terça-feira, dezembro 7, 2021

Gripen para o Brasil

AMRAAM para a FAB?

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

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A recente divulgação da proposta da Boeing em detalhes pela DSCA apontou a existência de 28 mísseis de médio alcance AIM-120C-7.

A versão oferecida do AMRAAM, o “traço 7”, é a versão mais atual do míssil em uso (existem modelos mais recentes em testes apenas). Seu desenvolvimento começou há dez anos atrás e o primeiro disparo ocorreu em 2003. Esta versão está em uso nas FAs dos EUA, sendo o principal míssil de médio alcance.

Fora dos EUA o “traço 7” é utilizado por países aliados como a Austrália, membros da OTAN, nações do Oriente Médio, Coreia do Sul, Japão e Chile. Acredita-se que o valor unitário de cada míssil (versão “Charlie”) custe algo entre 300 mil e 400 mil dólares.

O total de 28 mísseis pode parecer pouco, uma vez que foram ofertados 36 aeronaves (o modelo biplace também possui capacidade para atuar como caça e não apenas como treinador). Mas deve-se lembrar que a FAB também busca alternativas paralelas para mísseis de médio alcance como o Derby (foto abaixo) e o R-Darter.

Derby

FOTOS: Boeing e Poder Aéreo

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Bronco1

Ei sei que serei criticado pelos que dizem que na hora do combate o melhor é ter o armamento mais avançado… Inclusive coaduno dessa visão: FAz poderosas são as que reunem no mesmo conjunto o fator humano, armamento de ponta, profissionalismo e treinamento exaustivo, além da experiência em combate. Mas nesse caso específico não é apenas o míssel. Nosse caso o que está em jogo é o conhecimento, a tecnologia, o domínio sobre o equipamento, a independência em diversos níveis, o custo de aquisição de novas unidades, não haver problemas de embargos de quipamentos e componentes no futuro, enfim, tudo… Read more »

Bronco1

Perdão: *FAs (Forças armadas) e não “Faz”. E *Míssil e não “Missel”.

fernando

tambem acho que o brasil deve abrir o olho com a proposta americana, esses equipamentos so vao fazer o brasil ficar dependente dos americanos, pois basta um embargo para que esses avioes fiquem parados e totalmente inuteis….

bagatini

Isto aconteceria com qualquer um. Lembre durante a Guerra das Malvinas a França também embargou a Argentina.

JMRC

Acredito que independentemente da proposta dos EUA, o Brasil vai optar pela França. Quando eu estudava Direito, fui aluno do Nelson Jobim, e posso garantir aos senhores que ele não é bobo. Se depender dele, com certeza a França já levou.

CosmeBR

Oh, apenas 28 mísseis estocados nos EEUU!!!

madvad

eu duvido que os americanos abram os códigos fontes dos SH , para que pudéssemos usar os Derby neles.

COMANDANTE MELK

Senhores,

gostaria apenas de informar que neste mês deve começar a chegar ao Brasil os primeiros helicópteros Mi-35M…

Grato.

Alfredo.Araujo

“CosmeBR em 08 ago, 2009 às 12:38
Oh, apenas 28 mísseis estocados nos EEUU!!!”

Po meu amigo…. se vc lesse um pouco, só um pouco, estaria sabendo q isso esta descartado, tanto pelos EUA quanto pela FAB…

Entao da uma lida antes…

Alfredo.Araujo

Bronco,

Eu axo legal o Brasil possuir AMRAAM sim… mesmo sendo poucas unidades… pois de longe esse é o mais mortal dos misseis ar-ar em uso…

O q a FAB nao pode fazer é desistir dos programas atuais e de futuros projetos. Sem contar q deveriamos ter alem dos AMRAAM, maiores quantidades de Derby’s…

Helder Pinto

Os pampas reafirmaram no Red Flag que somos capazes de nos virar bem. Portanto, que escolha seja técnica e não ideológia e muito menos por pressão deste ou daquele. Por isso precisamos de independência e poder de fogo, para não ficarmos a mercê deste tipo de pressão. Lembrem-se que há vários cães estrangeiros mostrando os dentes em Brasília esta semana e na próxima. 4 observações #1. Isto é intensão apresentada ao congresso, não é aprovação. #2. A oferta poderia ser feita pelo Polishop, célula, radar, canhão, “dois motores”( mais dá para voar com um só!!! ), esqueceram de mencionar alguns… Read more »

