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Bahrain liberado para comprar 19 caças F-16V e atualizar 20 jatos Block 40

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F-16 do Bahrain

A administração do Trump deu ao Bahrain a autorização para comprar 19 novos caças Lockheed Martin F-16Vs por cerca de US$ 2,79 bilhões.

A Agência de Cooperação de Segurança e Defesa (DSCA) também confirmou a atualização de 20 aeronaves F-16 Block 40 do Bahrain para a configuração F-16V mais moderna. O Bahrain pagará cerca de US$ 1,082 bilhão para a atualização.

Todos os jatos serão equipados com o motor turbofan com pós-combustão F-110-GE-129.

A DSCA disse que o governo de Bahrain solicitou os seguintes itens:

  • Dezenove (19) aviões F-16V Aircraft;
  • Dezenove (19) canhões M61 Vulcan 20mm;
  • Vinte e dois (22) motores F-110-GE-129 (incluindo três sobressalentes);
  • Vinte e dois (22) radares APG-83 Active Electronically Scanned Array (incluindo três sobressalentes);
  • Vinte e dois (22) Modular Mission Computers (incluindo três sobressalentes);
  • Vinte e dois (22) Embedded Global Navigation Systems/LN260 EGI (incluindo três sobressalentes);
  • Vinte e dois (22) Improved Programmable Display Generators (iPDG) (incluindo três sobressalentes);
  • Trinta e oito (38) LAU-129 Launchers.

Esta venda também incluiu (19) AN/ALQ-211 AIDEWS Systems, trinta e oito (38) LAU-118A Launchers, quarenta e dois (42) rádios AN/ARC-238 SINCGARS ou equivalente, vinte e dois (22) sistemas AN/APX-126 Advanced Identification Friend or Foe (AIFF) ou equivalente, vinte e dois (22) aplicativos criptográficos, equipamentos de comunicação seguros, peças sobressalentes e peças de reparo, treinamento de pessoal e equipamentos de treinamento, simuladores, publicações e documentação técnica, contratação de serviços do Governo dos EUA e serviços de suporte técnico de contratação, contêineres, suporte de mísseis e equipamentos de teste, integração e teste do fabricante de equipamentos originais, serviços de suporte e treinamento técnico do governo dos EUA e contratação, pesquisa de local, projeto, estudos / análise / serviços de construção, operações / manutenção / treinamento / instalações de suporte associadas, segurança cibernética, suporte crítico de recursos informáticos, proteção de força e outros elementos relacionados de logística e suporte a programas. O custo estimado total do programa é de US$ 2,785 bilhões.

21 COMMENTS

  1. Único País do Golfo a manter relações com Israel.
    Israel mantém um representante comercial em Manama.
    Esse caras tem gás saindo pelos ouvidos (rs). Gás mesmo.
    Por incrível que pareça seus inimigos são árabes.
    ___________________________

    Belas aquisições, ótimo MRO.
    Shalom

  2. Eu sabia que Israel tinha relações até “mais ou menos boas” com a Jordânia. Procede, meu caro Carlos Alberto??

    Com relação ao F-16, acho que teria sido perfeito ao Brasil. É uma pena que nunca saiu esse acordo. Prefiro 30 unidades do F-16 do que 46 do F-5M.

  3. Quem dera os F-16 voando no Brasil….mesmo em versões mais antigas, poderiam ser atualizadas aos moldes dos modelos atuais.
    Mas…. estamos no Brasil, terra em que nossos governantes pensam com a cabeça nos anos 1960, a filosofia política dos anos 1970 à esquerda- quando resolvem pensar, pois é muito difícil – e a ganância desenfreada em corrupção nos dias atuais.

