Sai fora desse caça, se fosse bom nao tinha perdido concorrencia, além do que é bem salgado seu preço, mas vale apostar nos impressionantes Suckois-30 russos que mesmo com problema de logísticas parecem mais atraentes que o Rafale.

  129. Dos finalistas do FX-2…

    -Dassault Rafale
    Velocidade.: 2124Km.
    Toneladas de Armas.: 8000Kg.
    Raio de Ação.: 1055Km Aproximado.
    Obs.: Possui versão Naval e ele tem o melhor Radar dos três concorrentes, sua tecnologia é 100% Francesa e prometem transferir maior quantidade de tecnologia para o Brasil e sua hora vôo e de rasoavél para cara.

    -Boing F-18 Super Hornet
    Velocidade.: 1910Km.
    Toneladas de Armas.: 8000Kg.
    Raio de Ação.: 1300Km Aproximado.
    Obs.: Ele é um pouco mais lento e um pouco mais velho que seus concorrentes, possui versão Naval e sua tecnologia é 100% Americana e sua hora vôo é a mais cara dos concorrentes.

    -Saab Gripen NG
    Velocidade.: 2125Km.
    Toneladas de Armas.: 6000Kg.
    Raio de Ação.: 1600Km Aproximado.
    Obs.: Ele não possui versão Naval, tem apenas um motor e sua hora vôo é mais barata, mas vale lembrar que por ser um caça Sueco ele tem alguns componentes Americanos.

    Para mim o melhor e quem deve ser o próximo caça da FAB é o “Rafale”.

  130. Dos finalistas do FX-2…

    -Dassault Rafale
    Velocidade.: 2124Km.
    Toneladas de Armas.: 8000Kg.
    Raio de Ação.: 1055Km Aproximado.
    Obs.: Possui versão Naval e ele tem o melhor Radar dos três concorrentes, sua tecnologia é 100% Francesa e prometem transferir maior quantidade de tecnologia para o Brasil e sua hora vôo e de rasoavél para cara.

    -Boing F-18 Super Hornet
    Velocidade.: 1910Km.
    Toneladas de Armas.: 8000Kg.
    Raio de Ação.: 1300Km Aproximado.
    Obs.: Ele é um pouco mais lento e um pouco mais velho que seus concorrentes, possui versão Naval e sua tecnologia é 100% Americana e sua hora vôo é a mais cara dos concorrentes.

    -Saab Gripen NG
    Velocidade.: 2125Km.
    Toneladas de Armas.: 6000Kg.
    Raio de Ação.: 1600Km Aproximado.
    Obs.: Ele não possui versão Naval, tem apenas um motor e sua hora vôo é mais barata, mas vale lembrar que por ser um caça Sueco ele tem alguns componentes Americanos.

    Para mim o melhor e quem deve ser o próximo caça da FAB é o “Rafale”.

  131. Meu caça preferido é o SU-35BM,mas como ele saiu da disputa eu tô torcendo pro rafale vo explicar pq.O hornet é americano isso em si já é um problema pq os americanos já ferraram a gente com o osório(quem lembra?) eles simplesmente podem deixar nossos caças sem ermas,outro motivo de ñ escolher o hornet é q embora ele seja um bom caça ele é inferior ao rafale,na última RED FLAG 1 rafale era abatido para cada 3 hornets.Eu tb acho q o gripen ñ é o caça certo pq 1/3 de suas peças é americana,vai q eles querem dar revanche e ñ fornecem as peças.Os franceses tem mais a oferecer o rafale ainda está em desenvolvimento,como no radar e sensores eletro-opticos q vão ser um dos melhores do mundo,fora os UCAV neuron q podemos pegar de brecha.

  132. Meu caça preferido é o SU-35BM,mas como ele saiu da disputa eu tô torcendo pro rafale vo explicar pq.O hornet é americano isso em si já é um problema pq os americanos já ferraram a gente com o osório(quem lembra?) eles simplesmente podem deixar nossos caças sem ermas,outro motivo de ñ escolher o hornet é q embora ele seja um bom caça ele é inferior ao rafale,na última RED FLAG 1 rafale era abatido para cada 3 hornets.Eu tb acho q o gripen ñ é o caça certo pq 1/3 de suas peças é americana,vai q eles querem dar revanche e ñ fornecem as peças.Os franceses tem mais a oferecer o rafale ainda está em desenvolvimento,como no radar e sensores eletro-opticos q vão ser um dos melhores do mundo,fora os UCAV neuron q podemos pegar de brecha.

