A Força Aérea Russa está completando o programa de modificação do seu interceptador MiG-31, para o padrão MiG-31BM.

O MiG-31BM é equipado com aviônicos atualizados e datalinks digitais, um novo radar multimodo, displays multi-função coloridos no cockpit, um novo e mais capaz computador de bordo e a habilidade de transportar novos mísseis ar-ar e a possibilidade de empregar mísseis ar-superfície anti-radiação como o AS-17 Krypton.

O sistema de controle de tiro Zaslon original emprega um radar phased array PESA, com alcance de 110 milhas (203,7km) e capacidade de engajamento simultâneo de 10 alvos. A Força Aérea Russa diz que os melhoramentos dobraram o alcance.

O MiG-31BM também pode usar os novos mísseis ar-ar Novator KS-172 (AAM-L), anti-AWACS, com alcance de 220 milhas (407km). Esta arma foi testada pela primeira vez em 1994.

Diz-se que o MiG-31BM também pode abater mísseis de cruzeiro e futuras aeronaves hipersônicas.

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FONTE: Ria Novosti

Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

67 Responses to “Força Aérea Russa completa programa de modernização MiG-31BM” Subscribe

  1. Antonio M 14 de agosto de 2010 at 14:03 #

    “…Diz-se que o MiG-31BM também pode abater mísseis de cruzeiro e futuras aeronaves hipersônicas. …”

    Será?!

    Bem, seja como for ainda é uma belíssima aeronave, única. E para poucos! E se realmente fizer o que promete, justifica a manutenção/upgrade de aeronaves como o F15 ……

  2. Pedro 14 de agosto de 2010 at 14:04 #

    Adoro esse avião!

    Infelizmente vai ter um destino semelhante ao Su-15, ou seja, nunca ter sido realmente testado em combate.

    O Mig-31 nos anos 80 era o senhor dos céus, com uma avionica, armamento e desempenho que ofuscava qualquer coisa.

  3. ditongo 14 de agosto de 2010 at 14:31 #

    As respostas não demoram e o equilibrio tende a se manter, apesar das desiqualdades economicas

  4. Lusitanium 14 de agosto de 2010 at 14:37 #

    E o que faz o Mig-31 que os novos Sukhoi não façam?

  5. david 14 de agosto de 2010 at 14:44 #

    cara ele e um mostro!
    belicimo interceptador!
    pena que o tempo deles esta ficando para tras!

  6. Galileu 14 de agosto de 2010 at 15:56 #

    um dos queridinhos da Guerra Fria!

  7. Raul 14 de agosto de 2010 at 15:58 #

    De onde o blog tirou esta notícia?

    De tudo o que eu sei o MiG-31 não tem muito futuro na força aérea russa não. A prioridade lá em primeiro lugar são os Su-27, depois os MiG-29, que a duras penas estão sendo modernizados a um ritmo extremamente lento (de 2002 até hoje, menos de 50 Su-27 foram modernizados).

    Na minha opinião, se for para os russos gastar seu pouco dinheiro para modernizar alguma areonave, que sejam os Su-27 e Mig-29 ou com aeronaves novas Su-34/35 (como já está sendo feito) e MiG-35 para dar uma ajuda à MiG, caso esta não vença na Índia.

  8. Cláudio 14 de agosto de 2010 at 16:10 #

    O grandalhão é muito bem armado, mas será que encara um F-14; F-15; F-18 SH, Rafale, ou, NG da SAAB ??? Alguém saberia dizer se estão na mesma altura…!!!????

    O ideal é saber dele em relação os três últimos, pois são finalitas do Fx-222222222……

    Além do mais, será verdade que ele é caçador de AWACS ???….pois desde 1994 não vimos nenhum AWACS ser abatido pelos tais mísseis KS-172 AAM-L com alcance de 407 Km.

  9. João Paulo Caruso 14 de agosto de 2010 at 16:14 #

    Sem dúvida em sua época era muito avançado e a capacidade de interceptar mísseis de cruzeiro já estava na primeira versão, mas hoje em dia reflete muito no radar, requer extrema manutenção e os russos sempre prometem que vão ter um míssil de longo alcance que é superior ao AMRAAM, mas que nunca fica pronto.

    Além de que o “super radar” não ajuda muito contra os F-22 e F-35, mesmo um EF já reduziria a vantagem com sua menor assinatura.

    Não existe nehum equilíbrio entre a força aérea russa e a USAF, oitenta por cento dos aviões russos estão com a mesma eletrônica original da década de oitenta.

