sábado, dezembro 3, 2022

Gripen para o Brasil

Turquia encerra programa local de produção de jatos

Destaques

Alexandre Galante
Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br
Concepções do TRJ628 e TRJ328

Por Burak Ege Bekdil 

ANKARA, Turquia – A Turquia encerrou um programa de vários bilhões de dólares para a produção autóctone de um jato regional com duplo uso civil e militar.

Autoridades de compras confirmam que o programa foi abortado depois que uma série de análises provaram que perdeu sua “viabilidade econômica”.

“Os custos e as projeções de vendas não foram encorajadores”, disse um funcionário familiarizado com o programa.

Em 2015, o governo turco comprometeu-se a comprar 50 aeronaves TRJet que seriam  baseadas nas aeronaves Dornier 328 e 628.

O programa previa a eventual produção de quatro modelos da aeronave – um jato (TRJ328) e um turboélice (TR328) com 32 assentos e um jato (TRJ628) e um turboélice (TR628) com 60 a 70 assentos.

A Esen System Integration, a afiliada turca da Sierra Nevada Corporation, empresa que teria desenvolvido e construído o TRJet, visava vender apenas 500 a 1.000 aeronaves TRJ328. Números de vendas similares foram projetados para o TRJ628.

A Turquia adquiriu direitos de propriedade intelectual para o Dornier 328 e Dornier 628 da Sierra Nevada, que mais tarde assinou um memorando de entendimento com a STM, uma empresa de tecnologias de defesa controlada pelo estado, de Ankara, para o trabalho conjunto no programa de jatos regionais.

As fontes da indústria dizem que o término do programa TRJet é uma má notícia para a indústria local como um todo.

“O programa criaria negócios para centenas de empresas turcas de todos os tamanhos”, disse um executivo da empresa aeroespacial.

Em uma declaração de 30 de outubro, o empreendimento TRJet da Sierra Nevada disse: “Nós não fomos notificados oficialmente pelas autoridades [turcas] sobre qualquer cancelamento do programa”.

No início de 2016, funcionários do governo disseram que um contrato final seria assinado com a Sierra Nevada “este ano”. Desde então, eles permaneceram em silêncio sobre o assunto.

FONTE: Defense News

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Delfim Sobreira

Será que a “perda de viabilidade econômica” se chama KC-390 ?

Matheus Ugraita

Não entendi, o que o KC-390 tem a ver?

RicardoFerreomodelismo

Também não entendi o que o KC-390 tem a ver com a história.
.
Olhem a arte do TR-628: papel e computador aceitam tudo.
O que não se aceita é gastar dinheiro com um projeto sem futuro.
Mercado só da Turquia nada garante …
E dinheiro não leva desaforo …

Ronaldo de souza gonçalves

Também não entendi essa cooparação,eu acho que criar aviões nesta linha com os concorrentes que ai estão e um jogo arriscado e a Turquia deve ter notado que esse mercado e para poucos, perdeu alguns bilhões para não perder mais lá na frente.O certo seria ela entrar em parceiria ai sim diminuiria bastante os riscos. O kc-390 ainda está em risco, claro que um risco bem menor graças as encomendas firmes da Fab, e claro a competência da Embraer.

Caerthal

Mauricio R. pode agora usar o Google Translator e esculachar os turcos com o +uns. É obvio para todos que este mercado de aviação regional é moleza …

Joli Le Chat

Se não me falha a memória, o 328 turbofan tem contribuição do grande Guido Pessoti. Seria mais um trabalho do Guido cruzando os céus.

JT8D

Entrar dessa forma nesse mercado tão competitivo seria temerário. Ainda mais a Turquia não tendo nenhuma experiência na produção de aviões desse porte. A Turquia deveria se associar a algum fabricante já estabelecido, como por exemplo a Embraer e seu futuro programa do turbo-hélice de 90-100 passageiros. Uma parceria para reduzir os custos do projeto seria bem vinda

Antonio de Sampaio

Bela máquina, lindo avião, o KC-390 que se cuide.

