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Jatos Leonardo M-345 e M-346 para a FAB?

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M-346

Matéria da Folhapress publicada no dia 11 de outubro de 2020 trata do lobby que está sendo feito pelas empresas de Defesa de olho na expansão dos investimentos no setor dos atuais 1,4% (hoje, R$ 109 bilhões) para 2% do PIB (Produto Interno Bruto) em longo prazo.

Com contratos na mira, representantes de empresários e de países interessados em fazer negócios batem à porta da Seprod (Secretaria de Produtos de Defesa) do ministério, que funciona como um abre-alas para essas tratativas.

Segundo a matéria, representantes da companhia italiana Leonardo International têm participado de reuniões para tentar vender seus produtos ao Exército e à Força Aérea Brasileira.

Um dos principais objetivos das reuniões é convencer o governo a comprar da Leonardo jatos M-345 e M-346.

Os aviões serviriam para treinamento de pilotos e para combate, pois estão num estágio tecnológico intermediário entre os Super Tucanos, usados hoje pelo Brasil, e os Gripen, comprados da sueca Saab.

M-345
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LEONARDO CORREIA BASTOS
LEONARDO CORREIA BASTOS
1 mês atrás

Sonho meu…

Coutinho
Coutinho
Reply to  LEONARDO CORREIA BASTOS
1 mês atrás

Para a FAB seria um pesadelo.

Ronaldo
Ronaldo
Reply to  Coutinho
1 mês atrás

Boa Noite Coutinho, porque seria um pesadelo? Bom,eu sou leigo no assunto mas eu não pensaria e nem veria desta forma,seria um pesadelo a FAB continuar a usar os tucanos como treinadores,sei que vão ser modernizados,mas ao meu ponto de vista,o dinheiro que será aplicado para modernizar uma aeronave que já deu tudo o que tinha que dar é jogar dinheiro fora,ao invés de moderniza-los, porque não investir em treinadores avançados que é que se requer de agora pra frente com o novo avião de combate que conta com uma alta tecnologia avançadissima,não seria nada mal o Brasil investir no… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Ronaldo
Jefferson
Jefferson
Reply to  Coutinho
1 mês atrás

Pra fab pesadelo deve ser ver 81% dos recursos irem para folha de pagamento e privilégios.

Ricardo
Ricardo
1 mês atrás

36 aeronaves treinadoras a jato deve ser a quantidade que no máximo a FAB pode vir a adquirir.
Eu adoraria que a FAB voltasse a ter quantidades expresisvas, como na década de 70 e 80, ela chegou a166 Xavante e 140 Tucanos.
Mas o custo operacional destes aviões oferecidos aliado a entrada dos Grippen e cenário econômico do país,
não permitirá grandes aquisições.

JS666
JS666
Reply to  Ricardo
1 mês atrás

Amigo, 166 Xavantes e 140 tucanos até podiam ser numerosos, mas não colocavam medo em muita gente …

Ersn
Ersn
Reply to  JS666
1 mês atrás

Acho que eram mais para o caso de fazer CAS e situação de COIN.

Fernando
Fernando
Reply to  JS666
1 mês atrás

Naquela época a “ameaça” era a Argentina e a guerrilha rural no Araguaia; e não se esqueça que já tínhamos também os F5 e os Mirage. Então, sim, impúnhamos respeito regional, alás, como sempre, até hoje.

Fernando
Fernando
1 mês atrás

Totalmente desnecessários e fora que qualquer prioridade.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Fernando
1 mês atrás

Olá Fernando. Concordo com você. A prioridade são os Gripens E/F, eventualmente até um segundo lote deles. Até aqui, a FAB fez o treinamento de seus pilotos de caça a partir do A29 com sucesso (segundo colegas da FAB que participam da trilogia); Antes de avaliar a aquisição de um treinador a jato, será preciso avaliar o desempenho do F39 E/F, da transição de pilotos do A29 para o F39 e da qualidade do simulados do F39. É melhor comprar mais um simulador de F39 do que jatos de treinamento.

Henrique
Henrique
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Dai o piloto voaria o A-29 enquanto faz treinos no simulador do Gripen (e mais pra frente voos no Gripen F) pra depois assumir o Gripen E?

Se for de boa assim pra aprender a voar no Gripen vai ser um puta “gol de bicicleta” pra FAB (aushaushaus)

Vitor
Vitor
Reply to  Henrique
1 mês atrás

O F-39 é um Avião com Flybywire com capacidade de Pousar em Pistas pequenas a baixa velocidade. O A-29 supre muito bem e não compromete a qualidade do treinamento como já vimos nos últimos 15 anos desde sua implementação quando varias gerações de pilotos passaram pelo 2/5 e os X/3 (terceiros) Voando o A-29 e chegando aos esquadrões de F-5 e A-1 mantendo o nível elevado. Notícia de Puro Lobby… Estão tentando cavar uma venda e propagar la fora que o Brasil está interessado…

Camargoer
Camargoer
Reply to  Vitor
1 mês atrás

Olá Vitor. Pois é. Lembrando que quando o M2000 operava em Anápolis, seus pilotos também vinham dos “terceiros” sem problema.

Juarez
Juarez
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Errado Camargoer.
Vinham completamente despreparados para voar a Anv instável aerodinamicamente, com reações aos comando completamente distintas, com passa de CH antagônicos, face a presença do motor do ST está a frente e do M 2000 empurrando 15 vezes mais energia.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Não procede. Servi 7 anos lá, e você em Canoas. Nunca houve reclamação do 1°GDA enquanto estive lá. E peguei o Mirage III e o Mirage 2000. Lenda.

Juarez
Juarez
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Que lenda Cel. Quantos trens de pouso de M III quebrados, quantos raízes de asas demolidas por novinhos com 300 horas de ST. Horas preciosas e caras de M 2000 do esquadrão gastas em conversão operacional de um piloto com deficiência de horas de voo. A vá catar coquinho Cel. Chega de tapar o sol com a peneira. “E peguei o Mirage III e o Mirage 2000. Lenda.” É mesmo Cel. e diz para o pessoal aqui que paga a conta que o senhor conviveu a época que a maioria destes jaguares chegou lá com pelo menos umas 500 horas… Read more »

Matheus
Matheus
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Teve até um jovem capitão do GDA, de descendência japonesa que num pouso acabou com a estrutura empenando o Mirage III. Reza a lenda que o avião nunca mais voou.

Last edited 1 mês atrás by Matheus
Flanker
Flanker
Reply to  Matheus
1 mês atrás

Mirage III ou Mirage 2000?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Nunca vi esses trens e raízes de asas quebradas que você afirma. Vou perguntar pro Cmt do ESM, à época, que mora em Vinhedo. É candidato a prefeito.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Aqui não tem coquinho.

Flanker
Flanker
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Juarez, trem de pouso de Mirage III quebrado por piloto treinado em A-29? O A-29 entrou em serviço no Joker em 2004……daí, em 1 ano, a primeira turma formada nele foi para os esquadrões do 3⁰ GAV…..ali ficam mais uns 2 anos no mínimo….isso dá 2006 ou 2007…..e os Mirage III foram desativados em dezembro de 2005. Só se foi trem quebrado de Mirage 2000.

Last edited 1 mês atrás by Flanker
Camargoer
Camargoer
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Caro Juarez. O Cel.Nery fala o contrário. Precisamos de uma terceira opnião.

Juarez
Juarez
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Camargoer, de qualquer um de dentro da FAB atual que fizer parte da “seita” Gripen vai repetir o mantra tantas vezes quanto necessário for, agora o dia que tu tiveres acesso ao relatórios de danos a anvs por pilotos tu vai entender o que eu falo.
Esperar que a “raposa” conte quantas galinhas comeu é tolice Camargoer.

Marco Antônio
Marco Antônio
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Entendo que os primeiros pilotos dos Gripens serão oriundos dos esquadrões de F5 ou A1, então já terão a devida experiência, com o auxílio do simulador e do modelo biplace acredito que terão uma transição mais suave. Futuramente com a introdução e operação do Gripen, será possível avaliar qual o melhor procedimento a ser seguido, que pode ser adquirir um avião intermediário ou aperfeiçoar o sistema hoje praticado. Respeito quem pense diferente, mas é o que penso

Matheus
Matheus
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Conheci alguns pilotos do GDA que não conseguiram concluir o curso do Mirage 2000.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Matheus
1 mês atrás

Diga os nomes. Alguns?

