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Caça F-5FM da FAB que caiu estava em missão de combate aéreo BVR

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Informações da Assessoria de Segurança de Voo (ASEGVOO) do COMPREP (Comando de Preparo) da Força Aérea Brasileira divulgadas nas redes sociais dizem que o caça F-5FM matrícula 4811 do 1º Grupo de Aviação de Caça (1ºGAVCA) estava em missão de treinamento de combate BVR (Beyond Visual Range – Além do Alcance visual) 2×1.

O avião decolou da Base Aérea de Santa Cruz às 10h40Z (sigla para hora Zulu, ou de Greenwich – GMT) . Na subida para a área, o piloto do 4811 reportou pane (a ser confirmado).

A missão foi abortada e a aeronave fez aproximação, com acompanhamento, para a pista RWY23.

Aproximadamente a 4 milhas náuticas da cabeceira, os pilotos ejetaram e aeronave caiu às 10h50Z. O SAR foi acionado e os pilotos foram resgatados.

Sistemática de treinamento – Em 2012, fizemos na Revista Forças de Defesa uma matéria sobre os jatos F-5 do tipo biposto FAB, o que incluiu visita à Base Aérea de Santa Cruz. Lá, apuramos como se realiza a conversão à primeira linha dos pilotos de caça da FAB.

Os oficiais aviadores vindos de esquadrões de A-29 Super Tucano, ao seguir para as unidades que voam o F-5M, fazem a conversão operacional num curso que totaliza aproximadamente 60 horas de voo, sem contar as horas que o aluno passa no simulador do jato. Dessas 60 horas, cerca de 1/5 corresponde a voos no modelo biposto (F-5FM).

A parte inicial do curso visa transformar o piloto de A-29 em piloto de F-5M (ou seja, adaptar a voar a aeronave), o que leva pouco tempo diante do total da instrução, Essa parte é, basicamente, feita no F-5FM (pré-solo, orientação de pouso, decolagem, voo noturno e por instrumentos), e responde por pouco menos de 10 horas de voo no biposto.

O objetivo principal do curso, porém, é que o piloto de combate de A-29 se transforme em piloto de combate de F-5M, o que toma mais tempo, pois o aluno precisa se adaptar a uma arena de combate maior, mais complexa, com novas armas, e onde as reações também tem que ser mais rápidas num jato supersônico do que num turboélice como o A-29.

Nessa fase, as primeiras missões são realizadas no F-5FM, quando os instrutores mostram em voo como fazer cada manobra de combate, para o aluno então comandar as manobras e ser avaliado e corrigido, na hora. Os voos seguintes já são realizados pelo aluno no monoposto F-5EM, com o instrutor voando na ala, em treinamentos de combate, tiro aéreo, ataque ao solo, interceptação, ou seja, todas as missões da aviação de caça.

Mais para o final do curso, as missões incluem combate 2×2 e, na última fase da conversão operacional, são feitas quatro missões de combate BVR. Depois dessas missões, o PMO (piloto em manutenção operacional) é considerado apto a realizar missões no tipo.

O F-5FM 4811 – A aeronave é um dos três jatos F-5F (biposto) adquiridos no lote de onze caças F-5 (que incluiu oito do tipo F-5E, monoposto) em 2007, da Jordânia. Em algumas ocasiões, pudemos fotografar sua célula passando por revisão e reparos no Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP), antes de seguir para a Embraer, onde foi modernizada para o padrão F-5FM. Mostramos abaixo algumas dessas imagens.

Segundo o livro “Northrop C/F-5A/B/E/F en Latino America”, de Santiago Rivas, antes da Jordânia, onde tinha a matrícula 1576, a aeronave pertenceu à Força Aérea do Sudão (matrícula 201). Pelas informações de sua série original, o jato foi fabricado em 1982, sendo mais novo que os outros dois F-5F adquiridos da Jordânia, fabricados provavelmente em 1975 e 1978. Pelas informações do livro, a célula tem praticamente a mesma idade dos F-5F adquiridos usados dos EUA e recebidos em 1988 (com anos de fabricação variando entre 1982 e 1984), e que compõem o restante da frota de F-5FM na FAB.

