sexta-feira, outubro 22, 2021

Gripen para o Brasil

As bases aéreas da FAB e a defesa do espaço aéreo brasileiro

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

fab_map

O principal vetor de defesa aérea da FAB é o F-5M (Mike), que é o famoso Northrop F-5E Tiger II modernizado pela Embraer, com aviônicos israelenses da Elbit. O F-5E ganhou uma sobrevida depois da modernização, mas ainda tem sérias limitações, como o pequeno raio de ação com carga bélica e a velocidade máxima de apenas Mach 1.6. A vantagem dos F-5M reside no seu novo radar e na sua capacidade de engajamento BVR, além do alcance visual, proporcionada pelos mísseis Rafael Derby.
f2000b-1A Base Aérea de Anápolis, no centro do país, criada na década de 1970 para a defesa de Brasília, abriga atualmente uma dúzia de caças Mirage 2000C, adquiridos de segunda mão da França. Com tecnologia da década de 80, a vantagem dos Mirage 2000 sobre os F-5M está na velocidade de Mach 2 e na alta performance em combate, similar a do F-16A. Os Mirage são deslocados para outras bases em exercícios da FAB e também têm, como os F-5M, capacidade de reabastecimento em vôo (aliás, uma das grandes limitações da FAB é o pequeno número de aviões-tanque, outro problema que precisa ser resolvido).
Os aviões de ataque A-1 (AMX), que começam a passar por um programa de modernização semelhante ao F-5BR, podem exercer uma função de defesa aérea marginal, em teatros de baixas ameaças, mas sua capacidade de combate aéreo é apenas para auto-defesa.
a-29-1Restam os A-29 Super Tucano, que são os vetores de defesa aérea na fronteira amazônica, contra vôos ilícitos feitos por pequenas aeronaves.
O Programa F-X2 é vital para que a FAB possa alcançar um novo patamar de credibilidade na defesa do espaço aéreo brasileiro, já que países vizinhos estão se reequipando com vetores muito mais capazes que os nossos, tanto em raio de ação, quanto em capacidade de combate.
Felizmente, uma grande vantagem da FAB diante dos avanços de forças aéreas vizinhas, ainda continua sendo sua capacidade de alerta aéreo e controle (AWACS), proporcionada pelos Embraer R-99A.

amx

FONTE: www.milavia.net

NOTA do BLOG: Criamos esse post para que o pessoal continue os debates sobre a FAB aqui e não no artigo sobre o envelhecimento dos caças da USAF.

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JACUBÃO

Tá faltando uma no AMAPÁ, ACRE e M. GROSSO, para fechar as fronteiras.

João-Curitiba

O número de bases está mais ou menos como as nossas leis. Elas (as leis) existem, são boas mas só faltam serem cumpridas.
Bases existem. Talvez falte uma aqui ou ali, como lembrou o Jacubão, porém faltam mesmo são os meios. Aeronaves (interceptação, reconhecimento, transporte, treinadores, etc…), pilotos, radares, defesa AA, armamentos, instalações, combustível, treinamento até chegar à exaustão e outras cositas más, que podem ser traduzidas em duas palavras: pouca grana.

Roberto

Com a criação e ativação dos Destacamentos de Aeronáutica de Vilhena(RO),São Gabriel da Cachoeira(AM) e Eirunepé(AM),área de jurisdição do VII Comar,a distribuição das bases aéreas no território nacional é mais concentrada nas regiões nordeste,sudeste e sul(35,37%)do território e 88,20% da população,com um total de 12 bases aéreas,ao passo que nas regiões norte e centro-oeste encontram-se apenas 7 bases.Considerando a necessidade cada vez maior do controle efetivo daquela parte do país,devido às ameaças externas,inclusive do narcotráfico,seria necessária a criação de pelo menos mais 3 bases aéreas na região norte do nosso país.

RL

Falta muita, más muita coisa mesmo como mencionou o nosso amigo João-Curitiba.

“… Aeronaves (interceptação, reconhecimento, transporte, treinadores, etc…), pilotos, radares, defesa AA, armamentos, instalações, combustível, treinamento…”.

