segunda-feira, setembro 27, 2021

Gripen para o Brasil

Ministério da Defesa cria grupo de trabalho do Projeto TH-X para aquisição de helicóptero de instrução básica das Forças Armadas

Destaques

Redação Forças de Defesa
redacao@fordefesa.com.br

PORTARIA GM-MD Nº 2.775, DE 1º DE JULHO DE 2021

Institui grupo de trabalho para a continuidade do Projeto TH-X, do Ministério da Defesa, que trata da aquisição de aeronaves de asas rotativas (GTC TH-X).

O MINISTRO DE ESTADO DA DEFESA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso I, da Constituição, tendo em vista o disposto na Resolução nº 5/CONSUG/MD, de 9 de setembro de 2020, e considerando o que consta do Processo Administrativo nº 67050.033903/2019-71, resolve:

Art. 1º Fica instituído grupo de trabalho com a finalidade de dar prosseguimento ao Projeto TH-X, que trata da aquisição de aeronaves de asas rotativas (GTC TH-X), observadas as seguintes premissas:

I – a política governamental de incentivo à indústria de defesa, com enfoque nos requisitos de transferência de tecnologia, conforme disposto na Portaria Normativa nº 61/GM-MD, de 22 de outubro de 2018;

II – o preparo das Forças Armadas orientado, dentre outros parâmetros básicos, pela procura da autonomia nacional crescente, mediante contínua nacionalização de seus meios, nela incluídas pesquisa, desenvolvimento e fortalecimento da indústria nacional; e

III – as orientações estabelecidas para as ações estratégicas constantes da Política Nacional de Indústria de Defesa (PNID), aprovada pela Portaria Normativa nº 899/MD, de 19 de julho de 2005, para a priorização da preservação da base industrial existente.

Art. 2º O GTC TH-X tem as seguintes atribuições:

I – realizar estudos de viabilidade e definição, dentre outros procedimentos, daqueles necessários à aquisição da plataforma de asas rotativas que melhor atenda aos Requisitos Operacionais Conjuntos para Helicópteros de Instrução Básica das Forças Armadas – ROC nº 53/2019, aprovados pela Portaria Normativa nº 96/GM-MD, de 11 de novembro de 2019; e

II – identificar e propor medidas de fomento para a ampliação da capacidade da indústria nacional para garantir a sua autonomia no fornecimento de produtos às Forças Armadas, em relação às necessidades decorrentes da operação de helicópteros leves para instrução básica.

Art. 3º O GTC TH-X terá no máximo sete membros, sendo composto por representantes do Comando da Marinha e do Comando da Aeronáutica, conforme as competências e a quantidade necessárias à realização do trabalho proposto.

§ 1º Cada membro do GTC TH-X terá um suplente, que o substituirá em suas ausências e seus impedimentos.

§ 2º Os membros do GTC TH-X e seus respectivos suplentes serão indicados pelos Órgãos de Direção Geral dos respectivos Comandos de Força e designados por ato do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, que também estabelecerá o quórum de reunião e de votação.

§ 3º As indicações de que trata o § 2º deverão ser efetuadas ao Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas em até quinze dias após a entrada em vigor desta Portaria.

Art. 4º O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial do Comando da Aeronáutica, por intermédio da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC), será responsável pela coordenação do GTC TH-X, cabendo-lhe definir a estrutura organizacional que melhor atenda à consecução dos objetivos desta Portaria.

§ 1º Para a finalidade do GTC TH-X, em articulação com seu Coordenador, fica atribuído ao Comando da Aeronáutica a interação, na sua esfera de atribuição, com as instituições públicas e privadas envolvidas nessa iniciativa.

§ 2º Os estudos e a formulação de propostas referentes à transferência de tecnologia e ampliação da capacidade industrial, bem como aos aspectos econômico-financeiros da iniciativa, serão realizados pelos representantes do Comando da Aeronáutica.