Walfrido Strobel

A Turquia propos a PT-DI da Indonésia entrar no projeto N219 de commuter de 19 passageiros e o N245 que é um NC-235 mais longo em 5 metros sem rampa de carga com cauda em “T” para transporte de passageiros da capacidade de um Q300 ou ATR42, a Indonésia está avaliando, o N219 ja está com o protótipo voando e o N245 vai ter o protótipo iniciado ainda. Os dois países ja tem uma parceria no desenvolvimento conjunto do tanque médio que teve o protótipo revelado agora a pouco tempo e a Indonésia deseja fabricar o modelo de UAV médio… Read more »

Walfrido Strobel

Estaria mais para um An-148 de passageiros e um An-178 de carga/tropa com mesma base do que um KC-390.

Walfrido Strobel

Este meu ultimo comentário se referia a dupla turca.

Daglian

Antonio de Sampaio 30 de outubro de 2017 at 18:59

Por que o KC-390 deveria “se cuidar” com esse projeto que acabou de ser cancelado?

JOSE SIMAS OLIVEIRA

Gente, este é um aviåo de passageiros. O KC-390 é um aviåo militar de outra categoria, multi-usos (multi role) capaz de: transporte de cargas, paraquedistas, re-abastecedor, combate a incêndios florestais, assistência medico hospitalar de emergencia, e a futuro: patrulha maritima, gun-ship, anti-submarino, etc.
Assim, é outro tipo de DNA

Claudio Luiz

Antonio de Sampaio 30 de outubro de 2017 at 18:59
“Bela máquina, lindo avião, o KC-390 que se cuide.”
??????????????????????????????????????????????
O projeto acaba de ser abandonado, logo esta “máquina” nunca será construída.

Silva

Pelo o que eu acompanho, atualmente o mercado de aviação regional não comporta mais novos competidores. Qualquer um que tentar entrar nesse mercado sem um produto revolucionário e sem expertise, vai encontrar inúmeras dificuldades e muito provavelmente abandone a idéia, antes que seja engolido pela concorrência. Os custos não valerão a pena. A Embraer SOZINHA detém quase 60% desse mercado. Um segmento que ela própria criou com a família E-Jet, que hoje já está devidamente estabelecida e com a confiança e a preferência dos clientes. O restante desse mercado é disputado acirradamente pela Bombardier, Mitsubish Aircraft, ATR, Sukhoi, Comac e… Read more »

Mauricio R.

A ATR não fabrica jatos regionais, mas turbo hélices.
Domina 70% do mercado.

Nonato

É gente demais querendo fabricar. E a Turquia quer fabricar de tudo. Se não me engano, têm um helicóptero de ataque. Tanques, mísseis. Se o país não for uma China, um Japão fica difícil bancar tudo e ainda conseguir fatias razoáveis do mercado… O Brasil tem que ter cuidado com isso. No caso do gripen, parece ter feito um bom negócio. Mas outros projetos com fabricação local e muita transferência de tecnologia podem drenar recursos em excesso. Tipo o prosub… É importante eleger prioridades. Não dá para querer fabricar tudo localmente. Vez por outra uma compra de prateleira. O próprio… Read more »

Farroupilha

O grande detalhe aeronáutico que os russos, chineses e turcos se esquecem, nessa meta atual deles de competirem na indústria aeronáutica internacional de igual para igual com os grandes fabricantes ocidentais, é que os aviões foram justamente criados por brasileiros, europeus e americanos. O Brasil, mas muito diferente do que eles subestimam (com o deboche Embraer americana), não entrou há alguns poucos anos nesse ramo tecnológico, pelo contrário, fazemos parte de um seletíssimo clube de pioneiros. E modéstia à parte a Embraer poderia incluir em sua propaganda internacional um slogan do tipo: “Brasil e aeronáutica a História os uniu.” –… Read more »

Carlos Alberto Soares

Farroupilha 31 de outubro de 2017 at 4:18
______________________

Concordo em boa parte,
______________________

“Turquia, Rússia, China, Índia, Japão etc, vão tentando, vão tentando, vão ten……”
______________________

Água mole em pedra dura tanto bate até que ….

