Home Noticiário Internacional FAB planeja modernizar aeronaves Bandeirante e Tucano

FAB planeja modernizar aeronaves Bandeirante e Tucano

730
106

Trechos de reportagem de 22 de outubro de 2008 do jornal Gazeta Mercantil:

A Força Aérea Brasileira (FAB) modernizará sua frota de aviões Bandeirante, o projeto pioneiro da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) e que completa hoje 40 anos de seu primeiro vôo. O programa deve contemplar num primeiro momento cerca de 80 Bandeirante e 60 Tucano utilizados pelo Comando da Aeronáutica em diversas missões e treinamento de pilotos.

Os militares chegaram a admitir a hipótese de comprar aeronaves européias para substituir o bimotor. Porém, a robustez da estrutura do Bandeirante fez que se buscasse recuperar as aeronaves produzidas pela Embraer. Com a modernização, a frota da FAB ganhará entre 20 a 30 anos de vida útil.

O total do contrato de modernização é estimado em US$ 16 milhões será firmado com a Embraer, que fará o gerenciamento do processo. No entanto, as inovações nos sistemas aviônicos dos aparelhos será definido até o final deste ano entre um consórcio brasileiro e a Elbit Systems, de Israel.

Os aviões receberão desde piloto automático, displays, sistemas de controle e informação de vôo, um novo projeto de elétrica e eletrônica de bordo e a troca integral dos painéis. Praticamente será utilizada somente a estrutura do avião, pois os equipamentos de vôo serão todos trocados.

Atualmente, os mecânicos aeronáuticos da FAB encontram dificuldades para manter os Bandeirante com funcionamento integral. Além de obsoletos, os equipamentos de vôo deixaram de ser produzidos e os sistemas de navegação aérea estão ultrapassados para os padrões de exigência em vigor.

Fotos: Nunão (obs: a última foto é do painel de aeronave Bandeirante na configuração atual, sem modernização)

106 COMMENTS

  1. Eu acho isso bom.

    Desde que se mantenham os tucanos com configuração AT, ou seja, sirvam para treinamento e ataque leve e recebam aviônicos compativeis com a instrução para pilotagem posterior dos Super Tucanos, A-1M e F5M.

    Embora pense que ainda é necessário um treinador avançado.

    E quanto aos Bandeirantes, também acho que a modernização é interessante. Os CASA que seriam adquiridos são aviões muito bons, mas segundo informação aqui mesmo do blog, os CASA Amazonas que já estão em operação não substituiram os Buffalos a contento, de modo que se for possivel manter por mais tempo em operação aeronaves capazes de ´cumprir suas missões como os Bandeirantes, não é má idéia fazê-lo.

    Pena que são poucos tucanos.

    Mas duvido que custe só 16 milhoes, esse deve sero custo só do projeto de modernização…

  2. Eu acho isso bom.

    Desde que se mantenham os tucanos com configuração AT, ou seja, sirvam para treinamento e ataque leve e recebam aviônicos compativeis com a instrução para pilotagem posterior dos Super Tucanos, A-1M e F5M.

    Embora pense que ainda é necessário um treinador avançado.

    E quanto aos Bandeirantes, também acho que a modernização é interessante. Os CASA que seriam adquiridos são aviões muito bons, mas segundo informação aqui mesmo do blog, os CASA Amazonas que já estão em operação não substituiram os Buffalos a contento, de modo que se for possivel manter por mais tempo em operação aeronaves capazes de ´cumprir suas missões como os Bandeirantes, não é má idéia fazê-lo.

    Pena que são poucos tucanos.

    Mas duvido que custe só 16 milhoes, esse deve sero custo só do projeto de modernização…

  3. Discordo de você Caro Fábio Max.
    acho que os tucaninhos para treinamento seriam de maior valor, por outro lado os AT poderiam ser os tucanões.
    ou seja, reforma total da avionica e elétrica tal como falou o colega Nunão deixando-os atualizados deixandoa s missões de ataque e treinamento para os tucanões.
    quanto ao bandera… dão ainda muito caldo.
    é uma pena que não tenha sido cencebidos com rampa trazeira pois isto seria muito útil.
    no entanto acho que o bandera tal como diz-se será reformado, não deixa a desejar em nada em relação ao casa 212. exceptuando-se é claro a fato da facilidade de embarque e desembarque pela rampa trazeira.
    outra coisa importante.
    A amazônia deve ser o test camp para qualquer avião que brasil venha adiquirir, pois é lá que muitos terão que desempenhar o seu papel num cenário futuro.
    o bandera assim como o velhaco Bufalo já passaram no teste sendo que o último teve que dar adeus dada a sua merecida aposentadoria.
    o bandera se sai bem na amazônia e provou sobreviver lá, quem sobrevive lá, sobrevive em qualquer lugar…
    seria bom que a fab juntamente com a embraer pensassem em um novo substituto para o bandera.
    caro André POA, também tenho saudades do velho tracajá de belém do pará e do ronco do PT-6

  4. Discordo de você Caro Fábio Max.
    acho que os tucaninhos para treinamento seriam de maior valor, por outro lado os AT poderiam ser os tucanões.
    ou seja, reforma total da avionica e elétrica tal como falou o colega Nunão deixando-os atualizados deixandoa s missões de ataque e treinamento para os tucanões.
    quanto ao bandera… dão ainda muito caldo.
    é uma pena que não tenha sido cencebidos com rampa trazeira pois isto seria muito útil.
    no entanto acho que o bandera tal como diz-se será reformado, não deixa a desejar em nada em relação ao casa 212. exceptuando-se é claro a fato da facilidade de embarque e desembarque pela rampa trazeira.
    outra coisa importante.
    A amazônia deve ser o test camp para qualquer avião que brasil venha adiquirir, pois é lá que muitos terão que desempenhar o seu papel num cenário futuro.
    o bandera assim como o velhaco Bufalo já passaram no teste sendo que o último teve que dar adeus dada a sua merecida aposentadoria.
    o bandera se sai bem na amazônia e provou sobreviver lá, quem sobrevive lá, sobrevive em qualquer lugar…
    seria bom que a fab juntamente com a embraer pensassem em um novo substituto para o bandera.
    caro André POA, também tenho saudades do velho tracajá de belém do pará e do ronco do PT-6

  5. Bacana, gostei da ideia.

    Ao menos todo o dinheiro investido vai para capital nacional de giro, ou a maior parte dele. Afora a capacitação profissional, e o aumento na demanda desses profissionais.

    Quanto ao comentário do amigo Fabio MAX, tb concordo com o fato de serem poucas unidades e tb desconfio dos valores. Más não sou expert e não tenho conhecimento apropriado para divergir de custos, apenas comento que acredito serem muito poucos frente ao numero de células a serem modernizadas.

  6. Bacana, gostei da ideia.

    Ao menos todo o dinheiro investido vai para capital nacional de giro, ou a maior parte dele. Afora a capacitação profissional, e o aumento na demanda desses profissionais.

    Quanto ao comentário do amigo Fabio MAX, tb concordo com o fato de serem poucas unidades e tb desconfio dos valores. Más não sou expert e não tenho conhecimento apropriado para divergir de custos, apenas comento que acredito serem muito poucos frente ao numero de células a serem modernizadas.

  7. Edilson, eu não disse nada, foi a Gazeta Mercantil…

    Mas concordo que a configuração deve ser T, e não AT como sugeriu o Fábio.

    AT-27 não tem mais lógica na minha opinião depois do advento do A-29.

  8. Edilson, eu não disse nada, foi a Gazeta Mercantil…

    Mas concordo que a configuração deve ser T, e não AT como sugeriu o Fábio.

    AT-27 não tem mais lógica na minha opinião depois do advento do A-29.

  9. Pena que essa decisão (ou ao menos os recursos pra ela) tenha vindo um pouco “tarde”. Se viesse quando a Aeroeletrônica ainda era totalmente nacional, daria um impulso maior pra ela e a incentivaria sua capacitação, que já era reconhecida.
    Lamentar: talvez, um pouco.
    Lembrar: sempre, pra nunca repetir erros.

