GlobalEye

A Saab, empresa de defesa e segurança, amplia o seu portfólio de Sistemas Aéreos de Alerta Antecipado e Controle, com a apresentação do sistema de vigilância aérea multifuncional GlobalEye. O GlobalEye combina o novíssimo sistema de radar e missões Erieye ER (Alcance Estendido) da Saab com o avançado jato Global 6000 da Bombardier.
A Saab é um dos principais fornecedores mundiais de Sistemas Aéreos de Alerta Antecipado e Controle (AEW&C) com clientes ativos em oito países em todo o mundo. A Saab oferece agora um novo nível de recurso de vigilância aérea multimissão. Pela primeira vez no mercado, o GlobalEye proporciona um sistema sofisticado e de alto desempenho capaz de efetuar simultaneamente detecção de longo alcance, rastreamento e vigilância aérea, terrestre e naval, tudo a partir de uma única plataforma.

“Com o GlobalEye, podemos ampliar e aprimorar a nossa oferta, visando clientes que desejam maximizar seu retorno sobre o investimento em recursos estendidos de AEW&C como um ativo nacional para beneficiar o seu país”, afirmou Micael Johansson, diretor da área de negócios de Sistemas Eletrônicos de Defesa da Saab.
O GlobalEye, um sistema verdadeiramente multifuncional, detecta e rastreia automaticamente alvos no ar e na superfície em vastas áreas. A vigilância terrestre de veículos em movimento pode ser realizada em grandes áreas por radares de longo alcance, no modo Indicador de Alvo Terrestre Móvel (GMTI). Com o radar Erieye ER, o alcance de detecção e rastreamento foi ampliado significativamente em comparação com os radares aerotransportados existentes e contra os alvos menores. O sistema GlobalEye pode rastrear alvos de difícil observação no ar e no mar, incluindo aeronaves furtivas, mísseis de cruzeiro ou periscópios submarinos, mesmo em ambientes de forte interferência e jameamento.

“O GlobalEye é um divisor de águas pois oferece uma capacidade exclusiva de função alternada de vigilância aérea, marítima e terrestre simultâneas em uma única solução, com a possibilidade de mudar de função dinamicamente em voo, durante qualquer missão”, acrescentou Micael Johansson.

Saab AEW
O GlobalEye integra um conjunto abrangente de sensores, incluindo inteligência de sinais e equipamentos avançados de autoproteção com um sistema de comando, controle e comunicação recém-criado. A garantia de que o sistema esteja disponível por um custo justo é assegurada pela combinação de uma pegada organizacional leve com o suporte interno da Saab.

A Saab conseguiu assumir o papel de contratante principal deste sistema inovador AEW&C graças a décadas de experiência e inovação em tecnologia de radar, mas também em função de seu conhecimento profundo sobre guerra eletrônica, soluções e sistemas C4I e integração de plataformas. Uma grande parte dos subsistemas do GlobalEye provém da linha de produtos líderes mundiais da Saab.

Um elemento-chave do sistema GlobalEye é o jato Global 6000 de ultra-longo-alcance da Bombardier. Isso confere a mais recente aviônica e combina o tamanho ideal para um AEW&C estendido e multifuncional de excelente desempenho. É uma aeronave de alta velocidade com desempenho impressionante em pistas curtas e baixos custos operacionais. Graças à plataforma Global 6000, a autonomia das missões do GlobalEye pode se estender por até 11 horas.

O primeiro cliente do GlobalEye são os Emirados Árabes Unidos, que encomendaram o Sistema de Vigilância de Função Alternada (SRSS), em novembro de 2015.

O GlobalEye é mais uma inovação da Saab no campo da tecnologia de radar, um ramo em que se destacou com recursos inteiramente completamente novos. O lançamento se dá na sequência da recente apresentação pela Saab de sistemas de radar de caça novos e atualizados e cinco sistemas de radar de superfície complementares, totalmente novos.

A Saab é um dos fornecedores líderes mundiais de sistemas de radar para aplicações aéreas, terrestres e navais. A empresa tem 60 anos de experiência e mais de três mil sistemas de radar em operação em 30 países.

DIVULGAÇÃO: Publicis Consultants/Saab Press Centre

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Marcelo Bardo
Marcelo Bardo
4 anos atrás

O quão melhor este sistema é ao nosso dos E-99?

