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Trump revela planos ambiciosos de defesa contra mísseis

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O presidente Trump revelou nesta quinta-feira um plano abrangente para defender os EUA e seus aliados do ataque de mísseis balísticos.

O plano é a primeira atualização da estratégia de defesa antimísseis do país em quase uma década, mas em muitos aspectos é uma reminiscência da Iniciativa de Defesa Estratégica do presidente Ronald Reagan, um programa que foi mais tarde apelidado de “Star Wars”.

O relatório descreve uma bateria de novas tecnologias – incluindo lasers e sistemas baseados em espaço – que o Pentágono quer combater o que considera ser uma ameaça crescente de mísseis. Ele também pede a adição de 20 sistemas de mísseis interceptadores a um sistema existente de 44 interceptadores baseados em Fort Greely, no Alasca.

“Nosso objetivo é simples”, disse Trump em um comunicado do Pentágono na quinta-feira. “Para garantir que possamos detectar e destruir qualquer míssil lançado contra os Estados Unidos em qualquer lugar, a qualquer hora, em qualquer situação.”

Os críticos foram rápidos em apontar que o cumprimento dessa meta custaria muitos bilhões de dólares.

“Seria incrivelmente caro”, diz Laura Grego, física da Union of Concerned Scientists que monitora programas de defesa antimíssil. Grego diz que os comentários de Trump remontam aos dias da Iniciativa de Defesa Estratégica de Reagan. Esse programa custou bilhões e, no final, sua visão de uma defesa geral contra ataques nucleares baseada no espaço provou ser tecnicamente muito desafiadora.

A última revisão do Pentágono sobre defesa antimísseis foi realizada em 2010, sob o presidente Barack Obama. Essa revisão anterior enfatizou a ameaça de nações como o Irã e a Coreia do Norte e pediu uma defesa limitada que pudesse detê-los.

As coisas mudaram desde então.

A Coreia do Norte testou com sucesso um míssil balístico intercontinental capaz de chegar aos Estados Unidos. China e Rússia, enquanto isso, estão trabalhando em armas avançadas que podem, em teoria, escapar das defesas antimísseis existentes.

A nova revisão ainda chama o Irã, e descreve a Coreia do Norte como uma “ameaça extraordinária”, apesar das negociações em curso entre o Norte e a administração Trump.

Mas também se concentra fortemente na Rússia e na China, que estão desenvolvendo sistemas que impedem a defesa, como um míssil de cruzeiro movido a energia nuclear e armas hipersônicas capazes de voar a mais de cinco vezes a velocidade do som.

“Os EUA agora ajustarão sua postura para também se defenderem contra qualquer ataque com mísseis, incluindo mísseis hipersônicos e de cruzeiro”, disse Trump.

Esse ajuste pode levar a uma corrida armamentista, adverte Vipin Narang, especialista em controle de armas do MIT. A evocação explícita de armas russas e chinesas pode oferecer uma oportunidade política para que esses países acelerem seus programas, argumenta. “Isso será um presente para Putin.”

Mas outros dizem que uma corrida armamentista já está em andamento.

“Estaremos sempre em uma corrida armamentista, quer você queira ou não”, diz Trey Obering, ex-chefe da Agência de Defesa de Mísseis, que agora é vice-presidente executivo da consultoria Booz Allen Hamilton.

Obering diz que a nova revisão da defesa antimíssil é “just in time”, dadas as crescentes ameaças que a nação enfrenta. Ele acrescenta que muita coisa mudou desde os anos 80. Os avanços em materiais, computação e foguetes tornaram a defesa contra mísseis mais barata do que nunca, diz ele.

Tom Karako, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, acrescenta que as ambições do Pentágono, conforme escritas no relatório, são mais modestas do que a meta de Trump de destruir qualquer míssil no planeta. “Eu acho que é uma boa aspiração”, diz Karako. “Mas da minha leitura do documento, diz algo um pouco menor”. A maior parte do dinheiro para sistemas avançados, como lasers, será restrita inicialmente a P&D, diz ele.

No geral, ainda não está claro quanto da estratégia de defesa antimísseis de Trump se tornará realidade. Em seu discurso, o presidente insinuou que os aliados ricos dos EUA poderiam ajudar a pagar pelas defesas, mas o físico Grego diz que é mais provável que os membros do Congresso sejam os que autorizarão o financiamento.

“A Câmara Democrata será muito mais cética do que os congressos anteriores”, ela prevê. “Ele vai ter dificuldade em passar muitas dessas coisas.”

Alcance dos mísseis balísticos da China

FONTE: NPR

155 COMMENTS

  1. Como dito no texto, o problema é Dinheiro. aumentar o numero de baterias THAAD e THAAD-ER seria a resposta mais barata, agora essa questão de colocar satélites Laser no espaço me parece beeeeeeem caro

      • WVJ,
        Calor produzido por atrito é diferente de calor concentrado por um laser. Necessariamente um material resistente a um pode não sê-lo a outro.
        Mas no caso em tela, lasers no espaço seriam utilizados na fase de impulso do míssil, logo que ele atravessa os primeiros 50 km, com os motores foguetes ligados e não contra os “veículos de reentrada” (ogivas).

        • Blz, faz sentido para os balísticos, mas ainda sobram os de cruzeiro hipersônicos que são blindados como um todo.
          E qual energia usar no espaço além da atômica?
          Duvido que colocarão tanta bomba nuclear potencial (que virariam alvos fáceis) em nossa órbita.

          • WVJ,
            Vai levar décadas (se um dia acontecer de fato) e custar bilhões a substituição da base de dissuasão transferido a responsabilidade atual dos balísticos para os mísseis de cruzeiro lançados por aeronaves ou colocados em curso via foguete de grande porte (ex: Avangard).
            Sem falar que no caso do “Avangard” e das ogivas manobráveis (MaRVs) elas serão detidas por interceptadores que atuam na fase primária (inicial ou de impulso), que é a fase que se concentrará as novas tecnologias críticas.
            Sobrariam então os torpedos tsunâmicos, os mísseis de cruzeiro atômicos e os mísseis de cruzeiro convencionais lançados por submarinos ou bombardeiros.
            Os mísseis de cruzeiro atômicos e os mísseis lançados por bombardeiros são defensáveis via métodos antiaéreos convencionais melhorados. O incremento da tecnologia será evolutivo para se contrapor a esse tipo de ameaça.
            O “elemento novo” do futuro “escudo” consiste em desenvolver uma tecnologia disruptiva de modo a atuar nas ameaças balísticas na fase primária. Esse é o “santo graal” da tecnologia antibalístico.
            Hoje, só há métodos que interceptam os veículos de reentrada nas fases intermediária e terminal, salvo alegações que o SM-3 Block IIA pode fazê-lo em alguns cenários limitados.
            Vários métodos são estudados para atuar consistentemente na fase primária, quando os motores foguetes estão funcionando. O ABL YAL-1 foi uma tentativa. Hoje, estudam vários conceitos: drones furtivos antibalísticos, mísseis de alta velocidade capazes de alcançar os ICBMs ainda na fase inicial, veículos de destruição cinéticas orbitais “dormentes”, estações laser em órbita, etc.
            Não sabemos ainda o que está nas pranchetas dos engenheiros, quais são as tecnologias disruptivas sendo avaliadas e portanto, não sabemos se eles irão chegar à conclusão que o espaço é o melhor local para operar esse tipo de arma.

