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Colômbia negocia compra de Eurofighters usados da Espanha

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Eurofighters espanhóis

O site Defensa.com noticiou hoje que a Colômbia está negociando a compra de um esquadrão de jatos Eurofighter Typhoon Tranche 2 usados do Ejército del Aire da Espanha.

O negócio seria feita em acordo de governo a governo, já que as relações entre os países estão são muito boas.

O Ejército del Aire também ofereceria o apoio logístico integral das aeronaves, o que reduziria os custos de manutenção. As aeronaves seriam acompanhadas também por um pacote de armas que incluiria o míssil BVR Meteor.

A Fuerza Aérea Colombiana tem analisado a compra de novos caças para substituir seus jatos Kfir modernizados e demonstrou interesse pelo F-16, Gripen NG, caças russos e até Eurofighters novos.

A oferta de Eurofighters usados é mais uma opção que surge para a FAC.

COLABOROU: Alexandre Costa e Silva

117 COMMENTS

  1. Que surpresa. Mas, por que será que a Espanha está se desfazendo desses Typhon?
    Com o vizinho que tem (Venefavela), é bom mesmo ter uma aviação de caça respeitável.

  2. Se tiverem juízo, não compram.
    Se estão procurando jatos usados: F16, Gripe C (se os suecos venderem, ou os sul africanos,) e algum M2000 de países do golfo. Os F16 estão todos no osso. Mirages em boas condições, talvez achem.

  3. Sinceramente acho um tiro no pé, mesmo que sejam baratos de adquirir, duvido muito que consigam manter adequadamente, qualquer gestor com bom senso sabe que a família Gripen é o caça ideal para quem tem poucos recursos, ou para quem quer otimizar os recursos que tem.

    É uma pena o Gripen E/F não estar pronto ainda ao ponto de fazer visitações aos países que estão em processo de renovação de vetores.

    O Gripen C/D com o novo pacote de atualização é um avião fantástico, cairia como uma luva para países menores como nossos vizinhos.

    Infelizmente a política e os benditos lobbies e lobistas da vida acabam ferrando tudo.

    Para nossa sorte a FAB teve bom senso, escolheu o melhor caça custo x benefício (disparado) do mercado 😀

  4. Minha opinião cada ação tem uma reação, então se o Brasil vai de Gripen NG, Chile de F16, Venezuela de SU-30 então eles precisam de algo a contrapor está balança.
    Espero que comprem um lote grande assim o Brasil terá que ter mais alguns lotes de Gripen
    Abraços

  5. Se até a Alemanha tem parte da sua frota no chão por falta de dinheiro para mantê-los voando, boa sorte aos colegas colombianos. Se conseguirem dinheiro para mantê-los voando, estarão muito bem servidos de proteção aérea.

  6. O complexo de “vira lata” esta entranhado em alguns.

    O cara considera melhor comprar Typhonn “usado” que Gripen E “novo”…vai entender

  7. E foi dada a largada na corrida aérea do ConeSul.
    .
    Um esquadrâo espanhol dá quantos Typhoon ? Quais as reais capacidades do tranche 2 ?
    .
    Agora, com certeza absoluta, 36 F-39 são pouco para a FAB. E 2021 que nunca chega.

  8. Depende dos mísseis. Se os colombianos receberem os Meteor, Derby ER serve de nada.
    .
    Se o Maduro se sentir ameaçado e aloprar vai dar treta. E Roraima foi invadida por venefavelados famélicos e dissidentes.
    .
    F-39 é o melhor vetor mas, e se pipocar antes de chegar ?

  9. Rinaldo Nery 12 de dezembro de 2017 at 14:26

    Acho que estão se desfazendo por questões orçamentárias. Ocorre que esses aparelhos são interceptadores puros sem capacidade multirole. A meu ver a EMBRAER em conjunto com a SAAB deveriam colocar a Colômbia na alça de mira do Gripen NG, cujo pacote poderia incluir aeronaves AWACS

  10. É um excelente negócio. Quem acha que um esquadrão de EF-2000 levaria uma Força Aérea como a colombiana à ruína é desinformado ou mal intencionado.
    Eles precisam de algo poderoso para a superioridade aérea e interceptação. Está de bom tamanho o Tranche 2 para contrapor o psicopata da Venefavela.
    A situação da Alemanha é totalmente diferente. Eles estão bancando o desenvolvimento das versões atuais da aeronave e possuem muito mais que um esquadrão.
    Por que eles não esperam o Gripen E? Por que o Kfir está em situação de fadiga e não dá pra negociar algo que só viria depois de 2024…

    Sds.

  11. Delfim Sobreira 12 de dezembro de 2017 at 15:36
    — “Mutley, faça alguma coisa!”
    — “Medalha, medalha, medalha, medalha!!!”

    HMS TIRELESS 12 de dezembro de 2017 at 15:53
    A EMBRAER? Você não quis dizer a FAB?, ou o GF?… E, só pra saber, quais aeronaves AWACS seriam incluídas em tal pacote?!…

  12. Não se esqueçam que a FAC pode mandar esse esquadrão de usados pra Israel até o fim da década que vem para colocá-la no estado da arte. Deve ser o que eles têm em mente.

    Sds

  13. Com a situação na Venezuela se deteriorando a cada dia, um inimigo externo vem muito bem a calhar, exceto quando tem vetores de alto desempenho como o Typhoon de prontidão… A Guiana que abra os olhos.

  14. Se nós estamos em situação pré-falimentar na questão de orçamento militar, imagine a Argentina!! Acho que nem o Ipanema conseguem comprar!!!

