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Desafio Poder Aéreo 155

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Desafio Poder Aéreo 155

Este é fácil demais. A dica é o próprio desafio… Para dificultar só um pouquinho, responda também qual o número do protótipo mostrado na foto e  escreva um pouco sobre a longa e conturbada história de seu desenvolvimento.

13 COMMENTS

  1. Hehe, errou. É o Me-155, que deveria ser um caça de elevado desempenho a grandes altitudes, mas acabou por ser cancelado e o fabuloso Ta-152 tomou seu lugar.

  2. Uma coisa interessante é como os alemães da Messerschmitt e da Focke Wulf resistiram muito tempo em adotar hélices de 4 pás em seus caças de linha de frente. Aumentavam a corda das pás mas não o número delas. Não lembro de nenhum que tenha entrado em operação.

  3. Clésio:

    • O Blohm & Voss BV 155 foi um protótipo de interceptador de grande altitude fabricado pela fábrica alemã Blohm & Voss. As características aerodinâmicas e a sua propulsão tornavam este aparelho uma arma temível quando defrontada a grandes altitudes. Paralelamente às investigações para a construção de uma versão do Bf 109 para grandes altitudes, por volta de 1937 a Messerchmitt estudava um aparelho, denominado Me 155, também ele uma versão do Bf 109, mas especialmente desenhado para operar a partir do porta-aviões Graf Zeppelin.
    Quando a construção desta unidade naval foi abandonada o Me 155 foi reformulado, sendo transformado num caça-bombardeiro capaz de transportar uma tonelada de bombas. Contudo em 1943, devido às mesmas pressões que levaram ao desenvolvimento do Bf 109H, o projeto foi de novo modificado. O Me 155 voltou a ser um interceptor, mas já não baseado num porta-aviões, mas num aparelho para grandes altitudes destinado a atacar as formações de bombardeiros aliados.
    Mas o projeto arrastava-se na Messerchmitt, devido ao excesso de projetos que este fabricante tinha em mãos. Assim, em Agosto de 1943, o interceptor foi transferido para a Blohm und Voß, o que não deixou de provocar alguns descontentamentos entre os engenheiros da Messerchmitt até então envolvidos no projeto.
    Contudo a Blohm und Voß prosseguiu as investigações em ótimo ritmo, e em 1º. de Setembro de 1944, o primeiro protótipo agora designado BV 155 V1 realizou o seu primeiro vôo. Um outro protótipo, mais aperfei- çoado, o BV 155 V2 voaria em fevereiro de 1945. A respeito do V3, nada se conhece, mas o V4 (série C), com radiadores na fuselagem, foi capturado quando a fábrica foi conquistada pelos aliados. As características aerodinâmicas e a sua propulsão tornavam este aparelho uma arma temível quando defrontada a grandes altitudes. O seu armamento incluiria dois canhões de 15, 20 ou 30 mm, nunca se chegou a decidir exatamen-te quais seriam utilizadas.

    • Velocidade máxima: 690 km/h
    Autonomia de voo: 1.440 km
    Peso: 4.870 kg
    Comprimento: 12 m
    Envergadura: 20 m
    Voo inaugural: 1 de setembro de 1944
    Protótipos (V1-V4)
    Autonomia:1440 km
    Teto serviço:16880 m
    Armamento: 1 x MK108 de 30 mm + 2 x MG151 de 20 mm

  4. Luis…

    Os primeiros voos dos protótipos do Me-262, foram feitos com esse sendo propulsionado por um junkers jumo a pistão, para testes aerodinâmicos e etc…

    Até mesmo nos primeiros voos com as turbinas instaladas, por problemas de confiabilidade, esse motor a pistão continuava instalado…

  5. Alfredo Araujo

    Me corrija se estiver errado, mas me parece que foi justamente quando da retirada do motor a pistão do ME-262 e do reposicionamento da asa, que a aeronave acabou ficando com centro de gravidade muito atrás. A solução encontrada, ou a mais fácil, foi redesenhar a asa, deixando-a inclinada para trás. No primeiro voo o piloto constatou que com a nova asa os problemas de instabilidade haviam desaparecido.

  6. Luis

    O início do 262 é pouco conhecido.
    Começou com uma aeronave semelhante com a da imagem acima, dai minha confusão, propulsionado por um motor a pistão, como citou o Alfredo. O passo seguinte foi a instalação das turbinas, mas mantendo o motor a pistão. Depois retiraram o motor a pistão, mas a aeronave ainda tinha o trem de pouso convencional, para finalmente ficar com o desenho já bastante conhecido.

  7. É o Focke-Wulf Ta-152, caça de interceptação e de proteção aos Me-262- vulnerável aos ataques dos aliados durante as decolagens e aterrissagens – e devido à necessidade de um caça de grande altitude e de grande perfomance , derivado do FW-190D- que tinha como diferença uma asa maior envergadura.hegaram tarde demais para causar qualquer impacto no final da guerra.

  8. Quem acertou foi o Clésio, na sua segunda tentativa, complementado pelo Aldo: Blohm & Voss BV 155.

    A dica no texto (“A dica é o próprio desafio… “) estava óbvia para sanar qualquer dúvida: é o desafio 155, com um avião que tem, na sua designação, o número 155.

    Parabéns a todos os participantes!

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