          • Os estudos principais sobre este tema com certeza são mantidos em segredo .

            No entanto temos algumas pistas .

            O X 37B pode ser um exemplo dos testes secretos que são realizados .

            Uma arma no espaço (seja laser, míssil, ogiva etc) precisa de manutenção e da possibilidade de ser trazida de volta em segurança, alem de poder ser mantida em estoque e lançada somente em caso de crise ou ameaça .

            Fora que se trata de um brinquedo caro que possivelmente iria utilizar energia nuclear ou carregar ogivas atômicas, sendo assim não passível de ser descartada como os demais satélites etc

            Alem de poder receber modernizações futuras etc

            Na verdade eu acho que este tipo de meio deve ser multifunção, servindo tanto para o ataque quanto para a defesa !

            Pode ter certeza que essa deve ser a ideia na cabeça dos técnicos tanto nos EUA como na Russia e China.

  2. Acredito que com os Patriots com o SPY 6 e SM3 os EUA estarão bem seguros, o problema é fazer o Japão e a CS mudarem para o SPY6 atualizando seu AEGIS, com várias mísseis SM3 qualquer ICBM seria atingido antes de Sair do Mar do Japão, aí com o Canada e Alasca recebendo também seria o melhor.

    • Carlos,
      Só pra ilustrar seu comentário, esses são os mísseis antibalísticos americanos:
      Exoatmosférico:
      GBI
      SM3 Block I
      SM3 Block IIA

      Misto:
      THAAD
      THAAD-ER

      Endoatmosférico:
      SM-2 Block IV
      SM-6
      Patriot PAC-2 GEM
      Patriot PAC-3
      Patriot PAC-3 MSE

      • Se com esse “escudinho mequetrefe” atual os russos tratam de desenvolver torpedos tsunâmicos e ogivas manobráveis “ininterceptáveis”, com esse novo programa defensivo os russos vão investir em uma broca atômica que chegará nos States passando pelo núcleo da Terra.

        • Acho que a coisa solução é muito mais fácil e barata, para os russos. Isto já foi mostrado num filme de ficção há algumas década. Basta colocar um constelação de satélites armados com pequenos mísseis com ogivas nucleares. O tempo de resposta para um ataque nuclear vindo do espaço, ao invés de mísseis balísticos, seria muito reduzido.

          • Ainda teriam que lidar com os sistemas antissatélites e os interceptadores endoatmosféricos.
            E a comunidade internacional não vai ficar muito feliz em ter ogivas nucleares passando sobre suas cabeças.

          • Iriam ficar muito tristes, a reclamação no twitter seria generalizada, mas um país isolado com necessidades de defesa como a Rússia faria, seriam questionados, mentiriam ou tocariam o “não ligo”. E lindos artefatos radioativos que se explodidos por interceptadores endoatimosfericos fariam chover isótopos radioativos por estados inteiros e se interceptados no espaço, por todo planeta.
            Grande solução bosco! Pra que as explosões vamos passar direto pra precipitação radioativa!
            Seria melhor ter apelado pra redes de capturas espaciais de ação global instantânea rsrsrs

          • Carcara,
            Eu não disse que é infalível e muito menos, perfeita. Eu só diz como funciona.
            Mas há algumas considerações:
            1- nem todo míssil balístico é dotado de armas nucleares, e portanto, não tem produtos radiativos que possam cair na Terra;
            2- pensando nisso é que eu disse que a fase mais vantajosa de interceptação é a de impulso, já que o míssil iria cair no território de quem o lançou;
            3- interceptações na fase intermediária têm potencial de espalhar o material fissionável se a ogiva for fragmentada, numa área bem ampla da atmosfera que poderá servir como filtro;
            4- ogivas nucleares modernas são termonucleares e têm menos material físsil que ogivas mais antigas. Claro, este talvez não seja o caso de ogivas norte-coreanas, por exemplo;
            5- interceptações endoatmosféricas não necessariamente fragmentam a ogiva, que não raro cairia inteira, sem detonar;
            6- é melhor que caia um certo nível de material radioativo num país do que ocorra uma detonação nuclear.

          • 1- ok, falha minha

            2 – É mais fácil as ogivas migrarem pro espaço se a ameaça de interceptação for grande suficiente…

            3 – Se estiverem usando mísseis estratégicos não vão ser algumas ogivas radiativas, são centenas se o objetivo do escudo é impedi-las de atingir o alvo pouco podem fazer em relação ao material radiativo residual e a vaporização na atm.

            4 Ogivas menores como as atuais na realidade diminuem a relação entre o rendimento e a massa da ogiva se comparado a explosões gigantescas como a castle bravo.
            cito a wikipédia:
            “The yield-to-weight ratio is the amount of weapon yield compared to the mass of the weapon. The practical maximum yield-to-weight ratio for fusion weapons (thermonuclear weapons) has been estimated to six megatons of TNT per metric ton of bomb mass (25 TJ/kg). Yields of 5.2 megatons/ton and higher have been reported for large weapons constructed for single-warhead use in the early 1960s.[1] Since then, the smaller warheads needed to achieve the increased net damage efficiency (bomb damage/bomb mass) of multiple warhead systems have resulted in decreases in the yield/mass ratio for single modern warheads.”

            5 A velocidade de aproximação entre os mísseis costuma ser superior a velocidade de detonação do próprio explosivo, a abordagem costuma ser de impacto direto, os vídeos de testes que os americanos apresentaram eram de aniquilação total, mas você deve está se referindo a outro tipo de situações com mísseis balísticos de curto alcance talvez certo?

            6 Pode ser, mas está muito longe de um sucesso.

          • Mano, só te um detalhe, hoje os EUA caminha para um enorme salto em viabilidade de lançamentos espaciais com os foguetes reutilizáveis da Space-x e os futuros foguetes da Blue Origin, assim sendo quem vai sair MUITO na frente nessa militarização do espaço são os EUA.