  133. Acho o “Typhoon” um belo jato, gostaria de vê-lo voando por aqui (caça imponente e moderno), mas após a seleção dos 3 três caças acima pra etapa final do “vestibular da defesa”, somado à visita do Sarkozy às terras tupiniquins, a coisa ficou bem encaminhada pro lado do “Rafale”. Então, que venha o “feinho” mesmo.

  134. Acho o “Typhoon” um belo jato, gostaria de vê-lo voando por aqui (caça imponente e moderno), mas após a seleção dos 3 três caças acima pra etapa final do “vestibular da defesa”, somado à visita do Sarkozy às terras tupiniquins, a coisa ficou bem encaminhada pro lado do “Rafale”. Então, que venha o “feinho” mesmo.

  135. Boa Tarde Amigos.
    Sou novo aqui no BLOG, mais estou impressionado com a paixão de vocês, COISA QUE A MEU VER, não combina com defesa de um país, vamos por partes como dizia “JACK o ESTRIPADOR”:

    1- O BRASIL precisa urgentemente obter um esquadrão aéreo de defesa, que possa ser mantido voando, e não no solo apenas, porque só com os vôos os nossos pilotos vão poder manobrá-los a contento, e em caso de necessidade usa-los no ápice de suas possibilidades. Ou será que alguém acha que caça no solo intimida alguém, pois caça não voa sozinho, e para fazer (em alusão ao Sukhoi) o que ele faz nas feiras precisa ser muito voado e por um piloto com muita experiência e habilidade senão não adianta ter o melhor avião do mundo, que sem pilotos com muitas horas de vôo e treinamento não vai operar o avião no maximo e conseqüentemente não derrubara ninguém. Portanto ter um avião que não temos condição de manter não nos levará a lugar algum.
    2- “Mais vale um pássaro na mão do que dois voando”, EU prefiro ter (no BRASIL de hoje e de pelo menos + 50 anos) um parceiro na construção de um avião de ponta, do que ter tecnologia para construir um sozinho, pelo motivo obvio que não temos grana para desenvolver e fabricar um avião deste porte sozinho (vide o RAFALE pela FRANÇA, que gasto monstruoso), portanto EU acho melhor que compremos um avião de uma nação que se comprometa em CONTRATO a nos deixar participar do desenvolvimento de um avião de 5ª geração nos repassando a tecnologia para que possamos aprender e desenvolver as nossas próprias tecnologias, para num futuro buscarmos se assim nos for interessante outros parceiros, do que comprar aviões sem repasse de tecnologia, mesmo que seja mínima (tipo manutenção própria).
    3- Agora se o BRASIL tivesse grana a vontade, que não é o caso, seria muito interessante apostar nos russos, se é que eles dariam tudo que foi divulgado pela mídia, transferência total de tecnologia tanto do avião quanto dos mísseis, mais códigos fonte, software, etc.. , alem da inclusão do BRASIL no programa espacial deles (li isso não me perguntem onde), pois eles precisam de um pais ocidental de peso (Não é a VENEZUELA) que compre seus aviões e nos de um parceiro comercial para desenvolvimento e futura venda de novas tecnologias em aviação, o que esta descartado pela FAB.
    4- Voltando a realidade, não se trata qual é o melhor e sim o que podemos manter dentro de nossas possibilidades, e isso vai depender muito das contra partidas, pois se fosse o que podemos manter seria o GRIPEN, melhor custo benefício apesar de não ter série embarcada, se for o melhor aí dependeria do gosto pois ACHO que os dois outros (F-18 e RAFALE ) se equivalem, uns tem umas coisas boas e outras não, portanto reafirmo o que coloquei no inicio, o melhor é o que podemos manter e não necessariamente o melhor dos caças, e dentro do que podemos manter, o país que disponibilizar o melhor pacote de incentivos tanto tecnológicos como comerciais e que deve ganhar, o resto é PAIXÂO.