  10. João Paulo Caruso 14 de agosto de 2010 at 16:31 #

    Cláudio

    Com os R-77 e R-33 ele não tem grande vantagem sobre os EF e SH, na verdade o ECM russo poderia ter até mais trabalho para proteger o Mig que é um alvo grande e reflete muito. Grande parte da vantagem do radar gigante do mig seria conpensada pela menor assinatura e pelo sistema de defesa eletrônico dos caças mais modernos.
    Eu confiaria muito mais (3 vezes mais) nos AMRAAM e Meteor ocidentais do que em qualquer desses mísseis russos. Acho que os ECMs e ECCMs ocidentais também são melhores.

    É claro que o desenpenho superior do 31 pode ser usado como vantagem e garantir a sobrevivência se bem utilizado, mas em combate direto não há evidência de que essas “qualidades” do caça russo funcionem bem na prática.

  11. Mikhail Aleksandrovitch Bakunin 14 de agosto de 2010 at 16:38 #

    Raul disse:
    14 de agosto de 2010 às 15:58

    De onde o blog tirou esta notícia?

    FONTE: Ria Novosti

  12. Klevston kstonboner 14 de agosto de 2010 at 17:00 #

    Linda aeronave, parece ser muito potente.

  13. Nick 14 de agosto de 2010 at 17:10 #

    Maior problema que vejo no MIG-31 é seu rcs, que mesmo tratado deve beirar, os 3~5m2. Como sua missão seria basicamente eliminar os AWACs, e este possuem escoltas … seria meio complicado, mesmo com misseis de 400km de alcance.

    []‘s

  14. luiz otavio 14 de agosto de 2010 at 17:16 #

    ele é um interceptador puro, muito veloz e beberrão, não foi projetado para combate aproximado.

  15. Baschera 14 de agosto de 2010 at 17:29 #

    A modernização do cockpit do Mig-31 da versão BM não é nenhuma brastemp….. apenas melhora a visão situacional e diminui um pouco a carga de trabalho do piloto.

    Vejam a foto do novo cockpit no link abaixo:

    http://www.militarypictures.info/airplanes/mig-31bn.jpg.html

    Mas o bixo é imponente e um dos grandes, ainda sobreviventes, do tipo interceptador de longo alcance. Sua entrada em serviço freiou os vôos de espionagem sem ameaças feitos pelos SR-71 “Blackbird” americanos.

    Sua função, agora, será possivelmente a de escolta para os bombardeiros estratégicos russos, como os Tu-160.

    Sds.

  16. robert 14 de agosto de 2010 at 17:35 #

    esse é o cara!

  17. Fabio Silva 14 de agosto de 2010 at 17:44 #

    O este belíssimo caça é um interceptador por isso não podemos fazer uma comparação direta com os finalistas do F-X, como o Baschera disse ele foi projetado para abater Blackbirds, sem estes sobrou a tarefa de abater AWACS.
    Não sabemos tudo sobre esta modificação e os russos são bons em esconder segredos militares como estes, mas certamente a tratamento com material RAM que diminuirão sua RCS, e os novos mísseis podem fazer desde BICHO um formidável assassino de AWACS sim.
    Pô e vamos parar de dizer que tudo que vem da Rússia é ruim ou de má qualidade, se assim fosse ninguém compraria nada deles, e se cometessem esse erro não iriam comprar novamente. Que digam a Índia e muitos outros países.
    Ah só pra lembra-los o sistema anti-aéreo TOR-M2 Russo é considerado um dos melhores do mundo na sua categoria.
    abraços

  18. Marcelo 14 de agosto de 2010 at 18:31 #

    Pedro, o Su-15 teve seu “batismo de fogo”: derrubou um 747 da Korean. Espero que o Mig-31 fique sem o seu batismo, se for seguir o exemplo do seu antecessor…

  19. Alfredo.Araujo 14 de agosto de 2010 at 18:34 #

    Eu peço aos amigos para, no minimo, fazerem uma pesquisa antes de escrever qualquer coisa…
    Se pesquisarem, verão que um Interceptador não é um avião que foi pensado para fazer dogfight… entao nao cabe NENHUMA comparação com qualquer outro avião citado…

    E João Paulo…. realmente não podemos comparar os misseis ocidentais com os misseis russos… até pq os ocidentais não possuem nenhum missil ar-ar de longo alcançe…. ao contrario dos russos…
    Lembre-se q o armamento padrão do Mig-31, são misseis de longo alcance. E vc nao citou nenhum missil de longo alcance ocidental…

    abs

  20. Alexandre 14 de agosto de 2010 at 19:10 #

    Alfredo, Tá certo que o alcançe era menor, mas se não me engano o F-14 carregava um míssil de alcançe considerável, agora estou com preguiça de pesquisar o nome.
    No mais, verdadeiramente uma aeronave imponente, lembra velocistas de 100 mts rasos…

  21. João Paulo Caruso 14 de agosto de 2010 at 19:19 #

    Ignorei os mísseis de longo alcance por que o R-33 parece ser mais destinado a alvos de grande porte e que eu saiba versões mais modernas eletronicamente não foram colocadas em serviço.

