a-29-alta

Reza a lenda  que a FAB solicitou à Embraer, quando o Super Tucano estava sendo desenvolvido, que o avião levasse um par de metralhadoras internamente nas asas e não em casulos, como se fazia até então com o AT-27 e o AT-26 Xavante.
Como a FAB tinha um estoque considerável de metralhadoras Browning ‘ponto 50′ (12,7mm), decidiu-se aproveitá-las. O problema é que os engenheiros da Embraer nunca tinham feito uma instalação dessas.
A solução então veio de visitas dos engenheiros ao MUSAL (Museu Aeroespacial) no Rio de Janeiro, para que pudessem avaliar de perto as instalações de metralhadoras nas asas dos P-40 e P-47…

Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

114 Responses to “A-29 Super Tucano e suas ‘ponto 50′” Subscribe

  1. TENENTE 6 de março de 2009 at 9:58 #

    Os “mais velhos” sempre tem um pouco a mais para ensinar.Me parece que no programa nuclear brasileiro, tambem houve muitas “visitas” a museus estrangeiros. SDS.

  2. TENENTE 6 de março de 2009 at 9:58 #

    Os “mais velhos” sempre tem um pouco a mais para ensinar.Me parece que no programa nuclear brasileiro, tambem houve muitas “visitas” a museus estrangeiros. SDS.

  3. J Mitchel 6 de março de 2009 at 10:06 #

    A FAB tem um estoque muito elevado de metralhadoras .50 e também um belo estoque, coisa de 250, de canhões de 20mm.
    Todas as armas são revisadas e guardadas nos arsenais, só não sei por quanto tempo.
    Bombas: há bombas ainda da 2GG num paiol no rio de janeiro. sem contar que alguns Matra 530 estão ainda inventariados tb.
    A MB tem granadas de 305mm até hoje.
    At
    JM

  4. J Mitchel 6 de março de 2009 at 10:06 #

    A FAB tem um estoque muito elevado de metralhadoras .50 e também um belo estoque, coisa de 250, de canhões de 20mm.
    Todas as armas são revisadas e guardadas nos arsenais, só não sei por quanto tempo.
    Bombas: há bombas ainda da 2GG num paiol no rio de janeiro. sem contar que alguns Matra 530 estão ainda inventariados tb.
    A MB tem granadas de 305mm até hoje.
    At
    JM

  5. Felipe 6 de março de 2009 at 10:14 #

    Bela curiosidade. Afinal de contas, .50 na asa é a mesma coisa desde a WW2. hehehehe

  6. Felipe 6 de março de 2009 at 10:14 #

    Bela curiosidade. Afinal de contas, .50 na asa é a mesma coisa desde a WW2. hehehehe

  7. Sérgio 6 de março de 2009 at 10:17 #

    Essa chegou em boa hora!
    A criação dos “Terceiros”, deslocando para a fronteira com os “vizinhos narcotraficantes”, deveu-se ao patrulhamento que em conjunto com os R-99 e datalink fazem uma dupla agrerrida. Mas “Quanto?”. Tenho a “curiosodade” de saber de vez em quando, como andam a vigilância – ou melhor como andam gastando o meu imposto pago. Existem casos “leves” que poderiam ser transcritos a opinião “curiosa” publica e fazer mostrar-se que somos capazes, inclusive de copiar com qualidade e competência.
    Esses armamentos e os dos colombianos, mostram ser o ALX um equipamento eficaz realmente para COIN’s? E para apoio a infantaria que tipo de arma é designada anti-blindados nessa plataforma? Alguem posta.

  8. Sérgio 6 de março de 2009 at 10:17 #

    Essa chegou em boa hora!
    A criação dos “Terceiros”, deslocando para a fronteira com os “vizinhos narcotraficantes”, deveu-se ao patrulhamento que em conjunto com os R-99 e datalink fazem uma dupla agrerrida. Mas “Quanto?”. Tenho a “curiosodade” de saber de vez em quando, como andam a vigilância – ou melhor como andam gastando o meu imposto pago. Existem casos “leves” que poderiam ser transcritos a opinião “curiosa” publica e fazer mostrar-se que somos capazes, inclusive de copiar com qualidade e competência.
    Esses armamentos e os dos colombianos, mostram ser o ALX um equipamento eficaz realmente para COIN’s? E para apoio a infantaria que tipo de arma é designada anti-blindados nessa plataforma? Alguem posta.

  9. Pedro Rocha 6 de março de 2009 at 11:28 #

    Olá senhores! O P-40 levava seis .50 e o P-47 oito em suas asas! O Primeiro Grupo de Caça teve um dos mais altos escores de alvos em terra da Segunda Guerra, lendo algumas bibliografias a grande maioria desses alvos foram destruídos com as .50 (o Grupo empregou também bombas e foguetes não guiados). Imaginem como se sentiam os alemães quando eram alvejados com oitos “bocas” de .50! Portanto foi uma escolha correta desses armamentos nas asas do Super Tucano! Na época do desenvolvimento do Super Tucano a impressa internacional dizia que estávamos refazendo o Mustang (P-51 eu acho!). O software de armamentos do Super Tucano foi customizado para operar uma combinação de armamentos de tubo sob as asas, permitindo regimes de fogo com calibres diferentes (na época era a .50 das asas e um casulo com uma 20 mm sob as asas). Por incrível que possa parecer eu considero o Super Tucano um dos primeiros projetos para os novos conflitos assimétricos do século XXI. Eu espero que os estadunidenses esqueçam um pouco do Pilatus e nos façam algumas encomendas do Super Tucano. Vejam um cenário onde o nosso A/T-29 seria viável e econômico: Um tropa esta cercada numa montanha no Afeganistão, caças de alto rendimento (inclusive o O/A-10) não conseguem fixar em alvos fugazes acabam despejando toda a munição sem resultados efetivos nesse momento uma dupla de A/T-29 sobrevoa a região e consegue travar em todos os alvos, sendo tão fugaz quanto seus alvos! A assinatura térmica do A/T-29 e bem menor que de um caça, portanto seria muito difícil ser engajado por mísseis termo guiados! Não sou ufanista porem deve ter algum motivo para os estadunidenses se interessarem pela volta do Broco! O A/T-29 já está pronto e bem testado em combate!
    Em tempo eu sei que existe um casulo com uma Avenger de 30 mm (mesma arma do O/A-10, porém com cinco canos em vez de sete) esse armamento é muito poderoso e fora desenvolvido para disponibilizar esse calibre em outras aeronaves (F-16, F/A-18 e F-15), será que seria compatível com o nosso A/T-29? O bico do Tucano seria do “capeta”!

  10. Pedro Rocha 6 de março de 2009 at 11:28 #

    Olá senhores! O P-40 levava seis .50 e o P-47 oito em suas asas! O Primeiro Grupo de Caça teve um dos mais altos escores de alvos em terra da Segunda Guerra, lendo algumas bibliografias a grande maioria desses alvos foram destruídos com as .50 (o Grupo empregou também bombas e foguetes não guiados). Imaginem como se sentiam os alemães quando eram alvejados com oitos “bocas” de .50! Portanto foi uma escolha correta desses armamentos nas asas do Super Tucano! Na época do desenvolvimento do Super Tucano a impressa internacional dizia que estávamos refazendo o Mustang (P-51 eu acho!). O software de armamentos do Super Tucano foi customizado para operar uma combinação de armamentos de tubo sob as asas, permitindo regimes de fogo com calibres diferentes (na época era a .50 das asas e um casulo com uma 20 mm sob as asas). Por incrível que possa parecer eu considero o Super Tucano um dos primeiros projetos para os novos conflitos assimétricos do século XXI. Eu espero que os estadunidenses esqueçam um pouco do Pilatus e nos façam algumas encomendas do Super Tucano. Vejam um cenário onde o nosso A/T-29 seria viável e econômico: Um tropa esta cercada numa montanha no Afeganistão, caças de alto rendimento (inclusive o O/A-10) não conseguem fixar em alvos fugazes acabam despejando toda a munição sem resultados efetivos nesse momento uma dupla de A/T-29 sobrevoa a região e consegue travar em todos os alvos, sendo tão fugaz quanto seus alvos! A assinatura térmica do A/T-29 e bem menor que de um caça, portanto seria muito difícil ser engajado por mísseis termo guiados! Não sou ufanista porem deve ter algum motivo para os estadunidenses se interessarem pela volta do Broco! O A/T-29 já está pronto e bem testado em combate!
    Em tempo eu sei que existe um casulo com uma Avenger de 30 mm (mesma arma do O/A-10, porém com cinco canos em vez de sete) esse armamento é muito poderoso e fora desenvolvido para disponibilizar esse calibre em outras aeronaves (F-16, F/A-18 e F-15), será que seria compatível com o nosso A/T-29? O bico do Tucano seria do “capeta”!

  11. Felipe Cps 6 de março de 2009 at 11:33 #

    Sérgio, a própria .50 é uma arma bastante eficiente contra blindados. Foi muito usada na WWII pelo Senta Púa (armadas nos Thundebolt) contra os panzer tedescos.

  12. Felipe Cps 6 de março de 2009 at 11:33 #

    Sérgio, a própria .50 é uma arma bastante eficiente contra blindados. Foi muito usada na WWII pelo Senta Púa (armadas nos Thundebolt) contra os panzer tedescos.

