Calidus B-250 Bader

Por Helen Haxell

A empresa com sede nos Emirados Árabes Unidos, Calidus, revelou pela primeira vez sua nova aeronave de ataque leve, a B-250, com capacidades multifuncionais no Dubai Airshow 2017, em 12 de novembro.

O B-250 faz parte do programa Bader que se originou em 2015 com uma série de parceiros, incluindo a empresa brasileira Novaer, fornecedora da estrutura da aeronave, e Rockwell Collins, fabricante do sistema de aviônica de bordo com a tecnologia Pro Line Fusion.

A aeronave é o primeira de emprego militar a ser desenvolvida no país e foi resultado de uma lacuna de capacidade, disse Hamdan Abdulla Al Shkeili, engenheiro-chefe de software da Calidus, à Shephard. A primeira entrega da aeronave é esperada para breve.

“Hoje estamos apresentando nosso projeto B-250. Tem uma aviônica de ponta muito forte para permitir que a aeronave cumpra suas missões corretamente e com precisão”, disse ele.

A série de aviônica Pro Line Fusion terá interfaces gráficas que estão integradas com um HUD digital e janelas de exibição multifunções. A percepção do terreno e os mostradores de vídeo EO/IR também devem fornecer aos pilotos uma maior consciência situacional do espaço aéreo.

As capacidades de missão da aeronave de voo único/duplo serão centradas em contra-insurreição, ISR, suporte aéreo próximo e operações de treinamento avançado.

Em relação às capacidades de armas, o B-250 pode lançar uma série de armas com capacidade para sete tipos de munições, bem como um sistema de EO/IR.

Cockpit do Calidus B-250 com aviônica Pro Line Fusion da Rockwell Collins

“É projetado para ser flexível para usuários finais. Pode transportar diferentes tipos de armas e foguetes. Está cumprindo uma lacuna que o mercado precisa para a guerra moderna com custos operacionais muito baixos “, comentou Al Shkeili.

Ele explicou ainda que a empresa está recebendo muito interesse nacional e internacional no B-250 e a “comunicação ativa” está ocorrendo atualmente com os usuários finais.

A Novaer desenvolveu a estrutura da aeronave, que é composta por fibra de carbono, que era um requisito fundamental da Calidus devido às suas capacidades leves.

“Tem um excelente desempenho devido ao fato de ser a primeira aeronave nesta categoria a ser totalmente feita de fibra de carbono. A fibra de carbono significa que tem menor peso e anti-fadiga [componentes], o que dá mais tempo de vida à aeronave “, disse Al Shkeili.

A instalação de produção da aeronave está em estágios iniciais de desenvolvimento e estará localizada em Al Ain, embora Al Shkeili tenha confirmado que há uma oportunidade para uma “produção muito alta” no local.

Nesta fase, o B-250 já realizou mais de 50 horas de voo. Segundo informes, acredita-se que, no verão deste ano, o primeiro protótipo da aeronave realizou sua primeira rotação do motor.

Atualmente, existem duas aeronaves no show, uma em exibição estática e uma que participa na exibição em voo. Não houve mais confirmação de nenhum outro B-250 nesta fase.
Ele utiliza um motor PT6A-68 de 1.600shp P&WC e a carga útil máxima do B-250 é de 1.796kg. o teto do serviço da aeronave é de 30.000 pés (9.150 metros) com uma autonomia de 2.400 milhas náuticas a 301 nós de velocidade.

FONTE: Shephard Media

57 COMMENTS

  1. Olá Colegas. Há algum tempo atrás, sugeri a adoção de um display WAD no A29 quando chegasse o meu upgrade de meia-vida.. e não é que o B250 já tem esse tipo de cockpit? E olha que apanhei

  2. “Ele utiliza um motor PT6A-68 de 1.600shp P&WC e a carga útil máxima do B-250 é de 1.796kg. o teto do serviço da aeronave é de 30.000 pés (9.150 metros) com uma autonomia de 2.400 milhas náuticas a 301 nós de velocidade.”
    ————————————————————————————————————-
    Desempenho superior ao do ST

  3. JT8D 12 de novembro de 2017 at 11:25
    Só em carga, mas tem que provar, algo que o Super Tucano não necessita fazer.
    De toda forma, anos luz do KT1 e Texan II, seu painel também é bem melhor.
    Tem que voar muito ainda, homologar, tem chão ainda a percorrer.

  4. Eita…
    Mas com Rockwell Collins à bordo, vai também tomar tinta do DoD dos EEUU nas vendas que o Tio Sam não aprovar. Contudo, ser um Clean Sheet design pode significar um desafio ao A29. Fica a pergunta… será que tem alguma coisa do Sr Kovacs nesse daí?! No A29 só tinha o que foi herdado do A27.

  5. Teria como melhor as capacidades do A-29??? Sem necessidade de fazer um novo projeto!!!
    Dar um upgrade na eletrônica, melhorar a estrutura das asas e adicionar mais uns dois pontos duros, se claro não forçar a estrutura!!! De repente teria que re-projetar as asas!!! Iria mais combustível, melhorando alcance..

  6. Antonio de Sampaio, o Texan II e o KT1 são aeronaves de instrução avançada, tem que comparar o B-250 COM O ST e AT-6.
    .
    Estes aviônicos da série Pro Line Fusion da Rockwell Collins são os usados no KC-390.