André Bueno

Farroupilha 31 de outubro de 2017 at 4:18

Muito bom texto!
Eu acrescentaria que, além da questão histórica entre o Brasil e a aeronáutica, a Embraer se dedica ao mercado desde o Bandeirante. O mercado incrementa seus desejos e sofisticação e ela se aprimora para satisfazê-lo. Evidentemente ela não está só e, por isso mesmo, ela precisa de um aprimoramento contínuo.

Jorge F

Não sou contra o KC390, mas fico muito preocupado com os atrasos decorrentes da redução de incentivos do PAC nos anos anteriores. Além disso, o incidente que a aeronave sofreu tem que ser bem explicado e refutada qualquer alegação de erro de projeto. Quanto ao mercado, a Turma alegava que iria financiar o projeto com cerca de 50 unidades, não sei quantas unidades de KC390 foram pré acordadas. Além disso o C-130 continua vendendo e outros aviões do tipo entram no mercado. Acho a questão de tempo preocupante.

Mauricio R.

No segmento dos turbo hélices, a Embraer foi chutada de campo por assim dizer ainda no primeiro tempo, qndo as aeronaves ainda eram de 30 pax…
Muita gente boa ao longo do certame foi ficando pelo caminho, Saab, Bae, Fairchild-Dornier, Fokker.
Hoje um ATR ou o atual dono do mercado senta próximo de 80 pax, enquanto que um Q-400 ou a concorrência que restou já senta até 90 pax.

André Luiz.'.

Farroupilha 31 de outubro de 2017 at 4:18 Eu não compartilho da visão romântica ou, ouso dizer, ufanista, que o amigo tem da contribuição genuinamente brasileira para a indústria aeronáutica, porque entendo que Padre Bartolomeu de Gusmão e Alberto Santos Dumont eram ‘pontos fora da curva’ no cenário cultural do Brasil de suas respectivas eras, e que só realizaram seus feitos fora do Brasil! E, especificamente Santos Dumont, seus inventos não foram a base do desenvolvimento da nascente indústria aeronáutica… Mas concordo com o pragmatismo de que a EMBRAER, criada por brasileiroS (!), conquistou seu lugar no mercado aeronáutico internacional… Read more »

André Bueno

Jorge F 31 de outubro de 2017 at 7:40

http://www.aereo.jor.br/2017/09/01/embraer-kc-390-um-aviao-que-carrega-o-desafio-de-conquistar-muitas-bandeiras/

Nunca foi ventilado o número de 50 unidades para a FAB.

Jorge F

Turma = Turquia meu corretor tem vida própria

JT8D

Jorge F 31 de outubro de 2017 at 7:40
O desenvolvimento do KC390 foi integralmente custeado pela FAB. Assim, a Embraer não depende de meia encomendas para ter lucro. O que todos gostaríamos é que o avião vendesse bastante, para que os lucros sejam maiores, mas risco financeiro não existe. Quanto ao impacto do atraso de um ano, é irrelevante. Não vai entrar em operação nenhum competidor antes que o KC390 se torne operacional. O MRJ da Mitsubishi está uns 10 anos atrasado e não vejo nenhum japonês pessimista

Antonio de Sampaio

Mauricio R. 31 de outubro de 2017 at 8:57
Blog caindo o padrão de novo, estava ótimo, com um nível altíssimo, mas assim ninguém aguenta.
Por favor responsáveis pelo PA, não permitam que isso aqui se transforme na área de comentários do PB by R.L. Aquilo lá é área gazada, ninguém suporta sem o uso de máscaras e por apenas alguns segundos, não permitam.. por favor..

EduardoSP

Farroupilha 31 de outubro de 2017 at 4:18 Acho um pouco de presunção a comparação da história aeronáutica do Brasil com a da Rússia, ou o nível tecnológico da indústria aeronáutica russa com a brasileira. Recomendo a série “Wings of Russia”. Tem no Youtube, em inglês. Silva 30 de outubro de 2017 at 22:01 A Embraer não criou um segmento sozinha. Jatos com capacidade entre 50 e 100 passageiros e alcance regional existem há décadas, veja o Fokker 28. O que ocorreu na década de 90 foi uma confluência entre o aumento da demanda por vôos regionais, especialmente nos EUA,… Read more »

Sérgio Luis

Aerodinâmica estranha!
Pássaros feios!

