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KC-390 PT-ZNJ apoia Grupo Kilo em Anápolis (GO)

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O protótipo 002 (PT-ZNJ) do cargueiro militar Embraer KC-390 foi fotografado em Anápolis, onde está instalado o Grupo Kilo, responsável por preparar os tripulantes do Grupo de Implantação da aeronave de transporte. A ida do KC-390 a Anápolis também esteve relacionada ao certificado da ANAC.

A Ala 2 realizou, no período de 30 de abril a 15 de maio, o 1° Curso de Emprego da Aviação de Transporte (CEAT).

Depois do incidente com o primeiro protótipo do KC-390, a Embraer comunicou que está avaliando o planejamento para continuidade dos ensaios de certificação, incluindo a possibilidade de transferir alguns testes para o protótipo 002 e também para as primeiras aeronaves de série que já se encontram em estágio avançado de montagem.

A Embraer mantém a previsão de atingimento da Capacidade Final de Operação (Final Operational Capability – FOC), objeto da certificação final militar da aeronave, assim como a primeira entrega à Força Aérea Brasileira, no quarto trimestre de 2018.

38 COMMENTS

    • Todos os C-130 estão nos Afonsos ou Galeão, talvez eles acabem indo, no primeiro momento, para o Rio.
      Como isso deve ser alterado, meu palpite é que devam distribuir entre Recife, Rio, Manaus e talvez, Canoas.

      • Gustavo, só um reparo: já faz uns anos que os esquadrões de C-130 foram concentrados no Galeão, não tem mais Hercules nos Afonsos.

        E o grupo Kilo está em Anápolis porque é lá que começará a operação do KC-390, com transferência do 1ºGTT (Esquadrão Coral) do Galeão para Anápolis a ser efetivada agora em junho.

  1. Alguém tem notícia sobre o que vai acontecer com o outro exemplar que se acidentou vai ter perda total ou vai ser recuperado lembrando é claro que o outro também será transferido a FAB dentro dos contratos assinados até agora seria 28 unidades de série de fábrica e tempos depois a Embraer assinou com o governo a transferência a força aérea após fim dos ensaios em voo. Assim caso alguém tenha algo de novo sobre a aeronave pois na teoria essa unidade tem que ser recuperada para ser entregue a FAB que na realidade planeja ter 30 unidades com os dois prototipos que já foi assinado o termo de compra de ambas pela FAB.

    Alex Tiago

  2. Walfrido
    Não vão voar operacionalmente na FAB??? Desculpa mas não me lembro talvez possa soar estranho mas não me lembro desta notícia vou procurar me informar melhor imagino que se uma força aérea paga milhões por um equipamento ela deveria utilizar do contrário não teria lógica essa aquisição.

    • Há que se verificar as condições de operação do protótipo que se acidentou. De repente, é melhor deixar no IPEV a fim de apoiar o Curso de Ensaios em Vôo (CEV).

    • Já foi dito aqui e em outros blogs que os protótipos foram pagos pela FAB porque é a financiadora do projeto, mas eles não serão operacionais, serão ou será agora o sobrevivente usado até o osso em testes e depois poderá ficar como demonstrador para poder alavancar novas vendas que interessam doretamente a FAB que ganhará “royalty” por aeronave vendida.
      O primeiro que vai ser entregue a FAB é este que está sendo finalizado, o primeiro de série que poderá ficar um tempo com a Embraer para poder finalizar a certificação no prazo pretendido, o que é do interesse da FAB para poder iniciar a operação em Anápolis com a aeronave certificada e operacional, não adianta receber a primeira aeronave ainda experiemental, sem estar certificada.

  3. Walfrido. Amigo não encontrei nada falando olhei em muitas reportagens daqui do portal aéreo e de outras mídias e não encontrei nada a respeito dessa informação o Sr passou.
    Sr Cnel Nery se caso os protótipos forem entregues deve ter alguma garantia do fabricante imagino que essa ideia do Sr com certeza é de se considerar mas penso que é um grande avião de transporte tbm teria muito mais serventia no operacional desde com a garantia da Embraer.
    Alex Tiago

    • Alex:
      Todo o programa do KC390 pertence à FAB, inclusive os protótipos, mas esses (ou esse agora) irão ser usados até o osso em testes. Normalmente protótipos, após o término das certificações, vão para museus, é essas aeronaves não serão diferentes.
      Quanto a aeronave acidentada, dado os danos extensivos, não deve voltar a voar.