    Abraços.

  10. Pena que essa decisão (ou ao menos os recursos pra ela) tenha vindo um pouco “tarde”. Se viesse quando a Aeroeletrônica ainda era totalmente nacional, daria um impulso maior pra ela e a incentivaria sua capacitação, que já era reconhecida.
    Lamentar: talvez, um pouco.
    Lembrar: sempre, pra nunca repetir erros.

    Abraços.

  11. Quem sabe a Embraer já não esteja trabalhando no substituto dos valentes Bandeirantes da FAB! Valendo-se das características positivas dos bandeirantes, tal qual a robustez das células, aliando tecnologias e conhecimentos agregados, assim como necessidades observadas nos tantos anos de uso.
    Uma modernização de “meia-vida”, desta excelente aeronave é extremamente bem vinda, abrindo uma lacuna de tempo até o desenvolvimento de seu provável substituto nacional; só acho (na minha opinião de leigo no assunto) 30 anos a mais de vida um exagero, uns quinze anos talvez fossem o ideal; até porque novas necessidades se farão surgir, as quais provavelmente não serão atendidas por uma aeronave de concepção antiga, com suas células (provavelmente) fatigadas.
    Há algum tempo li em algum lugar que a Embraer estava estudando o projeto de 15 novas aeronaves, que não os VLJs, MSJ, MLJ e C-390, cogitava-se que, em uma parceria com os argentinos, talvez desenvolvessem uma aeronave regional à hélice, com possível aplicação militar tal qual os ATR-42 (acho) da Itália.
    Quem sabe?
    Abs

  12. Quem sabe a Embraer já não esteja trabalhando no substituto dos valentes Bandeirantes da FAB! Valendo-se das características positivas dos bandeirantes, tal qual a robustez das células, aliando tecnologias e conhecimentos agregados, assim como necessidades observadas nos tantos anos de uso.
    Uma modernização de “meia-vida”, desta excelente aeronave é extremamente bem vinda, abrindo uma lacuna de tempo até o desenvolvimento de seu provável substituto nacional; só acho (na minha opinião de leigo no assunto) 30 anos a mais de vida um exagero, uns quinze anos talvez fossem o ideal; até porque novas necessidades se farão surgir, as quais provavelmente não serão atendidas por uma aeronave de concepção antiga, com suas células (provavelmente) fatigadas.
    Há algum tempo li em algum lugar que a Embraer estava estudando o projeto de 15 novas aeronaves, que não os VLJs, MSJ, MLJ e C-390, cogitava-se que, em uma parceria com os argentinos, talvez desenvolvessem uma aeronave regional à hélice, com possível aplicação militar tal qual os ATR-42 (acho) da Itália.
    Quem sabe?
    Abs

  13. Parabéns a (os)q imprementou está idéia, só temos a ganhar,..é ter coragem de mexer e fazer do nosso gosto e necessidades;este é o caminho.Agr ,é só criar um caça procurando atender as n/ criterios..imitar tbm serve no primeiro momento.Coragem vamos lá.

  14. Parabéns a (os)q imprementou está idéia, só temos a ganhar,..é ter coragem de mexer e fazer do nosso gosto e necessidades;este é o caminho.Agr ,é só criar um caça procurando atender as n/ criterios..imitar tbm serve no primeiro momento.Coragem vamos lá.

  15. Acho uma excelente idéia.
    Se ainda podem ser aproveitados e se formos gastar menos que comprar um novo sem essa total necessidade, acho muito boa idéia. Além do fato de se investir dinheiro no próprio país. É uma situação diferente dos Mirage III, que nem caldo davam mais.
    Um abraço.

  16. Acho uma excelente idéia.
    Se ainda podem ser aproveitados e se formos gastar menos que comprar um novo sem essa total necessidade, acho muito boa idéia. Além do fato de se investir dinheiro no próprio país. É uma situação diferente dos Mirage III, que nem caldo davam mais.
    Um abraço.

  17. Não seria possível transferir alguns Banderas à MB e transforma-los em AEW?
    Penso que poderia ser melhor opção que os S-2T Turbo Tracker em vista.
    Abraços!!!

    De toda forma, é boa opção para nós… poderia ter vindo mais cedo!

  18. Não seria possível transferir alguns Banderas à MB e transforma-los em AEW?
    Penso que poderia ser melhor opção que os S-2T Turbo Tracker em vista.
    Abraços!!!

    De toda forma, é boa opção para nós… poderia ter vindo mais cedo!

  19. Com os Búfalos o final da vida foi a estrutural, correto? Alguém sabe com maior profundidade qual o ítem crítico no caso??

    Pq pelo visto mesmo com os ganhos de carga, e autonomia com o Amazonas, uma parte da capacidade STOL foi perdida. A FAB procura alternativas para isto, ou vai mudar o emprego das aeronaves???

  20. Com os Búfalos o final da vida foi a estrutural, correto? Alguém sabe com maior profundidade qual o ítem crítico no caso??

    Pq pelo visto mesmo com os ganhos de carga, e autonomia com o Amazonas, uma parte da capacidade STOL foi perdida. A FAB procura alternativas para isto, ou vai mudar o emprego das aeronaves???

  21. Por enquanto, não consigo acessar o blog da força terrestre, mas peço licença para perguntar aos mais bem informados: foi noticiado (site: http://www.areamilitar.net) que o EB iria adquirir 240 unidades na versão A5, para uniformização do equipamento principal, deixando os M-60 na reserva. O que ocorreu. O MTB foram de fato comprados da Bélgica? Já recebemos alguns?

  22. Por enquanto, não consigo acessar o blog da força terrestre, mas peço licença para perguntar aos mais bem informados: foi noticiado (site: http://www.areamilitar.net) que o EB iria adquirir 240 unidades na versão A5, para uniformização do equipamento principal, deixando os M-60 na reserva. O que ocorreu. O MTB foram de fato comprados da Bélgica? Já recebemos alguns?

  23. Valeu Cinquini, obrigado.

    Bom saber que o “processo está em marcha”.
    Portugal acaba de adquirir uns 36 do modelo Leopard II A-6 que pertenciam à reserva da Holanda. Acho que é muito para o nosso “momento histórico”.

  24. Valeu Cinquini, obrigado.

    Bom saber que o “processo está em marcha”.
    Portugal acaba de adquirir uns 36 do modelo Leopard II A-6 que pertenciam à reserva da Holanda. Acho que é muito para o nosso “momento histórico”.

  25. Posso estar enganado, mas penso que uma frota de 98 A-29 não é suficiente para as tarefas de patrulha a que são sujeitos. Isso sem considerar que uma parte destes 98 é para treinamento avançado, razão pela qual acho que os AT-27 devem ser modernizados e mantidos.

    O ideal seria mais um lote de A-29, mas duvido que isso ocorra, sabe-se que o ideal, na força, seriam 180 aviões deste, e que na hora de contratar a EMBRAER, o comando espremeu ao máximo a proposta, por conta de contingenciamento orçamentário, que é algo comum quando se trata de FFAAs por aqui.

    Quando o A-29 ficou operacional, a Revista Força Aérea contou essa história e ficou claro, pelo menos para mim, que não se poderia prescindir dos Tucanos AT-27, incluindo pelo fato dos Xavante já estarem em fim de vida útil, isso há 5 anos atrás.

  26. Posso estar enganado, mas penso que uma frota de 98 A-29 não é suficiente para as tarefas de patrulha a que são sujeitos. Isso sem considerar que uma parte destes 98 é para treinamento avançado, razão pela qual acho que os AT-27 devem ser modernizados e mantidos.

    O ideal seria mais um lote de A-29, mas duvido que isso ocorra, sabe-se que o ideal, na força, seriam 180 aviões deste, e que na hora de contratar a EMBRAER, o comando espremeu ao máximo a proposta, por conta de contingenciamento orçamentário, que é algo comum quando se trata de FFAAs por aqui.

