domingo, maio 9, 2021

Gripen para o Brasil

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Skyhawks da Nova Zelândia serão finalmente vendidos

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

A Nova Zelândia acaba de receber autorização do Departamento de Defesa dos EUA para a venda dos 17 A-4K Skyhawk para a empresa ATAC. No pacote estão incluídos 17 jatos Aermacchi MB339. O valor total do negócio está estimado em 115 milhões de dólares.

Veja outras informações no blog do Poder Naval.

FOTO: Flickr.com

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Wallacy Teles

Seria uma compra perfeita para a ARGENTINA se eles resolvessem tirar o escorpião do bolso.

FN

Se alguém vai fazer uma critica aos meus comentários faça direito… Ta no contrato e daí? O contrato é uma droga feito para nações de terceira aceitarem de boca fechada e o Brasil não é mais uma nação de terceira, claro”na minha modesta e submissa opinião” O A-4 tem um super radar APG-66 e um motor com pós combustão, nossa e daí? Vai na Rússia compra uma dúzia de Mig-29 mata um monte de gente inocente do mesmo jeito, né legal? Tem muito especialista aqui, mas essa de ta no contrato é pra rir ou será para chorar? Abra os… Read more »

Soldier

Já era…

Nossos A4 estão em muito melhores condições do que os A-4 deles…

BRAVURA

“A Nova Zelândia já gastou mais de US$ 8 milhões para conservar os jatos e diz-se que custaria de US$ 2 a 3 milhões por avião para colocá-los novamente em vôo”.

A MB pode manter com economia esses aviões, com estes custos?

Wésllyn

atenção, oque essa empresa vai fazer com eles, alguém sabe ???????????????????????

Senhor dos Anéis(Roxo).

Choquei, estou rosa chiclet com alguns comentários.
Esses A-4 se modernizados ainda pode ser útil para algum país. Sua estrutura é robusta e pode ainda durar uns 8 a 10 anos.
Eles podem servir de aviões de ataque ar-terra e ar-mar.
Bofes, é só modernizar e por em ação outra vez.

Agora eles seriam bem interessantes para o Brasil, pois, poderiam ser fontes de peças de reposição para nós.

Fábio Mayer

E o que isso tudo significa no fim das contas? Significa que se um país quer ter a decisão completa sobre seus armamentos, deve desenvolvê-los sozinho! Se o Brasil não fosse um país de governantes irresponsáveis, teria desenvolvido e continuado o programa AMX e estaria produzindo caças proprios, assim como poderia construir submarinos próprios a partir do acordo com a Alemanha, do mesmo modo que um gasto adicional poderia ter levado à aquisição de mais baterias de Astros II ou mesmo de Osórios, que ficaram apenas nos sonhos de poucos cientistas e empreendedores deste país. Mas não, a qualquer mínimo… Read more »

Fábio Mayer

Com os americanos o negócio é o seguinte:

Quer comprar deles, assine e cumpra o contrato. Se não quiser assinar nem cumprir, moleza, compre de outro fornecedor.

E não duvidem, é assim com a França, a Rússia, a China e qualquer outro fornecedor de armamentos, até porque existem tratados internacionais sobre o tráfico de armas, que obrigam a essas restrições para que se consiga um mínimo de controle sobre o paradeiro de armas como estas.

Harry

digo: quer ser potencia regional

Harry

Caros Felipe Cps

Repito voce é genio, é cranio, é fera.

Como pode um pais querer potencia regional sem vislubrar uma capacidade de projeção de poder?

Acredito que é um processo inevitável.

Abs

william

para quem gosta do passado que va trabalhar no museu.

Harry

Caro Felipe Cps

Entendo, já que esses vetores tem capacidade a partir de base no continente para cobrir uma extensão vital que vai até o pre-sal.

Mas podemos hoje e pro futuro abrir mão de uma NAe?
Imagine de as forças que estão no Haite virem a ser hostilizadas um ST navalizado não seria de bom tamanho.

Sei que usar um ST para esse caso especifico seria imprudente (força de paz), mas sua presença já ajudaria.

Abs

Deio

E em caso de negócio com a França todos tem a certeza de que não haverá cláusula de “end user” e restrições de venda a terceiros?

sarto sampaio

Bem… Já os MB-339 seria uma boa para substituir os Geriátricos Xavantes e Impalas.

Marcelo Tadeu

O pessoal esta esquecendo que o povo neozelandês votou para a dissolução da aviação de caça, pois, a Austrália defenderia a nação neste caso. A NZRAF agora é uma Força de Transporte e Patrulha Marítima (P-3 Orion).

Sds,

Felipe Cps

Hary: porque não acabar logo com o caríssimo Opalão da MB e usar o dinheiro para passar a fazer a vigilância e o combate naval de bases no continente, com aeronaves de verdade, em quantidade, e não um par de A4?

Abs.

Felipe Cps

Rodrigo em 14 out, 2009 às 0:29:

“Por mais ultrapassado que seja um A4, ele é letal e não pode ser repassado para qualquer um. Se ele aparecer nas mãos de um Governo totalitário massacrando civis vocês vão vir aqui descer a lenha nos gringos.”