  13. Amdré C 6 de março de 2009 at 12:40 #

    Alguem ja ouviu a historia de um piloto da FAB na ww2 foi atacar um trem que supostamente estaria trasportando equipamentos nazistas,mas por sorte na hora que o piloto foi atacar as 8 metralhadoras do P-47 falharam ,depois descobriram que o trem estava trasportando prisioneros de guerra.
    Uma duvida ,em uma exposição vi um cessna caravan utilizado pela FAB,ele tinha um tubo em cada asa ,seria uma .50 ??

  14. Amdré C 6 de março de 2009 at 12:40 #

    Alguem ja ouviu a historia de um piloto da FAB na ww2 foi atacar um trem que supostamente estaria trasportando equipamentos nazistas,mas por sorte na hora que o piloto foi atacar as 8 metralhadoras do P-47 falharam ,depois descobriram que o trem estava trasportando prisioneros de guerra.
    Uma duvida ,em uma exposição vi um cessna caravan utilizado pela FAB,ele tinha um tubo em cada asa ,seria uma .50 ??

  15. Roberto 6 de março de 2009 at 12:49 #

    Pedro Rocha

    É que os Estadunidenses não querem se curvar ao Brasil.O EUA comprarem armas Made in Brazil,seriam muito para eles!.

    Israel comprou as “JDAM-ER” para atingir alvos nos países vizinhos sem que suas aeronaves deixem o espaço aéreo israelense. O alcance da JDAM com os novos kits de asas planadoras aumenta de 25 para 80 km.Essas bombas no A-29 dariam ao super-Tucano um poder de fogo inagualável,como foi feito pela Colômbia para atingir alvos em território Equatoriano,só que no Equador foram só 5Km da fronteira.Imaginem até 80Km além da fronteira,e o A-29 ficariam longe do alcance dos mísseis termo-guiados.

    sds.

  16. Roberto 6 de março de 2009 at 12:49 #

    Pedro Rocha

    É que os Estadunidenses não querem se curvar ao Brasil.O EUA comprarem armas Made in Brazil,seriam muito para eles!.

    Israel comprou as “JDAM-ER” para atingir alvos nos países vizinhos sem que suas aeronaves deixem o espaço aéreo israelense. O alcance da JDAM com os novos kits de asas planadoras aumenta de 25 para 80 km.Essas bombas no A-29 dariam ao super-Tucano um poder de fogo inagualável,como foi feito pela Colômbia para atingir alvos em território Equatoriano,só que no Equador foram só 5Km da fronteira.Imaginem até 80Km além da fronteira,e o A-29 ficariam longe do alcance dos mísseis termo-guiados.

    sds.

  17. Fábio Max 6 de março de 2009 at 13:12 #

    Essas 0,50 em verdade, economizam mísseis, no caso de interceptação de pequenos aviões do tráfico de drogas, são adequadas à Lei do Abate!

  18. Fábio Max 6 de março de 2009 at 13:12 #

    Essas 0,50 em verdade, economizam mísseis, no caso de interceptação de pequenos aviões do tráfico de drogas, são adequadas à Lei do Abate!

  19. Fábio Max 6 de março de 2009 at 13:16 #

    Li um comentário na ASAS deste bimestre, que a Bolívia está estudando a aquisição de Super Tucanos, em complemento aos AL 159.

    Penso que seria mais uma boa exportação do produto.

    Na ASAS também se comenta o BOATO de que os F5E-III da FaCh virão mesmo para o Brasil.

    Notícias para os comentaristas se manifestarem!

  20. Fábio Max 6 de março de 2009 at 13:16 #

    Li um comentário na ASAS deste bimestre, que a Bolívia está estudando a aquisição de Super Tucanos, em complemento aos AL 159.

    Penso que seria mais uma boa exportação do produto.

    Na ASAS também se comenta o BOATO de que os F5E-III da FaCh virão mesmo para o Brasil.

    Notícias para os comentaristas se manifestarem!

  21. Jacubão 6 de março de 2009 at 13:31 #

    Rapáz, imaginem o que aconteceria com o A-29 equipado com um AVENGER na hora do tiro, isso se ele conseguisse decolar.

  22. Jacubão 6 de março de 2009 at 13:31 #

    Rapáz, imaginem o que aconteceria com o A-29 equipado com um AVENGER na hora do tiro, isso se ele conseguisse decolar.

  23. Dalton 6 de março de 2009 at 13:38 #

    Conheci um veterano do Vietnã que voou no ” Bronco ” e falou muito bem dele.
    Nada mais justo os EUA produzirem uma versao modernizada de um aviao que eles mesmos projetaram, ainda mais agora em uma epoca de crise.
    Se eles tem o aviao, se podem melhora-lo, porque comprariam de nós ?

    sds

  24. Dalton 6 de março de 2009 at 13:38 #

    Conheci um veterano do Vietnã que voou no ” Bronco ” e falou muito bem dele.
    Nada mais justo os EUA produzirem uma versao modernizada de um aviao que eles mesmos projetaram, ainda mais agora em uma epoca de crise.
    Se eles tem o aviao, se podem melhora-lo, porque comprariam de nós ?

    sds

  25. Mirage 6 de março de 2009 at 14:34 #

    No mundo globalizado, nada se cria, tudo se copia.

    As .50 no P-47 eram muito eficientes sim contra blindados, porem levavam 8 (4 em cada asa).

    Abraço

  26. Mirage 6 de março de 2009 at 14:34 #

    No mundo globalizado, nada se cria, tudo se copia.

    As .50 no P-47 eram muito eficientes sim contra blindados, porem levavam 8 (4 em cada asa).

    Abraço

  27. Felipe Cps 6 de março de 2009 at 14:46 #

    Amigo Mirage: oito ou uma, um balaço de .50 vaza qualquer blindagem…

  28. Felipe Cps 6 de março de 2009 at 14:46 #

    Amigo Mirage: oito ou uma, um balaço de .50 vaza qualquer blindagem…

  29. Pedro Rocha 6 de março de 2009 at 15:27 #

    Olá senhores! Fiz uma pesquisa rápida! O casulo que me referi é o GAU-13/A com quatro canos e não cinco como eu pensava! Foi desenvolvido como um irmão caçula do GAU-8 (esse é armamento orgânico do O/A-10) com o intuito de proporcionar o poder de destruição do GAU-8 com uma arma mais leve, porém com a perda da cadencia máxima de tiros (3.100 tpm contra 2.400 tpm). Infelizmente o GAU-13/A mostrou-se pouco preciso, tendo sido tirado da linha de frente! Nada impediria seu uso no Super Tucano, inclusive seu peso completo (151 kg) bem menos que os 500 kg por ponto duro do Super (capacidade 1500 kg de carga). A FAB poderia aproveitar seus DEFA 30 mm e complementar o armamento do A/T 29! Uma pena que o GAU-13/A tornou-se impreciso em combate!
    Segue os dados do GAU-13/A:

    Type: four-barrel rotary cannon
    Caliber: 30 mm (1.18 in)
    Operation: pneumatic
    Length: 2.79 m (9 ft 2 in)
    Weight (complete): 151 kg (333 lb)
    Rate of fire: 2,400 rounds per minute
    Muzzle velocity: 1,030 m/s (3,600 ft/s)
    Projectile weight: (API) 430 g (15.1 oz); HEI 360 g (12.7 oz)

  30. Pedro Rocha 6 de março de 2009 at 15:27 #

    Olá senhores! Fiz uma pesquisa rápida! O casulo que me referi é o GAU-13/A com quatro canos e não cinco como eu pensava! Foi desenvolvido como um irmão caçula do GAU-8 (esse é armamento orgânico do O/A-10) com o intuito de proporcionar o poder de destruição do GAU-8 com uma arma mais leve, porém com a perda da cadencia máxima de tiros (3.100 tpm contra 2.400 tpm). Infelizmente o GAU-13/A mostrou-se pouco preciso, tendo sido tirado da linha de frente! Nada impediria seu uso no Super Tucano, inclusive seu peso completo (151 kg) bem menos que os 500 kg por ponto duro do Super (capacidade 1500 kg de carga). A FAB poderia aproveitar seus DEFA 30 mm e complementar o armamento do A/T 29! Uma pena que o GAU-13/A tornou-se impreciso em combate!
    Segue os dados do GAU-13/A:

    Type: four-barrel rotary cannon
    Caliber: 30 mm (1.18 in)
    Operation: pneumatic
    Length: 2.79 m (9 ft 2 in)
    Weight (complete): 151 kg (333 lb)
    Rate of fire: 2,400 rounds per minute
    Muzzle velocity: 1,030 m/s (3,600 ft/s)
    Projectile weight: (API) 430 g (15.1 oz); HEI 360 g (12.7 oz)

  31. Zero Uno 6 de março de 2009 at 15:57 #

    A-29 Super Tucano.

    O melhor e mais moderno avião de ataque leve/COIN. Raytheon T-6 Texan II, versão fabricada sob licença do Pilatus PC-9?
    Nem pensar… É somente um avião de treinamento com casulos de metralhadoras como o era o A-27 Tucano e não possui os aviônicos que o A-29 tem. Além disso, o Super Tucano pode disparar os mísseis MAA-1 Piranha, MAA-2 Piranha II e outros tipos de mísseis, bombas guiadas ou não e tem as duas .50 instaladas internamente. Por isso, leva vantagens sobre todos os outros aviões de sua categoria.

