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Caça Sukhoi Su-35 completa 10 anos do primeiro voo

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Caças Sukhoi Su-35 da Força Aeroespacial da Rússia

Há dez anos, em 19 de fevereiro de 2008, um protótipo do avião de combate Sukhoi Su-35 fez seu primeiro voo de teste. Sergey Bogdan levou a aeronave para o voo de 55 minutos a partir de Zhukovsky.

O Su-35 é um jato de combate super-manobrável produzido na Rússia de geração múltipla 4++ desenvolvido como um aperfeiçoamento dos aviões Su-27 monoposto. O Su-35 está equipado com um radar phased array e propulsores de empuxo vetorado. Pode desenvolver uma velocidade de até 2.500 quilômetros por hora e tem um alcance de 3.400 quilômetros e um raio de combate perto de 1.600 quilômetros. O avião de combate está armado com um canhão GSh-30-1 de 30mm e tem 12 pontos duros para transportar bombas e mísseis.

O avião de combate foi produzido em série na Gagarin Aviation Plant em Komsomolsk-on-Amur. Em 2009, foi assinado um contrato para a entrega de 48 aviões de combate desse tipo para a Força Aeroespacial da Rússia. O contrato foi totalmente completado em 2015, após o qual os militares russos encomendaram mais 50 aviões.

O avião de combate foi aceito para o serviço na Força Aeroespacial da Rússia em 2017. At’e hoje, cerca de 70 desses aviões foram entregues às unidades operacionais da Força Aeroespacial. A partir de 2015, esses aviões de combate fizeram parte da Força Aérea Russa na Síria.

Em 19 de novembro de 2015, a empresa estatal de alta tecnologia Rostec anunciou a assinatura de um contrato para a entrega de 24 caças Su-35 para a China. De acordo com reportagens da mídia, 14 aeronaves foram entregues no início de 2018.

O CEO da Rostec, Sergei Chemezov, disse aos meios de comunicação, em 20 de fevereiro de 2017, que os Emirados Árabes Unidos assinaram uma carta de intenções com a Rússia sobre a compra de aviões Su-35.

Os meios de comunicação indonésios informaram em fevereiro de 2018 que a Rússia havia assinado um contrato para a entrega de 11 caças Su-35 para a Indonésia.

65 COMMENTS

  1. Isso aí é um Su-27 atualizado com outro número para dizer que é outro avião. Não entendo pq os russos usam esse esquema.
    Eu prefiro o ocidental, exemplo do f-16…f-15 e por aí vai.
    O EUA poderia colocar o F-16 V como F-30 ou qualquer outro número, mas é tão mais fácil só por uma letra no fim pra dizer que é outra variante do F-16.

  2. Ah, e falando em Sukhoi, tem um documentário (em inglês,) no YouTube sobre a fábrica da Knapoo onde se fabrica esse modelo aí.
    Eu recomendo a todos. É super interessante ver como essa fábrica foi parar lá e todo o perrengue do povo russo para construi-la.
    Se não fabricassem certa quantidade ia pra bala, quando não tinha avião para fazer faziam bicicletas e geladeiras….
    Enfim , era completamente outro mundo. Muito diferente do padrão ocidental.
    O mais estranho que achei é que a fábrica não é (ou não era) uma parte da Sukhoi, ela simplesmente fabrica o que mandam. Desde migs a bicicletas.

    Procurem. É muito bom.

  3. Rui,
    É preciso lembrar que o su-27 carrega o legado da URSS. Acho a idéia era mostrar que são aeronaves de uma nova época, tempos mudaram… e mudaram de novo kkk

  4. Eu fiz um comentário mas acho que o cachorro comeu.,..

    Tem um documentário no YouTube em inglês sobre a fábrica da Knapoo, muito bom, recomendo a todos.
    Mostra como os russos sofreram para montar essa fábrica no fim do mundo.
    Mostra tb que é muito diferente do padrão ocidental, que geralmente uma fábrica é parte de uma empresa, e nesse caso não. Eles montavam o que mandavam montar. Desde avião até bicicletas e geladeiras.

