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A arma definitiva

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Crew of the B-29 "Enola Gay"

Os bombardeamentos atômicos das cidades de Hiroshima e Nagasaki foram dois bombardeios realizados pelos Estados Unidos contra o Império do Japão durante os estágios finais da Segunda Guerra Mundial, em agosto de 1945. Foi o primeiro e único momento na história em que armas nucleares foram usadas em guerra e contra alvos civis.

Depois de uma campanha de bombardeios que destruiu várias cidades japonesas, os Aliados preparavam-se para uma invasão do Japão. A guerra na Europa terminou quando a Alemanha nazista assinou o acordo de rendição em 8 de maio de 1945, mas a Guerra do Pacífico continuou. Juntamente com Reino Unido e China, os Estados Unidos pediram a rendição incondicional das forças armadas japonesas na Declaração de Potsdam em 26 de julho de 1945, ameaçando uma “destruição rápida e total”.

Leia mais e comente sobre esse assunto no blog das Forças Terrestres

99 COMMENTS

  1. Antes que moralistas seletivos venham trazer as mesmas críticas de sempre, lembremos que somente na Manchúria o exército japonês matou 200.000 chineses. Sem contar as mulheres e adolescentes capturadas para servirem de escravas sexuais.

    Não tem mocinho nessa história. E quem semeia fogo colhe devastação.

  2. A BOMBA da PAZ.
    Pois depois dela não houve mais Guerras mundias.
    Somente temos conflito mundias.
    O E presidente john kennedy já falava isso que não teria mais Guerras Mundiais mais sim conflito regionais……….

  3. A BOMBA da PAZ.
    Pois depois dela não houve mais Guerras mundias.
    Somente temos conflito Regionais.
    O presidente john kennedy já falava isso que não teria mais Guerras Mundiais mais sim conflito regionais……….

  4. A bomba da destruição

    Somente a maior mortandade de seres humanos já registrada.

    Foram utilizadas num momento em que as forças armadas japonesas já estavam em frangalhos e coincidentemente no período em que a URSS começou a invadir.

    Outras atrocidades foram perpetradas por ambos os lados, mas nenhuma matou tantos tão rapidamente e tão indiscriminadamente…

  5. Foi a arma definitiva, aquela que paradoxalmente tornou a paz possível. O moralismo seletivo dos antiamericanos patológicos sempre pinta os ataques a Hiroshima e Nagasaki como crimes de guerra mas esses hipócritas fazem questão de omitir o contexto. É fato que a despeito de estar em frangalhos, com suas cidades sendo varridas por devastadores ataques aéreos com bombas incendiárias, o Japão não iria se render. Os líderes militares, especialmente o Primeiro Ministro Tojo, queriam combater até o último civil. As sangrentas campanhas de Iwo Jima e Okinawa foram amargas prévias do que viria na planejada operação Downfall, onde se planeja a perda de 270.000 soldados dos EUA e 1 milhão de civis japoneses.

    Do lados dos EUA havia um país cansado de guerra, com a economia em frangalhos, os cidadão já não muito dispostos a provações tais como guardar o óleo de cozinha usado, economizar sucata e comprar War Bonds. Sem falar em ter de enterrar seus filhos ceifados em batalhas cada vez mais encarniçadas. De igual forma a moral dos soldados escalados para a tarefa era baixa, especialmente entre aqueles que seriam transferidos do TO europeu. Imagine para um soldado que penou nas praias da Normandia e nas Ardenas ter de enfrentar os fanáticos japoneses? Por tudo isso, as duas bombas restam plenamente justificadas.

  6. Não me arrisco a tentar adivinhar o que aconteceria se evento A ou B não ocorresse no passado e quem o faz ocorre necessariamente numa simplificação grosseira da realidade.

    Até que ponto o japão estaria disposto a ser divido entre EUA e URSS, ou se render a um dos lados e permanecer integro?

    jamais saberemos…

    Moralismo seletivo é achar correto o uso de armas nucleares contra cidade e condenar o uso de armas química.

  7. Bom dia a todos. Ser contra os argumentos que justificaram o uso de duas bombas nucleares contra um inimigo já incapaz de combater fora de seu território (que no caso do Japão se trata de um arquipélago), não se trata de patologia anti-americano, mas sim ser contra toda e qualquer forma de degradação humana.Atribuir à uma ação de genocídio, de crime contra a humanidade, um valor positivo é no mínimo uma gravíssima falha de discernimento. Os ataques nucleares ao Japão foi o arremate final da grande insanidade que foi a segunda guerra mundial. Quanto a idéia de que tal ato de irracionalidade tenha evitado uma nova guerra global…bem, basta uma breve e superficial análise do período pos guerra que qualquer um verá que o mundo como um todo já possuía razões suficientes para não promover uma nova guerra global.Seja como for , o ataque nuclear ao Japão compõe juntamente com todas as outras atrocidades cometidas na segunda guerra mundial um conjunto de atos que degradou de forma profunda toda a humanidade. Sempre houve, sempre há e sempre haverá outras opções para a paz, que não seja atos de insanidade .

  8. Ponto de inflexão na história – a era nuclear começa e fabricam-se bombas que são devastadoras e eficientes. Opiniões pró e contra, sempre existirão. O que realmente “cansa” aos os argumentos de americanos malvados/ bonzinhos x japoneses bonzinhos/loucos. A análise tem que ser racional, desapaixonada e historicamente ambientada. O uso de arma nuclear nos dias de hoje é completamente inaceitável ( bem como qualquer arma de destruição em massa). Mas voltemos ao momento da guerra – Japão em frangalhos lutando por cada palmo de terra, levando a morte soldados e civis inutilmente, autoridades militares e governamentais absolutamente despreocupadas com a propulação e o país. Do outro lado, o maior poderio militar já visto, economia em frangalhos pelo esforço de guerra, lutando por cada palmo de terra ( sabendo que uma outra nação se levantava contra ela) e consequentemente matando soldados inimigos e colateralmente civis. Autoridades preocupadas com as perdas de vida americanas, custo da guerra e com o novo inimigo que se avizinha. A guerra para o resto do mundo tinha acabado em maio. Das opções apresentadas – a mais devastadora, colossal. econômica, pragmática e com o maior poder de disuassão jamais visto é utilizada. Na lógica da época – plenamente aceitável ( se fosse o contrário os japoneses não teriam titubeado em fazer o mesmo). Ainda assim as autoridades japonesas continuam insensíveis – vem a 2a. bomba – aceitável na lógica da época – afinal os bombardeios maciços faziam o mesmo. Finalmente o Japão se rende. Finda a guerra e começam as análises – a bomba é assustadora, mas… eles continuam a produzi-la por sua importÂncia militar – embora já se soubesse que um eventual conflito seria de extermínio mútuo. Viveríamos a Guerra Fria – sem batalhas diretas, sem glória e com inúmeras baixas. Potencializadas por conflitos regionais onde as Superpotências flexionavam os músculos e derretiam os neurônios – pois as teorias de domínio mundial se esvairam. Mas a bomba continua aí, muito bem de saúde. Dissuadindo e ameaçando ao sabor da irracionalidade humana – espero não viver para vê-la em ação em lugar nenhum do planeta.

  9. Andrei
    5 de agosto de 2015 at 9:46

    Outras atrocidades foram perpetradas por ambos os lados, mas nenhuma matou tantos tão rapidamente e tão indiscriminadamente…

    Há na sua opinião alguma diferença entre mortandade rápida e indiscriminada e mortandade gradual? Você consegue diferenciar isso?

    Eu não.

    Andrei
    5 de agosto de 2015 at 10:35

    Moralismo seletivo é achar correto o uso de armas nucleares contra cidade e condenar o uso de armas química.

    Lamento informar, mas o Japão também fez uso de armas químicas e biológicas durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa e a IIGM. Estima-se em 580.000 os mortos pelas armas biológicas japonesas.

  10. Em que pese os crimes cometidos por ambos os lados, ou o fato que as bombas incendiárias que caíram sobre Tóquio (e Hamburgo/Bremem, na Alemanha, ou Londres/Inglaterra) tenham sido episódios pavorosos, Hiroshima nunca deixou de aparecer, vez em quando, em meus pesadelos.
    Tudo por conta de uma simples animação que vi ainda
    moleque:

  11. Em suma: mataram 250.000 para salvar centenas de milhares de americanos.

    E milhões de japoneses.

    A guerra, muitas vezes, nos obriga a escolher entre uma opção péssima e uma opção catastrófica.

  12. As bombas atômicas no Japão foram mais benéficas do que prejudiciais. Tanto para o Japão quanto para a humanidade. Pois durante boa parte das Guerras Mundiais, os limites aceitáveis de destruição tornaram-se indefiníveis. Em Hiroshima e Nagasáqui, esses limites voltaram a ser definidos. A paz duradoura não veio, mas a guerra precisou ser contida, em favor da sobrevivência da humanidade. A visão oferecida pelo desfiladeiro nuclear prorrogou o início da Terceira Guerra Mundial.

    Também é importante salientar que em 1945 os japoneses já não tinham esperança de vencer, mas tampouco tinham medo de morrer. Sua vontade férrea tinha que ser dobrada de forma contundente, então nada melhor que mostrar que um único B-29 poderia causar tantas mortes quanto um ataque incendiário levado a cabo por 500 bombardeiros B-29. E que poderiam repetir a dose quantas vezes fosse necessário; felizmente, duas bombas foram suficientes para sustentar esse blefe.

    Um ataque convencional as maiores ilhas japonesas causariam uma mortandade entre os civis em uma escala muito maior. Além de severas baixas ao exército americano; que eram estimadas em quase 2 milhões.

    A propósito, durante o Bloqueio de Berlim (1948-49), uma das coisas que conteve a URSS de ser mais pró-ativa para fazer os berlinenses se ajoelharem perante ela foi os EUA ter enviado bombardeiros B-29 para a Europa e blefado sobre a possibilidade de usar as bombas atômicas na URSS caso necessário.

  13. Os japoneses atacaram 1º. Independente do que alguns falem por ai, de que os yankees “sabiam que seriam atacados”, que “deixaram acontecer”, que o tapioca mordeu beijú, etc. Os nipônicos começaram. E pagaram o preço por se meterem com quem não deveriam se meter.

    Tiveram o que mereceram. De minha parte, fosse eu americano e tivesse poder para tal, teria exterminado a população japonesa e por fim afundado todas as suas ilhas no oceano.

    Não mecha com quem está quieto para não se arrepender depois.