    Ele além de tudo é um excelente substituro para os A-37 Dragonfly que opera nos seguintes países: Bangladesh, Burma, Camboja, Chile (24 unidades encomendadas), Equador (12 unidades encomendadas), Alemanha, Grécia, Guatemala (12 unidades encomendadas), Honduras, Jordânia, Marrocos, Paquistão, Peru, Tailândia, Turquia, Uruguai e Vietnã.

    Já pensaram quantos a-37 Dragonfly poderemos substituir com o A-29? Seria muito bom para a EMBRAER.

    Armamentos

    Metralhadoras: (2x) FN Herstal M3P de 12,7 mm (.50 in) (internas nas asas)

    Canhões: (1x) pod de canhão de 20 mm (sob a fuselagem)

    Foguetes: (4x) pods de lança-foguetes de 70 mm

    Bombas: Mk 81 ou Mk 82 (emprego geral); BLG-252 (lança-granadas);
    Lizard ou Griffin (guiadas por laser)

    Mísseis ar-ar: (2x) AIM-9L; MAA-1 Piranha (homologado); Python 3 ou Python 4

    Mísseis ar-superfície: (2x) AGM-65

    Estações de armas: possui um total de 5 pontos (dois em cada asa e um sob a fuselagem)

    Temos um “baita” avião…

  32. Zero Uno 6 de março de 2009 at 15:57 #

    A-29 Super Tucano.

    O melhor e mais moderno avião de ataque leve/COIN. Raytheon T-6 Texan II, versão fabricada sob licença do Pilatus PC-9?
    Nem pensar… É somente um avião de treinamento com casulos de metralhadoras como o era o A-27 Tucano e não possui os aviônicos que o A-29 tem. Além disso, o Super Tucano pode disparar os mísseis MAA-1 Piranha, MAA-2 Piranha II e outros tipos de mísseis, bombas guiadas ou não e tem as duas .50 instaladas internamente. Por isso, leva vantagens sobre todos os outros aviões de sua categoria.

    Ele além de tudo é um excelente substituro para os A-37 Dragonfly que opera nos seguintes países: Bangladesh, Burma, Camboja, Chile (24 unidades encomendadas), Equador (12 unidades encomendadas), Alemanha, Grécia, Guatemala (12 unidades encomendadas), Honduras, Jordânia, Marrocos, Paquistão, Peru, Tailândia, Turquia, Uruguai e Vietnã.

    Já pensaram quantos a-37 Dragonfly poderemos substituir com o A-29? Seria muito bom para a EMBRAER.

    Armamentos

    Metralhadoras: (2x) FN Herstal M3P de 12,7 mm (.50 in) (internas nas asas)

    Canhões: (1x) pod de canhão de 20 mm (sob a fuselagem)

    Foguetes: (4x) pods de lança-foguetes de 70 mm

    Bombas: Mk 81 ou Mk 82 (emprego geral); BLG-252 (lança-granadas);
    Lizard ou Griffin (guiadas por laser)

    Mísseis ar-ar: (2x) AIM-9L; MAA-1 Piranha (homologado); Python 3 ou Python 4

    Mísseis ar-superfície: (2x) AGM-65

    Estações de armas: possui um total de 5 pontos (dois em cada asa e um sob a fuselagem)

    Temos um “baita” avião…

  33. Rodrigo Cesarini 6 de março de 2009 at 16:59 #

    O Super Tucano perdeu a concorrência da Turquia para o “genérico” Coreano.

  34. Rodrigo Cesarini 6 de março de 2009 at 16:59 #

    O Super Tucano perdeu a concorrência da Turquia para o “genérico” Coreano.

  35. Billy 6 de março de 2009 at 17:46 #

    Tem um vídeo na internet mostrando a ação das . 50 dos A-29 contra um avião de traficantes sobre a selva. O final é lindo!! Poderia ter uma versão monoposto com um desenho diferente da carlinga (este termo da II WW ainda é usado?). Acho que o desempenho da A-29 fica um pouco abaixo do Mustang, não seria mais próximo do GUSTAV?

  36. Billy 6 de março de 2009 at 17:46 #

    Tem um vídeo na internet mostrando a ação das . 50 dos A-29 contra um avião de traficantes sobre a selva. O final é lindo!! Poderia ter uma versão monoposto com um desenho diferente da carlinga (este termo da II WW ainda é usado?). Acho que o desempenho da A-29 fica um pouco abaixo do Mustang, não seria mais próximo do GUSTAV?

  37. Zero Uno 6 de março de 2009 at 18:03 #

    O “genérico” coreano é um mono-reator e não um turbo-hélice como o Super Tucano. É outra classe de avião…

  38. Zero Uno 6 de março de 2009 at 18:03 #

    O “genérico” coreano é um mono-reator e não um turbo-hélice como o Super Tucano. É outra classe de avião…

  39. Carlos 6 de março de 2009 at 18:41 #

    Essa lenda não é verdadeira, o que ocorreu foi exatamente o contrario.
    A FAB só queria ALX com casulos, sem nenhuma arma fixa,
    A Embraer na época do desenvolvimento do primeiro prótotipo, teve acesso a uma configuração na qual o ALX teria 4 metralhadora .50, duas em cada asa e até 1000 cartuchos por arma. Teria também um casulo na estação central com um canhão de 30mm e 150 cartuchos, cincronizados com as hélices e poderia levar cachos de misséis ar-ar sting/mistral ou até o missil russo. Além disso, o ALX poderia ter um probe de abatecimento aéreo na asa esquerda e um pequeno radar de busca e ataque Israelense na asa direita.
    Colocação de lançadores de flares nas carenagens do motor, chaffs nas carenagens de cauda e um RWR.
    Como podemos ver, teriamos uma arma de Guerra capaz de combater os melhores helicópteros de ataque e fazer o maior estrago numa tropa bem como brindados leves.
    A FAB não quis nada de armas fixas nem tão pouco os outros itens e a Embraer impos duas .50 a FAB pois, a FAB não seria o único comprador da aeronave.
    A única coisa que teriamos problemas técnicos seriam os mísseis que possuem dois estagios do moror foguete, que ejeta o primeiro estagio logo apos o lançamento e haveria uma remota chance de haver impacto na aeronave.Com certeza os fabricantes de mísseis resolveriam isso com muita facilidade.
    “Espero que um dia A FAB se torne de fato uma arma de guerra e não viva mais só de glamor”
    “Espero também que quando falarmos que a missão é real, os nossos pilotos rasguem os ceus para cumprir a sua missão sem hesitar um só segundo”
    Desculpem, mas não posso me identificar.
    Abraços

  40. Carlos 6 de março de 2009 at 18:41 #

    Essa lenda não é verdadeira, o que ocorreu foi exatamente o contrario.
    A FAB só queria ALX com casulos, sem nenhuma arma fixa,
    A Embraer na época do desenvolvimento do primeiro prótotipo, teve acesso a uma configuração na qual o ALX teria 4 metralhadora .50, duas em cada asa e até 1000 cartuchos por arma. Teria também um casulo na estação central com um canhão de 30mm e 150 cartuchos, cincronizados com as hélices e poderia levar cachos de misséis ar-ar sting/mistral ou até o missil russo. Além disso, o ALX poderia ter um probe de abatecimento aéreo na asa esquerda e um pequeno radar de busca e ataque Israelense na asa direita.
    Colocação de lançadores de flares nas carenagens do motor, chaffs nas carenagens de cauda e um RWR.
    Como podemos ver, teriamos uma arma de Guerra capaz de combater os melhores helicópteros de ataque e fazer o maior estrago numa tropa bem como brindados leves.
    A FAB não quis nada de armas fixas nem tão pouco os outros itens e a Embraer impos duas .50 a FAB pois, a FAB não seria o único comprador da aeronave.
    A única coisa que teriamos problemas técnicos seriam os mísseis que possuem dois estagios do moror foguete, que ejeta o primeiro estagio logo apos o lançamento e haveria uma remota chance de haver impacto na aeronave.Com certeza os fabricantes de mísseis resolveriam isso com muita facilidade.
    “Espero que um dia A FAB se torne de fato uma arma de guerra e não viva mais só de glamor”
    “Espero também que quando falarmos que a missão é real, os nossos pilotos rasguem os ceus para cumprir a sua missão sem hesitar um só segundo”
    Desculpem, mas não posso me identificar.
    Abraços

  41. Francisco AMX 6 de março de 2009 at 18:59 #

    Felipe CPS a .50 não penetra qualquer blindagem não! tem até humer que pode aguentar estas projéteis hoje, mesmo os perfurantes.
    As .50 não eram eficazes, na WWII contra os tanques, apenas contra transportes levemente blindados!

    Abraço
    Francisco

  42. Francisco AMX 6 de março de 2009 at 18:59 #

    Felipe CPS a .50 não penetra qualquer blindagem não! tem até humer que pode aguentar estas projéteis hoje, mesmo os perfurantes.
    As .50 não eram eficazes, na WWII contra os tanques, apenas contra transportes levemente blindados!

