domingo, abril 18, 2021

Gripen para o Brasil

Decisão Tática

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

avro-lancaster

Em função do sucesso obtido com o primeiro dos “jogos táticos” publicado pelo ForTe, decidimos publicar outro, agora no Poder Aéreo. Todos os leitores estão convidados. Dê a sua opinião e risque uma das soluções (com fundamento).
———————————————————————————————————-

Fevereiro de 1942, você é o ‘Air Marshal’ Arthur “Bomber” Harris, CinC da RAF Bomber Command. A guerra na Europa continua e, embora os EUA tenham entrado no conflito no ultimo dezembro, o Reino Unido continua enfrentando a Alemanha sozinho no teatro ocidental europeu. Há randes dificuldades em contra-atacar a Alemanha em sua terra natal.

Bomber Command e a única arma capaz de atacar a Alemanha diretamente, mas até agora o clima imprevisível no norte da Europa e resistência da Luftwaffe tem limitado a efetividade dos seus bombardeiros. A liderança política britânica, incluindo o Primeiro Ministro, continua pressionando-o a por em prática uma estratégia de bombardeio eficaz e o próprio Reino Unido sofre pressão soviética para abrir um novo fronte e aliviar a pressão no Exército Vermelho lutando deseperadamente contra os alemães.

Churchill encarregou você a iniciar esse segundo front e chegou a dizer que “bombardeiros sozinhos trarão a vitória”. Agora é claro que a responsabilidade por ações ofensivas contra o nazismo esta nos ombros de mais ninguem do que o Bomber Command.

Você descobriu que até agora seus bombardeiros Lancaster tem sido utilizados de uma maneira amadora – os bombardeiros nao tem horários de decolagem fixa, rotas específicas, altitudes e marcação de alvos de norma para bombardeio e tão pouco navegação confiável. Tudo necessita de melhorias.

Enquanto isso as defesas alemãs usam radares para localizar suas formações de bombardeiros, caças convencionais e noturnos derrubam aviões britânicos em números alarmantes. Decolando de campos sem fim pilotos alemães podem atacar, pousar, recarregar e atacar novamente e repetirão esse processo enquanto bombardeiros britânicos estiverem sobre a Alemanha. Suas cidades alvo estão bem protegidas por baterias AAA 88mm com holofotes para busca noturna.

Depois de muito planejamento você chegou a três possíveis ações:

1- Bombardeio de precisão. Almejando setores militares/industriais estratégicos alemáes você negará ao inimigo preciosos recursos e previnirá a produção de sistemas de armas de alto valor, causando assim um enforcamento da capacidade inimiga para a guerra.

mapa1-700

2- Ataque à capacidade aérea inimiga. Elimine a capacidade aérea da Luftwaffe ao atacar campos de pouso, aviões de combate, fábricas de aviões, centros de comando e controle equipados com radares. Assim, a Alemanha ficará sem defesa contra futuros bombardeios que atacarão a vontade após uma campanha dessa bem sucedida.

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3- Bombardeio de área. Utilize uma combinação de bombas incendiárias e alto explosivos em raids noturnos contra os grandes centros populosos alemães, ao invés de atacar alvos específicos, destrua áreas urbanas inteiras causando a destruição da moral alemã e sua vontade/apoio para a guerra. Esse tipo de bombardeio colocará seus aviões e homens em menos risco.

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Cada uma das opções acima tem suas vantagens e desvantagens…E agora Air Marshal Harris?

IMAGEM: Aircraft art

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General

Eu ficaria com a primeira opção porque um ataque combinado no setor militar/industrial arrasaria com economia daquele país , impedindo a indústria local de produzir mais equipamentos militares, com a destruição das indústrias não teriam mais como se defender porque o dinheiro movimenta tudo! Se for um ataque à capacidade aérea, poderia destruir muitos aviões, mas sua capacidade industrial se manteria a mesma Já se for um bombardeio de área ,isso não impediria as tropas alemães de se movimentarem ou até mesmo de invadir outro país para se proteger do ataque. E o pior,um ataque desses poderia mudar a mentalidade… Read more »

Renato

Eliminar o poder aéreo, sempre! Destruir as fábricas de aviões é essencial, bem como eliminar aeródromos.

