Fotos de manutenção dos F-5 da ROKAF, em intercâmbio realizado com pessoal da USAF
Na foto de cima, tirada no dia 10 de agosto na Base Aérea de Osan, Coreia do Sul, sargento da USAF (Força Aérea dos EUA) checa o óleo de motor de um F-5 Tiger II da ROKAF (Republic of Korea Air Force). Trata-se de um programa de intercâmbio em que, num acordo mútuo entre as duas forças aéreas, pessoal de manutenção de uma força ganha experiência prática trabalhando em aeronaves da outra. Nas demais fotos, outras partes dos F-5 são checadas.
A ROKAF pretende substituir seus F-5 Tiger II (68 aeronaves do tipo foram montadas na Coreia do Sul) por desenvolvimentos do jato de treinamento KAI T-50 Golden Eagle, que são o caça leve FA-50 e o Lift (Lead In Fighter Trainer – treinamento operacional para a aviação de caça) TA-50. Clique nos links mais abaixo para outras matérias sobre a colaboração entre as duas forças e os futuros substitutos dos F-5 da Coreia do Sul.
FOTOS: USAF
SAIBA MAIS:
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Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?
Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?
“Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?”
Sem chances. Se adquiridos mais F-5s, adeus FX-2. O aumento da frota por aeronaves antigas, deveria estar fora de cogitação na FAB.
“”Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?”"
Tomara que não! Que venha o Rafale.
Será que calibraram os pneus e limparam o para-brisas também?
Abs
“Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?”
Sem chances. Se adquiridos mais F-5s, adeus FX-2. O aumento da frota por aeronaves antigas, deveria estar fora de cogitação na FAB.
“”Mais unidades de F-5 E/F de ocasião para a FAB?”"
Tomara que não! Que venha o Rafale.
Será que calibraram os pneus e limparam o para-brisas também?
Abs
Existe na FAB a visão de que é necessário ampliar a frota de areonaves de caça e que o F-5M é um vetor que atende às necessidades apesar de ser limitado.
Assim, depois dos Jordanianos haviam rumores de que viriam pra cá os Tiger III chilenos que começarão a dar baixa.
Ao se confirmar a retirada de serviço dos Sul Coreanos, a FAB contará cum uma frota inteira a preços módicos, podendo ampliar o número de vetores “F” que é um desejo antigo dos esquadrões para facilitar a transição e a adaptação à nova plataforma.
Não que eu coadune dessa visão ou que defenda a compra de novos F-5. Foi apenas uma pergunta mesmo.
Existe na FAB a visão de que é necessário ampliar a frota de areonaves de caça e que o F-5M é um vetor que atende às necessidades apesar de ser limitado.
Assim, depois dos Jordanianos haviam rumores de que viriam pra cá os Tiger III chilenos que começarão a dar baixa.
Ao se confirmar a retirada de serviço dos Sul Coreanos, a FAB contará cum uma frota inteira a preços módicos, podendo ampliar o número de vetores “F” que é um desejo antigo dos esquadrões para facilitar a transição e a adaptação à nova plataforma.
Não que eu coadune dessa visão ou que defenda a compra de novos F-5. Foi apenas uma pergunta mesmo.
Sou a favor dessa compra …
Para o MUSAL.
Sou a favor dessa compra …
Para o MUSAL.
Se bem que já tem um lá …
Se bem que já tem um lá …
Leigo,
No MUSAL tem um F5B, versão biplace não armada do F5A Freedom Fighter.
Leigo,
No MUSAL tem um F5B, versão biplace não armada do F5A Freedom Fighter.
É…
…pelo andar do FX-2, são mais F-5 para a FAB.
É…
…pelo andar do FX-2, são mais F-5 para a FAB.
Vira essa boca prá lá.
Saravá, vou até no padre me benzer.
Vira essa boca prá lá.
Saravá, vou até no padre me benzer.
Nossa! É assim que vcs tratam um avião especial como este???
Gente mal agradecida!!!!
Sds,
Nossa! É assim que vcs tratam um avião especial como este???
Gente mal agradecida!!!!
Sds,
O Saito falou que a FAB não vai comprar mais F5.
abraço.
O Saito falou que a FAB não vai comprar mais F5.
abraço.
Pessoal,
SErá que compensa a FAB adquirir os Tiger III chilenos?????????
Quantos são??????????????????? pelo que sei são + – 18 unidades, entre mono e biplaces……..
Não falo pela quantidade, mas sim por outro simples motivo: Os F-5 chilenos ja foram modernizados, com o radar israelense Elta 2032, se não me engano, enquanto os nossos F-5 “Mike” são equipados com o radar italiano Fiar Grifo………………..
Então, lanço uma pergunta: compensa essa compra, se considerarmos o fato de termos de abrir outra linha logística, outra linha de suprimentos apenas para esses radares?????????????????
Eu, tb vi esta info de que a FAB estaria interessada nos F-5 chilenos, mas imagino que os percalços para que tal contrato de compra/venda nos sejam muito desfavoráveis…………
abraços.
Pessoal,
SErá que compensa a FAB adquirir os Tiger III chilenos?????????
Quantos são??????????????????? pelo que sei são + – 18 unidades, entre mono e biplaces……..
