Home Noticiário Internacional Caças à venda na Internet

Caças à venda na Internet

8816
40

Northrop F-5F

A empresa General Equipment Inc. baseada em Miami, Florida, vende aeronaves civis e militares usadas.

Entre as ofertas anunciadas no site da empresa estão 20 caças Northrop F-5E e 4 F-5F. Entramos em contato com a empresa e fomos informados que os caças já foram vendidos, mas não podem dizer quem comprou. Ficamos na dúvida se o Brasil poderia ser o comprador.

Além dos F-5, a General Equipment Inc. está vendendo 15 Mirage F1-E, 12 Mirage F1-C e 1 Mirage F1-D, pelo preço de 850 mil dólares cada. Uma pechincha!

Mirage F1 desdobrado em La Sude para operações sobre a Líbia - foto 2 Armee de lair

40 COMMENTS

  1. Eu nao sei o que voces tem tanto contra os F-5 da FAB, foram modernizados em um programa que salvou a FAB da extinçao – sim, salvou da extinçao, numa epoca em que comprar 24 F-16 saia por mais ou menos US$3bn e nao havia vontade politica ou dinheiro para nada.

    Comprar um lote de F-5 para peças seria uma otima ideia, os F-5 sao o futuro da FAB pelos proximos 20 anos.

  2. Galante não publica isso que os caras vão ver isso e aí F… !!!
    Vão pegar essa oferta e modernizar e dizer que temos tecnologia …

    Isso assusta !!!!!!

  3. Meu sonho não é um F-1 para mim;
    Meu sonho não é uma FAB bem equipada;
    Meu sonho é por um país sério.

    Mas com o governo cumpanhero gastando R$20 bi por ano em Bolsa Familia, e a Presidenta mandando gastar mais, temo que essa turma se eternize no poder.

  4. Concordo com o Vader.
    Se tiver opção de biposto melhor ainda. Da para fazer que nem aqueles caras que levam pessoas para dar bandinha sobre o mar a velocidade do som.
    Ferrari vendia carros de rua para financiar corridas. A FAB poderia fazer o mesmo: Passeios de Mirage para civis, para custear compra de peças e manter o esquadrão ativo. kkk

  5. thomas_dw disse:
    3 de março de 2013 às 9:32

    Cara,
    Eu não tenho nada contra o Forevis, muito pelo contrário. Foi um grande projeto. Foi uma grande idéia da Northrop, um verdadeiro caça austero! Um verdadeiro supersônico de pobre!
    Reconstruir aviões nunca foi problema, tanto que metade dos F-4 da USN foram reconstruídos. O F-5M foi um ato de desespero da FAB. Ou recauchutava o jacto ou ficava sem. Sem nada! O F-5M é um ótimo projeto. O problema é que ele só serviu para retirar a FAB da década de 70 e introduzir ela nos Anos 90. Também permitiu que a Força se torna-se efetivamente 24H. No mais, o jacto manteve o mesmo envelope de voo, a mesma carga paga, o mesmo giro sustentado, o mesmo comprimeeeeeeeeeento de pista e dando partida da mesma maneira que um F-86. Em suma, ele só serve para abater Pampa, Mirage IIIE, Xavante, Pucará, AMeXis, A-37…e um Rafale de bobeira( que eu duvido que tenha acontecido).
    Forevis-5A/B/E/F/G/M = tudo alvo!

  6. Quem comprou fui eu…. estou fazendo minha própria Força Aérea…. a Basch Air Force (BAF)…. e estou arrijimentando pilotos e tudo o mais…

    Tchê o que ?? Estou começando no mesmo nível da FAB…. não tá bom !

    Te cuida Dilma…. te cuida planalto central…. tapem as vidraças !!

    🙂

    Sds.