Vamos chegar lá.!!!

William Canaris Jr

Para que a Força Aérea Brasieiira – FAB seja verdadeiramente eficiente, eficaz e efetiva no cumprimento de sua missão constitucional devemos pensar na implantação de alguns programas sérios. Sejamos pragmáticos: o grande número de OMs da FAB deve ser repensado com a desativação de várias bases aéreas e OMs da atividade-meio, bem como a criação de OMs estratégicas, totalmente construídas no estado da arte; uma boa conversa do Lula com Mr Obama pode resolver 90% dos problemas de aeronaves da FAB, pois o sucatão da USAF é a ÚNICA saída digna para que a defesa aérea do Brasil seja preservada… Read more »

Roberto

Os esquadrões responsáveis pela nossa defesa aérea são:1º/1ºGavca-equipado com F5-M e A-27 Tucano sediado no RJ.(Senta a Pua) 2º/1ºGavca-equipado com F5-M e A-27 Tucano sediado tb no RJ((Pif-Paf). 1ºGda-equipado com AT-26 Xavante/A-27 Tucano e F-2000, sediado na base de Anápolis(esquadrão Jaguar) 1º/3º Gav-equipado co A-27 Tucano e A-29,sediado em Boa Vista RR (esquadrão escorpião) 2º/3º Gav-equipado com A-27 Tucano e A-29 Super Tucano,sediado em porto Velho RO (Grifo) 3º/3º Gav- equipado com A-27 E A-29,sediado em campo Grande(flecha) 1º/4º Gav-equipado com Xavantes e sediado em Natal(Pacau) 1º/6º Gav-equipado com R-35A e R-95 ,sediado em Recife(carcará) 2º/6º Gav-equipado co R-99A,R-99B e… Read more »

Marcelo

O que dá pra perceber no mapa das bases aéreas é:
Existem 03 bases aéreas na cidade do Rio de Janeiro. E no estado do Amazonas existem 04 e no Pará 01. Não seria mais econômico desativar uma ou duas bases no Rio? E investir os recursos nas bases da Amazonia.

Marcelo

Aqui no Brasil precisamos de algo como os EUa o BRAC – Base Realignement and Closure. Vai uma comissão e analisa se realmente aquela instalação é necessária. Se não for não tem conversa, primeiro procura-se um novo uso p/ as instalações se não há opções fecha-se. Talvez a gente precise de algo assim p/ as nossas FA

João-Curitiba

As diversas propostas de redivisão da Amazônia, que descansam em alguma gaveta do Congresso, ajudaria em alguma coisa? Forçaria alguma solução? Facilitaria?
Os F5 da Jordânia irão mesmo pra Manaus ou terão outro destino?

Vassili Zaitsev

Ao que parece, os 9 F-5 provenientes da Jordania serão destinados ao Norte do Brasil, mais provavelmente Manaus. Obs: bem que o 1º GDA (Esquadrão Jaguar) poderia ser equipado com mais 12 Mirage 2000. A FAB poderia tecer um contrato entre a Dassaut e a Embraer, para que os mesmos fossem modernizados para o padrão Mirage 2000-5 MK-2 ou 2000-9, igual aos do Emirados Arabes Unidos. Com a chegada dos FX-2 por volta de 2015, esses 24 Mirages seriam deslocados para o Sul do Brasil. Como a Argentina só mete medo nos pilotos dela mesmo (ou vcs acham que é… Read more »

João-Curitiba

Se o FX-2 fosse dividido em duas compras, Rafale e Gripen NG, traria mais problemas ou não? Isso ajudaria na futura substituição dos F5 e AMX e na distribuição entre as diversas bases?

Hornet

João-Curitiba,

acho que o problema (entre outros, mais relativos a $$$) de se comprar dois caças agora, no FX2, é em relação à padronização da frota que a FAB almeja. E os caças de quarta geração são multi-função, poderiam fazer, com sobras, aquilo que o AMX e os F-5 M fazem hoje…

abraços

Vassili Zaitsev

João-Curitiba,

Olha, se formos pensar em quantosa tipos de vetores que atualmente operamos, ficaria mais fácil a logística.

