sábado, maio 15, 2021

Gripen para o Brasil

Último voo do ‘Cardeal 01’

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

É com imenso pesar que comunicamos o falecimento do Tenente Brigadeiro do Ar Reformado Rodolfo Becker Reifschneider, em 26 de janeiro, no Hospital Central da Aeronáutica, no Rio de Janeiro. O sepultamento ocorreu na tarde deste domingo (27/1), no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. Em 2008, o Ten Brig Becker concedeu instigante e enriquecedor depoimento ao “Projeto Memória” do Instituto Histórico e Cultural da Aeronáutica. Para conhecer o depoimento, basta acessar a Seção “Projeto Memória” do site www.incaer.aer.mil.br.

FONTE: CECOMSAER

NOTA DO EDITOR: como homenagem ao “CARDEAL 01” publicamos uma fotomontagem que mostra o NAeL Minas Gerais com os P-16A Tracker do 1º GAE da FAB.

VEJA TAMBÉM:

  • O P-16 Tracker e a Aviação Embarcada

- Advertisement -

17 Comments

Subscribe
Notify of
guest
17 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Roberto F Santana

Venho me interessando muito por esses porta-aviões da classe Colossus, em especial o Veinticinco de Mayo, e claro, o Minas gerais.
Agradeceria muito se alguém puder esclarecer as seguintes dúvidas:

1-Ao que tudo indica, nas conversões da classe, não foi possível a instalação de duas catapultas, acho eu por problemas de espaço e outros. Caso tenha existido, gostaria de saber qual.

2-Em uma dada época, qual foi a capacidade real máxima atingida(não a teórica) de efetivo de P-16 e helicópteros no Minas Gerais assim como no Veinticinco de Mayo de Super Étendard, Skyhawk, e/ou P-16 e helicópteros.

Roberto F Santana

Amigos,
Peço perdão pelo inapropriado comentário.
Não quis expressar desprezo e insensibilidade.
Apenas fui levado pela empolgação ao ver a foto.

Expresso meus sentimentos.

P.S.Fica a critério dos editores a remoção do inadequado comentário e fica a sugestão para a adição da classificação do post como: “Nota Póstuma”.

Fernando "Nunão" De Martini

Roberto, creio que não há nada de inapropriado.

Discutir esse assunto histórico é também uma forma de homenagear a memória do “Cardeal 01”.

Acrescentamos agora a informação sugerida à classificação da nota. Grato.

Alexandre Galante

Prezado Bob Santana;

O NAeL Minas Gerais embarcava normalmente 6 P-16A/E Tracker, 4 helicópteros SH-3 Sea King e 3 Esquilos.

Mas no início chegou a embarcar 7 ou 8 P-16s, veja essa foto:

https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/a11.jpg

Roberto F Santana

Prezado Alexandre,

Obrigado pela informação e essa bela foto.
Lembro-me quando criança, eu fazia coleção de uma revista “Vruum”, e vinha sempre fotos dos navios de nossa Marinha, numa delas o Minas Gerais e dados sobre sua características, sobre a capacidade da aviação embarcada, ela dizia, absurdamente , que a nave era capaz de levar quatro ou seis P-15 Netuno!

Agradeceria se mais informações, sobre os meus outros questionamentos, viessem.

Roberto F Santana

Aqui, creio eu, o 25 de Mayo, em seu momento de “maximum effort”:

http://www.naval.com.br/blog/2008/04/10/ara-25-de-mayo/#axzz2JNT6Ilw7

Alexandre Galante

Quanto às catapultas, realmente não havia mais espaço e provavelmente faltaria produção de vapor para mais uma.

Quanto à capacidade do ARA 25 de Mayo, esta foto mostra o navio com 4 S-2 Tracker, 11 A-4 Skyhawk e 3 SH-3 Sea King:

https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/25-de-Mayo.jpg

Alexandre Galante

HMAS Melbourne, “primo” do nosso NAeL Minas Gerais e do ARA 25 de Mayo:

https://www.naval.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/HMAS-Melbourne.jpg