  7. Eu jamais daria certo num lugar desses.
    Colocar a segurança de um país em aviões obsoletos é pior que o nada.
    A população é enganada com a falsa sensação de segurança, e o dinheiro dos que trabalham é jogado fora.
    A atitude mais responsável e correta do Alto Comando da Aéronautica seria a desativação imediata de pelos menos todos os F-5 e Mirage 2000 , e um verdadeiro expurgo na miscêlanea de inutilidades que existem na força.
    É claro que isso poderia trazer o risco de se cair em buraco sem fundo, que seria o de não ver para sempre um avião de caça na FAB, mas é de se perguntar, a quem se quer enganar?
    O governo? Não tem o mínimo interesse nessas coisas.
    O povo? Não sabe ler.
    Os militares?
    Sim, são eles os enganadores e os enganados, conseguem fazer isso.
    O fim principal das forças armadas é a guerra, guerra são vencidas pelos melhores e os que têm o melhor equipamento.
    Ou você é o melhor ou você é um perdedor, simples.
    Ter por ter, em 1939 e 1940, a Polônia, a Dinamarca, a Noruega, a Bélgica, a França; também tinham força aérea.

    Na Itália, a FEB certa vez capturou uma seção de soldados alemães e a levou prisoneira.Horas depois estavam todos, brasileiros e alemães, jogando futebol…

    É melhor não ter nada, se tiver que se tenha isso:

    http://www.youtube.com/watch?v=ffpYJEgHkT4

  8. Roberto,

    Seguindo seu raciocínio…. feche-se todas as F.A. do mundo exceto a mais poderosa…a USAF.

    É pouco… some-se a UsNavy e os Marines….. junte todo o resto e ponha-se nesta empresa da Flórida, que vende aviões usados….

    Tá feito o carreto !

    Sds.

  9. Baschera,

    Creio que você tenha se perdido em sua tentativa de seguir meu raciocínio.
    Voltarei então, para achá-lo nesse meu curto e simples caminho.É fácil ver onde você tropeça e não consegue ir adiante.
    É justamente, creio eu, no seu desconhecimento sobre o atual inventário das forças aéreas dos países que merecem importancia no cenário mundial.
    Falemos então de ameaças em potência, a Venezuela ou o Peru.Você está ciente do inventário desses países?
    Compreende agora?

  10. Roberto,

    Claro….. mas vc esta jogando super-trunfo….

    Não vejo, hoje, como Perú (FAP está muito pior que a FAB, pouco coisa voa por lá …) os M-2000 pouca coisa tem motor em dia para voar, os Mig-29 tem alguma capacidade, mas em poucas (só uma meia dúzia modernizada por lá mesmo) … a Venefavela… cujos Su-30 nunca saíram do seu território (porque será ??) e seus pilotos mal sabem voar nesta máquina…. e não tem REVO…e cujos F-16A/B estão em estado precário,…. falta peças e manutenção… sobra os K-8 chineses !

    Mesmo se vc acrescentar a Colômbia, com seus Kfir C10…. não teria condições mais do que bombardear a fronteira e olhe lá….

    Nem vou me atrever a citar a Argentina….

    O que sobra é o Chile…. este sim com reais capacidades, inclusive logísticas… mas o que pega é atravessar a cordilheira e voltar.

    Sds.

  11. Quando eu tinha dezessete anos, meu me disse:
    Você tem três escolhas: ser médico, engenheiro ou advogado.
    Eu disse: ok, mas a universidade é longe, quero um carro.
    Ok, eu te dou um carro…
    Passei com boa colocação em direito na Universidade Federal, e ele cumpriu a promessa.
    O carro devia ter uns vinte anos de idade (mais novo que o F-5), não reclamei.Sabia que enquanto estivesse com aquela porcaria nada iria mudar.
    Um dia passei sobre uma poça d’água, o piso do carro desapareceu.Disse ao meu pai que não dava mais, passei a pegar dois ônibus para ir até a universidade.
    Alguns meses depois ele me deu um carro zero.

  12. Caro Bashera,

    Você comete o clássico erro de estratégia, que é de considerar a situação presente e não pensar no futuro, e mesmo assim com informações para lá de duvidosas.

    “seus pilotos mal sabem voar nesta máquina…. ”

    É mesmo?

  13. Quanto à venda dos aviões:
    Eu tenho uma idéia:
    Comprar todos, tirar tudo que não é essencial ao voo, radar, canhões, equipamento de navegação, etc; e fazer uma Red Bull Air Race na praia de Copacabana.

  14. Roberto F Santana disse:
    3 de março de 2013 às 20:35

    “Desative tudo (caças), alie-se com a mídia, quero ver se o governo não compra os caças.”

