Home Sistemas de Armas Radar SCP-01 ‘Scipio’

Radar SCP-01 ‘Scipio’

2719
47

scp-011

scp-01-amxO desenvolvimento do radar SCP-01 começou em 1987, com a contratação da empresa brasileira Tecnasa pelo então Ministério da Aeronáutica, para equipar os AMX da FAB.

O trabalho começou a ser feito com cooperação da SMA italiana, através da seguinte divisão de trabalho: a empresa brasileira ficou encarregada do desenvolvimento da antena, servomecanismo, receptor/excitador/processamento analógico, painel de controle e estrutura mecânica, enquanto a italiana ficou responsável pelo transmissor e processamento digital do sinal.

Durante a década de 1990 o programa se arrastou por falta de verbas. O radar está em fase final de desenvolvimento, com a Mectron e a Galileo Aviônica da Itália (pertencente à SELEX).

Características

O SCP-01 é um radar multimodo, leve e compacto, com agilidade de frequência. É um equipamento que provê capacidade de detecção, rastreamento e ataque dentro da filosofia HOTAS (hands on throttle and stick).

Ele possui os seguintes modos de operação:

AR-AR

  • Busca e rastreamento
  • 4 submodos de combate ar-ar
  • Busca de avião tanque e busca enquanto rastreia (TWS)

AR-SUPERFÍCIE

  • Busca ar-mar com rastreamento monopulso
  • Busca ar-mar com TWS
  • Mapeamento
  • Telemetria ar-solo

O radar emprega diferentes formas de onda (pulsos e frequência de repetição de pulsos – PRFs), padrões de busca da antena e algoritmos de processamento.

Outras características

  • Baixo peso e tamanho compacto
  • Agilidade de frequência na banda I
  • Compressão de pulso
  • Operação doppler com média PRF
  • Antena monopulso de dois planos
  • Técnicas avançadas de ECCM (contra-contramedidas eletrônicas)
  • Processamento acançado de sinais configurado por software
  • Rejeição de clutter e rastreamento de alvos por algoritmos adaptativos
  • Processamento de imagem, com zoom no alvo e congelamento de imagem
  • Integração com o sistema de missão via barramento de dados digital 1553B
  • Saída para TV com gráficos em cores

Desenvolvimentos futuros

Explorando as capacidades de evolução de hardware e software, aperfeiçoamentos podem ser feitos no radar. Novos modos de operação podem ser implementados e o alcance ampliado, com antenas maiores e maior potência.
O radar pode incorporar as capacidades de Doppler Beam Sharpening, Weather avoidance, Terrain Avoidance/Contour Mapping, Ground Moving Target Indication and Tracking.

Em operação

scp-01-laad09

O radar SCP-01 foi projetado segundo o conceito LRU (Line Replaceable Units – unidades substituíveis na linha de voo), com elevado desempenho em busca e rastreio de alvos navais, terrestres e aéreos, inclusive com capacidade “look-down/look-up”.

A interface do SCP-01 com o piloto é feita pelo painel de controle e HDD – Head Down Display. No A-1M, AMX modernizado, o radar será totalmente integrado ao MFCD (Multi-Funciton Color Display).

Radares SCP-01 produzidos

MODELO / PROTÓTIPO

FINALIDADE

Mock-up 1 Estudos dimensionais e de design
Mock-up D Testes de gun fire vibration
Protótipo A1 Modelo de engenharia, sem requisitos quanto às características físicas/dimensionais
Mock-up 2 Análises quanto à instalação na aeronave
Protótipo A2 Modelo de engenharia, unidades com características físicas/dimensionais próximas das atuais
Protótipo B1 Ensaios em vôo, unidades com características físi-cas/dimensionais definitivas
Protótipo B2 Suporte ao vôo
Protótipo B3 Homologação
Protótipo B4 Referência para produção

scp-01-divisao-trabalho

radar-scp-01-1

47
Deixe um comentário

avatar
46 Comment threads
1 Thread replies
0 Followers
 
Most reacted comment
Hottest comment thread
22 Comment authors
TalesSERGIOCINNunãoManfred Von RichthofenJotapecosta Recent comment authors
  Subscribe  
newest oldest most voted
Notify of
Challenger
Visitante
Challenger

Só uma pergunta.

Essa parceria Mectron-Selex-Galileo, pode resultar em uma futura versão SCP-1 AESA, ou outro Radar?