    Quando o A-29 ficou operacional, a Revista Força Aérea contou essa história e ficou claro, pelo menos para mim, que não se poderia prescindir dos Tucanos AT-27, incluindo pelo fato dos Xavante já estarem em fim de vida útil, isso há 5 anos atrás.

  27. Não sei se já foi dito, mas acho que os 16 milhões é somente da parte da Embraer, a integradora. Os sistemas fornecidos pela Elbit não estão incluidos, até porque nem definiram ainda. Alguém adiciona?

  28. Não sei se já foi dito, mas acho que os 16 milhões é somente da parte da Embraer, a integradora. Os sistemas fornecidos pela Elbit não estão incluidos, até porque nem definiram ainda. Alguém adiciona?

  29. Na realidade para ter uma função de patrulha e atividades COIN em nossas fronteiras seriam necessários 186 unidades de A-29 para atender satisfatoriamente esta função.
    Os A-29 armados com dois caçulos de canhões sub alares GIAT de 30mm
    ou mísseis anti-tanques seriam vetores caça-tanques de respeito. Sonhar não paga nada!!!

  30. Na realidade para ter uma função de patrulha e atividades COIN em nossas fronteiras seriam necessários 186 unidades de A-29 para atender satisfatoriamente esta função.
    Os A-29 armados com dois caçulos de canhões sub alares GIAT de 30mm
    ou mísseis anti-tanques seriam vetores caça-tanques de respeito. Sonhar não paga nada!!!

  31. Fábio, concordo com as questões que você levantou mas o vetor pra cumprir bem a missão é o A-29. Se precisar de mais e não houver orçamento pra isso, mesmo assim prefiro que fiquem só com os A-29 atuais mesmo. Mas enfim, fala-se de ativar mais um “terceiro” na Amazônia, e com o número contratado até agora, realmente vai ficar apertado.

    Mesmo assim os três terceiros devem manter alguns T-27 (ou AT-27) para tarefas de ligação etc.

  32. Fábio, concordo com as questões que você levantou mas o vetor pra cumprir bem a missão é o A-29. Se precisar de mais e não houver orçamento pra isso, mesmo assim prefiro que fiquem só com os A-29 atuais mesmo. Mas enfim, fala-se de ativar mais um “terceiro” na Amazônia, e com o número contratado até agora, realmente vai ficar apertado.

    Mesmo assim os três terceiros devem manter alguns T-27 (ou AT-27) para tarefas de ligação etc.

  33. Muito boa idéia, pois são dois aviões excepcionais (apesar de antigo, o bandeirante). Também concordo com os colegas sobre a única deficiência séria do Bandeirantes e a ausência de rampra traseira, mas tudo bem… Sou totalmente a favor da Embraer desemvolver o C-390 para substituir o Hércules e um outro turbo-hélice, quem sabe até mesmo sobre o mesmo projeto mas em tamanho menor do que o C-390… Sonho meu, mas que seria de muito valia para o Brasil. E sobre o tucano também acho que ainda da uma excelente feijoada completa e não apenas um caldo! Sds.

  34. Muito boa idéia, pois são dois aviões excepcionais (apesar de antigo, o bandeirante). Também concordo com os colegas sobre a única deficiência séria do Bandeirantes e a ausência de rampra traseira, mas tudo bem… Sou totalmente a favor da Embraer desemvolver o C-390 para substituir o Hércules e um outro turbo-hélice, quem sabe até mesmo sobre o mesmo projeto mas em tamanho menor do que o C-390… Sonho meu, mas que seria de muito valia para o Brasil. E sobre o tucano também acho que ainda da uma excelente feijoada completa e não apenas um caldo! Sds.

  35. Também achei o valor pouco para um projeto tão audacioso. E outra coisa, mais 30 a 40 anos de vida útil???? Ele chegará aos 80??? Igual aos B-52 que já está na casa dos 60 e poucos e pelo jeito vai passar dos 80 anos… Haja estrutura… Sds.

  36. Também achei o valor pouco para um projeto tão audacioso. E outra coisa, mais 30 a 40 anos de vida útil???? Ele chegará aos 80??? Igual aos B-52 que já está na casa dos 60 e poucos e pelo jeito vai passar dos 80 anos… Haja estrutura… Sds.

  37. A Embraer abandonou definitivamente seu programa de turbo-hélices em aviões comerciais (Bandeirante/Brasília) e oficialmente não há nada que indique que ela pretenda retornar. Os segmentos de jato puro estão sendo muito lucrativos.
    Mas acho importante o Brasil ter uma linha de montagem de aeronaves turbo-hélices para uso civil/militar num modelo tipo ATR como foi lembrado pelo XR. O modelo civil não precisaria ter modificações e o modelo militar poderia ter a rampa traseira. Mas é importante que tenha a asa alta, porque assim ele se adapta melhor ao segmento de carga, pois dá mais estabilidade.
    Se a Embraer não tem mais interesse nesse segmento, qualquer que seja o motivo (pouco lucro/capacidade de produção esgotada/não quer trocar o certo pelo duvidoso), o governo federal deveria incentivar o surgimento de outra empresa via BNDES, agregando empresários interessados (Avibrás e Varig Log não se mostraram interessadas em montar jatos do FX1?), universidades e até mesmo participação governamental, numa empresa mista. A própria Embraer poderia ser sócia, com os serviços de venda e pós-venda e sua rede mundial.
    A aviação regional vai crescer muito ainda e não precisamos ver os Bandeirante serem substituídos pelos LET 410 e outros modelos importados. Além do que o mercado externo também continua crescendo.
    Independente de uma crise momentânea, sempre terá alguém comprando e alguém vendendo. Por que não nós vendendo?

  38. A Embraer abandonou definitivamente seu programa de turbo-hélices em aviões comerciais (Bandeirante/Brasília) e oficialmente não há nada que indique que ela pretenda retornar. Os segmentos de jato puro estão sendo muito lucrativos.
    Mas acho importante o Brasil ter uma linha de montagem de aeronaves turbo-hélices para uso civil/militar num modelo tipo ATR como foi lembrado pelo XR. O modelo civil não precisaria ter modificações e o modelo militar poderia ter a rampa traseira. Mas é importante que tenha a asa alta, porque assim ele se adapta melhor ao segmento de carga, pois dá mais estabilidade.
    Se a Embraer não tem mais interesse nesse segmento, qualquer que seja o motivo (pouco lucro/capacidade de produção esgotada/não quer trocar o certo pelo duvidoso), o governo federal deveria incentivar o surgimento de outra empresa via BNDES, agregando empresários interessados (Avibrás e Varig Log não se mostraram interessadas em montar jatos do FX1?), universidades e até mesmo participação governamental, numa empresa mista. A própria Embraer poderia ser sócia, com os serviços de venda e pós-venda e sua rede mundial.
    A aviação regional vai crescer muito ainda e não precisamos ver os Bandeirante serem substituídos pelos LET 410 e outros modelos importados. Além do que o mercado externo também continua crescendo.
    Independente de uma crise momentânea, sempre terá alguém comprando e alguém vendendo. Por que não nós vendendo?