  4. E eu falei que ficava no golfo?? Cadê?? Não tô vendo isso…
    Eu simplesmente falei que a Jordânia tinha boas relações com Israel, até onde eu sabia. E pedi a confirmação do Sr. Carlos Alberto. Volte um pouquinho o texto e releia, meu caro Wagner. A bolinha do mouse pode ajudar você!! 😉

  5. Tamandaré
    Jordânia
    relações respeitosas.
    Não há acordo para passagem de aviões civis sobre os territórios.
    Não há integração nas FA’s
    Há um bom relacionamento com os “Ss”
    Há comércio, mas muito pouco.
    O vale do Jordão nunca será devolvido, jamais basta raciocinar e ver a região com os dados
    georáficos. Lá NÃO tem petróleo nem Gás.
    relações respeitosas.
    Não há acordo para passagem de aviões civis sobre os territórios.
    Não há integração nas FA’s
    Há um bom relacionamento com os “Ss”
    Há comércio, mas muito pouco.
    O vale do Jordão nunca será devolvido, jamais basta raciocinar e ver a região com os dados
    georáficos. Lá NÃO tem petróleo nem Gás.
    _____________________________

    Egito
    relações respeitosas.
    Há acordo para passagem de aviões civis sobre os territórios, mas ambos não o utilizam
    por questões de segurança, é de comum acordo.
    Não há integração nas FA’s, mas elas se conversam e agem no Sinai.
    Há um bom relacionamento com os “Ss”
    Há comércio, mas pouco.
    O SINAI fez parte do acordo de CD 74-75
    Lá tem petróleo e Gás.
    Israel faz uso do Canal de Suez, inclusive com psg de Naus militares.
    _____________________________

    Bahrein
    Não se agridem mais.
    Eles pararam de financiar o Hamas e o Hesbolah (há uma desconfiança, mas).
    As más linguas dizem que é comum o Dolphin “estar” na costa do País deles nas cercanias de Al Dur (Irã ?)
    Há um comércio entre os países,
    Israel mantém um diplomata em Mamana encarregado desse tema.
    Os “Ss” se falam pouco, mas ….
    ________________

    Tamandaré
    Pergunte o que quiser, se estiver sob meu alcance.
    Shalom

  6. Carlos Alberto, mais uma vez grato por sua atenção!!

    Quanto à região, seriam só mesmo esses 3 países que têm “relações minimamente respeitosas” com Israel? Ou há mais algum país que já se encaminha para acordos mais duradouros de não-agressão?

    Fiquem com Deus, boa noite! 😉

  7. Tamandaré, não sou o Carlos Alberto.. mas
    Turquia está voltando a se relacionar com Israel depois de alguns anos com as relações estremecidas. Os dois paises trocaram figurinhas por anos a fio, principalmente na área militar, inclusive com manobras militares conjuntas (não te afirmo pois não tenho certeza, quaase certeza).
    Falando em trocar figurinha, o Irã já foi um dos países que tinham um relacionamento muito próximos, mesmo depois da queda do Xá Reza.
    E falando em Irã, dizem que existe sim um processo não público de evitar inimizades entre Israel e a Arábia Saudita.
    Ou seja, perde aqui..ganha-se ali.

  8. Compreendo, meu caro Humberto. É bom saber que mais nações estão renunciando, aos poucos, às agressões. Fico grato também por sua atenção!! Boa noite 🙂

  9. E pensar que todos eles não passavam de tribos nômades na primeira metade do século XX.
    Hoje essa gente tem equipamentos que nem mesmo existem na Europa.

  10. Se os stealth coreano e japonês vierem na faixa de preço que prometem, comerão o mercado futuro do F-16. Porém o falcon já fez muito mais do que se esperava dele no mercado, era apenas mais um caça diurno e tático para substituir o F-5.

    Cresceu tudo o que podia, tornou-se um verdadeiro multimissão, ganhou sistemas dos mais avançados, foi provado em combate e foi benchmark de monomotores junto com o Mirage 2000.

    Porém em questão de design foi ultrapassado pelo Gripen, que é hoje o melhor monomotor da geração 4,5+. Mas ele ainda tem um fôlego de mercado pra 10 anos, e um fôlego de manutenção pra mais 40 anos, tem muita gente usando.

    Saudações a todos.

  11. Bavaria Lion, eu chuto até a dizer que o F-16, dependendo da versão, pode até ser “equivalente” ao Gripen.

    Sr. Carlos Alberto, grato pelo link!

  12. Pois é, Roberto. A matéria inicial desse tópico fala em compra de 19 F-16V e todos os equipamemtos associados que foram listados + a modernização de 20 F-16 Block 40 para o padrão V. A matéria do link que você postou detalha o que será incluído na modernização dos 20 Block 40. Pelo que eu entendi, lendo as duas matérias, são duas compras distintas (19 aviões novos e a modernização de 20 já existentes).

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