Oganza
Oganza
4 anos atrás

Marcelo, o nosso é o Erieye, tb da SAAB, instalado em um ERJ-145 da Embraer… esse novo ai da matéria deve ter o mesmo alcance ou um pouco melhor, entre 450-480 km, mas deve ter um resolução pelo menos 2 vezes maior e muito mais resistência a ECM e muito mais ECCM disponíveis além de provavelmente gerar um nível de consciência umas 3 ou 4 vezes melhor, pois deve possuir um sistema DL muito mais robusto e flexível sem falar que ele tb acompanha muito mais alvos que o nosso sistema e em mais cenários. – No fim, ele está… Read more »

Filipe Luiz Rosa
4 anos atrás

eu ja faria outra pergunta, quão viável seria um upgrade dos nossos E-99 com os sensores dos GlobalEye?

Oganza
Oganza
4 anos atrás

https://www.youtube.com/watch?v=rcfzlbUjy-Q

Ninguém pode dizer que o MKT da SAAB não é profissional. 😮

Ivan Recife
4 anos atrás

O Global 6000 é uma aeronave com MTOW da ordem de 92.750 libras (42.071 kg), com capacidade de combustível em torno de 40.700 libras (18.460kg), que implica em um alcance de mais de 9.000 km., corroborando com a frase no texto: “Graças à plataforma Global 6000, a autonomia das missões do GlobalEye pode se estender por até 11 horas”. . Nosso Embraer R99A tem um MTOW da ordem de 46.500 libras (21.100kg), com capacidade de combustível em torno de 11.000 libras (5.000kg), com um alcance maior que 3.000 km, mas não sei qual sua autonomia em missão. Talvez Rinaldo Nery… Read more »

Ivan Recife
4 anos atrás

Oganza,
.
O radar GlobalEye certamente é um desenvolvimento do Eriieye, só que mais ‘modernoso’.
.
A diferença do projeto está mais na aeronave, que é maior (dobro do MTOW), maior autonomia (foi montado em uma plataforma civil de longo alcance) e mais espaçosa (possivelmente levará mais consoles de operação).
.
Abç.,
Ivan.

Oganza
Oganza
4 anos atrás

Ivan,
a SAAB já tinha “corrigido” tais “deficiências” do SAAB 340 quando fez o SAAB 2000 para o Paquistão. É como eles dizem no vídeo que postei ai em cima: “push the envelope”, tanto nos sistemas embarcadas quanto na plataforma.

Grande Abraço.

carlos alberto soares
carlos alberto soares
4 anos atrás

Tem mais, depois do jogo comento.

Oganza
Oganza
4 anos atrás

Ivan, acho que não é só “mais modernoso” não… 🙂 Na verdade o Erieye, além de ser o “ER”, nesse caso faz parte do mix que forma o GlobalEye que se propõe a ser uma plataforma múltipla: Ar, Terra e Mar… No fim, se formos realmente fazer uma comparação como o nosso R-99A, ela terá que se ater ao que o nosso faz e comparar ao que o GlobalEye faz melhor ou não nesses quesitos, pois globalmente ele faz muito mais e não é só voar mais e com mais conforto não… 🙂 – Ps.: São 6 acentos para os… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
4 anos atrás

Off topic, esses Israelenses:
http://itrade.gov.il/brazil/?p=6291

Marcelo Bardo
Marcelo Bardo
4 anos atrás

Oganza,
Muito obrigado pela explicação. Agora estou compreendendo melhor a qualidade deste novo sistema. Acredito que seria interessante realizar upgrade do nosso para este padrão.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
4 anos atrás

Marcelo Bardo 17 de fevereiro de 2016 at 20:49
O upgrade foi contratado(não no padrão do tema) + MRO, porém “parou” pois no tenemos plata.