    O R-37 ou seja como chamarem não está em serviço e nem em fase final de testes, por isso não conta.

    Quanto ao R-27 ER, o histótico do míssil R-27 fala contra e o alcance não é muito superior aos últimos AIM-120s. Também a maioria dos aviões russos não é capaz de dispará-lo contra um caça à distâncias muito longas porque o radar tem menos potência do que eles afirmam, nem mesmo os flankers originais que os russos ainda usam.

  22. João Paulo Caruso 14 de agosto de 2010 at 19:22 #

    O Phoenix já está fora de uso, por isso não citei. Talvez o Meteor conte como de longo alcance.

  23. Heyarth 14 de agosto de 2010 at 19:47 #

    Lusitanium disse:
    14 de agosto de 2010 às 14:37

    O MIG-31 é um interceptador, ele não precisa manobrar como um Flanker, precisa apenas ser veloz e ter um bom radar.

    Adoro esse avião, pena que ele é uma árvore de natal nos radares hoje em dia…

  24. BARCA 14 de agosto de 2010 at 20:08 #

    Ele sempre terá sua utilidade na força aerea russa por esse motivo:
    Mig 31
    Maximum speed:
    * High altitude: Mach 2.83 (3,000 km/h, 1,860 mph)
    * Low altitude: Mach 1.2 (1,500 km/h, 930 mph)

    O MiG-31, codinome da OTAN “Foxhound”, trata-se de um interceptador biposto (2 lugares) para operação em quaisquer condições climáticas. É ainda hoje o maior avião de caça do mundo, com suas últimas versões pesando aproximadamente 50.000 kg com armamento completo e tanques cheios, que podem levar até 16.500 kg de combustível. Este avião não foi construído visando a manobrabilidade, necessária para combates a curta distância, mas sim como uma plataforma de interceptação extremamente rápida, equipada com um radar que possibilite o lançamento efetivo de suas armas. Nessa função sua performance é impressionante. O Foxhound pode voar em cruzeiro a Mach 3 e alcançar a velocidade máxima de Mach 3,2 . No entanto, devido aos efeitos do calor, que se tornam críticos em velocidades acima de Mach 3,0, vôos acima dessa velocidade só são autorizados durante cerca de 30 minutos, também como forma de preservar seus motores. Ao nível do mar, o Foxhound pode alcançar mach 2500 km e tem um alcance máximo (incluindo tanques externos) de 3.500 km. A aeronave possui ainda, a partir da versão MiG-31C, capacidade de reabastecimento em vôo, o que faz com que sua permanência no ar seja limitada apenas pela fadiga dos tripulantes.
    É um caça extremamente importante!

  25. Groo 14 de agosto de 2010 at 20:32 #

    Um dos meus preferidos da Guerra Fria.

    Se ele conseguir abater um AWACS já é um perda enorme para qualquer adversário.

    A capacidade de combater em rede, altíssima velocidade somados ao armamento de longo alcance pode permitir estratégias inetressantes de defesa aérea.

  26. Cor Tau 14 de agosto de 2010 at 20:32 #

    Meu ar….Meu sonho é você…..Mesmo quando fecho os olhos posso te ver…No céu da minha vida…Você sempre será a estrela……. :)

  27. Cor Tau 14 de agosto de 2010 at 20:37 #

    Obrigado…. :)

  28. Jonas Rafael 14 de agosto de 2010 at 20:43 #

    “Lusitanium disse:
    14 de agosto de 2010 às 14:37
    E o que faz o Mig-31 que os novos Sukhoi não façam?”

    Funciona com o pós combustor ligado por meia hora e graças a isso pode manter uma velocidade de mach2.3 por esse tempo. Nenhum outro avião, com supercruise ou não consegue cobrir tamanha distância no memso tempo.

  29. Dell72 14 de agosto de 2010 at 20:43 #

    A pouco tempo tinha uma promoção num site em que o premio era um vôo nesta fera, com a promessa de chegar quase ao nivel de orbita (ou coisa parecida).
    não sei quem foi o felizardo (se realmente houve).