  14. Atrocidade para parar atrocidades, apenas isso.

    Não merece nenhum aplauso, pois foi apenas a consequência “final” da ignorância humana em iniciar a Guerra.

    Mas infelizmente ainda somos “ignorantes” até hoje, nem sequer respeitar opiniões em fóruns se consegue.

  15. Há na sua opinião alguma diferença entre mortandade rápida e indiscriminada e mortandade gradual? Você consegue diferenciar isso?

    Mortandade está ligado ao número de mortes num intervalo de tempo, nenhuma arma superou as bombas atômicas neste quesito. Quanto menor o intervalo de tempo para causar destruição menores são as chances de defesa, fuga e rendição e menores a possibilidade de sobrevivência para um indivíduo envolvido no evento.

    Lamento informar, mas o Japão também fez uso de
    armas químicas e biológicas durante a Segunda Guerra Sino-Japonesa e a IIGM. Estima-se em 580.000 os mortos pelas armas biológicas japonesas.

    Parece que você não pegou o ponto…

    Pelo contrário, por condenar o ataques japoneses tenho a obrigação de condenar os americanos…
    ou achar os dois plenamente justificáveis no contexto da guerra…

  16. O que mais me impressiona nestes eventos, foi a recusa japonesa a se render depois da primeira bomba ter sido lançada! E o Japão nao estava totalmente de joelhos, a prova disso foi o banquete que os tubarões fizeram com os tripulantes do Indianapolis, navio que levou a bomba até uma base proxima ao Japão, e que foi afundado por um submarino em seu retorno aos EUA…

    Lançar a bomba abreviou a guerra. Estimam que 500.000 soldados americanos foram poupados e milhoes de Japoneses.

    Entendam, Os caras simplesmente nao se rendiam!

  17. Bem de qualquer forma, se foi certo ou não os bombardeios, os americanos venceram a guerra e se hoje estamos discutindo sobre esse tema e por que não foi o outro lado o vencedor.
    Na guerra quem ganha não é a nação mais fraca, mas aquela que tem condições infligir o maior dano possível no seu inimigo.
    Não existem bonzinhos nessa historia, somente aqueles que ganharam e perderam a guerra.

  18. O que acredito que poderia ter feito a época era lançar a primeira em uma área desabitada (demonstração de força) e ameaçar lançar uma por semana em locais cada vez mais estratégicos até a rendição total.

    Mas não se muda o passado.

    Que esses eventos nunca mais ocorram.

  19. Não me lembro ao certo, mas acho que eu li sobre os americanos só terem duas bombas operacionais na época que foram usadas. Então não acho que podiam se dar o luxo de serem humanitários e tentar usá-las em doses homeopáticas. Precisavam ser incisivos.

  20. Concordo com os defensores do uso das bombas.
    Pode ser controvérso, mas acho que foram os maiores inventos do século XX. Colocaram fim não só na IIGM, como na possibilidade de qualquer outra guerra mundial.
    E só pacifistas e decendentes de japoneses que insistem em condenar os ataques.
    Na boa, para o povo japonês as bombas foram a salvação. Trocaram 2 centenas de vidas pelas dos milhões restantes.
    Não fossem as bombas, não só poderia não existir mais Japão, pois teriam lutado até morrer todos, como se ficasse alguém vivo, hoje poderia existir um Japão do Norte (comunista) e um Japão do Sul (capitalista), após a inevitável invasão de americanos e soviéticos.
    Olhando para a maravilha que vive o povo da Coréia do Norte, o povo do Japão deve levantar as mãos aos céus.
    Vamos lamentar a perda de tantas vidas, mas foi o menos ruim dos finais para aquela desgraça.

  21. Quem não acredita que custo acabou menor para o Japão,basta ver os vídeos das últimas campanhas dos EUA.
    Ver mães jogando seus filhos de desfiladeiros e depois pulando atrás, mostra o tamanho da desgraça se eles fossem invadidos.

  22. Mentes dicotômicas e maniqueístas não são capazes de negar os ímpetos da irracionalidade, ao contrário, cedem a eles, promovem insanidades e depois elaboram razões e argumentos para justificarem suas atrocidades.

  23. Caro Gardusi, prefiro imaginar que teu comentário tenha por finalidade apenas dar vazão a um lado humorístico da tua parte ao invés de considera-lo como uma expressão de deficiência de entendimento e compreensão . Mas de qualquer forma, você pode caso julgar valido, me apontar onde meu comentário se mostra impertinente ao tópico. Desde já agradeço pela atenção.

  24. Velho truque de uma retórica rebuscada e falácia do apelo a emoção. Argumentos que é bom, nada.

  25. Pessoal, vamos nos colocar no lugar de cada um dos países, vamos analisar o caso de nossas condições físicas e psicológicas naquele momento, não vale o uso de argumentações que só são possíveis após tal fato.

    Pense em suas mulheres prisioneiras de guerra, (com média de 50 assaltos por dia), fracos, cansados e sem mais muita força para lutar (esta é a real) contra fanáticos em busca de glória a todo custo, vocês não se vingariam irracionalmente?

    Agora, pense no medo de após declarar guerra, fazer barbáries com os inimigos, perceber que seriam pagos com a mesma moeda (ou pior), depois de ver que seu projeto de futuro se frustrou barbaramente, vocês não lutariam até o fim (também irracionalmente) para não pagar o preço? Se pudessem, não lançariam também as tais bombas?

    É bem provável que nós faríamos pior, nossa indignação com algo que não vivemos ou presenciamos, mas apenas lemos a respeito mostra isso, Quem garante que toda a história foi dita ou dita corretamente?

    Acredito seriamente que a decisão de lançar a bomba atômica não oi de cunho racional, mas de cunho emocional, de desejo de vingança, muito bem disfarçado de argumentos a favor e porque não, de argumentos contrários? Se era necessário ou não, nunca saberemos, se na hora da decisão pesou o cunho político, militar, econômico ou outro, também não saberemos, o fato é que devemos nos limitar a argumentos que levam em consideração os fatos da época, com a cultura da época, com as possibilidades da época.

    Não vale discursar sobre o melhor sobre a melhor arma de hoje para acabar com a guerra de ontem.

  26. Aliás, mentes dicotômicas e maniqueístas não sabem racionalizar sobre o contexto e os fatos, muitas vezes esparsos, que levaram ao fato final em discussão. Essas mentes não entendem como se constrói um momento histórico e o que levou-o aquele desfecho, tendo uma visão puramente maniqueísta (fato bom / fato ruim), sem perceber que muitas vezes o que é ruim pode ter sido feito no intuito de evitar um mal maior, ou simplesmente não foi um fato ruim se o panorama todo estiver em evidência.
    Essas mentes sofrem daquilo conhecido como “maldição da mente descontínua” pois avaliam apenas o fato final, sem entender todas as nuances do antes e do depois, além de usarem a falácia do “apelo a emoção” onde tentam angariar a simpatia do público com a evocação dos sentimentos básicos humanos, como a compaixão.
    São essas pessoas que condenam, por exemplo, um homem que mata quem invadiu sua casa, pois aquele que invadiu talvez não estivesse armado e só quisesse bens materiais, e diz que a vida é mais importante.
    Também chamados por mim de “kumbayas”, pois vem o mundo dividido entre os mocinhos que só fazem o bem, e os malvados que só fazem o mal, não imaginando que alguém que luta pelo bem talvez tenha que tomar atitudes cruéis para vencer o mal. E acham que com diálogo e bondade os japoneses se reuniriam com americanos e aliados em volta de uma fogueira, arrependidos de suas atrocidades e cantariam e cantar com lágrimas nos olhos:

    Kum bay ya my lord, kum bay ya..

  27. Caro Tolemam, o argumento está implícito no que f o i dito por mim e explícito pelos fatos registrados na história . Falacioso seria abordar tal tema apenas através de uma linha de pensamento única e exclusivamente pautada pela teoria realista. Mais ainda através das limitantes tendências de análise pautadas em maniqueísmos mecanicistas
    .

  28. que tipo de argumento você espera?

    As pessoas que defendem o uso das bombas, em geral, o fazem com base num cálculo de vidas humanas tirado justamente dos perpetradores dos ataques.

    Ninguém se preocupa em pensar se as premissas destes cálculos são corretas e principalmente se eles concordam com elas.

    Por exemplo quando citam o número de mortos de uma possível continuação do conflito esquecem de questionar se as baixas não seriam em boa parte causados pela intransigência americana em apenas aceitar uma “rendição incondicional” completa e humilhante do Japão, e isto, de fato, conseguiram com as bombas.

    Ao menos reconhecem as bombas como um “mal” menor, mas ainda assim mal.

    Outros veem na falta de redição imediata a prova que os japoneses não estavam dispostos a batalhar até o último homem, porém os ataques foram realizados nos dias 6 e 9, muito rapidamente para exigir uma decisão após um período tão prolongados de conflitos, ou não?

    Alguns jogariam a própria mãe na fogueira se isto acabasse com a ameaça comunista… não da pra discutir seriamente com isto…

    Outros aplicam a lógica do: tapa na cara – tacape na cabeça, também não da pra levar a sério…

  29. Tolamam , creio que seu comentário não se dirigiu a mim, portanto retiro o direcionamento que fiz a você no meu último comentário. Mas caso você ache necessário ou válido responder ao que foi expresso nele será dada toda atenção da minha parte.

  30. *Outros veem na falta de rendição imediata a prova que os japoneses estavam dispostos a batalhar até o último homem, porém os ataques foram realizados nos dias 6 e 9, muito rapidamente para exigir uma decisão após um período tão prolongados de conflitos, ou não?

  31. Alexandre, novamente retórica e nada mais.
    Andrei, a premissa se baseou em fatos comprovados, como a resistência japonesa no continente asiático, e a politica de terra arrasada que os mesmos faziam quando empurrados para trás de suas linhas, inclusive com o massacre indiscriminado de civis.
    Essas premissas são sim consideradas e racionalizadas, e qualquer estudioso sério, pegando todas as evidências da resistência japonesa nos locais já invadidos pelos americanos visualizava o mesmo cenário na terra natal japonesa. Ou até pior, devido ao nacionalismo latente japonês.
    Quanto a rendição incondicional japonesa, se não fosse incondicional, se as forças exauridas aliadas apenas mantivessem os japoneses dentro de suas próprias linhas, simplesmente o sentimento imperialista japonês continuaria, e seria questão de tempo até os mesmos partirem novamente para a ofensiva. Isso também foi visto, isso também foi sabido pelo próprio caso da Alemanha e mais vários exemplos, onde, se não derrotados totalmente, sociedades extremamente nacionalistas logo partiriam para o revanchismo.
    Juntando todo esse conhecimento, chegou-se a conclusão que o melhor era evitar o máximo de baixas possíveis, com o mínimo de custo para as economias aliadas já fragilizadas, e terminar de vez ou impor o fim da cultura imperial japonesa.
    Duas bombas, 300 mil mortos, objetivos alcançados com o minimo de perdas. Se pensar só em tons de ruim / bom, claro que foi uma tragédia. Se observar o contexto, verá que foi a saída menos traumática e mais rápida para o conflito e os problemas futuros que se aproximavam.
    Mal por mal, melhor duas bombas atômicas do que cidades japonesas ardendo, ou um novo Japão imperialista.