Luís Aurélio

Senhores: Concordo com a opinião daqueles que dizem que devemos tomar todo o cuidado com os americanos e desconfiar deles! Na guerra das Malvinas apoiaram os ingleses contra os argentinos. Agora instalam 7 bases na Colombia com o objetivo claro de colocarem nossas instalções fabrís e nossas geradoras de energia na mira de suas armas. A desculpa de combater o narcotráfico é hipócrita, pois o povo americano é o maior consumidor de cocaína do planeta. Agora vamos ver se a UNASUL serve para alguma coisa. Basta todos os paises romperem relações diplomáticas com a Colombia que os americanos desistem da… Read more »

Flavio

Bronco,

Concordo 100% contigo.
Independência nacional, desenvolvimento in loco, e SOBERANIA.

BRASIL

sonic wings

Srs. o que achei bacana nesta situação é que teremos os armamentos e radar AESA liberados, tudo de mais moderno. O que ajudou a desmentir até os diretores da BOEING que deixaram esta história no ar. A quantidade é outra coisa, uma vez aprovado este primeiro pacote podemos fazer outras compras com mais facilidade e agilidade.

Abs

Bosco

Se os argentinos tivessem iniciado a Guerra das Malvinas quando estivessem preparados, se eles tivessem comprado 60 mísseis Exocet (e não meia dúzia), se tivessem uns 30 Super Etandard, se todos os mísseis já estivessem operacionais não necessitando de ‘gambiarras’ de última hora, etc, etc, etc. Não podemos culpar franceses, ingleses, chineses ou americanos por ficarem do lado A, B ou C no caso de um conflito. Senhores! Quem, em sã consciência, seja argentino ou japonês, acharia que a França pudesse ficar do lado argentino na Guerra das Malvinas e ir contra o interesses ingleses e americanos? Não sejamos ingênuos.… Read more »

General

N-Ã-O= NUNCA!

Os Eua não devem fazer isso nem a pau!

OBS: alguém notou um cara sem camisa fazendo propaganda de perfume aqui no Blog? Que coisa feia!

Igor

Sempre concordei com o Bosco nesse sentido. O que adianta ter um END para o médio longo prazo se a curto prazo não temos MK# suficientes, se não tem ranchos, equipamentos básicos.

Bronco1

Bosco, Concordo inteiramente contigo. E justamente por concordar é que faço ressalvas: No meio da guerra das Malvinas se os Argentinos tivesse feito pedidos de mais Exocets para a França, será que teriam sido atendidos? E se a resposta tivesse sido “SIM”, será que teriam recebidos os armamentos encomendados a tempo, supondo a escala industrial de construção do míssil no país de origem, transporte e logística envolvida, além de um possível embargo das rotas marítimas por meios da RN? Essa analogia pode perfeitamente ser feita com o Brasil em caso de crise. Por isso o embargo é crítico quando não… Read more »

Bosco

Pode ser que a quantidade de mísseis ar-ar e as armas ar-sup tenha sido a solicitada pela FAB/Governo Brasileiro tendo em vista o primeiro lote de 12 caças. O fato do C-7 já não ser mais o míssil em estado da arte dentro de 5 anos e o fato de possivelmente estarmos ou comprando versões melhores para os outros lotes ou estarmos fabricando algo aqui pode ter limitado a quantidade inicial.
Vai saber.
Mas mesmo que seja do Governo Brasileiro, as quantidades não deixam de ser estranhas, tendo em vista por exemplo o número de ATFLIR, por exemplo.

Bosco

O problema dos mísseis Derby e R-Darter é o alcance reduzido, o que tira muito a vantagem proporcionada pelo radar AESA do F-18SH. O radar é um dos mais avançados já montado em um caça e em dupla com um míssil de maior alcance traz grandes vantagens significativas do ponto de vista tático, principalmente no tocante à ‘iniciativa’. Mas sem dúvida, tendo em vista nosso TO, um mix de mísseis de baixa e alta tecnologia daria uma melhor relação de custo/benefício. Ou seja, se tivermos o Piranha, o AIM-9M, o A-Darter, o Amraam C-7 e o Derby ou o R-Darter,… Read more »

Mauricio R.