  30. Bosco 14 de agosto de 2010 at 20:49 #

    Em geral os mísseis ar-ar para combate BVR podem ser classificados à grosso modo da seguinte maneira. MRAAM entre 40 e 100 km e LRAAM acima de 100 km.
    O único LRAAM do ocidente foi por muito tempo o Phoenix. Aliás, do mundo.
    Hoje o Amraam C-7 é considerado LRAAM por ter um alcance nominal maior que 100 km. Inclusive de menor alcance, mas foi pensado pra substituir o Phoenix na USN. Idem do Meteor.
    A Rússia possui também uma versões de longo alcance dos mísseis R-27, R-33, R-77 com mais de 100 km, além do KS172 que só é útil contra grandes e lentas aeronaves, e não se presta para o combate entre caças, mesmo porque, não se consegue detectar caças a 400 km de distância.
    Deve estar em fase de conclusão o desenvolvimento do R-37 com 300 km de alcance. Difícil vai ser usar contra o quê, já que mesmo caças de 4ª G são difíceis de serem detectado a essa distância.
    Hoje, com radares de varredura eletrônica, se consegue detectar caças de 4ª G até distâncias de 200/230 km e caças de 4,5ª G até uns 120/150 km com radares compatível com um caça.
    Na década de 70/80, somente alvos muito grande e lentos (bombardeiros, transporte, AWACS) podiam ser interceptados pelos Phoenix, mesmo porque apenas estes podiam ser detectados a grandes distâncias.
    Hoje, o Amraam D (160 kg) promete performances superiores em termos de alcance a um Phoenix de mais de 400 kg, podendo ser usado contra alvos com RCS de caças de quarta geração. Lançado de um F-22 em supercruise o Amraam D teria um alcance na faixa de 250 km. Claro que contra alvos de grande RCS que possa ser detectado, identificado e rastreado pelo radar.
    Melhoras no APG-77 prometem elevar o alcance de detecção do F-22 para 400 km (?). Provavelmente tal alcance deva levar em conta RCS de caças de quarta geração (?). Mesmo não tendo nenhum projeto de míssil ar-ar com esse alcance, tal capacidade do radar seria muito útil em manter um F-22 bem à retaguarda usando o radar no modo ativo enquanto F-22 no passivo vão à frente.

  31. Vader 14 de agosto de 2010 at 20:50 #

    Adoro essa aeronave. Sempre lembrando que Mikhoyan-Gurevich nunca fez aeronaves de acrobacia… :)

    Em seus bons tempos era o senhor dos céus. Grande, rápido e poderoso, botava paúra na OTAN. E cada hora voada custava o sangue, o suor, e as lágrimas de um ano de trabalho de uma família soviética… :(

    Mas honestamente não vejo serventia para ela no campo de batalha aérea atual. São alvos fáceis para qualquer caça moderno.

    Deveriam ser desarmadas e vendidas para que civis pudessem fazer vôos sub-orbitais.

    Sds.

  32. Bosco 14 de agosto de 2010 at 20:55 #

    Para os que acham inevitável um combate WVR, como fica o MiG-31 quando o inimigo usa ECM para desviar de seus mísseis?

  33. Bosco 14 de agosto de 2010 at 20:59 #

    Numa pesquisa rápida achei dados diferentes do que postei.
    MRAAM até 70 km. LRAAM acima de 70 km.

  34. Bosco 14 de agosto de 2010 at 21:09 #

    O conceito de “interceptador puro” só tem validade num contexto em que seu inimigo usará bombardeiros grandes e pesados e aviões de reconhecimento estratégico de grande altitude/velocidade.
    Assim como o Vader também acho esse conceito ultrapassado, já que a principal ameaça não é mais o antigo bombardeiro subsônico com RCS de corveta ou os antigos aviões de reconhecimento.
    Contra caças de quarta geração pra frente a sobrevivência do MiG-31 ficaria comprometida por ter um RCS muito grande e por não poder atirar de tão longe contra alvos de RCS menor. Acaba que a potência do seu radar e o alcance dos seus mísseis é anulada pelo seu RCS muito grande.

  35. Seal 14 de agosto de 2010 at 21:15 #

    O MIG-31 é um gigante de quase 23m de comprimento.É uma versão modificada e melhorada do MIG-25 “Foxbat”.

    O MiG-25 foi concebido para ser um interceptador, que tivesse capacidade para proteger os céus soviéticos dos bombardeiros estratégicos supersónicos que foram anunciados nos EUA nos anos 60, como o Valkirye. Além disso, o avião espião SR-71 «Blackbird», capaz de atingir velocidades superiores a 4.000km/h, os quais eram considerados uma grande ameaça para a ex-União Soviética.

    O MiG-25, foi uma resposta ao desenvolvimento destas aeronaves.
    Os projetos norte-americanos foram cancelados, mas os soviéticos não sabiam disso, e prosseguiram o desenvolvimento do seu super interceptador.

    No ocidente, não havia a noção de que os soviéticos preparavam a construção de um caça interceptador e pensava-se que o avão soviético fosse um caça puro destinado ao combate aéreo.

    Daí nasceu o MIG-31.

  36. Bosco 14 de agosto de 2010 at 21:16 #

    Agora, se for verdade que terá condições de combater aeronaves hipersônicas, aí claro que voltaria a ter validade, mas tais aeronaves só deverão estar voando para além de 2025.
    Já usar um interceptador de alta velocidade/altitude contra mísseis cruise não acho viável não.
    Opinião pessoal e de leigo, devo confessar.

