terça-feira, dezembro 7, 2021

Gripen para o Brasil

Índia vai compartilhar experiência de seleção de caças de US$ 10 bi com Brasil

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

NOVA DELI: Em um incomum acordo bilateral, a Índia concordou em compartilhar com o Brasil algumas de suas experiências de realização da avaliação do programa MMRCA (Medium Multi-Role Combat Aircraft) que selecionou um novo caça para a Força Aérea Indiana, no valor de US$ 10 bilhões.

O Brasil está atualmente em processo de seleção de um caça para a sua força aérea. A Índia transmitiu a sua vontade de compartilhar um pouco de sua documentação sobre o contrato MMRCA durante uma reunião entre o ministro da Defesa AK Antony e seu colega brasileiro, Celso Amorim. “O Brasil está em processo de comprar um avião de caça. Vocês já atingiram a fase final da seleção de caça para a Força Aérea. Eles prometeram nos dar alguns documentos sobre o processo de seleção, tais como regras básicas sobre o processo de licitação que poderíamos comparar ao nosso”, disse Amorim ao TOI.

Amorim encontrou-se com Antony e o conselheiro de segurança nacional Shiv Shankar Menon na segunda-feira em Nova Delhi, e os dois lados realizaram consultas  bilaterais de defesa em vários níveis. Amorim disse que o Brasil estava ansioso para aprender a partir do processo da Índia de selecionar o Rafale, o caça francês , para o contrato MMRCA de mais de US $ 10 bilhões. É uma das maiores concorrências de defesa do mundo atualmente.

O Brasil está procurando comprar 36 novos caças para a Força Aérea. O concurso tinha deixado em aberto a possibilidade de o número de caças subir até 120 aviões. A proposta poderia crescer em vários bilhões de dólares, embora a estimativa inicial era de apenas US $ 2,2 bilhões. O Brasil já fez uma pré-seleção de três caças – Rafale, F-18 e Gripen-NG e um finalmente será selecionado. “Sempre que há uma possibilidade devemos sempre buscar o compartilhamento de experiência, é claro, respeitando a confidencialidade”, Amorim disse.

“O compartilhamento de experiência não quer dizer que sigamos a sua decisão”, acrescentou. O ministro também disse que eles dariam atenção à discussão da experiência indiana de construção de um caça de quinta geração com a Rússia. O Brasil também está oferecendo à Índia um catálogo desenvolvido exclusivamente para equipamento militar da OTAN, no qual a Índia estava interessada, disse ele.

FONTE: The Times of India / TRADUÇÃO: Poder Aéreo / COLABOROU: asbueno

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este e outros assuntos no ‘Xat’ do Poder Aéreo, clicando aqui.

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klesson

… quer dizer que a escolha da Índia tem mais valor que a análise da FAB?
Sr. Ministro da Defesa, se quer pegar algum gancho sobre a diferença do preço do Rafale entre nós e a Índia: comece pelo óbvio, a quantidade de caças envolvidos. o Sr. já houviu falar em economia de escala? Com certeza, estas 36 unidades, para nós não serão suficientes! Estamos com todos, “todos”, os nossos caças na borda da inoperância e total obsolência.
Eu acredito nos critérios da FAB!

Marcos

Não entendi o que o Amorim foi fazer lá. 1) Nós desaprendemos a fazer licitação? 2) O que serve para a Índia, serve para o Brasil? 3) a análise dos caças já não tinha sido feita? Tá com cara que a coisa já foi decidida tem muito tempo e os caras estão tentando arranjar alguma desculpa esfarrapada para comprar o Rafale, mesmo que isso não cumpra interiramente com os requisitos da FAB frente aos outros concorrentes, seja a aeronave mais cara, transfira menos tecnologia (se é que haverá alguma) e que seja altamente prejudicial ao país. Fico cá pensando se… Read more »

DrCockroach

Se a traducao foi correta, um tremendo desrespeito com a FAB e COPAC. Mais um prova que o Rafale nao eh “preterido” por motivos politcos, mas sim “preferido” por motivos politicos. Se forem repartir os valores, o que duvido, serah um desrespeito com os ofertantes; Se forem repartir os criterios “tecnicos” serah um desrespeito com a COPAC/FAB; Se forem repartir “procedimentos” serah um desrespeito com os habitantes de Marte, lah onde deveriam viver esta casta politica Indiana. Eh evidente que o Amorim procura uma desculpa p/ escolher o Rafale. A decisao jah deveria ter sido tomada, faltando a Dilma bater… Read more »

LuppusFurius

16 anos…16 anos…..um bebê recém nascido já estaria fazendo vestibular ou já estaria na faculdade!!!!!!!!!
Não resolveram o fx-…….. e querem avaliar o 5° geração???
Vamos de F18 SH e parem de enrolar …..
Tô achando que o Vader comprou este governo, só para ele ganhar nossa listinha de aviôes……..ou seja não vai “dar em nada”…..como ele diz…

Vader

Claro que é ranço ideológico antiamericano, coisa que brasileiros e indianos lamentavelmente compartilham.

