
A Nova Zelândia acaba de receber autorização do Departamento de Defesa dos EUA para a venda dos 17 A-4K Skyhawk para a empresa ATAC. No pacote estão incluídos 17 jatos Aermacchi MB339. O valor total do negócio está estimado em 115 milhões de dólares.
Veja outras informações no blog do Poder Naval.
FOTO: Flickr.com
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A ATAC tem uma frota considerável já, maior que muita força aérea da AS.
Lá vem comentários de que seriam um bom negocio pra nós…
precisa de autorizacao dos estados unidos ate para vender esses sucatao voadores!!!!
pra vê como são manipuladores, não largam o osso até se quebrar, O A-4 é um avião pra lá de ultrapassado e nem assim dão liberdade a seus “compradores”
Gringos no more.
Por mais ultrapassado que seja um A4, ele é letal e não pode ser repassado para qualquer um. Se ele aparecer nas mãos de um Governo totalitário massacrando civis vocês vão vir aqui descer a lenha nos gringos.
Como tem gente tosca. Se precisa de autorização dos EUA pra fazer o negócio, é porque tava no contrato. Se tava no contrato, o governo que assinou tava ciente do fato, e concordou com o mesmo. Então é estupidez, por causa disso, chamá-los de manipuladores. Diferente da maioria dos governos desses paisecos de terceiro mundo, eles têm o ( ótimo ) costume de cumprir contratos. Obviamente, isto é um reflexo do povo deles ( e dos povos dos paisecos ).
Manipuladores são esses comentaristas, que agindo de má fé ( ou pura ignorância ) escondem os fatos para promover seus sentimentos revolucionários infantis e inocentes ( sim, pois nada sabem da realidade, e simplesmente fecham os olhos para a verdade ).
O Ministro Nelson Jobim disse que o Brasil não compraria mais armamentos usados. Impossível acreditar. Inviável fazer. Pelo menos, com a atual disponibilidade de recursos para as FFAA brasileiras.
Dentro da atual doutrina da MB, realmente a compra destes vetores, por parte do Brasil, poderia ter sido útil. Haveria um considerável aumento da disponibilidade de aeronaves para o NAe São Paulo. E, se não estou enganado, houve um início de transações. Mas a negociação não foi concluída por motivos que desconheço.
SDS.
O Brasil também teve que pedir permissão aos EUA para modernizar os “nossos” F-5…e também os A-4 da MB (neste caso, não seu se já obteve a permissão ou não…alguém sabe?).
Se um dia quisermos vendê-los (seja lá pra quem for, pode ser até para a Inglaterra, por exemplo), também teremos que pedir permissão aos EUA.
É mais ou menos assim que funciona: vcs pagaram então os caças são seus, mas sou eu (EUA) que decido o que vc pode fazer ou não com eles.
É bastante peculiar o conceito de “propriedade” que os EUA aplicam aos equipamentos militares. Não bate muito com a idéia de liberalismo que eles pregam, mas enfim….é o que é.
Só espero que o Brasil não entre mais neste tipo de negócio. Defendo a parceria com a França por vários motivos, um deles é esse.
abraços a todos
As nossas células são muitíssimo mais novas e bem menos voadas do que a dos jatos neozelandeses. Contudo eles gastaram um bocado na componente aviônica, radar, ECM e dizia-se na época do extenso upgrade que seus aviões comparavm-se favoravelmente aos F-16A, no que diz respeito à capacidade ar-solo.
Como eu acredito que ao invés de termos gasto uma grana nesses Mirage 2000 “meia-boca” deveríamos ter investido maciçamente em nos tornar o maior operador mundial de F-5E modificados ao padrão F-5M, penso que esses Skyhawk poderiam se somar favoravelmente aos nossos A-4KU, que merecem ser modernizados. Aliás, pra comprar esses “novos” Skyhawks é só deixar de transferir a verba milionária que o Governo brasileiro destina especificamente a rede de entidades de fachada que recebem as subvenções pelo MST!
No Brasil, a verdade é que dinheiro tem!
Gente é melhor adquirir os Rafales Naval novos que poderão estar em serviço para lá de 2030. Os A-4 aperados no NAe do Brasil devem servir de complemento a força naval da MB. Sem essa de comprar esse avião com radar obsoletíssimo.
O raio de ação desse caça é tambem bem curtinho e não dá nenhum poder de projeção ao NAe São Paulo, numa enfrentamento moderno de guerra, que terá que operar numa abrangente área em volta da bacia do pré-sal.
