domingo, junho 20, 2021

Gripen para o Brasil

Desafio Poder Aéreo 155

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Desafio Poder Aéreo 155

Este é fácil demais. A dica é o próprio desafio… Para dificultar só um pouquinho, responda também qual o número do protótipo mostrado na foto e  escreva um pouco sobre a longa e conturbada história de seu desenvolvimento.

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Marcos

Parece o protótipo do ME-262, mas não reconheço a asa.

Clésio Luiz

Hehe, errou. É o Me-155, que deveria ser um caça de elevado desempenho a grandes altitudes, mas acabou por ser cancelado e o fabuloso Ta-152 tomou seu lugar.

Clésio Luiz

Uma coisa interessante é como os alemães da Messerschmitt e da Focke Wulf resistiram muito tempo em adotar hélices de 4 pás em seus caças de linha de frente. Aumentavam a corda das pás mas não o número delas. Não lembro de nenhum que tenha entrado em operação.

Clésio Luiz

Para eu morder minha língua, chamem o bichinho acima de Blohm & Voss BV 155.

Marcos

Não, não é o 262. O 262 tinha uma hélice tripá, enquanto esse dai são quatro.

Aldo Ghisolfi

Clésio: • O Blohm & Voss BV 155 foi um protótipo de interceptador de grande altitude fabricado pela fábrica alemã Blohm & Voss. As características aerodinâmicas e a sua propulsão tornavam este aparelho uma arma temível quando defrontada a grandes altitudes. Paralelamente às investigações para a construção de uma versão do Bf 109 para grandes altitudes, por volta de 1937 a Messerchmitt estudava um aparelho, denominado Me 155, também ele uma versão do Bf 109, mas especialmente desenhado para operar a partir do porta-aviões Graf Zeppelin. Quando a construção desta unidade naval foi abandonada o Me 155 foi reformulado, sendo… Read more »

Luis

O Me 262 tinha motores a jato. Foi o 1º caça a jato da história.

Alfredo Araujo

Luis…

Os primeiros voos dos protótipos do Me-262, foram feitos com esse sendo propulsionado por um junkers jumo a pistão, para testes aerodinâmicos e etc…

Até mesmo nos primeiros voos com as turbinas instaladas, por problemas de confiabilidade, esse motor a pistão continuava instalado…

Alfredo Araujo

Só para deixar claro q tudo isso em protótipos. As séries iniciais de produção eram jatos puros…

Marcos

Alfredo Araujo

Me corrija se estiver errado, mas me parece que foi justamente quando da retirada do motor a pistão do ME-262 e do reposicionamento da asa, que a aeronave acabou ficando com centro de gravidade muito atrás. A solução encontrada, ou a mais fácil, foi redesenhar a asa, deixando-a inclinada para trás. No primeiro voo o piloto constatou que com a nova asa os problemas de instabilidade haviam desaparecido.

Marcos

Luis

O início do 262 é pouco conhecido.
Começou com uma aeronave semelhante com a da imagem acima, dai minha confusão, propulsionado por um motor a pistão, como citou o Alfredo. O passo seguinte foi a instalação das turbinas, mas mantendo o motor a pistão. Depois retiraram o motor a pistão, mas a aeronave ainda tinha o trem de pouso convencional, para finalmente ficar com o desenho já bastante conhecido.

geobosco

É o Focke-Wulf Ta-152, caça de interceptação e de proteção aos Me-262- vulnerável aos ataques dos aliados durante as decolagens e aterrissagens – e devido à necessidade de um caça de grande altitude e de grande perfomance , derivado do FW-190D- que tinha como diferença uma asa maior envergadura.hegaram tarde demais para causar qualquer impacto no final da guerra.

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