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SNC & Embraer participarão de avaliação para plataforma de ataque leve OA-X da USAF com o A-29 Super Tucano

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A-10 Thunderbolt II e A-29B Super Tucano voando juntos na mesma missão no Exercício Green Flag, em 2016

Sparks, EUA, 12 de maio de 2017 – A Embraer, em conjunto com seu parceiro Sierra Nevada Corporation, foi convidada a participar da Avaliação de Capacidade de Plataformas de Ataque Leve da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). A Embraer e a SNC participarão da avaliação, conhecida como OA-X, com o A-29 Super Tucano, único avião de apoio aéreo tático (LAS) do mundo a obter um Certificado de Tipo Militar da USAF. A avaliação OA-X começa em julho, na Base Aérea de Holloman, no Novo México (EUA).

“A SNC está orgulhosa de participar dos esforços da USAF para aumentar o apoio aos nossos soldados e proporcionar o melhor custo-benefício ao contribuinte norte-americano”, disse Taco Gilbert, vice-presidente sênior da área ISR (Inteligência, Vigilância, Reconhecimento) da SNC. “Em parceria com a Embraer, estamos orgulhosos de apresentar o A-29 fabricado nos Estados Unidos e com experiência comprovada em combate como parte desta avaliação”.

A-29 Super Tucano operando no Afeganistão

A avaliação OA-X faz parte do esforço da USAF para explorar os benefícios de adquirir um novo avião de ataque leve de baixo custo e que não requer futuros desenvolvimentos para fornecer apoio aéreo tático e outras missões em ambientes permissivos e semi-permissivos, reduzir os custos de treinamento de pilotos de caça e acelerar a proficiência de pilotos. A iniciativa OA-X cumprirá esses objetivos, preservando e aumentando a vida útil de outras frotas a jato.

“O A-29 é especialmente adequado para treinar pilotos de caça e torna-los proficientes”, disse Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defense & Security. “Isso significa pilotos melhor treinados, mais rapidamente e de forma mais barata, permitindo que outras plataformas possam executar as missões que desempenham melhor”

Fabricado na Flórida e operado por outras 12 forças aéreas no mundo todo, o A-29 é um avião turboélice durável, versátil e potente, capaz de executar uma vasta gama de missões de caça e ISR. O A-29 é certificado pela USAF e tem atuação comprovada no Afeganistão e em outros teatros no mundo todo.

DIVULGAÇÃO: Embraer

27 COMMENTS

  1. Renato 12 de maio de 2017 at 22:21
    Isso também me surpreendeu, se for assim, uma vitória do A-29 implicaria em uma maior quantidade de aviões no contrato.
    Avião barato de comprar, super barato de manter, e com a última palavra em aviônica embarcada, tudo o que um aluno precisa para dar os primeiros passos na vida de piloto.
    Não é segredo para ninguém que o A-29 é um avião muito conceituado entre os militares americanos, particularmente entre as tropas de chão que necessitam de apoio de fogo aproximado.
    Circula um texto na internet de que um comandante de uma unidade dos Navy Seal fez pedidos insistentes para que o Pentágono comprasse o A-29 para uso de suas tropas em apoio de fogo.
    Amigo, quando a USAF escolheu o A-29 em detrimento de um avião de fabricação local, já foi um forte indicador de que esse contrato iria muito além dos aviões para o Afeganistão e Líbano, o prego foi batido quando a montagem final ficou a cargo da SNC, na Flórida, na verdade já buscavam algo muito maior.
    Para mim é o favorito.

  2. Acredito que o A-29 leva essa.
    Além de ser o melhor… imaginem a saia justa: Os EUA escolhem o A-29 para os países amigos combaterem terroristas e insurgentes. E a USAF compra pra si o Texan II…
    Acho que o resultado sai num curto prazo. Então aguardemos.

  3. Dia desses, da sacada do meu apartamento, vi dois bem-te-vis brigando com um gavião em voo, provavelmente para afastá-lo de seu ninho. Fiquei pensando na tática dos bem-te-vis e imaginei se não seria mais vantajoso ter 192 A-29A/B (fora os do EDA e do 2º/5º GAv) em 8 esquadrões estrategicamente localizados em nosso território, para interdição do espaço aéreo, CAS e ISR (apoiados pelos E-99), pelo seu baixo custo de aquisição e operação, ao invés de se adquirir e manter algumas dezenas de caças supersônicos, considerando um cenário de baixa intensidade e sem risco iminente de conflitos como o nosso.

  4. Qual a vantagem se vai gerar empregos nos EUA, não no Brasil?
    Qual é o imposto recolhido?
    Alguém tem a resposta, qual a vantagem?

