O MiG-29 na visão de um comandante de esquadrão de F-16

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    Após o “post” sobre os comentários de um comandante de esquadrão de MiG-29, seguem agora os comentários de um piloto de F-16 sobre o MiG-29. Na época os pilotos de F-16 deste esquadrão estavam combatendo nos Balcãs. Deve-se lembrar que estes MiG-29 são da primeira versão e ainda existem muitos deles, inclusive no Perú e em Cuba.

    Foi mantida a versão original em inglês, para não sofrer alterações em eventuais traduções.

    Primeira impressão:

    “Two things jump out at you right away when you fly the MiG-29. The first one is the antiquated avionics, they are totally not user friendly. You have to make a lot of switch changes and so on that we just don’t even have to think about in the F-16.”

    Cockpit:

    By comparison with western jets, the MiG- 29 cockpit was, I thought, somewhat thrown together. There didn’t seem to be much human engineering put into it. To be fair, though, the Russians do have much greater standardisation between the cockpits of all their fast jets. It’s actually remarkable how similar they’ve made the cockpits of the Su-27, the MiG-29, the Su-25, and even the older jets. Maybe the human factor in MiG-29 cockpit design was to make it as close as possible to the MiG-21 and MiG-23 cockpit.

    But they do not have a HOTAS (Hands on Throttle and Stick) philosophy in the same way that we do in the F-16. In the F-16 I can select missiles and fire the gun and drop bombs all with my fingers on the stick and throttle. In the MiG-29 just launching a missile requires so many switch changes where they have to take their hand off the throttle, change the switches, look down inside the cockpit, and then look back up. Whereas in my F-16 I can switch radar modes, launch missiles and never have to take my hands off the controls or look down inside the cockpit. I can look outside the whole time and that’s a great advantage. It’s pretty difficult to focus up close and then refocus your eyes out to ten miles.

    Radar e combate BVR

    If the MiG-29 pilot is trying to lock us up with his radar, he’s not looking outside, he’s looking at the radar scope. He may be looking at the radar picture in the HUD, but he’s still not going to be able to see us outside beyond 10 miles. So we like to do a rope-a-dope kind of thing, whereby I get to about 50 nautical miles and get a radar lock on this guy (there’s no reason for me to look into the radar scope anymore) and now I’m looking out there, at where I know he’ll appear. My eyes are focused at about 10 miles and I’m just waiting to see a wing flash or smoke or something and then it’s ‘OK, I can see him, I can break radar lock’. Now I can flow to an engagement on this guy, where he doesn’t get any situational awareness of where I’m coming from. If he’s got a RHAWS scope, (a radar warning scope), he’ll get the clock position of where I’m coming into the fight but if I can see him, I can break lock, there’s no need for me to lock him up on the radar anymore.

    Passando de BVR para Dog fight:

    And if he doesn’t get me with an ‘Alamo’ before the merge, his life gets very difficult. Once I get inside about 10 nautical miles, he can’t shoot me with a radar missile, so he’ going to have to shoot me with a heat seeking missile. But now in the cockpit the MiG-29 pilot’s got to throw the switch from radar to helmet sight, he’s got to activate the IRSTS and arm up the ‘Archers’. So while he’s doing all that, if I blow past him before he can take a shot on me, he’s got to go back into the cockpit, go back to radar mode to select his radar missiles and deactivate the ‘Archers’ and meanwhile I’m going by at high Mach, trying to get away.

    If he can’t get me with an ‘Archer’ as I blow past him, he has to go back to the ‘Alamo’. But his ability to actually do that is very very difficult in terms of his radar. He’ll have lost lock on me as I pass, and if he breaks lock, his radar display, and scan automatically jump back out to the 70 nautical mile range
    settings. He can’t change that, till he gets an actual radar lock on me. So as I blow past him and he turns round to try to lock me up, he’s going to have to have GCI tell him where to lock, because he’s not going to be able to see me at that short range with his radar at what setting. By the time he can lock me up, I’m already outside his weapons parameters so the chances of him shooting a missile at
    me are slim. I talked to the western-trained MiG-29 pilots, who admitted that ‘yeah, our chances of locking you guys up as you flew past us in a merge were slim-to-none because of the way the system is set up’. So you can see that he’s hampered quite a bit just by the systems that he has.