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Thiago
Thiago
2 anos atrás

Q droga. Menos um. Graças a Deus ejetaram aparentemente em seguranca. estao bem correto?

Antonio
Antonio
2 anos atrás

Pelos vídeos que correm na ‘rede’, o pessoal do SAMU chegou logo. Logo depois um helicóptero passou a sobrevoar o local. Um piloto estava bastante machucado e outro aparentava estar bem.

BILL27
BILL27
Reply to  Antonio
2 anos atrás

Pois e´,eu vi o video e até parei de assistir quando mostrou o segundo piloto machucado ,o que me parecia ser o instrutor .

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  BILL27
2 anos atrás

Eu tb, qdo o vi me pareceu que estava com muitas dores. rezemos para todos se recuperem o mais rápido possível st4

Bueno
Bueno
2 anos atrás

Muito triste pelos pilotos e pela aeronave. Graças a Deus que estão vivos.
Aguardando noticias

Jorge Knoll
Jorge Knoll
Reply to  Bueno
2 anos atrás

jÁ TEMOS POUCOS, e ainda perdemos mais um, fica difícil.
E a manutenção? Sinal que temos que redobrar os serviços prestados. Não pode faltar dinheiro para manutenção.
QUE A queda sirva de lição.

Dodo
Dodo
Reply to  Jorge Knoll
2 anos atrás

O senhor está tirando conclusões precipitadas. Ainda nem sabe se a causa do acidente,portanto falar que a manutenção foi falha(coisa que eu duvido mto dado a capacidade técnica dessa galera)é de que não há dinheiro para manutenção(sendo que temos quase 50 dessa aeronaves em operação)não faz sentido. Novamente passo paciência e respeito a investigação antes de tomarmos qualquer tipo de conclusão por nos mesmos

Alexandre Salgueiro
Alexandre Salgueiro
Reply to  Bueno
2 anos atrás

Sou CABO RF e estava no Hfag. hoje na porta do CTI. Para onde os Pilotos Ejetados desse infeliz episódio foram levados para tratamento , um CAP. AV do GAVÇa me assegurou que eles estavam BEM , Havia tambem um TEN. CEL AV Creio Comandante dos acidentados e outros colegas Aviadores TENENTE AV. Fora familia ,, Disso tudo fica o mais importante “VÃO-SE OS PASSAROS , FICAM OS HOMENS” (PILOTOS). TORCENDO POR BREVE MELHORAS E OUTROS VOÔS BEM SUCEDIDOS.

Fernando Pereira
Fernando Pereira
2 anos atrás

Desculpem se minha opinião parecer tosca, mas só se suja quem trabalha, só cai aeronave se ela voar, bom seria se tivéssemos caças zero horas de voo, mas não temos. Graças a Deus e ao tirocínio de “ejetar” dos pilotos que eles estão vivos. Quanto ao material, é isso que temos hoje para treinar e defender a pátria e nos faz ver que mesmo diante das adversidades dos soldos mal remunerados, de aeronaves no limite da vida operacionalidade e da falta de investimentos, nossos homens e mulheres encaram o treinamento a sério. E isso pode ter salvado a vida deles.

Jeff
Jeff
Reply to  Fernando Pereira
2 anos atrás

É bem por aí, Fernando. A FAB se vira com o equipamento que possui, e se vira muito bem. O treinamento não fica devendo nada a ninguém, pelos investimentos que são feitos nas nossas forças, não só a Força Aérea.
E por mais que seja penoso, de tudo se tiram lições, os pilotos estão vivos isso que importa, agora será mais um case para estudo futuros e treinamento.

Fox-2
Fox-2
Reply to  Jeff
2 anos atrás

Jeff,
Isso que aconteceu é algo completamente normal.
A taxa de perda de aeronave em relação ao que temos em estoque é menor que a dos EUA e outros países.
Perdemos 1 aeronave por ano !