    Um abraço a todos, do amigo.

    CADU

  136. Boa Tarde Amigos.
    Sou novo aqui no BLOG, mais estou impressionado com a paixão de vocês, COISA QUE A MEU VER, não combina com defesa de um país, vamos por partes como dizia “JACK o ESTRIPADOR”:

    1- O BRASIL precisa urgentemente obter um esquadrão aéreo de defesa, que possa ser mantido voando, e não no solo apenas, porque só com os vôos os nossos pilotos vão poder manobrá-los a contento, e em caso de necessidade usa-los no ápice de suas possibilidades. Ou será que alguém acha que caça no solo intimida alguém, pois caça não voa sozinho, e para fazer (em alusão ao Sukhoi) o que ele faz nas feiras precisa ser muito voado e por um piloto com muita experiência e habilidade senão não adianta ter o melhor avião do mundo, que sem pilotos com muitas horas de vôo e treinamento não vai operar o avião no maximo e conseqüentemente não derrubara ninguém. Portanto ter um avião que não temos condição de manter não nos levará a lugar algum.
    2- “Mais vale um pássaro na mão do que dois voando”, EU prefiro ter (no BRASIL de hoje e de pelo menos + 50 anos) um parceiro na construção de um avião de ponta, do que ter tecnologia para construir um sozinho, pelo motivo obvio que não temos grana para desenvolver e fabricar um avião deste porte sozinho (vide o RAFALE pela FRANÇA, que gasto monstruoso), portanto EU acho melhor que compremos um avião de uma nação que se comprometa em CONTRATO a nos deixar participar do desenvolvimento de um avião de 5ª geração nos repassando a tecnologia para que possamos aprender e desenvolver as nossas próprias tecnologias, para num futuro buscarmos se assim nos for interessante outros parceiros, do que comprar aviões sem repasse de tecnologia, mesmo que seja mínima (tipo manutenção própria).
    3- Agora se o BRASIL tivesse grana a vontade, que não é o caso, seria muito interessante apostar nos russos, se é que eles dariam tudo que foi divulgado pela mídia, transferência total de tecnologia tanto do avião quanto dos mísseis, mais códigos fonte, software, etc.. , alem da inclusão do BRASIL no programa espacial deles (li isso não me perguntem onde), pois eles precisam de um pais ocidental de peso (Não é a VENEZUELA) que compre seus aviões e nos de um parceiro comercial para desenvolvimento e futura venda de novas tecnologias em aviação, o que esta descartado pela FAB.
    4- Voltando a realidade, não se trata qual é o melhor e sim o que podemos manter dentro de nossas possibilidades, e isso vai depender muito das contra partidas, pois se fosse o que podemos manter seria o GRIPEN, melhor custo benefício apesar de não ter série embarcada, se for o melhor aí dependeria do gosto pois ACHO que os dois outros (F-18 e RAFALE ) se equivalem, uns tem umas coisas boas e outras não, portanto reafirmo o que coloquei no inicio, o melhor é o que podemos manter e não necessariamente o melhor dos caças, e dentro do que podemos manter, o país que disponibilizar o melhor pacote de incentivos tanto tecnológicos como comerciais e que deve ganhar, o resto é PAIXÂO.

    Um abraço a todos, do amigo.

    CADU

  137. […] fechados na área de submarinos com a Marinha do Brasil, dificilmente conseguirá emplacar o caça Dassault Rafale, por causa do seu alto preço unitário e pela crise econômica, que está prejudicando seriamente […]

  138. […] fechados na área de submarinos com a Marinha do Brasil, dificilmente conseguirá emplacar o caça Dassault Rafale, por causa do seu alto preço unitário e pela crise econômica, que está prejudicando seriamente […]

  139. aviao para o Brasil é o flanker+ mas nossa realidade diz que é mais seguro ficarmos com os maravilhosos rafale entao que seja ao menos com CFT aí tá bao né?

  140. aviao para o Brasil é o flanker+ mas nossa realidade diz que é mais seguro ficarmos com os maravilhosos rafale entao que seja ao menos com CFT aí tá bao né?