Vamos superar a opinião dos fracos pense como grande nação.
FN e Fernando, vocês já viram a configuração desses A4? Essa “sucata” “ultrapassada” tem um radar APG-66:
http://www.naval.com.br/blog/?p=714
Re: Hornet em 14 out, 2009 às 0:51
Não é bem assim amigo, eles não venderam os aviões e agora estão criando caso. Esta cláusula quanto à revenda está no contrato. Podemos não achar bom, mas eles não estão fazendo nada de errado nem enganando ninguém, foi tudo previamente acordado. Compra quem quer.
Re: Rodrigo em 14 out, 2009 às 2:43
Além do APG-66, eles foram remotorizados com uma versão sem pós-combustão do F-404 (que equipa os Hornets C/D). Estes são os Skyhawks mais modernos do Mundo. Mas não, obrigado, não os quero na MB.
Almeida,
não estou discutindo se está no contrato ou não está no contrato e nem se os EUA estão certos ou errados. Minha questão é outra: nós (Brasil) não precisamos ficar mais nessa.
É só isso.
Eu não estou preocupado com os EUA, estou precocupado com o Brasil.
E nem tão pouco estou dizendo que os EUA estejam descumprindo contratos ou coisa do tipo. Só que, o Brasil não precisa mais aceitar este tipo de contrato. Se queremos autonomia e soberania no campo da Defesa não dá pra aceitar este tipo de coisa. Como disse certa vez o Almirante Othon: um país tem que ter vergonha na cara (ele usou outra expressão, mas acho que vergonha na cara fica bom também) ao tratar de sua Defesa e de seus interesses.
Agora, se não queremos autonomia e soberania…então tá bão. A gente fica ligando pra Casa Branca e pedindo permissão toda vez que precisar integrar um míssil novo nos nossos caças ou precisar fazer uma modernização deles.
abração
Almeida,
é como vc disse: compra quem quer.
E foi como eu disse: espero que o Brasil não queira mais fazer este tipo de negócio. (Espero mesmo, torço pra isso. Acho que o Brasil pode continuar a fazer negócio na área de Defesa com os EUA se ambos quiserem, mas em outros moldes. Não neste. Estou criticando o modelo, e não os EUA.)
É simples.
abraços novamente
No link do Blog Naval indicado pelo Rodrigo estão expostas claramente as minhas objeções:
“Até agora todos os compradores potenciais dos A-4K Skyhawk da Nova Zelândia foram bloqueados pelos EUA, por causa da aviônica sensível a bordo dos aviões (radar APG-66 e giro inercial a laser).
Os aviões ganharam uma cobertura de látex que está se desgastando com o tempo e obrigando a RNZAF a gastar US$ 300 mil por mês para mantê-los bem conservados contra a corrosão.
A Nova Zelândia já gastou mais de US$ 8 milhões para conservar os jatos e diz-se que custaria de US$ 2 a 3 milhões por avião para colocá-los novamente em vôo.”
Ou seja, a Nova Zelândia foi obrigada a gastar uma grana extra porque não podia vender os caças para quem queria. E esta matéria do Naval é de agosto de 2008. Ou seja, demorou mais de um ano para os EUA permitirem a venda para alguém que eles (EUA) queriam (venda de Skyhawk, ainda que modernizados, mas não estamos falando de Super Hornet e nem de F-15). E neste meio tempo, quem arcou com os custos para manter os caças conservados? Não foram os EUA, isso é certo.
E isso que eu espero que o Brasil não aceite mais. Isso é sinônimo não apenas de dependência e subordinação, como de prejuízo ($$$) também.
abraços a todos
E ainda querem F/A-18E/F Super Hornet……….Meu Deus……..
“Por mais ultrapassado que seja um A4, ele é letal e não pode ser repassado para qualquer um. Se ele aparecer nas mãos de um Governo totalitário massacrando civis vocês vão vir aqui descer a lenha nos gringos.”
Mesmo numa ditadura instaurada com o apoio deles isto não aconteceu com a gente…Jamais aconteceu…….Jamais liberaram ou deram aval para algo assim como jamais contribuiram ou acrescentaram algo para este pais…………..
Acesso a arquivo sobre golpe no Brasil é mais fácil nos EUA
FABIANO MAISONNAVE
da Folha de S.Paulo, em Washington
Enquanto o Brasil discute a liberação de seus documentos sobre a ditadura militar, na internet já é possível ouvir o presidente Lyndon Johnson (1963-69) orientar um assessor “a estar preparado a fazer tudo que precisarmos” para ajudar os golpistas, em pleno dia 31 de março de 1964.