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
4 anos atrás

Oganza, caro amigo
caso integre com o R 99 (Kkkk):
G abraço
https://www.youtube.com/watch?v=LG-_Dz6nseQ

Bosco
4 anos atrás

Carlos,
Esse cara que inventou esse conceito tá fumando coisa mofada. rsrssrsss

Iväny Junior
4 anos atrás
Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

O E-99 (não se chama mais R-99A) possui 24.400kg de MTOW, e carrega 8.900 kg de combustível. Em 2008 estive na SAAB, em Gothenburg, e lá realizamos um grupo de trabalho, com todos os operadores do Erieye, a fim de propor melhorias no sistema. Esse é o resultado. Pessoalmente, conversei com os engenheiros e falei sobre o alcance mínimo, demonstrando o conceito de operação em manobras/exercícios, com a utilização de áreas Watch e FAOR (Fighter Area of Responsability). Outro critério importante é a capacidade de sobrevivência. Se um inimigo me aproar supersônico (Mach 1.0), empregando míssil de médio alcance, a… Read more »

_RJ_
4 anos atrás

Tem radar em cima, radar em baixo, FLIR, longo alcance… Os suecos acharam uma plataforma para fazer o que no final os EUA queriam do ACS! Ponto para os canadenses. (se bem que, no ritmo que ia o ACS, hoje os americanos já iriam querer muito mais coisa, e nem esse aí daria conta – droga de requisitos móveis).

_RJ_
4 anos atrás

Rinaldo, também não acho que o KC-390 seja uma boa plataforma, já que sua aerodinâmica não é tão limpa (graça aos requisitos operacionais de um cargueiro). O ideal para um AEW é ser baseado em um avião de passageiros ou executivo mesmo, pois a aerodinâmica mais limpa gera um menor consumo de combustível o que se traduz em maior autonomia.

Tom Byron
Tom Byron
4 anos atrás

Alguém sabe informar o preço desta plataforma?

Pois para uns o preço não importa, mas para outras é o diferencial entre comprar ou não.

Outra coisa, já andei lendo que a ideia da FAB é instalar um novo radar como este, mas no E-190, neste caso já nos novos modelos E2.

Alguém sabe informar?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Além de ter um suporte pós venda mais barato, devido às milhares de plataformas voando mundo afora. A quantidade de KC-390 será infinitamente menor.

José Carlos
José Carlos
4 anos atrás

Pensando na atual economia:
São; 2 pilotos, um engenheiro de voo, 6 postos de trabalho mais comunicação e defesa da nave.
Todos eles levados a 11 hrs ininteruptas de trabalho, fora o pessoal de terra obirigatório de apoio e manutenção.
Será q não fica mais barato e prático ter uma nave remotamente controlada?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Fica sim. Se possuir um datalink capaz e confiável. Daí deixa de ser um AWACS, e passa a ser somente um radar aerotransportado. Não será um OCOAM-R (Órgão de Controle de Operações Aéreas Militares Aeroembarcado).
Mas se os norte americanos ainda não inventaram um até agora, alguma deficiência deve ter.
E o glamour de ser um tripulante de AWACS? Onde fica? Kkkkkkkk

Nonato
Nonato
4 anos atrás

Pois é. Em resumo, a Embraer que sempre se orgulhou de ter um awacs foi trocada pela Bombardier…
Mas dependendo do país, precisa de 11h de autonomia?
Um país com os Emirados árabes Unidos que deve ser do tamanho do estado do espírito santo precisaria de tanta autonomia?
Se bem que também não concordo com aviões que passam uma ou duas horas voando e precisam voltar. Voa, volta. Voa, volta.
Falo isso porque talvez pudesse ser montado em um avião menor.
E quanto ao ejet, os colegas não acham que um 175 daria conta e deve ser mais barato?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

A autonomia não tem nada a ver com tamanho do País, e sim com o perfil da missão. Como exemplo, na CRUZEX, um E-99 controlava todos os pacotes de ataque da manhã, com decolagem as 07:30h e rendição, no ar, por outro as 13:00h, que permanecia on station controlando os pacotes da tarde, até o pouso da última aeronave. Se fosse um E-3, um só ficaria o dia todo.
O E175 não daria conta, devido ao espaço interno para a instalação das consoles.

Bosco
4 anos atrás

Marcelo,
A vantagem dessa aeronave é unir numa só as funções do E-99 e do R-99. (Me perdoa Rinaldo mas não sei a designação do R-99 atualmente. Seria E-99B?)

Marcos
Marcos
4 anos atrás

Quando o programa do P-3 atrasou do jeito que atrasou, deveriam ter pensado no E-190 para a tarefa.
O resultado hoje está ai: mais algumas horas e vão precisar trocar as longarinas dos P-3, que são do lote mais antigo que estava no deserto.
Vai ver foi para obter algum recorde: ficar com o F-5 mais antigo e com o P-3 mais antigo.