  37. cerberosph 14 de agosto de 2010 at 22:17 #

    A ideia original não era moderniza-los para abaterem satelites utilizando um missel proprio para isso????? lembro que a época os EUA chiaram bastante com esse plano.

  38. Fabio Silva 14 de agosto de 2010 at 22:38 #

    cerberosph disse:
    14 de agosto de 2010 às 22:17

    Foi criada uma versão do MIG31 pra isso a “D”, mas apenas 2 protótipos foram construídos, e com a queda da URSS o projeto foi cancelado. Hj estes protótipos são utilizados para colocarem pequenos satélites em órbitas baixas.

  39. MN-QS 14 de agosto de 2010 at 22:52 #

    Não sei…mas o que eu sei é que a unica vitória aérea do Iraque na tempestade no deserto foi um Mig-25 (Foxbat-B, radar com válvulas, ísso mesmo, antes dos transitors) abatendo um F/A-18B. Detalhe à longuíssima distância. A incrível capacidade de funcionar como mini-AWACS torna esse vetor muito perigoso. Olhem o tamanho da Rússia, mais de 22 mil Km².

    Abraço a todos!

  40. cerberosph 14 de agosto de 2010 at 23:00 #

    Pensando aqui , como um leigo, em dar utilidade a essa belíssima aeronave num cenário de guerra atual postarei uma idéia a ser esclarecida.
    Imagine um ataque aéreo a um grande pais, as forças inimigas vindo com seus aviões f22 e f35, começa o combate aéreo e esses aviões são combatidos com os PAK FA, SU35, Rafales ou equivalentes. Se esse pais tivesse uns MIG 31em hangares subterrâneos no centro do pais poderia esses MIG alçarem vôo a grande velocidade e, mesmo sendo detectados pelos radares, passarem por “cima” dos f22 e f 35, graças a grande altitude e velocidades por eles alcançadas, e graças a essa altitude atacar com eficácia os aviões AWACS, os aviões de reabastecimento etc, mesmo estes sendo escoltados, já que vindos de grande altitude os MIG levariam vantagem??
    Ou foi só uma viagem num sábado a noite?

  41. Heyarth 14 de agosto de 2010 at 23:10 #

    MN-QS disse:
    14 de agosto de 2010 às 22:52

    Esse F-18B estava desarmado e voltando para casa, muitos MIG-25 foram abatidos…

  42. aquino 14 de agosto de 2010 at 23:54 #

    essa ideia de abater satelites era real na época da guerra fria começou com os eua usando caças f-15 em testes mas moscou tinha uma arma similar si naõ tó enganado era o mig-31 ou su-27 ocorreu varios testes mas ouve um acordo entre americanos e russos sobre essa arma os testes param continuaram os testes em terra com misseis para abater satelites mas ja si fala no uso do mig-31 dinovo agora voltando um pouco no tempo o mig -31 naõ tenho muita certeza o mig usa um radar de varredura eletronica aesa e naõ pesa mas vou pesquisar mas essa modernizaçaõ é muito bem viinda já que os americanos depende muito do uso do awacs no combate sem ele o coisa fica diferente mesmo com o taõ faldo f-22 as discuçaõ esta lançada………….

  43. Gabriel T. 15 de agosto de 2010 at 0:04 #

    Bosco, o AIM-54 não era só para alvo grandes e lentos. Muito pelo contrário, ele foi usado em combate contra caças Mig-21, Mig-23, Mig-25 e Mirage F1 iraquianos. Alguns desses caças fizeram manobras evasivas antes de serem atingidos pelos AIM-54 disparados pela força aérea iraniana. Sugiro os livros escritos pelo Tom Cooper que acaba com esse mito do AIM-54 ser usado só contra alvos grandes e lentos.

  44. Bosco 15 de agosto de 2010 at 0:23 #

    Gabriel,
    Sem dúvida que era capaz. Ele possivelmente podia atingir até um AS-4, quem dirá um caça.
    O que quis dizer é que no limite do seu alcance, 100 NM, somente alvos grandes eram possíveis de serem interceptados pelo F-14 usando o Phoenix. Na década de 70 e 80 era quase impossível um caça ser detectado além de 70/80 km por um radar de caça, mesmo pelo APG-71 do F-14.
    O grande alcance do Phoenix era contra “bombardeiros” como por exemplo o Backfire, etc, que podia ser detectado a 300 km.

  45. Gabriel T. 15 de agosto de 2010 at 0:27 #

    Tá certo Bosco, confundi mesmo capacidade x alcance. Sorry.

  46. X-nobe 15 de agosto de 2010 at 0:29 #

    Sem sombra de duvida, esse caça põem respeito até em esquadrão de F-22. Só que gostaria de saber quantas unidades do Mig-31BM foram modernizadas.