Esse e outros documentos sobre o envolvimento americano no golpe militar estão disponíveis para qualquer pessoa por dois motivos: a existência de uma sólida lei de 1966 regulamentando o acesso a documentos federais (assinada pelo próprio Johnson) e o trabalho da ONG The National Security Archive (NSA), responsável pela liberação e catalogação de milhões de papéis do governo federal americano.
Um dos principais analistas do NSA e especialista em América Latina, o pesquisador Peter Kornbluh disse, educadamente, que o Brasil “está um pouco atrasado” no tema em comparação com vizinhos como Argentina e Equador. Para ele, o modelo norte-americano pode servir de exemplo para o Brasil, mas diz que o governo George W. Bush tem dificultado cada vez mais a obtenção de documentos.
Kornbluh, 48, é o autor do livro “Pinochet: os Arquivos Secretos”, que acaba de ganhar uma versão espanhol (editora Critica), sobre o apoio do governo do presidente Richard Nixon ao golpe que derrubou o presidente Salvador Allende, em 1973.
O livro esteve no centro da polêmica que envolveu, no início do ano, o ex-secretário de Estado americano Henry Kissinger e o brasilianista Kenneth Maxwell, que acabou renunciando ao cargo de diretor de estudos sobre a América Latina no Council on Foreign Relations.
Leia, a seguir, a entrevista de Kornbluh concedida à Folha em seu escritório, em Washington. Os documentos sobre o Brasil estão no endereço http://www2.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB118/index.htm
Folha – O Brasil está atravessando um intenso debate sobre a liberação de documentos da época da ditadura militar. O país está atrasado em relação aos vizinhos?
Peter Kornbluh – Há um movimento significativo para o acesso à informação na América Latina. Alguns anos atrás, o México aprovou uma consistente lei sobre liberdade de informação. Eles iniciaram agências de monitoramento, há grupos na sociedade civil pressionando o governo para implementar a lei, é realmente um modelo para o restante da América Latina. O Peru e o Equador aprovaram as suas leis; na Argentina, o presidente Néstor Kirchner tem empurrado a liberdade de informação por decretos presidenciais e apresentou uma legislação no Congresso.
Pela América Latina, é um grande tema não apenas para países como o Brasil, que querem examinar o seu passado, mas também trata-se de combater a corrupção e fortalecer a democracia. O Brasil, que deveria ser um líder para toda a região, com seu tamanho, modernidade e poder econômico, está um pouco atrasado.
Folha – Os EUA, que têm uma lei sobre o assunto desde 1966, são um modelo para o Brasil?
Kornbluh – Os Estados Unidos têm um forte conjunto de leis, não apenas a Foia (Lei sobre a Liberdade de Informação). Temos uma lei que obriga o governo e seus funcionários a preservar os documentos. Temos a Foia, que dá o direito a qualquer pessoa de solicitar documentos a agências do governo, forçando-as a revisar esses documentos para ver se podem ser liberados. Essa lei saiu fortalecida após o escândalo do Watergate, em meio à Guerra do Vietnã. A opinião pública americana ficou cansada das mentiras do presidente Richard Nixon. A Foia foi então reescrita em 1974, depois da renúncia de Nixon. As mudanças foram vetadas pelo presidente Gerald Ford, mas o Congresso reverteu o veto. Temos também o sistema das bibliotecas presidenciais, que também preservam documentos.
Os sistemas que temos para preservar, catalogar e eventualmente liberar documentos são certamente um modelo para um país moderno e grande como o Brasil. Mas na América Latina não há, como aqui, uma cultura sobre o direito de saber.
A sua organização tem criticado o governo do presidente George W. Bush por aumentar o número de documentos sigilosos. É um problema sério neste momento?
Kornbluh – O governo Bush é uma administração sigilosa. Eles foram empossados há quatro anos determinados a aumentar o poder do Executivo segurando informações. A primeira coisa que Bush fez foi um decreto no qual os papéis presidenciais seriam protegidos por mais alguns anos. Dessa forma, ele protegeu os documentos de seu pai e de muitos de seus assessores que também haviam trabalhado no governo dele. E, certamente, depois do 11 de Setembro, o governo Bush tem feito muito mais operações secretas.
O sigilo leva ao abuso de poder. Como disse um famoso juiz, Louis Brandeis: “A luz do sol é o melhor desinfetante”. Hoje [sexta], soubemos pelo “Washington Post” que há um centro de detenção secreto em Guantánamo (Cuba), onde os prisioneiros são mantidos sem ninguém saber nem sequer quem são eles.