PC

Dada a pouca capacidade técnica existente de navegação, de sistemas de mira e de autodefesa, a opção para atacar à noite é a de bombardeios de área que, aliás, foi a opção usada à época pelos ingleses (os americanos também a usaram em seus ataques noturnos ao Japão). O bombardeio de noturno de área era usado para se destruir um alvo específico (um quartel ou fábrica por exemplo) mas dada a incapacidade técnica para a precisão do tiro, satura-se a área com bombas. Um ganho adicional, é em tese a destruição do moral da população civil. Pessoalmente acho um grande… Read more »

PC

Bela ilustração dos Lancasters decolando para destruir 3 represas alemãs (Eder, Mohene e Sorpe) equipados com a “bomba saltadora”.
Esse foi um ataque especial noturno de precisão que custou caro à força de ataque, que teve, se não me engano, cerca de 50% de baixas.
Alguém pode confirmar e/ou corrigir esse número?
Sds

Jambock

Eu faria uma mescla da primeira com a segunda opção, pq eliminar o poderio aereo do inimigo e a primeira prioridade de qualquer força aerea e ao mesmo tempo mantendo uma pressão constante sobre os centros industriais alemães forcando eles a desdobrarem forças para a defesa de aerodromos e de industrias e caso essa estrategia nuam desse certo partira para a terceira opção
E isso que eu faria mais aceito sugestões
Sds

Tiago

Eu ficaria com a 2ª opção pois destruindo a capacidade de reação alemã, privando-lhes de seus aviões, bases aéreas e centros de produção, isto abriria espaço para a 1ª opção que daria a opção ao comando britânico de arrasar a capacidade militar/industrial nazista.

É claro que essa opção traria baixas ao comando britânico, porém não a sucesso se não a um sacrifício.

Wagner Pedroso

Eu tentaria uma ação combinada, ao mesmo tempo que atacariamos algumas bases aéreas proximas à costa, mandaria um ataque aos centros de produção/reparos das aeronaves do Eixo.

Um ataque preciso, rápido e em grande escala, um ataque noturno e direto…
Tudo seria calculado para que TODOS os ataques fossem feitos ao mesmo tempo, independente da localidade…

Isso reduziria a moral e a capacidade de combate da Luftwaffe

Rodrigo Rauta

Eu utilizaria a segunda opção, ataque direto aos avioes e bases da Luftwaffe.Estou partindo do principio que a minha força de ataque tem sido usada de forma amadora, devido a falta de “ordem na casa”.Colocaria ordem nela, ajeitaria as coisas e coordenaria os ataques de forma a otimizar as capacidades do meu vetor. Levando-se em conta que a Luftwaffe ta fazendo o q quer, tentaria primeiro diminuir sua capacidade de defender o teriitotrio inimigo dos meus ataques, além tb, de dar uma aliviada na vida dos meus pilotos. Mas ao mesmo tempo em que uso como estrategia principal a opção… Read more »

Billy

Não dá pra escapar da verdade histórica. Os bombardeiros ingleses não tinham instrumentos que os capacitassem a realizar o ataque com precisão, nem a RAF tinha poder suficiente para desafiar luftwaffe á luz do dia. Só resta, como o foi na verdade, a terceira opção, o “bombardeio de área’…”quase sinto pena dos nacionais-socialista lá embaixo”

Don D

Eu opto pela segunda opção, que inclusive é adotada até hoje, eliminar a capacidade de resposta aérea é a forma mais eficaz de se aprofundar em terreno inimigo, só depois disso e logo em seguida bombardear as posições industriais.

Em tempo, as barragens do Möhne, Sorpe e Eder não foram atacadas com bombas saltadoras e sim com bombas de 10000 libras que arregaçaram as redes anti torpedo, elas foram as 1as a utilizar o novo composto explosivo RDX, até então segredo militar.

Higgins

Como se sabe, o bombeador louco ficou com a opção 3…

😉

Gabriel from reu

eu lançaria mão de reconhecimento aéreo a cada 6 horas sobre as 3 possibilidades, a que fosse mais viável,e mais necessária seria feita.

