S-300/S-400, o Patriot russo

O S-300 é um sistema russo de mísseis superfície-ar de longo alcance, projetado para a defesa contra aviões e mísseis de cruzeiro. Posteriormente, variantes foram desenvolvidas para interceptar mísseis balísticos. Ele é o equivalente russo do míssil americano Patriot.
O S-300 foi implantado pela antiga URSS em 1979, concebido para a defesa aérea das grandes instalações industriais e administrativas, bases militares, e de controle do espaço aéreo contra aeronaves inimigas.

O sistema também é capaz de destruir mísseis balísticos, e é considerado um dos mais potentes sistemas de mísseis antiaéreos atualmente. Seus radares têm a capacidade de monitorar simultaneamente até 100 alvos e engajar até 12 ao mesmo tempo. Os mísseis S-300 ficam em containeres fechados e não necessitam de manutenção ao longo do seu ciclo de vida. O S-400 é uma evolução do sistema, que entrou em serviço em 2004.

Os sistemas usam radares phased array 30N6 ABA LID ou 3R41 Volna, para orientação do radar terminal semi-ativo dos mísseis. As versões posteriores usam o 30N6 ABA LID B ou TOMB STONE, para orientar os mísseis via comando auxiliado por terra (SAGG). O SAGG é similar ao sistema de orientação do Patriot americano. O radar 30N6 ABA LID guia até 4 mísseis ao mesmo tempo contra 4 alvos, podendo rastrear até 24 alvos de uma vez. O ABA 30N6E LID B pode guiar até 2 mísseis por alvo, para até 6 alvos simultaneamente. Um míssil pode ser disparado a cada três segundos.

O cabeça de combate pesava 100 kg (220 lb), as ogivas intermediárias pesavam 133 kg (293 lb) e as últimas 143 kg (315 lb). Todos estão equipados com um espoleta de proximidade e contato. Os mísseis  pesam entre 1.450 kg (3200 lb) e 1.800 kg (3970 lb) e são catapultados dos tubos de lançamento antes de acionar o foguete propulsor, que pode acelerá-los até 100 G (1 km/s ²). Os mísseis são lançados verticalmente e, em seguida, tombam na direção do alvo, sendo dirigidos por uma combinação de aletas e através de vetoração de empuxo.
As últimas versões do S-300 podem engajar alvos aéreos a até 200km de distância, e o S-400 até 400km.

Existem também configurações do sistema para o engajamento de alvos voando a baixíssimas altitudes, como mostra um dos gráficos abaixo.

Tags: , ,

Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

106 Responses to “S-300/S-400, o Patriot russo” Subscribe

  1. pablo 18 de setembro de 2008 at 13:55 #

    sera que no PND ha um paragrafo reservado para o convenicooperacao entre a Avibras e a Russia para o desenvolvimento/producao do S400 ???
    seria viavel usar o sistema/plataforma Astros para defesa aera ???
    se eu nao me engano, o Brasil so possui o IGLA como missel de defesa aerea…
    alguem sabe se a nossa futura defesa aerea sera francesa ou russa ??

  2. pablo 18 de setembro de 2008 at 13:55 #

    sera que no PND ha um paragrafo reservado para o convenicooperacao entre a Avibras e a Russia para o desenvolvimento/producao do S400 ???
    seria viavel usar o sistema/plataforma Astros para defesa aera ???
    se eu nao me engano, o Brasil so possui o IGLA como missel de defesa aerea…
    alguem sabe se a nossa futura defesa aerea sera francesa ou russa ??

  3. konner 18 de setembro de 2008 at 14:07 #

    Atualmente, este sistema representa um dos melhores sistemas de defesa antiaérea do mundo.

    Foi exportados para a China, Índia, Chipre, Irã e Grécia.

    O fabricante alega que o sistema tem grande capacidade de atacar alvos stealth, devido ao radar de alta freqüência usado pelo sistema.

    Em relação ao seu par americano, Patriot, o S-300 se mostra superior em alcance a versão PAC-1 e PAC-3, e ainda , devido a sua capacidade de lançamento vertical permite uma cobertura eficaz em 360 graus em volta do lançador.

    Os mísseis Patriot só possuem capacidade de ser disparado para o quadrante que estiverem apontados, de forma que se um alvo vier por tras, eles não poderão fazer nada.

  4. konner 18 de setembro de 2008 at 14:07 #

    Atualmente, este sistema representa um dos melhores sistemas de defesa antiaérea do mundo.

    Foi exportados para a China, Índia, Chipre, Irã e Grécia.

    O fabricante alega que o sistema tem grande capacidade de atacar alvos stealth, devido ao radar de alta freqüência usado pelo sistema.

    Em relação ao seu par americano, Patriot, o S-300 se mostra superior em alcance a versão PAC-1 e PAC-3, e ainda , devido a sua capacidade de lançamento vertical permite uma cobertura eficaz em 360 graus em volta do lançador.

    Os mísseis Patriot só possuem capacidade de ser disparado para o quadrante que estiverem apontados, de forma que se um alvo vier por tras, eles não poderão fazer nada.

  5. pablo 18 de setembro de 2008 at 14:12 #

    alguem sabe por quantos “carros” sao formados uma bateria de S400 ??
    quantas baterias seriam necessarias para o Brasil ficar tranquilo ??

  6. pablo 18 de setembro de 2008 at 14:12 #

    alguem sabe por quantos “carros” sao formados uma bateria de S400 ??
    quantas baterias seriam necessarias para o Brasil ficar tranquilo ??

  7. konner 18 de setembro de 2008 at 14:16 #

    O novo sistema S-400 é a continuação desta espetacular família de sistemas antiaéreos.

    O principal alvo dos mísseis deste sistema são os mísseis balísticos que sejam lançados a uma distancia de 3500 Km e tenham uma velocidade de até 4,8 km/seg.

    Porém, novos elementos deste sistema permitem uma grande eficácia contra aviões “invisíveis” ou “stealths, pequenos mísseis de cruzeiro, e veículos de reentrada com pequeno RCS (stealths), como ogivas nucleares de nova geração”.

    O alcance é de 400 Km, o que o torna o míssil de defesa aérea de maior alcance já construido.

    Outro numero superlativo deste sistema é a altitude em que ele pode destruir o alvo: 37000 m.

    Ou seja, nenhum avião conhecido está seguro contra esse sistema.

    A probabilidade de atingir o alvo, com esse sistema é estimado em 90 %, mostrando uma precisão espetacular.

    Uma outra vantagem deste sistema, é a possibilidade de se instalar os mísseis em lançadores do sistema S-300, permitindo uma economia para os atuais usuários do S-300 que queiram atualizar seus sistemas de defesa antiaérea para o S-400.

  8. konner 18 de setembro de 2008 at 14:16 #

    O novo sistema S-400 é a continuação desta espetacular família de sistemas antiaéreos.

    O principal alvo dos mísseis deste sistema são os mísseis balísticos que sejam lançados a uma distancia de 3500 Km e tenham uma velocidade de até 4,8 km/seg.

    Porém, novos elementos deste sistema permitem uma grande eficácia contra aviões “invisíveis” ou “stealths, pequenos mísseis de cruzeiro, e veículos de reentrada com pequeno RCS (stealths), como ogivas nucleares de nova geração”.

    O alcance é de 400 Km, o que o torna o míssil de defesa aérea de maior alcance já construido.

    Outro numero superlativo deste sistema é a altitude em que ele pode destruir o alvo: 37000 m.

    Ou seja, nenhum avião conhecido está seguro contra esse sistema.

    A probabilidade de atingir o alvo, com esse sistema é estimado em 90 %, mostrando uma precisão espetacular.

    Uma outra vantagem deste sistema, é a possibilidade de se instalar os mísseis em lançadores do sistema S-300, permitindo uma economia para os atuais usuários do S-300 que queiram atualizar seus sistemas de defesa antiaérea para o S-400.