Matheus
Matheus
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Pra que citar nomes? Não preciso expor ninguém aqui. Tem até caçador que não foi promovido a comandante do esquadrao porque foi manicaca e “embasou” o canopi no pouso no Mirage 2000. Isso não é segredo de ninguém.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Matheus
1 mês atrás

Eu estava lá! NINGUÉM foi desligado do GDA no curso do Mirage 2000! Quem embaçou o canopy foi no PRIMEIRO translado da França pro Brasil, no pouso em Dakkar. O oficial não comandou o Esquadrão mas comandou a Base! Não posta inverdades.

Juarez
Juarez
Reply to  Vitor
1 mês atrás

Vou tentar te ajudar a tedar conta das várias afirmativas erradas que escreveu: O fato NG ser fly by ou cordas e roldanas nao muda em nada o problema do hiato na formação e na transição. O ST não em uma Anv formação no DNA, e com o baixo número de horas que os pilotos dos terceiros chegam na primeira linha estão trazendo dois sérios problemas para os esquadrões: 1. Está sugando o já baixo número de horas em conversão operacional, que esta sendo mais trabalhosa e demorada. 2. Consequência do ítem 1. As anvs Fica estão sendo literalmente moídas… Read more »

Affonso Henriques Rodrigues de Sousa
Affonso Henriques Rodrigues de Sousa
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Não existe tenentinho! Existem tenentes da FAB. Expresse- se melhor quando fala da minha Força Aérea.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Não confundir pouca experiência (poucas horas de vôo) com vir do A-29. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

Carlos Eduardo
Carlos Eduardo
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Suéco deve ter QI de gênio então, pois lá e nem Biplace vai ter e eles saem do Saab 105 direto para o Gripen. O Saab 105 pode até ser um jato, mas tá bem defasado com relação ao desempenho em relação ao Gripen. Com relação aos sistemas então… A França já substituiu o Alpha Jet pelo PC-21. Dele vão direto pro Mirage-2000 e Rafale. Claro que existem outros países que usam avião intermediário. Resumindo: não tem receita. Tem gente que pode e tem, tem gente pode e não quer. A gente tem que ser realista e fazer o melhor… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Carlos Eduardo
1 mês atrás

Concordo. Bom comentário. Só repito: opiniões todos podemos ter, mas cuidado ao AFIRMAR coisas que não temos completo domínio. Acho muita coisa, mas não posso afirmar tudo. Nesse caso da transição, NUNCA ouvi, na FAB, alguém falar que a fórmula atual não está dando certo. E pode até ser que, amanhã, a FAB adquira esses aviões. Não sei. Certo ou errado? Também não sei.

JSilva
JSilva
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Uma solução alternativa, se o problema for as poucas horas de voo, seria fazer os pilotos vindos do A-29 servirem em esquadrões de F5 e A-1 antes de chegarem no Gripen.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  JSilva
1 mês atrás

Mais horas de A-29?

JSilva
JSilva
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Sim, ampliando o orçamento dos Terceiros para que os pilotos tivessem mais horas. Minha sugestão foi num contexto de manutenção do status quo, fazendo os pilotos percorrerem um caminho maior para voar o Gripen, desta forma chegariam mais experientes, evitando a série de problemas que Juarez citou. Estava tentando me lembrar de uma matéria antiga, não sei se era sobre o F-22 na USAF ou o F-18 da Força Aérea Canadense, e uma das soluções que eles adotaram para evitar acidentes com uma dessas duas aeronaves, recém implantadas, foi voar com oficiais com muitas horas de voo, em geral capitães… Read more »

Last edited 1 mês atrás by JSilva
Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Fosse verdade a sua tese, depois de mais de uma década de pilotos oriundos do ST arrebentando aeronaves, não existiriam mais A-1 e F-5 biposto. Especialmente de F-5F, sobrecarregados com uma baixa relação de unidades (3) em relação aos monopostos (mais de 40). Houveram incidentes com pilotos novos chegando na primeira linha? Desde quando isso é novidade, na FAB ou em qualquer outra força? A FAB perdeu ~40% da frota de Mirage III em acidentes. Se perderam tantos Mirage e F-5 que a FAB teve que comprar adicionais no final dos anos 1980. Treinamento feito à moda antiga com jato… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Clésio Luiz
Camargoer
Camargoer
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Caro Henrique. Os cadetes aprendem a voar do T25 e depois no T27. Aqueles que vão para a aviação de caça vão para “Joker” e depois para os “terceiros” para pilotar o A29, e então vão para os esquadrões de caça (Canoas, Sta Cruz, Sta Maria, Anápolis e Manaus… acho que são estes). Isso há anos. Porque seria diferente agora com o F39 que tem controles mais amigáveis por flybywire?

Juarez
Juarez
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Porque como já disse antes o fato de ser fly by ou com roldanas e cabos na muda a raiz do problema.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Caro Juarez. Creio não entendi o que seria o problema de raiz que você menciona. Horas de voo insuficientes durante a operação do A29? Problemas relacionados com a diferença de desempenho entre o A29 e os A1M e F5M? (porque ainda não foi experimentada a conversão de um A29 para um F39, então seria importante verificar os erros e acertos dessa conversão do A29 para o F5 e para o A1.

Elias E Vargas
Elias E Vargas
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Comprar da Leonardo jatos M-345 e M-346, quando temos op AMX? Que esteja um tanto ultrapassado, mas a EMBRAER chegou a projetar seu sucessor supersonico. Estou apenas falando deuma atualização de motores, hardware/software compativeis com o do GRIPEN como já esta se fazendo com os TUCANOS, teriamos um aviãp de treinamento com desempenho ligeiramente supersonico usando basicamente mesmo projeto. Temos o ferramental, tecnologia para fazer o número de areonaves “NEW AMX” necessárias paulatinamente.
Essa é minha humilde opinião.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Elias E Vargas
1 mês atrás

Caro Elias. A FAB tem experiência com o treinamento dos pilotos no A29 no Joker e nos “terceiros”. Está funcionando bem há anos. O Gripen ainda terá a vantagem de um simulador muito bom. É uma sistema mais barato e que tem sido capaz de formar pilotos. Os F5M e A1M serão substituídos por Gripen. Treinamento de piloto de Gripen se faz no Gripen. Qualquer outra solução é mais cara ou improvisada.

Juarez
Juarez
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Errado Camargoer, o Gripen e caro demais para formar, no Gripen se deve conversão operacional.

Maurício Veiga
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Na “Mosca” !!!

Ricardo da Silva
Ricardo da Silva
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Um versão “degrada” ou “simplificada” do Gripen não seria uma opção? Sem seus sistemas altamente sofisticados e com motore sem pós-combustão, por exemplo. Não precisaríamos de aviônica “top de linha” nesses vetores.

Juarez
Juarez
Reply to  Ricardo da Silva
1 mês atrás

Não.

Camargoer
Camargoer
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Caro Juarez. Concordo com você que o custo da aeronave e da hora de voo de um Gripen é muito alto para ser usado rotineiramente para a conversão de pilotos. Por isso o uso de simuladores é tão importante. Quando digo que o treinamento de um piloto de Gripen se faz voando um Gripen, estou me referindo ao seu treinamento operacional em ambientes BVR, ataques ar-solo, etc. Um jato de treinamento também tem um desempenho abaixo do Gripen e a conversão do piloto também demandará horas de simulador e vôos com instrutores antes do seu voo solo (espero que não… Read more »

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Pensei que o F-39F, biposto era para isso, conversão operacional.