  7. E esse pod de foguetes que está montado nele? Parece mais robusto que os mais comuns. Ele tem outra função além de carregar/disparar foguetes? Utiliza foguetes de 70 mm ou maiores?

  8. Walfrido Strobel 12 de novembro de 2017 at 11:46
    Esse aí faz as duas coisas, instrução e também entra no nicho do Super Tucano: ataque.
    Se ele for mais barato que um A-29, o que é provável que seja, e seu preço estiver mais próximo de um KT-1, então é fim da linha do avião da KAI, não falo do Texan II pois me parece já no final de sua vida operacional, dado os concorrentes atuais.
    Então ao que tudo indica, treinadores mais simples como KT-1 ou o T-6 serão eclipsados pelo B-250 da Novaer, e é provável que ele também seja levado em conta por clientes do Super Tucano.
    Serve para treinamento e ataque, é feito em fibra de carbono, e tem uma aviônica que impressiona.
    Não veio ao mercado pra brincar.

  9. Luciano, pela inscrição LOGIR nele é o Low-Cost Guided Imaging Rocket da Coreia do Sul com tecnologia americana.
    .
    The Low-Cost Guided Imaging Rocket was a weapons system under development for the US Navy as part of ONR’s Low-Cost Imaging Terminal Seeker (LCITS) FNC.It transitioned as the weapon used in the Medusa Joint Capability Technology Demonstration with South Korea. The program provided a precision guided 2.75 inch (70 mm) rocket for use with existing Hydra 70 systems in service, as such it has many similarities with the Advanced Precision Kill Weapon System program. The principal difference between the systems is that while APKWS uses terminal laser homing, requiring the target to be ‘painted’ until impact, LOGIR would guide to a position supplied by the launching aircraft, using imaging infrared in the terminal phase making it a true fire-and-forget weapon. Another advantage of LOGIR was that it was “especially effective against swarm attacks by enemies like small boats, as there’s no need for ongoing guidance.”
    .
    South Korea’s contribution in the LOGIR program are the following:
    Electronics for guidance and control system (production only, design by the USA)
    Electronics for control actuation system (DSP and PWM inverter board)
    Assembly parts for control actuation system (CAS frame and integrated BLDC motor)
    Airframe structure and fins (canard fin, CAS skin, seeker skin)
    Cruciform tail fins and nozzle assembly
    Warhead and fuze attachment improvement
    Specifications
    Diameter: 70 mm
    Guidance: INS midcourse/Imaging infrared terminal.
    Motor: Existing Hydra 70 motors

  10. Não dá para ver direito, mas parece que eles escolheram uma Hartzell de quatro pás, o A-29 e o PC-21 usam uma de cinco pás com diâmetro menor e com corda bem larga, a velocidade máxima e de cuzeiro do Super Tucano deve ser maior. Interessante seria ter uma melhor visão da asa desse avião.

  11. Roberto F. Santana 12 de novembro de 2017 at 12:07
    Sim, a velocidade do ST é maior. O B-250 tem maior capacidade de carga e uma autonomia muitíssimo maior

  12. Antonio de Sampaio, como instrutor o B-250 poderia ser comparado ao Pilatus PC-21 ou até o ST que o Brasil usa na instrução em Natal com sucesso, esqueça qualquer comparação com KT-1 e T-6 II ou PC-9 e T-27 que estão um nível abaixo na instrução avançada.

  13. De fato esse projeto se aproveita de alguns pontos que seriam de possível melhora no ST, como o perfil das asas e a quantidade de pontos duros, e apesar de ter uma capacidade de carga um pouco maior, acredito que seja em função de ter um peso bruto menor, por utilizar materiais compostos, o que não sei se é vantagem em termos de resistência a impactos quando na função de coin.
    Para mim é um avião que fica no meio entre o o Tucano e o Super Tucano, e acho que poderia ter um hélice de cinco pás para aproveitar melhor a potência do motor, achei também que a empenagem vertical parece ser um pouco baixa e o cockpit traseiro poderia ser um pouco mais elevado (para função de treinador), mas pode ser que seja assim para reduzir o arrasto e melhorar a velocidade final, vai saber né.

  14. NOVAER/CALIDUR B-250 BARDER
    Velocidade Máxima: 301 nós x 1,852 km/h = 557,452 km/h
    Carga útil: 1.796kg
    Metralhadoras: Serão instaladas nas asas como o EMB-314 ST?
    Teto Máximo: 30.000 pés (9.150 metros)
    Autonomia: 1mn = 1,60934 km => 2.400 mn x 1,60934 km = 3.842,41 km
    Motor: PT6A-68 de 1.600shp P&WC
    .
    EMB 314 SUPER TUCANO
    Velocidade máxima: 593 km/h
    Velocidade de cruzeiro: 520 km/h
    Carga Últil: 1.500 kg
    Metralhadoras: 2 metralhadores .50 nas asas
    Teto de serviço: 10 665 m
    Autonomia de voo: 4.820 km
    Tipo de motor: Pratt & Whitney Canada PT6
    (Fonte: EMBRAER)
    .
    Resta esperar mais dados sobre o B-250 Bader pois comparando o que diz a reportagem sobre o B-250 Bader, o ST ainda se sai muito bem. Quanto à aviônica e sistemas, é mais do que óbvio ST pode sofrer atualizações. Veremos.