Sabe-se que a Selex está desenvolvendo o Radar AESA do Gripen NG.

Challenger
Visitante
Challenger

Ele é bem menor, se comparado ao RBE-2, a familia AN-APG, e ao Elta-2032, embora se otimizado para ações Ar-Superficie.

Ernisio
Visitante
Ernisio

O desenvolvimento do radar SCP-01 começou em 1987…

Durante a década de 1990 o programa se arrastou por falta de verbas. O radar está em fase final de desenvolvimento…
—————–
Essa coisa só pode ficar toda ultrapassada. Ou eu que sou o burro? Isso é ridículo.

Felipe Cps
Visitante
Felipe Cps

Pergunta: qual é a diferença técnica entre um radar AESA e um PESA? E o que faz (qual o componente, etc.) um radar AESA ser diferente de um PESA?

Abs.

The Captain
Visitante
The Captain

Ha algum tempo atrás o Galante deu, em módulos, aulas a cerca da operação de um submarino e modos de detecção do mesmo, considerando variáveis como profundidade, temperatura da água, salinidade, correntes, vibração do motor e hélice. Que tal se alguém nos desse aulas como as apresentadas pelo Galante, a cerca do funcionamento de um radar, explicando a diferenças de uma banda para outra e coisas do tipo.
Fica ai a sugestão, uma vez que o equipamento serve em todas as arenas, seja aérea, marítima e terrestre.

The Captain
Visitante
The Captain

corrigindo” “as diferenças”

Felipe Cps
Visitante
Felipe Cps

O loco Poggio, isso eu sei broe (tá tirando mano? rsrs). Quero saber qual é a diferença TECNOLÓGICA entre os dois, ou, melhor dizendo: o que faz um ser AESA e o outro PESA?

Abs.

Wolfpack
Visitante
Wolfpack

Muito oportuna esta revisão do desenvolvimento do radar SCP-01 Scipio. De alguma forma a MECTRON deve se beneficiar com o FX2.

Colt
Visitante

Galante. Isto que é rapidez! rs Remeto os leitores deste, ao meu coment, no post anterior, sobre o AMX. Eu acho interessante que, mesmo aqui no blog, que tem um pessoal bastante bem informado, nós não conseguimos informações específicas sobre o alcande do Scipio (o Rodrigo Rauta citou um alcance aproximado). Eu acho importante essa informação para que possamos debater sobre a modernização do AMX e do A4, uma vez que o alcance do radar do A4-AR parece que é bem superior ao do Scipio, da mesma maneira o alcance dos radares dos F-16 e SU-30 que estão em operação… Read more »

GHz
Visitante
GHz

Felipe cps, Falando de maneira bem simplificada, no radar PESA toda a energia RF (radiofrequencia) é produzida em um componente único de alta potência, como uma válvula magnetron ou uma TWT, e distribuída entre os vários elementos da antena, que normalmente é fixa. A variação de fase do sinal entre cada elemento é que permite que o feixe seja direcionado de maneira muito mais rápida que num radar tradicional de antena móvel com “feeder”, podendo inclusive ser concentrado, visando a maior alcance, ou disperso, visando a maior ângulo de visada. A variação de fase entre os elementos é coordenada por… Read more »

GHz
Visitante
GHz

Os engenheiros e engenheiras… 😉

[[ ]]
GHz

GHz
Visitante
GHz

Challenger,

Colocar o SCP-01 para fazer tudo que hoje se espera dele já será vitória suficiente, não se deve esperar mais que isto. Até porque o AMX também não é avião para mais que isto.
O radar AESA nacional poderá vir a reboque da “transferência de tecnologia” do radar do FX-2.

[[ ]]
GHz

kaleu
Visitante
kaleu

Felipe CPS,

O AESA faz o escaneamento, transmitindo uma série de diferentes freqüências de energia de rádio coerente que interferem em determinados ângulos em frente à antena.Eles melhoram a varredura eletrônica através de uma banda de frequências, o que o torna muito difícil de detectar em razão do baixo ruído. Permite emissão de sinais de radar poderosas enquanto ainda permanece furtivo.

abc
Kaleu

henrique
Visitante
henrique

Por que a FAB não vai usar o mesmo radar do F5 no AMX, alguém poderia me responder?

joel
Visitante
joel

seria otimo se esse radar estivesse funcionando na decade de 90 mas agora é obsoleto como o AMX

Deveriam colocar radares grifo iguais ao do f5, que também possuem modo ar ar e ar superficie, ao menos padronizava a frota, mas investe-se em projetos assim, fazer o q.