  39. Caro João-curitiba.
    Acho que há muitos programas que poderiam servir de base para um futuro substituto do bandera.
    eu não sei mas acho que o dornier 328 seria um bom avião para isto. com sistemas padronizados aos ERJ 145.
    há um programa muito interessante do meu ponto de vista, e trata-se de um programa franco-lusitano, o skylander, que está praticamente desenvolvido(pelo menos foi isto que eu ouvi) ele se enquadra na categoria do bandera e está apenas aguardando $$$$$$$ para poder construirem os protótipos.
    seria uma parceria ao meu ver muito boa, pois a embraer é detentora de parte das ações da OGMA e este avião poderia ser produzido parte emm portugal parte no brasil.
    claro a aviônica poderia ser toda atualizada e padronizada aos moldes dos programas em andamento na embraer

    http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.skylander-aircraft.net/ress/gallery_skylander/skylander_14.jpg&imgrefurl=http://www.analisesdebolsa.com/forum/viewtopic.php%3Fp%3D5284%26sid%3D800e5b3db9646c4fff663baaa0c46b28&h=378&w=550&sz=36&hl=pt-PT&start=13&um=1&usg=__jVbwKYvjbXKQrbiqvjhF0mAXaHU=&tbnid=HYhAC2Y4UUhr8M:&tbnh=91&tbnw=133&prev=/images%3Fq%3Dskylander%2Bportugal%26um%3D1%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN

  40. Caro João-curitiba.
    Acho que há muitos programas que poderiam servir de base para um futuro substituto do bandera.
    eu não sei mas acho que o dornier 328 seria um bom avião para isto. com sistemas padronizados aos ERJ 145.
    há um programa muito interessante do meu ponto de vista, e trata-se de um programa franco-lusitano, o skylander, que está praticamente desenvolvido(pelo menos foi isto que eu ouvi) ele se enquadra na categoria do bandera e está apenas aguardando $$$$$$$ para poder construirem os protótipos.
    seria uma parceria ao meu ver muito boa, pois a embraer é detentora de parte das ações da OGMA e este avião poderia ser produzido parte emm portugal parte no brasil.
    claro a aviônica poderia ser toda atualizada e padronizada aos moldes dos programas em andamento na embraer

    http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://www.skylander-aircraft.net/ress/gallery_skylander/skylander_14.jpg&imgrefurl=http://www.analisesdebolsa.com/forum/viewtopic.php%3Fp%3D5284%26sid%3D800e5b3db9646c4fff663baaa0c46b28&h=378&w=550&sz=36&hl=pt-PT&start=13&um=1&usg=__jVbwKYvjbXKQrbiqvjhF0mAXaHU=&tbnid=HYhAC2Y4UUhr8M:&tbnh=91&tbnw=133&prev=/images%3Fq%3Dskylander%2Bportugal%26um%3D1%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN

  41. Achei um bom trabalho por terem pensado na modernização dos F-5, dos AMX-A1, das aéronaves Bandeirantes e dos Embraer Tucanos. E vale lembrar, por que não modernizar os caças F-1 da Marinha?
    Agora precisamos também de moderníssimas aéronaves e a compra de uns 36 a 96 caças Rafales C para substituir os Mirage-F2000 seria uma boa…

  42. Achei um bom trabalho por terem pensado na modernização dos F-5, dos AMX-A1, das aéronaves Bandeirantes e dos Embraer Tucanos. E vale lembrar, por que não modernizar os caças F-1 da Marinha?
    Agora precisamos também de moderníssimas aéronaves e a compra de uns 36 a 96 caças Rafales C para substituir os Mirage-F2000 seria uma boa…

  43. Ah, já ia esquecendo, também poderia ser modernizados os simpaticos aviões de combate Xavante, pois eles são muito prestativos para a FAB…

  44. Ah, já ia esquecendo, também poderia ser modernizados os simpaticos aviões de combate Xavante, pois eles são muito prestativos para a FAB…

  45. Prezado Edilson

    Obrigado pela indicação do site. Vi a foto e li a notícia. Pode ser por aí. Mas o importante é desenvolver toda uma família, para concorrer com Casa, Bombardier, ATR, LET, etc…

    Quanto ao que falou o Edmar sobre o Xavante, alguém saberia dizer se ele ainda tem força estrutural para continuar operando?

  46. Prezado Edilson

    Obrigado pela indicação do site. Vi a foto e li a notícia. Pode ser por aí. Mas o importante é desenvolver toda uma família, para concorrer com Casa, Bombardier, ATR, LET, etc…

    Quanto ao que falou o Edmar sobre o Xavante, alguém saberia dizer se ele ainda tem força estrutural para continuar operando?

  47. Considero uma aberração a “modernização” ou qualquer tipo de retrofit para os EMB 110 da FAB. São aeronaves com sérios e inconvenientes problemas de célula, haja vista o esforço continuado nas operações em aeródromos inadequados no interior do Brasil, especialmente na Amazônia. A solução, distante da realidade no cenário atual, é o desenvolvimento de um “novo” bimotor turboélice não-pressurizado a partir da célula do EMB 120, pois a Embraer tem condições de acionar a subsidiária Neiva para tal empreitada. A FAB deve aproveitar a situação econômica atual e reavaliar todos os projetos de modernização, pois o custo total de alguns é proibitivo e inóquo operacionalmente. Chega de Retrofit! Vamos desenvolver projetos ousados e realistas como o próprio EMB 110 que faz 40 anos de sucesso! Grande abraço a todos!

  48. Considero uma aberração a “modernização” ou qualquer tipo de retrofit para os EMB 110 da FAB. São aeronaves com sérios e inconvenientes problemas de célula, haja vista o esforço continuado nas operações em aeródromos inadequados no interior do Brasil, especialmente na Amazônia. A solução, distante da realidade no cenário atual, é o desenvolvimento de um “novo” bimotor turboélice não-pressurizado a partir da célula do EMB 120, pois a Embraer tem condições de acionar a subsidiária Neiva para tal empreitada. A FAB deve aproveitar a situação econômica atual e reavaliar todos os projetos de modernização, pois o custo total de alguns é proibitivo e inóquo operacionalmente. Chega de Retrofit! Vamos desenvolver projetos ousados e realistas como o próprio EMB 110 que faz 40 anos de sucesso! Grande abraço a todos!

  49. João-Curiba, que eu saiba os Xavante estão com uma estrutura rasoavel.
    Esses aviões se modernizados, poderia ser empregado para proteger regiões de fronteira entre Paraguai e Bolívia, por eles não terem aviões de alta tecnologia e os caças melhores que o Brasil possui ficaria para proteger as fronteiras dos paises que possui melhor tecnologia e proteger o espaço aéreo Brasileiro.
    Até que o governo não comprar caças de ultima geração, ou até mesmo fabricar aqui no Brasil com parceria com outros paises, os Xavantes iam quebrar um galho.
    Os Xavantes também poderia ser empregados para apoiar tropas, pois ele poderia servir como um avião de ataque ao solo, lançando bombas sobre tropas inimigas e intercepitando helicópteros de transporte e ataque dos inimigos, além de intercepitar aviões de transporte de tropas se eles não estiverem escoltados por aéronaves de maior tecnologia…

  50. João-Curiba, que eu saiba os Xavante estão com uma estrutura rasoavel.
    Esses aviões se modernizados, poderia ser empregado para proteger regiões de fronteira entre Paraguai e Bolívia, por eles não terem aviões de alta tecnologia e os caças melhores que o Brasil possui ficaria para proteger as fronteiras dos paises que possui melhor tecnologia e proteger o espaço aéreo Brasileiro.
    Até que o governo não comprar caças de ultima geração, ou até mesmo fabricar aqui no Brasil com parceria com outros paises, os Xavantes iam quebrar um galho.
    Os Xavantes também poderia ser empregados para apoiar tropas, pois ele poderia servir como um avião de ataque ao solo, lançando bombas sobre tropas inimigas e intercepitando helicópteros de transporte e ataque dos inimigos, além de intercepitar aviões de transporte de tropas se eles não estiverem escoltados por aéronaves de maior tecnologia…

  51. Na verdade, eu acho que uma boa opção para o Brasil seria os Dassault Rafale, já que os Sukhoi SU-35 não virão mesmo, pois enquanto o Brasil não possui tecnologia para construir caças supersônicos, os caças Rafale iam ser uma boa, pois se os EUA fornece-sem os Boing F-18, eles não irian fornecer armamentos de primeira linha e os Rafale iriam ter um armamento melhor, além de que eu já ouvi falar que o Rafale possui uma ligeira vantagem, tipo 0,02%, sobre o F-18…