RicardoFerreomodelismo

“Mauricio R. 30 de outubro de 2017 at 23:03 A ATR não fabrica jatos regionais, mas turbo hélices. Domina 70% do mercado.” . Diriam os americanos: oranges to oranges, apples to apples … . Mauricio R. 31 de outubro de 2017 at 8:57 No segmento dos turbo hélices, a Embraer foi chutada de campo por assim dizer ainda no primeiro tempo, qndo as aeronaves ainda eram de 30 pax… . A Embraer não foi chutada de nada … o mercado evolui … e a Embraer embarcou nele com a família ERJ-145/135/140. Por sinal, família de enorme sucesso, de onde derivaram… Read more »

Walfrido Strobel

Sergio Luis, são desenhos clássicos do estilo Dornier alemão, dê uma pesquisada noa aviões modernos da Dornier que faliu no início dos anos 2000.
São aviões muito bons, a Dornier e a Fokker deixaram saudades, muitos criticam seus fechamentos.

Caerthal

Mauricio R.,
A matéria trata do projeto turco natimorto, lá vem você falar em Embraer chutada … Bem a Boeing e Airbus foram chutadas no segmento abaixo de 130 passageiros (717 e A318 respectivamente) e essa informação tem relevancia zero. Vsf.

JT8D

A Embraer não reinventa a roda. Ela identifica segmentos de mercado com concorrentes fracos e os domina. Esse é o objetivo do jogo: fazer dinheiro

EduardoSP

JT8D 31 de outubro de 2017 at 12:19 Acho que vendas maiores, ao gerar escala de produção levam a que, entre outras coisas: 1 – haja redução dos riscos da FAB ficar com uma mosca branca, 2 – haja um maior nível de ocupação de mão-de-obra, 3 – sejam desenvolvidos novos usos da plataforma (não há garantia disso), 4 – sejam criadas possibilidades de agregar outras empresas à produção da aeronave. Por isso eu espero que o aparelho tenha mais vendas, porque haverá ganhos para o país, não porque irá aumentar os lucros da Embraer. Os lucros dela já são… Read more »

JT8D

EduardoSP 31 de outubro de 2017 at 16:46
Eduardo, respondendo à sua última pergunta com uma mera opinião: eu acho que a relação entre a FAB e a Embraer é muito mais estreita do que uma mera relação comercial. É uma parceria, porque existe de fato uma interdependência, isto é, a Embraer precisa da FAB e a FAB precisa da Embraer. Então eu acho que qualquer pendência relacionada ao protótipo deve ser resolvida de forma a prejudicar o menos possível a ambas as partes

hammadjr

Futurista esse TRJ628, aparentemente o perfil da impressão de ser bem aerodinâmico. Muito bonito. O que seria vários bilhões de doletas???

Marcelo Andrade

Lembro aos amigos que na última Le Bourget, a Embraer deu a entender que vai entrar no mercado de Turbo-hélices para 70 pax.
Quem viver verá.

oganza

Que bom que tocaram nesse específico assunto. Pesquisem as patentes da Dornier e principalmente as que estão sobre controle da SNC. Depois vejam os contratos de suas concessões e ou direitos, vocês descobrirão o engodo da suposta inventividade de engenharia da Embraer. . Ps.: Estou falando de capacidade criativa em P&D… nisso a Embraer é no máximo 20% capaz. Os outros 70-80% ela é completamente dependente de passivos alheios inativos, pois é incapaz de realmente realizados. . Pps.: A Embraer ainda tem-se mostrado extremamente competente em ler as necessidades do mercado, até mesmo “desenvolvendo” um modelo próprio para si, mas… Read more »

Caerthal

Palavras da “autoridade” oganza.