“A modernização, por sua vez, capacitou o parque tecnológico…” Não, pq o detentor da tecnologia é e continua a ser uma empresa estrangeira. O “parceiro” nacional alem de não haver se capacitado p/ tal projeto, usou de sua condição de “prime contractor” indevidamente, causando inumeros atritos c/ o licenciador, atrasos e retrabalhos. “…e o fez subir um degrau.” O mesmo “prime contractor” problemático ainda depende do licenciador da tecnologia, em um novo projeto que está prevendo 5 anos p/ modernizar somente 12 células, de um ac que tb lhe é completamente desconhecido. Seria o caso de descartar esse “prime contractor”… Read more »

Baschera

Bronco, Derby e R-Darter no futuro ?? Só se for para o Paraguay…rssss O Derby tem um bom ângulo de engajamento, razoável velocidade, mas alcançe médio ou pífio para meu gosto. Porém era o que a FAB podia ($$$$$$) comprar e olhe que compraram a “fantástica” quantidade de 38 mísseis. Quanto ao R-Darter da Denel, acho que nem os paraguaios o querem…. A Força Aérea da A. do Sul tem estocados a quem oferecer mais, cerca de 150 mísseis destes, totalmente inferiores ao próprio Derby e que de tão defasados nem valia a pena integra-los (custa muito mais que o… Read more »

Baschera

Bosco, vou te responder sobre os mísseis aqui…OK. Na verdade a resposta é do Juarez Castro, que pinta por aqui vez ou outra… então a resposta do mestre Juarez: POR QUE A QUANTIDADE TÃO POUCA DE MÍSSESIS NA “PROPOSTA” AMERICANA ? “Bom dia! Tem duas razões isto: Primeira delas: Não temos nehum conflito potencial a vista,portanto não ha necessidade de se ter uma quantida enorme de misseis estocas, e que, como no caso do AIM 120 custam uma baba, e no caso do AIM 9 tem prazo de validade mais curto. Segunda razão: O AIM 120 será o BVR Charlie… Read more »

Bosco

Baschera, sendo assim aí eu entendo a ‘proposta americana’. Se fomos nós que quisemos assim, ‘meno male’. rsrs… Mas mesmo tendo esses fatores que você citou em vista, eu continuo achando meio pouco. Sem falar que a integração desses mísseis ‘alternativos’ ao F-18 não é de um dia para o outro e nem é barata. Mas vamos ver no que dá. Outra coisa interessante da proposta que parece sinalizar um avanço interessante na nossa capacidade de ataque são os sistemas ATFLIR na proporção de 1 pra 1. Sem dúvida parece mostrar que as bombas da Britanite estão mesmo bem encaminhadas.… Read more »

Baschera

Bosco,

Certo, chegamos a um meio termo….rssss
Mas, muita água vai rolar sob esta ponte ainda antes que se diga quem o Brasil escolheu para o FX-2.

PS: Olha, não vá sonhar ou ter pesadelos com os ATFLIR heim!!

Sds.

AJS

Caro Bosco.
Se os argentinos tivessem comprado uma das edições do jornal A Tribuna, de Santos, em Março de 1982, teriam lido a notícia de que, por considerar como seu inimigo a URSS, o governo britânico, decidira que seus porta-aviões Hermes e Invincible, de nada serviriam, e passariam a investir em maior quantidade de SSBN, devendo o Invincible ser transferido à Austrália e o Hermes ao Chile, saiu na antiga coluna Porto & Mar.
Em maio/82, a Argentina atacou….o resto é sabido.
Abs.