  15. A pergunta à ser feita é: Os colombianos tem bala na agulha pra operar um caça tão caro como este? Se até Espanha, Áustria (que caiu no conto do vigário) e Alemanha, com orçamentos consideravelmentes maiores e estaveis estão groundeando partes de suas frotas devido aos custos, poderia a FAC ter cacife para tanto? Me parece um tiro no pé…Para além disto, quantas aeronaves compõe um esquadrão na força aérea espanhola? 12?

  16. Isso ai não vai dar em nada, quando os colombianos ficarem sabendo quanto custa operar esse caça vão desistir na hora, acho mais fácil eles ficarem com F-16 dos estoque israelenses caso os kfir(s )não aguentem o tranco.

  17. Sinceramente acho que a Colômbia vai dar um tiro no pé se comprar esses Thypoons. Eles não vão ter condições de manter esses caças…

  18. Cel Nery
    Realmente é curioso a situação da Força Aérea Espanhola.
    Quanto à Colômbia, com a diminuição do conflito com as FARC, talvez pensem q haverá recursos.
    Irá fortalecê-los bastante.
    Acredito q levaria a Venezuela a se armas mais, se não estivessem na pindaíba.
    Começaria uma corrida.
    Sds

  19. Jr 12 de dezembro de 2017 at 17:27
    “Isso ai não vai dar em nada, quando os colombianos ficarem sabendo quanto custa operar esse caça vão desistir na hora, acho mais fácil eles ficarem com F-16 dos estoque israelenses caso os kfir(s )não aguentem o tranco”.
    **********
    Penso que é por este caminho que irá Colômbia. Adquirir Typhoons que nem mesmo Espanha e Alemanha estão dando conta de operar seria mesmo um tiro no pé. A Venezuela agradeceria

  20. Filipe Siqueira 12 de dezembro de 2017 at 16:59

    Conto do vigário seria se a escolha “política-etílica” do dia 07/09/2009 houvesse vingado….

  21. Atualmente a Venezuela e uma grande ameaça tanto paraa Colômbia, quanto o Brasil. Acho q foi uma boa escolha. Os Venezuelanos com certeza terão ajuda russa, caso resolvam iniciar uma guerra com intenções ideológicas. E Moscou não pensaria duas vezes em enviar um enxame de su35 que se divetiriam com nossas combatidas linhas de defesa.

  22. Decisão corajosa e acertada.sao vetores de respeito. A Venezuela é um inimigo real, tem aviões poderosos, e Moscou não pensaria duas vezes em enviar um enxame de su35 como ajuda militar. O Brasil que não faça o mesmo. Deveria procurar com urgência um avião tampão até a chegada dos gripens. O F5 é um ultraleve diante desses aviões. Não gostaria de estar em Roraima.

  23. Outra novela do cacete! Tal como a Bulgária… e novamente mais um eventual cliente do Gripen que se vai …
    Realmente estou com medo de que nossa gloriosa FAB tenha mais um caça de edição limitada nas mãos!

  24. HMS, perdemos o bonde. A EMBRAER deveria ter tomado a iniciativa no projeto E-190 AWACS, e a FAB devolveria os E-99 como forma de pagamento. E, modernizados, seriam vendidos à Colômbia num pacote com F-39. Todos na América Latina sonham com um E-99. O Condor chileno, além de ser um só, nem sempre está disponível. Além do custo operacional bem mais elevado.

  25. Essa compra sería uma verdadeira bomba! Bom, Colombia a tempos está mostrando muita seriedade nas suas compras, todas em um grande projeto de defesa nacional.

  26. Para quem opera Kfir não me parece seja uma FA que não se importa com os custos. O Eurofighter é mais caro de manter que o Rafale. Eu continuo dizendo que a Colômbia é a melhor chance de um Gripen E/F exportação, um monomotor moderno, com custos que tendem a ser dentro da realidade latino americana, e com infraestrutura de manutenção no Brasil. Se a SAAB/Embraer desejam alguma coisa por aqui no continente, esse caminho passa pela Colômbia e depois pelo Peru.

  27. Uma coisa é a Rússia usar seu arsenal para salvar a pele de um ditador, como na Síria, estratégica, mas com pouca extensão territorial e população menor ainda, e agir dentro desse pequeno país. Uma outra coisa é a Rússia apoiar um louco como o Maduro em uma aventura contra outra nação soberana. A meu ver sem chance. Pode eventualmente vender alguma coisa a mais de material bélico e até mandar instrutores disfarçados, como todas as potências sempre fizeram, mas nunca passará disso….

  28. Notícia muito duvidosa.
    No passado os espanhóis “plantaram” a notícia de que os oficiais da FACh tinham desaconselhado aos colombianos a comprar F 16 MLU. O que por certo é falso e visava impor os seus EF na concorrência.
    Esses Tranche 2 já foram oferecidos ao Peru em 2013 e ao Chile antes pra por no lugar dos F 5.
    A única verdade nessa história é que a Espanha não sabe o que fazer com seus EF Typhoon usados e parados nos hangares.

    Só uma coisa curiosa, é engraçado ver comentários de que o Gripen E/F é melhor que este ou que aquele vetor se na verdade nem em produção está. Apenas é um protótipo que voa. O dia em que esteja operacional e tenha provado as suas capacidades, então, poderá ser superior. Até esse dia, não é superior a ninguém. Se fosse tudo aquilo, não encontraria tantas dificuldades pra se inserir no mercado e hoje todo mundo estaria correndo atrás. Nem a Argentina, e olha que a argentina se interessa até em borboletas com bombas, tem demostrado muito interese no Gripen.

  29. Não há lógico adquirir Typhoon Tranche 2 num cenário como o nosso de forças aéreas pequenas e esparsas, incapazes de realizar uma eficiente negação do espaço aéreo. No cenário sul americano o lógico é ir de MRCA com foco no apoio aéreo aproximado com capacidade defensiva para ao mesmo tempo que apoia a ofensiva em terra evita que sejam facilmente abatidos.