    Abraço
    Francisco

  43. RJ 6 de março de 2009 at 19:47 #

    Pessoal, se vocês babam vendo os Super Tucanos da FAB, procurem notícias sobre os vendidos para a Colômbia, com Chaff&Flare, FLIR, muita eletrônica especializada para as missões, capaz de lançar bombas inteligentes e foguetes SBAT/70mm (esses sim arrasam qualquer blindado). E um cockpit de fazer inveja a muitos caças a jato modernos.

  44. RJ 6 de março de 2009 at 19:47 #

    Pessoal, se vocês babam vendo os Super Tucanos da FAB, procurem notícias sobre os vendidos para a Colômbia, com Chaff&Flare, FLIR, muita eletrônica especializada para as missões, capaz de lançar bombas inteligentes e foguetes SBAT/70mm (esses sim arrasam qualquer blindado). E um cockpit de fazer inveja a muitos caças a jato modernos.

  45. Ricardo 6 de março de 2009 at 20:54 #

    Apenas uma Correção quanto o A-10 ThunderBolth II

    A Avenger foi inventada e o A-10 construido entorno dele, não ha como outros aviões atuais levar esta criança… Não caberia em nenhum outro avião… E outra coisa, nada supera o poder de saturação do M-61 Vulcan, para que usar uma 30mm anti-tanque no lugar de uma 20mm de emprego multiplo ? Não teria sentido algum…

    [ ]´s

  46. Ricardo 6 de março de 2009 at 20:54 #

    Apenas uma Correção quanto o A-10 ThunderBolth II

    A Avenger foi inventada e o A-10 construido entorno dele, não ha como outros aviões atuais levar esta criança… Não caberia em nenhum outro avião… E outra coisa, nada supera o poder de saturação do M-61 Vulcan, para que usar uma 30mm anti-tanque no lugar de uma 20mm de emprego multiplo ? Não teria sentido algum…

    [ ]´s

  47. Felipe Cps 6 de março de 2009 at 21:25 #

    Francisco AMX:

    Na antiga fazenda da Engesa em Caçapava eu atirei de .50 em carcaças de M41, M60 e M113, a 300/400m de distância, e posso te garantir que perfura todos de todos os ângulos. Na verdade não apenas perfura a face exposta da blindagem como, por exemplo no M113, vara, sai do outro lado e ainda cava uma pequena toca no chão pro infante…

    Sobre Humvee aguentar um tiro de .50, amigo, me parece lenda, SE a blindagem aguentar a viatura tomba…

    Vai por mim, pouca coisa no mundo aguenta um tranco de Mister Browning…

  48. Felipe Cps 6 de março de 2009 at 21:25 #

    Francisco AMX:

    Na antiga fazenda da Engesa em Caçapava eu atirei de .50 em carcaças de M41, M60 e M113, a 300/400m de distância, e posso te garantir que perfura todos de todos os ângulos. Na verdade não apenas perfura a face exposta da blindagem como, por exemplo no M113, vara, sai do outro lado e ainda cava uma pequena toca no chão pro infante…

    Sobre Humvee aguentar um tiro de .50, amigo, me parece lenda, SE a blindagem aguentar a viatura tomba…

    Vai por mim, pouca coisa no mundo aguenta um tranco de Mister Browning…

  49. Felipe Cps 6 de março de 2009 at 21:29 #

    Ah, a munição que atirei era regular ok (e antiga ainda, rs)? Nada de perfurante, que .50 Perf é coisa rara de achar no EB…

  50. Felipe Cps 6 de março de 2009 at 21:29 #

    Ah, a munição que atirei era regular ok (e antiga ainda, rs)? Nada de perfurante, que .50 Perf é coisa rara de achar no EB…

  51. pacau 6 de março de 2009 at 21:31 #

    sou fã dos A-29. E ESSA PINTURA QUE RECEBE NO BRASIL É LINDA.

  52. pacau 6 de março de 2009 at 21:31 #

    sou fã dos A-29. E ESSA PINTURA QUE RECEBE NO BRASIL É LINDA.

  53. Rodrigo Marques 6 de março de 2009 at 21:47 #

    RJ

    O pessoal das FARC que estava “malocado” no Equador teve uma experiência trágica com os super-tucano colombianos…hehehe
    Abraços

  54. Rodrigo Marques 6 de março de 2009 at 21:47 #

    RJ

    O pessoal das FARC que estava “malocado” no Equador teve uma experiência trágica com os super-tucano colombianos…hehehe
    Abraços

  55. Rodrigo Cesarini 6 de março de 2009 at 22:50 #

    Zero Uno, você não conhece o KT-1, é um concorrente sério do A/T 29, assim como o Texan II.

    Pelo andar da carruagem só o mercado latino americano está adotando o Super Tucano. É bom que o governo deixe de blablablá e resolva apoiar de verdade a Embraer, pois a venda de material de defesa depende muito das relações entre governos.

  56. Rodrigo Cesarini 6 de março de 2009 at 22:50 #

    Zero Uno, você não conhece o KT-1, é um concorrente sério do A/T 29, assim como o Texan II.

    Pelo andar da carruagem só o mercado latino americano está adotando o Super Tucano. É bom que o governo deixe de blablablá e resolva apoiar de verdade a Embraer, pois a venda de material de defesa depende muito das relações entre governos.

  57. Felipe 6 de março de 2009 at 23:41 #

    Meu deus do ceu, essa de Tiger-III chilenos na fab me doeu no estômago!

    Que pesadelo… hahahaha

    O proprio Saito falou que ja temos F-5 demais.

  58. Felipe 6 de março de 2009 at 23:41 #

    Meu deus do ceu, essa de Tiger-III chilenos na fab me doeu no estômago!

    Que pesadelo… hahahaha

    O proprio Saito falou que ja temos F-5 demais.

  59. Olienick 7 de março de 2009 at 1:09 #

    Quero qualquer .50 varar um Leopard II ou o Abrans. Coisa que aparentemente o GAU-8 faz, não estou certo disso. Essas viaturas blindadas que Felipe Cps tem blindagens leves e não tem na de excepcional, menos o M-60. Agora um M-60 que e um carro de combate com aproximadamente 50t ser perfurado por tiros de .50 isso e meio irreal, afinal esses eles foram projetados para enfrentar outros carros de combates, soviéticos, que usavam canhões de 100mm, 110mm e 125mm e se eles fosse tão mole furar os soviéticos não teriam investido nesses canhões para combater eles.

  60. Olienick 7 de março de 2009 at 1:09 #

    Quero qualquer .50 varar um Leopard II ou o Abrans. Coisa que aparentemente o GAU-8 faz, não estou certo disso. Essas viaturas blindadas que Felipe Cps tem blindagens leves e não tem na de excepcional, menos o M-60. Agora um M-60 que e um carro de combate com aproximadamente 50t ser perfurado por tiros de .50 isso e meio irreal, afinal esses eles foram projetados para enfrentar outros carros de combates, soviéticos, que usavam canhões de 100mm, 110mm e 125mm e se eles fosse tão mole furar os soviéticos não teriam investido nesses canhões para combater eles.

  61. Olienick 7 de março de 2009 at 1:11 #

    Ops corrigindo “Quero ver qualquer .50.
    Sono e fogo

  62. Olienick 7 de março de 2009 at 1:11 #

    Ops corrigindo “Quero ver qualquer .50.
    Sono e fogo

  63. Carlos 7 de março de 2009 at 4:54 #

    Só para colocar mais lenha na fogueira, na época do desenvolvimento do ALX, a Embraer tomou conhecimento da nova munição explosiva calibre .50, seus efeitos nas brindagens era muita vezes superior ao cartucho 20mm explosivo perfurante utilizado no canhão dos F-5E.
    Tem muitas lendas…

  64. Carlos 7 de março de 2009 at 4:54 #

    Só para colocar mais lenha na fogueira, na época do desenvolvimento do ALX, a Embraer tomou conhecimento da nova munição explosiva calibre .50, seus efeitos nas brindagens era muita vezes superior ao cartucho 20mm explosivo perfurante utilizado no canhão dos F-5E.
    Tem muitas lendas…

  65. Felipe Cps 7 de março de 2009 at 8:28 #

    Carlos, essa munição .50 explosiva consta que existe sim, não sei se é explosiva mesmo ou apenas “efeito Monroe” (ponta oca), mas honestamente nunca vi…

    Caro Olienick, falei o que fiz e vi, se vc quer acreditar ou não é outra história. Se quiser pode ir lá na Engesa, tenho quase certeza que as carcaças devem estar lá ainda, só não me peça para trazer uma de M60 aqui pra te provar (rs)…

  66. Felipe Cps 7 de março de 2009 at 8:28 #

    Carlos, essa munição .50 explosiva consta que existe sim, não sei se é explosiva mesmo ou apenas “efeito Monroe” (ponta oca), mas honestamente nunca vi…

    Caro Olienick, falei o que fiz e vi, se vc quer acreditar ou não é outra história. Se quiser pode ir lá na Engesa, tenho quase certeza que as carcaças devem estar lá ainda, só não me peça para trazer uma de M60 aqui pra te provar (rs)…

  67. Vassili Zaitsev 7 de março de 2009 at 11:25 #

    Felipe Cps,

    Putz, .50 perfurar a couraça do M-60. Vc disparou contra a lateral ou a traseira do veículo??????? Ou a torre???????? Pois sabemos que esses locais tem a blindagem mais “mole”, se comparada ao lado frontal.

    abraços.

