domingo, dezembro 5, 2021

Gripen para o Brasil

Japão escolhe o F-35, estreitando seus laços com os Estados Unidos

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Nesta terça-feira, o F-35 da Lockheed Martin foi escolhido pelo Japão como seu novo caça de primeira linha, em detrimento de rivais já provados em combate porém menos furtivos – escolha vem num contexto de preocupaçõesem relação à Coreia do Norte e à introdução, pela China, de seus próprios caças ‘stealth’ – decisão é de adquirir 42 caças

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Na madrugada desta terça-feira, 20 de dezembro, a Reuters informou que o Japão decidiu adquirir o F-35 como seu novo caça de primeira linha. A decisão surge ao mesmo tempo em que o Japão e os Estados Unidos reforçavam o estreitamente de sua aliança de segurança, em face das preocupações sobre a instabilidade na Coreia do Norte após a morte de seu líder, Kim Jong-il.

O Ministro da Defesa Ichikawa disse que a decisão de comprar 42 unidades do caça furtivo, a um custo que analistas estimam ser maior que 7 bilhões de dólares, ajudaria o Japão a se ajustar a um ambiente de segurança em mudança, após o anúncio da morte, nesta segunda-feira, do lider norte-coreano.

Ichikawa disse a repórteres que “o ambiente de segurança referente a futuros caças a jato está em transformação. O F-35 tem capacidades que podem responder a essas mudanças de maneira firme.”

A Lockheed Martin e o Pentágono saudaram a escolha do F-35 pelos japoneses, dizendo que isso ajudaria a estabelecer um fator de dissuasão convencional e estratégico na região asiática do Pacífico, onde preocupações crescem a respeito do sucessor de Kim, seu filho Kim Jong-un, ainda não testado à frente da Coreia do Norte.

O F-35, que ainda está no início de sua produção, competiu contra o F/A-18 da Boeing e o Typhoon do consórcio europeu Eurofighter. Segundo especialistas, a decisão de optar pelo caça norte-americano, que já era informalmente conhecida antes da morte de Kim, reflete o desejo japonês de estreitar os laços com os EUA, num momento de preocupações com o crescimento da ameaça militar chinesa e outras incertezas regionais.

A Casa Branca disse que, num sinal de que os aliados pretendem se manter juntos, o presidente dos EUA Barack Obama conversou por telefone com o Primeiro Ministro do Japão, Yoshihiko Noda, reforçando o compromisso dos Estados Unidos com seus aliados.

Em uma coletiva de imprensa, o Chefe da Secretaria do Gabinete Osamu Fujimura, disse que os EUA e seus dois aliados próximos na Ásia, o Japão e a Coreia do Sul, deverão em breve realizar conversações de alto nível sobre a Coreia do Norte: “A data não foi decidida ainda mas será na próxima oportunidade possível. ”

Quando o Partido Democrático do Japão chegou ao poder pela primeira vez em 2009, as relações com os EUA esfriaram, já que o partido desejava recalibrar a aliança em bases mais igualitárias. Também se desejava a mudança da base dos EUA no país para fora da ilha de Okinawa. Já o Primeiro Ministro Noda, que ascendeu ao cargo em setembro passado, procurou voltar de maneira firme à forma anterior de segurança.

Apesar da crescente tensão entre China e Japão sobre território e recursos marítimos, além de uma amarga guerra no passado, Noda pretende buscar a cooperação chinesa para lidar com a Coreia do Norte, em uma visita programada a Beijing (Pequim) em 25 e 26 de dezembro. Segundo Fujimura, as instruções do Primeiro Ministro são de que o Japão precisa estabelecer uma cooperação próxima e troca de informações com os EUA, a Coreia do Sul e a China, e que o país vai trabalhar com a China para esse entendimento.

Escolha é um impulso para a Lockheed Martin

A escolha japonesa pelo F-35 vem como um bom empurrão para o programa do caça da Lockheed Martin, que foi reestruturado duas vezes nos últimos dois anos. Também se espera que aumente as chances da Coreia do Sul em seguir o Japão, encomendando 60 caças. O Japão vai pagar 9,9 bilhões de ienes por caça (aproximadamente 127 milhões de dólares) incluindo peças de reposição na fase inicial das encomendas.