Eduardo von Tongel
Eduardo von Tongel
Reply to  Fox-2
2 anos atrás

Percentualmente em relação à quantidade de aeronaves deve ser igual, agora se computar aí as horas de vôo deles, não sei não…

Dodo
Dodo
Reply to  Eduardo von Tongel
2 anos atrás

Os pilota da fab voam em média 200h por ano. A mesma faixa de tempo que mtos países como a Rússia, a França e s EUA

Ek Pola
Reply to  Fernando Pereira
2 anos atrás

Exato Fernando. Faço das suas as minhas palavras!

Saldanha da Gama
Saldanha da Gama
Reply to  Fernando Pereira
2 anos atrás

Fernando, Opinião tosca? Você foi preciso e tenho certeza que a maioria corrobora com vc!!! abração st4

ZAMZAM_PAMPA
ZAMZAM_PAMPA
2 anos atrás

Não é boa ideia jogar essas aeronaves na CRUZEX. Já tivemos uma amarga experiencia.

Flanker
Flanker
Reply to  ZAMZAM_PAMPA
2 anos atrás

Todas as vezes em que os F-5M participaram da Cruzex eles se saíram muito bem. Na primeira e segunda edições desse Exercício os F-5 ainda não eram modernizados, tendo realmente enfrentado dificuldades contra outras aeronaves mais modernas. Essas dificuldades também ficaram aparentes quando das operações Tigre e Mistral, ocorridas na segunda metade da década de 90. Porém, depois de modernizados, os F-5 participaram de todas as outras Cruzex que ocorreram e também de uma Red Flag, em 2008, quando 6 F-5M do Pampa foram para os EUA e desempenharam muito bem o seu papel.

Bruno
Bruno
Reply to  Flanker
2 anos atrás

O Brasil lá abateu 4 caças e perdeu 6.
Mas tá bom pra quem tava enfrentando só caça superior aos deles.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  ZAMZAM_PAMPA
2 anos atrás

Você participou de alguma CRUZEX? Qual seria essa amarga experiência?

ROBINSON CASAL
2 anos atrás

Conheça a nota oficial da Força Aérea e entenda como esses acidentes são investigados pelos militares.

https://www.youtube.com/watch?v=VefHdcGjFLA

Ronaldo de souza gonçalves
Ronaldo de souza gonçalves
2 anos atrás

Vamos ver se apressa a construção dos Gripen ,ou poêm uns Gripen c de aluguel até a vinda dos novos. O f-5 ficou bom ,mas é um aparelho velho,já obsoleto. É alguns dos srs podem discordar mas ele não dura 15 anos,só se ficar em terra na reserva.

Michel Lineker
Michel Lineker
2 anos atrás

Essa notícia no fundo é muito boa!!! Nossa Força Aérea mantém seus pilotos treinando e voando!!! E combate BVR ainda por cima.

Por isso suor masculino sai dos meus olhos ao saber que talvez nossos homens lá em cima nunca voem um 5•Geração ou ao menos nunca tenhamos algumas centenas de caças.

Vocês dois que ejetaram meus Parabéns!!! Vocês estavam fazendo algo bom pelo povo.
Só peço aos homens de farda que cobrem mesmo coisa melhor e em mais quantidade. Porque os impostos que pagamos da fazer.
Vem logo Gripen!!!

Dodo
Dodo
Reply to  Michel Lineker
2 anos atrás

O gripen é quase um caça de 5 geração,ao menos no que tange sua eletrônica e armamentos. Portanto acho que qnd chegar o primeiros lotes,pode considerar seu sonho parcialmente atingido.
Obs: se somar os a1,os f5 e os lotes de gripens,da mais do que uma centena de vetores

Silvonei
Silvonei
2 anos atrás

O caça caiu 10:50 horas, não foi mais cedo? Em outros canais de notícias, diz que foi cedo 07:40 horas.

Abraços

Silvonei
Silvonei
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Ok. Abraços Galante

Charly Diego
Charly Diego
2 anos atrás

Até onde sei, foram essas aeronaves que reduziram o Gap tecnológico entre nossas forças e as estrangeiras. Na ocasião em que nós saímos mal, os F5 não tinham passado por atualizações.