  30. O Brasil poderia alugar enquanto não chegam os gripen.
    É essa informação de que a Espanha daria apoio logístico? Como seria isso?
    Repassaria peças de estoque?

  31. Tudo que falamos acerca das qualidades do Gripen E/F, é o que está sendo divulgado pela SAAB, claro, sabemos que é uma teoria (que começa a ser provada com o protótipo hora em uso), que esperamos que se concretize, levamos em conta como parâmetro as qualidades do modelo C/D e todo histórico da SAAB, enfim, tem tudo para dar certo, desde que haja dinheiro para desenvolver o projeto.

    Tenho certeza de que muitos países gostariam de ter o Gripen, infelizmente existe fatores políticos, fatores financeiros, lobby de diversas origens entre outros que os impedem.

    A Argentina infelizmente está em uma situação tão ruim que não convêm oferecer nada demasiado caro como o Gripen ou qualquer outro vetor equivalente, ninguém quer encarar o risco, sem contar que o fator político impediria a venda de grande parte dos equipamentos instalados.

    A Argentina deveria continuar na direção do FA-50 (12 unidades?), certamente é o vetor que melhor se encaixa na atual situação financeira e política do país.

  32. A Argentina não pensa no Gripen porque é racional, sabe que com todos os componentes britânicos nele jamais poderá comprá-lo, não tem nada a ver com a qualidade ou falta de qualidade do caça.

  33. Olá Alex. Acho que a situação da Argentina não é tão ruim assim como colocam. O orçamento militar da Argentina é parecido ao orçamento do Chile (alguma coisa como 6 bilhões de dólares por ano). É um orçamento modesto, mas grande o suficiente para manter algum grau de operacionalidade e de investimento. Dizer que o problema das forças armadas argentinas é falta de dinheiro está errado. Seria muito interessante abrirmos essa discussão aqui.

  34. Ainda falam em Argentina comprar caças? E vem outro e diz que nem o argentinos se interessaram pelo Gripen E/F? Sério mesmo? Quando vão entender que o poder público argentino não está nem aí para as suas Forças Armadas há décadas e isso não vai mudar nem mesmo com a tragédia do ARA San Juan.
    .
    Quanto a Colômbia estar negociando o Typhoon Tranch 2, qual seria o Block deste modelo que a Espanha que possui 72 unidades do caça vai vender ao país sulamericano?
    .
    EUROFIGHTER TYPHOON – TRANCH 2
    Bloco 8
    Novo padrão de hardware com novo computador de missão
    Bloco 10
    Capacidade operacional aprimorada (EOC) 1, DASS melhorada , IFF Mode 5, ACMI sem cadência
    Air / Air – AIM-120 C-5 AMRAAM , IRIS-T digital
    Air / Ground – GBU-24 guiados por GPS , ALARME , Paveway III e IV, Rafael LITENING III
    Bloco 15
    EOC 2
    Ar / Ar – METEOR ,
    Ar / Terra – TAURUS , STORM SHADOW, Brimstone

  35. Seria a pior decisão da FAC em toda a sua história!
    Eurofighter é um interceptador puro de custo de operação elevadíssimo até para quem tem dinheiro…se é para gastar muito eles deveriam comprar o Rafale F3 de uma vez.

  36. Aí vem o outro e diz:

    “Quanto a Colômbia estar negociando o Typhoon Tranch 2” ??? E quem diz que a Colombia está negociando? A Espanha está oferecendo e nada mais. A Colombia estuda as suas necessidades, as capacidades de cada vetor e os custos. Negociar só o outro que diz e nada mais.

  37. Glasquis7 12 de dezembro de 2017 at 19:18
    Gripen E anos luz dos atuais F-16 do Chile, ou compram o caríssimo F-16 atual com radar AESA ou vão levar couro muito fácil do Gripen E da FAB.
    Procure se informar, a Argentina está desesperada por um avião de caça, e em particular o Gripen NG, o problema é que não tem dinheiro e sofrem o embargo britânico, fake news sua, mas que não engana ninguém.
    ____________________
    Rinaldo Nery 12 de dezembro de 2017 at 18:29
    O Condor chileno, além de ser um só, nem sempre está disponível. Além do custo operacional bem mais elevado.
    _____________
    Digamos que o AWACS Condor do Chile não voa, porque está sem “com dor”.

  38. Gabriel2
    “A Argentina é um caso perdido!”

    Sim mas mesmo assim, tem testado tudo quanto é caça que tem aparecido e tem demostrado interesse em todo o que voa. Não assim no caso do Gripen.

    Não estou desfazendo do caça nem do projeto, nem muito menos falando da qualidade do mesmo, apenas acho engraçado dizer que o Gripen é melhor que este ou aquele se na verdade apenas existem os protótipos e nada mais. Isso hoje pois quando o projeto estava no papel, falavam o mesmo sem existir nada.

    Me parece muito ufanismo. Um caça só pode ter suas capacidades comprovadas depois de ser declarado operacional. Por enquanto, o Gripen apenas é uma promessa e como tal, não deixa de ser uma incógnita. Se bobear, em horas de voo perde até pra um avestruz.

    Espera o caça entrar em operação pra ouvir opinião dos pilotos pra ter uma noção das capacidades do mesmo.

    E até hoje não conheço nenhuma força aérea de um país com Zonas quentes que que tenha o Gripen como seu principal vetor. Isso não por qualidade mas sim por limitação do mesmo na sua reposição. Por exemplo, se hoje um país como a Colômbia perde um Typhoon em combate, tem toda Europa onde conseguir outro a curto prazo. Já no caso do Gripen é bem mais reducida essa oferta. Com MIG 29, F 18 e F 16 é muito maior ainda.