Segundo o analista Richard Aboulafia, do Teal Group, “esse programa (do F-35) precisava de um endosso como esse, especialmente por parte de um cliente respeitado tecnicamente. Ainda há muitas complicações, especialmente o custo e as demandas de divisão de trabalho.” Ele também disse que o programa estava sofrendo o escrutínio de parlamentares e autoridades dos EUA que precisam ajustar (ou cortar) centenas de bilhões de dólares do orçamento de defesa ao longo da próxima década.

A derrota da Boeing poderia ser um grave revés para a companhia em seus prognósticos no mercado de caças, pois haverá poucas novas competições abertas de grande porte, segundo Loren Thompson do Lexington Institute: “O mercado está sinalizando à Boeing que seus dias no negócio de caças podem estar contados”.

Segundo o Ministro da Defesa do Japão, as empresas japonesas Mitsubishi Heavy Industries Ltd , IHI Corp e Mitsubishi Electric Corp vão participar da produção e manutenção do F-35. Por parte da Lockheed Martin, foi dito que as empresas japonesas poderão se tornar fornecedoras globais para o programa do caça se o Governo Japonês decidir relaxar o banimento, que existe há décadas, para a exportação de material militar de origem japonesa.

Dave Scott, diretor de desenvolvimento de negócios para o F-35, disse à Reuters que “a indústria aeroespacial japonesa é de classe mundial, assim, se houver um relaxamento (no banimento de exportação) seria muito lógico para eles receberem a oportunidade e, de fato, seria uma oportunidade muito boa de participar da cadeia de suprimento global do F-35.”

O Japão considera a possibilidade de relaxar seu banimento a exportações de material militar, um passo que permitiria às suas empresas disputarem contratos nos EUA, que gasta 10 vezes mais em defesa. Acabar com o banimento também permitiria que o Japão comprasse mais barato seus aviões, navios, mísseis e outros equipamentos, permitindo que seus fabricantes domésticos procurassem mercados externos para diminuir os custos de produção por meio da economia de escala.

FONTE: Reuters (tradução, adaptação e edição: Poder Aéreo)

FOTOS: jsf.mil

NOTA DO EDITOR: o Poder Aéreo, ainda que “sem querer”, acertou mais um resultado de concorrência internacional.

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Fabio ASC

Quais as armas que serão empregadas pelos Japoneses?

Parabéns Japão, espero que seu decendente Juniti se inspire em vc.

Fabio ASC

decendente = Descendente

DrCockroach

Ok, estou tentando identificar os valores: alguem que le japones pode ir direto a fonte? 🙂 Conforme a fonte, os valores variam.

Segundo esta materia custarah cada um pelo menos US$166 milhoes. A Bloomberg fala em US$ 114 milhoes pelos 4 primeiros e, entao, menciona o custo total de aquisicao, operacao e manutencao em cerca de US$ 20.5 bilhoes ( US$ 490 milhoes cada) mas ao longo de 20 anos; novamente, isto inclui operacao e manutencao.

Curioso p/ saber qual foi o tipo de acordo em relacao aos valores.

[]s!

http://www.bloomberg.com/news/2011-12-20/lockheed-martin-wins-japan-jet-fighter-contract-over-boeing-eurofighter.html

DrCockroach

Olhando as reservas internacionais do Japao de US$ 1 trilhao e 140 bilhoes de dolares, estes 20 bi por 20 anos seriam menos de 2% do total, nada mal p/ manter a seguranca numa regiao cada vez mais turbulenta. Olhem a lista das reservas internacionais ( http://en.wikipedia.org/wiki/International_reserve_system ), o Brasil eh o unico entre os primeiros que ainda estah se arrastando p/ tomar uma decisao embora com enorme reservas. ACORDA AI DILMA!!!!!!!! 🙂 []s! P.S.: Eh verdade Nunao, a confusao da Coreia deve ter facilitado o anuncio. Nao leio japones (e portugues e ingles leio fluentemente, leio mas nao compreendo… Read more »

DrCockroach

Pois eh Nunao, mas no artigo da Bloomberg fala em valores definidos p/ os 4 primeiros de US$ 114 milhoes (estariam estes com preco fixo? acho que sim), e entao o valor total do pacote p/ 20 anos, o que daria US$ 490 milhoes por cabeca, mas incluindo operacao, alem de manutencao e aquisicao. uma salada de informacoes, mas que eh um bom divertimento tentar matar a charada…

[]s!