  15. Ádson 12 de novembro de 2017 at 12:07
    Adson, não há motivo nenhum para ninguem reclamar, a Novaer tinha dois produtos que não interessam ao Brasil no momento, um substituro do T-25 e um concorrente do A-29, nada mais natural que com apoio do Ministério da Defesa seus produtos tenham sido oferecidos a países que se interessem em investir na produção.
    Felicidades a Novaer nesta empreitada.
    O mesmo aconteceu com o An-132D e An-178, como a Ucrânia não tem como investir neles agora estão procurando quem invista, a Arábia Daudita investiu no An-132D como coprodutor e a China está avaliando investir no An-178, ja assinaram um protocolo para isso.

  16. Quanto o perfil das asas, realmente a que se levar em consideração que o ST tem as .50 instaladas e ao meu ver isso é um ponto a favor, e a menor quantidade de pilones não representam necessariamente uma desvantagem pois representa menor arrasto, e muitas das armas podem ser levadas em cachos e casulos (como SDBS e foguetes guiados ou não).

  17. JT8D 12 de novembro de 2017 at 12:10
    Tem que ver com que carga, mas acho que a autonomia do Super Tucano é maior.
    ________________________
    Walfrido Strobel 12 de novembro de 2017 at 12:11
    Quem pode o mais, acho que neste caso pode o menos também, vai cumprir o papel que caberia ao KT1 e similares, e vai entrar no papel de Super Tucano.
    Só achei que sua área é pequena, pelo menos visualmente, é menor que o A-29, que parece ser mais bem distribuído, nariz grande por conta do motor, e pouca traseira, talvez isso traga algum desequilíbrio, mas é apenas uma avaliação pessoal e visual.
    Quando entrar no mercado, é provável que clientes de KT1 e similares, peçam avaliação do Bader também… o mesmo vale para clientes de A-29… aaahhhhhhhhh tem aquele avião, como é mesmo o nome dele??? e olha o Bader chegando….
    Eu achei que Bader pudesse ser algum pássaro ou animal daquela região, uma serpente talvez ou um pequeno felino local.. mas até o momento só achei o sobre nome de um xeque árabe.. o problema é que o cara controla a babilaca de um fundo de desenvolvimento…. se o Bader corresponde a ele ou não, não sei.
    Assento traseiro também poderia ser em posição mais elevada.

  18. Gonçalo Jr. 12 de novembro de 2017 at 12:27
    A autonomia do ST que você colocou é para ferry flight. É preciso conhecer melhor os dados do B-250 para poder fazer uma comparação correta

  19. JT8D 12 de novembro de 2017 at 12:51
    Por isso, no último parágrafo do meu post e escrevi o abaixo:
    “Resta esperar mais dados sobre o B-250 Bader pois comparando o que diz a reportagem sobre o B-250 Bader, o ST ainda se sai muito bem. Quanto à aviônica e sistemas, é mais do que óbvio ST pode sofrer atualizações. Veremos.”

  20. Quem sabe isso “provoque” a Embraer para projetar um “Super Tucano II” com motor um pouco mais potente, novos materias, aviônica (talves para vôo autônomo/drone) e talvez canhões de 20mm nas asas para quem sabe criar um novo nicho com menos concorrentes onde até mesmo possam concretizar uma possibilidade que li algum tempo atrás, o de uma versão de patrulha marítima e SAR

    http://sistemasdearmas.com.br/ca/p29.html

  21. Tendo um grupo propulsor similar ao A-29 sua maior capacidade de carga útil deve ser pelo menor peso de sua estrutura em fibra de carbono e talvez uma maior área total de asa. Quanto a questão de um upgrade de meia-vida no nosso A-29 seria a inclusão de uma aviônica mais moderna e partes da estrutura em fibra de carbono visando redução do peso.

  22. “A Novaer desenvolveu a estrutura da aeronave, que é composta por fibra de carbono, que era um requisito fundamental da Calidus devido às suas capacidades leves.”

    ” “Tem um excelente desempenho devido ao fato de ser a primeira aeronave nesta categoria a ser totalmente feita de fibra de carbono. A fibra de carbono significa que tem menor peso e anti-fadiga [componentes], o que dá mais tempo de vida à aeronave “, disse Al Shkeili. ”

    Vejo a Novaer como uma empresa promissora. Acredito que o que está faltando á ela é incentivos governamentais. A FAB em breve precisará de um novo treinador primário turbo hélice, uma demanda que a Novaer poderá muito bem cumprir e atender. Acredito que a Embraer não tenha qualquer interesse em retornar a este segmento de aeronaves. Uma pena, sou um grande fã do T-27.

  23. Eu vejo várias pessoas sugerindo modernizações para o ST, mas não conheço nimguem na FAB que ache necessária qualquer atualização na sua aviônica que ja é atual para o que se pretende dela.
    Se um dia precisar tem a Elbit aqui no Brasil para providenciar.

  24. O ideal é colocar o WAD desenvolvido para o Gripen no A-29 MLU da FAB e nas novas aeronaves Super Tucano. Assim teremos comunalidade na aviação de caça e um sistema muito moderno capaz de fazer o diferencial nas novas operações.