  9. Igor 18 de setembro de 2008 at 14:20 #

    A Turquia: Ah estou de f35. Grécia: Estou de S-300

  10. Igor 18 de setembro de 2008 at 14:20 #

    A Turquia: Ah estou de f35. Grécia: Estou de S-300

  11. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 14:22 #

    Konner,
    o Chipre nao opera mais o S-300. A Turquia ameaçou o Chipre de agressão devido a utilização S-300.. devido ao alcançe operacionao do S-300, os “chipreanos” poderiam atingir aeronaves da Turquia quando essas ainda estivessem dentro do território turco…
    Como o Chipre é proterorado da Grécia, esssa ultima herdou o sistema S-300 do Chipre…

  12. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 14:22 #

    Konner,
    o Chipre nao opera mais o S-300. A Turquia ameaçou o Chipre de agressão devido a utilização S-300.. devido ao alcançe operacionao do S-300, os “chipreanos” poderiam atingir aeronaves da Turquia quando essas ainda estivessem dentro do território turco…
    Como o Chipre é proterorado da Grécia, esssa ultima herdou o sistema S-300 do Chipre…

  13. konner 18 de setembro de 2008 at 14:23 #

    Os outros sistemas não são uma unanimidade como os de longo alcance, porém, para mim o melhor sistema de médio alcance é o BUK M-1, também russo.

    De curto alcance, o melhor sistema anti aéreo é o Starstreak HVM britanico, não é uma unanimidade, mas é o que eu considero.

  14. konner 18 de setembro de 2008 at 14:23 #

    Os outros sistemas não são uma unanimidade como os de longo alcance, porém, para mim o melhor sistema de médio alcance é o BUK M-1, também russo.

    De curto alcance, o melhor sistema anti aéreo é o Starstreak HVM britanico, não é uma unanimidade, mas é o que eu considero.

  15. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 14:26 #

    Um addendo… o território turco citado é o norte da ilha do Chipre, que é administrada pela Turquia devido a maioria turca nessa regiao..

  16. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 14:26 #

    Um addendo… o território turco citado é o norte da ilha do Chipre, que é administrada pela Turquia devido a maioria turca nessa regiao..

  17. konner 18 de setembro de 2008 at 14:26 #

    Obrigado Alfredo_Araujo !!

    Estou atualizando.

  18. konner 18 de setembro de 2008 at 14:26 #

    Obrigado Alfredo_Araujo !!

    Estou atualizando.

  19. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 14:31 #

    Pablo.. o S-400 é constituido por um veículo radar, um veículo de comando e três veículos lançadores…

    E a Russia declarou que nao exportará o S-400 para ninguem…

    O Brasil por sua vez tem estudado a compra de sistemas Buk-M2.. para o nosso territorio axo q umas 1000 unidades está bom ne?!?!?

  20. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 14:31 #

    Pablo.. o S-400 é constituido por um veículo radar, um veículo de comando e três veículos lançadores…

    E a Russia declarou que nao exportará o S-400 para ninguem…

    O Brasil por sua vez tem estudado a compra de sistemas Buk-M2.. para o nosso territorio axo q umas 1000 unidades está bom ne?!?!?

  21. pablo 18 de setembro de 2008 at 14:40 #

    Grato Alfredo.

    o Buk M2 e defesa de medio alcance ??? o TOR e de medio alcance tb ??
    o S300 ja estaria de bom tamanha para o Brasil…
    a Venezuela esta negociando um lote de S300…
    volto a perguntar, seria capaz usar a plataforma do Astros para desenvolver um sistema anti aereo ??

  22. pablo 18 de setembro de 2008 at 14:40 #

    Grato Alfredo.

    o Buk M2 e defesa de medio alcance ??? o TOR e de medio alcance tb ??
    o S300 ja estaria de bom tamanha para o Brasil…
    a Venezuela esta negociando um lote de S300…
    volto a perguntar, seria capaz usar a plataforma do Astros para desenvolver um sistema anti aereo ??

  23. edilson 18 de setembro de 2008 at 14:40 #

    Estimados, o sistema S-500 que está em desenvolvimento, segundo as informações mais recentes terá capacidade de engajar alvos além de 1000 km, isto para ser modesto pois algumas fontes relatam capacidades além dos 2500km, pois diz-se que os mísseis poderão ser orientados por satélites ou mesmo outros radares aerotransportados, se tal for confirmado o escudo anti-mísseis não poderá penetrar no espaço aéreo russo com a eficiencia que se esperava.
    seria interessante se os colegas do blog pudessem averiguar estas informações…

  24. edilson 18 de setembro de 2008 at 14:40 #

    Estimados, o sistema S-500 que está em desenvolvimento, segundo as informações mais recentes terá capacidade de engajar alvos além de 1000 km, isto para ser modesto pois algumas fontes relatam capacidades além dos 2500km, pois diz-se que os mísseis poderão ser orientados por satélites ou mesmo outros radares aerotransportados, se tal for confirmado o escudo anti-mísseis não poderá penetrar no espaço aéreo russo com a eficiencia que se esperava.
    seria interessante se os colegas do blog pudessem averiguar estas informações…

  25. Roberto 18 de setembro de 2008 at 14:43 #

    Alfredo_Araujo vc não acha 1000 unid. exagerado ?? acho que umas 200 a 300 o número ideal…

  26. Roberto 18 de setembro de 2008 at 14:43 #

    Alfredo_Araujo vc não acha 1000 unid. exagerado ?? acho que umas 200 a 300 o número ideal…

  27. Thiago Sala 18 de setembro de 2008 at 14:45 #

    Tem uma matéria na Asas deste mês justamente falando sobre um exercício militar conjunto de Israel e Grecia com a finalidade de testar a aviação israelense contra as baterias de S300 da grécia, pois o Irã tb possui as mesmas…
    Realmente deve ser um sistema mto importante senão Israel não estaria tão preocupada a este ponto.

  28. Thiago Sala 18 de setembro de 2008 at 14:45 #

    Tem uma matéria na Asas deste mês justamente falando sobre um exercício militar conjunto de Israel e Grecia com a finalidade de testar a aviação israelense contra as baterias de S300 da grécia, pois o Irã tb possui as mesmas…
    Realmente deve ser um sistema mto importante senão Israel não estaria tão preocupada a este ponto.

  29. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 15:17 #

    Pablo,
    o Buk-m2 é de medio alcance e o TOR é de curto alcance..
    O ideal é ter esses 3 sistemas, um complementando o outro… S-300, Buk-m2 e TOR ou Panstyr-S1..
    Em relação a pergunta sobre o AstrosII… AXO q o lançador seria a parte mais simples do sistema… creio q qualquer caminhao, pesado o suficiente para aguentar os 4 misseis, seria um possivel lançador de S-300/S-400 ou Patriot mesmo… a parte complexa do sistema fica por parte dos radares e misseis..

    Edilson,
    axo q vc fez confusão.. o escudo anti-misseis dos Eua é para defesa e não para atacar!! O que a Russia esta reividicando quanto a essa questao é q os EUA querem instalar parte desse escudo na Polonia, que fica nas barbas dos Russos. Isso praticamente impossibilitaria os russos de atacar qualquer alvo na Europa e nos Eua..

  30. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 15:17 #

    Pablo,
    o Buk-m2 é de medio alcance e o TOR é de curto alcance..
    O ideal é ter esses 3 sistemas, um complementando o outro… S-300, Buk-m2 e TOR ou Panstyr-S1..
    Em relação a pergunta sobre o AstrosII… AXO q o lançador seria a parte mais simples do sistema… creio q qualquer caminhao, pesado o suficiente para aguentar os 4 misseis, seria um possivel lançador de S-300/S-400 ou Patriot mesmo… a parte complexa do sistema fica por parte dos radares e misseis..

    Edilson,
    axo q vc fez confusão.. o escudo anti-misseis dos Eua é para defesa e não para atacar!! O que a Russia esta reividicando quanto a essa questao é q os EUA querem instalar parte desse escudo na Polonia, que fica nas barbas dos Russos. Isso praticamente impossibilitaria os russos de atacar qualquer alvo na Europa e nos Eua..