Art. 5º Cada uma das Forças Singulares proverá o apoio administrativo necessário à participação de seus representantes no GTC TH-X.

Art. 6º O GTC TH-X se reunirá sempre que convocado pelo seu Coordenador.

Parágrafo único. Os integrantes do GTC TH-X de fora da guarnição de Brasília-DF, a critério de seu Coordenador, participarão das reuniões por videoconferência.

Art. 7º Os trabalhos do GTC TH-X deverão ser concluídos no prazo de até um ano, contado a partir da publicação da designação de seus membros, podendo ser renovado a pedido do Comando da Aeronáutica.

Art. 8º As atividades do GTC TH-X observarão as normas referentes à preservação do sigilo de dados sensíveis, sob orientação do Coordenador do Grupo e em articulação com as autoridades competentes do Ministério da Defesa e dos Comandos das Forças Singulares envolvidas.

Art. 9º A participação no GTC TH-X não ensejará qualquer remuneração para os seus membros ou convidados e os trabalhos nele desenvolvidos serão considerados prestação de relevante serviço público.

Art. 10. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

WALTER SOUZA BRAGA NETTO

FONTE: Diário Oficial da União

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Barak MX para o Brasil

Quanto grupo de trabalho hein.

Allan Lemos

É a melhor forma de fingirem que estão fazendo alguma coisa.

Joao Moita Jr

Foi exatamente o que pensei quando li isso. Grupo de estudo?? Para um helo básico de instrução?? Ainda mais para um país que já tem larga estória de montar??
É óbvio o que vai acontecer, daqui a pouco veremos comitivas de dúzias de oficiais e técnicos de alta patente viajando aqui para os Estados Unidos, França, Alemanha, Itália, claro, cheios de mordomias e com tudo pago, enquanto a população, como tive a vergonha de ler aqui nos States, faz fila para doações de ossos para sopa.
Nada mais me surpreende no Brasil…

Marcelo Andrade

Nossa, tipo de comentário de quem entende pra caramba!!!

Karkarah

Acredito que o grupo tenha a função de analisar qual opção atende às três forças em simultâneo. Algo que pode parecer simples mas cada um tem sua necessidade específica e uma escolha mal feita pode trazer muita dor de cabeça.

Bille

Buenas.
1- A lei obriga a ter, por mais que o pessoal aqui não goste. Sem esse passo, não tem compra.
2- O EB não vai entrar nesse bolo. Tá na portaria.
3- É muito GT mesmo, mas pra fazer a aquisição esse é o rito, e a maior parte das vezes falta grana ou não se chega a um produto adequado (aí os pitaqueiros deveriam participar das discussões pra entender por que as coisas não andaram, mas fato é que a maior parte das vezes é cunho político).

DOUGLAS TARGINO

O objetivo real mesmo é ter mais helicópteros para eles voarem por ai! É tanto trabalho que fico bestas…

Nilo

Uma oportunidade de criar um helis, com maior participação possivel da industria nacional.
AW169 destinado a treinamento básico do exército italiano.

AW169_ExércitoItaliano.jpg
Zeus

Prezado, será bem difícil derrubar o lobby da Airbus com sua filial apertaparafusobrás estabelecendo mais uma vez o conto do vigário de ToT de matriz para filial a peso de ouro!

A não ser que estejam com a idéia de diversificar a malandragem com um fornecedor diferente.

Wellington Góes

Não é difícil não… Depende de quem seria o parceiro nessa empreitada… Se tiver um “lobby” maior, não é nada difícil…

Flanker

Um helicóptero de quase 5 toneladas, bimotor, para treinamento básico? Que Eu saiba, o Exército Italiano adquiriu 15 dessas aeronaves multimissão para operações aéreas especiais, transporte de tropa, EVAM, etc, e não para treinamento. Para isso, precisa ser uma aeronave pequena, de preferência monomotor, leve e de fácil manejo.