    Muito interessante.

    E carcara, se fosse só isso teria acabado no Su-30… Se a cada recheio ou mudança colocam um número diferente, daqui a pouco vai ter Su-27 com nome de Su-72

  5. Este assunto foi tão batido,em que esse avião poderia ter entrado na concorrência do fx,falarão da assistência técnica etc etc.Fora os caças de quinta geração é uns dos melhores caças da atualidade.Ele ainda vai armar muitos países pelo mundo afora.

  6. Um belo pássaro ideal para operar em países de dimensões continentais e com restrições financeiras para aquisição de grandes quantidades. Bom, isso em teoria, porque na prática…

    Sds

  7. Na minha opinião, o Su 35 é a coisinha mais linda sobre asas, em toda a história da aviação (ao lado das entradas de ar do Rafale).
    Mas, mesmo sendo fanboy da sukhoi, aprendi a gostar do gripen. Boa escolha da nossa presidenta.

  8. Acredito ser o melhor avião não stealth da atualidade.
    Mas ficaria mais bonito se essas “caudas” fossem inclinadas, o que talvez reduzisse o seu RCS (não entendo porque quê, nos caças stealth são inclinadas, mas em tese nessa posição vertical vão refletir as ondas do radar para cima, já que precisa haver um ângulo de 180° para a onda voltar.

  9. Rui chapéu

    Ora, exato, vc disse tudo agora.
    Eles já fizeram o mesmo antes com o Su-30 e com os Migs também. Era uma das maneiras de fazer propaganda aos seus aviões e convencer potenciais clientes… Enfim.

  10. Ivanmc

    LOL!
    Fanboy mostrando pura propaganda…

    Quem tem o mínimo de inteligencia e conhecimento sobre o assunto sabe bem que isso não é verdade.
    Mais um troll aqui…

  11. Belo avião ,imponente de verdade , mas sou sincero em dizer que provavelmente num futuro próximo a haverá lugar para aviões assim , com custo de operação muito alto…Foi muito sabia a escolha do Gripen por parte da FAB ,o que não pode acontecer e ficar estagnado neste modelo NG ,mas sim buscar junto com a SAAB o desenvolvimento de um 5°geracao …

  12. A SAAB já tem um projeto de 5º geração, o Saab JS 2020 ,agora é só o Brasil/FAB entrar de cabeça e com $$ junto e aguardarmos pra ver a máquina voando e melhor ainda nas cores da FAB.

  13. Interessante que todos os mísseis mostrados nas fotos é de orientação IR.
    Em tempo: o caça realmente ficou muito bonito nas fotos.

  14. Que aeronave espetacular. É linda mesmo.

    Essa pintura azul escura no dorso e a azul clara no ventre deixa ele ainda mais bonito.

  15. Ricardo,
    Parece sinalizar isso.
    Os russos já dão mais ênfase mesmo a terem mais mísseis de curto alcance que a OTAN. Geralmente eles levam 4 enquanto que na OTAN o padrão são 2.
    Em relação aos mísseis BVR eles geralmente levam um mix de 2 R-77, um R-27R (radar) e um R-27T (IR), somando 3 BVR radar, 1 BVR IR e 4 mísseis de curto alcance.
    Pode ser só nessas fotos mas se o padrão se repetir pode sim estar sinalizando uma mudança de postura frente à generalização de capacidade ECM e à tecnologia stealth.