Não falo pela quantidade, mas sim por outro simples motivo: Os F-5 chilenos ja foram modernizados, com o radar israelense Elta 2032, se não me engano, enquanto os nossos F-5 “Mike” são equipados com o radar italiano Fiar Grifo………………..
Então, lanço uma pergunta: compensa essa compra, se considerarmos o fato de termos de abrir outra linha logística, outra linha de suprimentos apenas para esses radares?????????????????
Eu, tb vi esta info de que a FAB estaria interessada nos F-5 chilenos, mas imagino que os percalços para que tal contrato de compra/venda nos sejam muito desfavoráveis…………
abraços.
Isto msm Joao o brigadeiro Saito falou em uma entrevista a defesanet, que nao iria comprar mais F-5EM, porque ja temos d+, ainda bem .. Os ultimos 11 F-5EM comprados foram os da Jordania.
abraços
Isto msm Joao o brigadeiro Saito falou em uma entrevista a defesanet, que nao iria comprar mais F-5EM, porque ja temos d+, ainda bem .. Os ultimos 11 F-5EM comprados foram os da Jordania.
abraços
João,
E desde quanto o Saito apita alguma coisa?
Vassili,
O F5-III chilenos ainda não foram desativados, eles aguardam a chegada do terceiro lote de F-16 adquirido pelo Chile junto à Holanda.
Mas o comentário é que existe interesse do Brasil sim, pois a aviônica deles seria pouco inferior à do F5M, mas compatível com a linha de manutenção da FAB. ALiás, foi a modernização deles que gerou a idéia de modernizar os nossos para o padrão M.
João,
E desde quanto o Saito apita alguma coisa?
Vassili,
O F5-III chilenos ainda não foram desativados, eles aguardam a chegada do terceiro lote de F-16 adquirido pelo Chile junto à Holanda.
Mas o comentário é que existe interesse do Brasil sim, pois a aviônica deles seria pouco inferior à do F5M, mas compatível com a linha de manutenção da FAB. ALiás, foi a modernização deles que gerou a idéia de modernizar os nossos para o padrão M.
como o FX2 está sendo adiado constantemente, eis o nosso novo caça tampão… Que venha o FX3
como o FX2 está sendo adiado constantemente, eis o nosso novo caça tampão… Que venha o FX3
É interessante ver como a Coréia do Sul já planeja a substituição, algo natural em FORÇAS AÉREAS INTELIGENTES, de seus F-5, aviões interessantes mas que, a exemplo de fuscas e brasílias, são de concepção antiga e não mais possuem capacidade de sobrepujar ou se igualar a aeronaves mais modernas.
Fora que, com a idade, acabam se tornando um ativo caro de se mantér, que justificaria a burrice e ignorância massissa de quem insistem em mantê-los ativos em suas forças aéreas.
Interessante como o Chile, também usuários dos F-5, e anos a luz de qualquer outra força aérea da América Latina, coloca como prioridade a substituição dos tiger, objetivando padronização de sua frota e poder de combate real.
A inteligência, demonstrada nas ações dos que a praticam, neste caso nos que aos poucos procuram mantér e priorizar suas forças aéreas, e que não obecem a planos maléficos e imbecis de adoradores de estrelas vermelhas, é algo que deve ser admirado e elogiado.
Parabéns a Coréia do Sul e Chile pela capacidade de planejamento.
É interessante ver como a Coréia do Sul já planeja a substituição, algo natural em FORÇAS AÉREAS INTELIGENTES, de seus F-5, aviões interessantes mas que, a exemplo de fuscas e brasílias, são de concepção antiga e não mais possuem capacidade de sobrepujar ou se igualar a aeronaves mais modernas.
Fora que, com a idade, acabam se tornando um ativo caro de se mantér, que justificaria a burrice e ignorância massissa de quem insistem em mantê-los ativos em suas forças aéreas.
Interessante como o Chile, também usuários dos F-5, e anos a luz de qualquer outra força aérea da América Latina, coloca como prioridade a substituição dos tiger, objetivando padronização de sua frota e poder de combate real.
A inteligência, demonstrada nas ações dos que a praticam, neste caso nos que aos poucos procuram mantér e priorizar suas forças aéreas, e que não obecem a planos maléficos e imbecis de adoradores de estrelas vermelhas, é algo que deve ser admirado e elogiado.
Parabéns a Coréia do Sul e Chile pela capacidade de planejamento.
Convenhamos, o F-5 pode ser um excelente interceptador, mas é uma aeronave limitada. Se comprarmos mais destes, qual será a expectativa de uso na FAB? De 10, 15 ou 20 anos? Nos condenaria ao atraso tecnológico a esse período!
Espero que saia o FX-2 o mais rápido possível. Uma possível aquisição de F-5′s seria de extremo mau gosto. Não desmerecendo a nave, mas está se encontrará em avançado grau de obsolescência, a alguns anos.
Abraços
Convenhamos, o F-5 pode ser um excelente interceptador, mas é uma aeronave limitada. Se comprarmos mais destes, qual será a expectativa de uso na FAB? De 10, 15 ou 20 anos? Nos condenaria ao atraso tecnológico a esse período!
Espero que saia o FX-2 o mais rápido possível. Uma possível aquisição de F-5′s seria de extremo mau gosto. Não desmerecendo a nave, mas está se encontrará em avançado grau de obsolescência, a alguns anos.
