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AMX como treinador

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O AMX venceu, com 39% dos votos, a enquete do Poder Aéreo, que perguntou “Qual deverá ser o futuro treinador a jato da FAB?
O Super Tucano ficou em segundo lugar, com 22% de votos para as pessoas que acham que a FAB não precisa de um treinador a jato; o avião M-346 ficou em terceiro, com 17%.

A Embraer recebeu em agosto de 2007 o primeiro dos jatos AMX da Força Aérea Brasileira (FAB) para a modernização de sistemas e atualização tecnológica. O projeto de modernização dos jatos AMX, designados A-1 pela FAB, tem por objetivo mantê-los por mais 20 anos em serviço. A frota de 53 unidades, fabricados pela Embraer entre 1989 e 2000, incorporará os mesmos sistemas aviônicos do F-5BR e do A-29. Os aviões finalmente vão receber um radar, o SCP-01, de fabricação ítalo-brasileira.
Há pouco tempo foi ventilada a possibilidade de se retomar a produção do AMX pelo Brasil.

NOTA DO BLOG: As fotos são dos A-1 quando usavam as marcações no mesmo padrão da USAF.

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Alfredo_Araujo
Alfredo_Araujo
11 anos atrás

Eu axo besteira modernizar os AMX. Por mim pegava essa frota e relegava todos para a função de treinadores a jato… e o novo aviao de ataque seria o F-X2… assim botando em pratica o plano de substituição dos vetores existentes pelo F-X2 e aproveitava a atual frota de AMX.

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

Somente uma dúvida:

Eu sou meio leigo quanto ao asssunto sobre o AMX, na materia acima fala que agora ele vai ter radar, isto quer dizer que antes não existia? Como que o avião fazia pra achar os alvos, etc…

Obrigado…

Alfredo_Araujo
Alfredo_Araujo
11 anos atrás

Realmente.. esqueci desse detalhe… a maioria é monoposto!!

Claudio
Claudio
11 anos atrás

Eu acho que reabrir a linha do AMX uma bobagem, o que se poderia fazer é uma oferta pelo aviões bipostos italianos, isso sim, seria mais viável.

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Concordo com o amigo Mauro (com quem cada vez mais percebo que tenho opiniões muito próximas), o AMX-T, fabricado no Brasil e com aviônica no etado da arte seria um grande avanço não só para a FAB, como também para a indústria brasileira. Nos dias de hoje saber fazer é mais importante do que ter (não adianta só comprar as coisas, equipamentos militares envolvem questões de soberania…vide o F-22 que o Tio Sam não vende nem pra Inglaterra, tradicional e fiel aliado). Poderíamos comprar alguns AMX da Itália, mas com isso creio que a indústria brasileira não teria vantagem e… Read more »

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

Se há 2 ações completamente inviáveis em relação ao A-1/AMX, estas são a remotorização de tão poucos exemplares e a reabertura da linha de produção.
Mesmo adquirindo os exemplares italianos que eventualmente estiverem desativados, sairia mto caro.
Por outro lado, tb não vejo futuro p/ este ac como treinador, tem um custo operacional mto caro p/ tanto.
Aqui vcs fazem uma confusão dos diabos entre o que é somente um treinador conversor operacional e um ac de treinamento avançado pleno.

Nelson Lima
Nelson Lima
11 anos atrás

O AMx é um projeto esmerado. Foi o segundo salto qualitativo da FAB depois dos caças supersônicos. Uma vez modernizado poderá desempenhar qualquer função que lhe seja afim. O velho motor Spey engole um urubu e continua inteiro. Isso é uma característica imporante com esse slixões próximos às psitas de pouso.Não sei se o F414 aguenta isso.

RODRIGO
RODRIGO
11 anos atrás

Inclusive têm uma foto em que aparece o A1 cuspindo as tripas de um urubu logo após a decolagem…..!!! Duvido que um F16 aguente isso !!