    Quanto ao M-113 e M-41, até aí tudo bem; ambos tem blindagem leve, destinada à segurar impactos de .30 e fragmentos de granadas.

  68. Vassili Zaitsev 7 de março de 2009 at 11:25 #

    Felipe Cps,

    Putz, .50 perfurar a couraça do M-60. Vc disparou contra a lateral ou a traseira do veículo??????? Ou a torre???????? Pois sabemos que esses locais tem a blindagem mais “mole”, se comparada ao lado frontal.

    abraços.

    Quanto ao M-113 e M-41, até aí tudo bem; ambos tem blindagem leve, destinada à segurar impactos de .30 e fragmentos de granadas.

  69. Felipe Cps 7 de março de 2009 at 12:11 #

    Vassili: claro que dependendo do ângulo qualquer projetil pode resvalar e ricochetear (até mesmo RPG, Canhão SR ou “Karl Gustaff”), mas se bem me recordo minha missão de tiro foi pela lateral da carcaça do M60. Mas quando fui checar os alvos vi vários buracos na mesma carcaça, inclusive na dianteira, que era sempre usada para alvo de treino de .50.

    O poder de impacto de algumas armas usadas nas nossas FFAA são subestimadas pelo leigo, que acha que por um armamento ser mais antigo não presta (não tô falando q é seu caso). Pois posso garantir (experiência própria) que mesmo um tiro de 7,62mm (padrão Otan), munição comum, dependendo do ângulo vara uma carcaça de M113, por exemplo. A energia de uma munição .50 é suficiente para, como disse acima, SE a blindagem resistir, tombar um Humvee.

    Na minha opinião, salvo algumas experiências (ainda não comprovadas) com blindagem ativa, ou a sorte da linha de visada do atirador estar num ângulo aberto em relação à blindagem, algumas armas (dentre as quais a .50) continuarão a perfurar qualquer blindagem de veículo terrestre ainda por muito tempo.

    Abraço a todos.

  70. Felipe Cps 7 de março de 2009 at 12:11 #

    Vassili: claro que dependendo do ângulo qualquer projetil pode resvalar e ricochetear (até mesmo RPG, Canhão SR ou “Karl Gustaff”), mas se bem me recordo minha missão de tiro foi pela lateral da carcaça do M60. Mas quando fui checar os alvos vi vários buracos na mesma carcaça, inclusive na dianteira, que era sempre usada para alvo de treino de .50.

    O poder de impacto de algumas armas usadas nas nossas FFAA são subestimadas pelo leigo, que acha que por um armamento ser mais antigo não presta (não tô falando q é seu caso). Pois posso garantir (experiência própria) que mesmo um tiro de 7,62mm (padrão Otan), munição comum, dependendo do ângulo vara uma carcaça de M113, por exemplo. A energia de uma munição .50 é suficiente para, como disse acima, SE a blindagem resistir, tombar um Humvee.

    Na minha opinião, salvo algumas experiências (ainda não comprovadas) com blindagem ativa, ou a sorte da linha de visada do atirador estar num ângulo aberto em relação à blindagem, algumas armas (dentre as quais a .50) continuarão a perfurar qualquer blindagem de veículo terrestre ainda por muito tempo.

    Abraço a todos.

  71. Marine 7 de março de 2009 at 12:38 #

    Colegas,

    Classificar e compreender o poderio de municoes e tanto ciencia quanto arte, existem miriades de coisas que podem acontecer para influenciar a performance balistica como o colega Felipe Cps ja citou desde angulo, vento, temperatura, elevacao, o homen e dezenas de outros.

    Nao duvido da palavra do colega Felipe, mas nao tenho como verificar o estado da blindagem do tal M-60 que era uma carcaca, penso eu que talvez tenha tido sua blindagem ja nao mais no melhor dos estados…

    Pra voces terem uma ideia ja tivemos caso de um soldado ser atingido com municao de 23mm na placa de gesso das costas no Iraque e ele sobreviveu! Obviamente a placa nao foi projetada para isso e ninguem diria que e possivel baseado nas fichas tecnicas. Nao sei lhes dizer o que afetou tal final, municao defeituosa, angulo ou simples anjo da guarda do seu lado…O fato e que aconteceu, entao o que quero salientar e que nao podemos dizer municao “X” SEMPRE perfurara veiculo/blindagem “Y” e tal…

    Ja com relacao a .50 esse cartucho possui tantas variantes desde “tracer” a “armor-piercing-incendiary” que ele ainda estara presente no campo de batalha por muitos anos ainda mesmo sendo tao “velho”, sua performance final e lendaria produzindo cerca de 14-18 kilojoules de energia! Oficialmente tem como emprego anti-veicular mas tambem e utilizado de maneira anti-pessoal principalmente por snipers.

    Sds!

  72. Marine 7 de março de 2009 at 12:38 #

    Colegas,

    Classificar e compreender o poderio de municoes e tanto ciencia quanto arte, existem miriades de coisas que podem acontecer para influenciar a performance balistica como o colega Felipe Cps ja citou desde angulo, vento, temperatura, elevacao, o homen e dezenas de outros.

    Nao duvido da palavra do colega Felipe, mas nao tenho como verificar o estado da blindagem do tal M-60 que era uma carcaca, penso eu que talvez tenha tido sua blindagem ja nao mais no melhor dos estados…

    Pra voces terem uma ideia ja tivemos caso de um soldado ser atingido com municao de 23mm na placa de gesso das costas no Iraque e ele sobreviveu! Obviamente a placa nao foi projetada para isso e ninguem diria que e possivel baseado nas fichas tecnicas. Nao sei lhes dizer o que afetou tal final, municao defeituosa, angulo ou simples anjo da guarda do seu lado…O fato e que aconteceu, entao o que quero salientar e que nao podemos dizer municao “X” SEMPRE perfurara veiculo/blindagem “Y” e tal…

    Ja com relacao a .50 esse cartucho possui tantas variantes desde “tracer” a “armor-piercing-incendiary” que ele ainda estara presente no campo de batalha por muitos anos ainda mesmo sendo tao “velho”, sua performance final e lendaria produzindo cerca de 14-18 kilojoules de energia! Oficialmente tem como emprego anti-veicular mas tambem e utilizado de maneira anti-pessoal principalmente por snipers.

    Sds!

  73. Francisco AMX 7 de março de 2009 at 12:59 #

    Desculpe Felipe, mas acho que vc “acha” que atirou com .50 :) num M-60… teus superiores te deram outra coisa! ou uma coisinha das boas para tomar!
    Se o amigo afirma que uma .50 com munição “comum” pode perfurar a blindagem de um MBT, concebido para aguentar o impacto de um canhão com munição tipo flexa, de 75mm e em alguns casos de 90mm, caso do angulo ideal, torre lateral e traseira não serem os pontos de impacto!
    Pela sua afirmação os canhões de 20/30/40mm não teriam razão de existir nos carros de combate!

    Abraço
    Francisco

  74. Francisco AMX 7 de março de 2009 at 12:59 #

    Desculpe Felipe, mas acho que vc “acha” que atirou com .50 :) num M-60… teus superiores te deram outra coisa! ou uma coisinha das boas para tomar!
    Se o amigo afirma que uma .50 com munição “comum” pode perfurar a blindagem de um MBT, concebido para aguentar o impacto de um canhão com munição tipo flexa, de 75mm e em alguns casos de 90mm, caso do angulo ideal, torre lateral e traseira não serem os pontos de impacto!
    Pela sua afirmação os canhões de 20/30/40mm não teriam razão de existir nos carros de combate!

    Abraço
    Francisco

  75. Francisco AMX 7 de março de 2009 at 13:03 #

    Ah e me desculpe, tenho dúvidas até sobre a perfuração dos M-113… haja visto um calibre .50 “comum” ser muito comum no campo de batalha! sendo assim estes veículos já nasceram obsoletos, desculpe mas nesta eu sou São Tomé!
    Sobre um Hummer tombar com um tiro de .50, forçou amigo! um jeep de 4 toneladas tem que receber impacto bem mais pesado! a física joga contra esta sua suposição!

    Abraço
    Francisco

  76. Francisco AMX 7 de março de 2009 at 13:03 #

    Ah e me desculpe, tenho dúvidas até sobre a perfuração dos M-113… haja visto um calibre .50 “comum” ser muito comum no campo de batalha! sendo assim estes veículos já nasceram obsoletos, desculpe mas nesta eu sou São Tomé!
    Sobre um Hummer tombar com um tiro de .50, forçou amigo! um jeep de 4 toneladas tem que receber impacto bem mais pesado! a física joga contra esta sua suposição!

    Abraço
    Francisco

  77. Jacubão 7 de março de 2009 at 15:31 #

    Meu caro Felipe, vç bebeu alguma coisinha um pouco mais forte hoje????
    Cuidado com o teste do bafômetro, heim?

  78. Jacubão 7 de março de 2009 at 15:31 #

    Meu caro Felipe, vç bebeu alguma coisinha um pouco mais forte hoje????
    Cuidado com o teste do bafômetro, heim?