  31. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 15:21 #

    Olha essa foto… com diversos tipos de plataformas lançadoras..
    Tem um com lançador duplo, outro triplo e outro quadruplo…

  32. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 15:21 #

    Olha essa foto… com diversos tipos de plataformas lançadoras..
    Tem um com lançador duplo, outro triplo e outro quadruplo…

  33. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 15:22 #

    http://greekmilitary.net/webzoom.freewebs.com/gfile/S300v.jpg

  34. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 15:22 #

    http://greekmilitary.net/webzoom.freewebs.com/gfile/S300v.jpg

  35. Hornet 18 de setembro de 2008 at 15:55 #

    Está aí uma questão interessante levantada pelo amigo Mauro. Será que teria jeito? Caso a Avibrás não consiga fazer (projetar) um sistema anti-aéreo sozinha, será que não poderia fazer alguma parceria com os Russos, com os Israelenses etc.— num molde semelhante ao que se cogita a “parceria” entre o Brasil e a Rússia no caso do PAK-FA. Prefiro sempre fazer aqui no Brasil do que comprar de fora. Nunca me caiu bem a idéia de termos uma defesa baseada quase totalmente em fornecedores externos…fazer uma defesa assim, na minha cabeça, já é ter de saída uma defesa debilitada…vide os exemplos históricos: Malvinas (o caso dos códigos dos mísseis franceses que a França entregou para a Inglaterra), o Irã e a Venezuela (com os embargos de armas promovidos pelos EUA) e por aí vai…

    um abraço a todos

  36. Hornet 18 de setembro de 2008 at 15:55 #

    Está aí uma questão interessante levantada pelo amigo Mauro. Será que teria jeito? Caso a Avibrás não consiga fazer (projetar) um sistema anti-aéreo sozinha, será que não poderia fazer alguma parceria com os Russos, com os Israelenses etc.— num molde semelhante ao que se cogita a “parceria” entre o Brasil e a Rússia no caso do PAK-FA. Prefiro sempre fazer aqui no Brasil do que comprar de fora. Nunca me caiu bem a idéia de termos uma defesa baseada quase totalmente em fornecedores externos…fazer uma defesa assim, na minha cabeça, já é ter de saída uma defesa debilitada…vide os exemplos históricos: Malvinas (o caso dos códigos dos mísseis franceses que a França entregou para a Inglaterra), o Irã e a Venezuela (com os embargos de armas promovidos pelos EUA) e por aí vai…

    um abraço a todos

  37. pablo 18 de setembro de 2008 at 16:00 #

    o veicula lancador ja temos (Astros), radar tb ja possuimos (Saber, acho que e esse o nome) com alcance de 60 Km. O misseis poderiam vir da Africa do Sul…
    uma pergunta leiga.
    se nos pegarmos um foguete do Astros, tirarmos a cabeca dele e colocar uma cabeca mais atualizada(avionicos, gps…) ele nao viraria um missil capaz de ser usado como anti aereo ??
    Avibras, Mectron, Elbit, acho que com a unao de esforcos desses tres fabricantes, com certeza poderiamos construir um belo sistema anti aereo.

  38. pablo 18 de setembro de 2008 at 16:00 #

    o veicula lancador ja temos (Astros), radar tb ja possuimos (Saber, acho que e esse o nome) com alcance de 60 Km. O misseis poderiam vir da Africa do Sul…
    uma pergunta leiga.
    se nos pegarmos um foguete do Astros, tirarmos a cabeca dele e colocar uma cabeca mais atualizada(avionicos, gps…) ele nao viraria um missil capaz de ser usado como anti aereo ??
    Avibras, Mectron, Elbit, acho que com a unao de esforcos desses tres fabricantes, com certeza poderiamos construir um belo sistema anti aereo.

  39. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 16:23 #

    Axo q nao.. pois o computador de bordo de um missil controla suas aletas para assim alterar a sua tragetoria… dependendo do foguete, esse até tem aletas móveis.. q sao ajustadas antes do disparo, nunca durante…

    Mais a dificuldade de se construir um missil é justamente a cabeça… o resto nós temos, que sao os motores-foguetes utilizados no MAAR, no MAA-1, etc..

  40. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 16:23 #

    Axo q nao.. pois o computador de bordo de um missil controla suas aletas para assim alterar a sua tragetoria… dependendo do foguete, esse até tem aletas móveis.. q sao ajustadas antes do disparo, nunca durante…

    Mais a dificuldade de se construir um missil é justamente a cabeça… o resto nós temos, que sao os motores-foguetes utilizados no MAAR, no MAA-1, etc..

  41. konner 18 de setembro de 2008 at 16:49 #

    Se ha de ser eficiente,

    A coisa é bem mais complexa.

    Em minha opinião, em uma parceria com os russos, aí sim valeria apena.

    O MAR-1, até poderia (?) ser util como plataforma de partida para o desenvolvimanto.

  42. konner 18 de setembro de 2008 at 16:49 #

    Se ha de ser eficiente,

    A coisa é bem mais complexa.

    Em minha opinião, em uma parceria com os russos, aí sim valeria apena.

    O MAR-1, até poderia (?) ser util como plataforma de partida para o desenvolvimanto.

  43. RL 18 de setembro de 2008 at 18:25 #

    Mauro.
    Gostei da idéia.

    ASTROS x Piranha.
    Para completar, ainda poderiamos acoplar o radar SABER M200 da Orbisat ou então o Radar da AmazonSat de abertura por ondas eletromagnéticas que penetram qualquer coisa que exista.

    É o radar aerotransportado mais moderno do mundo, e é nosso.
    Segundo informações do fabricante, ele alem de possuir um raio de ação superior aos demais de sua categoria no mercado, pode detectar qualquer coisa que seja fisica independente da dimensão.
    Porem, é apenas projetado para uso de detecção do solo, e não projeto para detecção aérea. Acredito que apenas alguns ajustes já seriam o suficiente para termos uma arma letal.

    Avibras x Mectron X AmazonSat.

  44. RL 18 de setembro de 2008 at 18:25 #

    Mauro.
    Gostei da idéia.

    ASTROS x Piranha.
    Para completar, ainda poderiamos acoplar o radar SABER M200 da Orbisat ou então o Radar da AmazonSat de abertura por ondas eletromagnéticas que penetram qualquer coisa que exista.

    É o radar aerotransportado mais moderno do mundo, e é nosso.
    Segundo informações do fabricante, ele alem de possuir um raio de ação superior aos demais de sua categoria no mercado, pode detectar qualquer coisa que seja fisica independente da dimensão.
    Porem, é apenas projetado para uso de detecção do solo, e não projeto para detecção aérea. Acredito que apenas alguns ajustes já seriam o suficiente para termos uma arma letal.

    Avibras x Mectron X AmazonSat.

  45. Bosco 18 de setembro de 2008 at 18:57 #

    Em um cenário de guerra Hi-tech estes mísseis, assim como os Patriots são usados como mísseis anti-baslísticos táticos, que será a principal ameaça no futuro.
    Com a generalização da tecnologia Stealth e das armas de precisão de lançamento à distância (um F-22 só é detectado pelo sistema a 30 kms e pode lançar SDBs a 60 kms de distância e um F-16 pode ser detectado a 60 km mas além das SDBs tem as JSOW( 70km), HARM com 80 km (terá o AARGM com 180km?) cada vez mais as grandes potência vão preferir mísseis menores (para tapar os buracos da defesa caça/AWACS) com capacidade look down (como o sistema MEADS baseado no PAC3 e o SLAMRAAM) tendo os alvos em baixo nível designados por AWACS ou balões cativos dotados de radares, ou coisa que o valha.
    Como não temos ameaças emergentes de mísseis balísticos táticos (ou semi-balísticos) no nosso TO (pelo menos por enquanto) eu acho que nossa defesa de grande altitude deve ficar por conta do binômio Caça/avião radar (Rafale ou Su35 / R99).
    Acho que se vier o F-X2 será preferível investir em sistemas de mísseis média e baixa altitude, já que ainda está longe o dia em que nós e nossos irmanos abandonaremos a tática de penetração em baixo nível.
    Ufa! Alguém entendeu o que quis dizer?