Mas interessante notar que para o próprio CA o FX2 é uma LICITAÇÃO, o que acaba com aquele velho argumento das rafalechetes, de que o gf poderia escolher quem bem entendesse, mandando às favas a lei deve licitações e a CF.

LuppusFurius

Cuspiram na cara da COPAC/FAB e querem meter a Mão Grande no bolso do contribuinte……PEGA….PEGA…!!!!!

Vader

Quanto ao CA, ele pode fazer a força que quiser, a FAB jamais aceitará o Rafale. Mas não se preocupem, que vem golpe por aí: a PeTralhada não irá desistir nunca de entubar a FAB.

DrCockroach

E quanto ao “mais barato”, o que realmente deve ser feito eh uma avaliacao do que se recebe em troca. Por exemplo: quando se faz uma reserva num hotel 5 estrelas e que custa 500 dolares a diaria, podemos avaliar os “reviews” dos outros hospedes que irao testemunhar se o hotel eh “value for the money” (nao me ocorre a expressao em portugues agora). Assim, veremos que tem hotel 5 estrelas que cobra 500 dolares e recebe uma otima pontuacao no criterio “value for the money”, outros, tb cobram $500, mas recebem pessima pontuacao dos hospedes que consideravam que o… Read more »

Guilherme Poggio

Pessoal,

A ideia é muito boa. Oxalá tivéssemos a oportunidade de dar uma “olhadinha” em outras concorrências como por exemplo a da Suíça, Marrocos, Japão, etc.

Justin Case

Amigos,

Também não vejo o menor problema em buscar informações. Acho até muito importante.
O que nós faremos com as informações coletadas, isso sim é competência única brasileira.
Abraços,

Justin

Mauricio R.

Pelo visto não foi somente o Jobin, que andou passeando pelo chateau Dassault…
O vinhão devia ser do bão!!!

Mauricio R.

A concorrência de Cingapura, tb.

Guilherme Poggio

Não sei até que ponto isso é legal. Muitas das informações fornecidas pelas empresas concorrentes (quem ganhou e quem perdeu) são sigilosas e o país assume o dever de não compartilhar nada com outras nações.

Marcos

A Índia dever ter muita experiência na seleção de aeroanves. Na década de 70, enquanto nós escolhiamos o Aermacchi 326, os indianos ecolhiam o BAC Jet Provost.

edcreek

Olá,

Isso Amorim, ve o preço e vecha com a França por lá mesmo!!!!

Já passou da hora de comprar os novos caças Brasileiros, toda via o Super Hornet tambem serviria, o que não dá ficar adiando ainda mais ou fantasiar com caças que não existem…

Abraços,

Marcos

Vader não disse que os milicos vão dar golope, Vader disse que, como é mesmo(?), a Petralhada vai dar “golpe”, golpe no sentido de entubar a FAB.

Marcos

Os indianos não vão passar informação nenhuma quanto as propostas, pois assinaram um termo de confidencialidade.

Nick

Não sou contra termos informações do MMRCA. Quem não quer saber quanto os Indianos estão pagando pelos Rafales? 🙂

Por outro lado, o FX-2 já está com seus relatórios prontos (seja em qual versão for), e já deveria ter sido anunciado faz tempo.

No fim, parece ser mais manobra para enrolar a decisão/anúncio.

[]’s

DrCockroach

O que realmente estah acontecendo e o que estah sendo publicado pode ter uma enorme diferenca. Mas se for realmente o tema da materia, e outra que acabei de ler, isto eh claramente um “golpe” ensaiado dentro do MinDef contra os criterios de selecao da FAB. O Governo Federal nao pode demitir a “FAB”, igualmente a “FAB”, como instituicao, nao pode pedir “demissao” do Pais, mas o Comandante pode pedir o pijama… Penso que o GF tem todo direito de decidir de forma distinta da FAB, desde que haja transparencia, sem problemas. Se a escolha for o Rafale, que seja,… Read more »

Alexandre Galante

Boa ideia, Dr Barata, o CA podia dar uma passadinha na Suíça na volta…

Clésio Luiz

Esse movimento aí não é nada mais nada menos do que descobrir o quanto a Dassaul está cobrando dos indianos, para fazer uma comparação com a proposta dos franceses para o FX-2.