    • Em tempos de torpedo atômico, o sujeito quer torrar fortunas em um sistema fantasioso.
      Espero que a Rússia e a China deixem ele seguir sozinho.

        • JPC3,
          Redundância de coisas infalíveis. rrssss
          Torpedo infalível para ser usado no caso do míssil de cruzeiro infalível der errado. Veículo Avangard infalível para o caso das ogivas manobráveis infalíveis serem interceptadas.
          É isso que dá ficar desenvolvendo armas infalíveis mas não combinar com o inimigo. rsrssss

      • Foi exatamente isso que eu quis dizer. O sujeito quer gastar fortunas em sistemas contra mísseis balísticos, quando a mercadoria será entregue pelo fundo do mar.

        • E um torpedo navegando a 200km/h é um alvo difícil de detectar?

          Contra o torpedo surgirão outras defesas, não tem a ver uma coisa com a outra.

          • O torpedo vai navegar a 1000 metros de profundidade mas ao se aproximar do alvo litorâneo terá que subir para menos de 200 metros na plataforma continental.
            Com uma média de 200 km de largura da plataforma continental, o torpedo a 200 km/h levará 1 hora pra percorrer essa distância até o alvo.
            Em havendo um sistemas de sonares fixos no fundo dos oceanos haverá tempo hábil para interceptar esse torpedo com uma carga de profundidade nuclear (10 a 20 Kt ??) depositado por um míssil hipersônico lançado a partir de dois pontos estratégicos na costa leste (litoral de Luisiana e Tennessee) e um na Califórnia.
            Com 1500 km de alcance esse hipotético míssil capaz de Mach 6 ou 7 poderia atingir qualquer ponto da costa americana em menos de 13 minutos e neutralizar a ameaça russa.
            Com a evolução de torpedos de supercavitação com seeker terminal (laser azul/verde) pode muito bem ser que a carga de profundidade nuclear seja substituída por um torpedo guiado.

          • Torpedo de 20 metros usando super cavitação a 200km/h dificilmente seria furtivo.

            Alguma coisa está mal explicada. Falta muita informação sobre esse tema.

          • Não conheço os detalhes técnicos, mas já foi publicado que os novos submarinos russos, recentemente lançados, já estão equipados com eles.

        • Não estou dizendo que é fácil deter um torpedo desses, pode sim ser muito difícil, não sei. Mas outras medidas serão tomadas.

          Uma coisa não impede a outra.

          • JPC,
            Os americanos confiam tanto nesse torpedo tsunâmico que tão interessado em ampliar a capacidade deles em deter um ataque de … míssil.

    • No quesito atômico, ataque preventivo é maluquice. Algumas baterias de “Patriots Espaciais’ não farão mais que mandar trilhões para a estratosfera.
      E por falar em grana, aqui nos Estados Unidos os cintos estão cada vez mais apertados, e todo mundo sabe que uma crise financeira muito maior que 2008 se avizinha a passos largos. Mas como já sabemos muito bem aqui no Blog, papel aceita tudo.

        • 99 entre 100 especialista dizem que haverá forte recessão nos EUA entre o fim de 2019 e 2020.
          A única voz discordante é Trump, mas serve muito porque ele não é bem um especialista.

        • Existe sim, amigo. Aqui nos Estados Unidos a situação trabahista vai de mail a pior. Diversas cadeias de lojas como Toys R Us, Lowe’s, Sears, JcPenneys e outras declararam falência e demitiram suas forças de trabalho, o setor automobilistico em serious apuros, etc, etc. Muitos de nos no US Army so continuamos de farda porque ao pedir baixa caimos no péssimo mercado de trabalho. Aqui na California por exemplo, existe uma epidemia de homeless, pois os preços exorbitantes imobiliários estão forçando um numero cada dia maior de pessoas a morar na rua. Um exemplo; minha unidade, eu incluso, passamos todo o mes de Dezembro construindo, suprindo e protegendo um albergue para familias sem casa na Pomona National Guard Armory. Simplesmente fomos surpreendidos com umnumero de familias muito superior ao esperado, e tivemos que ir desde Camp Pendleton at Camp Roberts embusca de cobertores, alimentos, roupas, medicamentos, até fraldas e comida de bebê.
          Enfim, a coisa não está bem. Pelo UCMJ não sou permitido criticar a liderança a politica, ou a falta da mesma. Enfim.

          Abs

        • Esse pessoal fala mal o tempo todo dos EUA, mas não sai de lá nem com uma ameaça real nuclear, vai entender rsrs…

          assim como acontece no Brasil, lá nos EUA não é diferente, o maior inimigo é interno

        • Bosco,
          Os EUA está entrando em crise sim, até Trump está baixando o tom com a China (que tb está entrando em uma espiral descendente). Mais cedo ou mais tarde, vamos sentir isto.

          • “entre 99 entre 100 espécislistas afirma”
            Amigo para fazer declarações afirmativas, tem que ser ter credibilidade.
            E vc e suas afirmações não tem nenhuma.
            EUA não vão entrar em recessão, nenhum economista está dizendo isto.
            O que vai acontecer é a diminuição do crescimento e estabilização entre 2% e 1%, dependendo do estado da confiança dos investidores e da estabilidade do mercado mundial, mas não há nenhuma recessão, que é crescimento negativo, no horizonte. Isso é só na sua cabeça.

          • putz…como voce e ttrolha hemmmmmm…….e onde voce fica nessa de desejar mal aos USA e entronizar Chineses e outros amiguinhos de tons vermelhos ?? va embora do Brasil e nao enche o saco meuuu…..passou da hora, va se enturmar com os seus herois

        • Legal!!! Vou da frigideira, direto pro fogo. Talvez arrume trabalho numa das milicias do Rio…kkk
          Mas sério, quem sabe um dia vou dar um passeio. Tenho muitas lembranças de quando menino. De vez em quando vou no Google Earth e fico olhando Petropolis, aonde era criança.

          • Petrópolis. Já estive procurando casa por lá, mas o trabalho não permitiu. Quem sabe uma casa no Centro, Valparaíso ou Bingen. Ou um pequeno sítio em Itaipava.
            Se quando me aposentar continuar morando no Rio, certamente será para lá que me mudarei.
            Saudações

          • Entrem na fila pois já estou pensando inclusive em me transferir pra lá e trabalhar até a expulsória.
            A serra do RJ é um paraíso frente ao inferno da Capital, Baixada e Grande Niterói.