  25. “Hélio 12 de novembro de 2017 at 15:54
    Afinal, o projeto é brasileiro ou árabe?”
    .
    Os dois, dependendo do ponto de vista.
    Há projetistas brasileiros, numa parceria de uma empresa dos Emirados com uma empresa brasileira.
    O dinheiro é dos Emirados.
    O dono do projeto é quem paga por ele.

  26. PilotoUno 12 de novembro de 2017 at 16:02
    Somente o WAD do Gripen custa mais caro, muito mais que dois A-29 Super Tucano completos, e ainda sobra um bom dinheiro.
    Estamos falando de um equipamento usado em caças de quinta geração, e não num avião que deixa cair bolotas de ferro pré fragmentado com recheio de trotil.
    ___________
    Quem sabe a Calidus não se interessa pelo KC-390 nesses mesmo moldes??? produção local e venda para os E.A.U e países vizinhos..

  27. “Somente o WAD do Gripen custa mais caro, muito mais que dois A-29 Super Tucano completos, e ainda sobra um bom dinheiro.”
    .
    Sério? De onde vem essa conta?

  28. nunao 12 de novembro de 2017 at 20:29
    954 milhões de dólares / 36 = 26,5… milhões de dólares
    Um Super Tucano custa 13 milhões de dólares???
    Se esse valor total incluiu a transferência de tecnologia ou não para AEL, e mais outras pagamentos que nunca saberemos, não importa, importa é que o contrato do Gripen brasileiro foi acrescido em 954 milhões de dólares por conta desse WAD exclusivo.
    Então é essa a conta que faço. No duro é isso…
    Na matéria sobre o Gripen no Estadão agora recente, Roberto Godoy, sempre preciso, informou o valor do contrato do Gripen em 4,5 bilhões de dólares com a SAAB, ou seja, sem fazer a conta do WAD que é com Israel.
    Estamos pagando um quase um bilhão de dólares por esse display.
    Se eu estiver errado, faço a marcha de 36 com o tubo e placa base do 81 nas costas, o reparo eu levo em bandoleira, mais equipamento individual completo, incluindo Fz 7,62 M964A1, vulgo PARAFAL, suprimento classe 1 completo, água e ração para três jornadas e o kit de munição padrão, 800 Car 7,62 M1, sendo 200 traçadoras, seis granadas de mão, sendo duas HE, duas fumígenas e duas *WP.
    Fósforo branco.
    É isso.

  29. Antonio,
    O contrato com a SAAB foi fechado em coroas suecas. Dependendo da cotação do dia, pode ser 4,5 bilhões de dólares ou 5,4 bi….ou outro valor.
    Roberto Godoy nem sempre é preciso (estou sendo legal com ele).
    O aumento do preço não foi só por causa do WAD. Teve outras coisas que explicam o aumento do preço. Então sua conta está errada.

  30. Conceito: Por enquanto essa aeronave é um demonstrador de conceitos que aliás sem nada de novo. Os fabricantes estão formando um DNA, portanto comparar com o A-29 já praticamente consagrado é piada. A Novaer me lembra a GURGEL, que apoiou um conceito de automóvel em uma plataforma de um possível concorrente.
    Se evoluir e ganhar a 1ª concorrência tem chances. Caso contrário vai se juntar aos YF-23 ou F-20 ou similares da vida.

  31. “Antonio de Sampaio 12 de novembro de 2017 at 21:19
    nunao 12 de novembro de 2017 at 20:29
    954 milhões de dólares / 36 = 26,5… milhões de dólares
    Um Super Tucano custa 13 milhões de dólares???
    Se esse valor total incluiu a transferência de tecnologia ou não para AEL, e mais outras pagamentos que nunca saberemos, não importa, importa é que o contrato do Gripen brasileiro foi acrescido em 954 milhões de dólares por conta desse WAD exclusivo.
    Então é essa a conta que faço. No duro é isso…”

    .
    Sua conta está errada. O WAD não custou 954 milhões de dólares. E não sou eu quem diz isso, é o Ministério Público Federal. Repito um comentário que fiz meses atrás:
    .
    …como eu sei que muita gente tem preguiça de usar o campo busca do blog e fica repetindo esse mantra de “tela de 1 bilhão de dólares”, seguem links que informam que o valor do WAD (a tela de grande tamanho da versão brasileira) equivale a cerca de 2,5% do valor do contrato dos caças.
    .
    Se considerarmos o contrato de US$ 5,4 bi (grosso modo, pois é em coroas suecas) o WAD está custando perto de US$ 135 milhões, ou mais ou menos 13,5% do “1 bilhão” repetido como mantra há anos e anos. As informações são do MPF quando arquivou o processo que investigava o tema em 2015 (depois desarquivou, por outros motivos). Links da matéria do Poder Aéreo e para pdf com o despacho original do MPF que arquivamos aqui:

    .
    http://www.aereo.jor.br/2015/09/03/mpf-arquiva-inquerito-sobre-o-programa-f-x2-da-fab/
    .
    https://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads//2015/09/Despacho-de-arquivamento-de-processo.pdf
    .
    Bom, esses são os fatos. Pode refazer suas contas dividindo 135 milhões de dólares por 36 aeronaves, na conta de padaria, e tentar comprar dois Super Tucanos com o resultado.
    .
    “Se eu estiver errado, faço a marcha de 36 com o tubo e placa base do 81 nas costas, o reparo eu levo em bandoleira, mais equipamento individual completo, incluindo Fz 7,62 M964A1, vulgo PARAFAL, suprimento classe 1 completo, água e ração para três jornadas e o kit de munição padrão, 800 Car 7,62 M1, sendo 200 traçadoras, seis granadas de mão, sendo duas HE, duas fumígenas e duas *WP.”
    .
    Como você está errado, e eu provei isso, pode começar a marcha amanhã mesmo. Se estiver trabalhando, pode ser no fim de semana que vem, ou no feriado do dia 15. Ah, e peça para alguém tirar fotos de todo o trajeto, ou um vídeo, e passe o link pra provar que cumpriu a promessa.

  32. Rafael Oliveira 12 de novembro de 2017 at 21:36
    MATÉRIA DO G1, é fácil achar, tem em toda parte:

    _______________________
    Segundo o CEO e presidente da Saab, Hakan Buskne, “basicamente [o preço subiu] devido aos pedidos do cliente. Nós oferecemos algo e eles fizeram novos pedidos, como o Wide Area Display [WAD, um display panorâmico]”, disse ele a jornalistas brasileiros na capital sueca na última semana. O display não existe em nenhuma das versões do jato que a companhia desenvolve desde 1980. (veja detalhes no vídeo acima).
    As mudanças são a justificativa para a elevação em US$ 900 milhões do valor da compra, em relação à proposta final apresentada em 2009 durante a concorrência da qual participaram também o F-18, da norte-americana Boeing, e o Rafale, da francesa Dassault.
    ___________________
    Aí está, este valor nada tem a ver com a variação cambial da moeda sueca, é o preço que o Brasil está pagando pelo WAD, e o valor mais preciso é este mesmo que postei, U$ 954 milhões de dólares, é o que tenho lido.
    Quem diz que o preço
    De 4,5 bilhões original, com ToT e tudo completo, foi parar nos 5,4 bilhões de dólares.
    E quem diz que o preço subiu em função do WAD em 900 milhões, é Hakan Buskne, presidente da SAAB.
    _______________
    Tamanha 23:30 e tem avião pousando em Congonhas, fui ver o que era, pensei até que era o avião do Temer, mas era um Gol, e o pior, na sequência menos de dois minutos depois pousou um Avianca, e tem mais uns 4 ou cinco na fila, todos vindo do Rio de Janeiro, tem um pousando agora.
    Tem mais dois Gol e um Tam vindo pelo outro lado…deve ser mau tempo, lá e aqui não sei, se bem que aqui não choveu, mas estranhamente o aeroporto deu uma parada depois das 20, 21 horas mais ou menos.. não sei de teve algum problema técnico, mas passar mais de 10 minutos sem ouvir barulho de avião pousando ou decolando por aqui é sinal de problema.

  33. Walfrido Strobel 12 de novembro de 2017 at 12:04

    Muito obrigado!

    Mas fiquei curioso com o formato do pod. É apenas pra se ter menor arrasto ou há eletrônicos nele para “pintar” o alvo?

  34. Foi drone.. quem mora por aqui já sabe, esse aeroporto nunca para, é direto, saiu no G1, li agora, ficou mesmo fechado agora noite por mais de duas horas por conta de um drone.. foi mais ou menos na hora que eu falei acima que vi tudo em silêncio… olha o risco… tem avião pousando ainda…..
    ___________________
    G1
    Um drone causou o cancelamento de pousos no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, na noite deste domingo (12), informou a Infraero. O problema afetou o funcionamento do terminal por mais de duas horas, entre as 20h15 e até por volta das 22h30.
    Além dos voos cancelados, pelo menos 20 aeronaves que iriam descer na capital foram desviadas para outros aeroportos, como Cumbica, em Guarulhos, e Viracopos, em Campinas.
    Às 22h20, o saguão do aeroporto estava lotado de passageiros que esperavam para viajar.
    ___________________________________________
    Tem muito balão também, balão tem direto, é comum ver uma chama parada no céu aqui nesta região, bem na rota dos aviões…

  35. “Antonio de Sampaio 12 de novembro de 2017 at 22:38
    Rafael Oliveira 12 de novembro de 2017 at 21:36
    MATÉRIA DO G1, é fácil achar, tem em toda parte”