  4. Offtopic: Murió el multimillonario francés Serge Dassault, dueño de Le Figaro y de la fábrica de aviones Mirage

    • João,
      O mesmo que se faz com os últimos aviões de uma frota a serem desativados: venda a eventuais interessados em células com possibilidade de ter a vida útil estendida (que provavelmente terão que investir em revisão estrutural etc); venda como sucata; venda ou doação / troca a museus (um dos desativados foi entregue ao MUSAL). A frota já vem sendo desativada paulatinamente conforme atingem limites de horas de voo antes de revisões maiores (e mais caras) e aeronaves desativadas em geral fornecem sobressalentes para manter os últimos da ativa em operação.

  5. João Andaime, se o kit para o motor Allison T56-A-15 do C-130 foi certificado a poucos anos e a certificação da nova hélice octapá está sendo feito agora, a LM também está pensando em um horizonte de 15 anos, oferecer um C-130B/E/H modernizado por uma fração do preço de um KC-390 novo.
    Com este kit o motor fica 15% mais econômico e tem o tempo entre as revisões aumentado e o problema de suprimento das hélices quadripá fica resolvido com a nova hélice.
    No passado as empresas tinham medo de lançar modernizações para não prejudicar a venda dos novos, mas hoje os tempos sáo outros e mesmo que um C-130M tire a venda do C-130J, o que vale é manter o cliente em carteira e ganhar na modernização.
    Este cliente que comprar um C-130M com nova caixa central da asas, kit de melhoria do motor, novas hélices e painel glass cockpit continuará dando lucro a LM.

    • Este é o motor T56 serie 3.5 engine upgrade, melhorado para o Orion e Hercules que entrou em uso em 2016.
      “T56 Series 3.5 Engine Upgrade program uses proven technology and materials from other Rolls-Royce engines and will improve fuel efficiency (12% reduction), reduce maintenance costs, increase reliability and enhance performance. The upgrade allows T56 engines to operate at greatly reduced temperatures, which extends the service life of parts and improves reliability by 22%. In February 2016, Rolls-Royce delivered the first T56 Series 3.5 Engine Upgrade kits to the U.S. Air Force for installation on its C-130H transport fleet. ”
      Por enquanto com a antiga hélice quadripá, a nova deve ser certificada este ano, está em teste na USAF atualmente.
      . https://www.rolls-royce.com/products-and-services/defence-aerospace/transport-tanker-patrol-and-tactical/t56-3-5-enhancement.aspx#/

      • Walfrido, esse kit de modernização do T-56 é aplicável apenas ao C-130H ou pode ser aplicável à versões mais antigas como é o caso do C-130B?

        • O C-130B usa um motor mais antigo, o T56-A-7, que depois do acidente com o C-130B da Indonésia por parada de um motor após overhaul em empresa autorizada ficou uma recomendação para que os proprietários dos C-130B trocassem seu motor para o -15 do C-130H, ultimo a ser fabricado com este motor Allison T-56, não é obrigatório, é recomendável pois é um motor que deixou de ser fabricado a muito tempo com restrições de suprimento.
          Porem nos textos da RR que eu li só dizem que o serie 3.5 upgrade serve para os T56 dos C-130, L-100, P-3, E-2 e C-2 sem entrar em detalhes dos modelos.

      • Isso é o que acontece em caso de fratura da seção central da asa, por isso a LM ainda fabrica a seção central da asa do C-130 e P-3, nas revisões o estado é monitorado e se chegar em um limite fora dos padrões é necessária a troca.
        Nossos P-3 e C-130 ex-Itália muito usados estão sendo constantemente monitorados para evitar este tipo de acidente gravíssimo, onde o avião literalmente cai que nem uma pedra, sen chance alguma de sobrevivencia.
        . https://m.youtube.com/watch?v=-A4QZAxrb28

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