Isso é o equivalente aos “desaparecidos” na América Latina.
Ao mesmo tempo, devido aos escândalos com relação ao Iraque e ao 11 de Setembro e com as investigações e comissões do Senado, estamos recebendo muito mais informações sobre o que ocorreu dentro do governo e tendo acesso a documentos que nunca teríamos previsto que veríamos tão cedo com relação à Guerra do Iraque e à luta contra o terrorismo.
Folha – O sr. tem pesquisado os documentos americanos sobre o envolvimento de Washington com as ditaduras sul-americanas. No caso brasileiro, quais são os documentos que ainda não foram liberados?
Kornbluh – Há dois conjuntos de documentos que estão faltando. A CIA [inteligência americana] estava claramente envolvida no Brasil, em 1964 e no que veio depois. Em alguns casos, sabemos quem eram os agentes da CIA. Eu acredito que a CIA tenha liberado dinheiro para pagar alguns generais brasileiros, esse tipo de coisa. Mas não temos os detalhes sobre isso porque a CIA vem mantendo essa documentação em segredo durante todos esses anos. Quase tudo que sabemos sobre o envolvimento americano vem de documentos do Departamento de Estado.
Há outra área que continua sigilosa, que é como a CIA e os militares americanos colaboraram com os generais durante a “guerra suja” no Brasil. O Brasil era um país muito importante em meados dos anos 1960, e os EUA queriam assegurar que o poder da esquerda fosse cortado, reprimido. Eu acho que os EUA colaboraram com os militares brasileiros a partir da metade dos anos 1960 em diante.
Em 1970, quando Salvador Allende foi eleito presidente do Chile, o Brasil foi o primeiro país que Nixon procurou para dizer: “Vocês trabalharão conosco para ajudar a enfraquecer Allende e a apoiar secretamente os militares chilenos?”. Não sabemos muito sobre em que medida o Brasil colaborou com os Estados Unidos nos esforços para enfraquecer a esquerda pela América Latina.
Folha – O seu livro sobre Pinochet estava no centro da controvérsia entre Maxwell, que escreveu uma resenha favorável a ele, e Kissinger. O que aconteceu?
Kornbluh – É uma história sobre como antigos formuladores de políticas, como Kissinger, são capazes de tentar distorcer a história mantendo em segredo por muitos anos documentos do governo com eventos dos quais eles participaram. Kissinger manteve muitos documentos com ele, inclusive transcrições de ligações telefônicas, por quase 25 anos, até a minha organização forçá-lo a devolvê-los para o governo. Esses documentos mostram muitas coisas, inclusive o papel do governo americano em enfraquecer o governo Allende. A controvérsia envolvendo Maxwell é, no fundo, uma luta sobre a história, e não sobre uma resenha de livro.
Folha – Como vocês conseguiram recuperar os documentos levados por Kissinger?
Kornbluh – Nós preparamos uma ação judicial não contra Kissinger, mas contra o Departamento de Estado por ilegalmente permitir que ele levasse esses documentos do governo. Nós mostramos a ação para os advogados do Departamento de Estado e do Arquivo Nacional e dissemos que entraríamos na Justiça. Eles disseram: “Isso é muito forte, por que vocês não esperam, nós falaremos com Kissinger para dizer que seremos condenados, o que seria muito ruim para ele e para nós”. Eles falaram com o Kissinger, e ele disse: “Bom, eu deixo vocês fazerem cópias”. Eventualmente, conseguimos a liberação desses documentos, que são muito, muito importantes.
Se a FAB pretende comprar caças americanos devem levar em conta que precisam ir lá pedir amém.
Penso que o LULA está certo em optar pelo Rafale é o preço da liberdade de ação.
É VERDADE CÁSSIO SEMPRE TEM ALGUEM COM A MENTE PEQUENA DIZENDO QUE SERIA BOM PARA O BRASIL. BURRRRRRRRRRRRRROS
Este modelo de contrato de vendas adotado pelo EUA para equipamentos e materiais bélicos me parece ser o mesmo adotado pela microsoft, quando vocẽ “compra” um sistema operacional( como o ‘Windows XP’ por ex…) para instalar no seu computador, na verdade está comprando uma licença de uso, a qual contém clausulas com restrições, que te impedem de instalar em outras máquinas, trasnferir/vender sua licença para outra pessoa (não é tirar cópias), fazer modificações no programa ( ou upgrades, em aviões seriam moderizações…).