    .
    Sim, tem aqui também:
    http://www.aereo.jor.br/2014/11/20/conheca-a-versao-personalizada-do-caca-sueco-que-o-brasil-comprou/
    .
    “E quem diz que o preço subiu em função do WAD em 900 milhões, é Hakan Buskne, presidente da SAAB.”
    .
    Não, ele disse que subiu devido aos pedidos do cliente, e entre esses pedidos está o WAD. Mas não é o único. Na mesma matéria constam os seguintes itens além do WAD, segundo Bjorn Johansson, engenheiro-chefe do novo caça (conforme a matéria do G1):
    .
    – um novo sistema de comunicação com encriptação e rádios duplos
    – especificações na pressão interna do cockpit, buscando permitir à aeronave operar em altitudes elevadas por muito tempo sem causar mal estar ao piloto pela descompressão.
    – rede avançada de guerra eletrônica: ações e sensores que podem identificar, interceptar ou destruir mensagens de interferência
    – sensores de infravermelho de busca e salvamento
    – sistema resistente a interferências, além da ligação por datalink (transmite informações de dados e voz) que fará a comunicação entre caças e também com torres de controle em terra e outros tipos de aviões militares brasileiros.
    – a capacidade de integrar armas produzidas nacionalmente
    – o Helmet Mounted (HMD), um óculos acoplado ao capacete que serve também como monitor e a partir do qual o piloto pode atacar e reconhecer alvos
    – e uma saída para minimizar a “assinatura radar” do avião, que impeça a identificação pelos inimigos.
    .
    E, como te passei nos links acima, o valor do WAD no meio disso tudo corresponde a cerca de 13% dos 954 mihões de dólares do acréscimo, ou aproximadamente 2,5% do valor total de 5,4 bilhões de dólares.
    .
    E, caso você não se satisfaça com os links aqui do Poder Aéreo, segue link do próprio MPF a respeito do que foi apurado sobre o valor do WAD:
    .
    http://www.mpf.mp.br/df/sala-de-imprensa/docs/despacho-desarquivamento-cacas
    .
    Transcrição de um trecho:
    “verificou-se que o componente de preço do WAD, em relação aos demais componentes acrescentados por obra do RFC, que representam a atualização tecnológica, equivale a somente 2,5% do valor do contrato de aquisição, ao contrário do que se leu nos meios de comunicação, não havendo elementos para afirmar que se trate, portanto, de insumo desnecessário que geraria sobrepreço ilícito.”
    .
    Enfim, pode começar a preparar o equipamento para a marcha.

  36. Antonio de Sampaio,
    Conhecia a matéria do G1 e lendo o trecho que você transcreveu com atenção, já dá para perceber seu erro.
    “basicamente [o preço subiu] devido aos pedidos do cliente. Nós oferecemos algo e eles fizeram novos pedidos, como o Wide Area Display [WAD, um display panorâmico]”
    “”””novos pedidos, como”””””
    Novos pedidos = plural, mais de um pedido.
    Como = advérbio, no caso, usado para exemplificar um dos pedidos.
    Uma frase semelhante para torná-la mais clara:
    A FAB tem aviões, como o F-5M.
    O F-5M é um dos aviões da FAB, mas não é o único. Ela tem outros modelos, como o A-1, o C-130, C-95M, etc.
    .
    Ainda, as duas respostas do Nunão, completíssimas, tiram qualquer dúvida de quem as lê-las com um mínimo de atenção.
    Aliás, Nunão, acho que vale uma “nova matéria”: WAD não custou quase US$ 1 bi. E aí coloca esses trechos. Claro que muita gente não vai ler e vai continuar afirmando essa estultice. Mas daí é só colocar o link para tentar esclarecer para a pessoa.
    .
    E sim, o valor do contrato aumentou em razão desses pedidos adicionais da FAB. Só quis mostrar que como o contrato foi fechado em coroas suecas, seu valor em dólares varia ao longo do tempo, de acordo com a cotação da moeda sueca (e depois varia conforme a cotação do real). A título de curiosidade, de acordo com a cotação de hoje, o contrato está com o valor de US$ 4.757.563.798,34.

  37. “Tem um excelente desempenho devido ao fato de ser a primeira aeronave nesta categoria a ser totalmente feita de fibra de carbono. A fibra de carbono significa que tem menor peso e anti-fadiga [componentes], o que dá mais tempo de vida à aeronave “, disse Al Shkeili.

    Tecnicamente ele está errado, os metodos de calculo mudam, mas ele não é imune a fadiga.
    Dependendo de como foi projetada a estrutura, a Vida em Fadiga da pode ser até menor do que um avião como Super Tucano que usa a filosofia de projeto de “Estrutura TOLERANTE a Dano”. Só esperando os ensaios de Fadiga pra saber.

    Outra coisa a se considerar é que reparos em estrutura de fibra de Carbono usualmente são realizados com doublers e prendedores em Titânio então se tomar tiro, ja viu! Em caso onde há Honeycomb so o preenchimento do dano com resina não é suficiente e instalação de doubler é dificil entao trocas da paineis podem ser necessárias.

    Creio que assumiram um risco enorme pensando no alivio de peso mas não pensando no pós venda e retorno da aeronave em serviço após Battle Damage.

    Abraços,

  38. Antonio de Sampaio 12 de novembro de 2017 at 21:19

    Quando você diz:
    “…faço a marcha de 36 com o tubo e placa base do 81 nas costas, o reparo eu levo em bandoleira, mais equipamento individual completo,…”

    Por favor, poderia explicar, a um leigo, qual o significado desta frase?