Azul&branco

Se as mães da praça de mayo também esperassem…

Bronco1

Baschera, Na verdade estava me referindo ao desenvolvimento conjunto de um R-Darter melhorado. Hoje somos parceiros de risco apenas no A-Darter e acredito piamente que essa parceria visa o desenvolvimento e a produção conjunta de um míssil de longo alcance “inteligente” guiado por radar e possivelmente uma versão baseada no aprendizado do A-Darter com cabeça IR. Ou isso, ou há um desperdício enorme de recursos na produção do MAA-1 Piranha ao mesmo tempo em que se investem quase US$ 200 milhões parceria do A-Darter. Sabe aqueles contratos em que você assina uma coisa mas na verdade compra outras? Acredito que… Read more »

Bronco1

Mauricio R. Me refiro à Aeroeletrônica e particularmente à Embraer que hoje é perfeitamente capaz de integrar armamentos e sistemas e a fazê-lo, principalmente, em conjunto com empresas menores. Caso não tivéssemos tido nenhuma experiência na integração de sistemas do ALX, provavelmente a modernização das células de F-5 e a anunciada modernização do A-1 não teriam saído. E hoje, com todos os problemas que a Elbit e outras eventualmente tenham criado, estamos, provavelmente, mais capacitados para o FX-2 do que estávamos para o FX-1. Prova disso é o número de empresas de tecnologia que surgir e cresceu nos últimos anos.… Read more »

Giovani

Não vejo porque o espanto e o medo de que os Estados Unidos não nos entregue o AMRRAM, esse tema ja foi esclarecido pelo Governo Americano, há noticias que o AMRRAM, já foi entregue ao Chile. Como eu já disse uma Vez o cenario Politico mudou, e os Americanos sabem que terão que fazer concessões, se quiserem melhorar as relações com o Brasil, e conquistar o Aliado mais forte da AL. A lista também inclui Bombas GBU 31/32 JDAM e AGM-154, as mais modernas atualmente, e misseis HARM, bem mais moderno que o MAR, algo impensavel a alguns anos atrás.… Read more »

bulldog

Penso que os americanos têm 3 níveis de aliados para questões militares: Nível 1 (Inglaterra, Japão, Israel), Nível 2 (Austrália, Paquistão, Colômbia, etc) e Nível 3 (aqui estamos nós). Acho que a proposta da Boeing simplesmente mostra que os EEUU estão dispostos (por dinheiro apenas) a nos elevar de Nìvel 3 para 2. Só isso!!! A restrição para armamentos “top” continua a mesma.
sds

plinio

ne nao de rafale,nelson jobin perde a sua parte,os milhos de dolares que cabe a ele

mcv

pode ser que sim.!!!mas seriam os mais merecido$$$$ de qualquer politico!!!ou ministro, que seja!!!
sds

LBacelar

Senhores por causa dos nossos possíveis fornecedores de caças para o futuro, eu leio muitos comentários dizendo que pais A não é confiavel pq ajudou os ingleses na guerra das malvinas, e que pais B embargou os exocet para os argentinos… Mas vcs esquecem que os tapados dos argentinos iniciaram o conflito, eles invadiram território ingles sem o aval da ONU, eles agiram de má fé enquanto fingiam negociar… Se as Falklands fossem fornecedoras de petroleo para os EUA, a Argentina estaria sofrendo embargo até hoje. a derrota na guerra não significou nem 10% do que eles mereceram por invadir… Read more »

bulldog

Penso que os americanos têm 3 níveis de aliados para questões militares: Nível 1 (Inglaterra, Japão, Israel), Nível 2 (Austrália, Paquistão, Colômbia, etc) e Nível 3 (aqui estamos nós). Acho que a proposta da Boeing simplesmente mostra que os EEUU estão dispostos (por dinheiro apenas) a nos elevar de Nìvel 3 para 2. Só isso!!! A restrição para armamentos “top” continua a mesma.
sds

Bronco1

Ei sei que serei criticado pelos que dizem que na hora do combate o melhor é ter o armamento mais avançado… Inclusive coaduno dessa visão: FAz poderosas são as que reunem no mesmo conjunto o fator humano, armamento de ponta, profissionalismo e treinamento exaustivo, além da experiência em combate. Mas nesse caso específico não é apenas o míssel. Nosse caso o que está em jogo é o conhecimento, a tecnologia, o domínio sobre o equipamento, a independência em diversos níveis, o custo de aquisição de novas unidades, não haver problemas de embargos de quipamentos e componentes no futuro, enfim, tudo… Read more »

madvad

eu duvido que os americanos abram os códigos fontes dos SH , para que pudéssemos usar os Derby neles.

COMANDANTE MELK

Senhores,

gostaria apenas de informar que neste mês deve começar a chegar ao Brasil os primeiros helicópteros Mi-35M…

Grato.