    Confronto de filosofia

    Here in the western world we give the pilot a lot of autonomy and so consequently we have built systems in the aeroplane that give him more situational awareness. In the eastern block the guy who had ultimate control was the ground controller. When they first started using MiG-29s in the integrated Luftwaffe, they were still actually using the ground control people. That’s what the East German pilots were used to (although the MiG-29 pilots had more capacity for autonomous decision making than those flying earlier Russian-built airplanes). Too a large degree they’re still quite dependant on that, even with western-trained pilots. Just because the onboard systems were not designed in the Western way they don’t have the situational awareness that they would like to have in the cockpit. They don’t have the level of on board automatic threat prioritisation that a western guy can take for granted”.

    Em breve nova opiniões sobre o MiG-29.

    38 COMMENTS

    1. Gostaria muito que os entusiastas dos caças russos fizessem a digestão destas informações e colocassem seus comentários.

      Por mim, a verdade é que a filosofia de emprego de caças na Rússia é completamente diferente. O que influi no design dos aparelhos.

      A doutrina operacional de emprego de caças tira o individualismo e a iniciativa e coloca acima de tudo, uma direção planejada e centralizada da batalha no ar. Os caças interagem com o comando terrestre de um modo que o ocidente desconhece. Operando à sombra dos sistemas AAA russos, seu objetivo é cobrir o avanço das forças terrestres mais do que estabelecer o domínio do ar per se.

      Assim, a avaliação do piloto de F-16 considerou o emprego do MIG de acordo com a doutrina operacional e a filosofia de emprego do F-16, e não do MIG.

      Comparações devem ser feitas levando em consideração COMO os russos levaram em conta a FORMA que os seus MIGs seriam empregados em batalha.

      Os aviões soviéticos foram construídos segundo as especificações de emprego das Forças Armadas Soviéticas, e não segundo as idéias ocidentais.

      Deveriam cobrir um avanço maciço de colunas blindadas, seguidas da infantaria motorizada, sob uma cobertura de todo tipo de sistemas AAA que os russos pudessem carregar. Operando sob controle terrestre, que através de radares móveis, controlaria o avanço dos caças como uma falange grega. É dentro deste contexto que se deve analizar as fraquezas e as forças do MIG.

    2. Gostaria muito que os entusiastas dos caças russos fizessem a digestão destas informações e colocassem seus comentários.

      Por mim, a verdade é que a filosofia de emprego de caças na Rússia é completamente diferente. O que influi no design dos aparelhos.

      A doutrina operacional de emprego de caças tira o individualismo e a iniciativa e coloca acima de tudo, uma direção planejada e centralizada da batalha no ar. Os caças interagem com o comando terrestre de um modo que o ocidente desconhece. Operando à sombra dos sistemas AAA russos, seu objetivo é cobrir o avanço das forças terrestres mais do que estabelecer o domínio do ar per se.

      Assim, a avaliação do piloto de F-16 considerou o emprego do MIG de acordo com a doutrina operacional e a filosofia de emprego do F-16, e não do MIG.

      Comparações devem ser feitas levando em consideração COMO os russos levaram em conta a FORMA que os seus MIGs seriam empregados em batalha.

      Os aviões soviéticos foram construídos segundo as especificações de emprego das Forças Armadas Soviéticas, e não segundo as idéias ocidentais.