  46. Bosco 18 de setembro de 2008 at 18:57 #

    Em um cenário de guerra Hi-tech estes mísseis, assim como os Patriots são usados como mísseis anti-baslísticos táticos, que será a principal ameaça no futuro.
    Com a generalização da tecnologia Stealth e das armas de precisão de lançamento à distância (um F-22 só é detectado pelo sistema a 30 kms e pode lançar SDBs a 60 kms de distância e um F-16 pode ser detectado a 60 km mas além das SDBs tem as JSOW( 70km), HARM com 80 km (terá o AARGM com 180km?) cada vez mais as grandes potência vão preferir mísseis menores (para tapar os buracos da defesa caça/AWACS) com capacidade look down (como o sistema MEADS baseado no PAC3 e o SLAMRAAM) tendo os alvos em baixo nível designados por AWACS ou balões cativos dotados de radares, ou coisa que o valha.
    Como não temos ameaças emergentes de mísseis balísticos táticos (ou semi-balísticos) no nosso TO (pelo menos por enquanto) eu acho que nossa defesa de grande altitude deve ficar por conta do binômio Caça/avião radar (Rafale ou Su35 / R99).
    Acho que se vier o F-X2 será preferível investir em sistemas de mísseis média e baixa altitude, já que ainda está longe o dia em que nós e nossos irmanos abandonaremos a tática de penetração em baixo nível.
    Ufa! Alguém entendeu o que quis dizer?

  47. Bosco 18 de setembro de 2008 at 19:08 #

    Com a entrada em operação de sistemas ATBMs puro sangue (como o THAAD e o Arrow), os S300/400/Patriot PAC2, etc, serão descartados pelas grandes potências (militares) e serão transferidos para os países menos desenvolvidos.
    Agora, se não tivermos o F-X2 (ou se tivermos meia dúzia deles) aí sim, estes S300/S400 seria uma boa aquisição para as nossas FA, embora os sistemas de mísseis ar-sup sejam apenas para tapar buracos, é caro, pouco confiável e pouco versátil. Mas é melhor do que nada.

  48. Bosco 18 de setembro de 2008 at 19:08 #

    Com a entrada em operação de sistemas ATBMs puro sangue (como o THAAD e o Arrow), os S300/400/Patriot PAC2, etc, serão descartados pelas grandes potências (militares) e serão transferidos para os países menos desenvolvidos.
    Agora, se não tivermos o F-X2 (ou se tivermos meia dúzia deles) aí sim, estes S300/S400 seria uma boa aquisição para as nossas FA, embora os sistemas de mísseis ar-sup sejam apenas para tapar buracos, é caro, pouco confiável e pouco versátil. Mas é melhor do que nada.

  49. Bosco 18 de setembro de 2008 at 19:31 #

    Se uma arma tem um ponto fraco e o inimigo sabe qual é, e possui pelo menos 1 maneira de atingi-lo, com certeza ele não vai usar a maneira errada. O sistema se torna ineficaz.
    Para que um sistema de míssil ar-sup possa fazer uso pleno da sua capacidade de lançamento vertical ele tem que ter uma cobertura radar em todo o hemisfério. Se tiver apenas 1 radar cobrindo 1 quadrante ele funciona na prática como um sistema convencional.
    Por isto esta capacidade é tão vantajosa em mísseis de defesa de área (navais).
    A defesa aérea do US Army na próxima década ficará por conta do PAC3 (50 km), do SLAmraam e do Stinger?. Ficando os THAADs dedicados à defesa anti-balisticos. Desconheço a pretensão americana de manter os PAC2 no inventário dando cobertura quando entrar (e se) em operação o “conceito” FCS.
    Sistemas com mísseis de “longo alcance” e com radares de alcance bem mais longos rss.. não são muito eficientes hoje em dia para as grandes potências que os utilizam, que certamente esperaram um inimigo hi-tech.
    Até mesmo os ATBMs serão usados para taparem os buracos dos ABL (laser anti-míssil) que sabidamente, é bem mais eficiente destruir um míssil balístico na fase de impulsão (o melhor é destruí-lo antes de ser lançado) que na fase de reentrada. Se hoje em dia é difícil detectar um “avião invisível” imaginem um pequeno míssil em trajetória balística ou semi-balística (40 km de altitude) ou um veículo de reentrada a mach 10.

  50. Bosco 18 de setembro de 2008 at 19:31 #

    Se uma arma tem um ponto fraco e o inimigo sabe qual é, e possui pelo menos 1 maneira de atingi-lo, com certeza ele não vai usar a maneira errada. O sistema se torna ineficaz.
    Para que um sistema de míssil ar-sup possa fazer uso pleno da sua capacidade de lançamento vertical ele tem que ter uma cobertura radar em todo o hemisfério. Se tiver apenas 1 radar cobrindo 1 quadrante ele funciona na prática como um sistema convencional.
    Por isto esta capacidade é tão vantajosa em mísseis de defesa de área (navais).
    A defesa aérea do US Army na próxima década ficará por conta do PAC3 (50 km), do SLAmraam e do Stinger?. Ficando os THAADs dedicados à defesa anti-balisticos. Desconheço a pretensão americana de manter os PAC2 no inventário dando cobertura quando entrar (e se) em operação o “conceito” FCS.
    Sistemas com mísseis de “longo alcance” e com radares de alcance bem mais longos rss.. não são muito eficientes hoje em dia para as grandes potências que os utilizam, que certamente esperaram um inimigo hi-tech.
    Até mesmo os ATBMs serão usados para taparem os buracos dos ABL (laser anti-míssil) que sabidamente, é bem mais eficiente destruir um míssil balístico na fase de impulsão (o melhor é destruí-lo antes de ser lançado) que na fase de reentrada. Se hoje em dia é difícil detectar um “avião invisível” imaginem um pequeno míssil em trajetória balística ou semi-balística (40 km de altitude) ou um veículo de reentrada a mach 10.

  51. Bosco 18 de setembro de 2008 at 20:16 #

    O futuro sistema MEADS europeu/americano terá um radar que poderá detectar um 747 a 400 km, mas como é pouco provável que um possível “inimigo” queira atacar usando um (quem sabe o Bin Laden), o míssil do sistema é o Patriot PAC3 com no máximo 50 km de alcance. Já que os possíveis alvos só serão detectados a menos de 60 ou 70 km para que um míssil pesando 1 ou 2 t. e com alcance de 200 (ou 400 km) km?
    Em um cenário em que existe uma “superioridade aérea” é pouco provável que algo não furtivo esteja voando a ponto de ser detectado e engajado por um sistema de longo alcance.
    Para os russos e seus possíveis clientes que “esperam” guerrear em uma posição defensiva, em que o inimigo é o dono do céu, os mísseis de grande alcance são úteis por poderem engajar alvos de oportunidade. Foi neste contexto (e com esta doutrina) que o S300/S400 foi projetado.

  52. Bosco 18 de setembro de 2008 at 20:16 #

    O futuro sistema MEADS europeu/americano terá um radar que poderá detectar um 747 a 400 km, mas como é pouco provável que um possível “inimigo” queira atacar usando um (quem sabe o Bin Laden), o míssil do sistema é o Patriot PAC3 com no máximo 50 km de alcance. Já que os possíveis alvos só serão detectados a menos de 60 ou 70 km para que um míssil pesando 1 ou 2 t. e com alcance de 200 (ou 400 km) km?
    Em um cenário em que existe uma “superioridade aérea” é pouco provável que algo não furtivo esteja voando a ponto de ser detectado e engajado por um sistema de longo alcance.
    Para os russos e seus possíveis clientes que “esperam” guerrear em uma posição defensiva, em que o inimigo é o dono do céu, os mísseis de grande alcance são úteis por poderem engajar alvos de oportunidade. Foi neste contexto (e com esta doutrina) que o S300/S400 foi projetado.

  53. Baschera 18 de setembro de 2008 at 20:30 #

    Caro RL,
    O que escreveste em seu último post acima, se chama Investimento em P & D.
    Não se enganem, a tecnologia do foguete Astros está à 1.000 anos luz da tecnologia de um míssil/anti-míssil S-300.
    Depois,imagine : Desenvolver o software de integração sistema do míssil / radar / sistema de navegação e orientação é algo muito caro,demorado e complexo. Pois bem e aí encomendamos 2 baterias. Hora isto vai levar 20 anos e aí encomendamos 2 merrecas…. tem que ter escala, produção para nós e exportação, etc.
    Deixa quieto, lamentavelmente é melhor importar.
    PS: O chaves já encomendou 9 baterias do S-300 por Us$ 100 milhões.
    Forte abraço.