      • Joao, se la ou ai esta ruim, porque voce ainda fica ??? outra coisa, antes dos USA quebrarem, nao esqueca que o mundo ainda esta atrelado a essa economia, pior ainda, a China depende e muito dessa mesma economia. Se pegar um resfriado na america, a China quebra de cima abaixo e os chinas sabem bem disso.

  3. “Ele acrescenta que muita coisa mudou desde os anos 80. Os avanços em materiais, computação e foguetes tornaram a defesa contra mísseis mais barata do que nunca, diz ele.”
    Aham…quero ver quando começarem a botar na ponta do lápis o quanto isso custaria, e quando os orçamentos estourarem um atrás do outro.
    Por outro lado, aposto que Israel , Japão e, talvez, Coréia do Sul, contribuiriam com os custos de desenvolvimento

  4. Podem anotar que em breve a China vai aparecer com algum estudo/projeto/protótipos nesse sentido, acho que o Trump e as agências de segurança irão fazer a China torrar alguns milhões para tentar chegar no resultado primeiro rsrsrs.

    O Trump já deve ter percebido que falar alguns Fakes pode ser benéfico quando os inimigos tentam te superar de qualquer modo rsrsrs.

    • E quem nos poder assegurar que não é a China que está nos fazendo torrar trilhões de dólares, assim como fizemos com a finada USSR, que como sabemos foi ao pique econômico? Acho que estamos tomando o remédio que aplicamos aos soviéticos, só que dessa vez de mãos chinesas.

  5. Gastam bilhões ….Ai daqui a pouco sentam numa mesa e combinam em desmanchar tudo que fizeram , hoje o míssil de cruzeiro? Russo 9M729 tem sido o fator de discórdia no tratado INF , os americanos querem que os Russos o destruam , para o tratado permanecer de pé , para não aumentar a escalada e manter o tratado os Russos terão que destruí lo …E a grana investida ?

    • Além de construir o muro os americanos têm 2000 caças, 20 mil veículos de combate, 150 bombardeiros, 450 ICBMs, 14 SSBNs, 11 porta-aviões nuclear, 70 destróieres, 70 submarinos de ataque, 300 satélites, etc.
      Não sei porquê tanta incredulidade.

  6. Simples, não adianta ficar parado no tempo. Trump está corretíssimo.
    A palavra chave na reportagem é: Hiper e aliados.
    O século XXI será o da hiper velocidade para tudo que for possível. Seja na informática, nos transportes civis, e claro, nos armamentos.
    Rússia e China já possuem tecnologia de mísseis hipersônicos consolidada, e agora já estão na fase de aprimoramento para o bom ficar melhor ainda, ou seja, bem mais eficiente e letal.
    Os americanos (independente de quem é do contra, seja cientista, político ou jornalista) vão ter sim que investir pesadamente em novos meios de defesa contra essa realidade do presente século, cada vez mais consolidada. Plataformas espaciais ou satélites armados (com armas cinéticas, de energia dirigida, ou de pulso eletromagnético) serão necessários e em boa quantidade… Custo de alguns trilhões de doletas… Simplesmente isto faz parte do jogo.
    E aqui entra a palavra aliados, os americanos sozinhos não poderão enfrentar duas grandes potências, com uma delas se tornando uma potência gigantesca, assim cada vez mais os aliados terão que chegar junto nessa conta, e Trump não poderia deixar de citar essa palavra em seu pronunciamento sobre avanços na Defesa. No fundo não se trata de planos ambiciosos (defesa espacial) mas apenas realistas.

      • Acho mais interessante gastar com o desenvolvimento desse tipo de tecnologia que pode dentro de 30 anos tornar os mísseis balísticos obsoletos do que gastar com torpedo tsunâmico.
        Depois os russos vão ficar chorando por conta do escudo americano… de novo.

        • O que a inteligência e a razão conseguem ver,entender e desenvolver, por outro lado a paixão e obcecação da ideia fixa cegam a razão,pois nem desenhando e explicando o desenho eles conseguem entender!

    • Não conseguem construir um muro de 5 bilas não por falta deste trocado e sim por causa do cabo de guerra ideológico, sim , o mal da democracia kkklkk, se o imperador chinês resolver fazer um muro ele fará, a ausência de democracia tem estas vantagens , não há oposição . Vc ignorou isto ou ta se fazendo de esquecido.

      • Exatamente!Os USA de mais de $ 700 bilhões para o orçamento para a defesa,porém o presidente não consegue apoio,votos para a pequena verba para a construção do muro.Birra dos democratas e de alguns republicanos.

  7. Estações espaciais hoje são um absurdo, mas investir em P&D para no futuro ter uma solução, ou até mesmo descobrir novas tecnologias que a deixem barata, não é nada absurdo.
    E o democratas, bom, eles estão bem cientes dos perigos da Rússia e China, alguns até criticam o Trump por querer negociar com alguns deles, então desde que o Trump não os excluam dos assuntos de defesa do executivo, não terá problema.

  8. Evidente que não haveria vencedores num conflito nuclear, mas claramente os americanos levariam a pior. De um lado russos mandariam destruir Chicago, NY, LA, DC, Seattle etc. etc. do outro lado americanos mandariam destruir Moscou, São Petersburgo e… ??? Novosibirsk, Ecaterimburgo, Nijni Novgorod, Veliki Novgorod, Krasnoiarsk… “alguém aí trás um mapa rápido… m..erda!”

    • Não é devaneio, até pq será gasto em pesquisa.
      Se não fosse a Siniciativa estratégica na decadência de 80 os EUA não teria a capacidade anti-inflamatório que tem hoje.
      O resto será gasto para aumentar o número de sistemas já existentes e operantes.

      • Augusto, eu e voce sabemos onde termina isso ai. Por que não se faz a mesma pesquisa so que com objetivos realizáveis e razoáveis. Não questiono pesquisa. Questiono é o embuste dos objetivos, sabidamente irrealizáveis. Poderia anunciar a fazer a mesma coisa dizendo: estaremos pesquisando meios de melhorar nossa defesa contra misseis balisticos. Ai fica parecendo o gerras nas estrelas do Reagan ou a propaganda russa das “armas do juizo final”.

          • Há 40 anos atrás era impensável destruir uma bala com outra bala.
            Hoje se sistemas comprovados e eficientes anti-balisticos, porque daqui a 40 anos não se terá uma solução no espaco?
            Tenho certeza que as novas tecnologias criaram formas mais baratas e eficientes para interceptar mísseis balísticos e até mísseis hipersônicos, não vejo nada anormal só o futuro.