  5. Renan, vai gerar empregos também no Brasil, dado que partes da fuselagem do avião, asas e etc continuarão a ser fabricadas aqui. Atualmente, toda essa parte é feita aqui e são apenas montadas lá. Pode ser que passem a fabricar parte da fuselagem lá, mas não temos como saber isso hoje.

    Toda venda do Super Tucano gera royalties para a FAB (não sei o percentual).

    O dinheiro que entra no caixa da Embraer, ainda que por atividades no exterior, é tributado (pelo menos o IRPJ é recolhido, mas deve ter mais tributos incidentes, como PIS/Cofins e CSLL). Mas é claro que é menos do que se fosse fabricado integralmente aqui. O ponto é que não existe essa opção. Os EUA só compram se for fabricado lá. Melhor arrecadar menos do que nada.

    Essas são as vantagens: emprego, renda, royalties, produtos, marketing e etc.

    Se não houvesse vantagem nesse tipo de negócio, os EUA proibiriam a GM e a Ford de terem fábricas no Brasil. A Alemanha não permitira que a VW, Bayer, Bosch tivessem fábricas no Brasil e etc.

  6. Dentre as Forcas operadoras do ST, qual Forca teria a versão mais “mortal” entre eles ??(misseis, bombas guiadas/sensores)
    Qual Forca tem a versão mais tecnológica ??(sensores/radares/EW/…)

  7. Olá.
    Da analogia ornitológica: bem-te-vis podem “combater” um gavião que voe na mesma velocidade ou mais devagar. Normalmente, uma aeronave menor tende a ser mais ágil que outra de maiores dimensões. E um grande número de pequenas aeronaves pode fazer frente a uma outra “mais poderosa” equivalente. O princípio não é novo, data da IWW.
    Porém, se o “gavião for mais ágil, voar mais rápido e ser mais forte que o bem-te-vi”, ai “a coisa pega”. Em outras palavras, um grande número de Super Tucanos (mesmo que o número seja realmente “grande”) não faz frente a um caça (se a função for a interceptação) de 4ª geração a jato.
    Tirando alguma “estratégia pouco ortodoxa”, um caça moderno é virtualmente “imune” a ação de STs. Mesmo que em grande número.
    SDS.

  8. concordaria com esse argumento de que a embraer poderia fabricar fora se fosse fabricados aviões apenas para os eua…mais o q está acontecendo e acontecerá é q a embraer vai fabricar aviões para outros paises em solo americano…a embraer ja deixou de ser uma empresa brasileira a muito tempo…a unica coisa brasileira q talvez sobre na embraer vai ser o nome pois seus verdadeiros donos os Oppenheimer Fund’s, Thornburg Investment, Blackrock Inc não tem nada de brasileiros…dinheiro é a alma do negocio rs

  9. Olá.
    Bem vindos a globalização, com suas estratégias de mercado e políticas econômicas…
    Vamos por partes:
    Vai ser bom para o Brasil que os EUA comprem (se forem comprar…) aviões da EMBRAER “MADE IN USA”? Vai.
    Então, essa negociação tende a ser boa para todos os brasileiros? Não.
    A EMBRAER, como empresa, será beneficiada com uma possível venda dessas? Sim.
    Como a EMBRAER será beneficiada, esses benefícios serão facilmente traduzíveis e repassados para outras empresas brasileiras de tecnologias, parceiras da EMBRAER? Possivelmente, mas num grau (bem) menos significativo.
    Uma possível venda dessas fará o pais (Brasil) melhorar sua imagem mundial, como país sério que está a “passos largos” se preparando para ingressar no “Primeiro Mundo”? Não.
    Basicamente, é isso.
    SDS.

  10. Horatio,
    Empresas americanas, alemãs, francesas e etc se instalaram no Brasil e exportam para outros países. Muitas vezes, até para o próprio país sede da multinacional (vide o exemplo da indústria automobilística).
    No mercado militar mesmo, apesar de incipiente, a Iveco fabrica no Brasil um produto concorrente de seus blindados fabricados na Itália e já exportou para outro país (Líbano), ao que tudo indica, com o governo italiano financiando a compra.
    Fora a parte que os EUA financiam ou mesmo compram as aeronaves para países mais pobres e que ele tem interesse em apoiar. Os STs que foram vendidos para o Afeganistão, se não fosse o governo americano comprar, ninguém compraria para o Afeganistão, muito menos ele próprio. Você acha que contar com FMS para vender os STs é algo ruim? Melhor seria usar o BNDES com juros subsidiados pelo povo brasileiro? Melhor perder as vendas, pois a taxa do BNDES é maior que a do FMS?
    Você acha que os franceses e alemães da Airbus ficaram chateados porque os EUA compraram centenas de Lakotas (versão do EC-145), exigindo a fabricação local, e foram contrários a venda em nome da indústria nacional ou dos empregos no país?
    Por fim, a Embraer não tem controle acionário de nenhum fundo ou empresa. Ela é um caso, um tanto raro, de ausência de controle acionário.