Mas isso não importa, o que importa é aproveitar a menção das palavras Dassault e Rafale no texto para iniciar o xingamento…

Grifo

Senhores, acho que no máximo é possível compartilhar o processo de gerenciamento de projeto de aquisições de aeronaves, que no nosso lado é regido pela DCA 400-6. Não custa nada saber como os indianos fazem isto do lado deles.

Sobre requisitos, ofertas, avaliações, nada disso acredito possa ser compartilhado.

DrCockroach

Nao existe termo de comparacao entre as duas propostas; como bem o Marcos escreveu existe um termo de confidencialidade. Se o que o CA quer eh saber preco, nao haveria declaracoes na imprensa, “ingenuo” ele nao eh, embora outros podem ser…

Se querem um novo BAFO, do BAFO, que pecam…

Evento totalmente infeliz, ateh mesmo p/ quem acredita que o Rafale seja a melhor escolha, pois isto somente mancha a decisao. Como disse, se a escolha for o Rafale, que seja feita de modo correto, o que eh possivel.

Aguardo uma declaracao do CA.

[]s!
P.S.: http://www.thelocal.se/38996/20120208/

Daglian

Vejo com bons olhos esta notícia. O importante é o governo saber como a Índia fez este processo, julgá-lo internamente (onde ela errou? Onde acertou?), aproveitando os acertos e tomando cuidado para não repetir seus erros.

Agora pintou aquela esperança, será que agora vem? Acho que não, mas mesmo assim esta danada desta esperança que não quer ir embora…

Augusto

É ótima a notícia! Podemos aprender com a Índia, já que na visão do governo a sexta economia do mundo, que é um país de 200 milhões de habitantes, não tem uma pessoa sequer capaz de apontar o melhor caça e o melhor procedimento de aquisição do mesmo. Quem sabe possamos aguardar a Coréia do Sul e o Japão decidirem também a escolha de seus caças para que nós possamos ir lá aprender e “compartilhar experiências”? Será muito bom e já poderíamos ter o primeiro caça do FX-2 entregue por volta do ano de 2047…

uitinaxavier

Cortaram alguma parte do texto eu não li nada dizendo, que isso vai se decidir a favor do Rafale, no texto menciona “O compartilhamento de experiência não quer dizer que sigamos a sua decisão” Pronto tá dito agora vão rasgar as cuecas por que foram lá na Índia querer ver o que os Indianos viram não viram ou deixaram de ver quais fatores favoráveis ou desfavoráveis eles avaliaram e Obvio que eles não vão repassar informações sigilosas. Duvido que os sem noção metidos a saberem mais que o resto do mundo, iam fazer esse mesmo drama de novela mexicana, se… Read more »

Giordani RS

Só tem um probleminha: Lá tomam-se decisões, sejam elas impopulares ou não; Aqui, qualquer decisão, visa a reeleição…então, mais vale gastar com estádio de futebol do que com a Defesa…portanto, não precisa ser mãe dinah para saber que o mini ministro da defesa foi é fazer turismo na Índia…nada mais.

asbueno

Interessante dois países tratem um tema desses e em tal nível quando um deles (Brasil) abastece o maior adversário (Paquistão) de seu interlocutor (Índia). Portanto, nada de muito importante e profundo deverá ser tratado. E é aí que a coisa pega. Para que isso? Ninguém por aqui, penso eu, crê que a FAB é incompetente para tratar do assunto de sua alçada, que é formalizar os requisitos, testar as aeronaves e produzir um relatório. A questão deve ser alguma lacuna no GF, ou melhor, algo em que possam basear uma decisão. Se for isso, é uma pena, independente do que… Read more »

Vader

ASBUENO, tá cheio de PeTralha, antiamericano escroque e rafalechetes na esgotosfera que acha SIM que a FAB é incompetente e que a escolha do caça cabe a elementos gabaritados como Lula, Celso Amorim, Nelson Jobim, Mangabeira Unger, etc…

Nunca duvide do nível de tolice a que pode chegar um esquerdóide. Eles sempre se superam…

NOTA DOS EDITORES:
VADER, FAVOR MODERAR O PALAVREADO E MANTER-SE NO TEMA.

tpivatto

Marcos disse:
8 de fevereiro de 2012 às 11:14
“Tá com cara que a coisa já foi decidida tem muito tempo e os caras estão tentando arranjar alguma desculpa esfarrapada para comprar o Rafale, mesmo que isso não cumpra interiramente com os requisitos da FAB”…

Marcos: se o Rafale não cumprisse INTEIRAMENTE os requisitos da FAB, não estaria na sua short list. Simples assim. O próprio Brig. Saito já disse e redisse que os 03 vetores atendem aos requisitos operacionais exigidos.