Fernando "Nunão" De Martini

Bom rever essas fotos do Melbourne e do 25 de Mayo. Na gestão do ministro da Marinha Maximiano da Fonseca (cinco dos seis anos do governo Figueiredo), em entendimentos com a FAB, foi apresentada exposição de motivos ao presidente para aquisição de 14 A-4 Skyhawk recondicionados e modernizados conforme uma proposta israelense. Dois seriam bipostos, tudo a um custo na época de 60 milhões de dólares. O Mingão poderia ter ficado com um Grupo Aéreo parecido com esses aí nos anos 80, se a proposta conjunta com o Ministério da Aeronáutica (então na gestão de Délio Jardim de Mattos) tivesse… Read more »

Roberto F Santana

Prezados Alexandre e Nunão,

Uma de minhas indagações nasceu justamente do que li no Wikipedia, não em português, mas na versão de língua inglesa, que versa sobre a possibilidade do uso de A-4 no Minas Gerais.
Enfim, o que não me ficou claro é que dos 23 Skyhawk adquiridos e considerando-se a permanencia do Minas Gerais na MB, quantos enfim iriam operar no porta-aviões .Mesmo sem os Tracker, seria possível acomodar pelo menos 18 dessas aeronaves?

Roberto F Santana

Eu não sabia que os ganchos de parada vinham “balançando” dessa maneira!

Fernando "Nunão" De Martini

Roberto, não creio que seria impossível (sempre se pode transportar parte do grupo aéreo nas áreas de estacionamento do convoo e parte no hangar). O problema é manter um grupo aéreo mais balanceado. Ainda assim, mesmo pensando ser possível lotar o A11 com 18 A-4 Skyhawk em prejuízo de outras aeronaves, eu acho que só numa situação improvável isso poderia ocorrer. Imaginemos que todos os 23 Skyhawk adquiridos no final da década de 90 estivessem em condições de voo. Os três bipostos, valiosos demais para arriscar em operações embarcadas, eu creio que dificilmente seriam usados no A11, só para treinamento… Read more »

Roberto F Santana

Prezado Nunão, Obrigado pelos esclarecimentos. Tem um relato, aliás bem interessante para não dizer engraçado, que traduzi e está publicado aqui no PA, de um piloto de Crusader.No relato, ou na série de relatos sobre os pilotos de F-8, ele parece deixar entendido que os grandes porta aviões americanos operam sempre com capacidade máxima.Para as grandes revisões de seus aviões, programadas, os navios permaneciam na costa próximo a alguma base de manuntenção, os Crusaders então decolavam, um ou dois, faziam as revisões rapidamente e retornavam, deixando desfalcado o esquadrão por pouquíssimo tempo. Obrigado a você e ao Alexandre pelos bons… Read more »

Ozawa

Por que Cardeiais ? CARDEAL E CEIA – ORIGENS Ten.-Brig.-do Ar Rodolfo Becker Reifschneider Em 23 de junho de 1961, decola de Key West, Flórida, USA, a primeira esquadrilha, em traslado para o Brasil, das aeronaves P-16. Era formada por 6 (seis) aeronaves, liderada pelo Ten Cel Av RODOLFO BEC-KER REIFSCHNEIDER, no P-16 7016. Primeiro pouso, fora dos Estados Unidos, Port-Au-Prince, Haiti. O traslado recebia o apoio de C-82 do 1º Grupo de Transporte de Tropas (1º GTT), sediado na Base Aérea dos Afonsos (BAAF). Eram seus pilotos: 1º Ten Av Rodolfo Hissa Abraim e 1° Ten Av Carlos Maximiano… Read more »

Roberto F Santana

Muito bom Ozawa, muito bom.

Roberto F Santana

Para os que gostam do IL-2, vejam o que eu achei:

http://www.sas1946.com/main/index.php/topic,19899.0.html

Ozawa

Vídeo histórico, como breve documentário, do primeiro oficial da MB a embarcar no Minas Gerais, então HMS Vengeance, Cmdt Quandt. Mais tarde um de seus comandantes, 67/68, e ainda Ministro das Comunicações no período 74/79.

Vive sua merecida tranqüilidade na Região Serrana do Rio de Janeiro.

http://www.youtube.com/watch?v=TUxmJaQ5mU4

Reportagens especiais

Na década de 80, o jato binacional AMX era destaque nas revistas aeronáuticas

O avião de ataque AMX, projeto ítalo-brasileiro produzido pelas empresas Aeritalia, Aermacchi e Embraer foi muito badalado pelas revistas...
- Advertisement -
- Advertisement -