JT8D

A Embraer não é uma universidade. É uma empresa com fins lucrativos. E parece que nesse quesito ela se saiu bem melhor que a Dornier, não é mesmo ?

Farroupilha

KKKKKKK!
Era só o que faltava, agora a Embraer não passa de uma empresa descerebrada.
E mesmo assim só fica atrás das duas maiores do planeta.
Isso tudo é um mistééééééério.

RicardoFerreomodelismo

oganza 1 de novembro de 2017 at 15:18 “Ps.: Estou falando de capacidade criativa em P&D… nisso a Embraer é no máximo 20% capaz. Os outros 70-80% ela é completamente dependente de passivos alheios inativos, pois é incapaz de realmente realizados.” . É melhor ler isso do quer ser cego … ou não … Gostaria muito de saber o que a reitoria do ITA pensa sobre sua afirmação. Pelo menos posso imaginar que eles estejam todos de cabelo em pé. A engenharia da Embraer então nem se fala … Fonte: http://www.valor.com.br/brasil/4638559/embraer-e-empresa-campea-na-area-de-inovacao-em-2016 “Embraer é a empresa campeã na área de inovação… Read more »

Mauricio R.

A familia Erj-145 é turbo fan, jato puro.
Não são aeronaves turbo hélice, segmento de mercado do qual a Embraer foi chutada pela ATR e pela Bombardier, devido a incapacidade de acompanhar sua evolução.
Continue tentando…

JT8D

Mauricio R. 3 de novembro de 2017 at 9:34 O maior turbo hélice já produzido pela Embraer foi o EMB-120 Brasília, de 30 passageiros. O Brasília concorria com o Saab 340, de mesma capacidade. Ambos foram descontinuados por que esse segmento foi dominado pelos jatos de 50 passageiros, entre os quais um dos mais bem sucedidos foi o EMB-145. Então não faz sentido falar em concorrência do Brasilia com aviões da ATR ou da Bombardier, que eram bem maiores e estão em outra categoria. Mas você sabe disso. Entretanto, insiste em falar bobagens apenas por que é um “hater” contra… Read more »

JT8D

Roberto 3 de novembro de 2017 at 11:28
As providências que são necessárias para manter um blog a salvo de trolls

JT8D

Alguém que procura causar confusão em blogs, provocando os demais usuários com afirmações absurdas e ofensivas. O resultado é a deterioração do ambiente, o que em muitos casos afasta as pessoas genuinamente interessadas em trocar ideias e debater.

Jr

JT8D, os editores não precisam tomar nenhuma providência, você é que tem que passar a ignorar os comentários do Mauríciuo R, como quase todo mundo aqui esta fazendo de uns tempos para cá

JT8D

Jr 3 de novembro de 2017 at 12:02
Jr, essa decisão cabe aos próprios editores, que já disseram não desejar que o nível desse espaço se torne similar aos dos comentários dos sites de notícias. Embora a decisão caiba a eles, a minha opinião pessoal é que não se deve tolerar que uns poucos prejudiquem todos os demais usuários em nome de uma pretensa “liberdade de expressão”. Toda liberdade usada de forma abusiva torna-se uma violação dos direitos dos outros

André Luiz.'.

JT8D 3 de novembro de 2017 at 12:10 Isso é algo bastante controverso, JT8D. Já existem as regras do moderação dos comentários, que proíbem ofensas, proselitismo político, etc. E os editores se reservam o direto de banir aqueles que insistirem em comentar desrespeitando as regras. Mas, infelizmente, não há regra que impeça ninguém de ser, simplesmente, um ‘boçal’…! Concordo com a opinião de Jr de que a melhor maneira de lidar com ‘Trolls’, ‘haters’ e afins é simplesmente ignorá-los! Embora às vezes seja grande a tentação de responder com ironia e língua afiada às provocações! 🙂 É até divertido!, confesso…… Read more »

JT8D

Roberto 3 de novembro de 2017 at 12:30
Claro que não Roberto. Mas já seria o caso se alguém começasse a postar intencionalmente afirmações falsas sobre a empresa e a repetir sistematicamente esses comentários

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