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Eu penso que o que a Embraer fez com o Tucano, transformando-o no Super Tucano, pode ser feito com o AMX, e com ganhos efetivos tanto para a FAB como para a indústria brasileira. Se dissessemos há anos atrás: imagina um Tucano armado com mísseis ar-ar, com aviônica de ponta, com capacidade cirúrgica para atingir um alvo terrestre, com capacidade para treinamento etc. Provavelmente(e eu me incluo nisso) diríamos: se for pra projetar um Tucano assim, é melhor comprarmos um F-16 que faz tudo isso muito melhor, fica mais barato e ainda é super-sônico. Pois bem, está aí o Super… Read more »

Alerred
Alerred
11 anos atrás

Gostei da nomenclatura “Super AMX” seria uma nomenclatura ideal para a versão reformulada/revisada desta excelente aeronave. Já expressei minha opnião sobre a atualização desta maravilhosa aeronave. A modernização na qual o AMX está sendo submetido, proporcionará conhecimentos suficientes para a atualização do projeto. A remotorização é imprescindível pelo fato de a aeronave necessitar de mais potência no atual cenário. Concordo que os motores atuais são extremamente eficientes porém sensiveis devido ao elevado uso de materiais de ligas leves. Existe a versão de 14500Lb de empuxo do Spey que é utilizado nos A-7. Os defeitos do Spey são: produção excessiva de… Read more »

Hornet
Hornet
11 anos atrás

em tempo: não quis dizer que um F-16 algum dia tenha sido mais barato que um Super Tucano…[e claro que isso não é verdade…usei isso apenas como um exemplo dos “possíveis comentários” que poderiam ter surgido se estivessemos discutindo, anos atrás, a viabilidade de projetar um Tucano com mísseis ar-ar etc. E usei esse argumento também por achar que projetar nossas armas, mesmo que inicialmente seja mais caro, no fim das contas, os ganhos são maiores…como diz o velho ditado: o barato sai caro…em se tratando de defesa, então…pode sair caro e ser fatal.

abraços novamente

Hornet
Hornet
11 anos atrás

caro Alered, creio que esse seria um caminho muito positivo para nós…Os EUA projetam muitos aviões, mas reprojetam ainda mais…veja os exemplos do Honet e do Super-Honet, do Tomcat e do Super Tomcat, do F-15 Eagle e do Strike-Eagle…e assim por diante…Essa é uma doutrina necessária quando se quer ter autonomia e soberania em defesa…para um país sem os recursos dos EUA, como o nosso, isso deveria ser prioridade…sem falar que os EUA também reaproveitam muita coisa (não estou falando de reciclagem, não é isso), assim muita coisa (material, aviônicos etc.) desenvolvida para o F-15 está agora no F-22, e… Read more »

konner
konner
11 anos atrás

Concordo com o ” Hornet “.

Que venha o ” Super-AMX “.

Garcia
Garcia
11 anos atrás

Não acredito em mercado para um caça tipo AMX hoje, muito menos um super AMX. O AMX T não decolou por causa disso e nem é Fly-By-Wire .
Não pegou e não pegaria.

Garcia
Garcia
11 anos atrás

Há também muitos treinadores saindo do “forno” em vários países, desenvolver algo para competir com estes seria repartir um mercado pequeno por vários.

Acredito no desenvolvimento de algo assim só daria certo se toda a américa do sul aderi-se ao projeto. subistituirian-se Xavantes, AT37, T33, F5B, e assim por diante. Mesmo assim não seria uma frota grande.

Vassily Zaitsev
Vassily Zaitsev
11 anos atrás

Seria puro prejuizo financeiro para a Embraer, pois a FAB compraria no máximo 36. Além de que, é um projeto ultrapassado, com motor fraco. Prefiro o MAKO, se um dia sair das pranchetas,

Tiago Jeronimo
Tiago Jeronimo
11 anos atrás

Como eu falei no blog naval temos que parar de pensar gastar, temos o super-tucano pra essa função já, se é pra produzir alguma coisa, que se produza mais super-tucanos.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Sempre gostei do AMX e acho excelente para um país como o Brasil de parcos recursos. Pena não ter vingado no mercado internacional para países em desenvolvimento. Padronizar toda uma frota apenas com caças supersônicos multifuncionais é ótimo para países com dinheiro sobrando. Para as necessidades de países como o Brasil e especificamente no TO da América Latina, um caça subsônico exclusivo para ataque continua valendo por ser barato e ser verdadeiramente quem “carrega o piano”. Com bons caças de ataque se pode ter menos “interceptadores” supersônicos dedicados à superioridade aérea que são caros. Os AMX modernizados e convenientemente armados… Read more »