  141. sinceramente, é o mais fraco dos 3 até o gripen com o aesa fica melhor, mas como o f18 provavelmente não irá abrir os códigos fonte, o gripen sendo monomotor (a FAB prefere bimotor) e com pouca autonomia, o vencedor será o caríssimo Rafale, sucata francesa.

  142. sinceramente, é o mais fraco dos 3 até o gripen com o aesa fica melhor, mas como o f18 provavelmente não irá abrir os códigos fonte, o gripen sendo monomotor (a FAB prefere bimotor) e com pouca autonomia, o vencedor será o caríssimo Rafale, sucata francesa.

  143. Realmente não sei porque o governo tem que comprar aviões estrangeiros. Temos aqui mesmo a EMBRAER. Nestes tempos de crise, com demissões em massa, este seria um grande alento à nossa indústria aeronáutica, que não fica devendo nada às outras. Isto me lembra da troca do avião presindencial (sucatão), poderia ser um da EMBRAER. Nosso presidente molusco, que tanto fala “que nunca antes na história deste País”, poderia realmente fazer algo patriótico. Veja se as outras potencias (EUA, Russia, França) compram aviões militares estrangeiros.

  144. Realmente não sei porque o governo tem que comprar aviões estrangeiros. Temos aqui mesmo a EMBRAER. Nestes tempos de crise, com demissões em massa, este seria um grande alento à nossa indústria aeronáutica, que não fica devendo nada às outras. Isto me lembra da troca do avião presindencial (sucatão), poderia ser um da EMBRAER. Nosso presidente molusco, que tanto fala “que nunca antes na história deste País”, poderia realmente fazer algo patriótico. Veja se as outras potencias (EUA, Russia, França) compram aviões militares estrangeiros.

  145. Eu acho que a Fab poderia escolher uma opção High-Low pro FX2.

    Comprando agora umas 36 unidades do Rafale, com tudo que tenha direito, formando a ponta high do pacote (já que não acho que os franceses vão deixar de transferir toda a tecnologia que o brasil quer em relação ao avião), para serem entregues entre 2010/14, formando ai 3 esquadrões:

    Anapolis – Substituindo os Mirage 2000
    Canoas – Realocando os F-5M para outra base, no centro-oeste de preferencia
    Norte – Uma base em algum local da região norte, de preferencia perto da fronteira com a Venezuela.

    Lá por 2014 à 2020, uns 84 Gripens NG pra substituir os F-5 e AMX, formando a ponta Low do pacote.

    Assim a Fab teria uma frota moderna e poderosa de 120 unidades, sem custos astronômicos de ter 120 caças bi-motores para operar, visto que um caça monomotor tem um custo de hora/voo bem inferior de um bi-motor.

    Seria muito mais barato de manter e operar.

  146. Eu acho que a Fab poderia escolher uma opção High-Low pro FX2.

    Comprando agora umas 36 unidades do Rafale, com tudo que tenha direito, formando a ponta high do pacote (já que não acho que os franceses vão deixar de transferir toda a tecnologia que o brasil quer em relação ao avião), para serem entregues entre 2010/14, formando ai 3 esquadrões:

    Anapolis – Substituindo os Mirage 2000
    Canoas – Realocando os F-5M para outra base, no centro-oeste de preferencia
    Norte – Uma base em algum local da região norte, de preferencia perto da fronteira com a Venezuela.

    Lá por 2014 à 2020, uns 84 Gripens NG pra substituir os F-5 e AMX, formando a ponta Low do pacote.

    Assim a Fab teria uma frota moderna e poderosa de 120 unidades, sem custos astronômicos de ter 120 caças bi-motores para operar, visto que um caça monomotor tem um custo de hora/voo bem inferior de um bi-motor.

    Seria muito mais barato de manter e operar.

  147. A FAB nessecita neste momento é de uma aviação de caça com no mínimo “120 Aviões”, e junto com estes aviões também nessecitamos da transferencia de tecnologia.

  148. A FAB nessecita neste momento é de uma aviação de caça com no mínimo “120 Aviões”, e junto com estes aviões também nessecitamos da transferencia de tecnologia.