Renato Oliveira

Vader disse: “Nunca duvide do nível de tolice a que pode chegar um esquerdóide. Eles sempre se superam…”

É rir pra não chorar, essa é a mais pura verdade. O que eles deveriam aprender com a Índia é como levar a sério um programa espacial. MMRCA não tem nada pra ensinar ao F-Xn.

tpivatto

DrCockroach disse:
8 de fevereiro de 2012 às 11:39
“O Rafale seria mais ou menos assim, como um hotel que cobra preco de 5 estrelas (5 geracao), mas vale o que um de 4 estrelas (4 geracao) oferece. Nao que seja um mah hotel, afinal eh 4 estrelas, mas nao eh value for the money.”

E o q dizer do Typhoon, que sabidamente é mais caro e menos capaz?
Para não falar no “chuchu voador” (F-35), que ninguém sabe quanto efetivamente custará e estará pronto… Se (e quando) resolverem todos os seus problemas…

Grifo

Marcos: se o Rafale não cumprisse INTEIRAMENTE os requisitos da FAB, não estaria na sua short list. Simples assim. O próprio Brig. Saito já disse e redisse que os 03 vetores atendem aos requisitos operacionais exigidos.

Caro tpivatto, se todos os três vetores atendem aos requisitos, porque comprar o mais caro, que custa o dobro do preço de um outro?

tpivatto

Marcos disse: 8 de fevereiro de 2012 às 12:07 “A Índia dever ter muita experiência na seleção de aeroanves. Na década de 70, enquanto nós escolhiamos o Aermacchi 326, os indianos ecolhiam o BAC Jet Provost.” Marcos: sim, a IAF tem mais experiência do que a FAB na seleção de aeronaves. Basta ver a história. A IAF se criou operando principalmente aeronaves de origem britânica como o Spitfire, o Tempest II, o Vampire, o Gnat, o Canberra, o Hunter, mas também já operou outras aeronaves francesas como o Ouragan e o Mystére e ainda opera o anglo-francês Jaguar. E operou… Read more »

Guilherme Poggio

Com todo o respeito às decisões da Índia e da Suíça, mas isso não quer dizer nada para o Brasil.

São contextos totalmente diferentes do nosso. Realidades que não estão nem próximas.

E se o Rafale perde-se na Índia e o Gripen na Suíça? Quais seriam as consequências para o Brasil? Nenhuma.

Temos requisitos distintos, processos de escolha distintos, posições geopolíticas distintas e orçamentos distintos.

Marcos

tpivatto:

O que eu disse foi:

“… mesmo que isso não cumpra interiramente com os requisitos da FAB FRENTES AOS OUTROS CONCORRENTES.”

Ou seja:

Há mais vantagens nos outros que no Rafale.
Não estou dizendo que o Rafale não seja capaz, o problema são os custos, custos de aquisição e manutenção.

Marcos

F-18 x Rafale x Gripen

Eletrônica embarcada: ganha o F-18;

Desempenho: diria que os três empatam, já que cada um tem suas caracteristcas;

Preço: não há o que discutir, o Gripen leva essa;

A tal transferência de tecnologia: ao contrário da alegria geral, ninguém irá transferir, por exemplo, a arquitetura da eletrônica embarcada. Nesse caso leva vantagem o Gripen, que terá de se adequar à FAB e, se a Embraer participar, há muito mais probabilidade de absorvemos tecnolgia para dar manutenção.