  39. Antonio de Sampaio

    Argentina não tem dinheiro, não tem credibilidade para financiar, estão merecidamente sob embargo britânico e os políticos argentinos não se importam nem um pouco com as forças armadas.

    Resumindo: Não vai acontecer!

  40. Glasquis7

    O Gripen E de fato é um caça que ainda está operacional, mas será fabricado aqui no Brasil com transferência de tecnologia…seremos donos da linha de montagem, temos o corpo técnico e infraestrutura da 3º maior fabricante de aviões do Planeta e uma parceria estratégica com os suecos.
    Com o Gripen será possível espalhar bases e pistas improvisadas por todo o país, poderemos integrar armamentos dos fabricantes que desejarmos , fazer manutenção da aeronave com peças fabricadas aqui mesmo , teremos tecnologias que nenhum país do hemisfério sul tem e teremos um custo operacional baixo. O Gripen é de longe a melhor aquisição já feita pela FAB!

  41. Antônio de Sampaio
    La vem outro “Jenyum da aviaçaum”.

    “Gripen E anos luz dos atuais F-16 do Chile”
    Diz aí meu chapa, quantas horas de voo tem o Gripen E?, Quantos combates reais tem?, quantos combates virtuais tem?, Quantos abates tem o teu Gripen E?

    Para falar, qualquer “Jenyum da aviaçaum” fala mas, na aviação de caça não existem conjeturas nem possibilidades. Quando o caçador se vê na arena de combate com um míssil em Fox III vindo muito além do que ele pode ver ele não quer saber se o caça vai ser melhor que este ou aquele, ele quer saber do que ele é realmente capaz e do quanto foi testado coisa que o Gripen E não tem ainda.

    Só em número de Abates o Gripen perde pra qualquer MIG 29, F 16, Hornet, etc. sabe por que? Por que eles já estão testados provados e aprovados.

    Outra do “Jenyum da aviaçaum”:

    “ou compram o caríssimo F-16 atual com radar AESA ou vão levar couro muito fácil do Gripen E da FAB.”

    Antes de postar de uma estudadinha no seu google antes.
    La Fuerza Aérea de Chile Estudia opciones para actualizar sus F 16.

    http://infodefensa.com/latam/2017/11/08/noticia-publicar-fuerza-aerea-chile-estudia-opciones-actualizar-flota.html

    Chile eyes F-16 upgrades, new AESA radars
    http://www.janes.com/article/75410/chile-eyes-f-16-upgrades-new-aesa-radars

    Sobre o Condor que acaba de sair de sua Manutenção programada e está voando nem vou falar. Acho que essa vou deixar pro “Jenyum da aviaçaum” procurar sozinho

  42. Gabriel2
    “mas será fabricado aqui no Brasil com transferência de tecnologia”

    Isso pra mim é lenda mas, não vou entrar no mérito da questão.

    “seremos donos da linha de montagem, temos o corpo técnico e infraestrutura da 3º maior fabricante de aviões do Planeta e uma parceria estratégica com os suecos.”
    Com o AMX era a mesma história e na hora de construir um novo caça não foi a EMBRAER a quem procuraram, foi a SAAB.

    Entenda a minha posição, não tenho nada contra o Gripen E apenas não posso comparar e dar a ele o título de vencedor frente a um outro caça enquanto não foi além do protótipo. Olha o que acontece com o F 35. Isso por que é de uma empresa Lider do Setor, bem acima da EMBRAER. O Projeto era lindo mas… A USAF está até reinserindo o F 16.

  43. Gabriel2, além destas vantagens eu ainda acrescentaria uma: a possibilidade da Embraer em parceria com a FAB, daqui a alguns anos, desenvolver, como já li por aí, um “Super Gripen”. Há vários engenheiros brasileiros absorvendo bastante conhecimento no intercâmbio com a SAAB. Espero muitas coisas boas nessa direção nos próximos anos pra nossa aviação militar! 🙂

  44. “A Fuerza Aérea Colombiana tem analisado a compra de novos caças para substituir seus jatos Kfir modernizados e demonstrou interesse pelo F-16, Gripen NG, caças russos e até Eurofighters novos.

    A OFERTA DE Eurofighters USADOS É MAIS UMA OPÇÃO que surge para a FAC.”

    Acho que a falta de ler é gigante para a maioria.

  45. Antônio Sampaio
    ” Gripen E anos luz dos atuais F-16 do Chile, ou compram o caríssimo F-16 atual com radar AESA ou vão levar couro muito fácil do Gripen E da FAB.”

    Uma pena meu comentário estar retido mas, lamento informa-lo que o Chile já está procurando as suas opções de modernização com um novo pacote de missão eletrônica que inclui um Radar AESA entre outras e isto seria pra toda a frota além de ser possível ampliar a “ponta de lança” de 10 F 16 Block 50 com mais 8 Block 60 ou quem sabe, 70.

    Quando liberar o comentário você poderá ler.

  46. Antônio Sampaio,

    Nem sei o por que entrou o Chile na conversa mas o Condor acaba de ser atualizado e está 100% operacional.
    A diferença do que você pensa, a FACh, tem um alto nível de operacionalidade conseguido colocar mais do 70 % da sua Frota de ataque em voo. Isto considerando apenas os 46 F 16, 12 F5, os 15 A 36 e os 12 A 29.

    Se tem alguma dúvida disso, pode pedir a opinião do Cel Nery que ele conhece a FACh de perto.