  149. Bem cabe lembrar , que nossos amigos americanos e ingleses estão
    substituindo seus caças por f-22 e f-35 sendo este segundo sua mais nova opção por causa de seu custo. E nós ainda estamos pensando em adquirir o tal do F-18, ou similar. Lembro tambem que o F-35 é um projeto atual e de multiplas aplicações, podendo ser utilizado tanto pela marinha quanto força aérea,e fusileiros tambem.

  150. Bem cabe lembrar , que nossos amigos americanos e ingleses estão
    substituindo seus caças por f-22 e f-35 sendo este segundo sua mais nova opção por causa de seu custo. E nós ainda estamos pensando em adquirir o tal do F-18, ou similar. Lembro tambem que o F-35 é um projeto atual e de multiplas aplicações, podendo ser utilizado tanto pela marinha quanto força aérea,e fusileiros tambem.

  151. fala sério, esse caça é muito caro pra pouca coisa, apesar da transferência de tecnogia e tudo.
    pessoal sem maldade, porque o brasil não optou pela sukhoi?
    esse preço do rafale da pra comprar um su-35.

    “se for causa de transferência de tecnologia, não é desculpa, porque todos nós sabemos que os e.u.a não vão disponibilizar tecnologia bosta nenhuma.”

  152. fala sério, esse caça é muito caro pra pouca coisa, apesar da transferência de tecnogia e tudo.
    pessoal sem maldade, porque o brasil não optou pela sukhoi?
    esse preço do rafale da pra comprar um su-35.

    “se for causa de transferência de tecnologia, não é desculpa, porque todos nós sabemos que os e.u.a não vão disponibilizar tecnologia bosta nenhuma.”

  153. O Brasil não pode abrir mão do Rafale. Comprar o avião americano pode ser um tiro no pé. Primeiro porque os americanos só liberam os armamentos “se houver necessidade”. Quer dizer, se o agressor for um pais alinhado com os americanos ou ele próprios, estaremos na mão. Outro aspecto que não pode ser esquecido, é que com as novas bases americanas na Colombia, os americanos se tornam agressores em potencial, com a justificativa de Farcs no Brasil, traficantes na amazônia, ou terroristas na triplice fronteira…etc….

    Realmente o Brasil precisa de equipamentos com tecnologia que não possa ser controlada por potenciais agressores.

    Outro detalhe, o avião americano é velharia, já vai chegar obsoleto, ou quase.

    Sem esquecermos aa quebra da Engesa, causada pela interferencia dos americanos na compra, já fechada, dos blindados Osorio, para a Arabia Saudita…

    Um país que faz isto, não é amigo. Rafale neles…

  154. O Brasil não pode abrir mão do Rafale. Comprar o avião americano pode ser um tiro no pé. Primeiro porque os americanos só liberam os armamentos “se houver necessidade”. Quer dizer, se o agressor for um pais alinhado com os americanos ou ele próprios, estaremos na mão. Outro aspecto que não pode ser esquecido, é que com as novas bases americanas na Colombia, os americanos se tornam agressores em potencial, com a justificativa de Farcs no Brasil, traficantes na amazônia, ou terroristas na triplice fronteira…etc….

    Realmente o Brasil precisa de equipamentos com tecnologia que não possa ser controlada por potenciais agressores.

    Outro detalhe, o avião americano é velharia, já vai chegar obsoleto, ou quase.

    Sem esquecermos aa quebra da Engesa, causada pela interferencia dos americanos na compra, já fechada, dos blindados Osorio, para a Arabia Saudita…

    Um país que faz isto, não é amigo. Rafale neles…

  155. sou cabo da marinha e posso garantir que o RAFALE é a melhor opção….era só o que me faltava escolherem por beleza. tá certo que o rafale é meio feinho coitado, mas o F-18 com aqueles lemes em diagonal não é nada charmoso…se for por beleza fico com o gripen. outra coisa; quando o assunto e avionica, o rafale é o único que teria possibilidade de vencer o F-22…aliás os americanos não são isso tudo, já viram os ensaios do mig 1,44? o futuro da russia? manobras que até DEUS duvida. os F-35 andaram se estrepando em combates simulatórios com os SU-35…. mil vezes rafale….