  79. Jacubão 7 de março de 2009 at 15:34 #

    Só falta aparecer mais um embriagado no blog dizendo que pode destruir um ABRANS, com um 5,56.

  80. Jacubão 7 de março de 2009 at 15:34 #

    Só falta aparecer mais um embriagado no blog dizendo que pode destruir um ABRANS, com um 5,56.

  81. Olienick 7 de março de 2009 at 16:13 #

    Explicando-me porque tava com muito sono, eu não estou duvidando da sua palavra Felipe Cps, mas entendi no seu comentário que a .50 perfure o M-60 como regra e isso eu duvido mesmo. Mas entendo que uma carcaça pode estar bem deteriorada e a sua blindagem não ter a mesma eficiência na sua função de proteção. A .50 e uma ótima munição para varias funções mas não deve ser uma munição recomendada para se destruir MBT, para isso que existem outras munições de outros calibres que normalmente são de maiores que a .50.

  82. Olienick 7 de março de 2009 at 16:13 #

    Explicando-me porque tava com muito sono, eu não estou duvidando da sua palavra Felipe Cps, mas entendi no seu comentário que a .50 perfure o M-60 como regra e isso eu duvido mesmo. Mas entendo que uma carcaça pode estar bem deteriorada e a sua blindagem não ter a mesma eficiência na sua função de proteção. A .50 e uma ótima munição para varias funções mas não deve ser uma munição recomendada para se destruir MBT, para isso que existem outras munições de outros calibres que normalmente são de maiores que a .50.

  83. fabio 7 de março de 2009 at 16:18 #

    amigos qual a possibilidade de um super tucano abater um helicoptero mi35m que o Brasil comprou da russia em um duelo qual ganharia?quanto vale cada um deles?

  84. fabio 7 de março de 2009 at 16:18 #

    amigos qual a possibilidade de um super tucano abater um helicoptero mi35m que o Brasil comprou da russia em um duelo qual ganharia?quanto vale cada um deles?

  85. Marine 7 de março de 2009 at 16:54 #

    Olienick,

    Exatamente, um MBT enferrujado pode ate ser, dai a ser regra em uma MBT operacional ja e outra coisa….Mesmo assim o que ocorreu com o amigo FelipeCps deve ter sido com municao AP ou API e as vezes por falta de um termo melhor seria “pura sorte”.

    Sds!

  86. Marine 7 de março de 2009 at 16:54 #

    Olienick,

    Exatamente, um MBT enferrujado pode ate ser, dai a ser regra em uma MBT operacional ja e outra coisa….Mesmo assim o que ocorreu com o amigo FelipeCps deve ter sido com municao AP ou API e as vezes por falta de um termo melhor seria “pura sorte”.

    Sds!

  87. Vassili Zaitsev 7 de março de 2009 at 20:43 #

    Felipe,

    Valeu pelos esclarecimentos.

    Marine,

    Esta semana, assistindo a rede bobo, estava passando o filme Guerra dos Mundos. Bem no final o Tom Cruiz Credo finalmente consegue chegar ao objetivo: Boston. E ela estava em ruínas. Por acaso, vc foi um daqueles soldiers que usavam o Carl Gustav contra os Trípodes de 30 mt de altura?????????????

    abraços.

  88. Vassili Zaitsev 7 de março de 2009 at 20:43 #

    Felipe,

    Valeu pelos esclarecimentos.

    Marine,

    Esta semana, assistindo a rede bobo, estava passando o filme Guerra dos Mundos. Bem no final o Tom Cruiz Credo finalmente consegue chegar ao objetivo: Boston. E ela estava em ruínas. Por acaso, vc foi um daqueles soldiers que usavam o Carl Gustav contra os Trípodes de 30 mt de altura?????????????

    abraços.

  89. Pedro Rocha 7 de março de 2009 at 22:37 #

    Olá senhores! A FAB terá uma oportunidade de fazer esse tipo de “duelo” A/T-29 versus Mi 35 (eu acho que vai ser AH-35 na FAB) hoje eu acredito que o Esquadrão Poti treine muito com os T-27, a meu ver o vencedor entre aviões e helicópteros sempre dependerá do piloto maximizar as virtudes e minimizar as deficiências de sua aeronave (como exemplo disso pode-se citar aproveitar a velocidade e aceleração no caso do avião ou aproveitar manobrabilidade e topologia do terreno no caso do helicóptero). Acho que a doutrina da FAB será de armas combinadas, uma dupla de grande respeito A/T-29 e Mi 35 com aviônica comum entre os dois!
    Senhores não existe blindagem que resista munição tipo flecha, a única forma de resistir é empregar explosivos na parte externa da blindagem, mesmo esse artifício já caiu com as munições tipo tender. Mesmo a blindagem tipo “Chobban” (acho que assim que se escreve), uma blindagem com camadas de aço e cerâmica (blindagem composta) não resiste (nosso canhão 90 mm do Cascavel com munição flecha penetra em vários pontos do M1 acreditem, se não fosse fato os M1 não teriam essas cargas explosivas na blindagem inclusive na frontal), Por que os senhores acham que o motor do Mekava esta na parte frontal? A era de esquadras de tanques avançando sem apoio aéreo e da infantaria é um tempo passado. Hoje o mais importante do taque de batalha e poder de fogo e capacidade de engajar antes de ser engajado (atirar antes do adversário) não existe blindagem que ricochetei as balas perfurantes (núcleo de aço ou no caso do 30 mm do O/A-10 urânio exaurido). Tenho duas perguntas para o nosso amigo fuzileiro naval americano: Senhor Marine o senhor poderia nos dizer o se fala sobre a metralhadora 14 mm russa (muito similar a .50) e o senhor com certeza deve ter visto M2 e M3 com rombos de RPG e com furos de AK47 no compartimento da tropa, bem como M1 com rombos também (eu sei que senhor dirá o contrario, pois sei que essa informação é reservada mas como diria os espanhóis “não acredito em bruxas mas elas existem”)? Saudações e grande abraço ao Senhor Marine.
    Em tempo os senhores já devem ter visto carros blindados que transportam valores (carro-forte). Bem foi desenvolvido blindagem mais espessa tentar resistir a tiros de fuzil, esforço inútil pois não resistem a tiros de fuzil perfurante. Uma munição que infelizmente já se encontram nas mãos de nossos marginais! Já vi algumas fotos de assaltos que o carro-forte virou uma peneira!

  90. Pedro Rocha 7 de março de 2009 at 22:37 #

    Olá senhores! A FAB terá uma oportunidade de fazer esse tipo de “duelo” A/T-29 versus Mi 35 (eu acho que vai ser AH-35 na FAB) hoje eu acredito que o Esquadrão Poti treine muito com os T-27, a meu ver o vencedor entre aviões e helicópteros sempre dependerá do piloto maximizar as virtudes e minimizar as deficiências de sua aeronave (como exemplo disso pode-se citar aproveitar a velocidade e aceleração no caso do avião ou aproveitar manobrabilidade e topologia do terreno no caso do helicóptero). Acho que a doutrina da FAB será de armas combinadas, uma dupla de grande respeito A/T-29 e Mi 35 com aviônica comum entre os dois!
    Senhores não existe blindagem que resista munição tipo flecha, a única forma de resistir é empregar explosivos na parte externa da blindagem, mesmo esse artifício já caiu com as munições tipo tender. Mesmo a blindagem tipo “Chobban” (acho que assim que se escreve), uma blindagem com camadas de aço e cerâmica (blindagem composta) não resiste (nosso canhão 90 mm do Cascavel com munição flecha penetra em vários pontos do M1 acreditem, se não fosse fato os M1 não teriam essas cargas explosivas na blindagem inclusive na frontal), Por que os senhores acham que o motor do Mekava esta na parte frontal? A era de esquadras de tanques avançando sem apoio aéreo e da infantaria é um tempo passado. Hoje o mais importante do taque de batalha e poder de fogo e capacidade de engajar antes de ser engajado (atirar antes do adversário) não existe blindagem que ricochetei as balas perfurantes (núcleo de aço ou no caso do 30 mm do O/A-10 urânio exaurido). Tenho duas perguntas para o nosso amigo fuzileiro naval americano: Senhor Marine o senhor poderia nos dizer o se fala sobre a metralhadora 14 mm russa (muito similar a .50) e o senhor com certeza deve ter visto M2 e M3 com rombos de RPG e com furos de AK47 no compartimento da tropa, bem como M1 com rombos também (eu sei que senhor dirá o contrario, pois sei que essa informação é reservada mas como diria os espanhóis “não acredito em bruxas mas elas existem”)? Saudações e grande abraço ao Senhor Marine.
    Em tempo os senhores já devem ter visto carros blindados que transportam valores (carro-forte). Bem foi desenvolvido blindagem mais espessa tentar resistir a tiros de fuzil, esforço inútil pois não resistem a tiros de fuzil perfurante. Uma munição que infelizmente já se encontram nas mãos de nossos marginais! Já vi algumas fotos de assaltos que o carro-forte virou uma peneira!

  91. Pedro Rocha 7 de março de 2009 at 22:54 #

    Ainda em tempo! O casco do M113 bem como o casco do M2/M3 são de uma liga de aluminio (Duralumino). No caso do M2/M3 a torre é de aço. O M60 é todo de aço porem com espessuras diferentes. Uma .50 fura sim a blindagem frontal se essa for perfurante ou explosiva.