  54. Baschera 18 de setembro de 2008 at 20:30 #

    Caro RL,
    O que escreveste em seu último post acima, se chama Investimento em P & D.
    Não se enganem, a tecnologia do foguete Astros está à 1.000 anos luz da tecnologia de um míssil/anti-míssil S-300.
    Depois,imagine : Desenvolver o software de integração sistema do míssil / radar / sistema de navegação e orientação é algo muito caro,demorado e complexo. Pois bem e aí encomendamos 2 baterias. Hora isto vai levar 20 anos e aí encomendamos 2 merrecas…. tem que ter escala, produção para nós e exportação, etc.
    Deixa quieto, lamentavelmente é melhor importar.
    PS: O chaves já encomendou 9 baterias do S-300 por Us$ 100 milhões.
    Forte abraço.

  55. FALCON 18 de setembro de 2008 at 20:49 #

    Esse é uma das áreas em os russos são imbatíveis,a defesa anti-aerea ,tiro mo chpeu p/ eles c/ essa certa aproximação nossa c/ os russos,poderíamos sim adquirir algumas dessas baterias,mostrando aos yankes da 4°frota quem manda no pedaço!!!!!ABRAÇOS.(9 baterias por 100 milhoes,de graça).

  56. FALCON 18 de setembro de 2008 at 20:49 #

    Esse é uma das áreas em os russos são imbatíveis,a defesa anti-aerea ,tiro mo chpeu p/ eles c/ essa certa aproximação nossa c/ os russos,poderíamos sim adquirir algumas dessas baterias,mostrando aos yankes da 4°frota quem manda no pedaço!!!!!ABRAÇOS.(9 baterias por 100 milhoes,de graça).

  57. FALCON 18 de setembro de 2008 at 20:53 #

    Poderíamos utilizar os 400 milhões q temos com a Russia(do acordo da venda de carne)p/comprar algumas dessas baterias,o q os amigos acham?

  58. FALCON 18 de setembro de 2008 at 20:53 #

    Poderíamos utilizar os 400 milhões q temos com a Russia(do acordo da venda de carne)p/comprar algumas dessas baterias,o q os amigos acham?

  59. Baschera 18 de setembro de 2008 at 21:15 #

    Errata:
    Equivoquei-me quando disse que:”O chaves já encomendou 9 baterias do S-300 por Us$ 100 milhões.”
    O correto é :
    A Venezuela comprou um pacotes de armas que inclui 10 baterias de mísseis Tor M-1 por US$ 100 milhões, mísseis Igla, 10 helicópteros de ataque Mi-28 (por US$ 200 milhões). O acordo inclui a construção de um sistema de defesa aérea integrado da Bielorrússia no valor de US$ 1 bilhão.
    Sds.

  60. Baschera 18 de setembro de 2008 at 21:15 #

    Errata:
    Equivoquei-me quando disse que:”O chaves já encomendou 9 baterias do S-300 por Us$ 100 milhões.”
    O correto é :
    A Venezuela comprou um pacotes de armas que inclui 10 baterias de mísseis Tor M-1 por US$ 100 milhões, mísseis Igla, 10 helicópteros de ataque Mi-28 (por US$ 200 milhões). O acordo inclui a construção de um sistema de defesa aérea integrado da Bielorrússia no valor de US$ 1 bilhão.
    Sds.

  61. Tiago Jeronimo 18 de setembro de 2008 at 22:01 #

    Pelo menos uma coisa onde a Rússia está a frente do ocidente…

  62. Tiago Jeronimo 18 de setembro de 2008 at 22:01 #

    Pelo menos uma coisa onde a Rússia está a frente do ocidente…

  63. Roberto 18 de setembro de 2008 at 22:41 #

    srs, desculpem minha leiguice mas…

    o astros II não é uma defesa anti aérea com alcance de +/- 90 KM?
    o exército não esta desenvolvendo o SABER200 com um alcance de 200 Km ?

    portanto a pergunta: não seria viável a integração destes sistemas para defesa aérea de curto/médio alcance ? o próximo passo seria o desenvolvimento final do Matador da avibrás e sua integração também… ou estou extremamente enganado ?

  64. Roberto 18 de setembro de 2008 at 22:41 #

    srs, desculpem minha leiguice mas…

    o astros II não é uma defesa anti aérea com alcance de +/- 90 KM?
    o exército não esta desenvolvendo o SABER200 com um alcance de 200 Km ?

    portanto a pergunta: não seria viável a integração destes sistemas para defesa aérea de curto/médio alcance ? o próximo passo seria o desenvolvimento final do Matador da avibrás e sua integração também… ou estou extremamente enganado ?

  65. Jonas Rafael 18 de setembro de 2008 at 23:14 #

    Mi-28 pra Venzuela? Tem certeza?

  66. Jonas Rafael 18 de setembro de 2008 at 23:14 #

    Mi-28 pra Venzuela? Tem certeza?

  67. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 23:28 #

    Roberto,

    AstrosII é um sistema de artilharia de foguetes!!

  68. Alfredo_Araujo 18 de setembro de 2008 at 23:28 #

    Roberto,

    AstrosII é um sistema de artilharia de foguetes!!

  69. Roberto 18 de setembro de 2008 at 23:40 #

    Agradeço Alfredo, então não dá pra fazer o que pensava…

  70. Roberto 18 de setembro de 2008 at 23:40 #

    Agradeço Alfredo, então não dá pra fazer o que pensava…

  71. RL 19 de setembro de 2008 at 7:35 #

    Pessoal.

    Vamos começar a nos mobilizar?

    Quem ai topa fazer um abaixo assinado e enviar ao Ministro Jobim, ao Presidente “Molusco”, e ao Ministro Mangabeira Unger, reivindicando a liberação dos Royalties da MB e maior agilidade e clareza no Plano Estratégico de Defesa Nacional?

    Eu topo.

    Galante / Poggio.
    É possível vocês criarem uma matéria onde o assunto se refere aos participantes aqui registrarem seus nomes, comprovados por números de nossos documentos a fim de enviar-mos à estes Srs.?

    Abraços.

  72. RL 19 de setembro de 2008 at 7:35 #

    Pessoal.

    Vamos começar a nos mobilizar?

    Quem ai topa fazer um abaixo assinado e enviar ao Ministro Jobim, ao Presidente “Molusco”, e ao Ministro Mangabeira Unger, reivindicando a liberação dos Royalties da MB e maior agilidade e clareza no Plano Estratégico de Defesa Nacional?

    Eu topo.

    Galante / Poggio.
    É possível vocês criarem uma matéria onde o assunto se refere aos participantes aqui registrarem seus nomes, comprovados por números de nossos documentos a fim de enviar-mos à estes Srs.?

    Abraços.

  73. Almeida 19 de setembro de 2008 at 8:21 #

    Concordo com o Bosco sobre os meios a serem usados pelo Brasil em nosso TO. Ótima análise!

  74. Almeida 19 de setembro de 2008 at 8:21 #

    Concordo com o Bosco sobre os meios a serem usados pelo Brasil em nosso TO. Ótima análise!

  75. pablo 19 de setembro de 2008 at 9:30 #

    a favor do abaixo assinado

  76. pablo 19 de setembro de 2008 at 9:30 #

    a favor do abaixo assinado

  77. daniel 19 de setembro de 2008 at 11:30 #

    Também sou a favor do abaixo assinado, temos que começar a nos intrometer nas areas de nosso interesse, nos paises desenvolvidos vemos que os contribuintes cobram onde serao aplicados os recursos.

  78. daniel 19 de setembro de 2008 at 11:30 #

    Também sou a favor do abaixo assinado, temos que começar a nos intrometer nas areas de nosso interesse, nos paises desenvolvidos vemos que os contribuintes cobram onde serao aplicados os recursos.