Adriano Madureira

Se for para adquirir um helicoptero para treinamento, poderia adquirir os da helibras ou até mesmo o SH09,o mais novo helicoptero da Leonardo, que além de ser um projeto recente, seu preço também é atrativo …
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Ou então o H-135 ou o H-130
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Nilo

Congratulações. O Exercito Italiano introduz os 2 primeiros helis de treinamento de nova geração (designado UH-169B) que permitirá preparar suas tripulações para a futura transição operacional para o seu novo e avançado programa Light Utility Helicopter (LUH) desenvolvido na linha de base do AW169. O programa LUH visa substituir os modelos A109, AB206, AB205, AB212 e AB412.

Last edited 24 dias atrás by Nilo
Flanker

Olá, Nilo. Pois então, esses 2 primeiros exemplares vão fazer o treinamento de conversão das tripulações para o jovo equipamento (que é igual à esses dois primeiros). Treinamento básico é algo bem mais simples, com aeronaves bem menores e mais simples.

Nilo

👍

Wellington Góes

Eu sou um dos entusiastas sobre a possibilidade de se aproveitar alguns produtos da LEONARDO, especialmente em parceria com outra indústria nacional, entretanto, para a função desejada, não faz nenhum sentido se optar pelo AW169, é grande demais ao que se deseja. Poderia até ser o AW109/119, mas acredito que o AW09 seria bem mais adequado ainda…
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQJsSJMAC4OZGIfYxdQ5udSgwtaHbDubdClYQ&usqp=CAU

Nilo

👍

EdcarlosPrudente

O que for redundante nas três forças pode ser unificado, treinamento, manutenção e até RH deveria ser tudo unificado no ministério da defesa, assim, talvez, poderia diminuir os gastos com pessoal.

FabioB

Na tua opinião, como seria estruturada, de onde viriam os instrutores, onde seria sediada a instrução básica unificada?, partindo do pressuposto (acredito que deva saber) que a seleção individual dos pilotos é feita de forma distinta e que a estrutura de instrução básica é diferente em cada Força.

Flight_Falcon

Não é dificil FabioB Se hoje a formação básica de muitos já é realizada pela AFA para militares da Marinha (caça) e depois fazem o curso em Natal, seguir modelo semelhante para Asa Rotativas, cada uma faz sua seleção, o curso básico é feito em Natal e o especializado dentro de cada unidade dentro da Ascenção Profissional do Oficial Av. A MB e o EB, dentro de suas finanças “compraria” as horas de voo da FAB nesse adestramento e formação, desonerando suas unidades de formação, que poderia redistribuir suas aeronaves, ou mesmo enxugar a estrutura. Claro que tudo isso é… Read more »

Roberto Bozzo

Seria uma boa oportunidade para desenvolver, junto a uma empresa estrangeira, uma versão nacional de um helicóptero leve; como fez a Coreia do Sul com o Surion. Abastece as 3 forças, PF, polícias civis e militares.

Só estranhei o EB não fazer parte deste grupo tarefa…. alguém sabe o motivo ?

Johan

Os Heli do EB terão a vida útil de 15 anos após a modernização que está em vias de ser concluída. Com isso, o EB é a força que tem mais fôlego, mas também deverá ser padronizado. Acredito que a MB é a que tem mais urgência.

Bueno

Chute meu, para não ter redundância já que terá no GTC TH-X  o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Gen. de Exército Laerte de Souza foi comandante do 3.º Batalhão de Aviação do Exército, Centro de Instrução de Aviação do Exército e Comando de Aviação do Exército.

Last edited 25 dias atrás by Bueno
FabioB

Roberto, particularmente acho que o desenvolvimento nacional de um helicóptero leve se tornaria inviável, pela quantidade de recursos envolvidas e pelas poucas unidades inicialmente compradas. Sem falar que é um mercado muito competitivo.

Acredito sim que na negociação da compra de um produto “de prateleira” empresas interessadas podem participar na nacionalização de alguns itens, bem como na estrutura logística e de manutenção que serão necessárias.