          • Já existem sistemas consistentes capazes de atuar nos veículos de reentrada (ogivas) na fase intermediária e na fase terminal, independente das ogivas serem manobráveis ou balísticas. Vale salientar que as ogivas manobráveis o são apenas quando reentram na atmosfera, enquanto no espaço, seguem rígidas e previsíveis trajetórias balísticas.
            Digno de nota é que ainda não há nenhuma ogiva manobrável usada por nenhum país do mundo e se há, é numa quantidade irrisória. Mas o fato de ser manobrável, apesar da propaganda enganosa, não impede sua interceptação por mísseis guiados igualmente manobráveis .
            Como disse num comentário anterior, o “Santo Graal” na defesa contra mísseis balísticos é a atuar na fase primária (de impulso).
            Para países pequenos como a Coréia do Norte não é difícil atuar nessa fase. Provavelmente o SM-3 Block IIA lançado de navio pode alcançar um ICBM com destino aos EUA lançado da CN. O problema são os ICBMs lançados da Rússia e da China, que são países de grandes extensões e que concentram seus ICBMs no centro do país, de modo a que um míssil sup-espaço lançado não teria tempo (velocidade) para atingi-los antes que eles ejetassem suas ogivas.
            Nesses casos a solução para atuar na fase inicial é basear armas de interceptação no espaço já que ao derredor desses países não funciona.
            O problema de armas no espaço é que há tratados internacionais que as proíbem, mas em tese é o único jeito de atuar na fase primária do voo de um ICBM quando lançado de países extensos como a China ou a Rússia.
            Em os EUA querendo implementar armas defensivas no espaço, há enormes desafios pela frente. Um deles é exatamente como defender esses mesmos satélites.
            Só o futuro dirá o rumo que essa nova tecnologia tomará.

          • Vale salientar a diferença que há entre MaRV (veículo de reentrada manobrável) e míssil hipersônico. Um MaRV pode ser interceptado ou na fase intermediária (no espaço, onde não manobra) por meio de interceptadores exoatmosféricos (SM-3, GBI, THAAD) ou na fase terminal (em que manobra) por meio de interceptadores endoatmosféricos (THAAD, PAC-3, SM-6, etc. ).
            Já um míssil hipersônico que voa a altitudes entre 30 km e 50 km também pode ser interceptado mas só quando mergulha rumo ao alvo e desce a nível abaixo de 30 km, já que no meio curso ele fica numa “zona morta” da defesa antiaérea (faixa de 30/35 km a 50 km). Hoje não há mísseis que têm capacidade de atuar nessa altitude. O THAAD opera entre 50 km e 150 km de altura, não seria apto para interceptar ameaças entre 30 e 50 km. O SM-3 e o SM-6 também.
            Como disse, isso não que dizer que tais mísseis são ininterceptáveis, já que uma hora eles terão que descer.
            Níveis em que os mísseis antibalísticos operam:
            SM-6: 34 km de altitude e 300 km de distância.
            SM-2 Block IV: 30 Km de altitude e 240 km de distância
            PAC-3 MSE: 35 Km e 100 km de distância
            PAC-3: 25 Km de altitude e 35 km de distância
            THAAD: 50 a 150 km de altitude e 250 km de distância
            THAAD-ER: 50 a 500 km de altitude e 750 km de distância
            SM-3/1: 150 a 500 km de altitude e 800 km de alcance
            SM-3 /2A: 150 a 1500 km de altura e 2500 km de distância
            GBI: 250 a 1500 km de altura e 5000 km de distância

            Zona morta: 35 a 50 km.

            Os mísseis balísticos e os mísseis interceptadores:
            Míssil balístico tático – defesa só endoatmosférica: PAC-2, PAC-3, SM-2/4, SM-6
            Míssil balístico de curto alcance: defesa endoatmosférica: PAC-3, SM-2, SM-6, THAAD – defesa exoatmosférica: THAAD
            Míssil balístico de médio alcance: defesa endoatmosférica: PAC-3 MSE, SM-6, THAAD – defesa exoatmosférica: THAAD, SM-3
            Míssil balístico de alcance intermediário: defesa só exoatmosférica: THAAD, SM-3
            Míssil balístico intercontinental: defesa só exoatmosférica: THAAD-ER, SM-3/2A, GBI

          • O Thaad tem velocidade Mach 7, pode manobrar no mesmo número de G’s que um ogiva manobrável, até mesmo um HTV, pode ser interceptado.
            O PAC-3 apesar de não ter essa capacidade de manobra, opera em uma faixa de altura em que as manobras são inviáveis para os mísseis inimigos.
            Eu não sei o pq esse feitiche por essas ogivas manobráveis se já há meios de intercepta-las.

          • Pq a ogiva esta a mach 20-25 se mudar de direção o missil não acompanha pode puxar o g’s que forem além disso a faixa de interceptação é bem estreita. Se a trajetória não é prevista com antecedência não há tempo hábil pra se colocar em rota de colisão com um objeto 3 vezes mais rápido.
            Pessoal decora muito nome de marketing militar e esquece a física básica

          • Carcará,
            Não existe veículo de reentrada (ogiva) na fase intermediária que mude de trajetória depois de lançada pelo “bus”. Mesmo as manobráveis (MaRVs) só manobram quando reentram na atmosfera.
            No espaço as ogivas seguem trajetória balística.
            Quanto à velocidade, pela sua conclusão não há como um homem a pé querer suicidar se jogando contra um carro que vem a 200 km/h.
            Veículos de reentrada que fazem Mach 20 são lançados por ICBMs e estes não são interceptados por interceptadores endoatmosféricos, portanto, manobrar ou não na atmosfera não faz diferença.

          • Ótimo exemplo, imagina um homem tentando se matar contra um carro que tenta impedí-lo de fazer se deslocando pra isso.
            Acho que o pessoal imagina uma briga estilo aquela de filmes em que o caça faz várias manobras pra se livrar do míssil, e desvia no último segundo com o míssil arrancando tinta, quando na verdade a situação seria um míssil se deslocando pra uma posição vazia errando por dezenas ou centenas de quilômetros…
            O russos alegaram que o avangard faz exatamente isto. Ai fica a dúvida a que distância o sistema de interceptação teria de estar do míssil lançador pra impedi-lo de ejetar as ogivas.
            “”manoeuvering horizontally and vertically at hypersonic speeds” and successfully engaged a simulated target at the Kura Range in Russia’s Kamchatka peninsula.”