  52. Na verdade, eu acho que uma boa opção para o Brasil seria os Dassault Rafale, já que os Sukhoi SU-35 não virão mesmo, pois enquanto o Brasil não possui tecnologia para construir caças supersônicos, os caças Rafale iam ser uma boa, pois se os EUA fornece-sem os Boing F-18, eles não irian fornecer armamentos de primeira linha e os Rafale iriam ter um armamento melhor, além de que eu já ouvi falar que o Rafale possui uma ligeira vantagem, tipo 0,02%, sobre o F-18…

  53. Consta que estão operacionais apenas 20 Xavantes, dos mais de 100 que a FAB operou… e 12 deles são Impalas sul-africanos. Ouvi em algum lugar que sua modernização é inviável, para terem aviônica compatível com oa Super Tucanos, e não há motores… talvez modernizados ainda teriam vidá útil interessante na segunda linha da FAB, mas com esse quadro…

  54. Consta que estão operacionais apenas 20 Xavantes, dos mais de 100 que a FAB operou… e 12 deles são Impalas sul-africanos. Ouvi em algum lugar que sua modernização é inviável, para terem aviônica compatível com oa Super Tucanos, e não há motores… talvez modernizados ainda teriam vidá útil interessante na segunda linha da FAB, mas com esse quadro…

  55. Duvido que custe somente 16 milhões de dóllares para modernizar todas essas aeronaves. Acho que, brincando, passa dos 300 milhões ou mais.

  56. Duvido que custe somente 16 milhões de dóllares para modernizar todas essas aeronaves. Acho que, brincando, passa dos 300 milhões ou mais.

  57. Senhores,
    Figura com muito conhecimento e fontes junto aos fabianos, comentou sobre este assunto em outro fórum…..

    “Caro Colega! A participação da Embraer neste processo é só para encher linguiça e os bolsos do PTnato, pois tudo vai ser feito a nível de PAMA com apoio da Elbit, a Embraer vai “Gerenciar” o processo, ou seja, vai atrapalhar o refit a la “Mike” e anote aí se MB fizer com a Embarer vai levar 2 anos para efeitivar o protótipo. Sabe como é né, aqui no Brasil, todo mundo tem que levar um “quinhão” ”

    Então ???
    Sds.

  58. Senhores,
    Figura com muito conhecimento e fontes junto aos fabianos, comentou sobre este assunto em outro fórum…..

    “Caro Colega! A participação da Embraer neste processo é só para encher linguiça e os bolsos do PTnato, pois tudo vai ser feito a nível de PAMA com apoio da Elbit, a Embraer vai “Gerenciar” o processo, ou seja, vai atrapalhar o refit a la “Mike” e anote aí se MB fizer com a Embarer vai levar 2 anos para efeitivar o protótipo. Sabe como é né, aqui no Brasil, todo mundo tem que levar um “quinhão” ”

    Então ???
    Sds.

  59. Caro Baschera.
    concordo consigo num ponto, os PAMA são totalmente aptos a executar este tipo de retrofit sem a intervenção de nenhuma outra compania a não ser os fornecedores da aviônica.
    isto até já foi feito em outras aeronaves, como o velho bufalo.
    não sei de fato qual seria o papel da embraer no programa mas também nãoposso julgar o caso.

  60. Caro Baschera.
    concordo consigo num ponto, os PAMA são totalmente aptos a executar este tipo de retrofit sem a intervenção de nenhuma outra compania a não ser os fornecedores da aviônica.
    isto até já foi feito em outras aeronaves, como o velho bufalo.
    não sei de fato qual seria o papel da embraer no programa mas também nãoposso julgar o caso.

  61. Para o mundo que eu quero descer!!!
    Só faltava essa, querem modernizar o Xavante!!!
    Brincadeira!!!
    O Xavante foi um ótimo treinador e modificou bastante o modo da FAB operar (eu particularmente, acho ele bonito) mas cá pra nós, ele já é peça de museu… Quando compraram os Impalas para reposição de peças e depois avaliaram que deviam ser montados para operar, pois seu estado estava melhor do que o dos nossos xavantes, eu quase tive um ataque cardíaco!!! Não comparem a modernização de um avião como o Bandeirante que ainda não possui substituto e o do Tucano que ainda tem perspectivas de mais vida util, com uma peça de museu que já é o Xavante. Daqui a pouco o pessoal vai querer comprar os A-37 Dragonfly desativados na América Latina para operá-los aqui no Brasil… Visto desse ponto, eu votaria na modernização dos P-47 Thunderbolt que EFETIVAMENTE atuaram de forma eficaz para o Brasil. E como complemento, faremos a modernização dos T-6 para treinamento e compraremos alguns Swordfish para a utilização no NaeSP. Não estou mais agüentando essas idéias absurdas… Sds.

  62. Para o mundo que eu quero descer!!!
    Só faltava essa, querem modernizar o Xavante!!!
    Brincadeira!!!
    O Xavante foi um ótimo treinador e modificou bastante o modo da FAB operar (eu particularmente, acho ele bonito) mas cá pra nós, ele já é peça de museu… Quando compraram os Impalas para reposição de peças e depois avaliaram que deviam ser montados para operar, pois seu estado estava melhor do que o dos nossos xavantes, eu quase tive um ataque cardíaco!!! Não comparem a modernização de um avião como o Bandeirante que ainda não possui substituto e o do Tucano que ainda tem perspectivas de mais vida util, com uma peça de museu que já é o Xavante. Daqui a pouco o pessoal vai querer comprar os A-37 Dragonfly desativados na América Latina para operá-los aqui no Brasil… Visto desse ponto, eu votaria na modernização dos P-47 Thunderbolt que EFETIVAMENTE atuaram de forma eficaz para o Brasil. E como complemento, faremos a modernização dos T-6 para treinamento e compraremos alguns Swordfish para a utilização no NaeSP. Não estou mais agüentando essas idéias absurdas… Sds.

  63. E sobre a modernização dos caças F-1 da marinha do Brasil, o que vocês acham?

    Eu andei pesquizando ai e vi que o governo esta pensando nisso…
    Ai, ai….
    Eu preferiria que de vez a marinha ter 23 caças F-1 no Porta- Aviões SP, por que não ter então 12 Rafales N e mais uns 6 aviões contra guerra anti-submarino….
    Os F-1 eram caças na época do meu avô…

  64. E sobre a modernização dos caças F-1 da marinha do Brasil, o que vocês acham?

    Eu andei pesquizando ai e vi que o governo esta pensando nisso…
    Ai, ai….
    Eu preferiria que de vez a marinha ter 23 caças F-1 no Porta- Aviões SP, por que não ter então 12 Rafales N e mais uns 6 aviões contra guerra anti-submarino….
    Os F-1 eram caças na época do meu avô…

  65. Baschera,
    Sua ponderação é interessante, e deve ser levada em conta.
    Mas eu também vejo a coisa por um outro lado, no que se refere aos T-27. Se a Embraer fica com o status gerencial do projeto, pode oferecer na seqüência pacotes de MLU para outros operadores de Tucano que não tenham interesse no Super Tucano, ou que eventualmente possam ter interesse em manter o primeiro como treinador básico, e adquirir o segundo para avançado, com maior comunalidade logística. Elocubração minha, enfim.

  66. Baschera,
    Sua ponderação é interessante, e deve ser levada em conta.
    Mas eu também vejo a coisa por um outro lado, no que se refere aos T-27. Se a Embraer fica com o status gerencial do projeto, pode oferecer na seqüência pacotes de MLU para outros operadores de Tucano que não tenham interesse no Super Tucano, ou que eventualmente possam ter interesse em manter o primeiro como treinador básico, e adquirir o segundo para avançado, com maior comunalidade logística. Elocubração minha, enfim.

  67. Edmar, na verdade é AF-1, ou A-4 se preferir.

    A modernização deles é uma história que já tem anos, o problema é que esbarra nos contigenciamentos da vida, com a necessidade de colocar outras prioridades à frente.