Não creio que no curto prazo existam recursos financeiros disponíveis para o desenvolvimento de algo novo.

Adriano Madureira

Para que desenvolver oque está desenvolvido?! Oque não falta na airbus é helicoptero leve…

Adriano Madureira

Surion é um helicoptero leve?
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Para mim o helicoptero leve da KAI era o LAH,feito em parceria com a airbus e que é um modelo H-155
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Flanker

Acho que o Roberto se referia ao modelo de parceria a ser copiado, e não ao modelo de helicóptero em si.

Zorann

Vão unificar a instrução básica?

Se não forem unificar, tudo isto já começou errado.

FabioB

Na tua opinião, como seria estruturada, de onde viriam os instrutores, onde seria sediada a instrução básica unificada?, partindo do pressuposto (acredito que deva saber) que a seleção individual dos pilotos é feita de forma distinta e que a estrutura de instrução básica é diferente em cada Força.

Gustavo

Segundo o site investesp, em 5/2/21:

https://www.investe.sp.gov.br/noticia/sao-paulo-tem-a-maior-frota-de-helicopteros-do-mundo/

A maior frota de helicópteros do mundo: SP

a quarta: RJ, a sexta: BH.

Questão para debate: porque o Brasil não possui um fabricante nacional, com tecnologia brasileira?

Wellington Góes

Então, vivo dizendo nesses, sítios, fóruns e grupos sobre defesa de quê temos mercado interno para alavancar uma nova indústria de asas rotativas, mas que falta é organização na casa…
Aí aparece os “experts”, claro, com seus interesses de manter o status quo das coisas como estão, dizendo que não é possível… Não falta mercado, nem condições técnicas e industriais no país, falta é organização e foco nos objetivos.
Até mais!!!

Gustavo

Concordo. Chamaria isso de preguiça das autoridades mesmo. Iniciativa meramente do mercado é para outros contextos mais amplos.
A FAB poderia encampar um estudo técnico, junto com a iniciativa privada. Corpo técnico há, empresas também. Enquanto isso: Turquia, Coréia do Sul, daqui a pouco Indonésia vão rapidamente cristalizando seus projetos.

Marcos Cooper

Porquê somos brasileiros! Somos burros,corruptos e desmotivados!
Pense em quantos projetos militares do brasil foram iniciados e não finalizados.

Bille

Por que não tem empresa interessada em receber a tecnologia, tendo em vista que ninguém vai investir essa grana toda sem uma garantia de compra. Alguém acha que um empresário vai trocar uma aeronave recém projetada, operada por ninguém, contra qualquer outra com largo histórico internacional? Até pode, mas na pratica as vendas seriam piada. Aí o setor público, pra fomentar a indústria, teria que aportar uma grana preta pra comprar. Fazer linha de credito, financiamento internacional, etc, e comprar. Aí faz um contrato pra 30, e na 10a descobrem um erro crítico de projeto, que tem que parar a… Read more »

Rafael

Vou tentar contribuir para o “debate”. Mais da metade do país não tem saneamento básico, faz cocô no mato. Os índices de evasão escolar são altíssimos e crescentes. Quase 40 milhões de analfabetos funcionais no país. A produção científica/acadêmica chafurda em proselitismo político, refém de seitas partidárias e seus sindicatos. A formação de engenheiros até tem alguma quantidade, mas a inserção no mercado não está positiva, o que se leva a discutir até a qualidade desta formação. O país é fechado. Nossa legislação trata estrangeiro como criminoso, terrorista, doente ou vagabundo até que prove o contrário. Não conseguimos atrair pesquisadores… Read more »

Allan Lemos

E o grupo de trabalho para aquisição da defesa antiaérea?

E o grupo de trabalho para aquisição de helicóptero de ataque?

Os caras começam um projeto sem nem ao menos terem concluído o anterior e no final nenhum deles sai do papel.