      Deveriam cobrir um avanço maciço de colunas blindadas, seguidas da infantaria motorizada, sob uma cobertura de todo tipo de sistemas AAA que os russos pudessem carregar. Operando sob controle terrestre, que através de radares móveis, controlaria o avanço dos caças como uma falange grega. É dentro deste contexto que se deve analizar as fraquezas e as forças do MIG.

    3. To mandando a traducao para voces…curtam.

      “Duas coisas pulam fora em você imediatamente quando voa o MiG-29. O primeiro é o avionics antiquado, eles não são operador amigável. Tem que fazer muitas mudanças de interruptor e assim por diante que nós somente sequer nem temos que pensar no F-16.”

      A cabine:

      Por comparação com jatos ocidentais, a cabine MiG- 29 era, pensei, algo jogado junto. Aí não pareceu haver muita engenharia humana. Para ser feira, embora, os russos têm muita padronização maior entre as cabines de todos seus jatos rápidos. É realmente notável como semelhante fizeram as cabines do Su-27,MiG-29, o Su-25, e mesmo os jatos mais velhos. Talvez o projeto no MiG-29 de cabine era fazê-lo o mais similar possível acabine MiG-21 e MiG-23.

      Mas eles não têm um sistema HOTAS (Hands on Throttle and Stick) na mesma maneira que nós fazemos no F-16. No F-16 que eu posso selecionar mísseis e ,disparar o canhao e lancar bombas,todo com os meus dedos no manche e válvula de regulação. No MiG-29 o lançamento justo que um míssil exige tantas mudanças de interruptor onde eles têm que tirar a sua mão da válvula de regulação, muda os interruptores, olhar para baixo dentro da cabine, e então procura as costas. Ao passo que em meu F-16 que eu posso trocar modos de radar, mísseis de lançamento e nunca tem que tirar as minhas mãos dos controles nem de dentro da cabine. Posso olhar fora do tempo inteiro e isso é uma grande vantagem. É muito difícil de focalizar para cima e então refocusar seus olhos fora a dez milhas.

      Radar

      Se o piloto do MiG-29 tenta de prender nos com seu radar, ele não olha fora, olha o alcance de radar. Pode estar olhando o quadro de radar no HUD, mas ele ainda não poderá ver nos fora de além de 10 milhas. Então gostamos de fazer uma brincadeira, eu detecto o Mig 29 aproximadamente 50 milhas marítimas e ele recebe um lock de radar (não há nenhuma razão eu olhar alem do alcance de radar ) e agora olho lá fora, em onde sei que ele aparecerá. Os meus olhos são focalizados em aproximadamente 10 milhas e eu acabo de esperar ver um lampejo de asa ou fumaça ou algo e então é ‘OK, posso vê-lo, eu posso quebrar o lock de radar’. Agora posso fluir a um compromisso neste rapaz, onde ele não recebe qualquer consciência situacional de onde venho. Se recebeu um alcance de RHAWS, (um radar advertindo alcance), receberá a posição de relógio de onde venho na luta mas se posso vê-lo, eu posso quebrar o lock, não há nenhuma necessidade eu para prendê-lo no radar mais.

      DogFight:

      E se ele não me recebe com um “Alamo” antes do funde, sua vida fica muito difícil. Uma vez eu fico dentro aproximadamente 10 milhas marítimas, ele não me pode atirar com um míssil de radar, então ele’ terá que atirar me com um míssil procura-calor. Mas agora na cabine o piloto MiG-29 deve jogar o interruptor de radar a visão de capacete, ele deve ativar o IRSTS e armam-se para cima os “Archers”. Tão enquanto faz todo isso, se passo antes ele nao pode dar um tiro em mim, ele deve voltar na cabine, volta a modo de radar, selecionar seus mísseis de radar e desativar os “Archers” e entretanto eu vou por em Mach alto, tentando de escapar.