Temos três modelos distintos de aeronaves de caça/ataque na 1ª linha da FAB (F-5M, AMX e Mirage 2000), cada um operando um motor diferente. No caso de tal escolha ser efetivada, reduziriamos esse número para 2, o que, a princípio é vantajoso.

Isso sem falar da MB (alguns falam que ela observa o desenrolar do FX-2 com atenção, provavelmente pensando no substituto do Douglas A-4-KU Skyhawk.

abraços.

João-Curitiba

A minha idéia seria termos os 36 Rafale e os restantes 120 completados pelos Gripen NG. A situação da MB seria outra história, que inclusive não está na pauta de discussões do MD hoje.
Os Rafale ficariam para a defesa do eixo RJ-SP e poderiam “acudir” enventuais emergências onde fossem necessárias.
Os Gripen NG fariam o resto do serviço. Sem deixar de lado os ALX, claro.
Porque convenhamos, manter 120 Rafale dará um gasto enorme. Mas não termos nenhum bi-turbina do porte de um Rafale, também nos deixaria
com poucos músculos.

Zorann

Já faz algum tempo que não comento nesse blog, principalmente devido à falta de assuntos relevantes em relação às nossas FAs. Porém hoje após visitar esta página, gosteimuito deste poste resolvi comentar: Para mim é clara a vantagem do GRIPEN-NG sobre os dois concorrentes restantes do FX-2: – Aeronave mais barata – Menores custos e operação e manutenção – Grande variedade de armamentos compatíveis – Escolha do modelo pela Africa do Sul ( nossa parceira no desenvolvimento de novos míseis ) – Histórico de parcerias entre a Embraer e empresas suecas, que facilitariam a transferência tecnológica. – Possibilidade de aquisição… Read more »

kaleu

Caro Zorann,

Sempre defendi o SH (com tranf de tecno), entretanto, como está claro que os EEUU dificilmente venham a cumprir este requisito primordial, concordo contigo, Gripen NG passou a ser o favorito… Rafale, apesar de ser um bom vetor é muito caro… não “decolou” comercialmente… não é saudável depender de um único fornecedor na área de defesa e o F3 é só uma promessa… então vai dar Gripen na cabeça, pois, além de todas as qualidades listadas por vc, ainda poderá vir com uma parceria para o desenvolvimento de um 5ªG, que é o propósito da FAB…

abraços
Kaleu

welington

Se o Gripen tiver o apoio Americano é o vencedor porem se não tiver mesmo assim é um grande concorrente, pois a FAB quer tecnologias específicas e a SAAB pode nos fornecer pelo menos a grande parte das mesmas, o Rafale vêem como favorito desde o inicio da concorrência e para min ainda é o favorito porem como disse se o Gripen tiver o apoio Americano já é o vencedor. Não é viável nem traria vantagens ter Gripens e Rafales, alem de diminuir a dependência de somente um fornecedor (O que no caso do Gripen são vários) e aumentar exorbitantemente… Read more »

Alfredo_Araujo

William Canaris Jr em 01 fev, 2009 às 18:18 “Programas como o FMS e a compra de oportunidade F-16, C-130, helicópteros de ataque e de uso geral são a ÚNICA opção digna que restou à FAB. Não podemos mais ser enganados com FX-1, FX-2 e FX-n. Fora enganação! Viva o sucatão!” Vc é argentino???? “Marcelo em 01 fev, 2009 às 18:52 O que dá pra perceber no mapa das bases aéreas é: Existem 03 bases aéreas na cidade do Rio de Janeiro. E no estado do Amazonas existem 04 e no Pará 01. Não seria mais econômico desativar uma ou… Read more »

Eleazar Moura Jr.

Com a chagada dos FX-2 (se é que um dia virão),os A-1 do Adelphi ficarão sem utilidade, ou mesmo, redundante, pois este novo caça terá capacidade multi role, por isso, fará todas as missões-e outras- que hoje são realizadas tanto pelos F-5M do Grupo de Caça como dos A-1 do Adelphi, assim, com a chagada do novo vetor a lógica é que os F-5 sejam desativados e os A-1 fossem deslocados para a Região Norte-onde teriam um emprego eficaz em missões de ataque anti-guerrilha.