VEIGA 104
VEIGA 104
2 anos atrás

Galante boa tarde. Investigação sobre acidentes aéreos envolvendo aeronaves comerciais costumam ser muito demoradas em função da complexidade e dos vários fatores que influenciam esse tipo de acidente. Nesse caso específico ( avião militar em missão próximo a Base ), é mais fácil e mais rápido chegar a conclusão das causas do acidente ? Ou uma coisa não tem nada haver com a outra ? Desde de já agradeço. Abraço.

Guilherme Poggio
Reply to  VEIGA 104
2 anos atrás

VEIGA 104

Em princípio resultados de acidentes com aviões militares não são divulgados. A FAB pode divulgar a causa da queda, mas não tem a menor obrigatoriedade.

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  VEIGA 104
2 anos atrás

Dificilmente divulgam causas de acidentes com aeronaves militares, principalmente caças. Um relatório aberto ao público exporia informações fundamentais vinculadas ao equipamento e portanto Classificadas. Isso No Brasil, nos Eua, na Russia ou em qualquer FA.

Ivanmc
Ivanmc
2 anos atrás

Pois é, eu assisti a notícia as 8:30hs no Jornal da Record.

Gabriel
Gabriel
2 anos atrás

Graças a Deus ninguém morreu! isso é o mais importante

Flanker
Flanker
2 anos atrás

O 4811 era um dos 3 F ex-jordanianos. Restaram o 4810 e o 4812. Uma curiosidade é que nunca vi uma imagem sequer dessa celula após modernização. Os editores poderiam tentar conseguir a informação, junto ao Cecomsaer, se esses 2 outros já foram modernizados e entregues à FAB. E também saber se o 4806 já saiu do PAMA-SP, para onde foi enviado apos seu pouso “autônomo” em 2016. Seriam informações interessantes de se obter.

Daniel
Daniel
Reply to  Flanker
2 anos atrás

Eu também jamais vi as fotos destes aviões depois de modernizados.

Guilão
Guilão
Reply to  Daniel
2 anos atrás

Tenho uma foto que consegui casualmente e depois tentei pegá-la novamente, porém foi impossível.

VEIGA 104
VEIGA 104
2 anos atrás

Agradeço Guilherme. E quanto ao tempo de conclusão ? Sendo avião militar e nesse caso próximo a Base é mais rápida a investigação ?

Rafael M. F.
Rafael M. F.
Reply to  Alexandre Galante
2 anos atrás

Se tiver algum osso dentro do que sobrou da turbina já sabemos o que foi…

MadMax
MadMax
2 anos atrás

Acho que morreu de velhice.

Claudio Luiz
Claudio Luiz
Reply to  MadMax
2 anos atrás

Também acho.

VEIGA 104
VEIGA 104
2 anos atrás

Muito obrigado por compartilhar conhecimento. Abraço.

Juvenal Santos
Juvenal Santos
2 anos atrás

Independente de sempre torcer para que todos os pilotos retornem sãos e salvos, e neste caso, os pilotos estão vivos, o que é uma excelente notícia, acho que foi equivocado reformarem esse avião da guerra do Vietnan, gastou-se um dinheiro à toa que está fazendo falta, esses aviões (magníficos, por sinal) deviam estar num museu há muito tempo, deu no que deu, vão cair de maduros.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Juvenal Santos
2 anos atrás

À toa? Você acredita que daria para comprar 49 caças com radares e sistemas modernos pelo preço que se pagou na modernização dos F-5 da FAB? E com operação e logística já comprovadas, além de manutenções já realizadas aqui? Não é exatamente o dinheiro gasto nessa modernização que está fazendo falta hoje em dia. A crítica mais justa que se pode fazer à modernização dos F-5 da FAB, na minha opinião, é que ela deveria ter começado e terminado antes. Outra crítica justa é que o sucessor dos caças Mirage III e F-5 da FAB deveria ter sido escolhido pelo… Read more »

Sidney
Sidney
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
2 anos atrás

Juvenal o B-52 entre outros aviões riu do seu comentário rsrss, avião pode ter 1 ano de uso ou 100 anos, o que determina se ela está em condições de voo é a manutenção.