Em defesa e ainda mais com os altos valores envolvidos, isto é inadmissivel !
Ou seja, não é dono de fato , como seria de um automóvel, o qual você pode vender, alugar e modificar, sem restrições do fabricante.
É por isto que uso software livre no meu computador – no meu caso Linux..;)- porquê não concordo com este tipo de licença, onde você paga, más não leva!
Rodrigo em 14 out, 2009 às 0:29:
“Por mais ultrapassado que seja um A4, ele é letal e não pode ser repassado para qualquer um. Se ele aparecer nas mãos de um Governo totalitário massacrando civis vocês vão vir aqui descer a lenha nos gringos.”
Muito bem colocado meu caro Rodrigo.
Sds.
Pelo jeito este pessoal não tem o que fazer,ficar comentando a venda destas velharias chega a ser ridiculo!
Vamos focar e cobrar aquisições para nossas FFAA’s,
Se até nos celulares da vida temos umas letrinhas miúdas que restringem a utilização às previamente acordadas,pq não teríamos isto num armamento?
“Welcome to the real world”
Camarada acha que só pq o avião tem não sem quantos anos é uma sucata. Evidente que tem limitações, mas apresenta um valor militar claro.
Parecem que só sabem pensar (ou sonhar) com Su-35, F-22, Thyphoons da vida. Quem fica se escondendo atrás destes medalhões parece não conseguir imaginar que existe capacidade operacional fora destas idealizações.
Numa metáfora automobilística (licença poética ao nosso presidente…) imaginem a seguinte situação: vc dispõe de uma quantia limitada de dinheiro, e seu objetivo e conseguir a melhor volta possível em Nurburgring (pq não consigo imaginar pista mais difícil).
Vc prefere comprar um Bugatti Veyron, Ferrari Enzo e Koenigsegg da vida, capaz de chegar quase aos 400km/h (apesar de nunca utilizar) e 0-100km/h em menos de 3,5s, e mal ter grana para gastar em aluguel de pista, para gastar em combustível, pneus, manutenção e pequenos reparos; ou comprar um Porsche Cyman, Corvette C6 ou Lotus Evora da vida, treinar a rodo, conhecer cada milímetro da pista, cada reação do carro, e cada possibilidade de acerto?? Sinceramente vou na segunda opção.
Sei que a metáfora automobilística e manjada e limitada. Mas fico indignado com quem acha que só pq um meio e de pequeno porte, barato ou com alguma defasagem tecnológica, não serve mais para coisa alguma.
Você luta como você treina.
Caro
Amigo Felipe Cps
O EUA só se preocupara com massacre se apararecer na midia de forma desfavoravel a ela. De resto são efeitos colaterais afinal não se pode ter controle de tudo.
Acho que já saturou o modelo de compra e solicitação de autorização pra tudo que se refere a material belico comprado de terceiros.
Como não estamos em guerra iminente ou a vista, que invista na navalização do ST.
Porque não aproveitar o espaço da NAE pra uso de vigilancia do mar brasileiro com ST navalizado?
Muita mais barato de manutenção e mantem um nivel de qualificação a um maior numero de pilotos enquanto não se adquiri um vetor naval
procedente do Rafale ou Gripen NG.
O que impede?
abs
Hary: porque não acabar logo com o caríssimo Opalão da MB e usar o dinheiro para passar a fazer a vigilância e o combate naval de bases no continente, com aeronaves de verdade, em quantidade, e não um par de A4?
Abs.
O pessoal esta esquecendo que o povo neozelandês votou para a dissolução da aviação de caça, pois, a Austrália defenderia a nação neste caso. A NZRAF agora é uma Força de Transporte e Patrulha Marítima (P-3 Orion).
Sds,
E em caso de negócio com a França todos tem a certeza de que não haverá cláusula de “end user” e restrições de venda a terceiros?
Caro Felipe Cps
Entendo, já que esses vetores tem capacidade a partir de base no continente para cobrir uma extensão vital que vai até o pre-sal.
Mas podemos hoje e pro futuro abrir mão de uma NAe?
Imagine de as forças que estão no Haite virem a ser hostilizadas um ST navalizado não seria de bom tamanho.
Sei que usar um ST para esse caso especifico seria imprudente (força de paz), mas sua presença já ajudaria.
Abs
Harry: então a tal END está errada, porque ela não preceitua uma Marinha para projeção de poder, mas apenas de negação do uso do mar ao inimigo.