  16. Bosco 1 de Março de 2018 at 10:17
    Internacionalmente ou não, os russos (ou soviéticos) sempre enfatizaram o ‘pacote radar + IR”. Lembro que “diziam” que era devido a ineficiência de seus sistemas de radar, mal sabíamos que já usavam um tipo de ‘data-link analógico’ deste o início dos anos 1970.
    Prefiro a tese de que o “pacote radar + IR” era usado para maximizar as chances de abate.
    O curioso que mesmo com o “nivelamento” continuam enfatizando o uso de IR nos BVR. Me parece que a doutrina agora é outra: abater sem denunciar a posição.
    Salvo engano, só os AA-9 Amós e AA-13 Arrow (R-33/R-37, é a idade) não têm guiamento por IR. Aliás o AA-13, me parece, usa guiamento passivo travando no sinal do AWACS ‘ALVO’.

  17. O interessante é essa ênfase russa no TVC que, depois do seu debut no protótipo Su-37, tornou-se praticamente onipresente nos caças ali produzidos. Por outro lado e depois de testar um sem números de protótipos culminando no X-31 feito em parceria com a então MBB alemã, os EUA se convenceram que tal dispositivo é mais útil nos mísseis que nos aviões. Segundo esses estudos em aeronaves o TVC além de acrescentar peso tem relação custo benefício não muito favorável visto que o ganho de manobrabilidade do caça,além de irrelevante ante à mísseis que podem puxar 50g, termina por deixaro aparelho sem energia e, portanto, vulnerável ao oponente que souber conservá-la. Aliás as táticas de combate aéreo da USAF/ USN e USMC hoje em dia preceituam justamente que o piloto deve conservar um mínimo de energia.

    Pessoalmente concordo com a abordagem dos norte-americanos. Basta assistir a uma demonstração do Su-35 para perceber que após manobras agressivas usando o TVC o caça fica absolutamente sem energia. Por outro lado, em sua demonstração e Le Bourget ano passado e a despeito de estar limitado a 7,5g o F-35 mostrou boa capacidade de recuperação de energia após as manobras de combate. E isso ainda simulando uma carga de AIM-120 nas baias internas.

  18. Ricardo,
    Mas apesar deles usarem muito o IRST o radar ainda é o principal sensor. Então não tem como implementar uma cadeia de eventos de ataque sem a presença de um sensor ativo e sem se denunciarem, nem que seja na fase inicial. Principalmente para caças grandes com RCS radar maior, não podem se dar ao luxo de se valer só do IRST como sensor primário.
    Em relação ao fato dos mísseis guiados por radar (semi-ativo e ativo) sensibilizarem os RWR e denunciarem o ataque, sem dúvida, mas não creio que isso faça muita diferença no caso do seeker ativo já que ele se ativa faltando poucos segundos para o “impacto”.
    Pode até ser que no conjunto dos fatores um seeker passivo faça diferença mas não creio que a ênfase seja na discrição. Acho que a ênfase é mais voltada à maior resistência dos seeker IR à ECM. E ainda tem a tal da tecnologia stealth que com a possibilidade de uma enxurrada de F-35 entrar em operação nos próximos 5 anos eles já estão tratando de mudar a configuração ar-ar básica e privilegiando mísseis com seeker IR.
    Um abraço.

  19. Ricardo,
    Além dos mísseis que você citou o R-77 também não tem versão com guiamento IR, em que pese ser citada uma versão mas que nunca foi posta em operação de verdade.
    A versão nova do R-77 que os russos estão desenvolvendo é o K-77M , com seeker por radar ativo AESA.

  20. HMS TIRELESS 1 de Março de 2018 at 10:51
    Lembra que os “ocidentais” criticavam o motor de elevação, e agora o utilizam no F-35B ? è uma questão de incorporar a tecnologia de forma eficientemente e economicamente viável. No F-22 existe o TVC em 2D, talvez não usem o TVC 3D porque a tecnologia que possuem (do X-31) seja ainda muito complexa e cara demais, vai saber. Tinha a o F-16 VISTA também mas tinham mais aviônicos dedicados ao controle de voo do que ao ECM.