Delfim
Delfim
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
2 anos atrás

Mas Nunão, provavelmente o vencedor do F-X1 seria o M2000BR, apesar da FAB preferir o J-39C pois havia na época participação da Dassault na Embraer, havia uma promessa de fabricação local única no F-X1, e o lobby político era alto.
E assim estaríamos com um problema maior ainda em termos de disponibilidade, dado o maior custo operacional do M2000 frente ao do F-5M.
E hoje não teríamos F-39E/F a comprar pois o M2000-BR estaria na metade da vida útil e ainda razoável.

Nunão
Nunão
Reply to  Delfim
2 anos atrás

Será, Delfim? No F-X2, em 7 de setembro de 2009 o Rafale, do mesmo fabricante, chegou até a ser anunciado publicamente pelo presidente à época, e não levou a taça. Entre 2002 e 2003, quando dois presidentes seguidos decidiram não decidir sobre caças, nada garante que a escolha recairia sobre o Mirage 2000. E, ainda que fosse o escolhido, a verdade é que qualquer outro vencedor do F-X1 teria custo operacional superior ao F-5M, assim como o Gripen também terá, uns mais que outros, mas todos mais caros de operar que o bicudo. Inclusive minha preferência à época (e meu… Read more »

Delfim
Delfim
Reply to  Nunão
2 anos atrás

Eu coloquei provavelmente. A FAB queria o J-39C, e muitos como vc queriam o F-16.
Havia a famosa questão do bocal do F-16 aspirar detritos contra. Mas as pistas atualmente estão muito melhores que há 15-20 anos atrás. E o F-16 estaria aí na FAB firme e forte hoje, até pegando um upgrade para Viper block 70.

Guilão
Guilão
Reply to  Nunão
2 anos atrás

Nunão tem ai fotos recentes dos F-5FM 4810 ou 4812, pois não vejo fotos deles em lugar nenhum.

Mauro 76
Mauro 76
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
2 anos atrás

Essa elbit especializou em derrubar aviões da fab…….
Queria um estudo serio sobre modernizações de f5 e comparassem com os nossos elbit…

Luiz Antonio
Luiz Antonio
Reply to  Juvenal Santos
2 anos atrás

Colega: Procure informações sobre os critérios que levaram a FAB a modernizar os F-5, a tecnologia aplicada, a relação custo benefício considerando apenas equipamentos e o que não pode ser medido como benefício: A migração dos nossos pilotos para um nível elevado de desempenho, compatível com o estado da arte. Se não fosse esse programa de modernização, nossos pilotos ainda estariam praticando tiro terrestre e obviamente reduzido muito a vida útil das poucas celulas que tinhamos. Se não fossem os “Mike” as operações com perfil BVR seriam realizadas apenas em simuladores. Como o Fernando frisou, o erro da FAB foi… Read more »

Jagdverband#44
Jagdverband#44
2 anos atrás

Rest in Peace Mike 4811!

Tallguiese
Tallguiese
2 anos atrás

Pessoal T-38C talon da USAF caiu também!

Paulo Costa
Paulo Costa
2 anos atrás

Já que é o biposto,o segundo a se acidentar,não seria o caso de diminuir o intervalo das inspeções?
O monoposto em maior numero não tem tido acidentes neste mesmo tempo..

Renato de Mello Machado
Renato de Mello Machado
2 anos atrás

A FAB tem de segurar o FAB-4856,ele é valioso de mais.Já pensou se acontece algo com ele?

Adriano Luchiari
Adriano Luchiari
Reply to  Renato de Mello Machado
2 anos atrás

Fiquei curioso Renato…o quê o 4856 tem para ser mais valioso do que as outras aeronaves?

Renato de Mello Machado
Renato de Mello Machado
Reply to  Adriano Luchiari
2 anos atrás

Em 1988 a FAB adquiriu um lote de 22 caças F-5E usados da USAF (além de outos quatro F-5F). Estas aeronaves estavam baseadas em Willians AFB e Nellis AFB. Os aviões estavam entre os F-5E mais antigos do mundo, sendo que 15 deles faziam parte do primeiro lote de 30 unidades produzido pela Northrop. Um deles era exatamente o “1417″. No Brasil, o “1417″ recebeu a matrícula FAB-4856.