  47. Heyarth 15 de agosto de 2010 at 0:36 #

    Estava pesquisando sobre o motor do MIG-31 e encontrei o site da fábrica:
    http://www.avid.ru/eng/products/military/D-30F6/

    Incrível, esse motor deve ficar atraz somente do motor do F35 e F22 em potência, mas bebe muito combustível…
    Uma coisa que achei interessante é que a Russia tem vários fabricantes de motores aeronauticos, Klimov(mig-29), NPO Saturn(Flanker), Aviadvigatel(mig-31), Ivchenko-progress(Antonov 225), Моторостроитель(Tu-160) etc… Que invenja..rsrs

  48. cerberosph 15 de agosto de 2010 at 1:21 #

    ….essa ideia de abater satelites era real na época da guerra fria começou com os eua usando caças f-15…..

    Só que o MIG 31 leva ampla vantagem já que ele só precissaria usar os canhões hahahahhhahahhahaha

  49. Fabio 15 de agosto de 2010 at 2:07 #

    Para quem acha que os Russos estão “desaparelhados” em relação à USAF… remodelando Mig 31, O PAK FA T50 já está aí. fora os SU35. e um imenso poder nuclear capaz de acabar com o planeta.
    Quem realmente anda sem calça é o Brasil que mal consegue combater entrada de contrabando e drogas… que dirá pensar em se defender contra qualquer pais da america do Sul… Somos um gigante sem dentes… Voando com sucatas, e arrotando modernidade… Enquanto isso nosso nobres dirigentes ainda mantém o discurso arcaico de porta de faculdade da decada de 60…

  50. Vader 15 de agosto de 2010 at 8:24 #

    cerberosph disse:
    14 de agosto de 2010 às 23:00

    “e graças a essa altitude atacar com eficácia os aviões AWACS, os aviões de reabastecimento etc”

    Tem razão, poderia acontecer. Mas seria uma missão kamikaze (sem volta). ;)

  51. Cor Tau 15 de agosto de 2010 at 8:45 #

    O qqqqqquuuuuuueeeeeeee….Como pode ele não ter futuro?! Para mim o caça interceptador é o futuro…É o prenúncio…..Os caças de 6G iniciais serão nada mais do que mini B-2s..Depois evoluirão para interceptadores…Os caças hot dog…Dog fight…Sei la o que…Terão papel secundario…Serão caças para media altitude….Serão os tripulados…Como pode o caça interceptador não ser o futuro?!…Tendo a capacidade de interceptar…U-2….SR-71….AWACS…Satélites..Misseis…..Assim como qualquer outro caça….Estando atualizado………Velocidade…Alcance..Altitude..Tambem é furtividade….O caça interceptador Stealth sera a furtividade absoluta…O F-15 tambem é um farol nos radares….Ele é incapaz ou inutil?! Porque ainda o usam?! Porque desenvolveram versões silent deles?! Porque os dog fight não prevalecem mais?!….Porque hoje tudo é atira e esqueça?!…Porque hoje tudo é feito a distancia?! Porque hoje tudo é feito pra ser assim?!………..Desculpa o comentario tronxo é a pressa………

  52. Jonas Rafael 15 de agosto de 2010 at 11:27 #

    “Bosco disse:
    14 de agosto de 2010 às 21:09

    O conceito de “interceptador puro” só tem validade num contexto em que seu inimigo usará bombardeiros grandes e pesados e aviões de reconhecimento estratégico de grande altitude/velocidade.
    Assim como o Vader também acho esse conceito ultrapassado, já que a principal ameaça não é mais o antigo bombardeiro subsônico com RCS de corveta ou os antigos aviões de reconhecimento.
    Contra caças de quarta geração pra frente a sobrevivência do MiG-31 ficaria comprometida por ter um RCS muito grande e por não poder atirar de tão longe contra alvos de RCS menor. Acaba que a potência do seu radar e o alcance dos seus mísseis é anulada pelo seu RCS muito grande.”
    Bosco, isso se pensarmos somente em 1×1 ou 2×2, combate controlado e programado. Eu ainda vejo uso par auma aeronave assim em termos de tática, num cenário combinado com outro aparelhos que podem combater à distâncias menores, esse MiG ainda podem ser muito úteis, sim. Imagne que vocês está voando num F-16, detecta e é detectado por um Sukhoi quase ao mesmo tempo, se prepara para lançar seu míssil no envelope de vôo, e de repente surge um alvo muito rápido e dispara um míssil de longo alcance. Mesmo que a probabilidade de acerto seja pequena, você vai esperar pra ver? vai contar com isso sem nem ter certeza do que atacou? Ou vai entrar em manobra evasiva? Depois estamos falando de combate ar-ar clássico, que tal um cenário em que o “interceptado” é um elemento em missão de ataque? Nesse caso vai estar voando a velocidade e altitude menores, devido ao perfil de vôo e tipo de carga. Mesmo que esteja levando mísseis BVRAAM, seus mísseis sofrerão prejuízo em relação aos da aeronave agressora, voando muito alto e em Mach elevado.
    Na minha opinião o MiG-31 ainda tem valor num contexto atual, se utilizado em táticas destinadas a explorar suas qualidades e minimizar suas limitações. Outra coisa, sua grande autonomia o permite aparecer de surpresa em locais onde não se espera, e sua grande velocidade e altitude de cruzeiro o permitem atacar com boa probabilidade de sobrevivência numa tática de hit-and-run, especialmente se combinado a outros vetores.
    Em verdade, acho que ele funciona também como algo próximo do conceito de “fleet-in-being” dos encouraçados alemães na 2ª guerra: mesmo que tenha sido de certa forma superado pelas tecnologias atuais, não pode ser ignorado, e sua simples existência faz com que o inimigo tenha que dispender recursos prevendo a sua anulação em caso de uso.