Abraços.

The Captain
Visitante
The Captain

Valeu GigaHertz! Valeu Kaleu!

Felipe Cps
Visitante
Felipe Cps

GHz e Kaleu:

Valeu brothers, entendi. Ou melhor, entendi que é complicado bagaraleos, rsrs.

Abs.

Robson Br
Visitante
Robson Br

joel
A MINHA DÚVIDA É A MESMA:
PELO TEMPO, JÁ NÃO ESTÁ ULTRAPASSADO?

Alexandre Galante
Visitante

Ninguém percebeu que a parte mais sofisticada do SCP-01 não é feita no Brasil? Vejam no gráfico com o esquema de divisão de trabalho.

Quando falam em transferência de tecnologia, é preciso perceber que não temos condições de absorver todas elas.

Precisamos aprender a fazer o mais simples, o “pé de boi”, que é esse radar e ainda não conseguimos fazê-lo em toda sua totalidade.

O Brasil precisa aprender a fazer um radar convencional como o SCP-01, para depois pensar em partir para projetar e fabricar um radar phased array AESA.

Alexandre Galante
Visitante

Com relação ao atraso, as empresas certamente incorporaram melhoramentos no radar ao longo do tempo, com circuitos e software mais recentes.

Um radar mais simples e mais barato servirá para as missões do AMX, que atualmente não tem radar.

Não precisamos de radar AESA no AMX.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

PESA = phased array radar

AN/APG-80 é o radar do F-16E/F Block 60 Desert Falcon e portanto é um equipamento AESA.

Tanto o AN/APG-68 como o Captor-M são radares pulso Doppler de varredura mecânica.

GHz
Visitante
GHz

Mauricio R.,

Tanto PESA quanto AESA são “phased array”, ou seja radar composto por uma matriz de elementos. A diferença entre os dois já foi explicada.
Pensei APG-70 e escrevi APG-80; mas é o radar do F-15E atual, que será substituído pelo APG-82 AESA.
Quanto ao APG-68 dos F-16 Block 50, ele é PESA sim. O APG-66 dos Block anteriores é que tinha varredura mecânica.
Quanto ao CAPTOR, Vc está certo.

[[ ]]
GHz

ARC
Visitante
ARC

Nós não podemos achar que na transferência de tecnologia do FX-2 vão nos passar coisas da importância de um radar AESA, Franceses, Suecos nem preciso falar dos americanos nenhum vai dar de mão beijada itens como esse.

Schettini
Visitante
Schettini

Henrique:

O radar do f-5 é superior ao scipio na arena ar-ar, mas não possui todos os modos de busca dele, como por ex. o ar-mar.

Abraço

Elizabeth
Visitante
Elizabeth

Contanto uma “longa historia” em breves linhas. Antes um breve conceito. • Um avião de caça de segunda ou terceira geração tem um RCS de 1 m2 a 5m2 • Uma corveta tem um RCS de pelo menos 80 m2 Um pequeno radar a bordo de um helicóptero naval pode detectar um navio de maior porte facilmente a 100 milhas. O mesmo radar para detectar um caça dificilmente faria isto a mais de 10 milhas (já dentro do alcance visual portanto). Conclusão: Alvos ar-mar não precisam de grande potencia de iluminação, alvos ar-ar precisam de potencia de iluminação. Agora voltemos… Read more »

joel
Visitante
joel

Schettini,

O grifo tem modo ar superficie incluindo ar-mar e é superior ao scp1, mas estamos investindo a 20 anos no outro radar.
veja o link

http://www.aiad.it/upload/aziende/azienda_110/grifi.pdf

abraços

joel
Visitante
joel

Independentemente do radar, como eu disse gastar mais US 143 milhões para modernizaros AMX é jogar dinheiro fora.

comprasse mais 2 duzias de f 16 mesmo os que não tem MLU tem uma capacidade superior aos nossos AMX modernizados, tanto em carga, como radar e capacidade de lança bombas guiadas