Delfim
Delfim
Reply to  Renato de Mello Machado
2 anos atrás

Este F-5 em teoria valerá seu peso em ouro no futuro mas não sei como a FAB trata a venda de seus meios aéreos para colecionadores.
E seu valor colecionável foi afetado pela transformação para o valor “M”, pois teria de ser mantido em estado original. Não sei se seria financeiramente compensador ou até possível tecnicamente seu retorno à configuração original.

Renato de Mello Machado
Renato de Mello Machado
Reply to  Delfim
2 anos atrás

Não precisa ser zé frisinho e com direito a pintura da USAF né? igual a seu AlfaRomeu.Mas basta a FAB dar um descanso na escala dele até os Gripen chegar

André Bueno
André Bueno
Reply to  Delfim
2 anos atrás

É necessária uma autorização dos americanos para venda a terceiros, cláusula “end user”.

Douglas Belarmino da Mota
Douglas Belarmino da Mota
2 anos atrás

Acordei com o som estranho da turbina do F-5.Corri para ver só vi a fumaça,quando cheguei ao local.
H-36 Caracal já tinha chegado, pousou na rodovia Rio Santos para resgatar um dos pilotos que estava sendo atendido na ambulância.Os pilotos fizeram o procedimento de não deixar o F-5 cair nas residências.O F-5 caiu em uma área de plantação perto de torres elétricas.

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Paulo Costa 24 de Maio de 2018 at 18:56 Já que é o biposto,o segundo a se acidentar,não seria o caso de diminuir o intervalo das inspeções? Paulo, os intervalos das inspeções antes da modernização era de 25 horas, hoje, talvez com incorporação de vários sistemas elétricos/eletrônicos, este intervalo pode ter mudado. A FAB segue rigorosamente as inspeções que constam nos Tos do fabricante, que também determina alguns intevalos reduzidos a media que a célula vai atingindo determinado número de horas. O monoposto em maior numero não tem tido acidentes neste mesmo tempo.. Paulo, o índice de acidentes com os… Read more »

Paulo Costa
Paulo Costa
Reply to  Juarez
2 anos atrás

Obrigado Juarez,ficamos sabendo de informações dos F-5,então vou aguardar mais dados
a respeito do acidente.

Marcos10
Marcos10
2 anos atrás

As pessoas perderam completamente a noção das coisas. Publicar vídeos de pessoas feridas é o cúmulo da idiotice.

Luís Henrique
Luís Henrique
2 anos atrás

O Chile adquiriu na mesma época, caças F-16 MLU por cerca U$ 10 mi cada.

Se somar o que a FAB investiu modernização dos F-5 + aquisição de novas células + aquisição de mirage 2000 C, daria para ter conseguido uma frota ligeiramente menor de F-16 MLU.

Ou talvez até manter mesmo número células mas com investimento ligeiramente superior.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Luís Henrique
2 anos atrás

Luís Henrique, Minha questão foi relacionada especificamente ao que se compraria, em outras opções de caças com radares e sistemas modernos, com o mesmo dinheiro que foi gasto na modernização de 49 caças F-5 da FAB. Se você coloca na conta geral os doze Mirage 2000 C/B comprados para a FAB, e faz a comparação com as compras de F-16 MLU do Chile, tem que levar em consideração outras compras e modernizações chilenas para ser justo. Afinal, pouco antes dos F-16 A/B MLU, eles compraram 10 F-16 C/D novos de fábrica. E antes disso, ao longo da década de 1990,… Read more »

Flanker
Flanker
2 anos atrás

Renato, só um complemento. Faltou você dizer que o 1417 (4856 na FAB) foi o primeiro F-5E fabricado. Por isso, seu valor histórico. E tem ainda o 4857, que foi o segundo F-5E fabricado. Portanto, temos na FAB, ainda em operação, os dois F-5E mais antigos do mundo. E os dois voando e cumprindo suas missões!

jagderband#44
jagderband#44
2 anos atrás

Quantos aviões perdemos nos últimos anos?