  11. concordo com vc rafael oliveira…só q axo q a embraer não é mais brasileira…olhando na wiki vi q tiraram até o nome “brasileira“ e ficou sem nome fantasia…tem mais fabricas fora do país do que no brasil e os donos não são mais brasileiros…a unica coisa q nós brasileiros podemos usufruir da embraer são nos impostos(o q me deixa mais triste ainda) segundo esta reportagem do g1 de 2006 32% da arrecadação era perdida com corrupção(antes da lava jato) http://g1.globo.com/Noticias/Economia/0,,AA1291270-5599,00.html hj deve ta passando dos 60% é muito triste isso pq agora q tão chegando no bndes a petrobras vai ser uma formiga perto do elefante bndes o q roubram lá vai superar a ptrobras em 99.9%! esses paises só fazem isso pois tem potencias fortes q defendem os interesses das empresas deles fora… o brasil tbm defende se for pago 10% do contrato a algum politico influente ou um funcionario de alto escalão; mesmo assim somos o anão diplomático…rsrs isso só funciona para paises serios fico com o de Gaulle.

  12. Horatio, a sede da Embraer é no Brasil, então ela é brasileira, independentemente do nome.

    As duas maiores fábricas da Embraer ficam no Brasil e elas concentram a maior parte da produção de aeronaves.

    Você pode ser dono de uma parte da Embraer. É só comprar ações dela. Eu já tive durante muito tempo, mas o desempenho não era lá essas coisas.

    Quanto à corrupção, concordo integralmente.

  13. Rafael… é isso mesmo!

    Quem conhece os números sabe que ela é muito brasileira.
    E tem mais unidades produtivas aqui do que fora.

    Alguém sabe quantos funcionários ela tem no Brasil e no exterior? Ou o que é produzido aqui e o que é produzido em suas unidades no exterior? Quantos % da fabricação de peças e da montagem é feita aqui e quantos % é feito fora? E a Engenharia que desenvolve novos produtos, onde está?
    São apenas algumas questões que é bom saber antes de sair falando.

  14. poxa vida basta comprarem 371 milhoes de ações e mudarem a sede para a florida…é o q eu quero dizer se é q os acionistas estrangeiros ja não tenham isso

  15. Que bom, na torcida pela Embraer!

    Uma dúvida que tenho: é possível lançar e fazer o pouso do Super-Tucano de um porta-aviões, além de um navio anfíbio para o corpo de fuzileiros navais, por exemplo, ficando embarcado nestes tipos de navios?!

    Se sim, seria um mercado interessante para o apoio aéreo das missões de contra-insurgência e/ou de forças especiais ao redor do planeta, pois ele é bem mais barato e eficaz de operar e manter, do que lançar caças neste tipo de missão, um mercado interessante para o A-29 e ampliando suas vendas, pelas suas características, não sei se algum dos engenheiros da Embraer pensaram nisto.

    Há vários aviões turbo-hélice bem maiores do que ele operando em porta-aviões, e sem problemas.

    Tecnicamente, seria algo complicado, e viável, fazer modificações neste tipo de aeronave, como o trem de pouso, motor e fuselagem, para um “Sea Super-Tucano/ Super-Tucano Naval”?!

    Sds

  16. Em Melbourne, Flórida a Embraer fabrica os jatos executivos Phenom 100, Phenom 300, Legacy 450 e Legacy 500.
    Existem ainda um centro de engenharia de sistemas aeronáuticos, um centro de atendimento a aviação executiva e um centro de logística que recebe partes de aeronaves fabricadas no Brasil.
    Há ainda um outro centro de engenharia, na Califórnia.
    Especula-se uma fábrica no México.
    Existem ainda 2 fábricas de materiais compósitos em Évora, Portugal.
    As aeronaves ST referentes ao LAS são fabricadas pela SNC em Nevada, com partes vindas do Brasil.

  17. Mauricio, informe se melhor… Tem muita coisa errada no seu post.
    Só para citar um… As aeronaves do LAS são montadas na Flórida, e não em Nevada.
    Além de outras coisas incorretas.

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