  32. Tolemam, como sabemos o Japão é um arquipélago. O Japão já não era capaz de vetoar nenhuma força para além de seu território, nunca dispôs de reservas de petróleo (combustível é necessário para qualquer força militar), na realidade o Japão já não contava com nenhuma condição objetiva para sustentar a guerra. Para ser simplista, era questão de tempo para cair de inaniçao. A retórica de que era preciso e necessário os ataques nucleares para salvar vidas não se sustentam. Mas como sabemos tempo era um luxo ao qual os norte americanos não podiam se dar pois a invasão soviética era iminente. Talvez eu esteja errado, mas existem fatos que colocam em dúvida a retórica defendida por você.

  33. “Andrei, a premissa se baseou em fatos comprovados, como a resistência japonesa no continente asiático, e a politica de terra arrasada que os mesmos faziam quando empurrados para trás de suas linhas, inclusive com o massacre indiscriminado de civis”
    -Tais premissas deveriam ser válidas em todos os cenários inclusive com o uso das bombas, o que colocaria obrigatoriamente no caminho da resistência contra os ataques nucleares, não foi o caso. Já não havia tanta disposição para o combate…

    “Quanto a rendição incondicional japonesa, se não fosse incondicional, se as forças exauridas aliadas apenas mantivessem os japoneses dentro de suas próprias linhas, simplesmente o sentimento imperialista japonês continuaria, e seria questão de tempo até os mesmos partirem novamente para a ofensiva”
    -Novamente debatemos aqui centenas de cenários possíveis para uma rendição, não necessariamente em todos os japoneses permaneceriam em suas posições.

    “o sentimento imperialista japonês continuaria, e seria questão de tempo até os mesmos partirem novamente para a ofensiva”
    -Futurologia aplicado a questões do passado, difícil dizer, tendo em vista a fragilidade japonesa e a falta de parceiros num cenário pós segunda guerra…

    chegou-se a conclusão que o melhor era evitar o máximo de baixas possíveis, com o mínimo de custo para as economias aliadas já fragilizadas, e terminar de vez ou impor o fim da cultura imperial japonesa.
    -Bem neste quesito eu concordo integralmente se a opção pelas bombas não fossem o melhor cenário de acordo com os interesses estratégicos americanos eles jamais as teriam usado, nada mais lógico, porém acho que caberia ai expandir estes objetivos para além do contexto do conflito EUA-JP e lembrar da crescente ameaça da URSS. Isto não torna as bombas moralmente aceitáveis…

  34. A lemanha (pais continental e não insular como o Japão) possuia maiores e melhores condições objetivas para se reestabelecer . Por puro fator geografico, se torna totalmente inócuo estabelecer uma correlação entre o caso da Alemanha no pós primeira guerra e o que poderia ocorrer mo Japão. São tão distintas as condicionantes que aplicar o caso alemão ao Japão só é possível enquanto retórica.

  35. Guerra é o uso da força (ou violência) para obrigar o adversário a fazer o que desejamos. A moderação no uso da força é inconsistente com a ideia de guerra, assim como o excesso de força. Em um caso prolonga-se a guerra além do necessário, aumentando o desgaste de quem moderou o uso da força, no outro gasta-se mais recursos e energia do que seria necessário.
    O problema é que não se sabe ex ante quanto de violência será necessário para subjugar o adversário. Esse é um dos riscos da guerra. Normalmente análises sobre o uso da força feitas após os fatos validade limitada pois não conseguem captar exatamente o componente de incerteza que orientou as decisões.

  36. A propósito, o valor militar do bombardeiro aéreo foi pela primeira vez avaliado em detalhe em um livro intitulado “O comando do Ar”, publicado por um teórico italiano chamado Giulio Douhet, em 1921. O poder aéreo, afirmava Douhet, ganharia a próxima guerra, pois somente os aviões poderiam ignorar os limites da batalha e “infligir ao inimigo ataques de natureza tão terrível, que não haveria reação possível”. Outro profeta do bombardeio foi Hugh Montague Trenchard, chefe do comando aéreo britânico depois da Primeira Guerra Mundial, que acreditava que seu efeito sobre a moral dos civis seria devastador e assim acabando com seu ânimo para a luta.

    Durante a Segunda Guerra, quem primeiro sofreu de ataques aéreos (em vulto) no teatro de operações da Europa foram os ingleses. Em 1940 a Luftwaffe bombardeou Londres por 76 noites consecutivas. O saldo foi 1.000 mortes e cerca de 10.000 desabrigados.

    A Alemanha começou a sentir a escalada da guerra aérea em 1942, quando Colônia recebeu 1455 toneladas de explosivos, que ocasionou 474 mortes. No ano seguinte, em 27 de julho, ataques anteriores haviam destruído os suprimentos de água de Hamburgo, impedindo assim o conbate ao fogo. Por seguinte, os incêndios provocados pelas bombas incendiárias escapavam do controle e se espalhavam. O calor assim gerado produziu a elevação de grandes coluna de ar quente que ao se encontrarem com o ar frio, originavam ventos de até 250 quilômetros por hora. Os carros se despedaçavam; o asfalto das ruas se inflamava à medida que a temperatura chegava aos 1.000 graus; as pessoas escondidas nos abrigos sufocavam devido a falta de oxigênio ou eram queimadas vivas. Durante o ataque aéreo de 9 dias a Hamburgo, cerca de 50.000 pessoas morreram.

    Os alemãos retaliavam com V-1 e V-2. Entre setembro de 1944 e o final da guerra, 1190 foguetes V-2 foram lançados contra a capital inglesa, matando mais de 2.700 pessoas.

  37. Quando olhei esse post de manhã sabia que leria um monte de m. dos “de sempre”.

    E li.

    Mas confesso que já vi ser pior. Todo dia 5 de agosto é a mesma porcaria.

    Acho que o vídeo postado pelo Shugo resume de forma magistral a questão.

    O resto é mi mi mi de quem adora ser um derrotado.

  38. é Vader. pode ser a mesma porcaria do Mi Mi Mi. mas vomos ver se jogar um bomba na cabeça dum filho seu ou da sua mãe ou mesmo dum irmão seu. ai eu quero ver. se é o Mi Mi Mi. ou hipocrisia. ou pode se magistral. é claro para o lado de quém jogo a Bomba. e você lamentar,

  39. Pode-se dizer que as bombas atômicas contribuíram para o fim da guerra, assim como a destruição do grupo de exércitos do Japão na invasão da Manchúria, pelos exércitos soviéticos. A facilidade com que a União Soviética dividiu e fragmentou os japoneses impressionou os militares japoneses e o próprio imperador japonês! Mas o que pesou na rendição japonesa não foi o medo de uma invasão pelos “bárbaros” soviéticos e sim a perda do poder de barganha por parte dos japoneses. Desde 1943 eles tentavam negociar a paz em troca de concessões territoriais e mesmo antes da invasão soviética eles tentaram prolongar o pacto de neutralidade com Stálin em troca de territórios concedidos.
    Neste contexto, as bombas atômicas tiveram um impacto sim, mas o impacto foi mais sentido no território continental. Mais precisamente em Moscow…
    Ps: Fábio CDC, Godzilla aprovou seu comentário!
    Ps2: Como disse Warpaddy, os líderes japoneses estavam dispostos a sacrificar até o ultimo japonês antes da rendição, conceito que eles nem compreendiam, seja numa luta até a morte com invasores ou levando bomba incendiária e atômica na cabeça!

  40. Imagine a cena:- Presidente, Incendiamos Tóquio e as principais cidades Japonesas e nada! O custo humano do nosso lado é estimado em 500.000 homens, dado o que perdemos em Iwo Jima e em outras batalhas terrestres. Do lado de lá, mais 6 meses ou 1 ano também será devastador… Isso sem falar que os russos estão chegando e um novo foco de conflito, como temos na Europa vai se estabelecer.

    O que voce faria?

  41. É muito fácil julgar depois dos fatos terem ocorrido e de posse de toda as informações que faltavam no momento decisivo

  42. Engraçado é a quantia de ajuda material que os EUA deu à URSS para não muito tempo depois se tornarem inimigos. Por exemplo: 4.102 tanques M4 Sherman (22 unidades perderam-se quando o navio que os transportava para a URSS foi afundado por submarinos alemães); 866 bombardeiro médio B-25; 2.421 caças-bombardeiros Bell P-63; 196 caças-bombardeiros P-47; 78.000 jeep.

    Depois do fim da guerra as autoridades soviéticas censuraram grande parte das fotografias onde aparece o Jeep, bem como muitas das fotografias onde apareciam os caminhões norte-americanos fornecidos ao exército soviético, razão da qual não há muitas fotos de veículos norte-americanos em serviço na União Soviética.