Abraços
“são de concepção antiga e não mais possuem capacidade de sobrepujar ou se igualar a aeronaves mais modernas.”
talvez os coreanos, mas os nossos nao empataram com os agressor ano passado?
nao q ache q deviamos comprar mais velharias, longe disso.
soh pra polemizar
“são de concepção antiga e não mais possuem capacidade de sobrepujar ou se igualar a aeronaves mais modernas.”
talvez os coreanos, mas os nossos nao empataram com os agressor ano passado?
nao q ache q deviamos comprar mais velharias, longe disso.
soh pra polemizar
“Não desmerecendo a nave, mas está se encontrará em avançado grau de obsolescência, a alguns anos.”
Avançado grau de obsolencia ou de decomposição. Pois para manter os daqui, estão se matando e muitos ficam parados no angares da vida enfeitando aeroportos e fazendo alegria da molecada
Vou ficar muito triste se o Brasil trocar os Gripen ou Rafale por esse aviões. Eles não tem mais chance nenhuma. Reformar e modernizar os F-5, só se for para por no nosso museu aeroespacial.
Enquanto temos um TIRANO na Venezuela com SU30 modernizados e com armas violentas, Índios com F-16. Estaremos comprando o nosso futuro infortúnio. Aerosocatas ultrapassadas e que num possivel conflito cairiam aos pedaços do céu.
De nenhuma forma gostaria de desmerecer esta aeronave que a tantos serviu. Mas o projeto do FX2, além de focar a compra de novas aeronaves, poderia se preocupar com relação ao nível de combates desses caças e não só ao preço. Pois não é de hoje que sabemos que a nossa FAB é muito mão de vaca e que prefere comprar o barato para depois dizer que não haveria necessidade de algo exagerado porque não há guerra na AL. (ainda).
Abre o olho FAB. Pra não trocar a eficiência pelo baixo $$
abraços aos moços
“Não desmerecendo a nave, mas está se encontrará em avançado grau de obsolescência, a alguns anos.”
Avançado grau de obsolencia ou de decomposição. Pois para manter os daqui, estão se matando e muitos ficam parados no angares da vida enfeitando aeroportos e fazendo alegria da molecada
Vou ficar muito triste se o Brasil trocar os Gripen ou Rafale por esse aviões. Eles não tem mais chance nenhuma. Reformar e modernizar os F-5, só se for para por no nosso museu aeroespacial.
Enquanto temos um TIRANO na Venezuela com SU30 modernizados e com armas violentas, Índios com F-16. Estaremos comprando o nosso futuro infortúnio. Aerosocatas ultrapassadas e que num possivel conflito cairiam aos pedaços do céu.
De nenhuma forma gostaria de desmerecer esta aeronave que a tantos serviu. Mas o projeto do FX2, além de focar a compra de novas aeronaves, poderia se preocupar com relação ao nível de combates desses caças e não só ao preço. Pois não é de hoje que sabemos que a nossa FAB é muito mão de vaca e que prefere comprar o barato para depois dizer que não haveria necessidade de algo exagerado porque não há guerra na AL. (ainda).
Abre o olho FAB. Pra não trocar a eficiência pelo baixo $$
abraços aos moços
“…podendo ampliar o número de vetores “F” que é um desejo antigo dos esquadrões para facilitar a transição e a adaptação à nova plataforma.”
A necessidade de transição e adaptação está em uma parte mais embaixo do inventário da FAB.
É alí bem entre o ST e o A-1/AMX, pois a transição seguinte não necessita de tantas células assim, pq é somente operacional.
Não é por nada, mas quem tem PRC á esquerda, Coreia (maluca e nuclear) do Norte bem em frente e os russos á direita; tem que levar mto a sério sua capacidade de defesa.
“…mas os nossos nao empataram com os agressor ano passado?”
Treino é treino e jogo é jogo, mas imagina os “nossos” do lado errado daquela coalizão, que espancou o Iraque como bem quiz 2 vezes e promoveu aquela “limpeza étnica” dos sérvios, nos céus da ex-Iuguslávia???
“…podendo ampliar o número de vetores “F” que é um desejo antigo dos esquadrões para facilitar a transição e a adaptação à nova plataforma.”
A necessidade de transição e adaptação está em uma parte mais embaixo do inventário da FAB.
É alí bem entre o ST e o A-1/AMX, pois a transição seguinte não necessita de tantas células assim, pq é somente operacional.
Não é por nada, mas quem tem PRC á esquerda, Coreia (maluca e nuclear) do Norte bem em frente e os russos á direita; tem que levar mto a sério sua capacidade de defesa.
“…mas os nossos nao empataram com os agressor ano passado?”
Treino é treino e jogo é jogo, mas imagina os “nossos” do lado errado daquela coalizão, que espancou o Iraque como bem quiz 2 vezes e promoveu aquela “limpeza étnica” dos sérvios, nos céus da ex-Iuguslávia???
Se é para comprar “avião velho”, a FAB podia adquirir uns 36 MIG-31, bem armados e em versão atualizada. Deixar 12 em Anápolis e distribuir o restante em pontos estratégicos do território nacional.
Com o cenário atual, pré-sal, 4ª frota, bases norte-americanas na Colômbia, Chaves… uma aeronave de interceptação pura(inclusive anti-míssil), de longo alcance e alta velocidade, não seria mal.