Marcos
Marcos
4 anos atrás

A opção pelo avião da Bombardier foi por conta de que a aeronave já é plataforma para outras missões.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Bosco, é R-99.
Marcos, naquela época o que estava em voga era o P-99. Os patrulheiros não quiseram. Já foi discutido esse tema em outras matérias.

Bosco
4 anos atrás

Rinaldo,
Obrigado!
Mudando de pato pra ganso, você não acha conflitante as duas funções (AEW e sensoriamento remoto)? Será que a aeronave não teria que manter uma posição para uma função que não seria a melhor para outra? Ou ela privilegiará uma função de cada vez?

Marcos
Marcos
4 anos atrás

É a mesma plataforma do Sentinele da RAF.

Ivan Recife
4 anos atrás

Rinaldo Nery,
Obrigado pela correção acerca do E99.
Sempre aprendendo e estas infos vão
para o ‘caderno’.
Grato,
Ivan, sem tempo.

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
4 anos atrás

Senhores… Já não seria um baita de um incremento de capacidade para os nosso E99, se os mesmos passassem a contar com sondas p/ reabastecimento em vôo ? Seria algo tão trabalhoso a ponto de inviabilizar uma modernização ?

Os indianos possuem… mas veio de fábrica

Nonato
Nonato
4 anos atrás

Rinaldo, em um avião que transporta uns 90 passageiros não há espaço para os consoles (o que são consoles mesmo?. monitores? Desculpe de a pergunta parece básica demais). Enquanto isso, a Boeing também tem produtos expostos na feira de Singapura. Além do p8, tem um menor em parceria com a Bombardier. Link a seguir http://www.defensenews.com/story/defense/show-daily/singapore-air-show/2016/02/15/boeings-maritime-aircraft-options-dominate-sing-airshow/80402842/ Por falar nisso alguém poderia explicar as diferentes Missões que o global eye e os produtos da Boeing que mencionei desempenham? O eereye (e99 ou seja lá como se chame seria mais alerta antecipado – monitar aviões de cima para baixo, reduzindo as limitações de… Read more »

Tiago Silva
Tiago Silva
4 anos atrás

Gosto muito da flexibilidade da Saab quanto a atender os requisitos dos seus clientes, já são ai ao menos cinco plataformas diferentes que receberam o radar Erieye mostrando que com o planejamento adequado podem oferecer um produto de ótima qualidade. Agora com o GlobalEye demonstra mais uma vez como transformar uma aeronave executiva numa plataforma militar multifuncional, porque é isso que ele é multimissão terra,mar,ar. Seria muito interessante e bem vindo o E-190/195 com tais sistemas, mas tudo depende de necessidade e orçamento para tal empreitada. Por aqui continuamos com os nossos E/R-99 e aguardando no futuro a aquisição de… Read more »

Nonato
Nonato
4 anos atrás

Outros produtos na briga pelo mercado. Boeing, Saab e Elbit vão de Bombardier. Embraer perdendo espaço. Se bem que o número vendido costuma ser baixo. Considerando várias alterações a serem feitas talvez nem compense finaceiramente. Acho que a Embraer poderia voltar a investir em turbo-hélices e aviões de hélice mesmo (motor a pistão?). Para rotas curtas sai mais em conta. Acredito também que nem sempre um awacs tem que voar a 900 km/h. Num turbo-hélice seria mais fácil mater velocidas na faixa de 400 ou 500 im/h. Afinal de contas trata-se apenas de um radar elevado que poderia ficar estático… Read more »

Paraná CWB
Paraná CWB
4 anos atrás

Conceito ultrapassado. Os AEWACS russos e israelenses sao infinitamente mais modernos e eficazes.

leonardo da silva andrade
4 anos atrás

Leio a trilogia a vários anos não sei nem quantos, nunca fiz um comentário, hoje o primeiro será para elogiar a volta de comentários extremamente instrutivos para leigos como eu, sem politização, sem ideologias sem ser chato!
Lembrou os velhos tempos parabéns aos editores esse é um espaço diferenciado exatamente pelo nível dos comentários aqui feitos como estão colocados ai até agora, muito obrigado senhores.