  43. So para constar, eh incrivel como ate hoje este assunto causa consternacao e interpretacoes tao diversas.. Eu estive em Hiroshima em 1986 no dia 04 de agosto, ou seja, as vesperas destas homenagens q sao feitas todos os anos. O memorial museu eh de alguma forma horrendo e so quem o visita sente na pele o horror q viveram seus habitantes. Era uma cidade comum japonesa, nao tinha alvos militares q justificassem sequer um bonbardeio aereo comum. Enfim, alguem escreveu q os japoneses nao se renderam qdo da primeira bomba…..errado…..em menos de 6 dias lancaram a segunda e nem houve muito tempo para os dirigentes militaristas japoneses se dessem conta do terror q ainda estava por vir em Nagasaki. Mais uma perola… afundadaram o cruzador q levava a bomba…kk como eh q poderiam os americanos lancar a bomba se o cruzador indianopolis foi afundado ..kkkkk…essa foi boa mesmo……o cruzador so estava levando partes da bomba e seus afundamento adiou por algumas semanas o lancamento da mesma. Enfim,a cidade hoje nem de longe lembra a tragedia q ali se instalou a nao ser pelo parque e museu q alias sao belissimos e cuidados……Hiroshima e hoje uma das melhores cidades para se viver no Japao pela pujanca de suas empresas e infraestrura….a males q vem para bem.. SUGESTAO….sera q os americanos nos fazem um favor e jogam uma bombinha como aquela la em Brasilia…quem sabe a partir disso nasca uma nova nacao e um povo bem melhor….rsrsrsrrsrs

  44. Um pouquinho de História bem fácil de achar:

    A bomba Little Boy, com exceção da carga de urânio, estava pronta no início de maio de 1945.86 O projétil de urânio-235 foi concluído em 15 de junho e o alvo em 24 de julho.87 O destino e a bomba pré-montada (bombas parcialmente montadas sem os componentes físseis) deixou o Hunters Point Naval Shipyard, na Califórnia, em 16 de julho, a bordo do cruzador USS Indianapolis, chegando em 26 de julho.88 As inserções aos alvo seguiram pelo ar em 30 de julho.87

    O primeiro núcleo de plutônio, juntamente com o iniciador de nêutrons modulados de polônio-berílio, foi transportado sob a custódia de Raemer Schreiber, do Projeto Alberta, em um campo de magnésio concebido para o feito por Philip Morrison. O magnésio foi escolhido porque não age como refletor de nêutrons.89 O núcleo partiu da Base Aérea de Kirtland em um avião de transporte C-54 do 320º Esquadrão do 509º Grupo Composto em 26 de julho e chegou a North Field em 28 de julho. Três explosivos pré-montados da Fat Man, designados como F31, F32 e F33, foram apanhados em Kirtland em 28 de julho por três B-29 do 393º Esquadrão de Bombardeio, além de um da 216ª Base Aérea da Força Aérea do Exército, e foram transportados para North Field, chegando em 2 de agosto.

    USS Indianapolis (CA-35) foi um navio de guerra, tipo cruzador, da Classe Portland, da Marinha dos Estados Unidos da América.

    O navio teve importante participação na 2ª Guerra Mundial, tendo sido afundado pelo submarino japonês I-58, em 30 de julho de 1945, na posição 12° 2′ N 134° 48′ E. Dos 1.196 tripulantes, sobreviveram 317.

    Esse navio havia participado, dias antes de sua perda, da secretíssima missão de enviar às Ilhas Marianas, o núcleo de urânio e outros componentes da bomba que seria lançada sobre Hiroshima, uma semana depois. Após descarregar os componentes da bomba, partiu para se juntar ao USS Idaho, para a prática de tiro antes de tomarem o rumo para Okinawa, a fim de se prepararem para a esperada invasão do Japão. No meio do caminho entre as Filipinas e Guam, foi, então torpedeado.

    pós o navio afundar, a tripulação remanescente de 880 marinheiros enfrentou a desidratação e os ataques de tubarões enquanto esperavam o resgate flutuando em poucos botes ou com coletes salva-vidas, quase sem comida ou água. Os ataques de tubarões começaram com o nascer do sol do primeiro dia e continuou até que os homens fossem fisicamente removidos da água, cerca de cinco dias depois. A Marinha só soube do naufrágio quando os sobreviventes foram localizados quatro dias depois pela tripulação de um avião de patrulha em um vôo de rotina. Apenas 317 marinheiros sobreviveram. O USS Indianápolis foi um dos últimos navios da Marinha dos EUA afundado por ação do inimigo na Segunda Guerra Mundial.

  45. O ataque nuclear dos eua ao Japão na segunda guerra não passou de uma demonstração desnecessária de força pois a guerra já estava praticamente acabada e os nazistas já estavam no ”chão”. Tudo aquilo foi apenas para mostrar para o mundo que eles tinham a Bomba Atômica sobretudo para os russos que foram os grandes responsáveis pela vitória dos aliados na 2º Guerra Mundial. Os estadunidenses e ingleses não passaram de meros coadjuvantes. Os eua até se prestaram ao ridículo de ameaçar o Brasil para usar a região Nordeste como ponto estratégico para tropas e bases estadunidenses. Por isso afundaram navios na costa brasileira alegando que foram os Alemães. O resultado disso foi 20 mil soldados da FEB servindo de Bucha de canhão numa guerra tola e de Egos de potências estrangeiras.

    A extrema direita estadunidense perdeu a fé na eficiência nazista contra o comunismo antes mesmo de Hitler se atolar em Stalingrado. E os estadunidenses sabiam que era questão de tempo que os russos chegariam a Lisboa. Se não fossem contidos ao menos no meio do caminho. Mas só havia uma forma de levantar o moral estadunidense pra entrar na guerra. Sofrendo um ataque em território estadunidense. Uma repetição do U.S. Maine, de 17 de fevereiro de 1898, copiado nas torres gêmeas. O código militar secreto japonês chamava-se “código púrpura”. Os eua já haviam decifrado o código muito antes de qualquer ato belicoso e agiram da mesma forma que bush agiu para incriminar o Iraque derrubando as torres gêmeas. A força de inteligência estadunidense através do Serviço de Inteligência do Exército e da unidade OP-20-G do Escritório de Inteligência da Marinha tinha interceptado mensagens diplomáticas japonesas e tinham decifrado o código Púrpura.

  46. A maior justificativa do uso da bomba pelos americanos é que se os nazistas ou japoneses ou soviéticos a tivessem desenvolvido antes a teriam usado sem hesitação.
    Bombardeios que matavam dezenas de milhares de pessoas já eram efetuados há longa data e a diferença é que no caso de Hiroshima e Nagasaki é que foram usados só dois bombardeiros e duas bombas.
    Para alguém que é morto num bombardeiro tanto faz se foi por uma bomba de emprego geral de 500 lb ou por uma bomba atômica de 15 Kt.
    E dentro do contexto de 1945, se as duas cidades japonesas destruídas e as centenas de milhares de mortos pouparam a vida de um único americano, o uso da bomba foi válido.

  47. Fábio CDC, um militar de verdade tem como meta vencer a guerra, e eventualmente moldar o futuro dentro dos interesses de sua nação. Foram o que os EUA fizeram ao tornar o Japão e a Alemanha seus aliados após tudo o que havia acontecido. Esse papo de “matar todo mundo e afundar todas as ilhas” é conversa de quem joga videogame demais e lê pouco. E, pelo amor de Deus, não existe a palavra “mecher”. O correto é “mexer”, ok?

  48. No mais, concordo com a maioria dos colegas de que paradoxalmente as bombas salvaram mais vidas do que ceifaram. Foram um instrumento militar válido e ponto final.

  49. o Japão foi forçado pelos eua a entrar em guerra. a expansão do império Japonês na Ásia ameaçava os interesses e influencias estadunidenses na região. com isso as ações japonesas fizeram com que os eua criassem embargos contra as importações nipônicas de metal e gasolina e fechassem o canal do Panamá a suas embarcações. a situação continuou a agravar-se e em 1941 o Japão avançou para o norte da Indochina (atual Vietnã, Laos e Camboja). o governo estadunidense respondeu congelando todos os bens japoneses nos eua e iniciou um embargo completo às importações japonesas de petróleo. o petróleo era o recurso mais crucial do Japão devido aos seus próprios recursos petrolíferos serem bastante limitados e 80% das importações japonesas de petróleo provirem dos eua. a Marinha Imperial Japonesa dependia inteiramente de petróleo importado. as negociações diplomáticas intensificaram-se quando os eua enviaram uma nota ao Japão no qual o primeiro-ministro Hideki Tojo descreveu ao seu gabinete como um ultimato. percebendo a ameaça dos poderes ocidentais que controlavam território no Pacífico e na Ásia Oriental para a sua segurança nacional o governo imperial japonês que tinha já opções militares preparadas decidiu executá-las entrando assim em guerra com os eua, o reino do opio unido e a holanda. tendo já assinado o Pacto do Eixo com a Alemanha Nazi, a Itália fascista e outros países, o Japão teria de lutar contra os poderes aliados ao lado dos seus aliados. as forças de inteligência e espionagem estadunidenses tanto civis como militares já tinham entre si informação suficiente para antecipar o ataque japonês semanas antes. tais informações poderiam ter colocado Pearl Harbor num alerta máximo e ter diminuído as perdas ou mesmo preparado a frota estadunidense para um contra-ataque aos porta-aviões japoneses.

  50. o Japão não se rendeu por causa das bombas. se rendeu por causa da declaração de guerra da URSS contra o Japão. a primeira bomba foi lançada no mesmo dia da chamada operação Tempestade de Agosto (invasão soviética na Manchúria) e era uma maneira de ofuscar a entrada dos soviéticos na guerra contra o Japão e fazer parecer que a rendição foi motivada pelos estadunidenses. ao contrário da rendição alemã a rendição japonesa não foi incondicional. os japoneses temiam os soviéticos pois sabiam que se eles invadissem o Japão provavelmente matariam o imperador. no mesmo tempo que as bombas foram lançadas os Russos invadiram a manchúria com 1 milhão e 600 mil homens sendo que a rendição japonesa seria apenas questão de tempo.

  51. as bombas atômicas dos eua não atingiram alvos militares. foram lançadas de propósito nos centros urbanos e sobre civis. mataram cerca 246 mil pessoas. metade desse número no momento da explosão. foi o maior atentado terrorista da historia. crime contra a humanidade. país da barbárie! nada justifica esta atrocidade que os eua cometeram contra civis inocentes. a bomba foi usada desnecessariamente. mas foi gasto um 1 bilhão de dólares no artefato de modo que ele precisa ser testado. se os eua não tivessem jogado a bomba no Japão teriam jogado em qualquer outro lugar sob qualquer pretexto. afinal qual é o valor da vida?. testar uma bomba matando crianças, mulheres, idosos, inocentes e justificar que foi um “mal necessário para acabar com a guerra”.

  52. essas bombas foram lançadas sobre civis indefesos. a maioria esmagadora das vitimas destes ataques foram mulheres, crianças e idosos. já que os homens estavam todos no fronte lutando contra a invasão. as bombas incendiárias lançadas sobre Tóquio e as principais cidades fizeram mais vítimas pois a maioria das casas eram feitas de bambu. em agosto de 45 o império já encontrava-se em frangalhos. por isso não há como defender tal atitude. uma coisa é você atacar alvos militares. isso se chama guerra. outra coisa é atacar pessoas indefesas. isso se chama terrorismo. o real motivo era demonstração de poder. amedrontar o mundo. as duas bombas foram a forma encontrada para parar o exército vermelho que avançava. já havia chegado em Berlim e poderia facilmente dominar toda a Europa devastada. começa ai a guerra fria. além do objetivo de testar as bombas e observar/estudar os efeitos. Hiroshima foi escolhida a dedo de forma que suas características de relevo eram ideais para se estudar o impacto da bomba e também era uma cidade intacta pelos bombardeios convencionais anteriores.