Jotapecosta
Visitante
Jotapecosta

GHz, parabéns pela explicação. Muito clara e dissertativa também. Vale lembrar que o radar do tipo AESA começou a operar nos JAS-39 antes de serem pelos Super Hornet, por incrível que pareça. É a chamada tecnologia LPI, criada pela Ericsson. Além do FA-18E ter uma antena consideravelmente maior e por isso mais potente, também incorpora melhorias. O RCS de um FA-18E também é menor pelo material empregado em sua construção. Contudo, mesmo sendo de “baixa probabilidade de interceptação”, não significa que esse radar esteja a salvo de ser rastreado pelos “radar warning”. Dependendo do desenho da aeronave, isso também pode… Read more »

Schettini
Visitante
Schettini

Joel

Agradeço pela correção, mas não concordo com vc qto as f-16, vale a pena modernizar os amx, pois mesmo a compra de um radar ruinzinho como scipio é uma forma de incentivo à indústria nacional.

Manfred Von Richthofen
Visitante
Manfred Von Richthofen

Os brasileiros precisam primeiro aprender a terminar o que começam, para depois partirem para voos tecnológicos mais altos e caros.

O Brasil nem consegue fazer a parte mais complicada do SCP-01, como bem disse a Elisabeth, e tem gente querendo que o Brasil fabrique AESA.

Vamos fabricar esse radar em série e colocar nos A-1M e terminar a corrida que começamos. Os engenheiros e técnicos da Mectron agradecem.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

E por um acaso o Grifo-F cabe no nariz do AMX, o nariz do F-5 foi mto modificado p/ poder acomoda-lo.

Alexandre Galante
Visitante

Maurcio R, o nariz do AMX tem mais volume do que o do F-5.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

Valeu, Galante.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

Ghz,

Segue a url, é grnade, de uma foto do mecanismo de elevação e deriva do AN/APG-68, é a ultima foto da página:

comment image&imgrefurl=http://www.cromwell-intl.com/security/history/bwi.html&usg=__DaIKegpBWWlEH_6iDG32-RH9Uvk=&h=300&w=400&sz=53&hl=pt-BR&start=11&um=1&tbnid=cnQpK8QTwxBdXM:&tbnh=93&tbnw=124&prev=/images%3Fq%3Dan/apg%2B68%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26um%3D1)

Nunão
Visitante
Nunão

Aliás, isso é uma observação bem interessante. O volume do nariz é maior e, além disso, o tamanho destinado ao “radome” (entre aspas porque antes não tinha exatamente um radar atrás dele…) original dos A-1 sempre me pareceu bem menor do que o atual, mostrando que a posição de instalação da antena do radar é mais para trás do que a que talvez tenha sido planejada inicialmente, permitindo um diâmetro maior para a antena. Aqui mesmo na página, pode-se reparar isso comparando as fotos deste post com o desenho (raio-x) do post anterior. Lembrando que há várias fotos de A-1… Read more »

SERGIOCIN
Visitante
SERGIOCIN

Manfred Complementando, ficamos incumbidos de construir as “janelas “da estação espacial e nem isso fomos capazes, nos afastaram e o Marcos teve de ir pago. Mas o foco é outro. Estão esquecendo nos comentários q a função do A-1 não é de interceptação, e “nunca” voará sozinho – hoje já não voa, sempre tem um F-5 por perto. Prestem atenção na filosofia doutrinaria para aprendizado e desenvolvimento – lento, muito lento, como não queriamos – mas acontecendo. Conheci um tecnico, q teve q gabaritar todos os radares da CSF-Thompson, qdo. implantaram o sistema Dacta, pois as antenas criavam fantasmas. Corrigiram… Read more »

Nunão
Visitante
Nunão

Errei uma coisa, não é no post anterior que está o desenho em raio x (cutaway) é neste aqui:

http://www.aereo.jor.br/?p=13473

Apesar de ser um desenho da variante italiana, a parte do nariz à frente do canhão é semelhante, e mostra o pequeno tamanho da antena do radar de telemetria utilizado nos italianos (e que configura a também pequena área de pintura em preto dos A-1 que não tem a tal “pintura extra-chamativa anti-urubu”, para usar um termo menos técnico…

SERGIOCIN
Visitante
SERGIOCIN

Esse tecnico hoje, tem uma casa lotérica em Mauá-SP, próximo do terminal, e nunca mais aproveitaram ou investiram no cara. Esse é o nosso desenvolvimento?