Thiago Telles
Thiago Telles
2 anos atrás

Notícias dos pilotos como estão?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Thiago Telles
2 anos atrás

Ten Bernadochi- cirurgia ontem. Transcorreu muito bem. Sem intercorrências. Acordado e cooperativo.
Ten Batesti – saiu do respirador. Atende comandos. Já está dando sinais de recuperação da visão (havia uma pressão intracraniana afetando a parte responsável pela visão ).
Informação prestada por um médico do HFAG.

Agnelo
Agnelo
2 anos atrás

Por estas características, pode ter sido passado ou é muito cedo pra ter a mínima ideia?

LucianoSR71
LucianoSR71
2 anos atrás

Aproveitando o sempre recorrente tema da idade, tem um vídeo bem instrutivo sobre essa questão, apesar de que se refere a aeronaves comerciais:
https://www.youtube.com/watch?v=tgjTMbCdz1A

Nonato
Nonato
2 anos atrás

Se o que você falou for procedente, então será que foi falha do estagiário?
E se for, não é falha do treinamento também?
Se um avião é mais difícil de domar então é necessário mais cuidado.
Melhor treinamento.
Pensei que sendo biposto o professor tinha maior comando da aeronave.
Só 25 h para inspeção?
É tão frágil assim?

Rafael Q Rocha
Rafael Q Rocha
2 anos atrás

Meus caros, como se dá o combate simulado BVR pela FAB e quais as técnicas empregadas? Vence quem indentifica, “engaja” e atira primeiro? Friso que sou totalmente leigo do assunto, por isso peço um desconto, kkkk.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
Reply to  Rafael Q Rocha
2 anos atrás

O combate pode ser 1×1, 2×1, 2×2, ou 4×2, e por aí vai. Cada lado possui um controlador dedicado, que vai fornecer o cenário e vetorar as aeronaves. Não é realizado a baixa altura. O míssil utilizado é o DERBY, com 28NM de alcance nominal. Um ponto geográfico é definido como referência (Bull’s Eye).Um lado poderá ser controlado por um radar de terra (COPM) e o outro controlado por um radar aeroembarcado (AEW). As aeronaves se posicionam em áreas retangulares de 40 x 80NM , chamadas FAOR (Fighter Area of Responsability), posicionadas frente à frente. Os contendores tentarão se posicionar… Read more »

Leonardo M.
Leonardo M.
2 anos atrás

E ainda certas pessoas não defendem o Brasil ter um avião a jato para treinamento.

Se fosse um gripen novo seria uma perda valiosa.
Por isso sou a favor da FAB comprar F-16 usados, M346, F50, etc…
U$100 milhões de um gripen perdido em treinamento pagaria 4 aviões de um LIFT para treinamento.
14-18 unidades estavam de bom tamanho e não custaria U$500 milhões se quer.

Mas se a FAB diz que não precisa, quem sou eu né?

Gustavo
Gustavo
Reply to  Leonardo M.
2 anos atrás

ainda assim os treinos com os jatos da 1° linha são necessários, mas concordo com você sobre o LIFT, esse é um dos pontos que acredito que o LIFT faça o que um A-29 não pode.
E o LIFT tiraria horas de voo dos caças de 1° linha, expondo o caça a menos desgaste, menor custo e ótimo desempenho no treinamento.
Se chegássemos a 108 unidades do Gripen, isso talvez não afetasse tanto a frota, por pulverizar as horas de voo entre inúmeros caças, mas como não devemos passar de 70 caças, o LIFT cairia bem.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

Fotos da matéria,

verdadeiro trabalho de reconstrução metalúrgica, mecânica e etc etc

PAMA-SP, Show.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

Juárez, uma curiosidade:

Um motor segura o Fox na decolagem, pouso etc …. em situação de emergência ?