Schettini

O país apesar de ter um número razoavel de bases aéreas está mal defendido, pq os caças estão mal distribuídos. eu acho que deveríamos ter caças em canoas, santa cruz, salvador, natal, belém, brasília e manaus. Mas não teríamos dinheiro para comprar gripens (que são os mais baratos de operar) em quantidade, então deveríamos comprar comprar mais mirrages e modernizá-los, como saída de baixo custo.

Outro ponto muito importante é: Pq a Fab não tem uma base de patrulha marítima em Fernado de Noronha?

Schettini

Com as bases nesses lugares que mencionei estaríamos um pouco melhor, mas não seria ainda perfeito pq e a distância entre salvador e rj no caso de um ataque? Seria de difícil defesa.

João-Curitiba

Quanto à defesa aérea do pré-sal. Seria feita por aviões ou helicópteros? Se avião, seriam da MB ou FAB? Se helicóptero, do EB, da MB ou da FAB?

marujo

Acredito que a compra do M-2000 franceses foi muito mal pensada. Se a opção era por caças de segunda mão, deveríamos ter comprado os M-2000-5, dos Emirados Árabes Unidos, que já estavam num padrão muito próximo ao avião que nos foi oferecido pela Dassault na concorrência FX-1. Acho que estes aviões deveriam ser comprados ainda (se estiverem à venda), numa solução intermediária até a chegada do FX-2. Os nossos M-2000 atuais deveriam,se não forem modernizados, deveriam ser simplesmente vendido porque incapazes.

Ulisses

Hornet

Lá no outro post você falou sobre minha opção na FAB,porém eu ainda não escolhi direito se quero ir mesmo para lá,mas é possível…

Um forte abraço.

Pedro

Fica claro que 120 vetores de geração mais nova para o Brasil é muito pouco (trinta e poucos então é piada!) O país tem dimensões continentais, pretende um lugar no conselho de segurança e tem riquezas desejadas por muitos (em terra e em mar) que devem ser defendidas adequadamente. Fica claro também que além desse vetor do FX2 precisaríamos de algo de mais “punch” = “Mais payload, mais alcance, mais velocidade e tecnologia de ponta” (além do eventual vencedor do FX2, seja quem for), assim tenho que concordar com o wellington e sua “pregação no deserto” eis que precisamos de… Read more »

Hornet

Ulisses,

Ok. Mas de repente pode ser uma opção, não é isso?

estou indo viajar. vou ficar uns dias fora do ar aqui no blog.

conversamos depois.

abração

Ulisses

Hornet

Boa viagem mas vá em Mach1.7 no mínimo,hehehehe.

Grande abraço.

João-Curitiba

Pedro

É por aí mesmo. Dá pra ver que você é fã da família SU. Só uma perguntinha. O Typhoon preencheria estes requisitos que você citou?
Mas realmente vamos precisar de algo mais do que o FX-2 quando o pré-sal começar a dar lucro e a Amazônia também.

Marlos Barcelos

os mirages 2.000 foram alugados até 2014 poor 50 milhões de dólares, incluindo treinamento, não forma comprados, saiu mais barato que o passe do ronaldinho, do kaká, etc, e foram 12 mirage 2.000.

vejam este vídeo do rafale, acho muito ágil, perde pouco para os de empuxo vetorado.

youtube.com/watch?v=qZKKeg7lOr8&feature=related

acrescentem o www.