Compensações comerciais: todo mundo empatado.

tpivatto

Grifo disse: 8 de fevereiro de 2012 às 17:57 “Caro tpivatto, se todos os três vetores atendem aos requisitos, porque comprar o mais caro, que custa o dobro do preço de um outro?” Caro Grifo preliminarmente, vamos ser sinceros: já foi noticiado aqui mesmo no blog, que não há tamanha diferença (o “dobro”) entre o preço das propostas dos caças selecionados. Isso posto, vejo ao menos três motivos para escolha do MELHOR vetor, ainda que ele seja o MAIS CARO: a) o pacote de ToT; b) uma maior flexibilidade, propiciada pela maior exorbitância dos requisitos operacionais; e c) o poder… Read more »

Grifo

preliminarmente, vamos ser sinceros: já foi noticiado aqui mesmo no blog, que não há tamanha diferença (o “dobro”) entre o preço das propostas dos caças selecionados. Caro tpivatto, acho que há sim. Na verdade acho que é mais do que o dobro, se você incluir os custos de operação. Isso posto, vejo ao menos três motivos para escolha do MELHOR vetor, ainda que ele seja o MAIS CARO: a) o pacote de ToT; Neste ponto o caça mais barato foi também o que mais ofereceu transferência de tecnologia. b) uma maior flexibilidade, propiciada pela maior exorbitância dos requisitos operacionais; Neste… Read more »

Mauricio R.

“E o q dizer do Typhoon, que sabidamente é mais caro e menos capaz?” Já fizeram a conta, de padaria mesmo serve, de qnto vai custar p/ os indianos: Instalar o radar AESA em Le Jaca; antes tem que trocar o gerador; se trocar o gerador, vai ter que trocar a turbuna; a nova turbina necessita de um volume de ar maior, teremos que alargar as entradas de ar; Faça o mesmo raciocínio p/ a troca da Spectra e p/ um novo IRST, pois c/ a instalação do radar AESA; o canal IR do OSF vai ser retirado. E veja… Read more »

tpivatto

Guilherme Poggio disse: 8 de fevereiro de 2012 às 18:13 “Com todo o respeito às decisões da Índia e da Suíça, mas isso não quer dizer nada para o Brasil. São contextos totalmente diferentes do nosso. Realidades que não estão nem próximas.” Com todo o respeito Poggio, vejo alguns aspectos/requisitos indianos parecidos com o caso do Brasil, ao contrário do caso da Suiça, país minúsculo, com uma população pequena. Além de os dois países serem emergentes e figurarem entre as maiores economias e populações mundiais, ante a imensa área territorial a ser coberta nos dois casos, parece-me que a necessidade… Read more »

Guilherme Poggio

tpivatto disse: Com todo o respeito Poggio, vejo alguns aspectos/requisitos indianos parecidos com o caso do Brasil, ao contrário do caso da Suiça, país minúsculo, com uma população pequena. Caro tpivatto As diferenças militares, geopolíticas e estratégicas indianas e brasileiras são gritantes. Nós temos uma tradição de uso e preferência por caças de origem norte-americana muito em função das nossas opções e dos cenários geopolíticos. A Índia possui pouca relação com o Ocidente, mais restrita a dois países europeus (Reino Unido e França) e com os EUA menos ainda quando o assunto é caça. Infelizmente vemos por aí contas de… Read more »

tpivatto

Grifo disse: 8 de fevereiro de 2012 às 18:18 “Caro tpivatto, acho que há sim. Na verdade acho que é mais do que o dobro, se você incluir os custos de operação.” Não sabia que vc teve acesso aos dados sigilosos do programa FX-2. Até onde sei, ninguém ainda tem certeza dos valores exatos. “Neste ponto o caça mais barato foi também o que mais ofereceu transferência de tecnologia.” Tbm aqui há uma carência de prova. Várias outras fontes indicam que a proposta francesa é mais vantajosa. O único consenso parece ser que não é a proposta americana a vencedor… Read more »

Mauricio R.

“c) o poder dissuasório que propiciaria a operação do melhor caça europeu de 4,5 geração…”

O “Flanker”, em nenhuma de suas manifestações, consta da “short list”.

“…parece-me que a necessidade de um vetor com amplo raio de ação, com…”

Consta do RfP da FAB??? Não.

“Não me parece que o SH seja o mais veloz dos finalistas, nem…”

E nem o Rafale.