          • Carcara,
            Parece que estamos falando de coisas diferentes.
            Eu me referi a uma outra arma infalível russa que são os MaRVs (veículos de reentrada manobráveis). Estes quando lançado por ICBMs ficam no espaço 95% da trajetória. Nestes 95% eles implementam uma trajetória balística imutável e a melhor defesa são os chamarizes que são lançados junto das ogivas.
            Aí os russos alegam que elas manobram e por isso não seriam interceptadas. Muito bem! Só que elas só manobram quando da reentrada na atmosfera e não há previsão por parte da doutrina e da tecnologia americana desse tipo de veículos de reentrada lançado por um ICBM ser interceptado na fase terminal. Na fase terminal só há previsão do uso de interceptadores endoatmosféricos para interceptar mísseis balísticos de alcance curto, médio e provavelmente, intermediário.
            Ou seja, para o sistema defensivo proposto pelos americanos não adianta a ogiva de um ICBM manobrar porque a previsão é que se utilize EKVs (veículos de destruição exoatmosféricos) tentando intercepta-las no espaço, onde elas não manobram.
            *Tudo bem que é dito que essas novas ogivas MaRVs têm algum grau de planeio a grande altitude, mas ainda assim a maior parte da trajetória é no espaço.
            Já você parece que se refere a “veículos planadores hipersonicos” (HGV), como o Avangard.
            Esses eu me referi em um comentário anterior. Não sabemos os parâmetros do voo do Avangard e se ele está na tal zona morta (30 a 50 km) ou não, que é a zona onde voa mísseis hipersônicos propulsados.
            Se estiver, sua velocidade realmente é muito alta para que seja interceptado quando na descente mergulhando contra o alvo, mas acredito que este tipo de “míssil” opere acima da zona morta, voando a 70 km de altura (devido à grande velocidade acima de Mach 20). Em sendo assim sinceramente não vejo como ele não possa ser interceptado por um THAAD que opera entre 50 e 150 km de altura.
            Claro que o alcance horizontal do THAAD de 250 km é um fator complicador, mas já está sendo desenvolvido a versão THAAD-ER com um alcance horizontal e vertical 3 x maior.
            Não vejo como um míssil desses possa implementar manobras que não possam ser compensadas pelo interceptador sendo que ele é dotado de foguetes de controle de atitude e tem alta capacidade de manobra e o alvo (no caso, o Avangard) está sendo rastreado o tempo todo por radares no solo em contato com o THAAD.
            As manobras de alto g que tais veículos hipersõnicos planadores implementam são devidas á velocidade do míssil e não à amplitude do desvio, que é mínimo.
            Não digo que seria fácil, mas que é possível.

  9. Tá cheio de neguinho aqui que manja mais que os engenheiros dos EUA ou da Rússia. Os caras sabem tudo… A Raytheon, Lockheed, etc… deveria visitar mais o PA na hora de contratar novos engenheiros pois os caras são f… das galaxias. Sabem demais, dá gosto de ver!

    • Quando você sabe procurar, você acha uma incrível quantidade de conhecimento na internet e livros e acaba aprendendo a diferenciar noticias verídicas de publicidade governamental

  10. Pra ver como Reagan era visionário. Se tivessem mantido um embrião em desenvolvimento do antigo programa guerra nas estrelas…. Ok q muita coisa evoluiu dali mas se tivessem mantido o programa com foco mesmo q com redução de gastos….. Famoso “se”

  11. O que mais espanta é como a propaganda anti-ocidente pegou mesmo por nossas bandas, tudo leva as pessoas ao descrédito, vejo pessoas morando nos EUA e na Europa onde teoricamente deveriam estar mais felizes, mas debocham e desdenham de qualquer mudança em novo plano de defesa pró ocidente contra russos e chineses, “ah mas o novo torpedo russo é imbatível, e o novo ICBM chinês é inigualável e os chineses vão produzir tantos que nada vai pará-los.” Esse pessoal é tão cego que não se tocam que são o ALVO principal de russos e chineses numa eventual guerra nuclear, e serão os primeiros a “ir pro espaço”. Então pra esse tipo de “camelo” que deve estar ae pra lavar privada e louça dos outros, é bom torcer para esse “plano ambicioso” do Trump dar certo, e a Europa acordar tbm, senão vão virar ADUBO radioativo.

    • Alessandro,
      Resultado de 33 anos de gramscismo solapando a academia, o ensino fundamental, o meio artístico e grande mídia, o seio do cristianismo, com seu desconstrucionismo e revisionismo histórico.

      • Você não é um ateu convicto, Bosco? então você também foi influenciado pelo gramscismo? não culpe comunismo, gramscismo, socialismo ou qualquer “ismo” pela queda do Ocidente. Aponte o dedo para os verdadeiros culpados: a elite ocidental. Vamos dar nome aos bois? as famílias bilionárias anglo-saxônicas, com seu amor ao dinheiro e sua religião maçônica; os bilionários sionistas, o complexo industrial-militar corrupto, além de toda a elite dos países vassalos, como Arábia Saudita e Brasil – por exemplo – que seguem os seus ditames.

        • 100nick,
          Quer dizer que a culpa pela “queda” do Ocidente em curso são as famílias de bilionários anglo-saxões. rssss
          Você então tá a soldo deles porque você é uma das ferramentas desse processo. Tá ganhando quanto dos Rockefellers?

          • Bosco, ele ainda não entendeu que bastar ser um COLABORADOR (mesmo que inconsciente) de uma das centenas das causas criada por essa elite global, que já faz dele um instrumento de massa de manobra.

            ideologia de gênero, ativismo feminista, ativismo LGBT, ativismo ambiental, sexualização infantil nas escolas, ativismo afro-descente, ditadura do proletariado, aborto, desarmamento, e etc.

            “divide et impera”

          • Tem um ditado que diz que o maior feito do capeta é ter feito o ser humano acreditar que ele não existe.
            Quando vemos uma militante gramscista fazer pouco caso do gramscismo vemos o quão esperto e eficaz é o pensador coletivo da esquerda com seu desbugalhador cerebral que tem a capacidade de fazer seus militantes acharem que o que lhes é incutido por técnicas de manipulação e programação neural floresceu deles mesmos de forma natural, utilizando para isso a razão, o bom senso e os mais nobres sentimentos humanos.
            Gramsci era mesmo um gênio!!
            Já para a esquerda caviar não militante que surfa no politicamente correto, a melhor definição foi dada pelo Gustavo Maultasch: “o esquerdismo é uma seita de cunho estético, em que pessoas se reúnem para sinalizar virtude umas para as outras e para se pensarem detentoras do monopólio do bem. Não resolve problema social nenhum, mas faz um bem danado para o ego.”

          • “Gustavo Maultasch: “o esquerdismo é uma seita de cunho estético, em que pessoas se reúnem para sinalizar virtude umas para as outras e para se pensarem detentoras do monopólio do bem. Não resolve problema social nenhum, mas faz um bem danado para o ego.”