Se é para comprar “avião velho”, a FAB podia adquirir uns 36 MIG-31, bem armados e em versão atualizada. Deixar 12 em Anápolis e distribuir o restante em pontos estratégicos do território nacional.
Com o cenário atual, pré-sal, 4ª frota, bases norte-americanas na Colômbia, Chaves… uma aeronave de interceptação pura(inclusive anti-míssil), de longo alcance e alta velocidade, não seria mal.
**********COMENTÁRIO DEDICADO A FORÇA AEREA BRASILEIRA***********
Vocês vão me achar um cretino, mas eu temo muito pelo Brasil se algum dia um político “religioso”, “pacifico” ou “ambientalista” se tornar presidente desta nação.
1. Enquanto vem os famosos discursos intermináveis sobre como as armas destroem o mundo. Os outros países se armam até os dentes.
2. O futuro presidente contará cada vez mais o orçamento das áreas militares para concentrar na renda do pobre trabalhador e na segurança pública(dos ricos e deputados). Enquanto isso, os terroristas comprar Bombas Atômicas.
3. A força aérea do Brasil termina em sucatas voadoras onde a maioria não voa por falta de manutenção, já que os gastos da mesma foram desviados para o bolso de algum político charlatão.
4. O Brasil tem sua “soberania” desrespeitada por seus vizinhos, já que nossa política internacional é babáca e chegada no velho “paz e amor”, onde só tomamos tapa e não revidamos.
5. Somos invadidos e teremos nosso patrimônio ambiental roubado, porque não podemos proteger, já que gastamos o $$$ que era pro exercito na segurança publica. Que por falar nela. Só é valida para ricos e políticos que podem pagar.
6. A 3ª Guerra Mundial Começa. Não teremos si quer alguma arma para nos defender em nosso próprio território.
Então pensem no futuro quando forem comprar jatos FAB. O nosso futuro está em suas mãos
por Bruno L. Rocha
**********COMENTÁRIO DEDICADO A FORÇA AEREA BRASILEIRA***********
Vocês vão me achar um cretino, mas eu temo muito pelo Brasil se algum dia um político “religioso”, “pacifico” ou “ambientalista” se tornar presidente desta nação.
1. Enquanto vem os famosos discursos intermináveis sobre como as armas destroem o mundo. Os outros países se armam até os dentes.
2. O futuro presidente contará cada vez mais o orçamento das áreas militares para concentrar na renda do pobre trabalhador e na segurança pública(dos ricos e deputados). Enquanto isso, os terroristas comprar Bombas Atômicas.
3. A força aérea do Brasil termina em sucatas voadoras onde a maioria não voa por falta de manutenção, já que os gastos da mesma foram desviados para o bolso de algum político charlatão.
4. O Brasil tem sua “soberania” desrespeitada por seus vizinhos, já que nossa política internacional é babáca e chegada no velho “paz e amor”, onde só tomamos tapa e não revidamos.
5. Somos invadidos e teremos nosso patrimônio ambiental roubado, porque não podemos proteger, já que gastamos o $$$ que era pro exercito na segurança publica. Que por falar nela. Só é valida para ricos e políticos que podem pagar.
6. A 3ª Guerra Mundial Começa. Não teremos si quer alguma arma para nos defender em nosso próprio território.
Então pensem no futuro quando forem comprar jatos FAB. O nosso futuro está em suas mãos
por Bruno L. Rocha
A respeito da política presidencial e a força aérea do Brasil. A FAB não pode fazer nada caso um novo presidente “prego e chato” seja eleito. Quero dedicar também esse comentário aos meus amigos do BLOG e a ou povo brasileiro. Que Deus nos abençoe.
A respeito da política presidencial e a força aérea do Brasil. A FAB não pode fazer nada caso um novo presidente “prego e chato” seja eleito. Quero dedicar também esse comentário aos meus amigos do BLOG e a ou povo brasileiro. Que Deus nos abençoe.
Mauricio R.
A transição à qual me refiro é a do F-5 para o F-5M, cuja doutrina de emprego é evidentemente diferente da anterior.
O biplace, portanto, assume uma função de instrução avançada que nenhum outro vetor da FAB é capaz de fazer e, talvez, mesmo depois de modernizados não o serão.
Um piloto de A-1, por exemplo, é essencialmente um piloto diferente dos pilotos de F-5 da FAB, ainda que desde a implantação dos primeiros esquadrões de A-29 os pilotos passem por um longo período voando numa unidade operacional antes de operarem aeronaves à reação.
Mauricio R.
A transição à qual me refiro é a do F-5 para o F-5M, cuja doutrina de emprego é evidentemente diferente da anterior.
O biplace, portanto, assume uma função de instrução avançada que nenhum outro vetor da FAB é capaz de fazer e, talvez, mesmo depois de modernizados não o serão.
Um piloto de A-1, por exemplo, é essencialmente um piloto diferente dos pilotos de F-5 da FAB, ainda que desde a implantação dos primeiros esquadrões de A-29 os pilotos passem por um longo período voando numa unidade operacional antes de operarem aeronaves à reação.
Boa Boite,
Salvo os nossos f-5EM, os demais na minha opinião são ótimos alvos DRONE para prática de defesa anti-aérea.KKKK…
Saudações.