    Tem vários posts sobre o assunto no Blog Naval, o lugar mais indicado para discutir a modernização dos AF-1, e muitos comentários também, é só ir no campo busca, no alto à direita, depois de abrir o blog naval.

    http://www.naval.com.br/blog/

  68. Edmar, na verdade é AF-1, ou A-4 se preferir.

    A modernização deles é uma história que já tem anos, o problema é que esbarra nos contigenciamentos da vida, com a necessidade de colocar outras prioridades à frente.

    Tem vários posts sobre o assunto no Blog Naval, o lugar mais indicado para discutir a modernização dos AF-1, e muitos comentários também, é só ir no campo busca, no alto à direita, depois de abrir o blog naval.

    http://www.naval.com.br/blog/

  69. Vamos encarar a realidade. O Bandeirante é um projeto altamente testado (pelo uso) e que provou ao longo destas quatro décadas todo o seu valor: possue manutenção barata, é um projeto nacional, possue boa parte de seus componentes fabricados no Brasil.
    Então pergunto: por que não moderniza-lo?
    Se falta verba até para voar e manter os níveis mínimos de adestramento da força, onde conseguir recursos para a substituição de mais de 100 aeronaves Bandeirante? Se for viável a modernização, então que seja feita. Os Bandeirante são a espinha dorsal do transporte da FAB e sua substituição agora seriapraticamente impossível. Eu defendo sua modernização e porque não para mais 30 anos? Se a aeronave cumpre as missões para as quais foi criada e existe a possibilidade de mantê-las em uso por mais 30 anos, isso deve ser feito sem dúvida nenhuma. Nós vivemos num país de orçamentos apertados, onde um bom projeto (onde se leva em conta a função e o custo-benefício) tem que ser valorizado e aprovado por todos nós.
    Do que valem 100 aeronaves de transporte novas, num cenário de conflito onde não temos aeronaves para garantir o controle do espaço aéreo? Nessa situação elas nem poderiam decolar.
    Quanto a modernização dos Xavante, ela é uma aeronave extremamente obsoleta para a missão que tem de cumprir. Sua modernização é inviável devidoa vários fatores: motores não são mais fabricados; a substituição dos smotores por outro modelo seria extremamente onerosa; seria mais baratocomprar outors treinadores de tecnologia mais recente onde fosse viável sua modernização; existem poucas células em uso por outros países, oque dificulta a compra de peças para reposição(lembrar que recentemente o Brasil comprou células e motores usados da África do Sul e e no paraguai foi feita uma troca que incluiu também um Boing 707 além dos Xavante).
    Gostaria tambémde comentar a respeitodoprograma FX-2:
    No último dia 2 de outubro de 2008, o Ministério da defesa informou os candidatos finalistas do programa FX-2 (segundoa imprensa especializada). Seriam eles: Boing F-18 E/F Super Hornet, Dassault Rafale, Saab JAS 39 – Grippen NG.
    Após alguns meses de avaliação sobre os “Request Information” ( pedido de informações iniciais) das aeronaves participantes do programa FX-2, foram selecionados os três modelos acima para efetivarem uma proposta concreta de venda ao governo brasileiro.
    Segundo informações não oficiais, a proposta da Dassault, seria a preferida dos oficiais da FAB.
    Dias atrás postei um comentário sobre ete mesmo assunto dando conta das inúmeras vantagens – ao meu ver- do SU-35 sobre os demais concorrentes. Porém esta aeronave está fora dos planos da FAB para o futuro. Então volto a perguntar: Qual desses finalistas é o melhor vetor para a FAB? Qual deles tem menores custos de operação? Qual possui a melhor proposta de transferência de tcnologia e offsets?
    Analizando todos os três finalistas, não posso esconder a minha preferência pelo projeto da Saab (JAS-39 NG). Sendo a aeronave a de menor porte entre as concorrentes, possue um alcance superior e uma capacidade de carregar armas apenas um pouco inferior aos demais. Possueum radar AESA e um cockpit compatível com operações centradas em redes de informação. Possue ainda um motor (F404G) derivado do motor largamente usado pelos EUA ( motor derivado do F414-400 usado no F-18 E/F Super Hornet, que também participa dessa disputa) conhecido mundialmente por sua durabilidade, confiança e baixo custo de utilização.
    Não podemos deixar de citar também que esta aeronave já tem um grande sucesso internacional, sendo o caça selecionado pela Áfica do Sul, República Tcheca entre outras concorrências internaionais onde o mesmo participa com grandes chance de vitória. Este fato, bem como sua motorização, tem real importância quando levamos em conta a facilidade de encontrar peças para reposição no futuro devido ao número de usuários da aeronave e do motor.
    Quanto aos armamentos, o Grippen já possue integrado á sua aeronave o maior número de mísseis dos mais variados fabricantes, inclusive o míssel que está sendo desenvolvido em parceria do Brasil e África do Sul. Este fato tem muita importância devido aos altos custos de integração de novas armas à uma aeronave.
    Importante também é ressaltar que inúmeras empresas suecas estão presentes no Brasil, oque faclitaria parcerias e compensações (offsets) ente os dois países, bem como uma proposta de construção das aeronaves em solo brasileiro com maior transferência de tecnologia ecom altos índices de nacionalização.
    Não podemos deixar de citar que esta aeronave ( caso fosse produzida uma versão navalizada) seria a única com capacidade de operar no nosso porta- aviões São Paulo com total capacidade, sem grandes modificações do navio (devido limitações de peso de decolagem, dimensões). Sendo portanto o único avião moderno com reias capacidades de substituir nossos A-4 e levar nossa aviação naval a ter um verdadeiro poder de fogo.
    Com base em tudo que foi comentado acima – que são fatos e não opniões desse leitor – a melhor opção seria sem dúvida o caça da Saab por seus baixos custos de operação, maior número de armamentos já integrados, baixo custo de aquisição, possibilidade de escolha de uma única aeronave para a Marinha e Aeronautica, ser compatível com as novas tecnologias disponíveis no mercado e devido às maiores facilidades de negociação de offsets e transferência de tecnologia.