Elias E Vargas
Elias E Vargas
Reply to  Juarez
1 mês atrás

De qualquer forma não se justifica a compra dos M-345/346, que se utilize os A-29 com as atualizações (que já estão sendo feitas no tucano) como transição, e se faça o treinamento nos Gripen NH “F” (com 2 assenntos). Não dá para desperdiçar dinheiro.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Arriscado demais, ineficiente. Ouvi alguns comentários de relatórios dos últimos acidentes da FAB apontando erros causados por treinamento ineficiente, mesmo nas células atualizadas. O A29 no está sendo tão eficiente em apresentar uma experiência de vôo suficiente para um piloto assumir um caça mais robusto. Isso acontece devido ao fato que mesmo com Fly by wire ainda o piloto necessita entender e sentir como reage a aeronave que ele pilota e como ele deve reagir a determinadas situações. É por esse e por outros motivos que pilotos civis passam por aeronaves apenas ligeiramente menos capazes e por simuladores por um… Read more »

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Italo Souza
1 mês atrás

Que relatórios? De quais acidentes? O CENIPA divulgou pra você?

Camargoer
Camargoer
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Olá Cel.Nery. Pois é.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Se o CENIPA tivesse tantos relatórios assim, seria um caos.

CENIPA se leva apenas relatórios de incidentes com danos difíceis de esconder.

Juarez
Juarez
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Acidentes como o que aconteceu a dois meses em Cumbica aonde um dos “caçadores” formado com suas 300 horas de ST e trocentas de video game jogou um Mike no chão, estourou os dois pneus do trem, quebrou uma das rodas e entortou a biela do trem de pouso.
Por acaso alguém do Cenipa foi lá olhar,ou foram abduzidos por alienígenas????

Camargoer
Camargoer
Reply to  Italo Souza
1 mês atrás

Caro Ìtalo. Quais acidentes você usou como exemplo? Problemas de treinamento em que nível? Combate BVR, pouso e decolagem? Ataque ao solo? Para alguma coisa ter significado estatístico é preciso um conjunto de dezenas eventos. A incerteza estatística de um conjunto de 3 ou 4 eventos é tão grande que nada pode ser concluído.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Em todos os três ramos militares Brasileiros, ocorrem incidentes no divulgados, por no terem causados “maiores” danos or riscos de perda de material humano.

Como erros ocorridos no pouso e decolagem, falhas no equipamento causadas por mal utilização.

Esses erros são considerados desnecessária sua divulgação, mas são alertas para a possibilidade de incidentes maiores.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Italo Souza
1 mês atrás

Amigo, TODO incidente tem que ser investigado!

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Rinaldo Nery
1 mês atrás

Sim, sim.

No país perfeito seria assim, onde vives?

Quem sabes se extender os olhos, vais perceber tais informações.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Italo Souza
1 mês atrás

Eu sempre achei, em minha iguinorância, que um piloto teria x horas de vôo no caça biposto, antes de pilotar um caça sozinho.

Italo Souza
Italo Souza
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

No exatamente segue está linha, no Brasil tá acontecendo o famoso esfriar dos cuidados.

No existe ameaça, porque devem se preocupar tanto com preparo.

Vamos dizer que é uma parte do problema.

Flanker
Flanker
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Mas, é claro que é feito assim. Se chama conversão operacional, onde o piloto “se acostuma ” ao modelo. Isso é feito nos esquadrões….por exemplo, onde opera F-5EM, é feita a conversão ao tipo nos F-5FM…..e por aí vai. O que se discute é o treinamento que é feito no “degrau” inferior….no caso, no 2⁰/5⁰ GAV, que pega os pilotos recém formados na AFA e os “apresenta” à aviação de caça.

Elias E Vargas
Elias E Vargas
Reply to  Italo Souza
1 mês atrás

É exatamente o que me referi em oportunidade anterior, utilizar os A-1M, AMX que foram fabricados pela Embraer, se possível atualizando e compatibilizando com os sistemas do Gripen.
A Embraer chegou a projetar uma aeronave para substituir o AMX com desempenho supersonico e poderia usando seu ferramental fazer uma novs geração de AMXs para esse fim.

Cristiano de Aquino Campos
Cristiano de Aquino Campos
Reply to  Henrique
1 mês atrás

Para pilotar drone, tem drone tripulado ou ele passa de um avião totalmente diferente, passando por um simulador e terminando num drone?

Flanker
Flanker
Reply to  Cristiano de Aquino Campos
1 mês atrás

Drone tripulado é uma coisa conflitante……drones são aeronaves não-tripuladas. O piloto de ARP, como os drones são chamados na FAB, são pilotos oriundos de outros modelos de aeronaves tripuladas.

Ronaldo
Ronaldo
Reply to  Camargoer
1 mês atrás

Boa Tarde Camargoer; Posso discordar de você?
Pois bem,os nossos treinadores atuais são os tucanos T-27 me corrija se eu estiver errado e no meu ponto de vista estes treinadores os tucanos T-27 já estão ultrapassados, estão sendo modernizados na verdade,mas o dinheiro que se está investindo nestas modernizações porque não investir em treinadores mais avançados como o M-346 ou o M-345 a FAB merece o melhor o Brasil merece o melhor para a proteção do nosso espaço aéreo e para treinar os nossos pilotos e futuros pilotos de caças,para pilotarem o novíssimos caça Gripen E/F avançadissimo em tecnologia

Zorann
Zorann
Reply to  Fernando
1 mês atrás

Perfeito Fernando. Precisamos de mais Gripens. Esta é/deveria ser a prioridade máxima.

Juarez
Juarez
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Neste momento, a última coisa que a FAB precisa e de mais Anvs que não vai conseguir manter e operar.
Hoje o que mais a FAB precisa e de pessoal treinado, qualificado e bem remunerado para manter operar uma Anv da qual não dominamos absolutamente nada de seus ciclo de manutenção e demandará um bom tempo e muito dinheiro para isto se concretizar.
Dr nada adiante despejar mais 30 ou 50 anvs para virarem enfeite de hangar.
Sem pessoal qualificada vira aeroclube

Astolfo
Astolfo
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Se a FAB adquire M-345 ou 346 novos, eles também não terão seu ciclo de manutenção dominados. Também demandará um bom tempo e dinheiro para isso se concretizar, e eles também serão rainhas de hangar. Não faz nenhum sentido introduzir um LIFT assim para uma força aérea que sofre para adquirir seus 36 gripens.

Juarez
Juarez
Reply to  Astolfo
1 mês atrás

Não estou dizendo que deve comprar um dos dois, apenas que precisamos de leite um lift simples, barato de operar e com escala de produção.
Conhecer um lift e rápido e já sabemos como fazer em função do tempo de operação do Xavante.

kaleu
kaleu
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Buenas Graxeiro !

Qual a diferença de adquirir aeronaves de treinamento, onde o aspirante vai sentar na 1ª nacele e fazer a conversão para jatos e fazer o mesmo no Gripen F ?

Qual a importância e custo X benefício de operar uma aeronave intermediária ?

Tecnologia atual não facilita o voo ? ouvi de pilotos que voaram o Gripen que é muito mais fácil operar essa aeronave e até dificil derruba-la propositalmente comparando com nossos mikes nervosos, confirma ?

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
Reply to  kaleu
1 mês atrás

A questão é o custo.
Quanto custa uma hora de voo no M-345?
Quanto custa uma hora de voo no F-39?
Tem que fazer as contas se essa diferença já não paga a aquisição dos M-345.

kaleu
kaleu
Reply to  Rafael Oliveira
1 mês atrás

Penso que tais recursos devam ser direcionados para aquisição de + F-39, sobretudo pelo fato de incremento a nosso poder aéreo e nossa indústria, essa conta não fecha e não é tão simples assim.

Last edited 1 mês atrás by kaleu
Juarez
Juarez
Reply to  kaleu
1 mês atrás

Resposta as ruas primeiras perguntas:

200 milhões de dólares por célula.
Resposta da terceira pergunta:

Como podem fazer uma afirmativa sobre uma Anv que quase nada se sabe, sem nem ter pelo menos seu IOC iniciado?
Espiritismo, adivinhação, nuances de Mae Dinah….

kaleu
kaleu
Reply to  Juarez
1 mês atrás

 Mae Dinah ? … espera que o Gripen E tenha downgrade de segurança e pilotagem em relação ao G C/D ?

Jodreski
Jodreski
Reply to  Zorann
1 mês atrás

Vale lembrar que pagamos pelo desenvolvimento do Gripen F, este sim será um vetor que somará é muito na formação de pilotos Gripen, então com a chegada dele não vejo necessidade alguma de compra de um treinador para suprir esse hiato de formação. A nossa encomenda para suprir esse hiato já foi feita e ele se chama Gripen F!