Boa Boite,
Salvo os nossos f-5EM, os demais na minha opinião são ótimos alvos DRONE para prática de defesa anti-aérea.KKKK…
Saudações.
Bruno Rocha, por favor, pare de beber este negócio!!!!
Amigos, que disse que o Programa F-X2 foi adiado?
E outro “comprar Mig-31″” Pelo amor de Deus, vamos fazer comentários racionais!!! Ninguém nasce sabendo de tudo, mas , pelo amor de Deus!!!
Será que alguém que diz gostar de aviação não deveria ler sobre o assunto de vez em quando!!! Cada viagem!!!
Bruno Rocha, por favor, pare de beber este negócio!!!!
Amigos, que disse que o Programa F-X2 foi adiado?
E outro “comprar Mig-31″” Pelo amor de Deus, vamos fazer comentários racionais!!! Ninguém nasce sabendo de tudo, mas , pelo amor de Deus!!!
Será que alguém que diz gostar de aviação não deveria ler sobre o assunto de vez em quando!!! Cada viagem!!!
“…Interessante como o Chile, também usuários dos F-5, e anos a luz de qualquer outra força aérea da América Latina…”
(?!???)
“…Interessante como o Chile, também usuários dos F-5, e anos a luz de qualquer outra força aérea da América Latina…”
(?!???)
Outra besteira que disseram!!! O Chile é muito inteligente, compraram 10 Caixas-pretas novinhas, mais 16, sei lá, usadas, sem nenhuma transferência de tecnologia, nem total domínio dos software, tudo por um punhado de Cobre, Vinho (muito bom ,diga-se de passagem e Pêssegos).
Ô Pessoal, os F-5 vão começar a dar baixa daqui há 10 anos, isto é amanhã, praticamente. E a sua modernização visou, sobretudo, preparar a FAB para a arena BVR e glass cockpit,datalink, HMD, etc, assim como o A-1M e ST, pois quando chegar o GRIPEN (Torço pelo RAFALE, mas é o GRIPEN que vai levar) já teremos toda uma filosofia instalada. Não vamos viajar: “comprar mig-31, F-15SE, mig-21, etc”
Outra besteira que disseram!!! O Chile é muito inteligente, compraram 10 Caixas-pretas novinhas, mais 16, sei lá, usadas, sem nenhuma transferência de tecnologia, nem total domínio dos software, tudo por um punhado de Cobre, Vinho (muito bom ,diga-se de passagem e Pêssegos).
Ô Pessoal, os F-5 vão começar a dar baixa daqui há 10 anos, isto é amanhã, praticamente. E a sua modernização visou, sobretudo, preparar a FAB para a arena BVR e glass cockpit,datalink, HMD, etc, assim como o A-1M e ST, pois quando chegar o GRIPEN (Torço pelo RAFALE, mas é o GRIPEN que vai levar) já teremos toda uma filosofia instalada. Não vamos viajar: “comprar mig-31, F-15SE, mig-21, etc”
“…F-5 para o F-5M, cuja doutrina de emprego é evidentemente diferente da anterior.”
“…instrução avançada que nenhum outro vetor da FAB é capaz de fazer…”
“Um piloto de A-1, por exemplo, é essencialmente um piloto diferente dos pilotos de F-5 da FAB,…”
Bronco1,
Creio eu que vc está confundindo instrução avançada c/ conversão de tipo.
Quem vem dos “Terceiros” necessita aprender a voar a jato, a melhorar a sensibilidasde de mãos e pés desenvolvída desde a instrução primária.
Conversão de tipo é qndo o piloto vem do A-1/AMX p/ o F-5 ou o Mirage 2000, vc vai ser convertido p/ pilotar uma aeronave de características diferentes.
Vc vai aprender a voar o tipo no biplace, padronizar procedimentos, p/ depois aprender a voar a missão do esquadrão, já no monoplace.
Por isso que eu digo que falta uma aeronave, entre o T-29 e o A-1/AMX.
“…F-5 para o F-5M, cuja doutrina de emprego é evidentemente diferente da anterior.”
“…instrução avançada que nenhum outro vetor da FAB é capaz de fazer…”
“Um piloto de A-1, por exemplo, é essencialmente um piloto diferente dos pilotos de F-5 da FAB,…”
Bronco1,
Creio eu que vc está confundindo instrução avançada c/ conversão de tipo.
Quem vem dos “Terceiros” necessita aprender a voar a jato, a melhorar a sensibilidasde de mãos e pés desenvolvída desde a instrução primária.
Conversão de tipo é qndo o piloto vem do A-1/AMX p/ o F-5 ou o Mirage 2000, vc vai ser convertido p/ pilotar uma aeronave de características diferentes.
Vc vai aprender a voar o tipo no biplace, padronizar procedimentos, p/ depois aprender a voar a missão do esquadrão, já no monoplace.
Por isso que eu digo que falta uma aeronave, entre o T-29 e o A-1/AMX.
Caramba Maurício , pela primeira vez estou concordando contigo!!!