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Eu penso o seguinte sobre a questão de mercado para um suposto futuro Super-AMX: vai depender muito da Embraer. Um bom projeto, cria mercado e vende bem. Um mal projeto não vende, encalha e dá prejuizo (no mundo capitalista geralmente as coisas funcionam assim, salvo engano)…E um bom projeto de aviões de caça inclui coisas como: um bom preço, confiabilidade, nichos de mercado a serem preenchidos, facilidades políticas (falta de entraves governamentais para exportar produtos militares) etc. A questão de mercado é uma questão, penso eu, empresarial e em parte política…um misto de competência empresarial e de interesse político…que uma… Read more »

Claudio
Claudio
11 anos atrás

O AMX é um projeto problema desde o início, os italianos teriam parado com ele, mas foram em frente por insistência da EMBRAER.
Alguns dos progressos técnicos conseguidos com o AMX foram posteriormente aproveitados no projeto ERJ-145, mas ele é um grande fracasso comercial.
Na Itália deu até CPI na década de 90. Foram apontados problemas no motor e estruturais. Apesar das mudanças, o AMX continua propenso a stol de motor. A vida útil, prevista para 5 mil horas, passou a meras 2.500 horas.

Claudio
Claudio
11 anos atrás

Por sinal, segundo dizem, os 12 AMX que estavam armazenados na base de Santa Cruz estão com problemas graves corrosão. Fizeram m…. no armazenamento deles.
A modernização do A-1 custará US$ 8 milhões por aparelho, é muito mais interessante comprar os F-16 usados da Belgica.

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Pois é, essa modernização é que eu acho problemática…pois o projeto, tal como está, é um caldeirão de problemas…será que vale a pena modernizar o AMX? O que eu estava defendendo era uma reformulação de projeto, algo como feito com o Tucano/Super Tucano (o Super Tucano é um outro avião, se comparado com o Tucano) até por saber que o AMX é problemático. Quanto a essa questão da modernização, não sei se vale a pena gastar uma grana com isso…do ponto de vista custo/benefício… Como não sabemos o que vai ser decidido em relação ao FX-2, ficamos com essas minhocas… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Eu acho que os possíveis problemas técnicos podem ser sanados em uma nova versão do AMX. Quanto ao “fracasso” comercial eu acho que foi devido a ele ter sido projetado e construido na época da febre do “caça único”, ou seja, o desenvolvimento tecnológico (instabilidade controlada, fly by wire, etc,) tornou viável o uso de um único modelo de caça para todas as funções de uma força aérea (interceptação, superioridade aérea, apoio tático, interdição, ataque, reconhecimento, anti-navio, etc) fazemdo com que o AMX já nascesse ultrapassado, sendo que todos os “aviões de ataque” estavam sendo colocados em dúvida e encostados… Read more »

G-LOC
G-LOC
11 anos atrás

Os pilotos que saem do ALX conseguem passar para o AMX sem problemas o que não acontece com o F-5. Por isso o AMX foi comercializado como aeronave de treinamento. Para FAB ele faria apenas a transição para a caça e não precisaria de sistemas sofisticados do A-1M como o radar, guerra eletrônica etc. Nem precisaria dos canhões. Também não seria necessário muitos bipostos pois os pilotos convertem nos bipostos e depois voam nos monopostos. Os AMX italianos parados poderiam servir com a ajuda de alguns bipostos e monopostos. A modernização poderia ser só na avionica padronizando com o ALX.… Read more »

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Amigo Bosco, concordo plenamente. O ALX está sendo sub-aproveitado, se for pensado só pra caçar teco-teco de traficante na Amazônia (pode fazer isso também, tudo bem…mas não só isso, né?). O Super Tucano tem consições de ser um avião de apoio ao Exército e de ataque, sensacional. Acredito que se sairia até melhor que muitos helicópteros de ataque que são vedetes hoje em dia. E também não entendo por que diabos a FAB quer ter helicópteros de ataque?!!! E concordo com sua equação hi-low para a FAB. É isso mesmo: FX-2 para o “Hi”, o “Super AMX” (um projeto reformulado,… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Hornet, uma coisa interessante que o Ministro Mangabeira disse no discurso dele transcrito aqui no blog, acho que no dia 07/09, foi que “se não somos os mais poderosos que sejamos os mais engenhosos e criativos”. Se não foi isto literalmente foi mais ou menos o que quis dizer. Concordo plenamente com este pensamento (pra variar). As 3 forças se beneficiariam muito se usassem a criatividade e com baixo custo. Eu sou contra idéias megalomaníacas que no papel são lindas mas na prática dão num beco sem saída (submarino nuclear, NAe, etc.)e quem paga o pato no final somos nós,… Read more »