Black Typhoon
Black Typhoon
Reply to  Zorann
1 mês atrás

No mundo não existem só os “Gripen” e não é obrigatório comprar só da SAAB Aerospace

Tomcat4,2
Tomcat4,2
Reply to  Fernando
1 mês atrás

Realmente é desnecessário uma aquisição desta, se for o caso, que se deixe alguns F-5 M para amaciar os pilotos novos antes de colocarem as mãos no Gripen E (além do simulador do mesmo é claro).

Juarez
Juarez
Reply to  Tomcat4,2
1 mês atrás

O F 5 Fox não e uma Anv para fazer transição operacional pelo seu perfil de vôo.

kaleu
kaleu
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Por curiosidade graxeiro, acha que deveríamos adquirir treinadores como o citado acima ?

Black Typhoon
Black Typhoon
Reply to  Fernando
1 mês atrás

Discordo totalmente pois é desde a aposentadoria dos bons velhos “Xavante” que a FAB não tem nenhum treinador intermediário e avançado. O M-346 “Master” tem várias versões (a de treinamento avançado, de ataque leve, etc.) e a versão pura de ataque (o M-346/FA). O M-345 é treinador intermediário e bom pra quem vem das linhas dos “Super Tucano”. Sem falar que os primeiros “Gripen” operacionais só virão em 2022, portanto, até lá, a FAB terá de continuar a virar-se com os F-5EM/FM e com os AMX/AMX-T (incluindo os que virão da Força Aerea Italiana). O Brasil precisaria de, pelo menos,… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Black Typhoon
Diego Tarses Cardoso
Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

Acho que a Fab deveria se concentrar em adquirir mais Gripens, mas eu não sou a Fab.

OSEIAS
OSEIAS
Reply to  Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

Não é a FAB mesmo, mas é o dono dela!

Zorann
Zorann
Reply to  Diego Tarses Cardoso
1 mês atrás

Perfeito Diego! precisamos de mais Gripens.

Jeferson
Jeferson
1 mês atrás

Queimar dinheiro, as forças armadas precisam de equipamentos mais vitais do que treinadores avançados, os super tucanos terão de dar conta do recado para a conversão operacional, que pode ser feita até mesmo nos gripen biplace gradualmente, para a força aérea por exemplo é muito mais importante equipamento de defesa antiaérea de médio e longo alcance, que hoje são meramente de equipamentos de ombro e alguns canhões como os utilizados na WWII, do que treinadores como o M-345 e M-346.

Jef2019
Jef2019
Reply to  Jeferson
1 mês atrás

Perfeito seu comentario meu xará!! Tb acho que NÃO tem que colocar grana em outros jatos para treinamento. Tb ate hj não consigo entender como o pais não possui defesa antiaérea para media e longa altitude. Só ficou na promessa de pantsir e nada…e projetos, projetos e + projetos…

Allan Lemos
Allan Lemos
1 mês atrás

A FAB não precisa de aviões de treinamento,os ST sempre nos serviram bem,sem falar que os simuladores de voo estão cada vez mais realistas. Defendo a aquisição de novas aeronaves,pois acho temerário uma força aérea operar um único vetor,mas que seja uma de 5° geração,acredito que umas 8 unidades do F-35 seriam o ideal,mas sei que a FAB pensa muito pequeno para operar uma aeronave nesse nível.

Mateus Ribeiro Alcantara
Mateus Ribeiro Alcantara
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

F 35 é fora de propósito, aeronave sujeita a todo e qualquer tipo de controle dos EUA, igual os f16 chilenos, perguntem a eles como que é, houve uma época que quando o motor tinha algum problema trocavam tudo, até que com muito custo conseguiram ” a incrÍvel” capacidade de reparo mecanico autorizado pelos EUA. A FAB pensa em um caça de 5 geração nacional baseada no gripen em longo prazo, tá no plano deles, li ontem.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Mateus Ribeiro Alcantara
1 mês atrás

Se o problema for esse,então vamos cancelar os Gripens,já que o motor é americano e várias de suas tecnologias são britânicas.Seu argumento não faz muito sentido.

Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

o impeditivo para o F-35 é, primeiro e mais importante, não temos dinheiro pra isso, nem para compra, nem para manutenção; segundo, não precisamos de F-35 levando em consideração as ameaças que poderíamos enfrentar; e terceiro, nem sabemos se os EUA liberariam a venda pra gente.
Quem fala em F-35 no Brasil tá delirando

Rodrigo M
Rodrigo M
Reply to  Jadson Cabral
1 mês atrás

O problema do Brasil não é falta de dinheiro.
É uma questão politica, de escolha de prioridades, entre outras tantas..
Mas essa é uma discussão inútil, isso já está impregnado no pensamento popular.

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Jadson Cabral
1 mês atrás

Pelo visto você não leu a matéria,há a expectativa que o investimento com as forças armadas vá de 1,4% para 2,0% do PIB,ou seja,o seu argumento de não haver dinheiro não se sustenta. Segundo,você não tem bola de cristal para saber quais ameaças o Brasil poderá enfrentar,temos que estar preparados para todas elas.Além do mais,temos um vizinho que ainda não é hostil,mas é não confiável,e que tem uma excelente defesa aérea,nesse sentido,um caça stealth viria muito a calhar para o Brasil,caso precisemos ter que lidar com as ameaças dos S-300 algum dia.Novamente,o seu argumento não se sustenta. De fato,não sabemos… Read more »

Mateus Ribeiro Alcantara
Mateus Ribeiro Alcantara
Reply to  Allan Lemos
1 mês atrás

Existe a diferença que o contrato com a Saab permite total autonomia da fab para com os gripens, incluso acesso ao código fonte da aeronave para integração de armamento próprio, algo que JAMAIS aconteceria com o F 35, nem com os F5 aconteceu, várias vezes a fab solicitou ajuda dos EUA para integração de armamento e eles sempre negaram, a fab se viu obrigada a descobrir tudo sozinha e isso levou muito tempo e dinheiro. Na guerra da lagosta contra a frança eles exigiram que o Brasil não usasse fragatas construídas por eles contra a França, um aliado OTAN. Por… Read more »

Allan Lemos
Allan Lemos
Reply to  Mateus Ribeiro Alcantara
1 mês atrás

É um preço baixo a se pagar se você quiser operar equipamentos de ponta e não os fabrica por conta própria. Caças de 5° geração já são realidade,a FAB está mais do que atrasada. O problema não é o controle rígido por parte dos EUA,o que é normal,mas sim a falta de ambição dos militares.

Juarez
Juarez
Reply to  Mateus Ribeiro Alcantara
1 mês atrás

Tchê, deixa de falar besteira boca afora.

A FAB sempre teve todo apoio do fabricante do F 5, sempre teve todo acesso aos Tos completos da anv.
O Brasil foi convidado a fazer parte do programa F 35, mas devido ranço ideológico vivido no período das trevas e porque um certo advogado de Santa Maria travestido de Mindef zero uno disse que a anv não interessava, óbvio já tinha certado tudo coma turma de Versalhes.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
Reply to  Juarez
1 mês atrás

“A FAB sempre teve todo apoio do fabricante do F 5”

Não foi o que um oficial da FAB disse, na época da modernização do F-5. Vem a mente o caso do pilones das pontas das asas, que a Northrop se recusou a fornecer os dados para integração de outro míssil que não fosse o Sidewinder.

Frederick
Frederick
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Northrop apoiava a pesquisa brasileira em sobre o F-5?!? O Brasil foi convidado para participar do programa JSF, mas o Nelson Jobim que não deixou?!?

Desce daí, Tchê.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
1 mês atrás

Faço coro aos outro colegas. Prioridade é segundo lote de F-39E/F e armamento para usar neles, de preferência nacional.

Last edited 1 mês atrás by Clésio Luiz
gari
gari
1 mês atrás

Sou contra assim como os colegas. Mais negócio ter mais gripens e esticar os f5 pra treinamento avançado se quiser mesmo um avião pra esse fim. A situação orçamentária exige bom senso.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  gari
1 mês atrás

Para quem está melhor informado que eu. 1º concordo que esses Leonardos, no momento são totalmente desnecessários, há outras prioridades bem mais importantes ( + 36 gripens, melhores sistemas anti-aéreos, … ), 2º fosse o caso de realmente necessidade os F5 mono e os biplace não poderiam ser usados ou convertidos em treinadores intermediários entre os tucanos e os Gripens ou sairia tão caro qto esses Leonardos?