Justin Case
Justin Case
Reply to  Carlos Alberto Soares
2 anos atrás

Olá, amigos. Para toda restrição de potência, há uma velocidade mínima de controle. Isso vale para bimotor que virou mono ou para monomotor que perdeu pós-combustão, por exemplo. O peso é fator importante, pois eleva esse limite de velocidade mínima. Praticamente todos os caças têm um botão de ejeção rápida de cargas externas, sejam bombas ou tanques de combustível externos. Isso nem sempre inclui pilones, mísseis, alguns casulos mais leves ou tanques conformais. Alguns caças navais também podem alijar parcialmente seu combustível interno, mas isso requer tempo, sendo pouco útil imediatamente após a decolagem. Então, no caso específico desse acidente,… Read more »

Arnaldo Nunes
Arnaldo Nunes
2 anos atrás

Por que não investir em um segmento da Embraer para aviação de combate tanto caças como bombardeios. Auto suficiência é o ideal em todos segmentos e o país já está ultrapassado por dezenas de outras nações. Índia, China, Paquistão, grande parte dos países da Europa ocidental todos possuem tecnologia e fabricação de aeronaves de defesa e combate enquanto o Brasil está cada vez mais sucateado e dependente de comprar o que poderia produzir. Ainda somos apenas uma gigantesca fazenda tal qual há dois séculos.

Alex Faulhaber
Alex Faulhaber
2 anos atrás

Aqui na região há muitos pássaros, talvez tenha sugado algum.

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Carlos Alberto Soares 25 de Maio de 2018 at 3:16

Juárez, uma curiosidade:

Um motor segura o Fox na decolagem, pouso etc …. em situação de emergência ?
Depende Carlos. Tem vários “se” na equação.
Se estiver pendurado com center line ou cargas alares, a vaca vai para o brejo. Se estiver limpo ou com os tanquinhos e não for o motor esquerdo é possível manter e pousar, mas o piloto tem que ser bom, mas bom.

Overandout
Overandout
Reply to  Juarez
2 anos atrás

Porque especificamente o motor esquerdo? Fiquei curioso.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Overandout
2 anos atrás

Overandout, só vi agora que você já tinha perguntado também. Respondi o que sei a respeito ao Thiago, mais abaixo.

Overandout
Overandout
Reply to  Fernando "Nunão" De Martini
2 anos atrás

Obrigado, Nunão

Thiago
Thiago
2 anos atrás

O piloto mais machucado estaria estabilizado. Orar pela recuperação rápida e total.

Luiz Floriano Alves
Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Estamos levando estes F-5, de forma heróica aos limites de sua vida util. Graçs a Deus que não se perderam vidas, mas no caso do acidente do Skyhawk morreu um valioso oficial de marinha. A manutenção pode ser muito bem feita mas, a fatiga e o desgaste oculto, dos equipamenetos com mais de 50 anos em operação cobram o seu custo.

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Luiz Floriano Alves
2 anos atrás

Luiz,

Sei que foi força de expressão, mas ainda faltam quatro anos e alguns meses para que o F-5M mais velho da FAB atinja a marca de 50 anos de operação (1/3 na USAF, 2/3 na FAB).

Isso se esse caça em especial, de matrícula 4856, ainda estiver em operação em agosto de 2022, quando completaria meio século desde seu primeiro voo. Mais da metade dos caças F-5M em operação na FAB ainda terá que voar até 2025 para soprar as cinquenta velinhas.

Já o A-4 Skyhawk perdido pela Marinha tinha 40 anos de fabricação (1976) quando caiu.

Thiago
Thiago
2 anos atrás

Pq o motor esquerdo?

Fernando "Nunão" De Martini
Reply to  Thiago
2 anos atrás

Thiago,

Se não me engano, a bomba do sistema hidráulico é acionada pelo motor esquerdo, e em caso de apagamento dos dois motores, deve-se religá-los a partir do esquerdo. Se o esquerdo não acender de novo, acho que a coisa complica.

O acionamento em terra também é feito, até onde sei, primeiro pelo motor esquerdo, depois pelo direito.

Bardini
Bardini
2 anos atrás

Se fosse um Gripen F, essa baixa teria custado caro…

Thiago
Thiago
2 anos atrás

Obrigado nunao.

Juarez
Juarez
2 anos atrás

Thiago, como o Nunão falou, tanto a bomba eletro hidráulica quanto o gerador estão escravizados no motor esquerdo, se este der pane o piloto ta fud……, se for no direito ele terá comandos e a anv energizada para tentar um pouso em emergência.