  70. Vamos encarar a realidade. O Bandeirante é um projeto altamente testado (pelo uso) e que provou ao longo destas quatro décadas todo o seu valor: possue manutenção barata, é um projeto nacional, possue boa parte de seus componentes fabricados no Brasil.
    Então pergunto: por que não moderniza-lo?
    Se falta verba até para voar e manter os níveis mínimos de adestramento da força, onde conseguir recursos para a substituição de mais de 100 aeronaves Bandeirante? Se for viável a modernização, então que seja feita. Os Bandeirante são a espinha dorsal do transporte da FAB e sua substituição agora seriapraticamente impossível. Eu defendo sua modernização e porque não para mais 30 anos? Se a aeronave cumpre as missões para as quais foi criada e existe a possibilidade de mantê-las em uso por mais 30 anos, isso deve ser feito sem dúvida nenhuma. Nós vivemos num país de orçamentos apertados, onde um bom projeto (onde se leva em conta a função e o custo-benefício) tem que ser valorizado e aprovado por todos nós.
    Do que valem 100 aeronaves de transporte novas, num cenário de conflito onde não temos aeronaves para garantir o controle do espaço aéreo? Nessa situação elas nem poderiam decolar.
    Quanto a modernização dos Xavante, ela é uma aeronave extremamente obsoleta para a missão que tem de cumprir. Sua modernização é inviável devidoa vários fatores: motores não são mais fabricados; a substituição dos smotores por outro modelo seria extremamente onerosa; seria mais baratocomprar outors treinadores de tecnologia mais recente onde fosse viável sua modernização; existem poucas células em uso por outros países, oque dificulta a compra de peças para reposição(lembrar que recentemente o Brasil comprou células e motores usados da África do Sul e e no paraguai foi feita uma troca que incluiu também um Boing 707 além dos Xavante).
    Gostaria tambémde comentar a respeitodoprograma FX-2:
    No último dia 2 de outubro de 2008, o Ministério da defesa informou os candidatos finalistas do programa FX-2 (segundoa imprensa especializada). Seriam eles: Boing F-18 E/F Super Hornet, Dassault Rafale, Saab JAS 39 – Grippen NG.
    Após alguns meses de avaliação sobre os “Request Information” ( pedido de informações iniciais) das aeronaves participantes do programa FX-2, foram selecionados os três modelos acima para efetivarem uma proposta concreta de venda ao governo brasileiro.
    Segundo informações não oficiais, a proposta da Dassault, seria a preferida dos oficiais da FAB.
    Dias atrás postei um comentário sobre ete mesmo assunto dando conta das inúmeras vantagens – ao meu ver- do SU-35 sobre os demais concorrentes. Porém esta aeronave está fora dos planos da FAB para o futuro. Então volto a perguntar: Qual desses finalistas é o melhor vetor para a FAB? Qual deles tem menores custos de operação? Qual possui a melhor proposta de transferência de tcnologia e offsets?
    Analizando todos os três finalistas, não posso esconder a minha preferência pelo projeto da Saab (JAS-39 NG). Sendo a aeronave a de menor porte entre as concorrentes, possue um alcance superior e uma capacidade de carregar armas apenas um pouco inferior aos demais. Possueum radar AESA e um cockpit compatível com operações centradas em redes de informação. Possue ainda um motor (F404G) derivado do motor largamente usado pelos EUA ( motor derivado do F414-400 usado no F-18 E/F Super Hornet, que também participa dessa disputa) conhecido mundialmente por sua durabilidade, confiança e baixo custo de utilização.
    Não podemos deixar de citar também que esta aeronave já tem um grande sucesso internacional, sendo o caça selecionado pela Áfica do Sul, República Tcheca entre outras concorrências internaionais onde o mesmo participa com grandes chance de vitória. Este fato, bem como sua motorização, tem real importância quando levamos em conta a facilidade de encontrar peças para reposição no futuro devido ao número de usuários da aeronave e do motor.
    Quanto aos armamentos, o Grippen já possue integrado á sua aeronave o maior número de mísseis dos mais variados fabricantes, inclusive o míssel que está sendo desenvolvido em parceria do Brasil e África do Sul. Este fato tem muita importância devido aos altos custos de integração de novas armas à uma aeronave.
    Importante também é ressaltar que inúmeras empresas suecas estão presentes no Brasil, oque faclitaria parcerias e compensações (offsets) ente os dois países, bem como uma proposta de construção das aeronaves em solo brasileiro com maior transferência de tecnologia ecom altos índices de nacionalização.
    Não podemos deixar de citar que esta aeronave ( caso fosse produzida uma versão navalizada) seria a única com capacidade de operar no nosso porta- aviões São Paulo com total capacidade, sem grandes modificações do navio (devido limitações de peso de decolagem, dimensões). Sendo portanto o único avião moderno com reias capacidades de substituir nossos A-4 e levar nossa aviação naval a ter um verdadeiro poder de fogo.
    Com base em tudo que foi comentado acima – que são fatos e não opniões desse leitor – a melhor opção seria sem dúvida o caça da Saab por seus baixos custos de operação, maior número de armamentos já integrados, baixo custo de aquisição, possibilidade de escolha de uma única aeronave para a Marinha e Aeronautica, ser compatível com as novas tecnologias disponíveis no mercado e devido às maiores facilidades de negociação de offsets e transferência de tecnologia.

  71. MODERNIZAÇÃO DOS A-4:

    Eu escrevi tanto que me esqueci de comentar o processo de modernização dos A-4, então vou começar pelos fatos recentemente noticiadospela imprensa:
    -A modernização do A-4 teria um custo maior por unidade modernizada que o projeto F-5BR. Segundo comentários da imprensa cada aeonave seria modernizada pela Embraer/Elbit pelo custo unitário de cerca de 6 milhões de dólares e não incluiria a modernização completa da aeronave.
    -Hoje (infelismente) apenas 2 aeronaves são mantidas operacionais em sitema de rodízio para diminuir custos de manutenção devido a obsolescência da aeronave.
    -Boa parte das aeronaves do lote original (20monopostos e 3 bipostos) encontram-se armazenadas e muitas já sofreram processo de canibalização de peças para manter outras aeronaves voando.
    -A verba pa modernização é de míseros 66 milhões de dólares que comtemplariam a modernização de apenas 12 aeronaves ( sendo 9 monopostos e 3 bipostos)
    -A Marinha enfrenta grave crise orçamentária e possue maiores prioridades como a construção de novos submarinos, novos navios de patrulha, novos helicópteros ASW, modernização dos SH-3 Sea King.

    É muito triste ver a nossa Marinha passar por essa situação. Não há verbas para modernização de todo o lote original de A-4. As aeronaves possuem poucas horas voadas, extrutura pouco desgastada e são sem dúvida de inestimável valor para a defesa de nosso país. Eu defendo a modernização (como eu disse na postagem anterior) que possibilitaria a real defesa aérea da frota. Apesar de ser uma aeronave antiga, -as nossas são (se não me engano) do último lote de fabricação, portanto nem tão antigas- ainda é um vetor, que modernizado com sistemas de última geração, poderia dar a nossa Marinha um real poder aéreo, além de ser um ganho de tempo para a escolha de seu substituto.
    Apasar de ter sido projetado para ataque, com a modernização, o A-4 poderia também desempenhar a missão de superioridade aérea, dando a nossa Marinha tempo e condições de aperfeiçoar tecnicas de uso/combate de aeronaves embarcadas, oque não foi feito até hoje (ou a marinha não tem pilotos – não havia o número suficientes de pilotos homologados para operação do A-4/pouso e decolagem em porta-aviões -, ou não tem aeronaves – falta de aeronaves em condições de voô -, ou não tem navio – o São Paulo mais fica parado em manutenção que navegando, sendo que a média de dias no mar nos últimos 2 anos não chegou a 60 dias por ano).
    O A-4 é uma plataforma extremamente testada em combate e nossas aeronaves possuem ainda uma boa sobrevida (após suposta modernização), oque justificaria a modernização (custo-benefício). Mas devemos ao mínimo modernizar todas as 23 aeronaves para conseguir manter operacional o AF-1 até a escolha de seu substituto, senão corremos orisco de ter um esquadrão sem aeronaves em condições de voô antes de 2015/2020, quando a Marinha pretende substitui-los.
    Quanto aos candidatos para o futuro programa AF-X, a única aeronave moderna (que consigamos comprar sem o veto norte-americano)que se navalizada pode operar no São Paulo sem maiores restrições( peso/dimensões – ver postagem anterior) seria o projetoda SAAB Grippen-NG.

  72. MODERNIZAÇÃO DOS A-4:

    Eu escrevi tanto que me esqueci de comentar o processo de modernização dos A-4, então vou começar pelos fatos recentemente noticiadospela imprensa:
    -A modernização do A-4 teria um custo maior por unidade modernizada que o projeto F-5BR. Segundo comentários da imprensa cada aeonave seria modernizada pela Embraer/Elbit pelo custo unitário de cerca de 6 milhões de dólares e não incluiria a modernização completa da aeronave.
    -Hoje (infelismente) apenas 2 aeronaves são mantidas operacionais em sitema de rodízio para diminuir custos de manutenção devido a obsolescência da aeronave.
    -Boa parte das aeronaves do lote original (20monopostos e 3 bipostos) encontram-se armazenadas e muitas já sofreram processo de canibalização de peças para manter outras aeronaves voando.
    -A verba pa modernização é de míseros 66 milhões de dólares que comtemplariam a modernização de apenas 12 aeronaves ( sendo 9 monopostos e 3 bipostos)
    -A Marinha enfrenta grave crise orçamentária e possue maiores prioridades como a construção de novos submarinos, novos navios de patrulha, novos helicópteros ASW, modernização dos SH-3 Sea King.