A ainda tem um pessoal por aqui que fica ofendidinho quando alguém critica as forças armadas e acha que a culpa é só dos políticos.

Claudio Moraes

Allan Lemos a desculpa é sempre a falta de verba, que é sempre destinada a pagar despesas obrigatórias com pessoal. O problema está no gerenciamento dos recursos e na estrutura, como de sempre.

Allan Lemos

Exato. Há pessoas que ganham pouco e vive bem e pessoas que ganham bem e só vivem na m****. Então esse papo de “falta de verba” é conversinha mole para enganar os trouxas.

Frederick

Não é óbice algum iniciar um GT enquanto outros estejam em andamento. Honestamente, desconheço quais e em que passo estão os GTs na Defesa. Até porque, imagino, sejam grupos de assunto sensível. Aliás, o GT é muito bem vindo em qualquer esfera do serviço público – e privado, diga-se – por ser ferramenta ideal para clarear os critérios de aquisição tão significativa quanto essa. O que alguns tentam realizar por aqui é responder, a quem eventualmente não conhece, alguns fluxos e procedimentos que são necessários, obrigatórios e, por vezes, simplesmente técnicos. E tentar esclarecer, imagino, que não existe solução simples… Read more »

Wellington Góes

Agora sim estão fazendo algo que pode produzir bons resultados no processo de integração e padronização de meios (quando possível e necessário), além de condições que podem gerar escala e novas oportunidades tecno-industriais…
Isso sim merece reconhecimento e aplausos (apesar de tardio é verdade, mas já dizia o ditado, antes tarde do que nunca).

Ah tá, achei estranho não ter a participação de membros do EB nesse grupo…

Até mais!!!

Clésio Luiz

O nível dos comentários acima mostra como a coisa está abismal por estas bandas. É como se reclamar tivesse virado esporte. Reclama-se mesmo sem ter do que reclamar.

Praticamente não existe mais comentário construtivo. E os poucos que o fazem vão sendo negativados pela patotinha da reclamação.

Por essas e outras que estou deixando de frequentar essas bandas e procurando ler mais sites estrangeiros. Alguns ainda tem gente procurando ser produtiva nos comentários.

FabioB

Parabéns pela lucidez. Sou leitor do Blog de longa data e não lembro de um nível de comentários tão fracos de conhecimento e argumentos, como nesse ano. Para opinar é necessário o mínimo de conhecimento e argumentos. Já para criticar basta escrever qualquer bobagem sem pé nem cabeça. Nesse caso em particular o MD está fazendo exatamente o que deve ser feito. Infelizmente o partidarismo nos comentários, que antes se concentrava só lá no Forte, migrou para os outros Blogs e tudo se resume a “conversa de bar”, com opiniões e informações “sem pé nem cabeça”. A solução, como bem… Read more »

Maurício.

FabioB, eu acho que o pessoal critica porque a maioria já sabe como as coisas funcionam no Brasil, hoje em dia a maioria das pessoas tem informações na palma da mão.
Quem critica, é porque sabe que no final de toda essa lenga-lenga cheia de gente, vai dar como vencedor um helicóptero da eurocopter, tipo um EC135 da vida.
Veja, eu coloquei um link num outro comentário meu mostrando esse interesse por um novo helicóptero de quase 10 anos atrás, que no final de tudo, acabou não dando em nada.

Marcos Cooper

Por isso que digo: somos burros! A unica coisa que se faz bem nesse país é reclamar. Enquanto isso opurtunidades são perdidas e vamos ficando para trás.

Rinaldo Nery

Você é um dos que mais reclama por aqui….

Kornet

Verdade Clésio,o nível aqui tá baixíssimo.
A impressão a qual temos é que um grupo de aborrecentes veio opinar e os outros são adePTos ideológicos.
Estou vendo miita gente quevtinha conhecimento técnico sumir daqui.
Acho que vou imitar vcs.