    Saudações

  39. Ele disse que faria uma marcha (caminhada a 5 ou 6 Km/h) carregando sozinho um morteiro médio, fora o equipamento individual (armamento, munição, ração, etc). Muito embusteiro acaba pagando pela língua grande. Rsrsrs

  40. EParro 13 de novembro de 2017 at 9:50
    Amigo, marcha é um movimento tático, – um pobre paisano aqui diz que marcha é uma “caminhada”, dizer o que?? – caminhar onde?? no Ibirapuera? eu já “caminhei” muito mas no Gericinó… deixa esse cara pra lá… esse aí é daqueles que já deu milhares de tiros de pistola Desert Eagle por exemplo, mas tudo virtual – a tecnologia de hoje dispensa que se colecione coisas como Guerra na Paz ou Guia de Armas de Guerra – ele deve passar o dia inteiro “atirando” com aquele velho dos EUA que é patrocinado pelo Glock e fábricas de munição para atirar em patos, perus e porcos do mato feitos de ferro ou toneis de água…melancias e garrafas pet com água colorida dentro… conheço esses tipos… … “caminhada”… kkkkkk… aliás, eu não conheço a Desert Eagle, mas conheço e muito bem a Colt M1911… é claro que ele nunca verá as duas, nem em sonho…
    ______________
    Marcha é um movimento tático, podendo ser administrativa ou marcha para o combate, as marchas administrativas são previstas no PP (Programa Padrão) de formação do soldado, são de 8, 12, 24 e 36 Km, a de 36 é diuturna, e no final, a tropa estaciona a noite e cada um prepara seu próprio bivaque, uma espécie de abrigo improvisado, usando um poncho por exemplo, ou meios de fortuna encontrados na própria região…
    Falar em Morteiro, o Morteiro 81 mm é uma arma de tiro curva altamente eficiente – ele chama de “morteiro médio”, rsrs – lança vários tipos de granadas, é orgânico da Cia de Fuzileiros de Infantaria, Pelotão de Apoio, o Mrt 60 mm é orgânico do Pelotão de Fuzileiros, ainda tem os morteiros pesados, calibre 120 mm, para você ter uma ideia do que essa boca de fogo faz, o L-119 / L-118 Light Gun da artilharia, tem tubo para 105 mm, e essa coisa lança uma bolota de 120 mm, é um botijão de gás com aletas lançando a 8 Km, trotil e ferro pré fragmentado. Vai vendo…esta arma é orgânica da Cia de Apoio do Btl Inf… quando se executa tiro com os morteiros pesados, as autoridades de controle aéreo são informadas para que o espaço aéreo seja fechado naquele polígono, é que suas granadas vão muito alto, chegando a altitude de aviões.
    Mas é isso, o 81 é excelente, no segundo disparo já pode gritar “NA”, ou “No alvo”, o bicho corrige e vai buscar no segundo tiro.. aí o C.P. comanda “Eficácia tantos tiros” ou “Peça, Fogo a vontade!”.. soldado vai a loucura com esse comando…
    Carregar todo o equipamento individual e armamento coletivo é coisa de marchas para o combate, já levei de tudo, o pior é que fica encarregado justamente de levar o 81, e eu explico, tudo nele é pesado, o tubo é pesado, a placa base é pesada e o bipé também, tudo pesa e o pior, é incômodo de carregar e não tem com revezar, ou seja, ou cara que leva o tubo, não pode dizer para quem está com a placa base: “Toma o tubo, eu fico com a placa base”, os dois pesam igualmente, é uma insanidade, talvez a placa base seja pior que o tubo, pois é ainda mais inconveniente de carregar, a gente fica com pena, mas alguém da Companhia tem de levar essas coisas, melhor negócio faz quem pega a MAG, é leve, tem o reparo, todo em alumínio, levinho também, o pior por incrível que pareça na MAG são os cofres ou maletas de munição, além de pesadas, são inconvenientes de transportar, carrega-se como uma mala, mas são várias, fica toda hora batendo na perna, a arma anti carro atual é o AT-4 ou o Carl Gustav, mas sou do tempo do 57, é coisa pra cabras, tubo pesado, leva-se a munição, uma enorme vara de limpeza para o tubo, luvas de asbesto, enfim, esta arma tem uma vantagem que eu conheço bem, e muito, no final da jornada, na hora da tora, eu estrategicamente tirava o 57 da sua capa ou estojo de proteção, e me cobria com ela para me proteger do frio da noite, é uma capa com uma grossa lona por fora, e uma camada de feltro bem grosso e macio por dentro, quentinho, confortável, show de bola, por isso eu sempre gostei do 57 SR… colocava o bicho do meu lado e me cobria com seu estojo, ao amanhecer, o secava do orvalho e o recolocava no estojo… eu torava dentro do estojo do 57..
    Mas é isso…
    Numa situação real mesmo, Classe I é para três jornadas sem reabastecer, Classe V padrão, 800 Car 7,62 M1, sendo 200 M1 Tr, granadas são oito, entre 4 M4 Def Of, 2 Fumígenas e duas incendiárias, pode ser WP (fósforo branco) ou Magnésio… nada impede que se leva mais…. sempre tem as fitas sobressalentes para MAG, ou um ERC 110 que ninguém gosta de levar, bobinas de fio de telefone de campanha são equipamentos importantes, servem além das comunicações, e são usadas como cordel de tropeço para proteger uma base de patrulha por exemplo, uma latinha de ração amarrada numa árvore com pedras dentro atadas num fio desses, e você escuta a chegada do inimigo a quilômetros.. isso é para quem não tem Claymore com sensor a laser.
    Não sou frustrado porque nunca precisei colecionar Guerra na Paz ou ficar pelo youtube vendo essas coisas, desde a tenra idade, que me acostumei ser despertado ao som da corneta, vi tudo in loco.
    Sou daqueles que vê uma luz verde numa porta, e alguém lhe dando um tapinha nas costas.
    _________________
    Bravo seis Bravo seis, qual o motivo do atraso aí na frente, dificuldades na marcação, Wolf??… sabe de onde é este diálogo?? diálogo feito através de um ERC110… muito legal isso aí… no final, este mesmo diz: “Despeje tudo sobre a minha posição, esta guerra é fantástica”…
    __________________
    Aos camaradas do gasto com o WAD do Gripen, a maioria desses acessórios, se não todos, já são de série de Gripen original, ou seja, o preço não teria grande variação por isso, o que ocorre é que a FAB pediu particularidades, mas a variação de preço não seria significativa, o sistema de comunicação por exemplo, seria trocado de qualquer maneira, já que o Gripen da Suécia usa equipamento exclusivo da OTAN.
    Acredito que o grosso mesmo, se deve a incorporação do WAD e os “negócios” do Brasil com Israel.