  92. Pedro Rocha 7 de março de 2009 at 22:54 #

    Ainda em tempo! O casco do M113 bem como o casco do M2/M3 são de uma liga de aluminio (Duralumino). No caso do M2/M3 a torre é de aço. O M60 é todo de aço porem com espessuras diferentes. Uma .50 fura sim a blindagem frontal se essa for perfurante ou explosiva.

  93. Marine 7 de março de 2009 at 22:56 #

    Pedro Rocha,

    Aqui nao se comenta muito fora de circulos especializados ou entusiastas sobre os sistemas russos de 14mm entao infelizmente nao posso te ajudar nessa questao…

    Com relacao a ver Bradleys danificados vi alguns com danos caracteristicos de RPG mas nada com penetracao pelo que seria municao de fuzil, ja com relacao a Abrams o unico que vi foi danificado por IEDs com varias municoes de 155mm. Nao quer dizer que nao tenha acontecido, apenas foi isso que vi.

    Nao se preocupe eu nao incomodo em revelar nada aqui a nao ser que seja informacao sensivel ou que eu acha que colocaria meus companheiros em perigo por la, mas fora disso pode ter certeza que se puder mencionar eu o farei e com integridade.

    Acho que o ponto dessa historia toda e que nao ha como saber se algo penetrara um veiculo ou nao 100% das vezes…Um Humvee pode passar por uma rua e ser atingido por uma IED e nada acontecer, mas o mesmo humvee pode voltar no proximo dia e ser atingido de novo por uma IED igualzinha feita pelo mesmo cara e colocada no lugar pelo mesmo cara e completamente destruir o veiculo…Os fatores envolvidos sao tantos que nao ha como se saber, as vezes e pura sorte ou azar…

    Abracos!

  94. Marine 7 de março de 2009 at 22:56 #

    Pedro Rocha,

    Aqui nao se comenta muito fora de circulos especializados ou entusiastas sobre os sistemas russos de 14mm entao infelizmente nao posso te ajudar nessa questao…

    Com relacao a ver Bradleys danificados vi alguns com danos caracteristicos de RPG mas nada com penetracao pelo que seria municao de fuzil, ja com relacao a Abrams o unico que vi foi danificado por IEDs com varias municoes de 155mm. Nao quer dizer que nao tenha acontecido, apenas foi isso que vi.

    Nao se preocupe eu nao incomodo em revelar nada aqui a nao ser que seja informacao sensivel ou que eu acha que colocaria meus companheiros em perigo por la, mas fora disso pode ter certeza que se puder mencionar eu o farei e com integridade.

    Acho que o ponto dessa historia toda e que nao ha como saber se algo penetrara um veiculo ou nao 100% das vezes…Um Humvee pode passar por uma rua e ser atingido por uma IED e nada acontecer, mas o mesmo humvee pode voltar no proximo dia e ser atingido de novo por uma IED igualzinha feita pelo mesmo cara e colocada no lugar pelo mesmo cara e completamente destruir o veiculo…Os fatores envolvidos sao tantos que nao ha como se saber, as vezes e pura sorte ou azar…

    Abracos!

  95. Olienick 7 de março de 2009 at 23:27 #

    Nossa essa discussão de blindagem x munição vai bem no blog das forças terrestres né? Mas algo aqui que todos concordam, na minha opinião, e que as .50 dos Super Tucanos não são para a função de destruir MBT. Agora sobre o tema eu acho que as .50 instaladas nas assas uma vantagem pois elas não são em casulos que ocupam um ponto que podem ser usados para outros armamentos, eu acredito que e se a lenda escrita lá em cima for verdade foi uma boa pedida da FAB.
    Ps: Seria interessante um artigo sobre munições “anti-tanque” e como elas perfuram em blindagens de MBT no blog das forças terrestres.

  96. Olienick 7 de março de 2009 at 23:27 #

    Nossa essa discussão de blindagem x munição vai bem no blog das forças terrestres né? Mas algo aqui que todos concordam, na minha opinião, e que as .50 dos Super Tucanos não são para a função de destruir MBT. Agora sobre o tema eu acho que as .50 instaladas nas assas uma vantagem pois elas não são em casulos que ocupam um ponto que podem ser usados para outros armamentos, eu acredito que e se a lenda escrita lá em cima for verdade foi uma boa pedida da FAB.
    Ps: Seria interessante um artigo sobre munições “anti-tanque” e como elas perfuram em blindagens de MBT no blog das forças terrestres.

  97. Felipe Cps 8 de março de 2009 at 7:51 #

    Jacubão e Francisco AMX: rárárá, to bêbado naum (agora naum) a blindagem do M113 é uma folha de papel, um 7,62mm vara ele inteiro e sai do outro lado, rsrsrs… Isso porque ele não foi feito para resistir a tiro direto e sim apenas para proteger o infante embarcado de estilhaçoes de granada, etc. E mais, aquela porcaria de duralumínio pega fogo com qualquer coisa é é preciso um caminhão de bombeiro pra apagar o fogo depois que ele começa, rsrsrs… Só paisano que não sabe dessas coisas, rsrsrs…

    Meus caros, é como o Pedro Rocha disse: blindagem alguma resiste a alguns calibres… Senão não adiantava ladrão de carro-forte ter fuzil. E como o Marine disse: quase tudo depende absolutamente da sorte do combatente…

    Sei que a discussão tá deslocada aqui, mas às vezes se torna necessário discutir outras forças, e no mais, a .50 do Super Tucano serve sim para destruir viaturas em terra.

    Pow finalmente alguém com um pouco de conhecimento verdadeiro pra me ajudar aqui, valeu Marine e Pedro Rocha…

  98. Felipe Cps 8 de março de 2009 at 7:51 #

    Jacubão e Francisco AMX: rárárá, to bêbado naum (agora naum) a blindagem do M113 é uma folha de papel, um 7,62mm vara ele inteiro e sai do outro lado, rsrsrs… Isso porque ele não foi feito para resistir a tiro direto e sim apenas para proteger o infante embarcado de estilhaçoes de granada, etc. E mais, aquela porcaria de duralumínio pega fogo com qualquer coisa é é preciso um caminhão de bombeiro pra apagar o fogo depois que ele começa, rsrsrs… Só paisano que não sabe dessas coisas, rsrsrs…

    Meus caros, é como o Pedro Rocha disse: blindagem alguma resiste a alguns calibres… Senão não adiantava ladrão de carro-forte ter fuzil. E como o Marine disse: quase tudo depende absolutamente da sorte do combatente…

    Sei que a discussão tá deslocada aqui, mas às vezes se torna necessário discutir outras forças, e no mais, a .50 do Super Tucano serve sim para destruir viaturas em terra.

    Pow finalmente alguém com um pouco de conhecimento verdadeiro pra me ajudar aqui, valeu Marine e Pedro Rocha…

  99. Francisco AMX 8 de março de 2009 at 11:30 #

    É Felipe, muito “verdadeiro”, é um ponto forte do seu post! .50 perfura M-60! acredito que o Marine, como sempre, tentou ser politizado, para que o assunto se sucumba, mas se vc for sincero, com sigo mesmo, perceberá que as suas afirmações começam a perder força, com uma tentativa de desqualificar, só pq vc puchou um gatilho, a opinião de outros colegas, saiba meu amigo, que meu irmão, hoje sgt da polícia militar, operou .50 no EB nos anos 80! atirou de FAB e MAG tb! e converso bastante com ele desde meus tempos de muleque, e ele me relatou que .50 não penetra as blindagens do Urutu e nem do Cascavel, com munição comum, precisa ser perfurante! e olhe lá! agora se vc atirou num M-60, que na minha “desqualificada” opinião não existiria como sucata de tiro, e te permito que me corrijas, mas tb me diga onde e como foi, pois posso com minhas fontes, talvez, me certificar e entender melhor este caso de perfuração de blindagem de uma “carcaça” de M-60 com munição de chumbo recapada! gostaria muito de entender tudo isso! pois o amigo há de convir, que é um feito para entrar na história “leiga” militar! e merece atenção especial minha e de outros “desqualificados” do blog! :)

    um abraço!

  100. Francisco AMX 8 de março de 2009 at 11:30 #

    É Felipe, muito “verdadeiro”, é um ponto forte do seu post! .50 perfura M-60! acredito que o Marine, como sempre, tentou ser politizado, para que o assunto se sucumba, mas se vc for sincero, com sigo mesmo, perceberá que as suas afirmações começam a perder força, com uma tentativa de desqualificar, só pq vc puchou um gatilho, a opinião de outros colegas, saiba meu amigo, que meu irmão, hoje sgt da polícia militar, operou .50 no EB nos anos 80! atirou de FAB e MAG tb! e converso bastante com ele desde meus tempos de muleque, e ele me relatou que .50 não penetra as blindagens do Urutu e nem do Cascavel, com munição comum, precisa ser perfurante! e olhe lá! agora se vc atirou num M-60, que na minha “desqualificada” opinião não existiria como sucata de tiro, e te permito que me corrijas, mas tb me diga onde e como foi, pois posso com minhas fontes, talvez, me certificar e entender melhor este caso de perfuração de blindagem de uma “carcaça” de M-60 com munição de chumbo recapada! gostaria muito de entender tudo isso! pois o amigo há de convir, que é um feito para entrar na história “leiga” militar! e merece atenção especial minha e de outros “desqualificados” do blog! :)

    um abraço!