Colt
Visitante

Caros colegas, Na minha opinião não é função primordial da Força Aérea e da MB auxiliar as empresas brasileiras a desenvolverem tecnologia militar de ponta. Sua principal função é a Defesa do nosso país. Evidentemente, uma política inteligente, que privilegie contratos com empresas brasileiras ou parceiras de indústrias estrangeiras e possibilite a aquisição e o desenvolvimento, no Brasil, de equipamento moderno e eficaz para a “arena moderna”, é sempre bem-vinda. A pergunta é – o Scipio é moderno, ou, tem o alcance de um radar moderno? Me parece que seu alcance não se equipara aos dos caças da América do… Read more »

Tales
Visitante
Tales

The Captain em 27 set, 2009 às 14:25 “Que tal se alguém nos desse aulas como as apresentadas pelo Galante, a cerca do funcionamento de um radar, explicando a diferenças de uma banda para outra e coisas do tipo.” Tchê: isso seria um trabalho hérculeo! Não sei quem teria tempo para tanto (eu, com certeza, não). Ocorre que daria para escrever um livro sobre RAdio Detection And Ranging – RADAR – ou seja, sobre o equipamento que permite o seguimento/acompanhamento/rastreio por ondas de rádio. Tem um livro no mercado nacional que aborda o tema Radar. Desde sua invenção na II… Read more »

Tales
Visitante
Tales

Colt em 28 set, 2009 às 18:58 “Na minha opinião não é função primordial da Força Aérea e da MB auxiliar as empresas brasileiras a desenvolverem tecnologia militar de ponta.Sua principal função é a Defesa do nosso país.” Com todo o respeito, mas a “defesa” de um país também depende de autonomia. De que adiante ter equipamentos, se não puderos usá-los em sua plenitudade ou não conseguirmos operá-los adequadamente? Lembre do caso dos mísseis Exocet argentinos nas Malvinas. Os técnicos argentinos tiveram que terminar a integração desses com os S.E. por causa do embargo francês…Isso atrasou a utilização desse equipamento… Read more »

Tales
Visitante
Tales

Colt em 28 set, 2009 às 18:58 “Volto a perguntar… Qual é o alcance desse radar contra caças?” Segundo o Bronco1 em 23 set, 2009 às 16:04 (comentário sore o post “A-1: um avião ainda incompleto”, aqui do blog): “O Scipio, ou SCP-01 tem cerca de 75 Km de alcance contra alvos de grandes dimensões em terra, mas isso pode variar para menos dependendo da altura em que esteja a aeronave, exatamente como funciona no radar de abertura sintética dos R-99 B, por exemplo. E possui ainda um alcance de pouco menos de 40 Km para alvos Ar-Ar, mas não… Read more »

Tales
Visitante
Tales

Felipe Cps em 27 set, 2009 às 14:31 “O loco Poggio, isso eu sei broe (tá tirando mano? rsrs). Quero saber qual é a diferença TECNOLÓGICA entre os dois, ou, melhor dizendo: o que faz um ser AESA e o outro PESA?” PRELIMINARMENTE: “O principio físico dos radares de varredura eletrônica é relativamente simples. Primeiro temos uma antena plana composta de transmissores regularmente espaçados (phased array ou arranjo em fase), todos emitindo o mesmo sinal. O padrão de cada sinal é sinusoidal com amplitude máxima e única. A interferência entre eles pode ser grande e isto é intencional e aceito.… Read more »

Tales
Visitante
Tales

Challenger em 27 set, 2009 às 13:27

“Só uma pergunta. Essa parceria Mectron-Selex-Galileo, pode resultar em uma futura versão SCP-1 AESA, ou outro Radar?”

A PARCERIA até pode vir a resultar num radar AESA ou outro, mas não com base no Radar SCP-01 ‘Scipio’.
Com referi acima, ma resposta ao Felipe Cps em 27 set, 2009 às 14:31, a tecnologia dos radares de varredura eletrônica é bem diferente da dos radares de varredura mecância, caso do SPC-01.
Eles iam ter que começar praticamente do zero para desenvolver um radar PAESA ou AESA…
Abraço

Tales
Visitante
Tales

onde escrevi PAESA, leia-se, obviamente, P(assive)ESA!

GHz
Visitante
GHz

Com relação ao APG-68, retifico e concordo com o Mauricio R.: é de varredura mecânica mesmo, inclusive a versão V(9).
Desculpem o deslize.

[[ ]]
GHz