  21. Ricardo Da Silva 1 de Março de 2018 at 11:19

    O Lift Fan do F-35B é bem distinto da solução empregada pela Yakovlev nos Yak-38 e Yak-141. Nos aparelhos russos haviam dois motores turbojatos independentes do motor principal que faziam o papel de motores de elevação. Por outro lado o F-35 usa um Fan de elevação que é ligado ao motor F-135 por uma transmissão ou seja, é uma solução mais próxima da consagrada no Harrier do que a adotada nos aparelhos russos.

    Quanto ao TVC testado pelos EUA ao longo dos anos 90 ele tecnologicamente não tinha diferença em relação aos modelos russos. E se realmente fosse algo ainda desejado o modelo 2D do F-22, projetado para diminuição do RCS e assinatura IR, teria sido adotado pelo F-35.

  22. Bosco 1 de Março de 2018 at 10:58,
    Não discordo que o radar ainda seja o instrumento principal da aviação. Ainda.
    Mas assim como ele substituiu o olho humano, algo mais furtivo o substituirá.
    Não temos a furtividade absoluta mas aos poucos estão indo por esse caminho.

    Sobre o F-35, que eu chamo de “AadvarK II”, acho que essa idéia de “enxames” é bem difícil de virar realidade.
    Aviões que em suas épocas foram tão emblemáticos e provados em combate como os F-4 e F-15 nunca se converteram “em enxames”. E eram relativamente mais baratos e bem menos problemáticos. Não sou daqueles que quer por uma pá de cal no F-35, mas acredito que o programa esta sendo levado “com a barriga”. Prometendo demais e ainda provando de menos, como no F-111.

    Voltando aos armamentos de detecção passiva, só acho que é uma tendência interessante.

  23. Rui chapéu 28 de Fevereiro de 2018 at 21:48
    Na antiga URSS era +/- assim:
    O Instituto de Pesquisas Hidro e Aerodinâmicas faziam seus estudos e disponibilizava os resultados aos Bereaus;
    Os Bereaus faziam seu projetos baseados nos estudos e disponibilizavam às fabricas;
    As fábricas por sua vez apresentavam projetos de execução e construção, envolvendo o uso de ligas especiais, projetos de usinagem e etc.
    Tudo isso sobre a coordenação e avaliação das forças aéreas soviéticas.

  24. Rui chapéu 28 de Fevereiro de 2018 at 21:48
    complemento:
    Se você reparar, existe uma grande semelhança nas linhas gerais em aviões soviéticos da mesma época/geração.

  25. Ricardo Da Silva 1 de Março de 2018 at 12:15

    Pois é, mas o mais curioso é que o mesmo avião, vamos citar o Mig-15, nunca era igual de uma fábrica a outra. Cada fábrica tinha que se virar com o que tinha disponível, desde criar maquinários novos, criar processos novos, etc… Afim de fabricar a quantidade X do avião determinada pelo Governo.

    E se não fizessem era bala na cabeça.

    Então cada fábrica produzia um avião completamente diferente um do outro, até as peças se fosse tirar de um pra repor em outro poderia não encaixar, mesmo o avião sendo do mesmo modelo.

    Haja gambiarra pra fazer os aviões.

    Ali no documentário eu vi que uma vez o diretor da fábrica implorou para um Bureau para fabricar determinado modelo de avião (acho que era a Sukhoi) e o dirigente do Bureau não queria nem saber em deixar essa fábrica fazer pq achava que eles não teriam competência.

  26. F-16, F-15, Mig 29/35, Su 27/35, todos projetos dos anos 70.
    Já tiveram seu tempo.
    O nosso é o NG.
    O Brasil não precisa de Hi porque o NG nunca foi Low.
    Low é cabeçinha de fanboy que acha que F-15 ou Su 35 seria uma coisa maravilhosa para nós.
    Parabéns FAB pela escolha certa.

  27. Ricardo,
    Viajando na maionese, o caça do futuro deverá ter radar AESA pra tudo que é lado numa configuração conformal mas o nariz deverá ser ocupado inteiro por um imenso IRST combinado com um gerador de laser de alta energia. A tendência é que o IRST fique cada vez mais relevante e o radar menos e dentro das distâncias usuais de combate entre aeronaves stealths (50 km + ou -) o laser dá ” de conta”. rsrsss
    Os caças serão meio que parecidos com os aviões radar ALY-1 e Beriev A-60. Só que afilados.