  41. Ahahaahahah, em vez de marchar, bateu em retirada. Nem despacho do MPF informando que o valor do WAD não é o que ele acha convence o sujeito.
    .
    Que coisa feia, Antonio. Já pedimos: vai marchar e manda depois o link do vídeo. Agora que vc já descreveu toda a relação de equipamentos e detalhes sobre a marcha, ficará mais fácil da gente conferir se está fazendo certo, ou se terá que repetir pra cumprir sua palavra.

  42. Nunão, no meu GC, você seria o “padioleiro”…… não dá velho… kkk… esse dinheiro todo é pelo WAD e para pagar Israel por baixo, pelo que eventualmente fazem pelo Indústria de Defesa do Brasil por baixo dos panos…
    MPF entende tanto de Gripen, WAD ou custo de equipamento de defesa, quanto das luas dos anéis de Saturno.. qualquer um engabela eles numa oitiva….

  43. Sim sim, e para concluir isso vc teve acesso a toda a documentação que o MPF recebeu e certamente fez todas as contas. Certo? Não?
    .
    Cara, não adianta desviar o assunto, desqualificar MPF com suas teorias, me chamar de padioleiro ou que mais passar na sua cabeça. Você apostou sozinho e perdeu. A saída honrosa é simples, mostre que tem honra, que é um homem de palavra e faça a marcha.
    .
    Pra não te deixar sem uma saída justa e honrosa, pode ser apenas uma volta no quarteirão.
    .
    Mas fugir da raia pega mal até pra sua biografia, da qual, pelo que vejo, você se orgulha.
    .
    Enfim, esse foi meu ultimo comentário a respeito, a não ser que vc queira continuar rentando me desqualificar. Aguardamos a marcha prometida.

  44. Bisonho, ele pediu pra explicar o que você havia dito, você se apegar ao jargão só demonstra o embusteiro que é. Marcha realizada pelo infante não é “caminhada”? Você vai bater as asinhas e fazer os 36 km voando? Chega que está ficando feio, admitir que erra só demonstra hombridade.

  45. Com relação à fibra de carbono utilizada, bem…
    Alguém já sabe se o Adir atingido por um pássaro (ou um S-200 de acordo com os sputnikes…) vai ter baixa ou reparo ?
    Infelizmente estou vendo que só “pobre” por necessidade ou espírito pensa em reparo por dano.
    O lance é ter desempenho superior. Quebrou fora da garantia ? Consertar pode ser caro e/ou demorado ? Dá PT, canibaliza ao.máximo e compra outro.

  46. Antonio de Sampaio 13 de novembro de 2017 at 14:26
    Meteram a faca sem dúvida, será que valeu a pena??? um custo absurdo com certeza.
    Há quem defenda.

  47. Tanto nas informações do MPF como na declaração do executivo da SAAB, a informação que se depreende é que o WAD custou uma fração do custo adicional de quase 1 bi de dólares…..e não actotalidade desse valor. Querem negar isso? Bom, cada um entende na razão proporcional de suas capacidades. E todas as alterações descritas pelo executivo da SAAB são requisotos da FAB….logo, não estão previstas na versão originalcdo NG. A versão original, da FA Sueca, tem criptografia, painel, HMD, etc…todos diferentes do que a FAB escolheu. Portanto, o preço original era para o caça padrão da FA Sueca. A FAB fez suas escolhas de equipamentos e isso tem um custo para adquirir, implementar e homologar. Foram vários requisitos específicos para a versão Fabiana. Daí o custo de quase 1 bi. Se não entenderam os links bem colocados pelo Nunão, paciência! Mais claro que isso, nem desenhando.
    E quanto à marcha (que é sim, uma caminhada….pois não é corrida, nem voo, muito menos levitação, nào importando se está de mãos abanando ou carregando um M-109 nas costas), prometida? Falou de supetão, não pensou…..agora tem que cumprir! Palavra empenhada tem que ser honrada! Estamos no aguardo das imagens da marcha (devidamente equipado, como prometido)!

  48. Walfrido Strobel 12 de novembro de 2017 at 16:23

    Walfrido, o painel com três MFD é o da versão que os EUA compraram para a FA Afegã. Não sei se os da Colômbia, Chile e Equador também não possuem 3 telas. Os da FAB, todos eles, possuem painel com 2 MFD.

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