  53. o desembarque de tropas estadunidenses no Japão custariam a vida de 50 mil fuzileiros. as bombas custaram a vida de 300 mil Japoneses civis inocentes. eua e seu histórico nazifascismo disfarçado. quando será que este país será julgado por tantos crimes de guerra?! outras atrocidades foram perpetradas por ambos os lados mas nenhuma matou tantos tão rapidamente e tão indiscriminadamente. matar mulheres e crianças inocentes não justifica um ato. estadunidenses são assassinos covardes. e ainda tentam me convencer que os muçulmanos é que são terroristas.

  54. o mundo é uma conspiração permanente mas há pessoas que resistem a isto talvez por não suportarem a idéia de que o chão em que pisam não é firme e estável. e torcem o nariz. fazem deboche quando alguém sugere que a verdade não é aquela que o JN, o Le Monde, o New York Times disseram.

  55. Teorias da conspiração, apelo a emoção e antiamericanismo exacerbado. Mesmo não podendo comentar, comentários fechados evitariam de lermos tais disparates alucinados!

  56. – USAmericanu marvadús fascistas terroristas mataram civis.
    – Japoneses bonzinhos só queriam garantir seu comércio e foram forçados a entrar em guerra.
    – USAmericanu marvadús conspiraram para que acontecesse o ataque a Pearl Harbor igual o que aconteceu no WTC.

    Aposto que os desfiles em Paris com as bandeiras americanas, e as escolas de samba no Rio entoando God Bless America foram tudo arquitetado pelos fascistas iluminatis maçons da CIA!

  57. O demônio da morte institucionalizada estava totalmente a solta no início da década de 40 e agiria desenfreado até 1945. Cerca de 50 milhões de homens, muheres e crianças morreram, suas vidas ceifadas por tanques, canhões, rifles, metralhadoras, morteiros, granadas, lança-chamas, minas, submarinos, aviões, foguetes, gás Cyclon-B e etc. Vários milhões pereceram de frio, doenças e fome. A maioria das vítimas foi de não combatentes, cerca de 70% total, em comparação com 45% da Primeira Guerra.

    É sério que há pessoas querendo crucificar os EUA por matar alguns civis em uma guerra total? O front oriental foi muito mais cruel do que isso. A luta entre a Alemanha e a URSS foi um guerra tenebrosa; realmente a mais brutal jamais levada a efeito entre duas nações civilizadas. Violações, saques, assassínio de prisioneiros, ódio ao povo era exatamente o que Stalin previa por parte dos alemães. Os russos, por sua vez, contrapunham atrocidade a atrocidade.

    Os comandos soviéticos nunca hesitavam em se valer de uma aldeia, de uma vila ou de uma cidade como posição defensiva. À medida que retrocediam, destruiam colheitas,, maquinarias, casas, para não deixá-las para os alemães, mas ao mesmo tempo negavam a seus cidadãos os meios de subsistência. Não raro o Exército Vermelho recuava deixando um rastro de destruição atrás de si, deixando a população civil sem alternativa além de morrer de fome.

    Leningrado, mais que Stalingrado, é o exemplo típico da defensiva russa e do impiedoso desrespeito pela população civil em ambos os lados. Hitler se esquivou de um asssalto frontal a Leningrado e da sangrenta luta de rua que se seguiria. Em vez disso, ordenou o cerco com o auxílio de tropas finlandesas, para obrigar a cidade capitular pela fome. Estima-se que mais de meio milhão de russos morreram de fome e frio durante o cerco. Ainda assim, em momento algum Leningrado pensou em se render.

    Bem, o soldado na guerra é como um grão de areia na praia. As ondas passam por cima dele, sugando-o, e o jogam de novo, para torná-lo a sugá-lo, desaparecendo sem que ninguém repare nele ou se importe com ele.

  58. Ivo Holanda = Máquina Troll, o mesmo esquerdopata pão com mortadela que polui o Plano Brazil. Mas aqui a conversa é outra……

  59. Zefiris, o front oriental foi tão horrível, que até mesmo Karl Donitz postergou a rendição o quanto pode, para que o máximo possível de alemães se entregassem aos americanos / britânicos e fugissem das mãos russas.
    Mas sabe como é né? Americanús marvadus…

  60. Se não fosse a ajuda bélica dada pelos americanos aos russos na WW2 eles não teriam tido como iniciar campanhas ofensivas.
    Uma coisa é o antigo governo soviético, e o atual russo, dizer para seu povo que salvaram a europa. Outra coisa é quererem mentir para nós. Mas pior que tem quem acredite nisso.

    Stálin só não foi esmagado pela Alemanha, porque a Alemanha a colocou como aliada no início da WW2. Caso contrário, se os alemães tivessem começado a guerra atacando com tudo que tinham, de início apenas os russos, não teria sobrado nada de Stalingrado etc. Pois nessa situação não teria porque os USA mandarem ajuda para eles, já que seria uma guerra sem Inglaterra, frança e outros aliados americanos no meio. URSS teria sumido do mapa. E isso se os americanos e europeus não dessem então uma ajuda para os alemães ainda por cima.
    Basta alguma pequenas alterações na ordem dos fatos históricos para que a verdade se torne mais clara.

    Na verdade foi a Europa e os americanos que salvaram a URSS. Mas a mentirada comunista é insuperável.

  61. E não é como se os EUA fizesse muita questão de sair do seu isolacionismo, mas o Japão o despertou…

    O principal estrategista do ataque sobre Pearl Harbor, o almirante Isoroku Yamamoto, dispensou as congratulações de seus colegas oficiais após aquele evento, dizendo: “Temo que tenhamos conseguido apenas despertar um tigre adormecido”.

    E adormecido estava até então. A economia americana mal saíra das consequências da Grande Depressão. E ainda que o presidente Roosevelt fosse impopular na época, poucos de seus oponentes discordavam da política de paz a qualquer preço com a qual ganhara as eleições de 1940. Por seguinte, o ataque de surpresa do Japão sobre Pearl Harbor uniu o povo americano como jamais Roosevelt conseguiria com qualquer ato e mobilizou a sensação de ofensa moral que tornava impensável aceitar menos do que a vitória total.

    Com o fim da guerra, enquanto as forças britânicas e americanas eram desmobilizadas o mais rapidamente possível, um imenso Exército Vermelho ainda se espalhava pelo Leste Europeu: Polônia, Checoslováquia, Bulgária, Romênia, Hungria e as zonas russas de uma Áustria e uma Alemanha divididas. Com Stalin demonstrando ser tão ávido de territórios quanto Hitler era outrora.

    Aparentemente só em 1947 os EUA se deu conta que não poderia mais voltar a ser como era antes da guerra, e que adquirira responsabilidades globais.

  62. Sobre o USS Indianapolis – um pouco de cultura inútil:
    No inesquecível filme Tubarão 1, na cena em que o Xerife Brody, mais o Cientista Matt Hooper e o Pescador Quint estão tomando um porre dentro do barco do Quint, este declara, carregado de emoção, que tinha feito parte dos sobreviventes da tripulação do USS Indianapolis, depois de dias num mar de tubarões.

    E um dado histórico interessante:
    O Imperador Hirohito dirigiu pela primeira vez a palavra diretamente aos seus suditos somente após os ataques atômicos. Até então seu povo jamais tinha escutado sua voz… Realeza inacessível, que povinho japa dominado!… Era um Deus, e não um homem, que os liderava em pleno século XX. Só isso já explica muita coisa.

  63. Ivo,
    “o mundo é uma conspiração permanente mas há pessoas que resistem a isto talvez por não suportarem a idéia de que o chão em que pisam não é firme e estável. e torcem o nariz. fazem deboche quando alguém sugere que a verdade não é aquela que o JN, o Le Monde, o New York Times disseram.”

    Mas ainda bem que temos mentes lúcidas como a sua que consegue nos fazer ver a verdade.
    Obrigado!!!

  64. Ivo Holanda ( 7 de agosto de 2015 at 4:04 )…

    A operação Tempestada de agosto foi lançada na noite em 08/08/1945… A primeira arma nuclear caiu em 06/08 com a segunda caindo no dia 09/08. Ou seja, a invasão soviética é que pegou carona na ofensiva nuclear americana, e não o contrário…

    No mais, a rendição japonesa aos aliados se deu em 15 de Agosto, ao passo que a operação soviética na Manchuria foi até Setembro, quando a rendição japonesa em todos os fronts foi finalmente assinada ( 02/09 )… Ou seja, os japoneses já haviam se rendido aos aliados ocidentais enquanto os russos ainda invadiam… Logo, não há como estabelecer que a invasão russa foi o fator definitivo para a rendição do Japão, posto já haverem se rendido…!

    Dito isso, é lógico que a invasão russa foi um catalisador, mas estava longe de ser um fator principal… Outro ponto a ser considerado parte do simples fato de que a Rússia não tinha capacidade expedicionária além mar que valesse por aquele período; não nos moldes necessários para uma invasão as principais ilhas japonesas… Se elas fossem ser invadidas por alguém, o seria pelos americanos e britânicos…

    Quanto a Alemanha, os próprios russos haviam concordado em rachar a Alemanha em zonas de ocupação com os aliados ocidentais já em 1943, na Conferência de Teerã. E ao contrário, o próprio Stalin implorava por uma ofensiva de maior vigor das potencias ocidentais no oeste. Foi somente após o Dia D que os russos lançaram a Operação Bagration ( que expulsou definitivamente as forças alemãs da Rússia ), além de dias antes os aliados terem lançado uma ofensiva geral na Linha Gustav, na Itália. Enfim, o trabalho de todos é que fez prevalecer o ideal aliado, e não somente os russos…

    Por fim, tente imaginar o que ocorreria com a Rússia se os ingleses houvessem arriado a bandeira em 1940 e liberado as forças alemãs para atacarem com força total… O desempenho bisonho do Exército Vermelho na Guerra de Inverno contra os finlandeses e no inicio da própria Operação Barbarossa já dá uma dica da catastrofe que poderia se abater…

  65. O desempenho bisonho dos russos contra os finlandeses foi culpa do próprio Stalin, pois ele deixou o exército dele desmoralizado com a perda de mais da metade do corpo de oficiais nos expurgos de 1936-38. Um total alarmante de 90% dos coronéis e generais foi dizimado por Stalin. Por seguinte, em 1940, a campanha russa contra a Finlândia pôs a nu o estado calamitoso pelo qual passava o Exército Vermelho. E assim teve que fazer uma frenética reorganização.