  28. Acho interessante a visão lateral dessa aeronave, parece que está voando com o “peito” estufado!
    Esse e o F-15 são os meus preferidos.

  29. Belíssima máquina em todos os ângulos, e visto de lado lembra uma cobra prestes a dar um bote, e o tamanho o deixa imponente.

    Apesar das maçantes criticas de sempre baseadas em puro ideologismo de alguns “ispicialistas” de internet, que não aceitam elogios a absolutamente nada que não tenho o selo “Made in USA” o TVC somado aos motores de alta potência é sim um recurso a mais para se aumentar a manobrabilidade, o que já foi demonstrado em vários shows aéreos e exaustivamente debatido.

    Como aficionado em aviação meus comentários são sempre em relação aos aviões em si. Pouco me importa suas nacionalidades.

  30. Rodrigo M 1 de Março de 2018 at 14:40

    De fato o TVC é um recurso válido para shows aéreos mas, em combate, me parece questionável quer pelas razões que apontei acima quer por outras lançadas por outros foristas, especialmente pelo fato de que o “aumento de manobrabilidade” corresponde à uma perda de energia.

  31. Pelas declarações do Putin (que deve ter visto muitos discursos de um certo ex-presidente de Banânia) essa aeronave e todas as outras que a Russia possui podem ser sucateadas porque o supermegamaxpikadasgalaxias destroi qualquer coisa, é megainteligente, ninguem detecta porque ninguem sabe como funciona e coisa e tal. No meu entender uma equipe de ET’s desceu na Russia e criou tudo isso. Agora que não precisam criar mais nada, talvez ja podem pensar em dar comida e mais conforto para o povo russo.
    Essas bravatas são tipicas de alguem que conheço.

    • Vc fala isso por que? Quem tem síndrome de Elektra é o povo estadunidense. Quase toda a tecnologia yankee e russa veio da Alemanha. Apesar de Tsiokolvisky e Goodard, quem mais estava avançada era a equipe alemã Von Braunn, se vc olhar o desing do B 2 americano. Os Estados Unidos tem grandes méritos, mas sem Leo Szilard, Enrico Fermi e pitacos e avisos de Einstein, teria sido Hitler a ganhar a guerra jogando sobre Londres, Moscou e Nova Iorque. Os americanos desde a segunda guerra mundial se intrometem na vida de outras nações. Vc gostaria que eu fosse dizer como vc deveria levar sua vida e que eu teria direitos de entrar na tua casa e pegar o que eu quisesse? Quem se diz e acha superior a todos é. O governo.estadunidense e seu povo idiotamente acredita. Vão para o mesmo buraco debaixo da terra que eu e vc, apenas mudará a localização geográfica. Exalte a tua nação e o teu povo e deixa russos, americanos, chineses e etc no lugar deles.

  32. “AL 1 de Março de 2018 at 15:30
    O avião em si é bonito, mas… Cara, não dá para dar um jeito nessas tubeiras expostas? Isso estraga o conjunto da obra…”

    Provavelmente as carenagens nas tubeiras exigiria maior superfície aerodinâmica por conta do empuxo vetorado. Isso certamente influenciaria no arrasto aerodinâmico. Estou certo ou viajei no óleo de dendê?

  33. Nilton Reis 1 de Março de 2018 at 0:24
    “Na minha opinião, o Su 35 é a coisinha mais linda sobre asas, em toda a história da aviação (ao lado das entradas de ar do Rafale)”.
    Realmente é uma bela aeronave! Quem sabe não veremos umas dessas aqui na AS?!

    “Mas, mesmo sendo fanboy da sukhoi, aprendi a gostar do gripen. Boa escolha da nossa presidenta”.