    É muito triste ver a nossa Marinha passar por essa situação. Não há verbas para modernização de todo o lote original de A-4. As aeronaves possuem poucas horas voadas, extrutura pouco desgastada e são sem dúvida de inestimável valor para a defesa de nosso país. Eu defendo a modernização (como eu disse na postagem anterior) que possibilitaria a real defesa aérea da frota. Apesar de ser uma aeronave antiga, -as nossas são (se não me engano) do último lote de fabricação, portanto nem tão antigas- ainda é um vetor, que modernizado com sistemas de última geração, poderia dar a nossa Marinha um real poder aéreo, além de ser um ganho de tempo para a escolha de seu substituto.
    Apasar de ter sido projetado para ataque, com a modernização, o A-4 poderia também desempenhar a missão de superioridade aérea, dando a nossa Marinha tempo e condições de aperfeiçoar tecnicas de uso/combate de aeronaves embarcadas, oque não foi feito até hoje (ou a marinha não tem pilotos – não havia o número suficientes de pilotos homologados para operação do A-4/pouso e decolagem em porta-aviões -, ou não tem aeronaves – falta de aeronaves em condições de voô -, ou não tem navio – o São Paulo mais fica parado em manutenção que navegando, sendo que a média de dias no mar nos últimos 2 anos não chegou a 60 dias por ano).
    O A-4 é uma plataforma extremamente testada em combate e nossas aeronaves possuem ainda uma boa sobrevida (após suposta modernização), oque justificaria a modernização (custo-benefício). Mas devemos ao mínimo modernizar todas as 23 aeronaves para conseguir manter operacional o AF-1 até a escolha de seu substituto, senão corremos orisco de ter um esquadrão sem aeronaves em condições de voô antes de 2015/2020, quando a Marinha pretende substitui-los.
    Quanto aos candidatos para o futuro programa AF-X, a única aeronave moderna (que consigamos comprar sem o veto norte-americano)que se navalizada pode operar no São Paulo sem maiores restrições( peso/dimensões – ver postagem anterior) seria o projetoda SAAB Grippen-NG.

  73. Que triste ver as nossas Forças Armadas em esta situação, pois governantes passados e alguns atuais quase não estão fazendo nada.
    Temos a “Amazônia” e os nossos “Mares”, além de nosso “Pantanal”, e parece que ninguém está ligando?
    Se nós cidadãos honrados não fizer alguma coisa, quem vai fazer?
    Acho que temos que mandar e-mail, cartas pedindo que alguém faça alguma coisa, pois se cada um fazer sua parte(eu fiz a minha), ai acho que as coisas vão endireitar um pouco.
    Abraço a todos.

  74. Que triste ver as nossas Forças Armadas em esta situação, pois governantes passados e alguns atuais quase não estão fazendo nada.
    Temos a “Amazônia” e os nossos “Mares”, além de nosso “Pantanal”, e parece que ninguém está ligando?
    Se nós cidadãos honrados não fizer alguma coisa, quem vai fazer?
    Acho que temos que mandar e-mail, cartas pedindo que alguém faça alguma coisa, pois se cada um fazer sua parte(eu fiz a minha), ai acho que as coisas vão endireitar um pouco.
    Abraço a todos.

  75. Depois e atualmente, por tantas modernizações que os equipamentos da FAB está passando, por que a Marinha não vende os caças “AF-1 A4” e compram os supersônicos “F-8 Crusader” que estão no deserto americano e modernizam eles.
    Que eu sei parece que tem uns 600 aviões desse modelo lá e tem muitas fontes de peças.
    É melhor ter esses, do que ter outros sem peças e não funcionando.

  76. Depois e atualmente, por tantas modernizações que os equipamentos da FAB está passando, por que a Marinha não vende os caças “AF-1 A4” e compram os supersônicos “F-8 Crusader” que estão no deserto americano e modernizam eles.
    Que eu sei parece que tem uns 600 aviões desse modelo lá e tem muitas fontes de peças.
    É melhor ter esses, do que ter outros sem peças e não funcionando.

  77. Se o Dassault Rafale for escolhido, o Brasil vai ter sua defesa aérea muito Forte, pois estes aviões são muito rápidos e agil, o que da uma vantagem sobre os paises vizinhos do Brasil.
    Se o Rafale for pilotado por um piloto expêriente ou bem treinado este avião pode se tornar uma arma letal contra seus supostos adversários.

  78. Se o Dassault Rafale for escolhido, o Brasil vai ter sua defesa aérea muito Forte, pois estes aviões são muito rápidos e agil, o que da uma vantagem sobre os paises vizinhos do Brasil.
    Se o Rafale for pilotado por um piloto expêriente ou bem treinado este avião pode se tornar uma arma letal contra seus supostos adversários.

  79. Eu acho que a modernização dos Aviões-Tucanos e dos Bandeirantes foi uma boa.
    Mas o que mais eu aguardo é a definição do programa FX-2.
    Para mim, pode ser o “Dassault Rafale” ou o “Gripen NG”.

  80. Eu acho que a modernização dos Aviões-Tucanos e dos Bandeirantes foi uma boa.
    Mas o que mais eu aguardo é a definição do programa FX-2.
    Para mim, pode ser o “Dassault Rafale” ou o “Gripen NG”.

  81. Olá companheiros!

    Sei que as questões envolvendo a modernização de aviões militares são polêmicas. Sou defensor da modernização, principalmente pela robustez das estruturas( embora ligas compostas mais leves são vedetes em projetos atuais) e disponibilidade de novos conceitos de armas, eletrônica embarcada, estratégias, bem como de motores mais potentes e de baixo consumo. Isto com certeza é passo importante para fabricação in house.

    No caso da aviação embarcada pode ser uma excelente solução para o NAE São Paulo, acrescido de uns 8 Gripen NG, mais pontos no plataforma de sistemas de mísseis nacionais ou que são desenvolvidos em parceria com a África do Sul.

    Forte abraço, Natal em Cristo e Ano Novo cheio de coisas boas.

  82. Olá companheiros!

    Sei que as questões envolvendo a modernização de aviões militares são polêmicas. Sou defensor da modernização, principalmente pela robustez das estruturas( embora ligas compostas mais leves são vedetes em projetos atuais) e disponibilidade de novos conceitos de armas, eletrônica embarcada, estratégias, bem como de motores mais potentes e de baixo consumo. Isto com certeza é passo importante para fabricação in house.

    No caso da aviação embarcada pode ser uma excelente solução para o NAE São Paulo, acrescido de uns 8 Gripen NG, mais pontos no plataforma de sistemas de mísseis nacionais ou que são desenvolvidos em parceria com a África do Sul.

    Forte abraço, Natal em Cristo e Ano Novo cheio de coisas boas.

  83. Se alguém souber de alguma novidade do “FX2”, comente para nós, pois no “mês de Fevereiro” e no “início de Março” saira alguma decisão…

  84. Se alguém souber de alguma novidade do “FX2”, comente para nós, pois no “mês de Fevereiro” e no “início de Março” saira alguma decisão…

  85. Edmar, coincidentemente, acabamos de subir um artigo sobre o assunto agora mesmo. A próxima data relavante do programa F-X2 é 2 de fevereiro, mas ainda não é a decisão, é a entrega das propostas pelos três fabricantes selecionados, em resposta ao RFP entregue a eles pela FAB no final de outubro. Confira nas matérias mais recentes do Blog.

  86. Edmar, coincidentemente, acabamos de subir um artigo sobre o assunto agora mesmo. A próxima data relavante do programa F-X2 é 2 de fevereiro, mas ainda não é a decisão, é a entrega das propostas pelos três fabricantes selecionados, em resposta ao RFP entregue a eles pela FAB no final de outubro. Confira nas matérias mais recentes do Blog.

  87. “Nunão” qualquer coisa a mais que você ficar sabendo do “FX2” comente para nós.

    Sabemos que está chegando a hora decisiva e então … se você ficar sabendo mais de alguma coisa, por favor comente para nós…………..Obrigado.

  88. “Nunão” qualquer coisa a mais que você ficar sabendo do “FX2” comente para nós.

    Sabemos que está chegando a hora decisiva e então … se você ficar sabendo mais de alguma coisa, por favor comente para nós…………..Obrigado.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here