Erich Hartmann

Pessoal desculpem pela notícia old e muito discutida ,mas há de alguma tentativa ou movimentação de forma a corroborar essas declarações do Mangabeira Unger? “Ministro Mangabeira Unger firma acordo para participação no desenvolvimento de avião militar de última geração. Parceria estratégica envolve também programa espacial O Brasil vai participar do programa de desenvolvimento de um avançado avião de combate, o PAK-FA T-50, que será fabricado pela empresa russa Sukhoi. O aparelho, invisível ao radar, promete desempenho igual ou superior ao caça F-22 Raptor, fabricado pelos Estados Unidos (o mais caro do mundo, ao custo unitário de US$ 225 milhões), e… Read more »

Pedro

João, não sei se poderíamos comparar o Typhoon com o SU 35 BM (em que pese acreditar que independente de valor, a disputa agora deveria estar ocorrendo entre o Typhoon e o SU 35 BM), eis que estamos falando de 2 aviões bimotores, mas que apresentam uma discrepância de tamanho e peso razoável: enquanto o Typhoon tem um peso carregado de 15,5 toneladas e uma capacidade de decolar com 23.5 tons o SU 35 tem um peso carregado de 25.3 tons e uma capacidade decolar com de mais de 34,5 tons. Vantagem de mais de uma tonelada de carga bélica… Read more »

Pedro

Desculpem. o Eder foi Galo e Pena!
Mas a comparação entre os dois aviões, no quesito alcance e peso, continua…

João-Curitiba

Pedro

Valeu pelas informações. O SU 35 BM já está operacional? Além da Rússia, quem mais o utiliza? Fora o F 22, existe algum outro aparelho que possa competir com ele?

Abraços

Taer

Na minha opinião a FAB deveria optar pelo Gripen-NG, como citado acima por Zorann, o gripen teria um custo-beneficio em conformidade com nossas demandas. Para a MB restaria o Hornet ou mesmo o Super-Hornet.
Sds.

pacau

Até onde eu sei esse acordo de cooperação com a Russia foi cancelado por conta da saida pre-matura do su-35.

Mas seria muito iteressante a sua participação nesse projeto.

Zorann

Não sei ainda porque se discute tanto aeronaves que já não fazem mais parte dos planos da FAB. Porém aí vai mais um comentário: Pensando no futuro de nossa industria aeroespcial e de defesa, bem como em possuir um número adequado de aeronaves para nossa defesa aérea o GRIPEN é a melhor opção. Além dos fatores que citei acima (num outro comentário), eu pergunto: Que empresa dentre as participantes dessa concorrência poderia ter de fato um REAL INTERESSE de ter parcerias com empresas brasileiras (principalmente a Embraer) para o desenvolvimento CONJUNTO de uma aeronave de 5° geração?? A resposta é… Read more »

Billy

Qual seria a capacidade de sobrevivência dos R 99 A e B se os FLANKERs que ameaçam nossas fronteiras estiverem armados com mísseis ar-ar de longo alcance? OS mísseis russos anti-AWACS são reais?

Almeida

Re: William Canaris Jr em 01 fev, 2009 às 18:18

Morra argentino maldito!

welington

Billy KS-172 alcance Maximo de 400KM!!! João-Curitiba o SU-35 BM esta operacional no quesito de funcionalidade capaz\ de realizar operações as que são de sua alçada, porem creio que você utilizou “operacional” como jargão(Que nada mais é que uma abreviação de operacional na força tal), o SU-35 BM estará operacional na WS provavelmente em 2011, já existem países interessados no mesmo, um exemplo é a Venezuela que pretende adquirir um total de 150 vetores dentre a maioria SU-35 BM, já o Gripen NG estará operacional em alguma força somente em/ ou depois de 2014. Em termos gerais o SU-35 BM… Read more »

Nunão

“Alfredo_Araujo em 02 fev, 2009 às 8:29” Alfredo, na Base Aérea dos Afonsos estão os C-130 do 1ºGTT (Grupo de Transporte de Tropa), que dá suporte aos paraquedistas do EB baseados do outro lado da rua. Também lá está o Parque de Material Aeronáutico dos Afonsos, que faz a manutenção pesada de helicópteros, dos Bandeirantes e outras aeronaves. Mas se a Estratégia Nacional de Defesa e os planos futuros da FAB vingarem, em breve ficará lá apenas o Musal e a Universidade da Força Aérea. Já sobre os comentários de várias pessoas sobre novo esquadrão da Aviação de Caça na… Read more »