  79. Robson 19 de setembro de 2008 at 11:38 #

    Tb a favor.

  80. Robson 19 de setembro de 2008 at 11:38 #

    Tb a favor.

  81. edilson 19 de setembro de 2008 at 14:32 #

    Caro Alfredo Araujo, não estou equivocado não.

    Os Topol foram desenvolvidos de forma a não serem abatidos pelos sistemas de armas acidentais hoje em operação.
    mas sua capacidade de penetrar no território inimigo quando em reentrada de nada serve se o inimigo detectar o seu lançamento.
    o que se passa é que com os radares estacionados nas fronteiras os sistemas de armas podem abater os topol quando em ascendência e sendo asism os Russos não querem as baterias próximas as suas fronteiras.
    uma forma de de se contrapor a isto é colocar os S-300 e 400 e ou 500 para abater os mísseis interceptadores logo após os seus lançamentospermitindo aos topol subirem para estratosfera ficando longe do inimigo e dai para sua reentrada.
    a verdade é que o que os EUA podem fazer agora com s radares nas fronteiras é rastrear e catalogar todas as atividades, táticas e posições do inimigo.
    e tem mais,acho ingênua a alegação de que os mísseis e radares propostos para polônia Rep Tcheca e Romênia são puramente para defesa…
    a pergunta é simples, A frança permite que estas baterias sejam instaladas em seu território? por que será?

  82. edilson 19 de setembro de 2008 at 14:32 #

    Caro Alfredo Araujo, não estou equivocado não.

    Os Topol foram desenvolvidos de forma a não serem abatidos pelos sistemas de armas acidentais hoje em operação.
    mas sua capacidade de penetrar no território inimigo quando em reentrada de nada serve se o inimigo detectar o seu lançamento.
    o que se passa é que com os radares estacionados nas fronteiras os sistemas de armas podem abater os topol quando em ascendência e sendo asism os Russos não querem as baterias próximas as suas fronteiras.
    uma forma de de se contrapor a isto é colocar os S-300 e 400 e ou 500 para abater os mísseis interceptadores logo após os seus lançamentospermitindo aos topol subirem para estratosfera ficando longe do inimigo e dai para sua reentrada.
    a verdade é que o que os EUA podem fazer agora com s radares nas fronteiras é rastrear e catalogar todas as atividades, táticas e posições do inimigo.
    e tem mais,acho ingênua a alegação de que os mísseis e radares propostos para polônia Rep Tcheca e Romênia são puramente para defesa…
    a pergunta é simples, A frança permite que estas baterias sejam instaladas em seu território? por que será?

  83. Bosco 19 de setembro de 2008 at 15:08 #

    edilson,

    a alegada “invulnerabilidade” do Topol se deve à sua capacidade de manobra (superfícies aerodinâmicas ? foguetes ?) dos veículos de reetrada . Vale salientar que tal capacidade nunca foi provada e nem existem fotos das mesmas (pelo menos na Internet).
    Baseamos esta provável capacidade apenas em um discurso proferido pelo Presidente Putin que a mim soou meio que como uma “bravata”.
    Mas você está certo. Tendo ou não tendo, a melhor defesa contra um ICBM é destruí-lo na fase de impulsão e para tal é que o “escudo” precisa de mísseis às portas da Rússia.

  84. Bosco 19 de setembro de 2008 at 15:08 #

    edilson,

    a alegada “invulnerabilidade” do Topol se deve à sua capacidade de manobra (superfícies aerodinâmicas ? foguetes ?) dos veículos de reetrada . Vale salientar que tal capacidade nunca foi provada e nem existem fotos das mesmas (pelo menos na Internet).
    Baseamos esta provável capacidade apenas em um discurso proferido pelo Presidente Putin que a mim soou meio que como uma “bravata”.
    Mas você está certo. Tendo ou não tendo, a melhor defesa contra um ICBM é destruí-lo na fase de impulsão e para tal é que o “escudo” precisa de mísseis às portas da Rússia.

  85. edilson 19 de setembro de 2008 at 16:20 #

    Caro Bosco.
    O senhor está certo em dizer que não se pode acreditar na incrìvel capacidade dos TOPOL dado que estes ainda (e e spero que nunca) sejam postos a prova.
    Por outro lado o próprio DOD em inúmeras declarações já admite a superioridade destes mísseis em relação aos seus sistemas de defesa.
    ao que parece durante a reentrada os mísseis dissiminam suas ugivas, oferecendo dificuldade dado o número de alvos.
    ao que li a muito tempo, os mísseis possuem sistema de chaff e flare(se nºao estou enganado)
    a alta velocidade também é um fator dificultoso.
    agora, certa vez um engenheiro da EADS com o qual trabalhei me disse que acima de tudo as táticas de despistamento dos novos mísseis não se resumem a manobrabilidade.
    se uma ugiva explodir antecipadamente esta abre um “túnel” dado à gigantesca perturbação do campo eletro magnético, capaz de fritar qualquer sistema eletrônicoem suas proximidades, um boi de piranha que abre espaço para os demais que viriam na sequencia segundos depois, dado que os mísseis e sistemas seriam cozidos pelo pulso do gigantesco campo eletromagnético.
    claro esta também é a estratégia que provavelmente qualquer um utilizará.
    temporizadamente os demais mísseis viriam sem encontrar obstáculos.
    esta ao meu ver seria a grande vantagem do efeito surpresa dos TOPOL.
    outra vantagem do TOPOL é a sua mobilidade, pode ser disparado de qualquer lugar o que dificulta a sua localização. até porque a russia é o maior país do mundo e rastrear um país com 11 fuso horários requereria mais do que todos os satélites operacionais no mundo.
    por outro lado veja, não sei se são bravatas não pois, o TU-22 abatido na geórgia foi derrubado por um sistema S-200, muitos duvidavam da sua capacidade e olha eles estão no 400 indo para o 500.
    acredito que as bravatas são comuns, mas não sei se neste caso chgam ao extremo.

  86. edilson 19 de setembro de 2008 at 16:20 #

    Caro Bosco.
    O senhor está certo em dizer que não se pode acreditar na incrìvel capacidade dos TOPOL dado que estes ainda (e e spero que nunca) sejam postos a prova.
    Por outro lado o próprio DOD em inúmeras declarações já admite a superioridade destes mísseis em relação aos seus sistemas de defesa.
    ao que parece durante a reentrada os mísseis dissiminam suas ugivas, oferecendo dificuldade dado o número de alvos.
    ao que li a muito tempo, os mísseis possuem sistema de chaff e flare(se nºao estou enganado)
    a alta velocidade também é um fator dificultoso.
    agora, certa vez um engenheiro da EADS com o qual trabalhei me disse que acima de tudo as táticas de despistamento dos novos mísseis não se resumem a manobrabilidade.
    se uma ugiva explodir antecipadamente esta abre um “túnel” dado à gigantesca perturbação do campo eletro magnético, capaz de fritar qualquer sistema eletrônicoem suas proximidades, um boi de piranha que abre espaço para os demais que viriam na sequencia segundos depois, dado que os mísseis e sistemas seriam cozidos pelo pulso do gigantesco campo eletromagnético.
    claro esta também é a estratégia que provavelmente qualquer um utilizará.
    temporizadamente os demais mísseis viriam sem encontrar obstáculos.
    esta ao meu ver seria a grande vantagem do efeito surpresa dos TOPOL.
    outra vantagem do TOPOL é a sua mobilidade, pode ser disparado de qualquer lugar o que dificulta a sua localização. até porque a russia é o maior país do mundo e rastrear um país com 11 fuso horários requereria mais do que todos os satélites operacionais no mundo.
    por outro lado veja, não sei se são bravatas não pois, o TU-22 abatido na geórgia foi derrubado por um sistema S-200, muitos duvidavam da sua capacidade e olha eles estão no 400 indo para o 500.
    acredito que as bravatas são comuns, mas não sei se neste caso chgam ao extremo.