O que será que eu comi no café?? rsrsrsrs
Tb acho que falta aquele empurrãozinho entre o T-29 e o A-1, tanto que os pilotos saem de Natal , vão para os esquadrões do 3º Gav, VOLTAM pra Fortaleza (1º/4º Gav)para serem líder de esquadrilha, voando AT-26 e daí vão para Santa Maria ou Santa Cruz, voar A-1. Há estudos na FAB visando a compra de algum vetor que faça esta ponte: T-50, Alenia A-346, etc. Até uns 12 F-5FM poderiam quebrar o galho,concorda?
Sds,
Caramba Maurício , pela primeira vez estou concordando contigo!!!
O que será que eu comi no café?? rsrsrsrs
Tb acho que falta aquele empurrãozinho entre o T-29 e o A-1, tanto que os pilotos saem de Natal , vão para os esquadrões do 3º Gav, VOLTAM pra Fortaleza (1º/4º Gav)para serem líder de esquadrilha, voando AT-26 e daí vão para Santa Maria ou Santa Cruz, voar A-1. Há estudos na FAB visando a compra de algum vetor que faça esta ponte: T-50, Alenia A-346, etc. Até uns 12 F-5FM poderiam quebrar o galho,concorda?
Sds,
Marcelo Tadeu em 25 ago, 2009 às 8:30
“E outro “comprar Mig-31″” Pelo amor de Deus, vamos fazer comentários racionais!!! Ninguém nasce sabendo de tudo, mas , pelo amor de Deus!!!”
Caro ‘quase xará’,
menos empáfia por favor…
Marcelo Tadeu em 25 ago, 2009 às 8:30
“E outro “comprar Mig-31″” Pelo amor de Deus, vamos fazer comentários racionais!!! Ninguém nasce sabendo de tudo, mas , pelo amor de Deus!!!”
Caro ‘quase xará’,
menos empáfia por favor…
Caro “quase Xará” Tadeu,
Pense bem, Sabe quanto custa manter um Mig-31? Não é só comprar, o que nem deve ser tão caro assim, é um avião com tecnologia da década de 80. Agora, manter uma linha se suprimento só para 12 aviões , para aquele motorzão, aviônicos, treinamento, pois deve ser super complexo de operar, etc.
É sobre isso que eu falo, podemos comprar até F-22 se os EUA vendesse. Vc vai ver a Venezuela daqui há uns 5 anos, como estarão os SU-30 que eles compraram, metade no chão.
Valeu!!! Prazer em te conhecer!! Vc tb é devoto de São Judas Tadeu como eu?
Caro “quase Xará” Tadeu,
Pense bem, Sabe quanto custa manter um Mig-31? Não é só comprar, o que nem deve ser tão caro assim, é um avião com tecnologia da década de 80. Agora, manter uma linha se suprimento só para 12 aviões , para aquele motorzão, aviônicos, treinamento, pois deve ser super complexo de operar, etc.
É sobre isso que eu falo, podemos comprar até F-22 se os EUA vendesse. Vc vai ver a Venezuela daqui há uns 5 anos, como estarão os SU-30 que eles compraram, metade no chão.
Valeu!!! Prazer em te conhecer!! Vc tb é devoto de São Judas Tadeu como eu?
“Até uns 12 F-5FM poderiam quebrar o galho,concorda?”
Marcelo Tadeu,
Não acho que necessite de tanto, mas tão somente de uns MB-339.
“Até uns 12 F-5FM poderiam quebrar o galho,concorda?”
Marcelo Tadeu,
Não acho que necessite de tanto, mas tão somente de uns MB-339.
É, esqueci do MB-339, destes tipos que a Malásia adquiriu. Realmente, tá vendo hoje estou concordando com vc em tudo, caramba, o que será que eu comi? rsrsrsr
É, esqueci do MB-339, destes tipos que a Malásia adquiriu. Realmente, tá vendo hoje estou concordando com vc em tudo, caramba, o que será que eu comi? rsrsrsr
Certamente, Maurício. Aliás, até o tão malhado AT-63 dos argentinos daria conta do recado, se tivesse uma produção um pouquinho melhor que a meia dúzia de três ou quatro que operam. Já os MB-339 têm uma cadeia logística bem consolidada.
Eu preferiria um Lift / caça leve em maior quantidade, porque não creio que o F-X2 equipe mais do que uns três esquadrões da FAB, por mais otimista que eu seja. Mas posso estar errado, é claro.
Só senti falta de mais comentários por aqui relativos ao post em questão, e não da FAB, falando dos F-5 da ROKAF e seus futuros substitutos.
Certamente, Maurício. Aliás, até o tão malhado AT-63 dos argentinos daria conta do recado, se tivesse uma produção um pouquinho melhor que a meia dúzia de três ou quatro que operam. Já os MB-339 têm uma cadeia logística bem consolidada.
Eu preferiria um Lift / caça leve em maior quantidade, porque não creio que o F-X2 equipe mais do que uns três esquadrões da FAB, por mais otimista que eu seja. Mas posso estar errado, é claro.
Só senti falta de mais comentários por aqui relativos ao post em questão, e não da FAB, falando dos F-5 da ROKAF e seus futuros substitutos.
Maurício R.
Estou falando justamente da última transição, aquela em que os pilotos já estão acostumados a outros vetores e precisam aprender a voar os F-5. Nesse caso, especialmente aqueles que já tem alguma experiência no F-5, mas ainda estão sendi instruídos na capacitação de vôo no vetor modernizado que tem uma doutrina diferente da anterior, uma vez que opera equipamentos eletrônicos, sensores e armas mais modernas.