Muito bem colocado meu caro Rodrigo.

Sds.

william

É VERDADE CÁSSIO SEMPRE TEM ALGUEM COM A MENTE PEQUENA DIZENDO QUE SERIA BOM PARA O BRASIL. BURRRRRRRRRRRRRROS

Samuel

Este modelo de contrato de vendas adotado pelo EUA para equipamentos e materiais bélicos me parece ser o mesmo adotado pela microsoft, quando vocẽ “compra” um sistema operacional( como o ‘Windows XP’ por ex…) para instalar no seu computador, na verdade está comprando uma licença de uso, a qual contém clausulas com restrições, que te impedem de instalar em outras máquinas, trasnferir/vender sua licença para outra pessoa (não é tirar cópias), fazer modificações no programa ( ou upgrades, em aviões seriam moderizações…). Em defesa e ainda mais com os altos valores envolvidos, isto é inadmissivel ! Ou seja, não é… Read more »

Harry

Caro Amigo Felipe Cps O EUA só se preocupara com massacre se apararecer na midia de forma desfavoravel a ela. De resto são efeitos colaterais afinal não se pode ter controle de tudo. Acho que já saturou o modelo de compra e solicitação de autorização pra tudo que se refere a material belico comprado de terceiros. Como não estamos em guerra iminente ou a vista, que invista na navalização do ST. Porque não aproveitar o espaço da NAE pra uso de vigilancia do mar brasileiro com ST navalizado? Muita mais barato de manutenção e mantem um nivel de qualificação a… Read more »

Getulio - São Paulo

Penso que o LULA está certo em optar pelo Rafale é o preço da liberdade de ação.

Getulio - São Paulo

Se a FAB pretende comprar caças americanos devem levar em conta que precisam ir lá pedir amém.

Henrique Sousa

Se até nos celulares da vida temos umas letrinhas miúdas que restringem a utilização às previamente acordadas,pq não teríamos isto num armamento? “Welcome to the real world” Camarada acha que só pq o avião tem não sem quantos anos é uma sucata. Evidente que tem limitações, mas apresenta um valor militar claro. Parecem que só sabem pensar (ou sonhar) com Su-35, F-22, Thyphoons da vida. Quem fica se escondendo atrás destes medalhões parece não conseguir imaginar que existe capacidade operacional fora destas idealizações. Numa metáfora automobilística (licença poética ao nosso presidente…) imaginem a seguinte situação: vc dispõe de uma quantia… Read more »

jurandir

Pelo jeito este pessoal não tem o que fazer,ficar comentando a venda destas velharias chega a ser ridiculo!
Vamos focar e cobrar aquisições para nossas FFAA’s,

Felipe Cps

Harry: então a tal END está errada, porque ela não preceitua uma Marinha para projeção de poder, mas apenas de negação do uso do mar ao inimigo.

Abs.

Cor Tau

“Por mais ultrapassado que seja um A4, ele é letal e não pode ser repassado para qualquer um. Se ele aparecer nas mãos de um Governo totalitário massacrando civis vocês vão vir aqui descer a lenha nos gringos.” Mesmo numa ditadura instaurada com o apoio deles isto não aconteceu com a gente…Jamais aconteceu…….Jamais liberaram ou deram aval para algo assim como jamais contribuiram ou acrescentaram algo para este pais………….. Acesso a arquivo sobre golpe no Brasil é mais fácil nos EUA FABIANO MAISONNAVE da Folha de S.Paulo, em Washington Enquanto o Brasil discute a liberação de seus documentos sobre a… Read more »

Cor Tau

E ainda querem F/A-18E/F Super Hornet……….Meu Deus……..

Hornet

No link do Blog Naval indicado pelo Rodrigo estão expostas claramente as minhas objeções: “Até agora todos os compradores potenciais dos A-4K Skyhawk da Nova Zelândia foram bloqueados pelos EUA, por causa da aviônica sensível a bordo dos aviões (radar APG-66 e giro inercial a laser). Os aviões ganharam uma cobertura de látex que está se desgastando com o tempo e obrigando a RNZAF a gastar US$ 300 mil por mês para mantê-los bem conservados contra a corrosão. A Nova Zelândia já gastou mais de US$ 8 milhões para conservar os jatos e diz-se que custaria de US$ 2 a… Read more »

Hornet

Almeida,

é como vc disse: compra quem quer.

E foi como eu disse: espero que o Brasil não queira mais fazer este tipo de negócio. (Espero mesmo, torço pra isso. Acho que o Brasil pode continuar a fazer negócio na área de Defesa com os EUA se ambos quiserem, mas em outros moldes. Não neste. Estou criticando o modelo, e não os EUA.)

É simples.

abraços novamente

Almeida

Re: Rodrigo em 14 out, 2009 às 2:43

Além do APG-66, eles foram remotorizados com uma versão sem pós-combustão do F-404 (que equipa os Hornets C/D). Estes são os Skyhawks mais modernos do Mundo. Mas não, obrigado, não os quero na MB.