      Se ele não me pode receber com um “Archers” quando passo , ele tem que voltar ao “Alamo”. Mas sua capacidade realmente de fazer isso é muito muito difícil em termos do seu radar. Terá perdido lock em mim quando passo, e se quebrar lock, sua exposição de radar, e esquadrinha automaticamente costas de pulo fora aos 70 cenários de alcance de milha marítima. Ele não pode mudar isso, até ele recebe um cadeado real de radar em mim. Tão como passo o e ele vira ronda tentar de prender me, ele tem que ter GCI contá-lo onde trancar, porque ele não poderá ver me nesse alcance curto com seu
      radar em ele que pôndo. Pelo tempo ele pode prender me, mas eu já estou fora dos seus parâmetros de armas, então as possibilidades dele disparar um míssil em mim são inexistentes. Conversei com pilotos ocidentais de MiG-29 , que admitiram isso “Sim, nossas possibilidades de prendê no radar quando nos passam eram inexistentes por causa da maneira que o sistema é montado”. Então voce pode ver que dificultoy tudo somente pelos sistemas que ele tem.

      O Confronto de filosofia

      Aqui no mundo ocidental nós damos muita autonomia para o piloto e tão portanto nós construímos sistemas no aeroplano que lhe dá consciência mais situacional. No bloco oriental o rapaz que teve controle final era o censor moído. Quando eles primeiramente começaram usando MiG 29s no Luftwaffe integrado, eles ainda realmente usavam as pessoas de controle de solo. Isso é o que os pilotos lalemães-Orientais usavam (embora o MiG-29 pilotos tiveram mais capacidade para toma autônoma de decisão que os pilotos de modelos de aviões russos anteriores. A grande escala,eles ainda dependem nisso, mesmo com pilotos treinados no ocidente. Justo porque os sistemas de bordo não foram projetados na maneira ocidental eles não têm a consciência situacional que eles gostariam de ter na cabine. Eles não têm o nível de prioritisacao automática de ameaça que um piloto ocidental espera ter.

    4. To mandando a traducao para voces…curtam.

      “Duas coisas pulam fora em você imediatamente quando voa o MiG-29. O primeiro é o avionics antiquado, eles não são operador amigável. Tem que fazer muitas mudanças de interruptor e assim por diante que nós somente sequer nem temos que pensar no F-16.”

      A cabine:

      Por comparação com jatos ocidentais, a cabine MiG- 29 era, pensei, algo jogado junto. Aí não pareceu haver muita engenharia humana. Para ser feira, embora, os russos têm muita padronização maior entre as cabines de todos seus jatos rápidos. É realmente notável como semelhante fizeram as cabines do Su-27,MiG-29, o Su-25, e mesmo os jatos mais velhos. Talvez o projeto no MiG-29 de cabine era fazê-lo o mais similar possível acabine MiG-21 e MiG-23.

      Mas eles não têm um sistema HOTAS (Hands on Throttle and Stick) na mesma maneira que nós fazemos no F-16. No F-16 que eu posso selecionar mísseis e ,disparar o canhao e lancar bombas,todo com os meus dedos no manche e válvula de regulação. No MiG-29 o lançamento justo que um míssil exige tantas mudanças de interruptor onde eles têm que tirar a sua mão da válvula de regulação, muda os interruptores, olhar para baixo dentro da cabine, e então procura as costas. Ao passo que em meu F-16 que eu posso trocar modos de radar, mísseis de lançamento e nunca tem que tirar as minhas mãos dos controles nem de dentro da cabine. Posso olhar fora do tempo inteiro e isso é uma grande vantagem. É muito difícil de focalizar para cima e então refocusar seus olhos fora a dez milhas.