  47. Acreditar que a Venezuela ir a guerra aqui por essas guerras nos próximos 50 anos é loucura. Países por essas bandas o que tem mesmo de bom é a busca interna por poder.

  48. Me vêm à mente duas frases famosas que resumem bem a minha impressão sobre esta possível aquisição:
    Ter não significa operar.
    Dar um passo maior que a perna.
    Sds.

  49. Ninguém avisou sobre o custo da hora de voo desse ralo de dinheiro público? Países que tem orçamento restrito, com esse caça, é só pra falar que tem no hangar.

  50. Vamos lá

    A Espanha tem 60 Typhoons e 9 ainda por chegar. (comprou 72, recebeu 63, perdeu 3 em 15 anos operando les)
    Se bem a crise tenha feito que todas as FFAA do mundo revejam seus gastos, e se bem Espanha é uma nação sem ameaças reais, cabe recordar que um piloto de caça espanhol voa sobre 180/200 horas ao ano, quantas horas esta voando um piloto de caça no Brasil?
    Creio que falar que Espanha não tem sua frota operativa (que pais tem toda sua frota operativa) é um exagero.

    O custo de voo/hora desse caça na força aerea española (com manutençao incluida) esta avaliado em 15 mil euros.

    Lembrando que a Espanha é um pais com o tamanho de Minas Gerais e tem aparte dos 61 Typhoons mais 85 F-18, ja me gostaria ver o Brasil com uma Força aerea similar em poderio a espanhola

    Dizer que a Colombia não iria ter esses caças operativos tambem é uma balela, os recursos existem e aparecem num pais na proporção direta em que esse pais considera defesa um tema prioritario.

  51. Filipe Siqueira 12 de dezembro de 2017 at 16:59

    “Conto do vigário seria se a escolha “política-etílica” do dia 07/09/2009 houvesse vingado….”
    ******** ********** **************
    Caro Tireless, concordo com sua observação, mas se paramos para analisar o caso colombiano, penso que eles também não estão muito longe da mesma situação. Demos sorte que a FAB tomou a decisão mais racional (ao meu ver) na escolha do Gripen. Repito minha opinião que, para um país de um orçamento em defesa limitado como o nosso (e em números reais é ainda menor que o orçamento brasileiro), operar 12 Typhoons que seja – estou chutando a quantidade- seria não apenas um, mas dois tiros no mesmo pé. Como diria meu avô, em casa onde falta o pão, todos põe-se á brigar e ninguém tem razão. O dito é válido tanto pro lado de cá como de lá da fronteira.

  52. Ia esqueçendo, a Espanha tem tambem varios caças leves, entre eles estão 19 F-5.

    Lembrando que enquanto o custo da hora voo do Typhoon e o Rafale giram sobre 15/18 mil euros, dependendo do pais, os custos de voar um F-15 ou um F- 35 sobrepassam em muito esses valores.

    Acho a escolha do Gripen acertada, sempre que tivessemos uma quantidade decente desses caças e tivessemos tambem como muita gente sempre esperou, uma mistura de caças Hi+Low.

    Qualquer pais com algo de seriedade não abriria mão de ter tambem verdadeiros caças de superioridade aerea.

  53. Felipe Siqueira,

    “para um país de um orçamento em defesa limitado como o nosso …”

    O Brasil tem um orçamento de defesa enorme. Sempre brota este assunto e na verdade, não imagino de onde nasce esta ideia de que o orçamento do MINDEF do Brasil é limitado.
    O Orçamento é bom, o que ocorre com ele quanto a sua administração é um outro problema.
    Só a modo de comparação, o orçamento de defesa Brasileiro, mesmo em anos de redução, é 10 vezes o orçamento do Chile, que tem umas FFAA relativamente equilibradas considerando as suas ameaças.

  54. Se a Colômbia quisesse, conseguiria operar, tranquilamente 12 Typhoon. A questão é, por que operar Typhoon se pode operar aeronaves mais baratas, que cobririam com sobra as suas necessidades e principalmente, por que, um país que é um parceiro muito próximo dos EEUU vai querer operar caças Europeios se consegue caças de seu parceiro e que podem ser equipados na região a custos mais atraentes?

  55. Gil 13 de dezembro de 2017 at 8:54
    o custo da hora voo do Typhoon e o Rafale giram sobre 15/18 mil euros, dependendo do pais, os custos de voar um F-15 ou um F- 35 sobrepassam em muito esses valores
    — Quanto ao F-35, não há dúvida de que seu custo de hora de voo é altíssimo (“custa mais que o mililitro de tinta de impressora!”…), mas não concordo de pronto com a afirmativa do amigo referente ao F-15. E, veja bem, não estou dizendo que voar o F-15 seja barato (quem dera!…); só não sei se ele seria assim tão mais caro que Typhoon e Rafale…
    Poderiam trazer os números conhecidos de custo de hora de voo de cada modelo para a devida comparação?
    Abraços!

  56. A Colômbia, assim como a maioria da America Latina (talvez excluindo o Chile por ter percentual pétreo da extração do Cobre destinado as forças armadas), a se confirmar mesmo essa negociação governo a governo, pode dar um tiro no pé, já que, segundo notícias consolidadas nos principais meios de comunicação específicos do mundo, a hora de vôo do tufão é exorbitante até para os países que o fabricam, imaginem para os demais.
    Atrela-se ao caso, dos tranches 2 não serem aeronaves multifuncionais consolidadas, desde que com disponibilidade de armamentos, são excelentes plataformas ar-ar, mas são deficientes na arena ar-solo, já que apenas pequenas modificações foram realizadas nas células que originalmente eram tranches 1.
    Ao meu ver, em detrimento das surradas células remanescentes de F-16 disponíveis, a melhor escolha para eles seriam Gripens charlies e deltas, mas ai se esbarra na disponibilidade de cessão desses meios.
    Conforme bem mencionado pelo Cel. Rinaldo, com um vizinho volátil como a Venezuela, é melhor estar bem preparado mas, convém ressaltar, que ter não quer dizer operar e operar não quer dizer ter excelência no domínio do cenário e dos inimigos.