Vader

Barbada. PA e Vader 100%! 🙂 E a US$ 127 milhões por caça, incluindo os spare parts, está mais ou menos no mesmo preço pago por Israel, e é uma pechincha pelo que o caça é, especialmente tendo em vista o preço dos eurocanards, Rafale e Typhoon mais precisamente, ambos muito mais caros que isso. O F-35 já tem sua SEGUNDA venda externa confirmada (a primeira foi “apenas” Israel), e nem pronto está. Enquanto há caças que trinta anos depois de iniciado o projeto, e dez depois de entrar em operação, ainda não vendeu uma única unidade externa. Essa notícia… Read more »

DrCockroach

Nunao, fiz uma conta de padaria aqui e acho que matei a charada 🙂 : Como, a grosso modo, o preco de aquisicao eh responsavel por 1/3 do custo total, e 2/3 seriam operacao e manutencao, entao mais ou menos fecha a conta de “dedao” de custo de 166 milhoes p/ aquisicao e 490 milhoes quando inclui-se operacao e manutencao. Acho que matei parte da charada: cada meu doce!? 🙂 []s! P.S.: Vai ai Vader, festeja que esta eh sua!!!! (mas nada altera a treta que foi o contrato da LM com o DoD) PPS: Mas Vader, festejar nao eh… Read more »

Marcos

Todo mundo está decidindo e finalizando seus novos vetores aéreos, exceto a maior potência na história das “galácticas siderais”, o Brasil, cuja aquisição se arrasta a mais de uma década.

Marcelo

e o Eurofighter foi lá só para gastar a verba de marketing…a Dassault viu que era furada e pulou fora logo de cara.

Guilherme Poggio

Pois é. Mais um monoturbina que ganhou de dois biturbinas.

PS: Essa concorrência o Rafale não perdeu.

Ivan

PA 100% !!!

…e empatado segue também MiLord Vader 100%.

O desempate será no M-MRCA… he he he.

Parabéns,
Ivan. 🙂

Ivan

Fabio ASC,
(20 de dezembro de 2011 às 6:44)

O Brigadeiro Juniti Saito tem a mesma posição que a Japan Self Defence Force no que diz respeito ao JSF Joint Strike Fighter.

Lembro matéria da Folha de São Paulo (Eliane Catanhede),
clipado aqui no AEREO:
http://www.aereo.jor.br/2009/12/01/o-dia-em-que-o-ministro-jobim-descartou-o-f-35/

Segue um pequeno trecho:
Dirigindo-se ao comandante da aeronáutica, Juniti Saito, que o acompanhava, Jobim perguntou: “Não é, Saito?” Desconfortável, o brigadeiro foi reticente e pareceu discordar: “Bem… O Brasil teria uma capacidade dissuasória maravilhosa…” “.

Sds,
Ivan. 🙂

DrCockroach

Prezado Ivan(kemon),

Embora por motivos opostos ao do NJ, o DrCockroach tb, em tese, se oporia ao Brasil comprar o F-35. P/ mim, faz mais sentido, neste momento ou o Gripen ou o Super-Hornet.

Mas, sem mais delongas, agora eh a vez do Vader:

http://www.youtube.com/watch?v=BhUZmvAEIN4&feature=related

🙂

[]s!

Clésio Luiz

É uma escolha bastante óbvia essa. Seria surpresa se fosse outro concorrente. Primeiro, o Japão nunca comprou um caça a jato que não fosse americano ou fabricado no Japão. Segundo, eles podem pagar e querem sempre o que há de mais avançado. E terceiro, eu nem chamo isso de concorrência: a presença de duas outras aeronaves no processo de escolha esta mais para satisfazer políticos da oposição e para fazer um pouco de pressão na Lockheed, para ela não se empolgar demais nos preços. Essa compra é daquelas que se encomenda o que o vendedor quer vender, não o que… Read more »