Last edited 1 mês atrás by Alexandre Cardoso
Astolfo
Astolfo
1 mês atrás

Totalmente fora de propósito. A FAB não deve gastar um único centavo com M-346. Os recursos para investimentos em defesa já são limitados, então que sejam 100% dedicados aos Gripen.

Querem treinamento de alto desempenho? Gripen F. Para a FAB, esses M-346 custarão uma fortuna. Não há espaço para esse tipo de aeronaves numa força que opera F-5E há décadas.

Fernando Turatti
Fernando Turatti
Reply to  Astolfo
1 mês atrás

Se acha caro um M-346, espere só pra descobrir o preço de ficar treinando piloto em caça de 1ª linhas… Ou pior, descobrir o preço do erro em um caça de primeira linha.
O brasileiro médio adora achar que só a mãe dele fez filho esperto, assim a gente reinventa a roda e sempre termina metendo os pés pelas mãos. Compare a diferença entre ST-Gripen com a diferença dos treinadores avançados para os caças doutras forças aéreas do planeta.

Wellington Góes
Wellington Góes
1 mês atrás

É por isso que tenho defendido a criação da ADA (Agência de Desenvolvimento e Aquisição), no lugar da SEPROD (Secretaria de Produtos de Defesa), justamente, para evitar que lobistas continuem a atuar dessa forma… A ideia é concentrar o desenvolvimento e aquisição de equipamentos militares numa única estrutura, composta por membros dos três ramos… A vantagem disso é que a discricionalidade de escolher o que bem entender, ou quando bem entender, que cada força tem, desapareceria… Mas o problema é justamente esse, o que não falta são oficiais da reserva, querendo tirar sua fatia nessas vendas…. Esse, também, é um… Read more »

Last edited 1 mês atrás by Wellington Góes
Jadson Cabral
Jadson Cabral
Reply to  Wellington Góes
1 mês atrás

Agência??? Tá achando que o Brasil ainda tem pouca agência??? Pelo amor de deus, tudo que tem “agência” no meio aqui é extremamente burocrático, ineficiente, sinônimo de corrupção e mais um monte de adjetivo desse tipo… quando ouço a palavra “agência brasileira” eu já reviro os olhos e desacredito qualquer coisa que venha a seguir. Não há problema nenhum em fazer lobby. Em países desenvolvidos é assim que a coisa funciona. O problema é que em terras brasilis tudo tem corrupção no meio. Pra que agência? Não é pra isso que serve o Estado Maior Conjunto das Forças Armadas? É… Read more »

Wellington Góes
Wellington Góes
Reply to  Jadson Cabral
1 mês atrás

Só demonstrou que não entendes patavinas de como as coisas funcionam… Estado Maior Conjunto das Forças Armadas não tem nenhuma função neste sentido e nem foi feito para tal… É contra uma agência para centralizar e diminuir o número de estrutura de três pra um, mas é a favor de lobby como existe hoje?! Sou eu quem diz… Pelo Amor de Deus!!!
Depois sou eu quem escreve bobagens…. Rsrsrsrs

Mateus Ribeiro Alcantara
Mateus Ribeiro Alcantara
1 mês atrás

Amx serve perfeitamente para esse estagio intermediário.

Alexandre Cardoso
Alexandre Cardoso
Reply to  Mateus Ribeiro Alcantara
1 mês atrás

Havia esquecido dos AMX.

Juarez
Juarez
Reply to  Alexandre Cardoso
1 mês atrás

Continue esquecendo, pois ele não serve para estsissao.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Mateus Ribeiro Alcantara
1 mês atrás

Concordo com o Sr. Mateus. Infelizmente, levou-se mais de uma década para se modernizar senão me engano 10 , 12 unidades. Não há evolução em projeto algum. já deveríamos ter um AMX 2.0. Nosso dinheiro jogado no bolso de alguém , isso sim. E aposto que não haverá segundo lote de Gripens. 36 gripnes,, Todos os “ovos em uma única cesta. 36 para quando mesmo?

Juarez
Juarez
Reply to  Mateus Ribeiro Alcantara
1 mês atrás

Ahhh e. Muito bem, com.o tu bem deves sabes uma das principais caractetisticad de uma Anv de formação e ter um custo de hora viada baixo porque ela voauito.
Outra característica e ter um perfil aerodinamico leve e acrobático.
Outra e ter um longo ciclo de vida da célula.
Eu te pergunto:
O AMC tem estas características??Não, não tem nenhuma delas, portanto serve tanto para formação quanto um disco voador.

João Tavares
João Tavares
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Juarez, peço desculpas pela ingenuidade, mas esses empecilhos na utilização dos A-1M biplace como lift são tão impeditivos como soam? É dizer: realmente não faz sentido utilizá-los para tanto, mesmo quando colocamos na balança o alto custo na compra de modelos específicos? O gap que se instauraria, ao qual você se refere, calcado nas características do AMX, é tão grande assim?

glasquis 7
1 mês atrás

Acho que Leonardo vai ter que abaixar e muito, o preço desses treinadores si quer vender pra alguém. Tem oferecido essas duas aeronaves pra muita gente mas ainda não emplacam. Hoje os A 29 cumprem a função de treinadores muito bem. Não precisa de mais um treinador intermediário.

joel eduardo soares
joel eduardo soares
1 mês atrás

Se é para treinar então treina no que vai usar na hora da onça beber água.
+18 Gripen biposto

Luís Henrique
Luís Henrique
1 mês atrás

Ridículo falar em M-345 e M-346.
A FAB tem os A-29, simuladores, F-5 Biplace, AMX Biplace e terá Gripen Biplace.

Gastar dinheiro com um Lift sendo que a FAB carece de tanta coisa mais importante é um disparate.

Caso comprem, deve ser aberta uma profunda investigação para ver se teve coisa errada.
Caso não seja encontrada atividades ilícitas e corrupção , ai pelo menos deve demitir todos os envolvidos.

Um país continental com somente 36 caças encomendados, com número pequeno de mísseis e com praticamente 0 de capacidade antiaérea, falar em lift é quase um crime.

Juarez
Juarez
Reply to  Luís Henrique
1 mês atrás

A única investigação a ser feita e como num espaço tão curto tu consegue escrever tanta asneira.
LH vão se i firmar para entender o problema conversão operacional antes de defender que se coloque um tenente com 350 horas de ST sentado em um avião 200 milhões de dólares

João Bosco
João Bosco
1 mês atrás

Bom dia.
Acho tal aquisição totalmente desnecessária, pois além de caro, tem ainda problemas de manutenção e logistica.Isso é forçar a barra para vender produtos.
Já que vamos produzir uma versão F do Gripen, sugiro das duas uma: ou produzirmos um maior lote ( ou um lote adcional) da versão F especificamente para treinamento e conversão, ou então, quem sabe, um lote do T-7A – já que este é produzido pela SAAB em parceria com a Boeing, o que não seria uma má ideia. Assi eu penso.
Abraços e bom feriado a todos.

Junior
Junior
1 mês atrás

Tanta coisa que a Leonardo tem em seu portfólio para vender, eles se esforçam para vender justamente um produto em que a FAB já disse que não quer e não precisa, a Leonardo tem que entender que ela tem que oferecer, não o que ela quer, mas o que as forças precisam, ainda mais agora com dinheiro para aquisições se tornando mais escasso por causa da pandemia. Que a Leonardo gaste tempo e lobby oferecendo Helicópteros, radares, canhões e coisas do tipo

Mario José
Mario José
1 mês atrás

A Leonardo tem um helicoptero de ataque Mangusta ,eu acho, essse sim seria uma aquisição interessante em minha opinião de leigo..