J Roberto

Uma força aérea que não disponha de caças Bombardeiros,está em posição de inferioridade.Se não fossem o seu Comando de Bombardeiros,a RAF não iria conseguir vencer os alemães. Por se tratar de um Bombardeiro pesado,o Avro Lancaster foi o mais efetivo dos bombardeiros pesados na WW2 e formou a espinha dorsal nos bombardeios contra cidades industriais alemãs. Ele tinha uma tripulação de sete pessoas (piloto, navegador, engenheiro de vôo, radiotelegrafista, Bomb mira / Frente Gunner, Mid-Upper Gunner Gunner e traseira).Os Lancasters também lançaram cinco ton de bombas “Tallboy” para afundar a tão temida Nave de Batalha alemã ‘Tirpitz “e pelo fim… Read more »

PC

Don D,
As bombas saltadoras, como as da ilustração do post, foram desenvolvidas especialmente por Sir Barnes Wallis para o ataque em questão. Foi comissionado inclusive um esquadrão especial, o de número 617.
A bomba de 10000 quilos (Grand Slam) bem como a de 5000 (TallBoy) também foram criadas posteriormente por Barnes Wallis e usadas pelo mesmo esquadrão para por exemplo, bombardear os abrigos de submarinos alemães, que eram de concreto reforçado, além de viadutos, bem como um reide ao encouraçado Tirpitz que o incapacitou pelo resto da guerra.
Sds

Felipe Cps

Bombardear indistintamente poderia causar a ira da população civil alemã, encarniçando ainda mais a resistência, como ocorreu aliás com a GB na Batalha da Inglaterra e com as V1/V2 posteriormente. Por outro lado, não eliminaria a capacidade industrial alemã. Para aeronaves a hélice, aeródromos podem ser construídos e reconstruídos com relativa facilidade e a baixo custo (a maioria das aeronaves decolam até de campos gramados). Destruí-los todos seria extremamente difícil e a indústria alemã sempre continuaria a produzir caças, que abateriam os bombardeiros e tornariam altamente custosa a campanha. Assim, não há dúvida que o primeiro alvo a ser minado… Read more »

Cronista

Por melhor que seja a proposta, não consigo me desvencilhar do que realmente houve na II Guerra. Mas vamos lá…. Opção 1: inviabilizada, porque bombardeiros de precisão à época ( o conceito de precisão de 1942!!) era diurnos e nesse caso o Bomb Command ficaria se aviões. As escoltas existentes eram em número bastante infeior e só alguma spoucas unidades em 1942 era de aeronaves de qualidade. Opção 2:Ataque direto à Luftwafe. Em tese a melhor opção, porque faria com que o inimo dividisse suas força para defesa de suas próprias instalações e contra-ataque. Incoveniente? A grande superioridade de caças… Read more »

Noel

Isso é realmente um jogo? Pois está me parecendo mais um estimulante prá que se pesquise sobre a guerra aérea no TO europeu da WW II, que é bem interessante. Nenhuma das três opções seria vitoriosa, caso os yankees não entrassem na guerra, com sua máquina industrial inigualável, e fora do alcance do EIXO; e ai sim, o poderio da Luftwaffe passou a ter seus dias contados, declinando lentamente a partir do primeiro “air raid” da USAAF em julho/42. Bom, se realmente for um jogo, desculpem-me minha ignorância por não conhece-lo, mas como alguém ai em cima escreveu, o fator… Read more »

Alexandre Marlon

Está parecendo mesmo ser um meio de estimular à pesquisa histórica. Também lembro que os aliados usaram tanto ataques à infra-estrutura industrial/militar como ataques de área e como disse o Felipe CPS “(Berlim, Dresden – esta a apenas doze semanas da rendição), para destruir o moral da população, quando a infra-estrutura e a indústria alemãs já eram incipientes e ineficazes.”. Pelo que já estudei da 2ª Guerra Mundial, Hitler quase conseguiu quebrar a espinha da RAF, só que se bem lembro devido ao bobardeio por engano de uma cidade alemã(esse bobardeio foi acidental mesmo, erraram o alvo …), o bigodudo… Read more »

