domingo, setembro 19, 2021

Gripen para o Brasil

Rafael compra 40% da brasileira GESPI

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

A Rafael Advanced Defense Systems Ltd. anunciou a aquisição de 40% da empresa brasileira GESPI Aeronáutica. A aquisição irá aprofundar ainda mais a presença da empresa estatal israelense no mercado de defesa e segurança do Brasil.

As duas companhias anunciaram o acordo na última LAAD Security 2012, ocorrida no Rio de Janeiro.

Estabelecida em São José dos Campos, a GESPI vem operando no setor civil e de segurança do Brasil nos últimos 20 anos, apoiando as forças militares locais.

O vice-presidente de marketing da Rafael, Lova Drori, disse: “A aquisição da GESPI permitirá que nós implementemos a política estratégica do governo brasileiro em transferir tecnologia avançada proposto pelo Ministério da Defesa do Brasil e vários agências de segurança, fornecendo oportunidades de emprego e exportação para outros países.”

Não foi informado o volume de recursos envolvido na negociação.

FONTE: Global

SAIBA MAIS SOBRE A GESPI

Fundada em 1974, com o propósito de atender as necessidades da aviação militar e civil, tanto no Brasil como no Exterior, GESPI AERONÁUTICA LTDA. atualmente se destaca pela alta capacidade de adaptação ao mercado e na vanguarda tecnológica, desenvolvendo bancos de testes.

Na busca das certificações NBR15100 e ISO 9001,  a Empresa está capacitada a fazer revisões e manutenções gerais em equipamentos aeronáuticos, tornando-os aptos ao retorno as operações, segundo as exigências do fabricante.

Estão no quadro de capacidade da GESPI AERONÁUTICA, motores e acessórios para as aeronaves civis e militares tais como  VIPER, SEAKING, BOEING 707,727, 737-200, A4  SKYHAWK, C-130 HÉRCULES,  JET RANGER,  LEAR JET, AM-X e outros.

- Advertisement -

9 Comments

Subscribe
Notify of
guest
9 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
asbueno

Um movimento aqui, outro ali,mais um acolá e empresas estrangeiras vão “se achegando” a empresas brasileiras com atividades ligadas ao setor bélico, direta ou indiretamente.
Será que em algum momento teremos um parque de empresas locais, porém não nacionais?
Não seria o caso de haver alguma lei proibindo o controle (não é o caso específico desta empresa) por estrangeiros?
De que serve qualquer tipo de ToT se ela “cairá” em nossas mãos ?
Onde estão os deputados da bancada “pró-defesa”?

Abraços.

Marcelo

Caro Asbueno, isso lhe colocar uma Pergunta?
O Cobalt, da Gm, foi totalmente projetado no Brasil, por engenheiros e técnicos brasileiros. Você acha isso ruim, ou acha que isso não deveria Acontecer?
Abraços.

asbueno

Acho isso ótimo, prezado Marcelo, porém carros não são estratégicos.

Abraços.

edcreek

OLá,

Nessa vou com asbueno, sorrateiramente os Israelenses vem tomando conta do mercado de defesa Brasileiro, com grandes associações com a Embraer, e agora adquirindo empresas nacionais.

Definitivamente isso não é bom, precisamos ficar atentos….

E não dá para comparar o “feito” Cobalt que é um bem de consumo com uma empresa que praticamente só trabalha no mercado de defesa.

Olho nos Israelenses, donos do F-5 BR e do AMX-M, e do Vant Brasileiro, meio concentrado não?

Abraços,

asbueno

Edcreek,

Parcerias são importantes, mas neste tipo de negócio é importante termos um maior controle.
Mas nossos legisladores sabem o que fazer, não? Ontem e hoje!

Abraços.

Dario

Esse é o preço de não ter investido no passado em tecnologia.
Esse será o preço que as futuras gerações irão pagar por tantas ” bolsas aqui ” e ” bolsas daqui “.

Nick

Se aqui Defesa fosse sério essas empresas nacionais, não correriam o risco de serem transformadas em filiais e até mesmo um escritório de representação de empresas multinacionais.

Mas argumentar contra como, se é praticamente impossível viver dos gastos do Governo.

[]’s

Mauricio R.

Só estão se adaptando as nas novas regras do setor de defesa, que entre outras inbecilidades, criou uma “preferência” (reserva de mercado mesmo) pelas empresas nacionais.

eparro

Pessoal mas qual o problema?

Na minha opinião, desde que seja “feito” aqui, com trabalahadores nacionais, acredito que seja uma forma de assimilação de conhecimento, mesmo que mais “rasteira” do que a esperada.
Afinal e infelizmente o investimento em pesquisa e desenvolvimento, no nosso querido Brasil, ainda é ridículo (na maioria dos casos serve para abater impostos e não para pesquisa realmente).
E lembrando que os queridos “David” só chegaram depois do desenvolvimento de 10 anos (pelo jeito a grana foi benvinda).

Últimas Notícias

Força Aérea Indiana vai comprar 24 caças Mirage 2000 de segunda mão

A frota Mirage 2000 de 35 anos da IAF, que teve um desempenho excepcional durante a operação Balakot de...
- Advertisement -
- Advertisement -