Maurício.
Maurício.
1 mês atrás

Eu li sobre isso ontem, o lobby é grande, mas acho que a FAB não está interessada mesmo.
https://www.poder360.com.br/governo/militares-brasileiros-atuam-como-lobistas-para-multinacionais-de-armas/

Guilherme
Guilherme
1 mês atrás

Mais fácil a FAB embarcar em um projeto de Super Tucano NG (Com aviônica mais alinhada ao Gripen) do que comprar essas aeronaves da Leonardo.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
1 mês atrás

Que invistam este recurso preferencialmente em um caça de 5a geração, já que pagamos caro pelo Tot do Gripen ou em um caça que sirva para defesa de costa , tipo SH, su35 ou mesmo rafale…. Já temos vetor para treinamento e simuladores…

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Saldanha da Gama
1 mês atrás

Ou em super drones para policiar as fronteiras

Lúcio Sátiro
Lúcio Sátiro
1 mês atrás

São apenas 36 Grippen. Minha ideia é comprar 8 a 10 treinadores Boeing T-X e botar todo mundo para treinar.

Maurício.
Maurício.
Reply to  Lúcio Sátiro
1 mês atrás

Lúcio, acho que isso não está nos planos da FAB, mas na minha opinião o T-X é muito avião para um “simples” treinamento, o coreano T-50 também é muita aeronave para treinamento, o M-346 é o máximo para uma aeronave de treinamento, passou disso na minha opinião já é um caça leve, eu iria de M-345, simples e barato, como uma aeronave de treinamento tem que ser.

Alexandre
Alexandre
Reply to  Lúcio Sátiro
1 mês atrás

Os gripens biplace já são para treinamento.
Desnecessário a compra desses caças,melhor a compra de mais 1 lote gripen

Jadson Cabral
Jadson Cabral
1 mês atrás

E sistemas de artilharia anti-aéreas e MBTs, que são o que mais precisamos no momento, ninguém tá fazendo lobby não???

Filipe Prestes
Filipe Prestes
1 mês atrás

A FAB deveria concentrar esforços e recursos para um segundo lote de Gripens e se um dia precisar desse tipo de treinadores avançados (creio que não precisam) que seja desenvolvido e fabricado pela Embraer com o conhecimento adquirido pelo ToT que se pagou tão caro.

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Filipe Prestes
1 mês atrás

2

DanielJr
DanielJr
1 mês atrás

Não é uma aeronave necessária por agora. Apenas como curiosidade, caso seja necessário este tipo de aeronave/treinamento, não seria mais barato contratar horas de voo em uma empresa privada? Não precisa se preocupar em ter mais pessoal, manutenção, etc. Pagou, voa e pronto.

Plinio Jr
Plinio Jr
1 mês atrás

Haverá a necessidade de um Lift APÓS a entrada em operação dos Gripens, lembrando que os AT-29 poderiam suprir as demandas para vetores como A-1 e F-5s, mas o F-39 vejo em outra categoria…a quantidade de F-39F é limitada….não precisa muita coisa, um esquadrão de 12 aeronaves LIFT seria o suficiente …mas como disse, poderia ser após a entrada dos Gripens em operação…no momento, é focar na aquisição de outro lote de F-39s e outras demandas mais urgentes

Maurício.
Maurício.
Reply to  Plinio Jr
1 mês atrás

Plínio, concordo com você, o Gripen não é um F-5 nem um AMX e no futuro seria bom adquirir um lift, concordo que 12 aeronaves já seriam o suficiente.
O importante é treinar bem o futuro piloto, e não pensar em economias porcas.

Junior P.
Junior P.
Reply to  Plinio Jr
1 mês atrás

Penso o oposto disso. Se, e somente se, um treinador à jato fosse necessário, o seria para para anteceder ao vôo nos F-5 e AMX. E até aqui a FAB demonstrou que isso não é fundamental.
O Gripen é sim outra categoria, mas o fato de ser full FBW e ter simuladores de última geração fazem a transição para ele mais fácil do que para as aeronaves mais antigas. Então, novamente parece desnecessário ter algo entre o A-29 e o F-39.

Samuel Castro
Samuel Castro
Reply to  Plinio Jr
1 mês atrás

Concordo que haverá necessidade de um LIFT. Só não concordo que tem que ser por agora.

Deixaria para pensar em LIFT só depois do segundo lote.

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Plinio Jr
1 mês atrás

Não precisa de LIFT nenhum. Há uma grande diferença entre algo que se “precisa” e algo que seria “desejável”. Logicamente, a instrução dos pilotos seria mais adequada em um LIFT, melhorando a transição entre o ST e o Gripen. Mas, não é algo indispensável. A instrução pelo ST e pelo AMX será capaz sim de garantir a transição para os F39 biplace e, depois, para os monoplace. O dinheiro dos LIFTs, considerando a entrada de uma nova aeronave na cadeia logística da FAB, tanto em aquisição como em manutenção, é praticamente o dinheiro de um novo lote de Gripen. Sem… Read more »

Plinio Jr
Plinio Jr
Reply to  Felipe Morais
1 mês atrás

Os STs foram concebidos para transição para F-5s, A-1s e Mirages em serviço na FAB, o F-39s algo totalmente diferente , é outro patamar em termos de desempenho e tecnologias…algo que os ST não serão capazes para uma transição direta….os A-1B serão retirados de serviço até o final desta década …vejo os F-39F como aeronaves complementares a frota, vão possuir total capacidade de combate, não a vejo como um treinador puro, ajuda na instrução , mas ser dedicada somente para conversão será muito caro para tal, tanto que a FAB poderia ter optado por um JAS-39D mais simples se fosse… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  Plinio Jr
1 mês atrás

Parabéns Plinio, enxergou o óbvio.

Tallguiese
Tallguiese
1 mês atrás

Eu acho lindo o M-346 sou fan boy dessa nave, mas eu sei muito bem que o AT-29 Já faz a transição muito bem. Cabe a FAB decidir se precisa ou não desse aparelho, mas no entanto como complementação de dotação de uma segunda linha para fazer low ficaria show de bola. Mas a FAB que decide.

Diego
Diego
1 mês atrás

Honestamente, se for adquirido um segundo lote de Gripens, a quantidade total já será aproximadamente a mesma dos Mirage 3 + F-5. A partir daí, acredito que os AMX poderiam substituir os xavante e, poderiam ser adquirido se e fabricados aqui os FA-50 coreanos, para substituir os amx. Adicionalmente uma dúvida de leigo, o uso de cabos de parada e Sky jump além de demais adaptações de convés poderiam permitir o uso de uma versão naval do super tucano a bordo do PHM Atlântico?um avião leve e turbo hélice como ele poderia decolar e pousar em segurança no PHM Atlântico… Read more »

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Diego
1 mês atrás

Cara, pelo amor de Deus, esquece esse negócio de aviação embarcada. Isso aí é pra quem pode. Quem não pode, tem que pensar é em “dentes”. E dentes, no nosso caso, são navios de superfície novos e submarinos.
Quem sabe, um dia, com a renovação da força de superfície, e com o desenvolvimento dos 05 submarinos do Prosub, possa se pensar em caças (Gripen) em bases no litoral.
Mas isso é algo muito mais pra frente. Inclusive, seria preferível um segundo lote de submarinos, ficando 08 convencionais e 02 nucleares do que isso aí.

Pgusmao
Pgusmao
1 mês atrás

Esses Lobbys funcionam se a “comissão” for boa, daí o “interesse” aparece ou não, esse mercado é cheio de nuances.

Santiago
Santiago
1 mês atrás

Era pra ter sido o MB-339 à época do adeus dos xavantes. Agora foca nos “Grispens”

Wilson
Wilson
1 mês atrás

Sempre vejo gente reclamando que a Argentina não compra material Brasileiro, mas talvez seja hora do Brasil apoiar a Argentina e pensar no Pampa III que atende melhor à proposta de um treinador.

Fernando
Fernando
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Nunca… não precisamos de um lift, muito menos desta coisa chamada Pampa.

gari
gari
Reply to  Fernando
1 mês atrás

Até apoio uma parceria do exército com a Argentina no projeto TAM já que querem algo do tipo, mas fortalecer a indústria aérea argentina sendo que não compram nada da nossa e ainda ficam de olho nos texan gringos inferiores em tudo aos super tucano… tô fora

Astolfo
Astolfo
Reply to  Wilson
1 mês atrás

Por que o Brasil precisa apoiar a argentina? Eles nos apoiaram com o C-390? Não compraram nem uma única unidade! Problema é deles!