Hornet

Almeida, não estou discutindo se está no contrato ou não está no contrato e nem se os EUA estão certos ou errados. Minha questão é outra: nós (Brasil) não precisamos ficar mais nessa. É só isso. Eu não estou preocupado com os EUA, estou precocupado com o Brasil. E nem tão pouco estou dizendo que os EUA estejam descumprindo contratos ou coisa do tipo. Só que, o Brasil não precisa mais aceitar este tipo de contrato. Se queremos autonomia e soberania no campo da Defesa não dá pra aceitar este tipo de coisa. Como disse certa vez o Almirante Othon:… Read more »

Rodrigo

FN e Fernando, vocês já viram a configuração desses A4? Essa “sucata” “ultrapassada” tem um radar APG-66:
http://www.naval.com.br/blog/?p=714

Almeida

Re: Hornet em 14 out, 2009 às 0:51

Não é bem assim amigo, eles não venderam os aviões e agora estão criando caso. Esta cláusula quanto à revenda está no contrato. Podemos não achar bom, mas eles não estão fazendo nada de errado nem enganando ninguém, foi tudo previamente acordado. Compra quem quer.

BRAVURA

Gente é melhor adquirir os Rafales Naval novos que poderão estar em serviço para lá de 2030. Os A-4 aperados no NAe do Brasil devem servir de complemento a força naval da MB. Sem essa de comprar esse avião com radar obsoletíssimo.

BRAVURA

O raio de ação desse caça é tambem bem curtinho e não dá nenhum poder de projeção ao NAe São Paulo, numa enfrentamento moderno de guerra, que terá que operar numa abrangente área em volta da bacia do pré-sal.

Vamos superar a opinião dos fracos pense como grande nação.

Vinícius D. Cavalcante

As nossas células são muitíssimo mais novas e bem menos voadas do que a dos jatos neozelandeses. Contudo eles gastaram um bocado na componente aviônica, radar, ECM e dizia-se na época do extenso upgrade que seus aviões comparavm-se favoravelmente aos F-16A, no que diz respeito à capacidade ar-solo. Como eu acredito que ao invés de termos gasto uma grana nesses Mirage 2000 “meia-boca” deveríamos ter investido maciçamente em nos tornar o maior operador mundial de F-5E modificados ao padrão F-5M, penso que esses Skyhawk poderiam se somar favoravelmente aos nossos A-4KU, que merecem ser modernizados. Aliás, pra comprar esses “novos”… Read more »

Hornet

O Brasil também teve que pedir permissão aos EUA para modernizar os “nossos” F-5…e também os A-4 da MB (neste caso, não seu se já obteve a permissão ou não…alguém sabe?). Se um dia quisermos vendê-los (seja lá pra quem for, pode ser até para a Inglaterra, por exemplo), também teremos que pedir permissão aos EUA. É mais ou menos assim que funciona: vcs pagaram então os caças são seus, mas sou eu (EUA) que decido o que vc pode fazer ou não com eles. É bastante peculiar o conceito de “propriedade” que os EUA aplicam aos equipamentos militares. Não… Read more »

MOsilva

O Ministro Nelson Jobim disse que o Brasil não compraria mais armamentos usados. Impossível acreditar. Inviável fazer. Pelo menos, com a atual disponibilidade de recursos para as FFAA brasileiras.
Dentro da atual doutrina da MB, realmente a compra destes vetores, por parte do Brasil, poderia ter sido útil. Haveria um considerável aumento da disponibilidade de aeronaves para o NAe São Paulo. E, se não estou enganado, houve um início de transações. Mas a negociação não foi concluída por motivos que desconheço.
SDS.

AlphaVictor

Como tem gente tosca. Se precisa de autorização dos EUA pra fazer o negócio, é porque tava no contrato. Se tava no contrato, o governo que assinou tava ciente do fato, e concordou com o mesmo. Então é estupidez, por causa disso, chamá-los de manipuladores. Diferente da maioria dos governos desses paisecos de terceiro mundo, eles têm o ( ótimo ) costume de cumprir contratos. Obviamente, isto é um reflexo do povo deles ( e dos povos dos paisecos ). Manipuladores são esses comentaristas, que agindo de má fé ( ou pura ignorância ) escondem os fatos para promover seus… Read more »

KeplerK

Gringos no more.

Rodrigo

Por mais ultrapassado que seja um A4, ele é letal e não pode ser repassado para qualquer um. Se ele aparecer nas mãos de um Governo totalitário massacrando civis vocês vão vir aqui descer a lenha nos gringos.

FN

pra vê como são manipuladores, não largam o osso até se quebrar, O A-4 é um avião pra lá de ultrapassado e nem assim dão liberdade a seus “compradores”

fernando

precisa de autorizacao dos estados unidos ate para vender esses sucatao voadores!!!!

Cássio

Lá vem comentários de que seriam um bom negocio pra nós…

Rodrigo

A ATAC tem uma frota considerável já, maior que muita força aérea da AS.

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