  101. Bosco 8 de março de 2009 at 12:04 #

    Ponto 50 perfurar a blindagem frontal de um M-60 como rotina? Será?
    Pra mim, depende além do tipo de munição (é claro), da distância de tiro e do ângulo em que o projétil atinge o casco.
    Pode ser, mas não como norma.
    Um abraço a todos.

  102. Bosco 8 de março de 2009 at 12:04 #

    Ponto 50 perfurar a blindagem frontal de um M-60 como rotina? Será?
    Pra mim, depende além do tipo de munição (é claro), da distância de tiro e do ângulo em que o projétil atinge o casco.
    Pode ser, mas não como norma.
    Um abraço a todos.

  103. Francisco AMX 8 de março de 2009 at 15:27 #

    Não fura! com munição comum! e nem com perfurante! não importa o ângulo nem distância!
    Pessoal se munição comum ou perfurante .50 perfurasse blindagem de MBT não precisaria existir canhão de 120mm com munição APDSF! desculpem mas não querendo ser deselegante com o Felipe, insistir neste assunto é ser cabeça dura! não acredito em nenhuma hipótese neste sentido, vai contra tudo de lógico que vemos nas guerras! se fosse assim .50 seria a arma mais eficaz do mundo para atacar MBTS! uma rajada de perfurante .50 montada na lateral do “sapão” daria conta de 90% dos MBT em serviço no mundo! é pasar sobre e atirar na torre de cima para baixo! e deu pros T-72/T-80?M-60/Leopard1 A-5…. até mesmo MBT mias modernos não tem proteção avançada no topo da torre…

  104. Francisco AMX 8 de março de 2009 at 15:27 #

    Não fura! com munição comum! e nem com perfurante! não importa o ângulo nem distância!
    Pessoal se munição comum ou perfurante .50 perfurasse blindagem de MBT não precisaria existir canhão de 120mm com munição APDSF! desculpem mas não querendo ser deselegante com o Felipe, insistir neste assunto é ser cabeça dura! não acredito em nenhuma hipótese neste sentido, vai contra tudo de lógico que vemos nas guerras! se fosse assim .50 seria a arma mais eficaz do mundo para atacar MBTS! uma rajada de perfurante .50 montada na lateral do “sapão” daria conta de 90% dos MBT em serviço no mundo! é pasar sobre e atirar na torre de cima para baixo! e deu pros T-72/T-80?M-60/Leopard1 A-5…. até mesmo MBT mias modernos não tem proteção avançada no topo da torre…

  105. Vinícius D. Cavalcante 9 de março de 2009 at 3:07 #

    A história de estudar os suportes das Brownings dos P-47 do MUSAL é autêntica. Infelizmente, embora o par de armas .50 confira um punch superior ao das MAG em pods, ainda acho que o nosso avião poderia ser melhor armado. Poderíamos nos basear em princípios como o do Spitfire, que tinha vários tipos de configuração de armamentos para asas: Com8 metralhadoras, com metralhadoras e canhões de20mm e metralhadoras, apenas canhões (no caso 2 para cada asa), canões e metralhadoras pesadas etc. Se houvsse mais metralhadoras calibre .50 ou mesmo dois canhões de 20mm disparando boas granadas explosivas, a capacidade da aeronave realmente aumentaria em muito.

    Mudando um pouco de assunto, queria saber onde está a carcaça do M-60 que eu gostaria de experimentar umas munições decalibre 12 com sabot que acabei d preparar! srsrsrs

  106. Vinícius D. Cavalcante 9 de março de 2009 at 3:07 #

    A história de estudar os suportes das Brownings dos P-47 do MUSAL é autêntica. Infelizmente, embora o par de armas .50 confira um punch superior ao das MAG em pods, ainda acho que o nosso avião poderia ser melhor armado. Poderíamos nos basear em princípios como o do Spitfire, que tinha vários tipos de configuração de armamentos para asas: Com8 metralhadoras, com metralhadoras e canhões de20mm e metralhadoras, apenas canhões (no caso 2 para cada asa), canões e metralhadoras pesadas etc. Se houvsse mais metralhadoras calibre .50 ou mesmo dois canhões de 20mm disparando boas granadas explosivas, a capacidade da aeronave realmente aumentaria em muito.

    Mudando um pouco de assunto, queria saber onde está a carcaça do M-60 que eu gostaria de experimentar umas munições decalibre 12 com sabot que acabei d preparar! srsrsrs

  107. Ricardo Lopes 5 de agosto de 2009 at 13:22 #

    Essas .50 criam espaço para um assunto que eu achei muito interessante mas, que perdeu força e eu nunca mais ouvi falar: o “Helicopter Killer”. Nem a Embraer toca mais no assunto. Pelo poder de manobra utilizando baixa velocidade, a família Tucano torna-se uma plataforma extremamente perigosa aos helicópteros de ataque. Como vocês devem saber, a versão receberia o “H” para helicópteros mas… Como tudo no Brasil esbarra (veja o caso da PF comprando os VANTs israelenses) em longos e “esquecíveis” caminhos, a idéia do “H” bem poderia ter sido um razoável filão para a Embraer. Confesso que, ao saber alguns detalhes do “H” fiquei altamente motivado (e, ainda fico) mas, infelizmente, os criadores da idéia, não. Se o Brasil, algum dia, precisar de um “Helicopter Killer” talvez faça o mesmo que foi feito pela PF.

  108. Ricardo Lopes 5 de agosto de 2009 at 13:22 #

    Essas .50 criam espaço para um assunto que eu achei muito interessante mas, que perdeu força e eu nunca mais ouvi falar: o “Helicopter Killer”. Nem a Embraer toca mais no assunto. Pelo poder de manobra utilizando baixa velocidade, a família Tucano torna-se uma plataforma extremamente perigosa aos helicópteros de ataque. Como vocês devem saber, a versão receberia o “H” para helicópteros mas… Como tudo no Brasil esbarra (veja o caso da PF comprando os VANTs israelenses) em longos e “esquecíveis” caminhos, a idéia do “H” bem poderia ter sido um razoável filão para a Embraer. Confesso que, ao saber alguns detalhes do “H” fiquei altamente motivado (e, ainda fico) mas, infelizmente, os criadores da idéia, não. Se o Brasil, algum dia, precisar de um “Helicopter Killer” talvez faça o mesmo que foi feito pela PF.

  109. Romario 15 de agosto de 2009 at 8:21 #

    Más as metralhadoras .50 não fazem mais nada nos caças atuais, são usadas desde a segunda guerra

  110. Romario 15 de agosto de 2009 at 8:21 #

    Más as metralhadoras .50 não fazem mais nada nos caças atuais, são usadas desde a segunda guerra

  111. Romario 15 de agosto de 2009 at 8:27 #

    Os p-47D thunderbolts usavam 8 metralhadoras .50
    e o super só tem um pár essa FAB é boa más é mão
    de vaca.

  112. Romario 15 de agosto de 2009 at 8:27 #

    Os p-47D thunderbolts usavam 8 metralhadoras .50
    e o super só tem um pár essa FAB é boa más é mão
    de vaca.

  113. Helvio... 9 de outubro de 2009 at 10:57 #

    Erra grosseiramente quem subestima a eficiencia e a versatilidade dessa aeronave… Concordo que o Brasil precisa urgentemente de uma linha de defesa composta por aviões de caça de ultima geração para oferecer proteção em pontos estrategicos, mas comparar os tucanos com as aeronaves da segunda guerra é muita ignorancia.

    Fico espantado como algumas pessoas leem alguns artigo e se acham experts.

  114. sgt - nu.s.e 27 de fevereiro de 2010 at 17:45 #

    Bom gostei de ler os comentários, é sempre interessante conhecer novos pensamentos, mas gostaria de fazer algumas colocações :

    Anti-blindagem : Que tipo de blindagem se espera que a M-2 / M3P perfure ? De um tanque ? De um blindado de reconhecimento armado moderno ? Bom ai não vai dar mesmo a munição não é capaz disso, a rigor a munição .50 / 12,7 mm perfurante é capaz de perfurar cerca de 20 / 25 mm de blindagem, portanto a munição .50 é adequada contra alvos mácios e blindagens leves (apcs, scout car e similares).

    É a arma adequada ao ALX ? Sem dúvida ! Boa, barata, prontamente disponível e adequada aos alvos planejados.

    Quanto a outros aparelhos destinados a luta COIN , só posso citar o OV-10 Bronco e o A-37 Dragonfly e posso disser que são bons e adequados ao que se destinam embora tecnologicamente já estejam obsoletos. Quanto ao Texan II / PC-9 não vou disser que é melhor ou pior que o EMB-314 , são equivalentes e ambos são muito bons com pequenas vantagens específicas para cada um deles em pontos determinados.

    Lembrando aos srs que qualquer aeronave pode atacar qualquer alvo em terra se a mesma portar bombas, casulos de foguetes ou mesmo misseis (o maverick americano complementaria o Super Tucano como uma luva).

    Bom é isso, não me advogo ter a última palavra mas esses são os meus pensamentos.

    4cce

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