  57. Colegas,
    A Argentina, muito além de boicotes da Inglaterra, está colhendo o que plantou desde a volta de sua democracia picareta (Carlos Menem, família Kirchner…),
    Descrédito.
    Depois de vários calotes sua credibilidade financeira está num buraco.
    Para compras bilionárias, ou mesmo de algumas centenas de milhões de dólares, está difícil achar banco, seguradora, empresa e nação que tope fechar negócio, com um cliente que está devendo bilhões e que simplesmente não vai pagar parte disto mesmo. Há inúmeros donos de títulos argentinos no mundo que receberam bye-bye dos argentinos na cara dura.
    Argentina está queimada internacionalmente para determinados valores de crédito.
    E outro país, que está num buraco igual ao da Argentina, de queimação internacional, por culpa de seus políticos executivos (Presidentes) é a Venezuela da cria de Chaves o tal Nicolás Maduro. Que está agarrado com mãos e bocas ao osso descarnado da nação venezuelana, e não quer deixar outro (quem sabe competente) assumir.

    Na classificação de risco de crédito https://pt.tradingeconomics.com/country-list/rating a Venezuela está na última colocação, com os argentinos em antepenúltima colocação.

    O calote argentino de 2001 é considerado o maior da história sob De la Rúa, 1999-2001, que pegou a Argentina após 10 anos de Menem.
    Logo depois de um período de tumulto presidencial, em 2003 entraram por 12 anos os Kirchner para mais quebradeira.
    Enquanto não pagarem o que devem, conseguir créditos vultosos… Nana, nina, NÃOOOO.

    O crédito internacional da Venezuela pelo jeito vai ser mais sofrível que o da atual Argentina, está se metendo num buraco pior. Nosso país vai ter que fechar sim a fronteira para refugiados venezuelanos, ou o Maduro vai se desfazer de sua classe de pobres a empurrando para cá. Uma coisa é refugiados políticos e de guerras, outra é de miseráveis que seus políticos deveriam tomar conta. Nosso governo tem que ficar atento a este movimento social de fora. Já não temos pobres de mais aqui? Que os venezuelanos coloquem para correr não seus pobres mas esse Maduro.

    Enfim, acho que até Ipanema está de mais para os argentinos. E os Typhoon$ a Espanha é mesmo mui amiga da Colômbia kkkkkkk.

  58. Glasquis7,

    “Se a Colômbia quisesse, conseguiria operar, tranquilamente 12 Typhoon”.

    Concordo. Ainda que a aeronave não tenha custo módico de operação, são só doze unidades ou um esquadrão. Se a Espanha ofereceu é porque entende adequado e financeiramente viável a escolha. Não adianta desdenhar, pois jamais iriam oferecer algo assim para o Paraguai que não tem condições.

    “A questão é, por que operar Typhoon se pode operar aeronaves mais baratas, que cobririam com sobra as suas necessidades e principalmente, por que, um país que é um parceiro muito próximo dos EEUU vai querer operar caças Europeios se consegue caças de seu parceiro e que podem ser equipados na região a custos mais atraentes?”

    Eles não precisam de multirole e sim de uma aeronave de alta performance para superioridade aérea, escolta e interceptação. O Tranche 2 cumpre bem esse papel. A questão é que o custo unitário de um F-16V ou do F-18E novos é superior ao que a Espanha irá pedir pelos usados; não há estoque dessas aeronaves americanas usadas em bom estado. Então, torna-se natural que os espanhóis enxerguem ali uma oportunidade para encaixar o EF2000, sem falar que os Flankers da Venefavela não teriam chance na situação em que se encontram.

    Sds

  59. Os colombianos estão com $$$$ hein! Vamos ver se eles conseguem operar um caça caro até para os produtores do mesmo. Seria melhor para a FAC tentar os Gripen C/D, que está dentro do perfil deles e seria uma plataforma mais flexível em termos de armamentos a serem utilizados.

  60. Rinaldo Nery 12 de dezembro de 2017 at 18:29
    Seria possível comprar células usadas do ERJ-145 no mercado e convertê-las em E-99? Caso seja técnica e economicamente possível, poderia ser uma solução para o caso colombiano não é!? No mais concordo na íntegra com o Sr. Cel! Acho que perdemos o timing não apenas para uma versão AEW do E-190 como também para a versão MPA.

  61. Os Colombianos não compraram nada ainda, o que se tem é uma oferta espanhola parecida com aquela que a Espanha ofereceu a força aérea peruana no passado e que foi recusada pela mesma

  62. Glasquis7 12 de dezembro de 2017 at 22:44

    Ninguém tem dúvidas de que o Condor chileno é uma excelente aeronave (inclusive seu Radar EL/W-2075 foi descrito como o melhor radar AEW em 1999 e 2008). Ocorre que ele é apenas uma aeronave de modo que nem sempre os chilenos terão uma plataforma AEW em vôo.

    No mais concordo com o amigo! A gente vê muita desinformação aqui e em outros lugares mas é fato que a FACh é provavelmente a melhor força aérea da América do Sul não apenas pela qualidade do seu equipamento mas também pelo profissionalismo do seu pessoal e seu elevado treinamento. O Cel Rinaldo já fez uma comparação aqui afirmando ser a FACh a Heyl Ha’Avir da América do Sul

  63. Pelo que entendi dos comentários, o caça leve GRIPEN é para países pobres.Países ricos e desenvolvidos optam por caças mais potentes e com capacidade de carga de armamentos bem superiores. Uma pena poies um país continente como o Brasil deveria ter caças mais imponentes e de respeito.
    Pergunto a algum piloto que esteja vendo esse site. O senhor preferiria estar a bordo de um F/A18F Super Hornet ou de um Gripen?