  156. sou cabo da marinha e posso garantir que o RAFALE é a melhor opção….era só o que me faltava escolherem por beleza. tá certo que o rafale é meio feinho coitado, mas o F-18 com aqueles lemes em diagonal não é nada charmoso…se for por beleza fico com o gripen. outra coisa; quando o assunto e avionica, o rafale é o único que teria possibilidade de vencer o F-22…aliás os americanos não são isso tudo, já viram os ensaios do mig 1,44? o futuro da russia? manobras que até DEUS duvida. os F-35 andaram se estrepando em combates simulatórios com os SU-35…. mil vezes rafale….

  157. Pessoal, é muito caro esses aviões. Tenho medo desses fly by wire a la airbus. No ambiente de combate, o negócio tem que ser a prova de bugs. Confio mais na boeing e sua experiência de vietnam, coreia , e mesmo a experiências da segunda guerra. Esse mercado deve ter muita coisa que na prática não funciona. Quem sabe mesmo o que funciona hoje são os israelenses. Eles confiam no F16 e no F15. Melhoraram o mirage com o kfir ,mas os f16 e f15 eles não precisaram mexer quase nada.
    Melhor mesmo é o super hornet. Eu so fâ do mirage 2000 ,mas acho o rafale muito complicado pro ser humano adaptar.

  158. O Rafale ganhou… E os submarinos vieram junto!!!
    Haja $$$$$!!!
    … Mas já era hora do Brasil ter aviões a altura da sua Força Aérea.

  159. Não sou entendido no ramo, mas acho que o Brasil precisa é de umas poucas bombas nucleares. Aí ele espalha pelo território e diz: Venham e tomem essa Amazônia radioativa se quizerem!!!! Duvido que venham!. Vejam a Coreia do Norte, deu um peidozinho atômico e ninguém encosta!!! Caças para a FAB? peguem o mais barato!!

  160. Esse Rafale é muito superior aos F16/F18 pois seu projeto é bem mais recente. Ele está no nível dos F22 Raptor que nem em sonho entrariam em negócio. O Brasil escolheu bem. Chega de sucata.

  161. @ Virgílio: “muito complicado pro ser humano adaptar”

    Como assim?! É um avião comandado como qualquer outro com envelopes de vôo muito parecidos com os outros caças e aviônica moderna… Que vc ta falando?!

    Complicado de voar deve ser esses velhos Mirage III e F-5 que os mecânicos da FAB fazem “milagres” pra mantê-los voando até hoje!

  162. Qnt besteira nos ultimos coments…qm leu la em cima os primeiros coments e agora ve esses ultimos, soh besteira, se for p comet M@#$ fique queto…

  163. Bom dia,

    Minha preferência pessoal é Rafale, mas qualquer dos concorrentes são bem vindos para a FAB, quanto ao Custo/benefício, qualquer caça moderno em estado de arte, terá seu custo alto, sejá Rafale, seja F-18 SH, seja F-22, seja F-35, seja SU-35 BM, quanto maior for o número de tecnologia embarcada, maior será o valor por célula adquirida e do mesmo modo a manutenção, se não que gastar muito é só fabricar esquadrões de “Demoiselle” do companheiro Santos Dumont, no qual a maior tecnologia é o piloto.

    Abraços.