Concordo que precisamos de um LIFT na FAB. Seja ele um treinador avançado ou uma aeronave que reúna as características de um treinador/caça LOW. Mas na atual conjuntura acho improvável. E o mais engraçado é que a maioria dos vetores em projeto/uso no mundo tem características de vôo e de plataforma superiores aos nossos F-5 e ao A-1. Muitos deles, inclusive, prometem a utilização de um pacote de armamentos superior ao que seria possível utilizar no A-1 atualmente. O FA-50 citado na reportagem, por exemplo, utilizará um radar Elbit EL/M-2032, muito superior ao radar do F-5 antes da modernização e evidentemente à ausência de radar do A-1.
Maurício R.
Estou falando justamente da última transição, aquela em que os pilotos já estão acostumados a outros vetores e precisam aprender a voar os F-5. Nesse caso, especialmente aqueles que já tem alguma experiência no F-5, mas ainda estão sendi instruídos na capacitação de vôo no vetor modernizado que tem uma doutrina diferente da anterior, uma vez que opera equipamentos eletrônicos, sensores e armas mais modernas.
Concordo que precisamos de um LIFT na FAB. Seja ele um treinador avançado ou uma aeronave que reúna as características de um treinador/caça LOW. Mas na atual conjuntura acho improvável. E o mais engraçado é que a maioria dos vetores em projeto/uso no mundo tem características de vôo e de plataforma superiores aos nossos F-5 e ao A-1. Muitos deles, inclusive, prometem a utilização de um pacote de armamentos superior ao que seria possível utilizar no A-1 atualmente. O FA-50 citado na reportagem, por exemplo, utilizará um radar Elbit EL/M-2032, muito superior ao radar do F-5 antes da modernização e evidentemente à ausência de radar do A-1.
Nunão,
Se eu bem entendi, você quer chamar atenção para o fato de os F-5 estarem sendo substituídos por LIFTs com um preço razoável e uma boa capacidade de combate, enquanto a FAB não fez opção por essa escolha.
É essa comparação que você pretendia que fosse feita com o post?
Porque se for, como eu disse acima na resposta ao Maurício, eu concordo e defendo essa hipótese, seja pelo custo de compra e utilização do vetor, seja pela padronização dos esquadrões de instrução e os operacionais, seja pela atraente fórmula de High (FX-2) + Low (LIFT), seja pela elevada capacidade de combate destes vetores, seja pela possibilidade de aposentadoria mais do que merecida dos Xavante, seja pela real possibilidade de transferência de tecnologia no desenvolvimento conjunto de um projeto de menor custo e grande número de aeronaves, seja porque nossa realidade é essa mesma mas muita gente não percebe…
Enfim, o exemplo coreano é sim ótimo e deveria ser melhor observado pela FAB. Creio que seria uma saída de baixo custo que, ao mesmo tempo, elevaria a capacidade de combate dos esquadrões.
Só faço a ressalva de que essa opção deveria ter sido feita antes, la no FX-1 que substituiria inicialmente os Mirage III de Anápolis, optando por um Lift em substituição aos F-5.
Hoje acho essa opção inviável pois viriam em complementação aos F-5EM. Utilizá-los na função do A-1 é também inviável, a meu ver. E, para completar, eles se encaixariam perfeitamente nas funções que hoje são feitas pelo A-29, à exceção da contra-guerrilha e vigilância de fronteiras em interceptação de aeronaves de baixa performance.
Hoje eles seriam apenas treinadores e se perderia muito ao não optarmos pela versão mais recheada para os esquadrões de caça.
Nunão,
Se eu bem entendi, você quer chamar atenção para o fato de os F-5 estarem sendo substituídos por LIFTs com um preço razoável e uma boa capacidade de combate, enquanto a FAB não fez opção por essa escolha.
É essa comparação que você pretendia que fosse feita com o post?
Porque se for, como eu disse acima na resposta ao Maurício, eu concordo e defendo essa hipótese, seja pelo custo de compra e utilização do vetor, seja pela padronização dos esquadrões de instrução e os operacionais, seja pela atraente fórmula de High (FX-2) + Low (LIFT), seja pela elevada capacidade de combate destes vetores, seja pela possibilidade de aposentadoria mais do que merecida dos Xavante, seja pela real possibilidade de transferência de tecnologia no desenvolvimento conjunto de um projeto de menor custo e grande número de aeronaves, seja porque nossa realidade é essa mesma mas muita gente não percebe…
Enfim, o exemplo coreano é sim ótimo e deveria ser melhor observado pela FAB. Creio que seria uma saída de baixo custo que, ao mesmo tempo, elevaria a capacidade de combate dos esquadrões.
Só faço a ressalva de que essa opção deveria ter sido feita antes, la no FX-1 que substituiria inicialmente os Mirage III de Anápolis, optando por um Lift em substituição aos F-5.
Hoje acho essa opção inviável pois viriam em complementação aos F-5EM. Utilizá-los na função do A-1 é também inviável, a meu ver. E, para completar, eles se encaixariam perfeitamente nas funções que hoje são feitas pelo A-29, à exceção da contra-guerrilha e vigilância de fronteiras em interceptação de aeronaves de baixa performance.