Muito melhor compramos mais ST ou mais Gripen F para usarmos como treinadores do que comprar esse atraso que é o Pampa III.

2Hard4U
2Hard4U
1 mês atrás

Não precisamos destes aviões, pois ainda existem F5s e AMXs bipostos, os quais serão substituídos pelos Gripens e assim sendo as melhores células poderiam ser alocadas para o treinamento avançado dos futuros caçadores da FAB.
Temos ainda a questão dos simuladores Gripen que também fazem parte do pacote de aquisição do caça.

Junior P.
Junior P.
Reply to  2Hard4U
1 mês atrás

Meu caro,
F-5 e AMX bipostos tem função de conversão operacional para seus respectivos modelos de aeronave. Nunca fizeram treinamento intermediário entre Super Tucano e caça de primeira linha, como estão propondo para esses aviões da Leonardo.
O Gripen F poderá fazer a mesma função de conversão operacional.
Não vejo vantagens em pegar esses F-5 e AMX velhos, com décadas de serviço, e colocá-los como treinadores. Não precisa e não faz sentido.
Se realmente for necessário um treinador à jato, é melhor comprar novo e moderno. Porém, parece que isso passa longe de ser essencial.

Juarez
Juarez
Reply to  2Hard4U
1 mês atrás

Vamos lá, de novo.
F 5 Fox e um dos piores aviões de formação, u uma Anv de final de pouso estremamente delicado, cai como uma pedra.
AMCnão vou repetir.

Plinio Jr
Plinio Jr
Reply to  2Hard4U
1 mês atrás

F-5F e A-1Bs serão retirados de serviço até o final desta década….somente simuladores não basta…

Antunes 1980
Antunes 1980
1 mês atrás

Se for para adquirir algo no estado da arte, apoio incondicionalmente.
Mas se for para ficar gastando rios de dinheiro em atualização em vetores dos anos 70, 80 e 90; aí não dá!
Se a farra de absurdos continuar, sou a favor de uma CPI para justificar o desperdício de dinheiro do contribuinte.

Last edited 1 mês atrás by Antunes 1980
Bardini
Bardini
1 mês atrás

Resumindo: mais um generaleco do EB que se mete em política e quer ganhar o leitinho das crianças virando lobista.
.
O Brasil não precisa de inimigos.

Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
1 mês atrás

A FAB vai precisar de um lift, não quer dizer que tenha que ser um destes dois. Acho o 346 muito caro de manter e operar para um lift.

Bardini
Bardini
Reply to  Juarez
1 mês atrás

Será que vai precisar? . Eu penso que não. Muita simulação e algumas poucas horas de Gripen F… . Fechar pacote com LIFT + logistica + manutenção ao longo se décadas seria bastante expressivo. Isso bancaria quantas horas de Gripen F? . A França é só um exemplo, dos que vão usar o PC-21 e depois, Rafale… . Se for tão necessário fazer algumas horas em um LIFT, uma solução que no meu entendimento poderia ser mais barata que fechar um pacote contendo centenas de milhões de dólares que não temos, para comprar aeronaves e consequentemente manter toda a logística… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Pode ser também Bardini, o pro lê.a e que não tem como pegar um piloto que voou mal e porcamente 300 horas de ST e colocar em NG.

A Força Aérea Francesa para o teu saber está tendo o mesmo problema que nos.
Os novinhos estão sugando horas caríssimas de vôo do Rafale para conversão operacional, e 25 mil euros hora não e brinquedo.

Plinio Jr
Plinio Jr
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Bardini, apesar da aquisição dos PC-21, os franceses continuam sondando o M-346 para função LIFT…… o que mostra que possivelmente não devem ficar somente com os PC-21

Leonel Testa
Leonel Testa
Reply to  Bardini
1 mês atrás

Concordo so faltava essa.Precisamos de mais 24 Gripens URGENTE isso sim

Gabriel BR
Gabriel BR
1 mês atrás

O M-345 é um avião muito interessante , com 2% do PIB para defesa dá para comprar os 108 Gripens e ainda uns 24 M-345 com tranquilidade.

Fernando
Fernando
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Acorda rapaz, isso aqui é Brasil.

Não precisamos de um lift, pois temos o ST. Não agora, e nem no curto prazo. Existem outras prioridades.]

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Fernando
1 mês atrás

Organizando direito dá para fazer!
Muito do que você têm na cabeça como sendo prioridades não tem razão de ser.

Juarez
Juarez
Reply to  Fernando
1 mês atrás

Acordei você e vá ver os problemas com conversão operacional hoje com F 5 e multiplique por dez com o Gripen.

gari
gari
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

2% do PIB pra defesa só vai inflacionar a Lagosta e o champanhe, infelizmente.

Zorann
Zorann
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Ninguem com jiuizo quer 2% para defesa.

Marcos10
Marcos10
1 mês atrás

A Leonardo está oferecendo porque já sabe que há interesse. Simples assim!

Cristiano GR
Cristiano GR
1 mês atrás

Muito mais importante que treinadores, é um bom sistema de defesa anti-aérea de médio e de longo alcance. O que temos hoje beira o ridículo para um país do tamanho do nosso e com as riquezas que temos.
Salários menores para os 3 poderes em todos os escalões e mais investimento em defesa.

Gabriel BR
Gabriel BR
Reply to  Cristiano GR
1 mês atrás

Essa sua comparação não tem pé nem cabeça

Cristiano GR
Cristiano GR
Reply to  Gabriel BR
1 mês atrás

Como assim? E o dinheiro sai de onde? A fonte é a mesma.

ADRIANO MADUREIRA
ADRIANO MADUREIRA
Reply to  Cristiano GR
1 mês atrás

Cristiano, assim como um bom sistema de defesa costeira, radares OTH espalhados pela costa, afinal defesa não se faz apenas com armamentos, se faz com sistemas e sensores de detecção e satélites…

DOUGLAS TARGINO
DOUGLAS TARGINO
1 mês atrás

Acredito que você pular de um super tucano para um gripen é algo sem lógica… Acredito que seis unidades como essa para ser um meio termo seria o suficiente para apenas treinamentos para migrar para algo mais potente.

PMESP
PMESP
1 mês atrás

É um bom aparelho, em pequenas unidas (umas 6) poderia ser útil ao Brasil, entretanto para nossa realidade atual está longe de ser uma prioriadade

Teropode
1 mês atrás

Naummmmmmm , tá proíbido falar em caças para a FAB que não sejam Gripens , um segundo e terceiro lotes . Outro modelo só se for para a Marinha .

Sydnei Rodrigues Alves
Sydnei Rodrigues Alves
1 mês atrás

Assim como o tucano evoluiu para super tucano, há espaço tecnológico para se fazer um “hiper tucano” com tecnologia 100% EMBRAER.
Outra alternativa é repensar o AMX desde o bico até o leme. Tecnologia a empresa brasileira tem. O Mercado mundial é carente de aeronaves militares de baixo custo de aquisição, manutenção e hora de vôo.

Satyricon
Satyricon
Reply to  Sydnei Rodrigues Alves
1 mês atrás

A plataforma tucano já deu o que tinha, à meu ver. Mas, se conseguiram converter um avião agricola em combatente (vide Air tractor 802), quem sabe não exista espaço para o primeiro jato executivo adaptado para combate?
Vou tomar meu Rivotril…

Welington S.
Welington S.
Reply to  Sydnei Rodrigues Alves
1 mês atrás

”AH-29 Hiper Tucano” kkkkk

sergio ribamar ferreira
Reply to  Sydnei Rodrigues Alves
1 mês atrás

Concordo com o sr. Sydney Deveriam ter sido modernizados todos , infelizmente chegamos a 12 unidades em mais de uma década. Um desperdício isso sim. Já deveríamos ter uma versão AMX 2.0 mas reafirmo dinheiro nosso jogado no bolso de alguém. 36 Gripens para quando? Um por ano? Aposto. Não haverá segundo lote. Precisamos de caças para ontem. não temos nada. sempre será assim: enrolaixon made in brazilis.