    Pelo menos em relação aos Mirages do GDA essa seria minha decisão, desativa, remaneja alguns F-5 para lá, divulga para a mídia que já vem acompanhando essa concorrência a 10 anos e concerteza aproveitaria a oportunidade para criticar o governo principalmente por ter eventos tão importantes como a Copa e as Olimpíadas e não estar se planejando como deveria.
    Políticos só tomam decisões quando pressionados pela mídia e consequentemente pela opinião pública.

  15. Prezado champs,

    É exatamente isso que quero dizer desde o começo.
    Forçar uma situação.
    O que guia o povo e a opinião pública, infelizmente é a mídia, entre em “acordo” com ela e você consegue tudo, até mesmo derrubar governos, como já aconteceu.

  16. Uma outra situação, desta vez no transporte público:

    A Vasp com seus surrados Boeing 737-200, enganava a todos, só veio a ser forçada a parar de voar, quando finalmente veio a público que a empresa usava no sistema de freios de seus jatos, lonas feitas em garagens de ônibus.
    Tragédia maior poderia ter acontecido.

  17. Roberto F Santana disse:
    3 de março de 2013 às 21:39

    Quanto à venda dos aviões:
    Eu tenho uma idéia:
    Comprar todos, tirar tudo que não é essencial ao voo, radar, canhões, equipamento de navegação, etc; e fazer uma Red Bull Air Race na praia de Copacabana.

    A FAB não deixa…para poder voar com o DC-3…tu não imagina o inferno que foi…

  18. Caro Roberto F Santana,

    Tendo a concordar com todos os seus argumentos no caso do indefinido processo de reaparelhamento da FAB, vulgo FX 2… Mas temo, temo mesmo, um calafrio na espinha, de jogar para a mídia e a opinião publica(da) a eventual “pressão” sobre o governo… Vai que eles digam: “É isso aí, pra quê aviação de caça ? Nós queremos saúde, educação, emprego…, blá, blá, blá, blá…”

    E (nunca) terão nem isso, nem aquilo, e nem defesa aérea…

    Sabe-se que os argumentos e raciocíonios desse povo, na média, são rasteiros demais para desenvolverem uma discussão dessas, separando as coisas, dando a Ícaro o que é de Ícaro, e ao simples andante o que é do andante…

    Se nesse espaço, qualificado, são inúmeras as controvérsias na escolha do melhor vetor, não o sendo, ao que parece, a necessidade imperiosa e urgente de qualquer um, o que esperar do restante do povo ?

  19. Prezado Ozawa,

    Reconheço que seria sim, uma operação arriscada.
    Entretanto, cedo ou tarde os militares serão forçados a isso.Pode até mesmo soar como um blefe, uma mentira ou chantagem, mas não é.
    A aponsentadoria imediata desses aviões é legítima e calcada nos próprios manuais do frabricante, nenhum avião de caça foi, é ou será feito para durar mais de quarenta anos.A retirada hoje de serviço desses caças é facilmente justificável.
    E você está certo com relação à mídia.Mas veja, sobre o que eu falei, leva o simples e detestável nome de “política”. Os militares tradicionalmente não são políticos, (se bem que, hoje eu apostaria que são sim!), a aliança com a mídia teria que ser algo político, a nível de relações públicas.
    Um outro problema é de nível de Estado Maior, pegue uns vinte ou mais oficiais superiores e lhes pergunte sobre os melhores caças de hoje, aposto de no máximo uns cinco balbuciarão algo como F-…..16. Para um piloto de F-5 da FAB, seu avião é o melhor do mundo.Os oficiais da FAB não compreendem a situação simplesmente porque não sabem da situação, ninguém lhes ensinou, isso não é ensinado nem a nível superior de Estado Maior.
    A exceção sempre existe, mas nesse caso é mínima enão tem força.

  20. Ainda sobre a mídia.

    Eles vivem de advertising, boa parte das matérias são pagas, ou seja, uma mão lava a outra.Injete dinheiro neles, um “entre para força aérea” no horário nobre, um Saab na hora da novela, ou uma Boeing no Jornal Nacional, eles irão transmitir a decisão do FX ao vivo e em cadeia nacional.

  21. Vamos fazer uma vaquinha, gente!
    Vamos comprar um para chamarmos de nosso e fazer uso compartilhado a exemplo dos helicópteros com cotas, kkk

    Já mandei e-mail para a empresa de “avise-me quando chegar” para os F-5. (tenho de aproveitar antes que a FAB zere o estoque de novo).