Ivan

Lembrando que o F-35A Lightning II vai substituir o F-4J Phamton, poderá representar uma opção interessante para missões “cirúrgicas” sobre a Korea do Norte. Supondo um cenário de escalada de tensão na península coreana, é possível que Japão, Coreia do Sul e EUA optem por atacar bases de lançamento de mísseis. A arma perfeita para um preciso ataque surpresa seria o F-35 ‘qualquer letra’ Lightning II, pois com sua furtividade poderia driblar as defesas de Pyongyang e a vigilância do Dragão Chinês. Mas uma razão para a Coreia do Sul embarcar também no Joint Strike Fighter, como é lembrado no… Read more »

Ivan

Dr. Barata, Igualmente sem delongas, minha opção é semelhante a sua. O Brasil precisa urgentemente renovar sua frota de caças, sendo para mim a melhor opção o nosso Gripen EBr / FBr. Um projeto que prioriza os custos de aquisição e operação desde o primeiro traço na prancheta… ou melhor, no computador (…sou um pouco antigo… he he he). Mas eu não acredito em caça BOMBRIL, aquele multi-tudo. Na minha visão (um tanto isolado), o ideal é um Hi / Low Mix que use o melhor de cada vetor. No caso brasileiro teríamos o Gripen EBr para a caça e… Read more »

Ivan

Ou seria DrCockroachémon… 🙂

Corsario137

Mudando ou não de assunto…

Ontem saiu matéria no “Valor Econnômico” em que a presidentA Dilma reuniu-se com militares prometendo o reaparelhamento das forças armadas:

“O país com o qual sonhamos precisará, cada vez mais, de Forças Armadas equipadas e qualificadas para o cumprimento de suas atribuições. Um país que pretende ter dimensão internacional tem de ter, nas suas Forças Armadas, um exemplo da sua capacidade e da sua competência”.

Ouço essa mesma lenga lenga desde o FHC…

Guilherme Poggio

Corsario137 disse:

Ontem saiu matéria no “Valor Econnômico” em que a presidentA Dilma reuniu-se com militares prometendo o reaparelhamento das forças armadas:

Tem notícia lá no FORTE sobre o assunto

http://www.forte.jor.br/

edcreek

Olá,

Essa era a maior barbada de todas, desde de a 2º guerra o Japão não tem 100% de autonomia para escolha, quem investiu em propaganda por lá jogou dinheiro fora. A concorrencia é EUA x EUA e ponto final.

Engraçado que aqui vale conta de padaria!

Abraços,

Observador

Senhores, Os burocratas japoneses precisam mostrar serviço. Estão apenas se adiantando as cobranças. Por que? Ora, lá, defesa é coisa séria (como todo o resto) e o pessoal sabe que vem encrenca por aí, logo, logo. Com o falecimento do “amado líder”, o seu filho e sucessor terá que fazer uma demonstração de força, para mostrar que não tem medo dos “inimigos do regime”, sejam eles internos ou externos. Dentro da Coréia, ele deve perseguir os dissidentes ( se é que há algum ainda vivo) ou qualquer um que abra a boca para duvidar da sua capacidade em conduzir o… Read more »

Nick

Mais do que previsível essa vitória. 🙂

Agora é aguardar Índia, EAU e Brasil.

Índia: Typhoon
EAU: Rafale
Brasil:F-18E SH

Agora, Índia deve se resolver logo, os demais a novela pode se estender por anos ainda.

[]’s

Daglian

Parabéns ao Japão, grande escolha!

Ainda cai naquilo que vocês falaram, embora seja “fundamental” o F-35 no caso do Japão, talvez eles precisem de algo mais rápido.

Aliás, embora não seja assim simples, existe uma previsão simples (não muito precisa) para que o F-35 esteja completamente operacional ou pelo menos perto disso?

Sds

Marcos

Falaram em aparelhar as FFAA: tem gente achando que o aparelhamento que a Presidenta tá falando é em comprar novos equipamentos. Vão é colocar um monte de cumpanhero dentro dos quartéis, lembrando que já tem um lá no Ministério da Defesa.

Observador

Marcos disse:

Será que é só um?

Hummm…

Corsario137

Mais uma vez mudando de pato pra ganso…

Essa era a hora da velha e boa CIA armar a morte do sucessor do trono da Coréia do Norte. Se eles ficarem sem lider o regime, que é baseado no culto a personalidade, iria desmoronar. Os generais iriam se matar entre si pra dividir esse bolo indivisível. No final acabariam negociando uma saída com a Coréia do Sul e colocando um fim nessa guerra ridícula.