      Radar

      Se o piloto do MiG-29 tenta de prender nos com seu radar, ele não olha fora, olha o alcance de radar. Pode estar olhando o quadro de radar no HUD, mas ele ainda não poderá ver nos fora de além de 10 milhas. Então gostamos de fazer uma brincadeira, eu detecto o Mig 29 aproximadamente 50 milhas marítimas e ele recebe um lock de radar (não há nenhuma razão eu olhar alem do alcance de radar ) e agora olho lá fora, em onde sei que ele aparecerá. Os meus olhos são focalizados em aproximadamente 10 milhas e eu acabo de esperar ver um lampejo de asa ou fumaça ou algo e então é ‘OK, posso vê-lo, eu posso quebrar o lock de radar’. Agora posso fluir a um compromisso neste rapaz, onde ele não recebe qualquer consciência situacional de onde venho. Se recebeu um alcance de RHAWS, (um radar advertindo alcance), receberá a posição de relógio de onde venho na luta mas se posso vê-lo, eu posso quebrar o lock, não há nenhuma necessidade eu para prendê-lo no radar mais.

      DogFight:

      E se ele não me recebe com um “Alamo” antes do funde, sua vida fica muito difícil. Uma vez eu fico dentro aproximadamente 10 milhas marítimas, ele não me pode atirar com um míssil de radar, então ele’ terá que atirar me com um míssil procura-calor. Mas agora na cabine o piloto MiG-29 deve jogar o interruptor de radar a visão de capacete, ele deve ativar o IRSTS e armam-se para cima os “Archers”. Tão enquanto faz todo isso, se passo antes ele nao pode dar um tiro em mim, ele deve voltar na cabine, volta a modo de radar, selecionar seus mísseis de radar e desativar os “Archers” e entretanto eu vou por em Mach alto, tentando de escapar.

      Se ele não me pode receber com um “Archers” quando passo , ele tem que voltar ao “Alamo”. Mas sua capacidade realmente de fazer isso é muito muito difícil em termos do seu radar. Terá perdido lock em mim quando passo, e se quebrar lock, sua exposição de radar, e esquadrinha automaticamente costas de pulo fora aos 70 cenários de alcance de milha marítima. Ele não pode mudar isso, até ele recebe um cadeado real de radar em mim. Tão como passo o e ele vira ronda tentar de prender me, ele tem que ter GCI contá-lo onde trancar, porque ele não poderá ver me nesse alcance curto com seu
      radar em ele que pôndo. Pelo tempo ele pode prender me, mas eu já estou fora dos seus parâmetros de armas, então as possibilidades dele disparar um míssil em mim são inexistentes. Conversei com pilotos ocidentais de MiG-29 , que admitiram isso “Sim, nossas possibilidades de prendê no radar quando nos passam eram inexistentes por causa da maneira que o sistema é montado”. Então voce pode ver que dificultoy tudo somente pelos sistemas que ele tem.

      O Confronto de filosofia

      Aqui no mundo ocidental nós damos muita autonomia para o piloto e tão portanto nós construímos sistemas no aeroplano que lhe dá consciência mais situacional. No bloco oriental o rapaz que teve controle final era o censor moído. Quando eles primeiramente começaram usando MiG 29s no Luftwaffe integrado, eles ainda realmente usavam as pessoas de controle de solo. Isso é o que os pilotos lalemães-Orientais usavam (embora o MiG-29 pilotos tiveram mais capacidade para toma autônoma de decisão que os pilotos de modelos de aviões russos anteriores. A grande escala,eles ainda dependem nisso, mesmo com pilotos treinados no ocidente. Justo porque os sistemas de bordo não foram projetados na maneira ocidental eles não têm a consciência situacional que eles gostariam de ter na cabine. Eles não têm o nível de prioritisacao automática de ameaça que um piloto ocidental espera ter.

    5. Isso mostra o mito do Mig-29 e quanto o ocidente era e é melhor que os russos em na questão tecnologica. Os própios pilotos de Mig-29 admitem a inferioridade:

      “I talked to the western-trained MiG-29 pilots, who admitted that ‘yeah, our chances of locking you guys up as you flew past us in a merge were slim-to-none because of the way the system is set up’”

      Mais um tapa na cara dos fãs russos.