  164. Olá a todos. Sou de Novo Hamburgo, RS e venho acompanhando esse episódio que só irá terminar no mês de outubro. Não sou um especialista, apenas mais um entusiasta desse tipo de assunto. Eu torço para que realmente o Rafale ou o Gripen ganhe essa concorrência. Em virtude de vários episódios políticos envolvendo Brasil e EUA na questão bélica, já passou da hora de por um freio no orgulho deles por enquanto. Como alguns de vocês citaram, não se trata simplesmente de questões técnicas, existe um grande jogo de politicagem e jurisprudência por trás. Perguntem a si mesmos por que o Brasil inicialmente comprou “apenas” cinco caças franceses Mirage III para defender a Capital Nacional (isso em 1975), e um ano depois é que abriu de fato uma concorrência e escolhendo o caça yankee F5 Tigre? Lemnbrem-se que naquela época, a espinha dorsal da aviação de caça nos EUA até 1976 (antes dos F14 e F15) era o avançado F4 Phanton, e o F5 era um modelo simplificado. Ou quando precisávamos renovar nossa cavalaria mecanizada e desenvolvemos para nosso mercado e para o mercado exterior um carro de combate próprio? Tivemos de esperar por sete anos para adquirirmos caroos de combate Leopard de origem belga da primeira geração, e ainda engolir os noventa M60A3TTS norte amoericanos, com uma brutal restrição de tecnologia por parte da palítica externa deles.
    Não, eles ainda não jogaram a toalha, e vão pôr uma pressão infernal para reconsiderarmos a questão. Irão nos empurrar um projeto, embora comprovadamente eficiente (reconheço que os caças norte americanos são poderosos e confiáveis por excelência), nos deixarão na condição de puramente usuários. Tenho fé que com os franceses ou os suecos poderemos sair desse “marasmo” tecnológico que as forças aramdas vem passando.

  165. Olá….
    Bom sou meio leigo em termos de aviação… mas como brasileiro torço para termos uma Força Aerea “mais forte”(quero dizer mais moderna). Li alguns comentarios aqui neste site…mas acho que o Brasil poderia ter um aviao propio….construido aqui mesmo. Pois acho que temos tecnicos a altura de um projeto para um caça brasuka
    ============
    Posso até estar fugindo da realidade,mas é minha opinião….
    ===
    Mas acho que este RAFALE é muito caro para o Brasil…..

  166. Ora, senhores! Todo mundo ou quase todo mundo aqui e lá fora tem pensamento muito pequeno. As pessoas enfatizam o preço do Rafale. dizem que é um caça caro. Se nós vamos comprar um caça moderno que seja biturbian e que tenha reais capacidades eletronicas de combate, por que não comprar o Rafale ? Por que comprometermos a nossa capacidade de defesa aérea com um caça de pouca autonomia como o Grippen, ou comprometer seriamente nossa defesa com um caça cheio de limitações e desconfianças americanas como o F-18 ?
    Todos nósa sabemos que não podemos confiar nos americanos.Eels têm muito medo que o Brasil se dsesenvolva militarmente. Até no projeto VLS eles temem o Brasil, pois o veículo lançador de satélites, também é um míssil balístico de médio alcance.
    Se nós contribuintes vamso pagar por um caça disuasório e que nos defensa, pelo menos escolhamos o melhor. Por que no fim das contasm se preferirmos o Grippen, o bartato pode sair caro.

  167. Apesar do Rafale ser mais caro, sem dúvida alguma é o melhor. O Gripen também é um excelente caça (pelo menos no papel), pois o oferecido ao Brasil ainda não existe, o que poderia ser uma possibilidade para o Brasil participar do início do projeto até o final. Porém esse fato em sí já deixaria dúvidas quanto ao verdadeiro custo, uma vez que para não ficar dependendo de peças, motor e instrumentos norte-americanos, não tem como precisar o custo final deste projeto. A princípio se sabe que o modelo até então, fabricado pela fábrica sueca ao meu modo de ver, por exigir pista curta, seria muito interessante na área amazônica. Quanto ao F-18,embora sendo um bom equipamento,sob minha ótica, já de imediato, deveria estar totalmente fora da história por conta da política externa de dominação norte-americana. O caso dos Tucanos para a Venezuela, é um grande exemplo. Quanto ao Rafale, ele é bem superior ao F-18, que já esta quase obsoleto, en relação ao caça francês. Isto é indiscutível. Tanto que as forças Francesas que não são qualquer coisinha, os adotaram. Uma potência militar como a França não iria confiar num equipamento tão importante para suas forças, se este não fosse muito bom somente por ser fabricado na França. O máximo que faria para priorisar um produto nacional , seria participar do projeto até ele ficar bom. Alguém pode até questionar a qualidade do Rafale por este não ter sido vendido para outro país senão a França. Acontece que os EUA se metem em todos os possíveis negócios com a Dassault, de modo a impedir que esta feche negócio com governos de muitos países. Espero que o governo brasileiro não seja mais um a levantar o rabo para os yankees.

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