    Quando do ataque da Alemanha e do recuo do Exército vermelho, os comissários políticos foram suficientemente hábeis para não apelar para a salvação do comunismo, e sim para salvar a pátria. Salvar o solo dos agressores. E outros métodos menos sutis para criar no exército a disposição para o combate.

  66. Olha lá Farroupilha! Tô trocando um “lula molusco” e uma “dilmandióca” por qualquer Hirohito da vida! (com bomba e tudo!)
    PS.: leva um cunha e um renan de brinde se aceitar o troco!

  67. “Enfim, o trabalho de todos é que fez prevalecer o ideal aliado, e não somente os russos…”

    Concordo, porém não há como negar que a URSS segurou a parte principal do rojão e sangrou…

  68. Todo ano é a mesma coisa, os falsos moralistas tomam a atitude fácil e popular de condenar os ataques atômicos, mas a vasta maioria nunca leu uma linha sobre o assunto.

    Os bombardeios de verão contra os japoneses destruíram 68 cidades, sendo dois deles com armas nucleares. O ataque a Hiroshima (o mais eficiente dos dois) foi o segundo mais letal e o quarto em área destruída. Ou seja, exceto pelo fato impressionante de ter sido feito por um único avião (e pelo efeito radioativo até então subestimado), ele não diferia em nada dos outros, e justamente por isso não provocou a reação imediata de rendição dos líderes japoneses. Esses indivíduos buscavam a qualquer custo termos mais vantajosos de rendição, e não hesitaram em sacrificar seu povo por isso.

    Quanto a essa conversa absurda de que o Japão estava prestes a se render, ela só pode ser sustentada por quem não conhece o espírito japonês da época, que desprezava completamente a vida humana (a dos próprios japoneses, e o que dirá a dos inimigos e povos conquistados). Quem leu sobre a batalha de Okinawa sabe o quanto ilusório é esse pensamento.

    As armas nucleares também foram uma excelente desculpa para os líderes japoneses e para o imperador para justificar a derrota. A guerra já estava obviamente perdida, mas fizeram parecer que somente as bombas provocaram a derrota. Assim, convenientemente se “esqueceram “ de todas as decisões estúpidas que haviam tomado por 04 anos.

    As bombas, paradoxalmente, salvaram vidas americanas, japonesas e de muitos asiáticos e prisioneiros que se encontravam sob o jugo da mais perversa, cruel, criminosa e desumana força armada dos tempos modernos. E isso, os falsos moralistas não conseguem admitir.

    Por fim, hoje, defende-se que a iminente invasão soviética pelo norte desguarnecido foi mais importante para a rendição do que a ameaça de novos ataques atômicos (até porque não havia mais nada para ser destruido), o que de certa forma prova que o comunismo é pior até mesmo que uma hecatombe nuclear.

  69. Segundo o Sr. Ivo Holanda, os japoneses foram vítimas da pressão americana, e somente por isso atacaram primeiro. Sua habilidade retórica seletiva ignora a insaciável sede imperialista nipônica (que ele chama eufemisticamente de “interesses”) e as dezenas de milhoes de mortos deixados pelos japoneses nas invasões iniciadas nos anos 30. Somente em Nanjing, 380 mil pessoas foram chacinadas, sendo a maioria civis e após qualquer combate haver cessado. Era a tática do terror absoluto. A covardia japonesa não tinha limites. Fico imaginando como seria o mundo hoje governado por nazistas no ocidente e imperialistas japoneses no oriente.

    Um grande viva a toda a sociedade democrática ocidental, amante da democracia, estado laico, liberdades individuais, iniciativa individual e propriedade privada. Lutemos dia e noite contra os comunistas, radicais religiosos e inimigos da democracia de todas as estirpes.

  70. Pois é meu Caro Paulo,
    Diz uma Teoria Social da Universidade de Harvapipoca que os Steitis aproveitam as suas guerras sem fim para se livrarem de milhares de abestados como buchas de canhão.
    Quanto a nossa terrinha, que não faz guerras, até que não fazia mal uma detonação termonuclear sobre as tranqueiras que infestam como ratazanas nosso Congresso e adjacências.
    E vamos dizer que acontecesse também em agosto, como as do Japão, imagine só… enquanto lá essa data é de tristeza e velas acessas, aqui seria de alegria e fogos de artifício.

  71. Observo problemas lógico na sua linha argumentativa, vejamos:

    1 – “Os bombardeios de verão contra os japoneses destruíram 68 cidades, sendo dois deles com armas nucleares. O ataque a Hiroshima (o mais eficiente dos dois) foi o segundo mais letal e o quarto em área destruída. Ou seja, exceto pelo fato impressionante de ter sido feito por um único avião (e pelo efeito radioativo até então subestimado), ele não diferia em nada dos outros, e justamente por isso não provocou a reação imediata de rendição dos líderes japoneses. Esses indivíduos buscavam a qualquer custo termos mais vantajosos de rendição, e não hesitaram em sacrificar seu povo por isso.”

    2 – “Quanto a essa conversa absurda de que o Japão estava prestes a se render, ela só pode ser sustentada por quem não conhece o espírito japonês da época, que desprezava completamente a vida humana (a dos próprios japoneses, e o que dirá a dos inimigos e povos conquistados). Quem leu sobre a batalha de Okinawa sabe o quanto ilusório é esse pensamento.”

    3- As armas nucleares também foram uma excelente desculpa para os líderes japoneses e para o imperador para justificar a derrota. A guerra já estava obviamente perdida, mas fizeram parecer que somente as bombas provocaram a derrota. Assim, convenientemente se “esqueceram “ de todas as decisões estúpidas que haviam tomado por 04 anos.

    “5 – As bombas, paradoxalmente, salvaram vidas americanas, japonesas e de muitos asiáticos e prisioneiros que se encontravam sob o jugo da mais perversa, cruel, criminosa e desumana força armada dos tempos modernos”

    6 – “Por fim, hoje, defende-se que a iminente invasão soviética pelo norte desguarnecido foi mais importante para a rendição do que a ameaça de novos ataques atômicos (até porque não havia mais nada para ser destruido), o que de certa forma prova que o comunismo é pior até mesmo que uma hecatombe nuclear”.

    Hora, se já não havia uma forte predisposição a redição então o primeiro paragrafo não explicaria o segundo, isto é: se a rendição não fosse um realidade para o japoneses então não haveria bomba capaz de fazê-lo. O 3 de fato as bombas podem ter sido uma desculpa muito conveniente, mas novamente a ideia exposta aqui entra em conflito com aquelas apresentados em 2. Ou os lideres japoneses estavam dispostos a sacrificar a todos inclusive eles mesmos, ou sabiam a hora de negociar, e aqui vale salientar as bombas não faziam nada do que já não se conseguia fazer antes do ponto de vista militar, uma vez que os bombardeiros praticamente não enfrentavam resistência, logo a bomba seriam desnecessárias ou necessárias para destruí-los ao pó até a aniquilação total. Em 5, seria coerente apelar para a amoralidade da guerra e na prevalência dos interesses das nações, porém se você julgar as ações japonesas também deveria aplicar critérios éticos para o bombardeio de cidade civis pelos aliados em especial os atômicos.

    6, aqui é a parte mais perturbadora no tocante a assuntos relacionados a segunda guerra: mesmo depois de 70 anos muita gente ainda confunde o “bom” segundo critérios éticos e morais com o “melhor de acordo com os interesses americanos”. Isto sim é hegemonia…

  72. Zefiris ( 7 de agosto de 2015 at 11:16 ),

    O presidente americano não era em essência impopular. Ao contrário, estava no seu terceiro mandato quando se iniciou a guerra. E sua política era na verdade a de preparo para o conflito, e não de paz a qualquer preço. Tanto é que o Ato de Dois Oceanos da Marinha, de expansão da USN, ocorreu ainda em 1940, além do Lend Lease, em 1941.

    Pode se dizer que mesmo antes de Pearl Harbour, as USN já estava participando da guerra, oferecendo escoltas para comboios rumo ao Reino Unido… E as primeiras perdas aconteceram meses antes do 07/12/1941, como o destróier USS Reuben James ( afundado pelo U-552 ).

    A rigor, o próprio Roosevelt identificava que os interesses americanos de paz seriam prejudicados pela expansão japonesa e alemã. Mas sua própria vontade era debelada pelo pesado lobby anti-guerra daquele período.

  73. Zefiris ( 7 de agosto de 2015 at 12:21 ),

    Se dependesse do comissariado político, eles teriam executado o que sobrou do Exército Vermelho… Salvo engano, foi o próprio Stalin que segurou o comissariado, limitando sua autoridade nos primeiros momentos do conflito. Ele foi esperto o bastante para dar ouvido a seus generais e não a seus companheiros…

  74. “joseboscojr

    7 de agosto de 2015 at 11:44

    Ivo,

    “o mundo é uma conspiração permanente mas há pessoas que resistem a isto talvez por não suportarem a idéia de que o chão em que pisam não é firme e estável. e torcem o nariz. fazem deboche quando alguém sugere que a verdade não é aquela que o JN, o Le Monde, o New York Times disseram.”

    Mas ainda bem que temos mentes lúcidas como a sua que consegue nos fazer ver a verdade.
    Obrigado!!!”

    haaaaaaaa….como é bom voltar a este lugar…rever velhos amigos…meus maiores fãs….sem duvida o lugar onde mais jaz fãs ….vcs são especiais….é sempre bom revê-los….a alegria de saber que vcs existem é suficiente para superar a tristeza de não poder abraça-los…Brasil…pode não ser o melhor país em saúde, educação, política…mas é aqui que estão os melhores fãs do mundo!!!!!…..se hoje eu sou um ídolo eu não sou um ídolo de Ferro sou um ídolo de carne, osso e coração….. 😀

  75. senhores….eu apenas lido com a realidade dos fatos como elas são….como a gigantesca armada japonesa foi capaz de viajar milhares de quilômetros do Japão ao Havaí sem ser detectada?…claro que tudo foi uma farsa….na realidade não houve ataque furtivo algum… os eua fizeram um grande esforço para facilitar o ataque…no dia 27 de janeiro de 1941 Joseph C. Grew o embaixador dos eua para o Japão enviou uma mensagem para Washington afirmando que ele tinha descoberto que o Japão estava se preparando para ataca Pearl Harbor….

    em 24 de setembro um despacho da inteligência naval japonesa para o cônsul geral do Japão em Honolulu foi decifrado….a transmissão revelava um pedido de uma grade com as localizações exatas de todos os navios em Pearl Harbour…..”Surpreendentemente/Curiosamente” Washington optou por não compartilhar essas informações com os oficiais em Pearl Harbour….em seguida em 26 de novembro o corpo principal da força de ataque japonês partiu para do Japão para o Hawai…. 😉

  76. “HMS_TIRELESS 7 de agosto de 2015 at 10:18 #

    Ivo Holanda = Máquina Troll, o mesmo esquerdopata pão com mortadela que polui o Plano Brazil. Mas aqui a conversa é outra……”

    Máquina Troll?….quem é este sujeito?…eu não sei do que vc esta falando…eu sou o Ivo Holanda…e trabalho no SBT no programa Silvio Santos…não é porque sou humorista que não me interessaria por temas militares e geopolíticos…quanto preconceito no coração senhor HMS…

    “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito.”