  64. Os dados que eu tenho são o seguinte para os Thyphoon espanhóis. 02 esquadrões + 01 OCU
    Ala 11: Sevilla (Esc. 111 e 113)
    Ala 14: Albacete (Esc. 142)
    Total de anv: 59

  65. Joshua, tecnicamente, todos os concorrentes do FX-2 atenderam os requisitos de performance e sistema d’armas. Embora o Gripen seja menor e monomotor , quero crer que não seja tão inferior ao F-18. Um amigo (hoje Brigadeiro ), instrutor de M2000, foi um dos pilotos que avaliou o F-18, e ficou muito impressionado com o avião. Não conversei com ninguém que tenha voado o Gripen.

  66. JOSHUA 13 de dezembro de 2017 at 13:01
    Amigo Joshua, eu não sou piloto (sonho de infância que a vida levou…!), mas acho que posso responder na linha do que os profissionais da coisa pensam, de muito que tenho acompanhado aqui o fórum. Países ricos e desenvolvidos optam por vetores (caças, bombardeiros, aviões de carga, etc) adequados a suas necessidades operacionais e suas disponibilidades orçamentárias, claro! Adquirir esse ou aquele avião por ser mais ‘imponente e de respeito’ não é profissionalismo!, é somente deslumbre! ou interesse outros que não os da arma! (quase que a gente vê esse filme…!)
    Sim, o Gripen E/D é um caça pensado para ter um custo operacional bem mais ‘acessível’ (barato nenhum é!…) do que aeronaves similares, e isso foi fundamental para sua seleção como novo vetor da aviação de caça brasileira! Mesmo que os pilotos tenham preferências pessoais por esse ou aquele modelo (falou-se muito que à época do Fx-2 haveria uma preferência dos caçadores da FAB pelo Sukhoi Su-35, mas isso nunca foi confirmado! Pelo contrário!…), e mesmo que muitos dos foristas tivessem declarada preferência pelo F/A-18 dadas as qualidades da aeronave e outras tantas circunstâncias, no final das contas a decisão de compra foi com os pés no chão (só os pés!, as mãos não…!) em relação a nossa realidade , e o fator custo é preponderante! Não é diferente da escolha que fazemos ao escolher um carro novo; Se eu pudesse botava um Audi A6 na minha garagem, mas….!
    Abraços!

  67. JOSHUA 13 de dezembro de 2017 at 13:01
    Pelo que entendi dos comentários, o caça leve GRIPEN é para países pobres.Países ricos e desenvolvidos optam por caças mais potentes e com capacidade de carga de armamentos bem superiores. Uma pena poies um país continente como o Brasil deveria ter caças mais imponentes e de respeito.
    Pergunto a algum piloto que esteja vendo esse site. O senhor preferiria estar a bordo de um F/A18F Super Hornet ou de um Gripen?

    Se perguntares a qualquer caçador é óbvio que responderão que prefeririam estar em aeronaves mais “parrudas” inclusive tecnologicamente, no entanto, se isso não for possível e, nem sempre é, salvo em países que levam as suas forças armadas a sério e tem pretensões e destaque mundial, o caçador, perguntado a respeito, responderá que prefere voar minimamente para manter o padrão operacional e a proficiência de vôo, independente se é em um A-1, mike, mirage ou outros.

    Quanto a questão do Gripen ser destinado a países “pobres”, está longe de ser verdade, mas é fato, que os custos operacionais dessa aeronave, permitem que um leque maior de países possam operá-lo, principalmente aqueles em que o orçamento militar seja mais diminuto, como exemplo,
    a Tailândia, África do Sul, Hungria dentre outros.
    O Brasil é um paradoxo, porque apesar de ter um dos maiores orçamentos militares do mundo, gasta 85% desse valor com pessoal, o custeio e o investimento ficam sacrificados, motivo pelo qual, temos que optar sempre pelo que é mais barato de comprar, operar e manter.
    A nossa realidade operacional fática é a mesma de países com baixíssimo orçamento militar, por isso, o enorme acerto de se ter comprado o Gripen ao invés do Rafale ou do F/A-18.

    A la chasse!!!

  68. Paulo Jorge

    “… A questão é que o custo unitário de um F-16V ou do F-18E novos é superior ao que a Espanha irá pedir pelos usados…”

    Mas na realidade, os F 16 que a Colômbia procura não seriam novos nem excedentes americanos, seriam de Israel, alguma outra força ou até de diversas forças.
    O que os Colombianos procuram são boas células pra MLU. O problema está em que eles erraram (e muito) o timing já que a janela cerrou-se há muito tempo.
    Os F 16 MLU pra Colômbia não teriam restrições por parte dos EEUU já que seriam a terceira força a usá-los na região. O que deve preocupar os pilotos da FAC é a contrapartida da FAV. Com quantos F 16 a Colômbia consegue manter na linha os SU 30? Mas fora isso, os F 16 deverão ser a opção mais acertada da Colômbia.

  69. Salve, Rosseto! Já está em Estocolmo? Muito frio? E o filho?
    Manuel não vi essa parte onde o BJR fala sobre a avaliação. Tem o tempo?
    MB Baptista Jr., Guardião 01, foi meu cmt por 4 anos. Brilhante oficial.