Gilberto
Gilberto
11 anos atrás

Pessoal, Pelo que já lí, os AMX não deixaram nada a desejar no campo de batalha. Aliás impressionaram muito, até mesmo os americanos os elogiaram nos exercícios conjuntos. Um novo super-amx como cogitado, não seria um desperdício total e como falado poderia ser um projeto conjunto com outros países. Imaginem o S-AMX, com um motor ej-200 do typhoon (parece que isso é possível)? Imaginem o typhoon como vencedor do fx2, compartilhando o mesmo motor com o jato de treinamento e ataque? Quem sabe pudesse inclusive fazer parte da contrapartida da compra do typhoon sua adoção na europa como treinador avançado?… Read more »

Henrique
Henrique
11 anos atrás

Concordo com os que defendem o AMX, ter eles atualizados e bem armados nos dariam um excelente bombardeiro, deixe a superioridade aérea para o próximo caça.

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Bosco, perfeitas suas considerações. Também compartilho da idéia que não temos que ter 30 NAe, 2000 caças, 5000 tanques e nem nada disso (quanto ao Sub Nuclear, acho que ao menos deveríamos ter a tecnologia…construir ou não o bicho, seria um outro ponto, mas o “saber fazer” acho que seria interessante o Brasil dominar, do ponto de vista estratégico e de prestígio mundial…mas enfim…). Uma outra questão que vc toca e que rotineiramente vem a baila aqui no Blog: por um acaso nós estamos em guerra com os EUA, com a Rússia, com o Chaves ou seja lá com quem… Read more »

Hornet
Hornet
11 anos atrás

em tempo:

Bosco,

Apesar de tudo o que dissemos, acho que seria legal fazermos uma aliança com os ETs de Varginha…essa possibilidade não deveria ser descartada tão facilmente…rs. rs. rs…

um abraço novamente

Robson Br
Robson Br
11 anos atrás

O AMX trouxe muitos benefícios tecnológicos para a Embraer e talvez nem tanto para a FAB, pois custou caro para ela e depois a Embraer foi vendida. Acho o projeto Mako da Alemanha mais interessante. Vale lembrar que na época do desenvolvimento do AMX a FAB tinha sido contactada para fazer parte do Gripen dos Suecos. OLha a diferença que teríamos hoje.

Alfredo_Araujo
Alfredo_Araujo
11 anos atrás

Eu axo válido investir em avioes de ataque leve como o AMX… as novas bombas inteligentes e misses ar-terra estao vindo cada vez com menos peso… vide as GBU-35 com apenas 110 quilos!! Um AMX poderia ser armado com 8 dessas bombas nas asas e ainda carragar um tanque ventral… http://www.areamilitar.net/DIRECTORIO/MIS.aspx?nm=169 Tem uma outra questão… desde o inicio do blog aéreo estamos discutindo a aquisição de novos vetores aereos para as mais diversas areas das forças armadas… mais nao me lembro de nenhum tópico falando sobre os armamentos!!! Falamos em incorporar tecnologia para construir helicopteros, avioes multifuncionais supersônicos e etc…… Read more »

Claudio
Claudio
11 anos atrás

Dos 53 AMX, apenas 28 serão reconstruídos. Quanto a remotorização, a M53 empregada no Mirage 2000C, cabe (é um pouco menor e mais leve que a Spey), mas o custo seria alto, pois é praticamente um novo projeto. Fora o preço do motor, deve estar em uns US$ 3 milhões.
Qual seria a vantagem?
Vcs sabiam que na Itália, onde eles voavam para valer, a última ordem de parar os aviões surgiu depois de mais um problema de estol de compressor.