Hoje eles seriam apenas treinadores e se perderia muito ao não optarmos pela versão mais recheada para os esquadrões de caça.
“Bronco1 em 25 ago, 2009 às 20:17 editar
Nunão,
Se eu bem entendi, você quer chamar atenção para o fato de os F-5 estarem sendo substituídos por LIFTs com um preço razoável e uma boa capacidade de combate, enquanto a FAB não fez opção por essa escolha.
É essa comparação que você pretendia que fosse feita com o post?”
Bronco1, vamos separar as coisas:
Na matéria, estou falando sobre a ROKAF, o intercâmbio com a USAF e citando outras matérias sobre os substitutos dos F-5 naROKAF. E, no meu último comentário, ressaltei que senti falta de comentários a respeito desse assunto específico, em que não há citação à FAB. Ou seja, não estou sugerindo comparação nenhuma na matéria em si, mas sei obviamente que a discussão acaba indo para a FAB, o que eu acho saudável, mas, quando é assim, acho que também deve-se pensar no país em questão.
Mas o Blog vai para onde a onda leva, e isso é muito interessante em Blogs. E pra onde o rio vai, a gente vai comentando. Longe de mim querer ficar direcionando, apenas acho interessante levantar a bola para coisas não discutidas.
Assim, no último comentário, em vista da discussão ter se dirigido para a FAB, dei minha opinião a respeito. Creio ser necessário um Lift (mas é só a FAB que vai dizer como está sendo realmente a transição do AT-29 para os vetores de primeira linha). Se for necessário, há algumas possibilidades, a meu ver. Uma é ter um esquadrão dedicadado a isso, com umas 20 aeronaves. E para tanto um MB-339 estaria de bom tamanho. Outra é fazer um ou mais dos terceiros operarem misto (AT-29 mais alguns Lift) para a transição para jato ser feita no(s) próprio(s) esquadrão(ões) de AT-29. Aí também algo como um Pampa ou MB-339 também bastaria.
Também poderia ser utilizada outra aeronave da categoria do Master e do Golden Eagle, bem mais caros, mas aí faria sentido também outra coisa, voltada para o futuro, que é a opção que sugeri no comentário: aeronaves para servirem de Lift e substituirem parte dos F-5 e A-1 no futuro, com os M-2000 e outra parte dos F-5 e A-1 sendo substituídos pelo vencedor do F-X2.
Saudações!
Nunão
“Bronco1 em 25 ago, 2009 às 20:17 editar
Nunão,
Se eu bem entendi, você quer chamar atenção para o fato de os F-5 estarem sendo substituídos por LIFTs com um preço razoável e uma boa capacidade de combate, enquanto a FAB não fez opção por essa escolha.
É essa comparação que você pretendia que fosse feita com o post?”
Bronco1, vamos separar as coisas:
Na matéria, estou falando sobre a ROKAF, o intercâmbio com a USAF e citando outras matérias sobre os substitutos dos F-5 naROKAF. E, no meu último comentário, ressaltei que senti falta de comentários a respeito desse assunto específico, em que não há citação à FAB. Ou seja, não estou sugerindo comparação nenhuma na matéria em si, mas sei obviamente que a discussão acaba indo para a FAB, o que eu acho saudável, mas, quando é assim, acho que também deve-se pensar no país em questão.
Mas o Blog vai para onde a onda leva, e isso é muito interessante em Blogs. E pra onde o rio vai, a gente vai comentando. Longe de mim querer ficar direcionando, apenas acho interessante levantar a bola para coisas não discutidas.
Assim, no último comentário, em vista da discussão ter se dirigido para a FAB, dei minha opinião a respeito. Creio ser necessário um Lift (mas é só a FAB que vai dizer como está sendo realmente a transição do AT-29 para os vetores de primeira linha). Se for necessário, há algumas possibilidades, a meu ver. Uma é ter um esquadrão dedicadado a isso, com umas 20 aeronaves. E para tanto um MB-339 estaria de bom tamanho. Outra é fazer um ou mais dos terceiros operarem misto (AT-29 mais alguns Lift) para a transição para jato ser feita no(s) próprio(s) esquadrão(ões) de AT-29. Aí também algo como um Pampa ou MB-339 também bastaria.
Também poderia ser utilizada outra aeronave da categoria do Master e do Golden Eagle, bem mais caros, mas aí faria sentido também outra coisa, voltada para o futuro, que é a opção que sugeri no comentário: aeronaves para servirem de Lift e substituirem parte dos F-5 e A-1 no futuro, com os M-2000 e outra parte dos F-5 e A-1 sendo substituídos pelo vencedor do F-X2.
Saudações!
Nunão
A alguns anos felei sobre a compra de mais F 5 na forum defesa Brasil ,e agora vejo no calar da noite ,tudo aquilo que disse acontecendo ,Brasil doa tucanos para o Paraguai em troca do 707 e Xavantes ,Brasil troca mirages 111 ,pra que ? – quem aguardar vera vindo para o Brasil logo que a pueira Baixar uns 3 ou 4 707 ex Argentina que foram desativados recentemente ,e não me espantaria chegar F 5 Chilenos no Brasil ,em nome de alguma coisa para melhorar algo ou amentar a frota ate a chegada do fx .agardem e veram ,as cartas estam na mesa e o jogo de poquer acabou .e a Fab perdeu