Alexandre Marlon

Como uma vez Churchill disse, ao menos algo parecido ele falou, “O melhor aliado que os aliados tiveram foi Hitler” Pois quase todas as vezes qou oportunidades em que Hitler poderia ter levado a melhor ou possibilitado a ele encurtar a guerra a favor dos nazistas, Hitler mudava de idéia ou dava ordens estapafurdias que no frigir dos ovos acabava colocando os nazistas de uma situação ruim em uma pior. Um outro exemplo além do que citei acima é que antes do dia D, Hitler havia colocado uma ou mais(estou sem lembrar ao certo) divisão panzer que estava na Normandia,… Read more »

Sidney

General escreveu: <> beleza, mas esse tipo de pensamento é uma coisa moderna, inexistente na época. só depois da guerra é que estudos revelaram a ineficácia dos bombardeios contra áreas populosas, como os que aconteceram muito na segunda grande guerra. hoje podemos dizer que fariamos desse ou daquele jeito por certas razões, razões estas cujo conhecimento nos privilegia dado que os acontecimentos aconteceram antes, mas tomar decisões na época e com tantos fatores a ponderar é outra coisa… por isso acho FALHO este tipo de teste, pois temos o privilégio da retrospectiva… é fácil dizer: Hitler foi burro durante a… Read more »

Sidney

”’E o pior,um ataque desses poderia mudar a mentalidade de pessoas alemãs pacíficas em um sentimento de ódio e vingança que faria de tudo por seu país(agora não mais pacíficos); provavelmente existiria um movimento mundial contrário a postura de bombardeio em massa inglês , tirando a vida de milhares de pessoas inocentes
o que revoltaria até mesmo seus prórios cidadãos”’

foi isso que o general escreveu e não apareceu no meu post anterior

Leo Paiva

Como se sabe, o bombardeio de áreas civis urbanas começou acidentalmente quando apenas 1 Heinkel 111 desorientado soltou suas bombas sobre Londres, contrariando ordens expressas de Hitler, Churchill retaliou e fez um ataque surpresa contra Berlin, que foi o primeiro ataque desse tipo contra a capital alemã. Hitler por sua vez ficou furioso e mudou a estratégia da Batalha da Inglaterra, parou de atacar bases da RAF e estações de radar ao sul da Inglaterra e passou a atacar Londres. Isso permitiu a RAF uma trégua para a infra estrutura de suas bases, pois se a Alemanha continua atacando só… Read more »

Dodomaha

Lendo o comentário dos colegas acerca do tipo de bombardeio empregado pelos aliados na 2 GM, lembrei-me de um livro que li há algum tempo. Trata-se do “Master of the Air” de Donald Miller. Algumas coisas interessantes que me lembro: – A decisão sobre os bombardeios noturnos foi tomada após pesadíssimas perdas durante um ataque diurno. Virtualmente a totalidade dos aviões que decolaram não voltaram. Isso tornou a “decisão” fácil de ser tomada. Não havia outra opção. – A decisão de fazer o “area bombing” foi tomada pela completa falta de meios para operar de outra forma, conforme já foi… Read more »

Storm

O Leo Paiva escreveu exatamente como tudo aconteceu, Hitler perdeu a oportunidade de acabar com a RAF, ao mudar sua estratégia, pois a RAF já estava no seu limite operacional e humano, seus pilotos voavam noite e dia c/ quase nada de descanço e os caças estavam acabando.

Jonas Rafael

Eu ficaria com a primeira opção, que acho que foi a escolhida na época, até porque os alemães tinham falta de matérias primas. Ter que reconstruir tudo duas vezes era o mais penoso. A terceira opção sem dúvida é a que eu mais descartaria, não sei se na época já se sabia da ineficácia do ataque contra alvos civis. Essa era tanta, que nem com uma bomba que dizimou uma cidade inteira (Hiroshima) os japoneses capitularam automaticamente…

André Machado

2- Ataque à capacidade aérea inimiga. em primeiro lugar obter dominio aereo para depois fazer a opçao 1- Bombardeio de precisão, enforcando a capacidade inimiga para a guerra. por ultimo 3- Bombardeio de área, se necessario..