            Bosco, minha avó com sua experiência de vida, definiria isso como, “consciência pesada” rsrs… e convenhamos, oq essa turminha fez, e ainda continua fazendo de mer…. ao longo da história, não me admiro Gustavo Maultasch ter chegado a essa conclusão.

    • Síndrome de Estocolmo ou o complexo de vira-lata que os faz se sentir diminuído diante destes povos , mesmo sendo beneficiados pela liberdade e cultura eles se sentem oprimidos , desejando no subconsciente um libertador que os aceite com seus demônios kkklkk

      • O gramscismo incutiu na cabeça dos próprios ocidentais que eles têm uma dívida histórica com o resto do mundo e com as minorias e o jeito dela ser paga é com a Civilização Ocidental ser reduzida às cinzas. Tem gente que acredita. Aqui na Trilogia tem algo em torno de meia dúzia.

    • Pensando por esse lado, é até melhor o Brasil não ter poderio nuclear, pois nos colocaria como alvos das nações que tem. A nação que chegar num potencial momento e quiser destruir as outras, lascou. O que segura as nações ateias e sem valores humanos, eticos, morais, valores que vem do ocidente de botar pra.. F..? Dizem que religião é o mal do mundo, penso o contrário, se não fosse os valores bondosos cristãos, e ate de outras religiões, poderiamos estar vivendo uma anarquia global.

    • “hur dur gramscismo”, “hur dur makiscismu cuturau” “hur dur foru de sun palo”…..Oh não! Mais pautas olavéticas endossando discussões aqui no blog. Pelo amor de Deus bicho, aqui não

  12. Por que estão achando que esse sistema antimísseis é muito caro? É só desviar uma pequena porcentagem dos gastos com o F-35 que dá pra fazer sim

  13. Por mais que um sistema defensivo seja avançado eles sempre estará limitado pela curvatura da terra…a curvatura determina o máximo horizonte no qual pode trabalhar um radar sem restrições..o que da mais ou menos uns 25 a 30 km em qualquer direção…na guerra das Malvinas os Argentinos obtiveram êxito simplesmente usando vetores para atrair a atenção enquanto células a muito baixa altitude a partir de uma distância segura afundavam as fragatas mais modernas da época…Com estratégia correta qualquer armamento se faz letal…

    estes escudos anti mísseis que os eua montam na Ásia e Europa expõem o total desespero desta gente com o avanço e a expansão da influencia dos Russos e Chineses pelo o mundo…são ações inúteis já que estes sistemas de mísseis poderão todos serem neutralizados pelos sistemas anti mísseis destes emergentes…

    quando utilizado para atacar alvos a grande distância, sistemas como o S-400 utilizam o radar do próprio míssil para detectar os alvos…os dados do radar do próprio missil são enviados para o sistema de controle que os interpreta e dirige o míssil…ao contrário dos sistemas dos eua o S-400 não precisa rastrear o alvo…

    o sistema THAAD tem alcance mais curto que o Russo e é incapaz de atingir alvos além do horizonte…é meramente apenas um sistema de mísseis antibalísticos projetado para derrubar foguetes…o S-400 é o único complexo de mísseis no mundo capaz de atingir alvos localizados além do horizonte…o S-500 segundo informações dispersas publicadas pela imprensa Russa terá capacidade para atingir mísseis balísticos a distâncias de 3500km…

    o ballistic sistema aegis missile defense(aegis BMD) é um programa de defesa de mísseis desenvolvido para fornecer defesa contra mísseis balísticos de curto e médio alcance…mas o sistema aegis BMD não tem a capacidade de interceptar mísseis balísticos intercontinentais embora versões futuras possam ter alguma capacidade de interceptação mas limitada…não têm nem a metade do intervalo para neutralizar ICBMs e até mesmo IRBMs em arcing overhead…segundo o Departamento de Defesa dos eua constitui apenas um componente de uma defesa mais ampla que inclui também instalações terrestres…ainda a alguns relatos de que o sistemas de radar SPY-1 a bordo alguns navios de guerra individuais não estão sendo adequadamente mantidos…Almirantes alertam que desde o final dos anos 90 houve uma ênfase exagerada sobre a poupança de dinheiro incluindo cortes nas tripulações e formação e manutenção simplificada…o que levou a uma queda drástica em prontidão e deixou sistemas de combate Aegis em baixo estado de prontidão…

    nenhum sistema de defesa anti aéreo tem capacidade de interceptar Marvs em velocidades hipersônicas…em manobras de alto G…o SM-3 não é eficaz para interceptar Marvs pois foi projetado para interceptar mísseis apenas na fase “mid-course” no espaço…por isso teria que ser lançado quase imediatamente para acertar antes da reentrada ou a partir de um navio aegis posicionada sob sua trajetória de voo….

    Portanto já sabe né Pursuit!…não preciso mais falar…não preciso mais dizer nada né…!!!…

    • “””o S-400 é o único complexo de mísseis no mundo capaz de atingir alvos localizados além do horizonte…””

      Essa afirmação está errada, entre outras.

    • Cabeça fraca,
      Sinto dizer mas em você estando sendo sincero sou obrigado a te informar que você não entende nada do assunto e não soube interpretar o que tentou aprender.

    • Todo míssil antiaéreo ou antibalístico de longo alcance do mundo (seja da China, da Rússia, dos EUA ou da Cochinchina) está de algum modo conectado a uma plataforma de controle e esta com o alvo, em linha reta e direta. Nenhum míssil antiaéreo ou antibalístico opera desconectado de um “diretor de tiro” até que seu seeker tranque no alvo e ele possa seguir “sozinho”.
      *Por isso um míssil antiaéreo hipersônico atinge um avião ou míssil veloz mas um míssil hipersônico não atinge um navio lento dentro de uma bolha de proteção onde ele não pode ser “conduzido”.