  87. Bosco 19 de setembro de 2008 at 19:13 #

    Edilson,
    é que a tecnologia militar russa é envolta em muito mistério e por isto, superestimada. Talvez nem seja proposital por parte dos dirigentes russos mas da imaginação dos “entusiastas” mundo afora.
    Sobre o Topol já li até que ele teria veículos de reentrada com propulsão “Scramjet” e podia literalmente voar em hipervelocidade na estratosfera ziguezagueando feito uma andorinnha. Ou seja, ele não seria um verdadeiro míssil balístico e sim um míssil de cruzeiro hipersônico estratosférico (seja lá o que isto quer dizer).
    Quanto ao lançamento de falsas ogivas para saturar as defesas é tecnologia antiga (já usada nos Minuteman I da década de 70) e não creio que seja por isto que o Topol é considerado invulnerável.
    Mesmo porque, quando na reentrada, as falsas ogivas (decoys) são desintegradas pelo atrito e as ogivas verdadeiras são “desmascaradas”.
    Quanto à mobilidade do míssil, aí sim ele se mostra superior aos ICBMs americanos e difícil de ser destruído no caso de um ataque surpresa.
    Os americanos testaram na década de 80 um míssil intercontinental “pequeno” e com grande mobilidade, sendo transportado e lançado de uma carreta especial. Ele pesava no máximo 12 t. (se não me falha a memória) e podia levar 1 ou 2 ogivas (500 Kt.), mais 18 decoys. Era o Midgteman. Mas com o fim da Guerra Fria o projeto não foi adiante.
    Vamos ver como serão os substitutos dos Minutemans e Tridents.
    Um forte abraço.

  88. Bosco 19 de setembro de 2008 at 19:13 #

    Edilson,
    é que a tecnologia militar russa é envolta em muito mistério e por isto, superestimada. Talvez nem seja proposital por parte dos dirigentes russos mas da imaginação dos “entusiastas” mundo afora.
    Sobre o Topol já li até que ele teria veículos de reentrada com propulsão “Scramjet” e podia literalmente voar em hipervelocidade na estratosfera ziguezagueando feito uma andorinnha. Ou seja, ele não seria um verdadeiro míssil balístico e sim um míssil de cruzeiro hipersônico estratosférico (seja lá o que isto quer dizer).
    Quanto ao lançamento de falsas ogivas para saturar as defesas é tecnologia antiga (já usada nos Minuteman I da década de 70) e não creio que seja por isto que o Topol é considerado invulnerável.
    Mesmo porque, quando na reentrada, as falsas ogivas (decoys) são desintegradas pelo atrito e as ogivas verdadeiras são “desmascaradas”.
    Quanto à mobilidade do míssil, aí sim ele se mostra superior aos ICBMs americanos e difícil de ser destruído no caso de um ataque surpresa.
    Os americanos testaram na década de 80 um míssil intercontinental “pequeno” e com grande mobilidade, sendo transportado e lançado de uma carreta especial. Ele pesava no máximo 12 t. (se não me falha a memória) e podia levar 1 ou 2 ogivas (500 Kt.), mais 18 decoys. Era o Midgteman. Mas com o fim da Guerra Fria o projeto não foi adiante.
    Vamos ver como serão os substitutos dos Minutemans e Tridents.
    Um forte abraço.

  89. edilson 19 de setembro de 2008 at 19:56 #

    Caro Bosco obrigado pelas esplicações.
    um grande abraço

  90. edilson 19 de setembro de 2008 at 19:56 #

    Caro Bosco obrigado pelas esplicações.
    um grande abraço

  91. Meirelles 20 de setembro de 2008 at 0:44 #

    O Brasil prescisa de um sistema desses,claro,mas prescisa primeiro de operar sistemas de curto/médio alcançe pra depois pensar em S-300/400.
    Sistemas Tor\Buk M1-2 cairia como uma luva pra nós.Para complementar os mísseis,armamentos de tubos também são indispensáveis como o moderno sistema Skyshield 35 guiado por radar/sensor laser/IR isso não seria um problema dado que o EB utiliza um sistema mais antigo da mesma marca o Oerlikon GDF-001.
    Opções é que não falta,o que falta é verba e disposição política.

    Também tenho umas idéias mirabolantes sobre um astros II antiaéreo:se conseguíssemos fazer com o que o foguete do SS-80 se guiasse até a alguns metros do alvo aéreo com espoleta de proximidade explodiria saturando a àrea em volta do alvo(imagine do tamanho de um campo de futebol) não sobraria nada.teríamos um sistema simples e eficiente.

    Sds.

  92. Meirelles 20 de setembro de 2008 at 0:44 #

    O Brasil prescisa de um sistema desses,claro,mas prescisa primeiro de operar sistemas de curto/médio alcançe pra depois pensar em S-300/400.
    Sistemas Tor\Buk M1-2 cairia como uma luva pra nós.Para complementar os mísseis,armamentos de tubos também são indispensáveis como o moderno sistema Skyshield 35 guiado por radar/sensor laser/IR isso não seria um problema dado que o EB utiliza um sistema mais antigo da mesma marca o Oerlikon GDF-001.
    Opções é que não falta,o que falta é verba e disposição política.

    Também tenho umas idéias mirabolantes sobre um astros II antiaéreo:se conseguíssemos fazer com o que o foguete do SS-80 se guiasse até a alguns metros do alvo aéreo com espoleta de proximidade explodiria saturando a àrea em volta do alvo(imagine do tamanho de um campo de futebol) não sobraria nada.teríamos um sistema simples e eficiente.

    Sds.

  93. Yuri 22 de setembro de 2008 at 15:53 #

    humm?
    eu acho que a melhor comparação seria com o Nike-Hercules lol.

    o patriot tem de fato uma leve vantagem que é a mobilidade da base, eu encaixaria o a Família GadFly comparando com o Patriot, creio que o S-300 tenha um melhor desempenho interceptando MIRVs do que Aviões de comabte normais.

  94. Yuri 22 de setembro de 2008 at 15:53 #

    humm?
    eu acho que a melhor comparação seria com o Nike-Hercules lol.

    o patriot tem de fato uma leve vantagem que é a mobilidade da base, eu encaixaria o a Família GadFly comparando com o Patriot, creio que o S-300 tenha um melhor desempenho interceptando MIRVs do que Aviões de comabte normais.

  95. evandro 20 de abril de 2009 at 21:32 #

    POXA!!! O BRASIL TINHA QUE COMPRAR UMAS 30 BATERIAS DESTES MÍSSEIS. SE ATÉ AGORA ISRAEL NÃO ATACOU O REATOR IRANIANO É POR CAUSA DOS TOR-1. E AGORA COM OS S300 AS COISA PIORARAM PARA ISRAEL. NENHUMA FORÇA AÉREA VAI VOAR TRANQUILA COM UM SISTEMA DESTES EMBAIXO DE SUAS AÉRONAVES, SEJA QUAL FOR A AÉRONAVE!!

  96. evandro 20 de abril de 2009 at 21:32 #

    POXA!!! O BRASIL TINHA QUE COMPRAR UMAS 30 BATERIAS DESTES MÍSSEIS. SE ATÉ AGORA ISRAEL NÃO ATACOU O REATOR IRANIANO É POR CAUSA DOS TOR-1. E AGORA COM OS S300 AS COISA PIORARAM PARA ISRAEL. NENHUMA FORÇA AÉREA VAI VOAR TRANQUILA COM UM SISTEMA DESTES EMBAIXO DE SUAS AÉRONAVES, SEJA QUAL FOR A AÉRONAVE!!