CorsarioDF

Sem pestanejar, eu iria para a segunda opção. Pois a partir do ponto que terei o controle do espaço aéreo, eu posso atingir os outros objetivos de forma mais tranqüila.

Sds.

Alexandre Marlon

Está parecendo mesmo ser um meio de estimular à pesquisa histórica. Também lembro que os aliados usaram tanto ataques à infra-estrutura industrial/militar como ataques de área e como disse o Felipe CPS “(Berlim, Dresden – esta a apenas doze semanas da rendição), para destruir o moral da população, quando a infra-estrutura e a indústria alemãs já eram incipientes e ineficazes.”. Pelo que já estudei da 2ª Guerra Mundial, Hitler quase conseguiu quebrar a espinha da RAF, só que se bem lembro devido ao bobardeio por engano de uma cidade alemã(esse bobardeio foi acidental mesmo, erraram o alvo …), o bigodudo… Read more »

Alexandre Marlon

Como uma vez Churchill disse, ao menos algo parecido ele falou, “O melhor aliado que os aliados tiveram foi Hitler” Pois quase todas as vezes qou oportunidades em que Hitler poderia ter levado a melhor ou possibilitado a ele encurtar a guerra a favor dos nazistas, Hitler mudava de idéia ou dava ordens estapafurdias que no frigir dos ovos acabava colocando os nazistas de uma situação ruim em uma pior. Um outro exemplo além do que citei acima é que antes do dia D, Hitler havia colocado uma ou mais(estou sem lembrar ao certo) divisão panzer que estava na Normandia,… Read more »

Sidney

General escreveu: <> beleza, mas esse tipo de pensamento é uma coisa moderna, inexistente na época. só depois da guerra é que estudos revelaram a ineficácia dos bombardeios contra áreas populosas, como os que aconteceram muito na segunda grande guerra. hoje podemos dizer que fariamos desse ou daquele jeito por certas razões, razões estas cujo conhecimento nos privilegia dado que os acontecimentos aconteceram antes, mas tomar decisões na época e com tantos fatores a ponderar é outra coisa… por isso acho FALHO este tipo de teste, pois temos o privilégio da retrospectiva… é fácil dizer: Hitler foi burro durante a… Read more »

General

Eu ficaria com a primeira opção porque um ataque combinado no setor militar/industrial arrasaria com economia daquele país , impedindo a indústria local de produzir mais equipamentos militares, com a destruição das indústrias não teriam mais como se defender porque o dinheiro movimenta tudo! Se for um ataque à capacidade aérea, poderia destruir muitos aviões, mas sua capacidade industrial se manteria a mesma Já se for um bombardeio de área ,isso não impediria as tropas alemães de se movimentarem ou até mesmo de invadir outro país para se proteger do ataque. E o pior,um ataque desses poderia mudar a mentalidade… Read more »

Renato

Eliminar o poder aéreo, sempre! Destruir as fábricas de aviões é essencial, bem como eliminar aeródromos.

PC

Dada a pouca capacidade técnica existente de navegação, de sistemas de mira e de autodefesa, a opção para atacar à noite é a de bombardeios de área que, aliás, foi a opção usada à época pelos ingleses (os americanos também a usaram em seus ataques noturnos ao Japão). O bombardeio de noturno de área era usado para se destruir um alvo específico (um quartel ou fábrica por exemplo) mas dada a incapacidade técnica para a precisão do tiro, satura-se a área com bombas. Um ganho adicional, é em tese a destruição do moral da população civil. Pessoalmente acho um grande… Read more »

PC

Bela ilustração dos Lancasters decolando para destruir 3 represas alemãs (Eder, Mohene e Sorpe) equipados com a “bomba saltadora”.
Esse foi um ataque especial noturno de precisão que custou caro à força de ataque, que teve, se não me engano, cerca de 50% de baixas.
Alguém pode confirmar e/ou corrigir esse número?
Sds

Jambock

Eu faria uma mescla da primeira com a segunda opção, pq eliminar o poderio aereo do inimigo e a primeira prioridade de qualquer força aerea e ao mesmo tempo mantendo uma pressão constante sobre os centros industriais alemães forcando eles a desdobrarem forças para a defesa de aerodromos e de industrias e caso essa estrategia nuam desse certo partira para a terceira opção
E isso que eu faria mais aceito sugestões
Sds

Tiago

Eu ficaria com a 2ª opção pois destruindo a capacidade de reação alemã, privando-lhes de seus aviões, bases aéreas e centros de produção, isto abriria espaço para a 1ª opção que daria a opção ao comando britânico de arrasar a capacidade militar/industrial nazista.