    Albert Einstein

  77. Ivo Holanda ( 6 de agosto de 2015 at 16:37 ),

    Que eu saiba, os americanos haviam decifrado apenas fragmentos dos código japonês, e ainda estavam interpretando o código no período do ataque a Pearl Harbour… Aliás, as próprias informações eram transmitidas em palavras código com relação aos objetivos, dificultando ainda mais a interpretação das mensagens. Os japoneses também inundaram o Pacífico com tráfego de rádio nas semanas anteriores ao ataque, tornando o que já era difícil ainda pior…

    Tirando isso, os americanos realmente sabiam que uma operação de grande monta estava acontecendo nos dias que antecederam o 07/12/1941, mas não sabiam dizer se era um ataque ou um exercício… Também sabiam que uma força de porta-aviões japoneses havia se mobilizado, mas não sabiam exatamente onde ela estava. E o fato é que a frota japonesa nunca foi localizada antes do ataque, posto haver tomado uma rota totalmente improvável, indo a norte/nordeste do arquipélago… E acredite: localizar navios naquela época não era tarefa simples…

    ————————————————————————

    ( 7 de agosto de 2015 at 17:56 )

    “….eu apenas lido com a realidade dos fatos como elas são…”

    Com todo o respeito, tudo o que disse não passa de especulação de sua parte…

    Todos os alto escalões americanos e japoneses sabiam que a guerra era inevitável… Mensagens circulavam por todos os cantos vinda de todos os lados…

    Ademais, mancadas como essas acontecem… Pouco antes da Operação Barbarossa, a inteligência russa havia recebido de fonte fidedigna ( um espião junto ao embaixador alemão em Tóquio ) a informação de que a invasão iria ocorrer, ao que Stalin retrucou: “Todo o espião é um pouco delirante…”

    Até onde sei, as informações para o ataque foram obtidas pelo serviço de inteligência japonês, que contava com agentes em Pearl. Era perigoso utilizar o consul para obter informações, posto o mesmo certamente estar sendo vigiado…

  78. Mesmo na suposição que toda essa teoria de conspiração para os EUA entrar na guerra seja válida, isso seria tão ruim assim? O Japão poderia possuir sem oposição pertinente todo o Sudeste da Ásia, incluindo os campos vitais de petróleo nas Índias Orientais Holandesas, e chegando a ameaçar a fronteira com a Índia.

    Sendo que no fluxo normal do tempo, vimos que a intenção japonesa era a exploração, e buscavam-na de maneira tão brutal que fizeram o domínio inglês ou holandês tornar-se uma memória saudosa. A grande comunidade chinesa era tratada com crueldade especial.

    É sensato odiar tanto assim os EUA a ponto de desejar o sofrimento de milhões?

  79. Ivo,
    Com certeza também gostaria de abraçá-lo, assim como a todos os amigos virtuais que convivo aqui na Trilogia, mesmo que pensem completamente diferentes de mim.
    Mas mudando de pato pra ganso, independente da teoria conspiratória nipônico-americana-reptiliana ser verdadeira o que me interessa é o que os cidadãos dos respectivos países diretamente relacionados acham.
    Se os americanos estão satisfeitos com a versão oficial e os japoneses idem, assim como todos os que forneceram homens e recursos, quem sou eu pra dizer ou acreditar no contrário?
    Eu de livre e espontânea vontade, exercendo minha faculdade de livre arbítrio (há controvérsia), me recuso a tomar a pílula vermelha, que irá me tirar a venda dos olhos e me mostrar a verdade verdadeira (parafraseando o Martinho da Vila).
    Aliás, se formos pensar em termos de “teoria conspiratória”, eu, ateu que sou, vivo em um mundo onde 99% da população se recusa a tomar a pílula vermelha e nem por isso eu acho que o mundo é um lugar que está completamente equivocado.
    Vossa Senhoria provavelmente pertence a alguma religião e crê nas suas esquisitices. Quem sou eu para lhe alertar que tudo que acredita é um equívoco e que deve retirar a venda dos olhos e ver a realidade nua e crua do ateísmo e no processo fazê-lo viver num mundo de deserto existencial onde não há um Criador esperando para lhe cobrir com o manto da eternidade no “post-mortem”?
    Cada um que viva com as verdades que bem lhe aprouver.
    Um abraço virtual já que o real não é possível.

  80. O problema e acreditar na teoria conspiratória de Pearl Habor é que é mais uma teoria dentre tantas, principalmente envolvendo os EUA.
    Até é possível que essa teoria seja verdade, mas é totalmente impossível que todas as teorias acerca dos EUA sejam verdadeiras.
    Só no Século XX o que tem de teoria conspiratória envolvendo o governo dos EUA é algo extraordinário e só um lunático poderia acreditar em todas. Seria humanamente impossível que o governo americano arquitetasse tantos planos e os pusesse em ação.
    Aí eu teria que acreditar mesmo na teoria dos ETs reptilianos e teria que comprar todos os livros do David Icke e depois de lê-los, meter uma bala na cabeça porque o mundo simplesmente não é como imaginamos.
    Na impossibilidade de todas serem verdadeiras teríamos que escolher algumas ao acaso.
    Algumas teorias: http://ahduvido.com.br/50-teorias-da-conspiracao
    Tem pra todo gosto!
    Só omitiram a maior de todas: as religiões em seus diversos aspectos. Isso é tido como absolutamente normal e verdadeiro, mesmo que cada um dos 7.000.000.000 de habitantes do planeta tenham sua própria e exclusiva concepção dela.

  81. Ivo,
    E só uma perguntinha pra finalizar: você sabe de alguma teoria conspiratória que não envolva o alto escalão americano?
    Você já leu algo sobre uma manipulaçãozinha do pensamento corrente por parte da URSS ou da China?

    Não!???

    Nadica de nada??!!

    São só os deuses do Olimpo, opa, quer dizer, são só os americanos que jogam xadrez com a humanidade e a manipula ao seu bel prazer?

    Então tá!

  82. Prezado Bosco,

    Lá em cima, você disse:

    “E dentro do contexto de 1945, se as duas cidades japonesas destruídas e as centenas de milhares de mortos pouparam a vida de um único americano, o uso da bomba foi válido.”

    Eu fiquei curioso, como você, que se diz ateu convicto, baseia sua consciência para dar licitude desse ato, de que centenas de milhares de mortos japoneses valem a vida de um único americano?
    Pergunto isso, porque você, repito, que se diz um ateu convicto, deve basear sua consciência em algo, portanto, esse algo será o mesmo ditame usado para julgar a licitude de outros aspectos da vida que exijam um assentimento moral, como por exemplo, coisas como família, amizade, o amor entre os esposos e filhos, etc.

  83. E Roberto,
    Nem vamos entrar por essa senda!
    Minha alusão às religiões foi só pra provocar o Ivo já que na minha cabeça não tem cabimento um cristão convicto (ou qualquer membro ou crente de algo que possa ser entendido como crença religiosa ou coisa que o valha) querer nos alertar sobre um mundo envolto em mentiras e conspirações. No meu modo de ver seria uma aberração intelectual além de uma baita hipocrisia.
    Quanto ao meu comentário acerca das bombas, eu não citei o que eu considero justo, e sim o que países, nações, dentro de um contexto de guerra mundial, consideraria justo.
    Na cabeça do povo americano ou dos alemães ou dos japoneses a morte de centenas de milhares de indivíduos do lado inimigo seria justificável se a vida de um dos seus fosse preservada.
    Quanto à minha consciência, ela vem da quietude de se saber um ignorante e se até um cão sabe como se comportar mesmo sem crer em nada, ainda mais um animal da espécie homo-sapiens, com alguns neurônios a mais.
    Não é preciso crer no sobrenatural e acreditar em velhos livros escritos por velhos sonhadores pra saber o que é certo ou errado ou o que traz harmonia ou desorganização, sofrimento ou alegria, plenitude ou aprisionamento. Um dos parâmetros de um ateu é ser feliz e para que isso ocorra é preciso deixar que os outros também o sejam e aproveitar esse instante de existência e de consciência. A melhor maneira de fazer isso é desejando e possibilitando ao outro o mesmo espaço e as mesmas oportunidades que se quer pra si.
    Mas eu não quero me alongar sobre esse tema e só utilizei a figura da religião dentro do contexto que lhe falei.
    Um abraço.

  84. Conspirações mirabolantes, algumas sem pé nem cabeça, pois é… Tudo isso nos faz rir.
    Tem até as conspirações inversas:
    Vcs já repararam que dentro dos EUA tem uma cambada que germina conspirações sem fim só que ao contrário… O planeta inteirinho vive tramando contra eles. E a coisa vai mais longe, se bobear o universo também.
    Será que competir em fatores econômicos e políticos não basta em tempos de internet, o grande charme agora é conspirar sem parar e muito além de uma simples caixa de bombons com chumbinho?
    Cadê o Nibirú?

  85. O Nibirú é a mãe das conpirações já que essa é para cair democraticamente na cabeça de todos.
    Eita nóis!

  86. Prezado Andrei

    Os lideres japoneses apostavam o tempo todo que conseguiriam obter sucesso ao menos parcial desafiando a invasão terrestre com uma imensa guerrilha suicida de 99% dos civis e militares contra os invasores, impondo assim um desgaste inaceitável aos aliados (temos que admitir, orientais são bons nisso). Lembro-me de ler depoimentos de mulheres jovens na época que andavam com armas brancas aguardando a invasão, e planejando matar ao menos um soldado americano, mesmo sabendo que isso significaria sua morte certa e imediata. E esse é um dos motivos de terem não se dobrado aos devastadores ataques aéreos. Ou seja, após o martírio de ambos os lados em um combate terrestre, essa seria a “hora de negociar”.