Alfredo.Araujo

Bronco,

Eu axo legal o Brasil possuir AMRAAM sim… mesmo sendo poucas unidades… pois de longe esse é o mais mortal dos misseis ar-ar em uso…

O q a FAB nao pode fazer é desistir dos programas atuais e de futuros projetos. Sem contar q deveriamos ter alem dos AMRAAM, maiores quantidades de Derby’s…

Baschera

Bosco, vou te responder sobre os mísseis aqui…OK. Na verdade a resposta é do Juarez Castro, que pinta por aqui vez ou outra… então a resposta do mestre Juarez: POR QUE A QUANTIDADE TÃO POUCA DE MÍSSESIS NA “PROPOSTA” AMERICANA ? “Bom dia! Tem duas razões isto: Primeira delas: Não temos nehum conflito potencial a vista,portanto não ha necessidade de se ter uma quantida enorme de misseis estocas, e que, como no caso do AIM 120 custam uma baba, e no caso do AIM 9 tem prazo de validade mais curto. Segunda razão: O AIM 120 será o BVR Charlie… Read more »

AJS

Caro Bosco.
Se os argentinos tivessem comprado uma das edições do jornal A Tribuna, de Santos, em Março de 1982, teriam lido a notícia de que, por considerar como seu inimigo a URSS, o governo britânico, decidira que seus porta-aviões Hermes e Invincible, de nada serviriam, e passariam a investir em maior quantidade de SSBN, devendo o Invincible ser transferido à Austrália e o Hermes ao Chile, saiu na antiga coluna Porto & Mar.
Em maio/82, a Argentina atacou….o resto é sabido.
Abs.

Azul&branco

Se as mães da praça de mayo também esperassem…

Bronco1

Mauricio R. Me refiro à Aeroeletrônica e particularmente à Embraer que hoje é perfeitamente capaz de integrar armamentos e sistemas e a fazê-lo, principalmente, em conjunto com empresas menores. Caso não tivéssemos tido nenhuma experiência na integração de sistemas do ALX, provavelmente a modernização das células de F-5 e a anunciada modernização do A-1 não teriam saído. E hoje, com todos os problemas que a Elbit e outras eventualmente tenham criado, estamos, provavelmente, mais capacitados para o FX-2 do que estávamos para o FX-1. Prova disso é o número de empresas de tecnologia que surgir e cresceu nos últimos anos.… Read more »

Giovani

Não vejo porque o espanto e o medo de que os Estados Unidos não nos entregue o AMRRAM, esse tema ja foi esclarecido pelo Governo Americano, há noticias que o AMRRAM, já foi entregue ao Chile. Como eu já disse uma Vez o cenario Politico mudou, e os Americanos sabem que terão que fazer concessões, se quiserem melhorar as relações com o Brasil, e conquistar o Aliado mais forte da AL. A lista também inclui Bombas GBU 31/32 JDAM e AGM-154, as mais modernas atualmente, e misseis HARM, bem mais moderno que o MAR, algo impensavel a alguns anos atrás.… Read more »

Bronco1

Perdão: *FAs (Forças armadas) e não “Faz”. E *Míssil e não “Missel”.

fernando

tambem acho que o brasil deve abrir o olho com a proposta americana, esses equipamentos so vao fazer o brasil ficar dependente dos americanos, pois basta um embargo para que esses avioes fiquem parados e totalmente inuteis….

bagatini

Isto aconteceria com qualquer um. Lembre durante a Guerra das Malvinas a França também embargou a Argentina.

JMRC

Acredito que independentemente da proposta dos EUA, o Brasil vai optar pela França. Quando eu estudava Direito, fui aluno do Nelson Jobim, e posso garantir aos senhores que ele não é bobo. Se depender dele, com certeza a França já levou.

CosmeBR

Oh, apenas 28 mísseis estocados nos EEUU!!!

Alfredo.Araujo

“CosmeBR em 08 ago, 2009 às 12:38
Oh, apenas 28 mísseis estocados nos EEUU!!!”

Po meu amigo…. se vc lesse um pouco, só um pouco, estaria sabendo q isso esta descartado, tanto pelos EUA quanto pela FAB…

Entao da uma lida antes…

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