Daglian

Existem MUITOS caças bons por aí. Muitos. Como já falei, bom por bom, leva-se F-35 e PAKFA (considerando “bom” ser o mais moderno em termos tecnológicos). Falar que o F-18 é um caça ruim é pior que piada de mal-gosto, é total desconhecimento da história deste magnífico vetor. No fim, acredito que se alguém transmitir alguma tecnologia, serão os suecos, e, mesmo assim, muito pouco. O Rafale é um caça ótimo, mas é tão caro que passa a ser um caça mediano. O mesmo vale para o Typhoon. A FAB utilizará o nosso dinheiro [do contribuinte] para comprar seus vetores.… Read more »

Grifo

Não sabia que vc teve acesso aos dados sigilosos do programa FX-2. Até onde sei, ninguém ainda tem certeza dos valores exatos. Caro tpivatto, neste caso vamos parar por aqui. Porque tudo o que temos aqui é especulação, se você quer “provas” espero também que as tenha para as suas afirmações. Tbm aqui há uma carência de prova. Várias outras fontes indicam que a proposta francesa é mais vantajosa. O único consenso parece ser que não é a proposta americana a vencedor nesse quesito. Ao que eu saiba (e eu não tenho “provas”) o Gripen NG ofereceu a melhor oferta… Read more »

Marcelo

caro mauricio r., o radar AESA do rafale já está voando e com todos os testes finalizados e não precisou de nenhuma turbina maior para isso, muito menos uma entrada de ar maior. O Spectra funcionou muito bem na Libia, quando os Rafales e os Mirage 2000, protegidos pelos Rafales, penetraram nas defesa Libias horas antes dos ataques dos tomahawks americanos, para fazer os primeiros ataques, assim que saiu a resolução da ONU. Portanto, sugiro pesquisar mais antes de despejar esse tipo de informação por aí. Quanto ‘a notícia, não vejo problema nenhum de comparar os processos com a India,… Read more »

tpivatto

Mauricio R. disse: 8 de fevereiro de 2012 às 18:19 “E o q dizer do Typhoon, que sabidamente é mais caro e menos capaz?” Já fizeram a conta, de padaria mesmo serve, de qnto vai custar p/ os indianos: Instalar o radar AESA em Le Jaca; antes tem que trocar o gerador; se trocar o gerador, vai ter que trocar a turbuna; a nova turbina necessita de um volume de ar maior, teremos que alargar as entradas de ar” Maurício R.: ao menos para o Brasil, a versão ofertada do Rafale já conta com o radar RBE2 AESA e não… Read more »

Alexandre Galante

Não percam o Xat do Poder Aéreo, hoje está bombando com o Amorim na Índia

http://www.aereo.jor.br/chat-do-poder-aereo/

tpivatto

Grifo disse: 8 de fevereiro de 2012 às 18:44 “Caro tpivatto, neste caso vamos parar por aqui. Porque tudo o que temos aqui é especulação, se você quer “provas” espero também que as tenha para as suas afirmações.” Caro Grifo: não fui eu, mas vc, que fez afirmações sobre o preço das propostas dos vetores finalistas. E o ônus da prova incumbe a quem afirma. De qq sorte, concordo em deixarmos essa questão de lado, dadas as incertezas. Porém acredito que a questão da transferência de tecnologia vai pelo mesmo caminho, já que existem diversas outras fontes indicando classificação diversa… Read more »

Mauricio R.

“…e não precisou de nenhuma turbina maior para isso, muito menos uma entrada de ar maior.” Gente de dentro da AdA, c/ mais acesso e conhecimento de causa, já falou sobre isso. Ah, e o radar AESA francês, nem em serviço de esquadrão se encontra. Então, não conta!!! “…penetraram nas defesa Libias horas antes dos ataques dos tomahawks americanos, para…” Guarde isso p/ vc, nós aqui do blog sabemos que foi só DEPOIS da saraivada de Tomahawks, que isso aconteceu. “Portanto, sugiro pesquisar mais antes de despejar esse tipo de informação por aí.” Pq vc não acata a sua própria… Read more »

tpivatto

Mauricio R. disse: 8 de fevereiro de 2012 às 18:40 O “Flanker”, em nenhuma de suas manifestações, consta da “short list”. De fato, o Flanker foi eliminado no FX-2, perdendo, portanto, para o Gripen, o SH e o Rafale. “…parece-me que a necessidade de um vetor com amplo raio de ação, com…” Consta do RfP da FAB??? Não. Tens certeza disso? Já li que um dos motivos da desclassificação do MiG-29 foi sua “perna curta”. De minha parte, não tive acesso ao relatório da FAB. “Não me parece que o SH seja o mais veloz dos finalistas, nem…” E nem… Read more »

Marcelo

caro mauricio r.
nós aqui do blog sabemos que Rafale pnetrou na Libia depois dos Tomahawks? Que piada, só voce ainda insiste nisso. A Aviation Week, a Air International e a Air Forces Monthly discordam, então, bem informado eu sou, obrigado. E prefiro acreditar nestas revistas do que em voce, se me permite.

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