  53. Baschera 15 de agosto de 2010 at 11:49 #

    cerberosph disse:
    15 de agosto de 2010 às 1:21

    Verdade…… e olha que canhão: Gryazev-Shipunov GSh-6-23M (seis canos de 23mm) de capacidade mortal (260 projéteis sem elos de junção) e cadência é 8000 tiros por minuto e impulsionado a gás (isto mesmo, a gás) mas de controle de fogo elétrico.

    Comparado ao Vulcan M61 americano, tem entre 50% e 66% mais giro (circulos por minuto) e é capaz de esvaziar o tambor em apenas 2 segundos.

    Te mete……rssssss.

    Sds.

  54. Heyarth 15 de agosto de 2010 at 12:01 #

    Lembrando que ele pode manter mach 2.8 durante 30 minutos, caso seja situação de emergência pode extrapolar esses 30 minutos. Ele tem que atirar e correr, agora quem disse que ele precisa usar seu radar para detectar? Se o alvo ja estiver rastreado por outro vetor, ele pode disparar dentro da distância máxima do missel, e logo em seguida acelerar tudo se evadindo do local… Quem vai correr atrás??

  55. Heyarth 15 de agosto de 2010 at 12:04 #

    Ah, tem outra situação em que ele seria útil, imagine um caça inimigo que descarregou todos os seus misseis e agora tenta fugir, acho que o mig não dará chance para essa fuga, ao meu ver ele tem sim muita utilidade no cenário atual, mas no 1×1 realmente ele fica em grande desvantagem…

    abs.

  56. Bosco 15 de agosto de 2010 at 12:35 #

    Jonas e Cor Tau
    Dentro de uma doutrina apropriada desenvolvida para ele claro que tem futuro, principalmente dentro de um contexto em que existam outros caças.
    Retiro o que disse.
    Um abraço.

  57. Ivan 15 de agosto de 2010 at 13:15 #

    Cor Tau,

    Também sou um admirador do MiG-25 Foxbat e do MiG-31 Foxhound.
    Em 1976, ainda garoto, comprei minha primeira revista FLAP, com nada mais nada menos que a foto do MiG-25 pousado no Japão, após a fuga do piloto russo, Victor Belenko (acho que era esse o nome), com este intrigrante avião.

    Jonas Rafael,

    Vc tem razão ao pensar no MiG 31 Foxhound dentro do contexto de outros meios, pois, na Rússia, seria assim que lutaria.
    É uma avião de enorme autonomia, principalmente pelo e para os padrões russos, pois além de ser capaz de voar rápido e longe, é capaz também de missões independentes nos longínquos rincões gelados da Sibéria e Mar do Norte.

    A Rússia é uma potência nuclear, isso tem um preço e este é ser capaz de defender suas fronteiras, suas longas fronteiras em extensão e profundidade.
    Uma das ameças que enxergam é o ataque múltiplo de mísseis de cruzeiro, lançados de aeronaves como B-1 e B-52, a partir das fronteiras do norte. Esta é uma das razões da capacidade do MiG-31 Foxhoud ter sido equipado com poderoso radar Zaslon, que tinha a alegada capacidade de detectar e travar nos Tomahawk, além de levar 4 (quatro) a 6 (seis) mísseis BVR. No início seria capas de rastrea 10 (dez) alvos e atacar 4 (quatro).
    Os Russos sempre foram neuróticos com a defesa, provavelmente com razão. Não nenhum motivo para que tenham mudado.
    Se os mísseis de cruzeiro ainda são uma ameça, e acredito que ainda são, nada mais natural seria cuidar desta ameaça.