André de POA
11 anos atrás

Baseado na minha experiência com os aviônicos do AMX (a 20 anos atras) digo o seguinte: 1) O AMX provocou verdadeira revolução nas linhas de projeto,montagem e testes no Brasil. Antes trabalhavamos muito com equipamentos a relé e a tecnologia TTL e o projeto AMX nos obrigou a “devorar” muitos databooks e muita “xeretação” nos projetos “alheios”( não tinha internet nem google). 2) Não sou piloto mas uma pulga me diz que por mais problemático que seja o AMX, ter aposentado os XAVANTES deve ter sido uma benção.Então falar que não foi tão interessante para a FAB não é correto.… Read more »

Tiago Jeronimo
Tiago Jeronimo
11 anos atrás

Gilberto, O motor EJ-2000 do Typhoon já foi cogitado para equipar os AMX italianos mas o projeto não foi pra frente. No caso do que muitos falaram aqui do “Super-AMX” como opção low do FX-2 é uma opção inviavel para mim, o short-tucano foi um projeto muito bem feito do qual surgiu o Super-Tucano. Já o AMX é um projeto cheio de problemas desde o começo e quando se tenta dar um jeito em algo que já nasceu ruim o arremedo termina ficando ainda pior é a velha história “A emenda sai pior que o Soneto”. Se for para projetar… Read more »

Roberto
Roberto
11 anos atrás

Concordo com o Bosco e o Hornet em termos 3 níveis de equipamentos e em quantidade suficiente pra fazer qualquer um pensar 2 vezes antes de tentar algo, não importa quem… e digo mais: com o reprojeto do AMX estariámos nos capacitando para, quando (e se) realmente efetuarem o FX2, não estarmos tão distantes tecnologicamente do novo caça e preparados para tentar, com muita ousadia, um projeto de caça 100% nacional (tá, na realidade uns 60% já seria de bom tamanho), uma geração 4ª++. Srs, vamos pensar, de que adianta ter um caça de 5ª geração, russo ou norte americano,… Read more »

Erich Hartmann
Erich Hartmann
11 anos atrás

Afinal a FAB afastou de vez a idéia de estabelecer um treinador-jato-puro, preferindo dar o verniz-jato dos aspirantes oriundos dos A-29 nas próprias unidades de caça em Canoas, S. Cruz e Anápolis ? É o que parece.

André de POA
11 anos atrás

Caro Roberto, uma coisa é trabalhar em cima de uma linha de produção que existe outra coisa é montar a linha de produção (que não existe mais) para um novo (ou quase isso) produto. Pode ter certeza que esses 20 ou 25 milhões que o Sr propõe são bastante modestos para a realidade da EMBRAER e do Brasil. Creio que para o nosso pais uma revolução conceitual e produtiva sobre um produto totalmente novo é mais benéfico e extratégico do que o “desafio” de recriar o AMX, para o qual uma modernização ficava de bom tamanho. O projeto original do… Read more »

Erich Hartmann
Erich Hartmann
11 anos atrás

P.S. Qualidades aeronáuticas à parte, especialmente as de combate, o AMX é um belo caça…, linhas bem graciosas…, realmente seria um belíssimo treinador-jato com funções secundárias de ataque, até para o mercado externo.

Erich Hartmann
Erich Hartmann
11 anos atrás

P.S. (2) As belas tomadas das fotos me sugerem a autoria do saudoso TC Bombonato, exímio piloto de caça e fotógrafo aeronáutico. Estaria certo ?

Alfredo_Araujo
Alfredo_Araujo
11 anos atrás

Os amigos acima estao falando q seria iinviavel para a Embraer reabrir a linha de montagem do AMX. Mas entao pq, a um tempo atras, a Venezuela tentou comprar 10 unidades do AMX-T??? Axo q a Venezuela nao anunciaria interesse na compra de um aviao cujo sua linha de produção estivesse fexada, e se tivesse acontecido isso a Embraer responderia negativamente a esse interesse. E o q aconteceu foi q o negocio nao foi para frente pq os EUA vetaram a venda de equipamentos militares com componentes americanos a Venezuela!! Quem tiver mais conhecimentos sobre essa transação nao efetuada posta… Read more »