Noel

Alfredo_Araujo, algumas informações complementares ao seu post. A BAGL sedia além dos Esquadrões citados por vc os 1/2 GAv e o ETA3; o Campo dos Afonsos é um complexo militar da FAe, composto pelas seguintes Organizações: a BAAF, que sedia, além dos Esqd citados por vc, o 3/8 GAv, o EAS(Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento) vulgo PARA-SAR, DTCEA-AF e o BINFAE-AF, não é sede do Museu, tem mais, o 1ºGTT é o apoio aéreo principal da Brigada de Infantaria PQDt; UNIFA, esta sim é que sedia o Museu Aeroespacial, e a ECEMAR, a EAOAER, o CIEAER, a CDA, e o CENDOC;… Read more »

AL

Zorann, achei seu último comentário muito pertinente, e penso quase o mesmo, só querendo acrecentar uma hipótese: e se, além da SAAB e da EMBRAER, se juntasse a Africa do Sul? Ela já usa o Gripen também, e além dos três construírem o avião propriamente dito, poderiam criar também as armas… Dividiriam os custos e o Brasil e a Africa do Sul muito se beneficiariam disso.

Abraço.

Roberto CR

Para mim estão faltando bases nesse mapa. E ainda bem, porque alguma coisa deve ficar escondida mesmo. Alguém ai se lembra aonde desceu o Legacy após bater no avião da Gol? Está no mapa?

João-Curitiba

AL
Esta idéia de somar a África do Sul foi ótima.

Zorann
O governo francês nunca disse que não aceita a Embraer numa parceria. Pelo contrário, disse que transfere tecnologia.

Mas fica aqui uma dúvida: alguém já perguntou pra Embraer o que ela acha disso tudo? Ela realmente quer desenvolver um caça? O projeto do AMX valeu a pena financeiramente? Não estou aqui falando nos ganhos técnicos. Será que ela não quer ficar só na área de transporte, onde ela tem sido soberana? Vide o exemplo do C-390.

Abraços

Flavio Santana

Não boto a mínima fé que o Chavez consiga comprar 150 SU-35 com o barril de petróleo caindo tanto.

Que ele está se rearmando, OK isso está… mas as maiores compras ficaram todas pra trás! E os 1.000 BMP-3? Os subs?

Minha opinião ele arrota Ferrari, mas está andando de Fiat!!!

Abs aos colegas!

Noel

Schettini, Fernando de Noronha não suportaria a instalação de siquer de um Núcleo de Base, por espaço físico; manter um efetivo de apoio a um Esquadrão, traria um impacto terrível a infra-estrutura da ilha, já quase no limite, e prá simplificar, lá a água vale “ouro”.
Sds

Noel

Roberto CR, o que não esta indicado no mapa são: o CPBV em Cachimbo, no sul do Pará, onde o Legacy pousou; e a EEAR em Guaratinguetá-SP.

João-Curitiba

Galante

Seria possível conseguir um mapa com os pontos cegos? Mesmo que a Aeronáutica negue, os próprios controladores dizem que existem. Ou então a imprensa mente e forja declarações.

William Canaris Jr

Caros amigos, Foi deprimente ver comentários limítrofes sobre a minha sincera e pragmática opinião (de quem vive o cotidiano de falta de recursos financeiros para a manutenção da frota de aeronaves da FAB – saudades do FMS!!!). Por que não posso opinar de maneira pragmática? Por que ser caracterizado como argentino? Sou muito patriota, basta que os colegas ouçam a voz saudosista dos militares da FAB que labutaram na décadas de 1960 a 1980, quando os contratos FMS ainda ostentavam importância bélica e o Brasil iniciava programas – pragmáticos e responsáveis – de nacionalização de material aeronáutico. O futuro da… Read more »

Schettini

Caro Noel entendi seus comentários, mas será que pela posição estratégica da ilha não valeria a pena o investimento? Com a construção de parte da base de forma subterranea e um contorno no problema da água? Poderia ser uma base pequena, utilizando a pista do próprio aeroporto, só para patrulha aérea. Num conflito a perda da ilha seria um problemaço. Olha o caso de Malta na segunda guerra mundial.

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