  97. Bosco 2 de maio de 2009 at 12:54 #

    Um alcance extremamente grande de mísseis esbarra no horizonte radar determinado pela curvatura da terra. O diferencial favorável em relação aos sistemas de defesa de área naval é a possibilidade do radar ser instalado em um ponto alto em relação ao horizonte geográfico. Mas um ponto negativo é a topografia, que aumenta as zonas de sombra da cobertura radar permitindo penetração contornando o terreno à baixa altitude.
    Como na média o horizonte radar se situa numa distância de 40 km, seria mandatário para uma cobertura eficiente que houvesse um sistema de radar a cada 80 km. Na prática o alcance de nenhum sistema precisaria ser superior a 50km.
    Em sistemas de grande alcance, tanto terrestres quanto navais, o alcance a mais serve única e exclusivamente como negação de área impedindo o livro uso do espaço aéreo por parte do oponente, mas com pouco implicação tática objetiva. Isso é válido para o último cinturão de defesa posicionado próximo à fronteira/linha de frente, supondo que no interior do território inimigo o sistema estaria dando cobertura de zona, o que seria muito difícil (pra não dizer impossíve) proporcionar uma cobertura completa em um país de tamanho continental como o Brasil, Rússis, China, etc.
    Num sistema integrado de defesa aérea as zonas de sombra e níveis extremamente baixos (onde os mísseis de grande altitude têm sua performance degradada) teriam que ser cobertas por sistemas anti-aéreos adicionais como mísseis de baixa altitude ou canhões.
    O peso muito grande dos mísseis de grande altitude e alcance limitam mais ainda sua utilização tática e só compensa no caso de poderem ser usados como mísseis anti-balísticos táticos, onde o alcance além do horizonte, mas em altitudes elevados, faria a diferença.

  98. Bosco 2 de maio de 2009 at 12:54 #

    Um alcance extremamente grande de mísseis esbarra no horizonte radar determinado pela curvatura da terra. O diferencial favorável em relação aos sistemas de defesa de área naval é a possibilidade do radar ser instalado em um ponto alto em relação ao horizonte geográfico. Mas um ponto negativo é a topografia, que aumenta as zonas de sombra da cobertura radar permitindo penetração contornando o terreno à baixa altitude.
    Como na média o horizonte radar se situa numa distância de 40 km, seria mandatário para uma cobertura eficiente que houvesse um sistema de radar a cada 80 km. Na prática o alcance de nenhum sistema precisaria ser superior a 50km.
    Em sistemas de grande alcance, tanto terrestres quanto navais, o alcance a mais serve única e exclusivamente como negação de área impedindo o livro uso do espaço aéreo por parte do oponente, mas com pouco implicação tática objetiva. Isso é válido para o último cinturão de defesa posicionado próximo à fronteira/linha de frente, supondo que no interior do território inimigo o sistema estaria dando cobertura de zona, o que seria muito difícil (pra não dizer impossíve) proporcionar uma cobertura completa em um país de tamanho continental como o Brasil, Rússis, China, etc.
    Num sistema integrado de defesa aérea as zonas de sombra e níveis extremamente baixos (onde os mísseis de grande altitude têm sua performance degradada) teriam que ser cobertas por sistemas anti-aéreos adicionais como mísseis de baixa altitude ou canhões.
    O peso muito grande dos mísseis de grande altitude e alcance limitam mais ainda sua utilização tática e só compensa no caso de poderem ser usados como mísseis anti-balísticos táticos, onde o alcance além do horizonte, mas em altitudes elevados, faria a diferença.

  99. Bosco 2 de maio de 2009 at 13:06 #

    A utilização de vetores stealths por parte do inimigo força uma maior densidade dos sistemas de defesa aérea já que os mesmos são detectados a distância menores que a do horizonte radar, o que aumenta a complexidade da rede, o custo, a logística, etc.
    Na prática a aproximação entre os radares deveria ser reduzida para algo em torno de 40 km ao invés dos 80/100 km do horizonte radar de dois sistemas combinados.

  100. Bosco 2 de maio de 2009 at 13:06 #

    A utilização de vetores stealths por parte do inimigo força uma maior densidade dos sistemas de defesa aérea já que os mesmos são detectados a distância menores que a do horizonte radar, o que aumenta a complexidade da rede, o custo, a logística, etc.
    Na prática a aproximação entre os radares deveria ser reduzida para algo em torno de 40 km ao invés dos 80/100 km do horizonte radar de dois sistemas combinados.

  101. Renato 2 de setembro de 2009 at 21:43 #

    É nobre Bosco, estava agora há pouco na net e vi esse gostoso debate. Muito interessante. Vc manja do assunto. Agora vou te dar uma dica. Os mísseis russos s-300/400 ainda náo foram testados em combate real e os países que utilizaram misseis russos sempre perderam suas guerras contra o ocidente. Nao é só ter misseis de longo alcance né? Israel está querendo os avióes f-35 e f-22 pois sabe que eles podem burlar os mísseis dos iranianos. Continuem debatendo. Está de alto nível. Um abraço.

  102. Brasileiro 11 de agosto de 2010 at 15:41 #

    Renato :
    se os S-300-400 não são eficientes, porque os E.U. pressionam para que não sejam entregues ao Irã?

  103. wister 22 de setembro de 2010 at 21:40 #

    Como já foi dito pouco se sabe verdadeiramente sobre o que USA e Russia vão inventando, não se esqueçam ninguem conhecia o f-117 ou o B-2, só foram descobertos muitos anos depois de já estarem ao serviço, cada B-2 custa 1 bilhão, cada meus senhores, este avião nunca foi detectado ou abatido, e já realizou muita missão. A rússia pode ser a melhor em anti-aérea, concordo, mas a melhor força aéria é americana, de longe, eles têm mais de 5000 caças de combate operacionais, já quase não existem os quase obsoletos f-16, são quase todos f-18 hornet, a-10 thunderbolt(que na verdade não é bem 1 caça, é sim 1 avião de combate de baixa altitude, versões modernas dos stukas alemães) e claro os f-22 e daqui a nada os f-35. Tal como na 2ºguerra eles perceberam que tal como os navios de guerra ficaram obsoletos com a introdução de porta-aviões(dos quais os USA têm 11, todos super, com mais de 85t) também os sistemas anti-aereos vão acabar obsoleto com toda a nova tecnologia que vai aparecendo.

    Quem tem de se preocupar com 1 sistema anti aereo se os nossos avioes conseguem atacar a uma distancia maior do que a que eles nos detectam. Pensem é em primeiro dotar as tropas terrestres de meios e não logo antiaereas, pensem em armas para infantaria, APC para transporte, Main batle tank que possa efectivamente competir com o Abrahams ou o chalenger II, e depois sim se preocupem com as antiaereas pois é mais barato do que aviões de certeza.

  104. Wagner 15 de março de 2011 at 13:56 #

    Cheguei meio tarde

    Mas meus parabéns Bosco, !

    Tá tão bom que eu vou imprimir em casa para entender sua aula !!

    Eu tava procurando tudo isso em portuga, agora achei !

    Obrigado ( póstumo…)

Trackbacks/Pingbacks

  1. F-35: stealth, mas nem tanto - 9 de janeiro de 2009

    […] não-stealth, para sobreviver aos modernos Sistemas Integrados de Defesa Aérea (IADS), com o russo S-300. Para acessar o estudo do Air Power Australia, clique […]

  2. F-35: stealth, mas nem tanto - 9 de janeiro de 2009

    […] não-stealth, para sobreviver aos modernos Sistemas Integrados de Defesa Aérea (IADS), com o russo S-300. Para acessar o estudo do Air Power Australia, clique […]

Leave a Reply

You must be logged in to post a comment.

Azul Linhas Aéreas anuncia aquisição de Airbus A320neo

São Paulo, 28 de novembro de 2014 – A Azul Linhas Aéreas Brasileiras terá um novo modelo de aeronave em […]

Falando na base chilena na Antártida onde o C-130 da FAB se acidentou…

… algumas fotos mostrando o local um dia antes do acidente, quando houve a troca de comando na Base Aérea […]

Trailer de Star Wars: Episódio VII

Saiu hoje o primeiro trailer de “Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força” que está sendo dirigido por […]

Comandante da USAF na Europa visita ala de Gripen na Suécia

Visita do general Frank Gorenc, que deseja expandir exercícios entre as forças, incluiu ‘voo’ no simulador do caça JAS 39 […]

Baixe 7 edições da revista Forças de Defesa e doe quanto quiser

Agora você poderá baixar para o seu computador, tablet ou smartphone as melhores reportagens da nossa revista impressa Forças de […]

Salada russa? Índia nega que cancelaria Rafale por França não entregar Mistral à Rússia…

Sim, o título é confuso, mas a notícia também é. Segundo reportagem publicada nesta quinta-feira (27-11) no site Sputnik International […]