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Rafael compra 40% da brasileira GESPI

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A Rafael Advanced Defense Systems Ltd. anunciou a aquisição de 40% da empresa brasileira GESPI Aeronáutica. A aquisição irá aprofundar ainda mais a presença da empresa estatal israelense no mercado de defesa e segurança do Brasil.

As duas companhias anunciaram o acordo na última LAAD Security 2012, ocorrida no Rio de Janeiro.

Estabelecida em São José dos Campos, a GESPI vem operando no setor civil e de segurança do Brasil nos últimos 20 anos, apoiando as forças militares locais.

O vice-presidente de marketing da Rafael, Lova Drori, disse: “A aquisição da GESPI permitirá que nós implementemos a política estratégica do governo brasileiro em transferir tecnologia avançada proposto pelo Ministério da Defesa do Brasil e vários agências de segurança, fornecendo oportunidades de emprego e exportação para outros países.”

Não foi informado o volume de recursos envolvido na negociação.

FONTE: Global

SAIBA MAIS SOBRE A GESPI

Fundada em 1974, com o propósito de atender as necessidades da aviação militar e civil, tanto no Brasil como no Exterior, GESPI AERONÁUTICA LTDA. atualmente se destaca pela alta capacidade de adaptação ao mercado e na vanguarda tecnológica, desenvolvendo bancos de testes.

Na busca das certificações NBR15100 e ISO 9001,  a Empresa está capacitada a fazer revisões e manutenções gerais em equipamentos aeronáuticos, tornando-os aptos ao retorno as operações, segundo as exigências do fabricante.

Estão no quadro de capacidade da GESPI AERONÁUTICA, motores e acessórios para as aeronaves civis e militares tais como  VIPER, SEAKING, BOEING 707,727, 737-200, A4  SKYHAWK, C-130 HÉRCULES,  JET RANGER,  LEAR JET, AM-X e outros.

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asbueno
asbueno
8 anos atrás

Um movimento aqui, outro ali,mais um acolá e empresas estrangeiras vão “se achegando” a empresas brasileiras com atividades ligadas ao setor bélico, direta ou indiretamente.
Será que em algum momento teremos um parque de empresas locais, porém não nacionais?
Não seria o caso de haver alguma lei proibindo o controle (não é o caso específico desta empresa) por estrangeiros?
De que serve qualquer tipo de ToT se ela “cairá” em nossas mãos ?
Onde estão os deputados da bancada “pró-defesa”?

Abraços.

Marcelo
Marcelo
8 anos atrás

Caro Asbueno, isso lhe colocar uma Pergunta?
O Cobalt, da Gm, foi totalmente projetado no Brasil, por engenheiros e técnicos brasileiros. Você acha isso ruim, ou acha que isso não deveria Acontecer?
Abraços.

asbueno
asbueno
8 anos atrás

Acho isso ótimo, prezado Marcelo, porém carros não são estratégicos.

Abraços.

edcreek
edcreek
8 anos atrás

OLá,

Nessa vou com asbueno, sorrateiramente os Israelenses vem tomando conta do mercado de defesa Brasileiro, com grandes associações com a Embraer, e agora adquirindo empresas nacionais.

Definitivamente isso não é bom, precisamos ficar atentos….

E não dá para comparar o “feito” Cobalt que é um bem de consumo com uma empresa que praticamente só trabalha no mercado de defesa.

Olho nos Israelenses, donos do F-5 BR e do AMX-M, e do Vant Brasileiro, meio concentrado não?

Abraços,

asbueno
asbueno
8 anos atrás

Edcreek,

Parcerias são importantes, mas neste tipo de negócio é importante termos um maior controle.
Mas nossos legisladores sabem o que fazer, não? Ontem e hoje!

Abraços.

Dario
Dario
8 anos atrás

Esse é o preço de não ter investido no passado em tecnologia.
Esse será o preço que as futuras gerações irão pagar por tantas ” bolsas aqui ” e ” bolsas daqui “.

Nick
Nick
8 anos atrás

Se aqui Defesa fosse sério essas empresas nacionais, não correriam o risco de serem transformadas em filiais e até mesmo um escritório de representação de empresas multinacionais.

Mas argumentar contra como, se é praticamente impossível viver dos gastos do Governo.

[]’s

Mauricio R.
Mauricio R.
8 anos atrás

Só estão se adaptando as nas novas regras do setor de defesa, que entre outras inbecilidades, criou uma “preferência” (reserva de mercado mesmo) pelas empresas nacionais.

eparro
eparro
5 anos atrás

Pessoal mas qual o problema?

Na minha opinião, desde que seja “feito” aqui, com trabalahadores nacionais, acredito que seja uma forma de assimilação de conhecimento, mesmo que mais “rasteira” do que a esperada.
Afinal e infelizmente o investimento em pesquisa e desenvolvimento, no nosso querido Brasil, ainda é ridículo (na maioria dos casos serve para abater impostos e não para pesquisa realmente).
E lembrando que os queridos “David” só chegaram depois do desenvolvimento de 10 anos (pelo jeito a grana foi benvinda).