Snake

Excelente comentário meu amigo, vc resumiu tudo

Jefferson Henrique

Acho que leram meus vários comentários sobre esse tema, hahaha. Se tivermos um helicóptero de instrução comum entre as 3 Forças e criarmos uma escola conjunta, podemos padronizar a instrução, elevando a qualidade e o nível operacional, unificar a manutenção aumentando a disponibilidade e otimizando recursos. A instrução da FAB hoje é no Esquilo, do EB no Esquilo e da Marinha no JetRanger. Os Esquilos do EB foram modernizados, mas os da FAB não e nem os JetRanger. Eu acredito que a melhor escolha seria o H145 que a MB inclusive já opera. A Helibras é quem pode fornecer os… Read more »

Camargoer

Olá Jef. Acho que muitos colegas vem insistindo neste ponto. As forças armadas brasileiras precisam otimizar as suas ações e um dos caminhos é por meio da padronização dos meios e unificação da formação básica. FIco feliz que o MinDef esteja apoiando esta iniciativa. Posso ter entendido errado, mas o EB ficou de fora?

FabioB

O Ministério da Defesa fazendo o que deve ser feito.

Excelente a iniciativa.

A médio/longo prazo, toda logística e manutenção será beneficiada, inclusive, provavelmente, com a redução de custos.

Existem boas opções no mercado para os futuros helicópteros leves para instrução básica, das Forças Armadas.

Camargoer

Caro Fabio. Há anos critico o MinDef pela incapacidade de coordenar os esforços das três forças. Uma das áreas que podem (e devem ser unificados e uniformizados) é a instrução básica. Esta iniciativa do MinDef é correta e deve ser elogiada. Espero que além da aquisição de um único modelo para a instrução básica, o MinDef também unifique o treinamento em uma única escola. Torço também para que o MinDef avance neste processo de unificação e uniformização.

Maurício.
FabioB

A dificuldade do brasileiro de ler e interpretar é algo que assusta.

Em 2012: “Requisitos Operacionais Conjuntos (ROC) para que as Forças Armadas possuam um único modelo de helicóptero de instrução básica (nº 03/2012)”

Por acaso, foi adquirido um modelo “novo” por alguma Força, para a instrução básica?

Em 2021: “Institui grupo de trabalho para a continuidade do Projeto TH-X, do Ministério da Defesa, que trata da aquisição de aeronaves de asas rotativas (GTC TH-X)”.

Não é tão difícil entender.

Maurício.

FabioB, o objetivo é praticamente o mesmo, um novo helicóptero de Instrução básica para as Forças Armadas, que como eu já te expliquei, provavelmente vai vencer algum helicóptero da eurocopter, tipo um EC-135, é fácil de entender e nem precisa de todo esse pessoal que o texto menciona.

FabioB

Desculpa meu amigo, mas são objetivos distintos.

É como se nós dois juntos tivéssemos nos reunidos, no passado, para decidir quais as características que queremos para um celular, já que queremos comprar o mesmo.

E agora realizar nova reunião para decidir qual modelo de celular vamos comprar.

Frederick

Dureza, não é mesmo?

EduardoSP

Quando forem comprar terão de tomar cuidado pois as necessidades operacionais poderão ter mudado depois de 20 anos.
Tudo lento, devagar, em velocidade de cágados…

Rodrigo M Ferreira

Não tem muito o q escolher é só ver quem vai dar o maior offset

A AW com o Koala ou a Helibras com aquele substituto do Esquilo que eu nunca lembro o nome.

Flanker

Eu também acho isso, Rodrigo. Tenho opiniões bem críticas à Helibras, principalmente ao negócio dos H225M. Entretanto, no caso desse projeto de helicóptero de treinamento, é tendo em conta a larga experiência das 3 Forças como o modelo, acredito que o H125 (designação atual do Esquilo/Ecureuil) seria a melhor escolha. Entretanto, o Koala da Leonardo tb é uma aeronave ótima. Vamos ver as voltas que esse programa ainda vai dar.

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