É claro que essa opção traria baixas ao comando britânico, porém não a sucesso se não a um sacrifício.

Wagner Pedroso

Eu tentaria uma ação combinada, ao mesmo tempo que atacariamos algumas bases aéreas proximas à costa, mandaria um ataque aos centros de produção/reparos das aeronaves do Eixo.

Um ataque preciso, rápido e em grande escala, um ataque noturno e direto…
Tudo seria calculado para que TODOS os ataques fossem feitos ao mesmo tempo, independente da localidade…

Isso reduziria a moral e a capacidade de combate da Luftwaffe

Rodrigo Rauta

Eu utilizaria a segunda opção, ataque direto aos avioes e bases da Luftwaffe.Estou partindo do principio que a minha força de ataque tem sido usada de forma amadora, devido a falta de “ordem na casa”.Colocaria ordem nela, ajeitaria as coisas e coordenaria os ataques de forma a otimizar as capacidades do meu vetor. Levando-se em conta que a Luftwaffe ta fazendo o q quer, tentaria primeiro diminuir sua capacidade de defender o teriitotrio inimigo dos meus ataques, além tb, de dar uma aliviada na vida dos meus pilotos. Mas ao mesmo tempo em que uso como estrategia principal a opção… Read more »

Billy

Não dá pra escapar da verdade histórica. Os bombardeiros ingleses não tinham instrumentos que os capacitassem a realizar o ataque com precisão, nem a RAF tinha poder suficiente para desafiar luftwaffe á luz do dia. Só resta, como o foi na verdade, a terceira opção, o “bombardeio de área’…”quase sinto pena dos nacionais-socialista lá embaixo”

Don D

Eu opto pela segunda opção, que inclusive é adotada até hoje, eliminar a capacidade de resposta aérea é a forma mais eficaz de se aprofundar em terreno inimigo, só depois disso e logo em seguida bombardear as posições industriais.

Em tempo, as barragens do Möhne, Sorpe e Eder não foram atacadas com bombas saltadoras e sim com bombas de 10000 libras que arregaçaram as redes anti torpedo, elas foram as 1as a utilizar o novo composto explosivo RDX, até então segredo militar.

Higgins

Como se sabe, o bombeador louco ficou com a opção 3…

😉

Gabriel from reu

eu lançaria mão de reconhecimento aéreo a cada 6 horas sobre as 3 possibilidades, a que fosse mais viável,e mais necessária seria feita.

J Roberto

Uma força aérea que não disponha de caças Bombardeiros,está em posição de inferioridade.Se não fossem o seu Comando de Bombardeiros,a RAF não iria conseguir vencer os alemães. Por se tratar de um Bombardeiro pesado,o Avro Lancaster foi o mais efetivo dos bombardeiros pesados na WW2 e formou a espinha dorsal nos bombardeios contra cidades industriais alemãs. Ele tinha uma tripulação de sete pessoas (piloto, navegador, engenheiro de vôo, radiotelegrafista, Bomb mira / Frente Gunner, Mid-Upper Gunner Gunner e traseira).Os Lancasters também lançaram cinco ton de bombas “Tallboy” para afundar a tão temida Nave de Batalha alemã ‘Tirpitz “e pelo fim… Read more »

PC

Don D,
As bombas saltadoras, como as da ilustração do post, foram desenvolvidas especialmente por Sir Barnes Wallis para o ataque em questão. Foi comissionado inclusive um esquadrão especial, o de número 617.
A bomba de 10000 quilos (Grand Slam) bem como a de 5000 (TallBoy) também foram criadas posteriormente por Barnes Wallis e usadas pelo mesmo esquadrão para por exemplo, bombardear os abrigos de submarinos alemães, que eram de concreto reforçado, além de viadutos, bem como um reide ao encouraçado Tirpitz que o incapacitou pelo resto da guerra.
Sds