Abs.
Bem… Já os MB-339 seria uma boa para substituir os Geriátricos Xavantes e Impalas.
para quem gosta do passado que va trabalhar no museu.
Caros Felipe Cps
Repito voce é genio, é cranio, é fera.
Como pode um pais querer potencia regional sem vislubrar uma capacidade de projeção de poder?
Acredito que é um processo inevitável.
Abs
digo: quer ser potencia regional
Com os americanos o negócio é o seguinte:
Quer comprar deles, assine e cumpra o contrato. Se não quiser assinar nem cumprir, moleza, compre de outro fornecedor.
E não duvidem, é assim com a França, a Rússia, a China e qualquer outro fornecedor de armamentos, até porque existem tratados internacionais sobre o tráfico de armas, que obrigam a essas restrições para que se consiga um mínimo de controle sobre o paradeiro de armas como estas.
E o que isso tudo significa no fim das contas?
Significa que se um país quer ter a decisão completa sobre seus armamentos, deve desenvolvê-los sozinho!
Se o Brasil não fosse um país de governantes irresponsáveis, teria desenvolvido e continuado o programa AMX e estaria produzindo caças proprios, assim como poderia construir submarinos próprios a partir do acordo com a Alemanha, do mesmo modo que um gasto adicional poderia ter levado à aquisição de mais baterias de Astros II ou mesmo de Osórios, que ficaram apenas nos sonhos de poucos cientistas e empreendedores deste país.
Mas não, a qualquer mínimo problema orçamentário causado pela roubalheira sem limites e pelo, paternalismo idiota que permeia nossas instituições, onde se gasta mais para manter um Congresso que não legisla do que para manter um exército regular, contingencia-se o orçamento e corta-se verba de pesquisa.
E quando os EUA (ou mesmo a Rússia e a China, que não são manés e irresponsáveis) exercem seu direito soberano de proteger seu conhecimento intelectual e o trabalho de seus pesquisadores, reclamam de comprar e não poder revender livremente, como se produtos bélicos fossem mercadorias para mascate!
Se o Brasil quer ser efetivamente um páís influente no campo militar, aprenda a lição e entenda as regras do jogo: só é livre quem produz armamentos próprios e estuda´de modo contínuo para ser cada vez mais independente nesse assunto!
Choquei, estou rosa chiclet com alguns comentários.
Esses A-4 se modernizados ainda pode ser útil para algum país. Sua estrutura é robusta e pode ainda durar uns 8 a 10 anos.
Eles podem servir de aviões de ataque ar-terra e ar-mar.
Bofes, é só modernizar e por em ação outra vez.
Agora eles seriam bem interessantes para o Brasil, pois, poderiam ser fontes de peças de reposição para nós.
atenção, oque essa empresa vai fazer com eles, alguém sabe ???????????????????????
“A Nova Zelândia já gastou mais de US$ 8 milhões para conservar os jatos e diz-se que custaria de US$ 2 a 3 milhões por avião para colocá-los novamente em vôo”.
A MB pode manter com economia esses aviões, com estes custos?
Já era…
Nossos A4 estão em muito melhores condições do que os A-4 deles…
Se alguém vai fazer uma critica aos meus comentários faça direito…
Ta no contrato e daí? O contrato é uma droga feito para nações de terceira aceitarem de boca fechada e o Brasil não é mais uma nação de terceira, claro”na minha modesta e submissa opinião”
O A-4 tem um super radar APG-66 e um motor com pós combustão, nossa e daí? Vai na Rússia compra uma dúzia de Mig-29 mata um monte de gente inocente do mesmo jeito, né legal?
Tem muito especialista aqui, mas essa de ta no contrato é pra rir ou será para chorar? Abra os olhos vcs quem quer um contrato destes só uma perfeita mula sem cabeça manca, o Brasil saiu das décadas de 50-60-70-80 e 90 agora podemos escolher material de primeira e vem meia dúzia de super especialistas querendo uma SUCATA um LIXO destes!!!!! Que ainda por cima esta amarado com O MUITO BOM TOTALMENTE COMPRIENCIFEL contrato do demônio digo americano…
Ahhhh, mas o avião é bom, e daí? Ele é muito parecido com o nosso A-1 que tem gente que adora mete o pau, claro ele é nacional se é do Brasil não presta se é de fora é incrível…
Não senhores chega de submissão!!!!
Seria uma compra perfeita para a ARGENTINA se eles resolvessem tirar o escorpião do bolso.