    Haverá quem diga que o futuro é Stealth, e estará interamente certo, mas há hoje e no futuro próximo a ameça de mísseis cruise, ao menos nos cenários em torno da enorme Rússia, e eles não podem e não vão se descuidar disso.

    Quanto ao possível uso dos Foxhound contra AWACS e REVOs… bem, não tenho a menor sombra de dúvida que esta é uma de suas missões, sendo ainda muitíssimo perigosos, mesmo que em missões suicidas.
    No futuro não muito distantes serão substituídos pelo Su-50, se este for o código do PAK-FA operacional.

    Abç,
    Ivan, o Antigo.

  58. Raptor 15 de agosto de 2010 at 17:32 #

    Dentro dos produtos Russos o mais interessante, e consenso de muitos dos foristas e entusiastas (seja esquerda ou direita), seria a participação do projeto PAK-FA para HI e caça OTAN para o Low (ex. Indiano – com duas fontes de armas e tecnologias, sempre se estará seguro caso um falte por problemas políticos, além do fato óbvio do ganho em ToT devido ao acesso mais rico com duas formas distintas de pensamento em armas militares).

    O interessante da participação do Brasil no PAK-FA, seria no refinamento do projeto e principalmente processos industriais e de qualidade, visando um produto e assistência técnica superior (tanto Russos como Indianos tem problemas com isto), mas ao mesmo tempo, com valores reduzidos de manutenção e aquisição (melhor tática ao meu ver, para enfrentar o caça “ching-ling” – o F-22, é absurdamente caro para tanto – o Ocidente não aguenta, mesmo sem crise).

    Abraços.

  59. aquino 15 de agosto de 2010 at 20:15 #

    seria bom o brasil no pak mas russos e indianos naõ presizam tem tecnologia e estaõ empenhados em desenvolver um caça melhor que o f-22 naõ sou esquerda nem direta é que ja é novidade falarem muito mal dos armamentos russos mas focando no assunto caças f-22 escoltados por awacs voam em direçaõ aos caças russos mig-31 detecta os americanos vem logo atras caças su-30 e su-35 eliminado o awacs americano f-22 conseguem detectar os russos o mig-31 da o fora os russos sabem que vaõ enfentrar os f-22 vaõ usar tudo que tem para abater ecm seria um combate muito bom naõ acho que o f-22 sozinho levaria tanta vantagem apesar de sua capacidade su-30e su-35 vazendo o uso de datalink e novo r-73 e r-77m loucura ia dar muito o que falar…..

  60. Raptor 15 de agosto de 2010 at 20:18 #

    Desculpe…

    “e consenso de muitos dos foristas e entusiastas”…

    Em minha opinião (Me entusiasmei…rs.).

    Alguém para comentar…

    Abraços.

  61. Tomcat 15 de agosto de 2010 at 20:28 #

    Bosco, uma dúvida sobre o radar do F-14: o APG-71 era o upgrade do AWG-9?

  62. Bosco 15 de agosto de 2010 at 21:54 #

    Tomcat,
    Era.
    rsrsrs
    Um abraço.

  63. Ivan 15 de agosto de 2010 at 22:58 #

    Durante a Guerra Iran X Iraque os radares AWG-9 dos Tomcat iranianos pareciam faróis espanta MiG, quando eram ligados, com sua enorme potência e com a latente ameça dos Phoenex, os aviões iraquianos dispersavam rapidamente…

  64. Madvad 16 de agosto de 2010 at 8:29 #

    Pessoal, não se esqueçam que estes planes conseguem voar interligados por datalink a centenas de kms de distância.

    Digamos que um piloto atacante detecte um Foxhound vindo as suas 12h, a centenas de kms de distância, e jameie seu radar.

    O piloto russo , imediatamente já passa a bola para um ou mais outros Foxhound, que já podem estar vindo a mach 2,8, lançando um petardo de longo alcance, na função Home-on-jam, enqto o primeiro Foxhound dá meia volta e foge..

    é uma situação hipotética e talvez fantasiosa, mas tecnicamente possível, e por essas e por outras, que esse bicho é um inimigo a ser respeitado.

  65. luiz otavio 16 de agosto de 2010 at 17:53 #

    assim como o SR71, basta ele acelerar para escapar de qualquer caça, não fará luta direta, não foi feito para isso.

  66. clsaraujo 16 de agosto de 2010 at 21:57 #

    Eu só sei de uma coisa sendo piloto de um F-22 não gostaria de ter um desses MiG-31BM no meu radar sem poder abate-lo com um aim-120c ou d e ele poder me abater a 400km provavelmente eu falaria já estou morto,

  67. Souza Moreno 17 de agosto de 2010 at 17:38 #

    Foi um MIG 25 iraquiano que abateu um Jaguar britânico, na guerra do golfo!

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