Farroupilha
Farroupilha
4 anos atrás

É a SAAB mostrando serviço. Com versão mais potencializada que nossos EMB-145. Se uma única plataforma de monitoramento (com rápida troca de funções) pode fazer o mesmo que duas ou três, um pouco menores, então ela pode acabar saindo mais em conta, dependendo do país a que se destina. Exemplo: Um único avião desses para o Uruguai já bastaria. Já para o Brasil, colocar uma plataforma multifunção dessas para monitorar apenas o solo da amazônia seria desperdício. – Site interessante, se confiável não sei, com preço em dólares de quase todos os aviões atuais e principais fabricantes. Lembrando que os… Read more »

Vader
4 anos atrás

Paraná CWB 18 de fevereiro de 2016 at 5:34

“Conceito ultrapassado. Os AEWACS russos e israelenses sao infinitamente mais modernos e eficazes.”

Explique-se ou cale-se.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Bosco, no caso desse Global 6000, ou ele faz vigilância do espaço aéreo ou faz imageamento. São dois perfis completamente distintos. No caso do Radar de Abertura Sintética (SAR), a aeronave precisa voar mais alto e mais veloz, fora do envelope da antena. A antena, por ser revestida de material composto, tem limitação de temperatura. Não sei qual a solução que a SAAB encontrou. Além do que os tripulantes são de especialidades distintas. No caso do Brasil, Controladores de Operações Aéreas Militares (COAM) e Especialistas em Fotografia. Os únicos comuns às duas missões são os operadores de Guerra Eletrônica. Por… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
4 anos atrás

AEWACS Isrsaeli tem como concepção pontual seu TO.
Pode atender qualquer País que tenha um TO similar, além disso (zona de ação) começa a ficar limitado.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Voltando ao tema, um AWACS quando chega na área onde ficará on station, reduz a velocidade para realizar a vigilância. No caso do E-99, pode reduzir até 160 KIAS com flapes 9°. Mesmo perfil dum turbo hélice. E, por ser jato, chega mais rápido nessa área. Se tive que se evadir, sua probabilidade de sobrevivência será maior.
Ou seja, bobagem essa história que turbo hélice é melhor. No caso do E-2D, pra operar embarcado tinha que ser, devido ao tamanho versus velocidade de aproximação.

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Quanto ao probe pra REVO. Foi sugerido na modernização, mas a Fighter Mafia do Alto Comando acha que só caçador faz REVO na FAB. Não sei como o H-36 ganhou o probe! Pensam que, pela aeronave possuir grande autonomia, não necessitaria revoar. Mas se esquecem que, dependendo das condições da pista e atmosféricas, a aeronave não consegue decolar full combustível. Se pudesse revoar, poderia operar em pistas menores, aumentando a surpresa tática (nossa, essa eu tirei do fundo da Doutrina Básica da FAB!). Assisti, no tablet de um piloto de ensaios da EMBRAER, o vídeo do ensaio de REVO do… Read more »

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
4 anos atrás

Caro Rinaldo Nery 17 de fevereiro de 2016 at 21:56
Lembrando sua menção a geração de energia efetiva para atender a demanda dos equipos//
Lembrando sua ótima sugestão aos Suecos na época.
Ressaltando: Cadê o Manager for Sale da Embraer Defesa ?
E 190 cai como uma luva.
Pergunta:
E 195 compartilha a mesma plataforma do E 190 ?

G abraço

Paraná CWB
Paraná CWB
4 anos atrás

Pelo tamanho do nosso território e fronteiras , somente a solução russa pra dar conta: http://defence-blog.com/news/russian-a-50e-awacs-appeared-in-the-airspace-over-syria.html

Carlos Alberto Soares
Carlos Alberto Soares
4 anos atrás

Caro Bosco 17 de fevereiro de 2016 at 21:03
Narguilé vencido ?

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

A EMBRAER já fez uma arte do E190 com o Erieye em cima. O E190 e o E195 compartilham a mesma plataforma.

Alfredo Araujo
Alfredo Araujo
4 anos atrás

Mestre Rinaldo…
O que teriam dito esses figurões em relação ao fato do C390 vir com sonda p/ REVO ?
Devem ter achado um desperdicio… rs

Rinaldo Nery
Rinaldo Nery
4 anos atrás

Acho q agora mudaram o conceito. E a EMBRAER deve ter forçado.