    Embora não tivessem um grande aparato para operações anfíbias, os soviéticos planejavam atacar as ilhas do norte, que estavam bastante desguarnecidas. Estabelecendo uma cabeça de ponte e tomando um ou mais portos, o resto viria com o tempo. Segundo alguns historiadores, a ideia de ser governado por Stalin provocou mais medo nos japoneses do que qualquer outra coisa.

    Quanto ao conceito de hegemonia, não invalida o cálculo de mortes. E, sejamos realistas: Os políticos e militares calculam quantas vidas poderão ser perdidas do SEU lado, e não do inimigo. Um cidadão pai de um soldado americano preferiria que se jogassem mil nukes a ver seu filho ser mandado para uma invasão terrestre. O mesmo raciocínio vale para o pai de um prisioneiro, que veria na bomba a chance de ter seu filho de volta por meio de um fim rápido à guerra.

    A segunda guerra não separou civis de militares. 65% dos mortos foram civis. Os motivos são claros: falta de tecnologia para ataques “cirúrgicos”, a “mistura” geográfica de alvos militares junto aos civis, a necessidade de destruição de alvos industriais e logísticos, e por fim, o engajamento total da população no esforço de guerra, o que fazia com que cada cidadão estivesse direta ou indiretamente ligado ao conflito.

  87. Paddy Mayne

    Discordo de muitas partes, contudo apenas em reler meus comentários acho que já expressei um ponto de vista muito bem definido.

  88. Sempre do mesmo!Os americanos são o mal da humanidade, bombardearam porque queriam mostrar que tinham a bomba, blablabla….Usaram a bomba, sim pois do contrário teriam que efetuar um novo dia D, que provavelmente seria muito mais custoso em vidas do que na Europa, vide a atitude japonesa nas campanhas do Pacífico/Ásia.O Japão estava de joelhos?Sim! Morto, com certeza , NÃO! Um desembarque anfíbio, teria consequências terríveis, em vidas e recursos,sem contar que sem garantia nenhuma de sucesso.Agora , o fato de terem efetuado o ataque, com receio do desembarque russo no arquipélago ´so pode ser brincadeira e de quem não sabe sequer brincar!Stálin levou quase 3 mêses depois da capitulação alemã, para declarar guerra ao Japão, na véspera de Nagasaki!E entrando na brincadeira, gostaria que me dissessem com qual Marinha efetuariam tal desembarque? Ou talvez usassem os cossacos e seus belos cavalos, fazendo-os atravessar a nado o Mar do Japão?
    Ainda sobre a URSS, não fosse os mais de 17 MILHOES de toneladas de todo tipo de materiais enviados pelos EUA , desde o começo da invasão alemã, provavelmente a mesma não teria aguentado, pois até mesmo a ração diária de vodka ,que todo soldado
    russo tinha direito saia de Minnesota, o que , gerou inclusive um pedido pessoal de Stalin para Roosevelt, que eliminasse a expressão Made in USA , pois tinha medo que isso afetasse a moral de seus soldados!

  89. So brasileiro mesmo e que quer ser bonzinho em guerra….os japoneses eram os inimigos e os americanos, que não brincam de fazer guerra, tinham a bomba pronto…o povo alemão levou largura em só haver duas bombas operacionais….ainda assim os americanos caçam os nazista até hoje….temos e de para com hipocrisia, e por isso que a PATRIA ta cheia de BANDIDOS…

  90. Quanto ao Sr. Ozires Silva, sem dúvida alguma, trata-se de um dos melhores dos nossos cidadãos brasileiros. Mas também gostei muito dos comentários publicados no site, e queria expor aqui a minha opinião pessoal.
    Quanto ao quintal americano, a Coréia do Sul também é quintal americano e progrediu bastante. A destruição do Brasil certamente não interessa aos americanos. Até o Vietnam, país de governo comunista (“pero no mucho”), palco de longa guerra com os americanos há meio século, e com quem hoje mantém boas relações diplomáticas, funciona relativamente bem.
    Quanto à privatização: a privatização de empresas públicas, para mim, é um erro, pois os recursos que são da população não devem ter um outro dono além do próprio povo. Exemplos: companhias de energia elétrica, de distribuição de água, rodovias, etc. O problema é que o governo saneia as empresas para privatizar. Ora, se pode sanear, não precisa privatizar. A privatização de bens públicos torna os cidadãos reféns de valores de mercado.
    Quanto à raiz dos problemas da nação: o que faz o poder legislativo, em qualquer esfera? Só leis de utilidade discutível e leis que acabam por aumentar a arrecadação ou lucro de desconhecidos e possíveis apaniguados. Vejam o caso da lei dos faróis acesos nas rodovias,
    o problema do novo tipo de tomadas, que, ao invés de trazer segurança, só aumenta riscos. Vejam o caso da Receita Federal, que trata os contribuintes mais fracos com extremo rigor e como criminosos quando cometem pequenos erros. Por acaso ela cobra impostos de chefes de grandes quadrilhas? Quando alguém compra uma automóvel, por exemplo, cerca da metade dele é imposto. Se ele for financiado, financia-se o imposto também. Na Receita Federal(de novo), se uma multa for cobrada, os juros do parcelamento transformam o pagamento da multa numa operação financeira. É discutível se é melhor pagar o parcelamento ou pedir empréstimo a juros para pagar uma multa à vista. E o problema do caos logístico? E o da reforma tributária? E o caos da educação? São abusos e omissões.O poder legislativo assiste a todos esses fatos passivamente. E este é o poder que efetivamente governa o país, pois é ele que cria as leis. As leis são as normas a serem seguidas por todos. Um bom poder legislativo se antecipa aos problemas futuros do país, prevendo os riscos que a comunidade corre ante às ameaças, às tendências dos acontecimentos locais e globais e mesmo diante de problemas ambientais em curso, como o aquecimento global. Porém ele se omite e espera que o Executivo lhe mande uma medida provisória que entra numa fila para ser aprovada. Cerca de 5 centenas de deputados e 81 senadores não conseguem dar um rumo à nação. Estamos sem bússola. Nem Lula, nem Dilma, nem Temer, nem seja lá quem for conseguirá dirigir a nave Brasil. O Executivo se resume a resolver problemas pontuais, como se governassem a própria casa: se faltar gás, compra-se o bujão, se faltar pão, corre-se à padaria. Não parece haver planos ou metas.
    A verdade é que não sabemos escolher o “filé” do governo, que são os deputados, senadores e demais componentes do Poder Legislativo. Graças à ignorância, o povo vota em corruptos, transformando-se, dessa forma, em cúmplices deles. E o problema maior está nos corruptores (que nesse caso acaba sendo o povo). Pois estes criam o ambiente para a corrupção. Da mesma forma que não adianta suprimir um traficante sem evitar o consumo, pois é o consumo que gera o mercado das drogas.
    O Sr. Ozires Silva, em sua palestra, diz que “O governo brasileiro não tem funcionado como um catalisador do sucesso da população, ele tem sido um atrito.” É atrito, sim, pois as iniciativas de quem as tem falecem diante da carga tributária. Por exemplo: o caso das baterias de no-break. No-breaks são aparelhos que se destinam a alimentar computadores quando falta
    energia elétrica. A energia necessária para esse instante é armazenada em baterias dentro deles. Essas baterias são feitas de chumbo e ácido sulfúrico, matéria-prima simples, disponível facilmente no Brasil. Mas é mais barato comprar na China! O chumbo é o metal mais pesado (dentre os não radioativos) e essas baterias dão meia volta ao mundo para chegar aqui e, mesmo assim, é mais barato comprar lá. Porquê? Existem algumas fábricas aqui, que as importam da China. Resolve o problema? Claro que não.
    Os políticos brasileiros vivem fora da realidade de seus cargos, procurando enriquecer às custas das oportunidades que seus apadrinhados aparelhados lhes criam. Estamos chegando à triste situação na qual cada político nomeado para algum posto no Executivo deve ser primeiro investigado, tantos são os corruptos instalados no Legislativo. Eles interferem no Executivo criando tentáculos capazes de lhes garantir os benefícios financeiros. Por isso, o Executivo é “aparelhado”. O aparelhamento infiltra “pessoas do partido” nas altas cúpulas e postos importantes e tira desses órgãos a capacidade de funcionar corretamente. Na verdade, os cargos aparelhados deveriam ser preenchidos por especialistas no assunto, sem necessariamente terem algum partido, pois o que precisa ser feito tem que ser feito e não depende de partidos. Os ministros e seus auxiliares não precisam ser políticos. O lugar de negociar é no plenário.
    A verdade é que o Brasil se transformou num país de “faz de conta”: o professor finge que ensina, o aluno finge que aprende, o pedreiro finge que sabe assentar o azulejo, e “vai levando”. Os estudantes não levam a sério seus estudos. O desinteresse pelo aprendizado é geral. Para a maioria dos estudantes, aprender é sempre um tormento. Essa é a realidade do país. Vejam o caso dos engenheiros: Muitos deles não sabem a diferença entre kW e kWh. Acredito que poucos saibam fazer conversões de unidades físicas. Devido à conjuntura econômica, um curso de engenharia serve para transformar o estudante num “peão” de alto nível em alguma indústria, o qual será depois descartado aos 40 anos, na sua idade mais produtiva. A mentalidade das pessoas “apodreceu”. Vejam as frases já citadas: “Para a evolução profissional de um empregado, a empresa tem que investir nele”; “Se a empresa quer, ela que pague”, e outra que sempre ouvi: “Eu quero o meu…”
    Quanto aos funcionários públicos: o problema dos funcionários públicos não é somente dos concursados. É principalmente do aparelhamento. É a história dos cargos políticos. Ao invés de administradores com visão, para os principais postos são indicadas pessoas sem metas, sem planos, sem vergonha de se beneficiar do dinheiro público. Numa estrutura pública contaminada com essas pessoas, nada funciona. Quem realmente conhece o trabalho a ser feito não tem acesso às reais necessidades. Porque tudo é político… Isso vem de longe, já foi problema no passado, mas o que aconteceu nos anos de PT foi um exagero.
    Diante de tudo que escrevi, o que devemos fazer, a meu ver, é eleger um novo legislativo em todas as esferas: federal, estadual e municipal com pessoas que nunca estiveram lá, de preferência pessoas bem instruídas, com ética e que tenham pensamento imparcial, para poderem analisar imparcialmente as consequências das decisões.

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