    “Dá-me dos”, como diziam los hermanos qdo lotavam as praias do Sul.

  22. Aliar-se com a mídia. Bah! Me desculpem, mas essa é de lascar.
    Os jornalistas do Brasil acham que sabem tudo, mas não resolvem nada. São desunidos e, em muitos casos, movidos por interesses pessoais, dinheiro ou por seus Egos. Sem contar que a grande maioria da imprensa é contra a existência das FAs, pois isso é um resquício das utopias da juventude dos jornalistas que viveram a época hippie e o período do Regime Militar (que precisa voltar).

  23. Prezado cristiano.gr,

    Quando falei mídia não quis dizer aliar-se a jornalistas, mas sim às grandes empresas que dominam a mídia, é diferente.
    Concordo com você, os bons jornalistas geralmente são pobres e não aparecem muito.Jornalistas muito novos têm muita informação mas não sabem nada, e os velhos cheios de recalques e cansados.
    Veja essa interessante “lavada” que o falecido Enéias dá na nata do jornalismo nacional, acompanhe:

    http://www.youtube.com/watch?v=oOpAcq_eAXw

  24. Pessoal

    Vocês tão com foco sómente na aviação de caça, há outros investimentos acontecendo. Não cabe definir se certos ou errados, mas há dispêndios em uma vasta gama de equipamentos militares (defesa) e “mequetrefe ou não” há uma estrutura de hight, med e low na caça. Os caças hoje são para defesa e não ataque, pois como disseram os nossos vizinhos tem limitadas ações, nesse contexto. Até os guerrilheiros estão em fase de redução. As nossas fronteiras são violadas por traficantes e bandidos. Não precisamos de “poder” poder! aéreo a nível de f-5 para combate-los! Infelizmente as nossas fronteiras secas estão cercadas por miseráveis. Estrategicamente, as nossas fronteiras molhadas são mais vulneraveis, com os atuais meios de defesas, mas já existe movimento para “ajeita-las”.
    Não se desgastem! Isso vai ficar assim por algum tempo.

    • Sergio,

      Você está correto em vários pontos, mas vale destacar que, excetuando os “tampões” F-2000 cujo prosseguimento em serviço ainda é uma incógnita, restam na parte “hight” da nossa estrutura de caça os F-5M, cuja vida útil deve começar a se encerrar em 2017-18, por fadiga estrutural difícil de resolver, pois muitos já passaram por extensas reconstruções que estão chegando ao limite. Aí vc conserta uma coisa, mas escangalha a outra em células já muito desgastadas.

      Assim, se nada for resolvido estaremos simplesmente decaindo no número de caças até que os remanescentes da frota, mesmo com os 11 “ex-Jordânia” cobrindo as primeiras baixas, deixe de voar de vez, antes do final da década seguinte.

      Sobre o assunto da matéria, minha opinião é de que mesmo na “surdina” a aquisição de mais células de F-5, notadamente os de duplo comando, não seria mau negócio.

      Quem sabe os primeiros F-5M a dar baixa antes do final desta década poderiam fornecer seus equipamentos eletrônicos para outras células usadas, compradas em bom estado, para se manter a frota num quantitativo mínimo indispensável para esse período de transição sem se gastar muito com novas modernizações.

      Mas isso seria coisa a se anunciar apenas após o F-X2 ser aprovado, senão vira outro paliativo. Porque para paliativos eu bato três vezes na madeira.

  25. Nunão

    Acolho o vosso comentário, acho que já passou da hora à muito, mas não adianta, nós – entusiastas – ficar batendo na mesma tecla a anos também.
    É só isso.

    Depois que v. escreveu “hight” é que percebi o meu. Sorry!

    É uma decisão sobre sistemas de armas, e não simplismente um avião
    de caça. Como sabemos os projetos FAB são eficazes e o nível de conhecimento que estamos saltando, a rede que esta sendo formada, implicará em algo para até daqui a 40 anos. (30 operacional e 5 antes e depois). Da para projetar o substituto. A decisão de agora é porreta. Temos mais laços com os americanos do que com europeus, entenda o que esta pesando em termos políticos. Mas agora estamos sendo jogadores, ainda ficamos no banco de reseva, mas já treinamos junto. O custo é alto, mas sera efetivo.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here