    6. Isso mostra o mito do Mig-29 e quanto o ocidente era e é melhor que os russos em na questão tecnologica. Os própios pilotos de Mig-29 admitem a inferioridade:

      “I talked to the western-trained MiG-29 pilots, who admitted that ‘yeah, our chances of locking you guys up as you flew past us in a merge were slim-to-none because of the way the system is set up’”

      Mais um tapa na cara dos fãs russos.

    7. Incluam que na epoca destes relatos,existia a antiga URSS,
      que exercia um controle rigido dos integrantes das suas forças
      armadas,ou seja os aviões eram regiamente controlados pelos
      radares de terra,inclusive o combustivel era controlado para
      se evitar fugas,depois do belenko,dizem que as coisas pioraram.
      Relatos de viajantes para a cortina de ferro da epoca,as aeromoças
      das companhias estatais da epoca,somente entravam no avião
      quando estava em terra,pois se viajassem com o avião,não voltavam.
      O muro de Berlim,era fuga constante,existem cidadãos destes paises
      espalhados pelo mundo afora….

    8. Incluam que na epoca destes relatos,existia a antiga URSS,
      que exercia um controle rigido dos integrantes das suas forças
      armadas,ou seja os aviões eram regiamente controlados pelos
      radares de terra,inclusive o combustivel era controlado para
      se evitar fugas,depois do belenko,dizem que as coisas pioraram.
      Relatos de viajantes para a cortina de ferro da epoca,as aeromoças
      das companhias estatais da epoca,somente entravam no avião
      quando estava em terra,pois se viajassem com o avião,não voltavam.
      O muro de Berlim,era fuga constante,existem cidadãos destes paises
      espalhados pelo mundo afora….

    9. Prezado Paulo Costa,

      Este relato é posterior à fragmentação da URSS, quando as aeronaves já estavam integradas à Força Aérea Alemã unificada.

    10. Prezado Paulo Costa,

      Este relato é posterior à fragmentação da URSS, quando as aeronaves já estavam integradas à Força Aérea Alemã unificada.

    11. Ok,Poggio,mas os aviões foram entregues a RDA,na epoca da antiga URSS,e os Mig-29 vieram com a filosofia dela,e não foi feito
      nenhum upgrade pela Alemanha ate a data da doação a Polonia.
      Posteriormente a Polonia fez upgrade dos Mig-29,trocando radares,
      avionicos,e continua em uso por la….

    12. Ok,Poggio,mas os aviões foram entregues a RDA,na epoca da antiga URSS,e os Mig-29 vieram com a filosofia dela,e não foi feito
      nenhum upgrade pela Alemanha ate a data da doação a Polonia.
      Posteriormente a Polonia fez upgrade dos Mig-29,trocando radares,
      avionicos,e continua em uso por la….

    13. Axo injusta a comparação…
      Os conflitos sempre aconteceram em países não alinhados à URSS… Eram países excluidos pelo Ocidente e tinham a URSS como mero vendedor de armas. E a URSS nunca passou tecnologia de ponta para esses paises, tipo Líbia, Siria, Iuguslavia, etcc… um dos poucos à receber tecnologia atualizada foi o Iraque…

      Esse Mig-29A é um avião pensado para o cenário da década de 80!! Onde, acredito eu, ele é superior aos Mirage F1, F-16A, F-4E, entre outros da época!!