      Adotando o sistema cooperativo o míssil antiaéreo/antibalístico (Ex: SM-6) pode ser lançado e estar sob “gerenciamento” de um dado diretor de tiro (navio Aegis) e no meio do curso outro diretor (Ex: E-2D ou F-35) assumir o controle do míssil.
      Seja como for, até que o seeker do míssil tranque no alvo nenhum míssil antiaéreo ou antibalístico opera sem que alguma plataforma de controle (na superfície ou em um avião) esteja em linha direta com o alvo e promovo a atualização da posição do alvo, seja por data-link, seja por um sistema de radar semi-ativo, seja por radar beam-rider.
      O sistema S400 possui mísseis com manobra excepcional só no lançamento, já que é dotado de vetoramento de empuxo. O motor de mísseis de longo alcance funciona apenas e tão somente no máximo em 1/5 do curso até o alvo. Ou seja, onde interessa, que é nas proximidades do alvo, um míssil do sistema S-400 tem tanta capacidade de manobra quanto qualquer um americano. Ouso até dizer que o PAC-3, por ser dotado de foguetes de controle de atitude, independente do motor foguete principal, é o mais manobrável míssil antiáereo e antibalístico endoatmosférico que existe.
      Em relação ao sistema de orientação, os mísseis que compõem o sistema S400 são guiados pelo método de radar semiativo ou por um radar ativo, e são “dirigidos” aos alvos por radares de “engajamento” (é esse o termo que os russos adotam), quando então assume o radar iluminador ou o próprio seeker ativo do míssil.
      O PAC-3 do sistema Patriot é guiado por um sistema de radar ativo e igualmente é “dirigido” até as proximidades do alvo pelo radar do lançador. O mesmo ocorre no caso do SM-6 e SM-2, do sistema Aegis.
      Já sistemas como o THAAD ou o SM-3 são igualmente dirigidos por radar do lançador , que atualiza a posição do alvo e o míssil faz as correções necessárias até que o seeker adquira o alvo por conta própria. No caso de mísseis interceptadores exoatmosféricos o seeker adota é o de “imagem térmica”, que combinado com o radar do sítio lançador, permite uma alta flexibilidade. E com a vantagem de que no espaço não tem atmosfera para prejudicar a condução da radiação IR. Além do espaço ser um lugar frio, o que melhora a resolução de um sistema de imagem térmica.
      Em relação à manobrabilidade, um míssil de interceptação exoatmosférico adota veículos de destruição cinéticos, dotados de “foguetes” (no espaço não adianta ter aletas) para manobrar e eles são dotados de altíssima capacidade de manobra e interceptam os alvos por impacto direto.
      Em relação ao alcance, não interessa se o THAAD é mais ou menos manobrável que A, B ou C. Isso não é um programa de calouros. O que interessa é que dentro do contexto em que ele faz parte ele é eficaz.
      Cabeça, sem querer ser presunçoso, mas acho que seu gosto pessoal não o deixa ver as coisas com clareza.
      Se você não entende a grandeza tecnológica do conceito de camadas (fase de impulso, intermediária, terminal, exoatmosférico, endoatmosférico, etc.) na defesa contra mísseis balísticos adotados pelos americanos é direito seu, mas não dá é ficar fazendo comparações impróprias e afirmações absurdas.

  14. O jeito mais barato de driblar o escudo de trump é colocando ogivas nucleares no espaço. Pequenas manobraveis e furtivas. Incrivelmente perigoso, mas um plano muito, muito eficaz.

  15. Tecnologia dos lasers já evoluiu muito, já não é tão difícil como na época, e no espaço não tem atmosfera o que significa que tem um alcance e efetividade muito maior.

    O projeto original do Reagan usaria uma bomba nuclear para gerar um laser de raios x mas esbarrava em vários problemas, e ainda violaria o tratado de não colocar armas nucleares no espaço.

    • Muito bom o plano o próprio laser valorizaria o material radioativo formando uma fina camada letal pelo globo ou apenas desestabilizaria a ogiva deixando o trabalho pra atmosfera?

  16. Me perdoem os torcedores da Russia, EUA e da china que fiquem brigando a vontade comparando qual e o maior ou qual e o melhor …

    Mas o meu interesse todo e em saber o que nossas FFAA vão fazer esse ano para corrigir a deficiência de defesa aérea de media e grandes altitudes.

    Por diversos motivos, Perdemos a oportunidade de conseguir com a Russia uma versão do Pantsir-S2E mais adequada a nossa realidade e agora continuamos sem nada esperando um dia (que pode nunca vir) que a Avibras va apresentar seu sistema defesa.

  17. A Rússia nem precisa desenvolver…basta apenas reativar e modernizar o seu…só porque os soviéticos eram abertamente contra a Iniciativa Estratégia de Defesa do ronald reagan conhecida como “Star Wars”….não significa que eles não trabalharam em sua versão própria…as Defesas Estratégicas Soviéticas no Espaço eram parte de um escudo não unificado aéreo, terrestre e espacial contra mísseis balísticos com destino a Moscou…

    no começo dos anos de 1970 a Rússia lançou o Cosmos 389 o primeiro do que viria a ser conhecido como satélite “furão”…essas pequenas aeronaves miravam radares e emissão de rádio que poderiam identificar locais de defesa aérea e centrais de comando dos eua e ajudariam a inteligência soviética…

    durante os anos 80 o Programa de Defesa Estratégica Soviético investiu pesado em lasers terrestres capazes de destruir satélites…a inteligência dos eua argumentava que locais como o Terra-3 no Cazaquistão eram a prova de um chamado “gap laser”… a tecnologia soviética não chegou a ser concretizada…mas alguns protótipos foram testados no entanto…os soviéticos exploraram a ideia de satélites assassinos armados durante os anos 1980 também…

    Russian Road Rage :

    https://www.youtube.com/watch?v=IMjnQ1dvlJM

  18. É o megalomaníaco alucinando de novo, não consegue construir um muro entre o México e os EUA e quer gastar trilhões em ” Star Wars II, a missão”.

    • Com os mexicanos tendo elegido um presidente que apoia o Maduro e que quer estatizar as coisas acho melhor construírem o muro logo antes que aconteça igual a Roraima!! A mentalidade do povo de lá não parece nada boa como ficou claro na notícia recente do povo roubando combustível.

  19. O povo critica e debocha a estratégia de defesa dos Estados Unidos e seus aliados. Mas aplaude a Rússia e a China anunciando o desenvolvimento de armas que podem destruir o mundo que conhecemos e tudo o que amamos em prol de uma megalomania utópica de desbancar os americanos de liderança mundial.

    O pior de tudo, são os ocidentais defenderem como se nada de errado estivesse acontecendo. Como dito pelo comentarista acima, serão os principais alvos e os primeiros a “ir por espaço” se a “péssima, louca, inconsequente” estratégia americana falhar.

    • E que na retórica inflamada passional o componente forte é a irracionalidade, pois o portador da mesma consegue ver,apenas a destruição do objeto alvo de seu ódio,algo que dá razão e motiva a sua existência,e a consequente vitória de seu amo.

  20. Hoje pela manhã,em retaliação por um míssil lançado contra Israel,depósitos de armas dos aliados da Síria foram atacados e destruídos. A Síria disparou contra as aeronaves de Israel,que usa do bateu,levou.Não é preciso dizer que as baterias móveis Pantsir foram atacadas e destruídas.

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