Alex Tiago Do Prado
Reply to  sergio ribamar ferreira
1 mês atrás

Amx2.0 com o motor do Gripen e o wad e atualizacoes na eletrônica e radar do gripen seria top talvez poderia dar certo voltar a fabricar seria melhor de tejas indiano e f17 paquistanes chines e talvez daria pra fabricar por menos de 50 milhas e abocanhar parte do mercado mais popular. Com esse motor ele seria com certeza supersonico.

Last edited 1 mês atrás by Alex Tiago Do Prado
Aridyvan Santos
Aridyvan Santos
1 mês atrás

AMX. Sem mais, meretíssimo.

Diego
Diego
1 mês atrás

Supondo que haja um segundo lote de gripens, o total substituiria o Mirrage III e F-5. Aí poderiam ser adquiridos F-50 coreanos para substituir os AMX deixando os AMX ban ativa, no lugar do xavante.

O supertucano por ser leve e turbo-hélice poderia ser utilizado no PHM Atlântico supondo que o navio receba SKY jump e aparelho de parada ? Eu digo uma versão naval do super-tucano. Seria exequível pousar e decolar do navio considerando a velocmaxima do navio de 20 nós ?

Junior P.
Junior P.
Reply to  Diego
1 mês atrás

O substituto do AMX é o Gripen com mais unidades no futuro. Para que pensar em outra aeronave, ainda mais sendo menos capaz, como o coreano? Um novo lote de Gripen faz muito mais sentido sob qualquer contexto. Para mim é óbvio que todo o programa industrial que foi montado com o projeto do Gripen BR não vai se resumir a um lote apenas. E o PHM Atlântico não é porta aviões. Não foi feito para isso e nem tem velocidade para isso. O máximo de asa fixa que ele poderá operar será algum drone pequeno e lento. Não vamos… Read more »

Flanker
Flanker
Reply to  Diego
1 mês atrás

Manter A-1 na ativa para substituir os AT-26 Xavante? Como assim? O AT-26 já foi substituído pelo A-1 em suas missões de combate desde 1998, no 1⁰ e 3⁰/10⁰ GAV e na sua função de treinamento desde 2004, no 2⁰/5⁰ GAV. Os A-1M vão ser mantidos o máximo de tempo possível, mas operando nos 2 esquadrões de Santa Maria em missões de ataque e reconhecimento. A FAB, desde 2004, faz o treinamento de caça com o A-29…..os pilotos saem direto dele para o A-1 e F-5. Para sair do A-29 para o F-39 vai ser mais fácil, visto o caça… Read more »

Juarez
Juarez
Reply to  Diego
1 mês atrás

Não. Por favor não de coisa estragada.

Rogério Loureiro Dhierio
Rogério Loureiro Dhierio
1 mês atrás

Estas aeronaves na FAB são tão necessárias quanto a transmissão de uma partida de Golfe na Globo em plena pandemia.

Simulador do Gripen, A-29 / AMX / F5-M sendo que eu todos teem versão biplace.

Porque raios estes aviões LIFT na FAB, e porque raios outros modelos da mesma categoria?

Até o Pampa entrou na Idea da galera.

Jesus.

sergio ribamar ferreira
Reply to  Rogério Loureiro Dhierio
1 mês atrás

Concordo com o Sr. Rogério. Meu caro não temos Força armada alguma. Não temos nada para defender nosso espaço aéreo. Temos sim projetos que quando se realizam mantém-se numa quantidade ínfima. Não há evolução. AMX, sem modernização uma década para 12 unidades. Deveríamos ter um AMX 2.0 para projeto. ST? piada. Ficaremos com 36 Gripens quando? F % ainda servirá mais seis, sete anos? Não teremos segundo lote. Precisávamos para ontem uma aviação de caça e de transporte. Não temos absolutamente bulhufas. só nosso dinheiro indo para o bolso de alguém. Um abraço. quando uma das Forças acerta. Um passo… Read more »

Welington S.
Welington S.
1 mês atrás

A FAB deve focar primeiramente na compra possível de um segundo lote de Gripen.Assim como o EB que deve focar primeiramente na compra ou desenvolvimento de um sistema anti-aéreo. Por hora estamos bem servidos com os T-27 que serão modernizados e os A-29 Super Tucano. O cenário aéreo brasileiro dá pro gasto. Agora o EB precisa ficar em defesa anti-aérea urgente.

Rommelqe
Rommelqe
1 mês atrás

Realmente apesar de serem excelentes vetores (ate me considero suspeito para falar…) a FAB tem várias outras prioridades, não sendo os lifts uma dela; isso sem dizer que de concreto temos os A29 e os proprios F39F. Como ja foi dito os F5 e AMXs Biplaces podem, até se fosse o caso, serem empregados para esta finalidade. Mas o que acho mais significativo seria a FAB aumentar as encomendas dos F39F, cuja versão Growler pode ser limitada a umas meras 18 unidades (sonho…) e umas outras 12 serem empregadas não só em instrução avançada nas próprias unidades operacionais mas também… Read more »

Felipe Morais
Felipe Morais
Reply to  Rommelqe
1 mês atrás

Como você bem disse “sonho”.
Compartilho desse “sonho”.

108 F39 + 10 a 18 F39 Growler + E99 + Ar Darter e Meteor.

Pronto, missão cumprida.

Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
1 mês atrás

Os Planos do MoD e da FAB não contemplam – porque não tem e não terá mais necessidade – “nem a longo prazo” a fabricação, aquisição ou utilização de um lift. É questão sacramentada.

Sidy
Sidy
Reply to  Cinturão de Orion
1 mês atrás

Só interesses excusos justificam essa conversa da Leonardo. Temos que garantir minimamente um segundo lote de Gripens. O resto é papo pra boi dormir.

Last edited 1 mês atrás by Sidy
Cinturão de Orion
Cinturão de Orion
Reply to  Sidy
1 mês atrás

Caro Sidy.

Também sou adepto da aquisição de um 2o Lote, mas presumo eu – só presunção mesmo, que o GDDN já estaria trabalhando no Projeto de um Gripen BR tipo FS2020. Coisa da minha cabeça.

No caso da Leonardo, não concordo serem “… interesses excusos…”, e simplesmente uma Empresa tentando vender seus Produtos. Nada mais, e nada de errado, ok?

Sidy
Sidy
Reply to  Cinturão de Orion
1 mês atrás

Acho que não me expressei bem. Não atribui os interesses excusos à Leonardo, mas aos setores/lobistas nacionais que dão suporte a esta oferta.
Creio que tal oferta só encontra eco por aqui com apoio de pessoas que sabem muito bem que não precisamos deste tipo de vetor. Portanto, pensam no próprio bolso, em detrimento aos melhores interesses do Brasil.
Pode parecer exagero, mas se chegar a acontecer, não será a primeira vez.

Jhon
Jhon
1 mês atrás

Belo avião, cada equipamento para sua função! Se a Fab optar e tiver $$$ , é uma boa compra, eu acho que eles perderam esse tipo de aeronave com aposentadoria do xavante. Eu achava lindo uma esquadrilha de xavante.

bjj
bjj
1 mês atrás

Se for para a FAB gastar com algo que não seja mais Gripens que seja com defesa antiaérea. No mundo atual onde bombas guiadas e drones kamikazes ou armados estão cada vez mais acessíveis, mesmo para países de terceiro mundo, é um contrassenso limitar a defesa de nossas bases aéreas ao Igla.

Foxtrot
Foxtrot
1 mês atrás

Sério mesmo?
E a “poderosa” FAB” não quis comprar o AMX-T ou evoluir a plataforma do mesmo?
Se se concretizar essa será mais uma prova do que canso de escrever aqui!

Mauro Cambuquira
1 mês atrás

Há uma diferença muito grande treinador M-345 para o Russo YAK-130?
Um Pampa Argentino estaria na mesma categoria? Ou longe disso…

Maurício.
Maurício.
Reply to  Mauro Cambuquira
1 mês atrás

Mauro, basicamente o M-346 e o YAK-130 são as mesmas aeronaves, eles tem motores mais potentes e são mais rápidos que o M-345 e o Pampa, o Pampa é o mais levinho, seu desempenho é pouca coisa inferior ao M-345, apesar disso o Pampa cumpre sua função.