    O gripen é nosso futuro,gostem alguns ou não…Espero que venha para fazer uma história de sucesso na FAB…E quanto a Presidenta: Até parece que tenha sido escolha dela,não saberia a diferença entre um Ford Verona e um Volkswagen Apolo,ou para ficar mais atual,Um fremont de um Journey…

  34. Nilton Reis 1 de Março de 2018 at 0:24
    “(…)Mas, mesmo sendo fanboy da sukhoi, aprendi a gostar do gripen. Boa escolha da nossa presidenta.
    — E ela lá escolheu alguma coisa? Acho que Dilma Rousseff apenas teve o bom senso — ao menos daquela vez — de aceitar o que a FAB apresentava, e também pelo fato de ser a opção menos cara dentre os três finalistas…

    Estou curioso… Por que os dois exemplares das fotos têm padrões de pintura diferentes? Não são da mesma Arma?…

  35. A máquina é de fato lindíssima, mas me parece carecer de mais “aperfeiçoamento eletrônico”. Por enquanto, fico com seu similar e rival, o F-15.

  36. Rodrigo 1 de Março de 2018 at 19:23
    A máquina é de fato lindíssima, mas me parece carecer de mais “aperfeiçoamento eletrônico”. Por enquanto, fico com seu similar e rival, o F-15…

    Pode citar um exemplo de carência eletrônica ?

  37. Assim como o F-14 e F-15, o Su-27 (no caso o Su-35) impõe respeito. Afora os stealths, eu ficaria preocupadíssimo se o meu oponente estivesse num desses.

  38. Rui Chapéu 1 de Março de 2018 at 12:41
    Bom pelo que sei não era “bem assim” como você descreveu.
    Todo o processo de aplicação do conhecimento dos Bereaus, da aprovação para a construção e da aprovação dos projetos das fábricas eram sujeitos aos comitês das forças aéreas soviéticas. Por exemplo se três fábricas (A, B e C) fossem aprovadas para construir o mesmo avião, os projetos de A, B e C deveriam ser compatibilizados. Caso uma não concordasse(não querem compartilhar técnicas de usinagem por exemplo), ou era obrigada ou era excluída do processo.

    É bom lembrar que a própria OTAN reconhecia o elevado grau de padronização, alegando que um esquadrão baseado em Vladivostok poderia ser deslocado até a RDA sem quaisquer problemas de logística.

  39. Assim como o F-14 e F-15, o Su-27 (no caso o Su-35) impõe respeito. Afora os stealths, eu ficaria preocupadíssimo se o meu oponente estivesse num desses.

    Concordo plenamente! Eu fico imaginando( delírio, ok) nossos vizinhos hermanos em um futuro próximo com uns 48 destes aí… Imagina o pandemônio neste blog? 🙂

  40. Concordo plenamente! Eu fico imaginando( delírio, ok) nossos vizinhos hermanos em um futuro próximo com uns 48 destes aí…
    .
    Iriam aparecer nos radares dos nossos NG’s como elefantes de tão grandes que são.
    Eles é que ficariam mais preocupados conosco aparecendo do que o contrário.

  41. Iriam aparecer nos radares dos nossos NG’s como elefantes de tão grandes que são.
    Eles é que ficariam mais preocupados conosco aparecendo do que o contrário.

    E o site aqui iria estar aquela calmaria… 😀

  42. Desculpe, Rodrigo, mas nenhum dos nossos vizinhos têm condições de operar algum destes aviões a contento. A Venezuela é o exemplo claro do que estou dizendo. Tem o Su-30, mas sua condição operacional…….

    Emmanuel, entre aparecer nos radares e daí ser abatidos, vai um diferença grande. O que estabelece o quão eficiente é uma aeronave de caça, é muito mais do que ter um RSC. grande ou pequeno. Se fosse por isto, ninguém aposentaria caças como o A-4, F-5, ou Mig-21, bastaria manutení-los e atualizá-los ad eternum.

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