Optimus

Só para juntar-me ao coro: Parabéns, Japão e outros países que estão reestruturando suas forças aéreas, para os desafios futuros que se desenham no mundo!!! Já a “grande potência sul-americana anti-imperialista e bondosa com todos os povos oprimidos do mundo” = retóricas megalomaníacas de 120 caças stealth nacionais, Frotas de Subs e PAs Nucleares, etc, etc… Mas a dura realidade é a penúria nos quartéis, frota apodrecendo no cais e caças da década de 60 com horas contadas de voo… Alguém já imaginou como estaria as FA’s de Chile, Argentina ou Venezuela se tivessem a economia do tamanho da nossa?!… Read more »

Fabio ASC

Ivan, por que vc coloca “apenas” 10 F35 nos PA´s Americanos?

Depois de 2035, quando os F/A 18 SH saírem da linha de frente na Navy acredito que vão lotar os hangares de F35.

Ou vc acha outra coisa?

joseboscojr

Fabão,
Eu vivo respondendo as perguntas direcionadas ao Ivan, mas pelo jeito ele está vendo o Jornal Nacional. rrrsrs
Ele se referiu a “10” nos LHA e não no PA. No PA ele disse ser 20.
Nos PA, ao meu ver deverão ser 24 F-35C, 12 F/A-18E/F, 4/6 EA-18G, 4 E-2D, 6 MH-60R e provavelmente 10 UCAV (parente do X-47B ??).
Com a palavra o Ivan, o Dalton, etc.

joseboscojr

Fabão,
Em 2035 quando os F/A-18 E/F saírem da linha de frente, eles deverão ser substituídos por um caça de 6ª G a ser desenvolvido, e não pelos F-35.

Fabio ASC

Valeu Boscoooooooo

Fabio ASC

Mas Boscão, em 2035 será que o de 6ª estará pronto?

E pela qtde que os EUA estão comprando será que não vão utilizá-lo no luga do SH?

ricardo_recife

Parabéns para o Japão que não achou o F-35 demais para o país. Venceu simplesmente o melhor! Para que pagar 200 milhões em um caça de 4.5ª geração se pode comprar um de quinta por menos? Quem seria tão tolo (eu já sei a resposta!). Não deve demorar muito a Coreia do Sul também vai entrar no clube do JSF. Os norte americanos pisaram na bola no MMRCA, se fosse o F-35 ele já tinha levado de barbada essa. Ivan, concordo com você completamente quanto a questão do Gripen e um de quinta geração. Minha preferencia pessoal é pelo F-35.… Read more »

Ivan

Mestre Bosco, Perdoe este aluno relaxado que vive ‘matando’ aula. Fábio, Ninguém melhor que Bosco para lhe responder, mas vou tentar esclarecer o que escrevi acima. Os esquadrões de combate embarcados pela US Navy eram normalmente de 12 (doze) aeronaves, chegando a 14 (quatorze) quando é necessário realizar várias funçoes, como os F-18 E/F Super Hornet que entre outras coisas é responsável pelo REVO. Os antigos esquadrões de interdição equipados com o resistente A-6 Intruder contavam normalmente com 10 aeronaves, podendo eventualmente completar uma dúzia. Recentemente tenho lido que os esquadrões convertidos para F-35C Lightning II ficariam com apenas 10… Read more »

Ivan

ricardo_recife

Conterrâneo,

Eu sei qual é sua preferência, semelhante ao Lord Vader, assim como a do Mestre Nick pelo PAK-FA.

Penso que caberia um F-X3 para conseguir as melhores propostas dos fornecedores e avaliar as opções. Ao meu ver, estam limitadas a Lockheed e Sukhoi, mas nada impede a Chengdu se apresentar.

Minha preferência é pelo ‘antigo’ F-22 Raptor… mas é sonho impossível.
Verdadeiro delírio… 🙂

Sds,
Ivan, do Recife.

Fabio ASC

Ivan muito obrigado.

Acessei o link acima e fiquei mais inteirado no assunto.

Se vc é o aluno……. eu então rsrsrsrs

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