Felipe Cps

Bombardear indistintamente poderia causar a ira da população civil alemã, encarniçando ainda mais a resistência, como ocorreu aliás com a GB na Batalha da Inglaterra e com as V1/V2 posteriormente. Por outro lado, não eliminaria a capacidade industrial alemã. Para aeronaves a hélice, aeródromos podem ser construídos e reconstruídos com relativa facilidade e a baixo custo (a maioria das aeronaves decolam até de campos gramados). Destruí-los todos seria extremamente difícil e a indústria alemã sempre continuaria a produzir caças, que abateriam os bombardeiros e tornariam altamente custosa a campanha. Assim, não há dúvida que o primeiro alvo a ser minado… Read more »

Cronista

Por melhor que seja a proposta, não consigo me desvencilhar do que realmente houve na II Guerra. Mas vamos lá…. Opção 1: inviabilizada, porque bombardeiros de precisão à época ( o conceito de precisão de 1942!!) era diurnos e nesse caso o Bomb Command ficaria se aviões. As escoltas existentes eram em número bastante infeior e só alguma spoucas unidades em 1942 era de aeronaves de qualidade. Opção 2:Ataque direto à Luftwafe. Em tese a melhor opção, porque faria com que o inimo dividisse suas força para defesa de suas próprias instalações e contra-ataque. Incoveniente? A grande superioridade de caças… Read more »

Noel

Isso é realmente um jogo? Pois está me parecendo mais um estimulante prá que se pesquise sobre a guerra aérea no TO europeu da WW II, que é bem interessante. Nenhuma das três opções seria vitoriosa, caso os yankees não entrassem na guerra, com sua máquina industrial inigualável, e fora do alcance do EIXO; e ai sim, o poderio da Luftwaffe passou a ter seus dias contados, declinando lentamente a partir do primeiro “air raid” da USAAF em julho/42. Bom, se realmente for um jogo, desculpem-me minha ignorância por não conhece-lo, mas como alguém ai em cima escreveu, o fator… Read more »

Sidney

”’E o pior,um ataque desses poderia mudar a mentalidade de pessoas alemãs pacíficas em um sentimento de ódio e vingança que faria de tudo por seu país(agora não mais pacíficos); provavelmente existiria um movimento mundial contrário a postura de bombardeio em massa inglês , tirando a vida de milhares de pessoas inocentes
o que revoltaria até mesmo seus prórios cidadãos”’

foi isso que o general escreveu e não apareceu no meu post anterior

Leo Paiva

Como se sabe, o bombardeio de áreas civis urbanas começou acidentalmente quando apenas 1 Heinkel 111 desorientado soltou suas bombas sobre Londres, contrariando ordens expressas de Hitler, Churchill retaliou e fez um ataque surpresa contra Berlin, que foi o primeiro ataque desse tipo contra a capital alemã. Hitler por sua vez ficou furioso e mudou a estratégia da Batalha da Inglaterra, parou de atacar bases da RAF e estações de radar ao sul da Inglaterra e passou a atacar Londres. Isso permitiu a RAF uma trégua para a infra estrutura de suas bases, pois se a Alemanha continua atacando só… Read more »

Dodomaha

Lendo o comentário dos colegas acerca do tipo de bombardeio empregado pelos aliados na 2 GM, lembrei-me de um livro que li há algum tempo. Trata-se do “Master of the Air” de Donald Miller. Algumas coisas interessantes que me lembro: – A decisão sobre os bombardeios noturnos foi tomada após pesadíssimas perdas durante um ataque diurno. Virtualmente a totalidade dos aviões que decolaram não voltaram. Isso tornou a “decisão” fácil de ser tomada. Não havia outra opção. – A decisão de fazer o “area bombing” foi tomada pela completa falta de meios para operar de outra forma, conforme já foi… Read more »

Reportagens especiais

Visita ao National Naval Aviation Museum – última parte

Na última parte da reportagem da nossa visita ao National Naval Aviation Museum, publicamos as fotos do pavilhão que abriga...
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