Roberto
Roberto
11 anos atrás

André de Poá: o que proponho é aproveitar know how da construção do AMX e iniciar-se estudos para um Super AMX, com mais partes nacionalizadas, isto traria mais conhecimento técnico do que simplesmente comprarmos algo lá fora. Não quero construir o AMX como era vinte anos atrás, quero usar o projeto de 20 anos, estudar seus defeitos, elimina-los, desenvolver um projeto relativamente novo (já que estarei usando a base antiga) e daí sim partir para um novo caça. Ele seria um complemento ao FX2 e os Super Tucanos. A linha de produção seria nova, realmente. Quanto ao valor foi um… Read more »

Wagner_ASW
Wagner_ASW
11 anos atrás

Mauro concordo plenamente com você!!!! Sonhar em ver nossa Amazônia Azul bem resguardada pelos AMX bem armados com misseis anti navio, um ótimo radar, seria muito bom mesmo!!! Sonhar não custa…rsrsrsrs!!!!

Roberto
Roberto
11 anos atrás

Mauro, concordo plenamente com vc, fora o salto tecnológico que nossas indústrias dariam, imaginem o apelo de marketing que seria para o Brasil como um todo… Não venderíamos só este avião, o exército poderia vender seus radares, por exemplo, poderia prestar apoio técnico para a manutenção de blindados, a marinha poderia vender alguns navios, poderia-se criar uma classe Inhauma para exportação sei lá, devemos pensar não só nos custos, mas nos benefícios que este e outros programas nos dariam. Isto é business senhores, investiríamos hoje para colher amanhã. Com estas vendas nossas Forças Armadas poderiam se capitalizar para comprar/ pesquisar… Read more »

Henrique
Henrique
11 anos atrás

Embraer bem que poderia estudar lançar uma nova versão do AMX com estrutura em materiais compostos(Ex: para deixa-lo mais leve), nova motorização da mesma classe de motor(com mais potência e menos consumo), opções variadas de: aviônicos, sensores, armamentos etc. Nestes últimos quesitos utilizar opções de pacotes: nacionais, franceses, italianos, russos, israelenses, americanos dentre tantos outros. Claro, a preços realmente competitivos. Justamente pra não perder clientes por conta de vetos. Aproveitando o que há no mercado, assim como o finado “tanque” EE-T2 OSORIO que tinha tudo pra dar certo. Isto depende claro do mercado, são necessários muitas pesquisa e assim como… Read more »

Hornet
Hornet
11 anos atrás

caro Roberto, se o que vc disse é uma viagem, então eu estou dentro. Essa questão de um novo AMX, ou um Super AMX, não é uma coisa totalmente fora da realidade. Eu moro perto (numa cidade perto) da AFA de Pirassununga, já conversei com vários pilotos da FAB (não estou querendo aqui dizer que convivo na FAB ou que sou “amigo do rei”, não é isso) e o salto tecnológico dado pelo AMX na Força Aéra é algo comparado com a invenção computador portátil na vida das pessoas. A mudança de doutrina empregada pela FAB passou a ser outra… Read more »

konner
konner
11 anos atrás

Sr. Hornet,

Uma coisa é o Programa FX-2 — (ponto).

Outra coisa seria o progeto para um ” Super AMX “, que sou também entusiasta.

De forma alguma o segundo poderia se interpor ao primeiro.

E se ouver meios somente para um destes, que seja então o Programa do FX-2.

Desculpe se entendi errado seu ultimo comentário.

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Konner,

acho que vc entendeu errado. Não estou propondo a substituição do FX-2 pelo reprojeto do AMX, nem seria louco de fazer isso. O que proponho é, ao invés de se modernizar a frota de AMX, reprojetá-lo. E modernização é uma coisa, reprojetar é outra. Assim, teríamos uma força aérea baseada no trinômio: FX-2, “Super AMX” e Super Tucano. Essa é a minha proposta.

um abraço

Nunão
Nunão
11 anos atrás

Vou aproveitar esse tópico do AMX para dar o meu pitaco, já que faz tempo que não passo por aqui: Prefiro que modernizem só as células de A-1 que forem realmente viáveis (repete-se há tanto tempo que metade da frota não valeria a pena, que eu já estou acreditando). Mesmo assim, já dá pra equipar dois esquadrões, nas dotações atuais da FAB. Ao mesmo tempo em que se decide o futuro do FX2, pensar também no futuro treinador / lift / caça leve, que deve ter um bom custo-benefício em sua operação, ter uma capacidade razoável de ataque leve, mesmo… Read more »

konner
konner
11 anos atrás

OK !!