      Mais como ja escrevi em outro post… a tecnologia militar ocidental, principalmente relativo a blindados e aviação, ficou mto a frente em relação a URSS apartir da guerra do Vietnan. Onde começaram a operar os F-4 e logo depois os F-14/15/16/18.
      Os soviéticos tinham como doutrina operacional, se garantir nos radares terrestres para dar apoio a sua aviação, enquanto os sofisticados e mto numerosos SAMs dariam a proteção AA adequada a essas. Porém o desenvolvimento de misseis cruizer, q voavam ao nível do solo e a doutrina de ataques a baixa altitude, tornou toda essa rede de defesa obsoleta! Nesse momento o Ocidente ja estava mto a frente na sofisticação de seus avioes de combate!!
      Vivemos a época em q a URSS, e a atual Russia, tentou e tenta alcançar o Ocidente com as dezenas de pacotes de modernizaçõo para seus Su-25/27 e Mig-29/31…
      Porém com a entrada em operação dos caças de 5º geração, novamente, o Ocidente da um pulo de alguns anos a frente dos atuais soviéticos..

    14. Axo injusta a comparação…
      Os conflitos sempre aconteceram em países não alinhados à URSS… Eram países excluidos pelo Ocidente e tinham a URSS como mero vendedor de armas. E a URSS nunca passou tecnologia de ponta para esses paises, tipo Líbia, Siria, Iuguslavia, etcc… um dos poucos à receber tecnologia atualizada foi o Iraque…

      Esse Mig-29A é um avião pensado para o cenário da década de 80!! Onde, acredito eu, ele é superior aos Mirage F1, F-16A, F-4E, entre outros da época!!

      Mais como ja escrevi em outro post… a tecnologia militar ocidental, principalmente relativo a blindados e aviação, ficou mto a frente em relação a URSS apartir da guerra do Vietnan. Onde começaram a operar os F-4 e logo depois os F-14/15/16/18.
      Os soviéticos tinham como doutrina operacional, se garantir nos radares terrestres para dar apoio a sua aviação, enquanto os sofisticados e mto numerosos SAMs dariam a proteção AA adequada a essas. Porém o desenvolvimento de misseis cruizer, q voavam ao nível do solo e a doutrina de ataques a baixa altitude, tornou toda essa rede de defesa obsoleta! Nesse momento o Ocidente ja estava mto a frente na sofisticação de seus avioes de combate!!
      Vivemos a época em q a URSS, e a atual Russia, tentou e tenta alcançar o Ocidente com as dezenas de pacotes de modernizaçõo para seus Su-25/27 e Mig-29/31…
      Porém com a entrada em operação dos caças de 5º geração, novamente, o Ocidente da um pulo de alguns anos a frente dos atuais soviéticos..

    15. Ae, uma sugestao/pedido aos mestres do blog…
      Q tal um tópico sobre o Mig-31??? Axo um aviao fantastico!! Um dos poucos “interceptadores puros” em tempos de avioes multifuncionais..

      E pelo meu limitado conhecimento, axo, q somente ele e o F-14 operaram mísseis de longo alcance né???

    16. Ae, uma sugestao/pedido aos mestres do blog…
      Q tal um tópico sobre o Mig-31??? Axo um aviao fantastico!! Um dos poucos “interceptadores puros” em tempos de avioes multifuncionais..

      E pelo meu limitado conhecimento, axo, q somente ele e o F-14 operaram mísseis de longo alcance né???

    17. Tô só Brincando contigo João.
      No blog de vez em quando a gente faz uma piadinha pra descontrair. Em geral é pegando no pé de alguém.
      Eu já fui a “bola da vez” também.
      Um abraço meu caro.

    18. Tô só Brincando contigo João.
      No blog de vez em quando a gente faz uma piadinha pra descontrair. Em geral é pegando no pé de alguém.
      Eu já fui a “bola da vez” também.
      Um abraço meu caro.

    19. […] foi demonstrado quando os MiG-29 da Luftwaffe participaram de exercícios conjuntos DACT com caças americanos. O HMS foi de grande ajuda, permitindo que os alemães conseguissem obter o travamento de alvos fora […]

    20. […] foi demonstrado quando os MiG-29 da Luftwaffe participaram de exercícios conjuntos DACT com caças americanos. O HMS foi de grande ajuda, permitindo que os alemães conseguissem obter o travamento de alvos fora […]

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