  70. Rossetto-Centauro
    “O Brasil é um paradoxo, O Brasil é um paradoxo, porque apesar de ter um dos maiores orçamentos militares do mundo, porque apesar de ter um dos maiores orçamentos militares do mundo,…”

    É exatamente isso. O problema não está no tamanho do orçamento mas sim na distribuição dele. O senhor tocou num ponto importante.

    Em tudo caso, uma das justificativas da opção pelo Gripen foi a versatilidade dele, a capacidade que ele tem de operar desde pistas semi preparadas, estradas, etc. e a rapidez com que pode ser rearmado e reabastecido por uma equipe diminuta assim como a sua prontidão. Mas, sempre tem um mas, ficaram no ar as palavras do Saito “Não é um caça pra assustar mas impõe respeito”.

    • Glasquis7,

      O problema maior é o tamanho do orçamento, a gestão dele é muitíssimo bem realizada.

      Quando se tem a obrigatoriedade de gastar 85% do orçamento anual com pagamento de pessoal (ativos e inativos), com os 15% restantes tem que ser fazer milagres e as últimas gestões sanearam a força de forma eficaz.

      Some-se a tudo isso os constantes contingenciamentos por parte do governo central e verás que os gestores militares dão nó em pingo d’água e fazem milagre para manter a força minimamente operacional, guerreira e motivada.

      O Gripen é tudo isso que você bem escreveu, é “multirole”, é guerreiro e exige muito pouco do operador/mantenedor.

      Mas, infelizmente não sabemos o contexto futuro, os 15% que sobram já são poucos o que dirá em anos vindouros.

      O modelo echo será um divisor de águas para a SAAB e para a FAB, e não se curvará em nenhum sentido a caças das gerações 4º+++ ou mesmo aos de 5º.

      O caça perfeito para a nossa realidade fática, não levem em consideração a realidade teórica/formal.

  71. A escolha do Gripen não foi somente por questão de custos, mas também sobre um caça moderno com código fonte ao nosso dispor.
    O F-18, birreator, que teve a embaixadora americana e a Boeing fazendo toda força a seu favor, pipocou principalmente por esse motivo… Não termos independência de uso sobre ele. O caso Dilma e Wikileaks, muito menos seu tamanho, não foram o entrave que o derrotou na concorrência.

    Durante o FX2, pela boca de gente da FAB, fiquei sabendo que qualquer caça da shortlist nos serviria muito bem. Porém, não queríamos um caça pela metade.

    O Gripen vai ser o primeiro caça supersônico realmente nosso. Difícil de entender rapaziada. E não é o antigo C ou D, é uma série nova a E, com outras e melhores performances.
    Puxa vida, ele já está em produção, o modelo para ensaios já voou com seu piloto de testes super satisfeito e fazendo elogios, e mesmo assim tem neguinho duvidando de sua existência.

  72. A FAB fez uma escolha racional: lançou os requisitos e o caça que os preenchesse pelo menor preço levava. Levou o F-39.
    Só que vai chegar por último na corrida : 2021. Este é seu maior defeito. Que ao menos venha em quantidade.
    .
    Alguns dizem que seria o F-18SH, já estaria voando na FAB e estaríamos bem na corrida, mas quando o Snowden abriu o bico a Véia deu piti. Mas agora ninguém afirma ou nega. Virou contrafactual.
    .
    André Luiz
    Na corrida aérea do Cone Sul ninguém ganha o pombo !
    Pois o pombo é de 5a geração !
    PEGUEM O POMBO ! (original)
    https://m.youtube.com/watch?v=0lwzxrzYshE

  73. A questão de ser um caça pesado, médio,leve, bimotor ou monomotor, é relativo.
    Na 2WW os bimotores eram mais flexíveis, mas ao enfrentar monomotores passaram maus bocados.
    O F-15 bimotor nunca foi derrotado.
    O F-5 bimotor é leve, bimotor e barato.
    O F-35 é monomotor e vai custar até US$ 55.000/hora de voo.
    O F-39E terá mais combustível e empuxo que o J-39C, tendo características de caça médio, a um custo menor.

  74. Caças absolutamente mais capazes que o F-39E, no Ocidente, creio que só o F-22 e o F-15SE.
    O F-22 é impossível.
    O F-15SE deve ser estupidamente caro em todos os aspectos.

  75. O Gripen foi a única coisa certa que a nossa ex-presidente fez na vida. Essa conversa de hi-lo com F-35, SU-30 e etc. é conversa de adolescente entusiasta. Agora é torcer para que a linha na Embraer continue aberta por muitos anos e novos lotes venham a ser adquiridos

  76. A Colômbia não está negociando, no máximo foi uma consulta ou uma sondagem, ai o velho ditado de que “quem conta um conto aumenta um ponto” prevalece ..!!

  77. Respondendo ao André Luis

    O mesmo artigo que eu consultei que cifra a hora/voo do Tufão em 18 mil euros, cifra o valor de 27 mil euros para o F-15C Eagle.

  78. André Luiz,
    .
    Não sei se é fonte confiável, mas o site flightglobal fala em um custo entre 27.000 e 38.000 USD/hora dependendo da versão de F-15.
    .
    Sds

  79. Poxa Janna Forbes achei valores entre 21.00 e 23.000 USD/hora dependendo da versão, desculpe acho que mais desinformei do que informei… Não sei o que está incluso em cada análise… Mas em ambos está abaixo do custo hora do F-35
    .
    Sds

  80. HMS, 13 de dezembro, 11:18h.
    Utilizar plataformas usadas do E145 e transformá -las em E-99 não faz diferença nos custos finais. Da última vez que perguntei, o valor do sistema ERIEYE era 70 milhões de dólares. Daí você acrescenta autodefesa, tanques internos, sistema de comunicação segura, SATCOM, etc.

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