A Força Aérea Sul-Coreana (ROKAF) realizou um voo de despedida de sua aeronave F-4E Phantom. O venerável F-4E esteve em serviço entre 1969 e 2024. A formação foi escoltada pelo KF-21 Boramae, o caça autóctone da Coreia do Sul.

O F-4E Phantom II é um dos mais icônicos caças a jato da história da aviação militar, destacando-se por seu papel significativo durante a Guerra Fria e por seu uso contínuo por várias forças aéreas ao redor do mundo por décadas. Desenvolvido pela McDonnell Aircraft (mais tarde McDonnell Douglas e agora parte da Boeing), o F-4 Phantom II foi originalmente concebido para a Marinha dos Estados Unidos na década de 1950, mas sua versatilidade e capacidades excepcionais o levaram a ser adotado também pela Força Aérea e por muitos outros países.

O F-4E, uma das variantes mais avançadas e produzidas do Phantom II, foi introduzido em 1968. Esta versão incorporou várias melhorias significativas em relação às suas antecessoras, incluindo, mais notavelmente, um canhão interno M61 Vulcan de 20 mm. Antes do F-4E, os Phantoms dependiam principalmente de mísseis para combate ar-ar, o que, em algumas circunstâncias de combate, provou ser uma limitação. A adição do canhão Vulcan ampliou as capacidades do caça, permitindo-lhe realizar missões de interdição aérea mais efetivamente e engajar alvos em curto alcance.

Além disso, o F-4E apresentava melhorias aerodinâmicas, incluindo extensões de bordo de ataque nas asas, que melhoravam a manobrabilidade. Ele estava equipado com motores mais potentes, o que lhe conferia uma velocidade máxima superior a Mach 2.2, e um sistema de radar avançado que permitia ao F-4E operar em qualquer condição meteorológica e durante a noite.

Operacionalmente, o F-4E teve um papel destacado em numerosos conflitos. Durante a Guerra do Vietnã, ele foi fundamental para as operações de ataque ao solo e combate ar-ar dos Estados Unidos, onde sua robustez, capacidade de carga de armamento e velocidade o tornaram uma ferramenta valiosa contra os MiGs inimigos e alvos terrestres. O Phantom II também foi usado extensivamente por Israel em várias de suas guerras, onde desempenhou um papel crucial na obtenção de superioridade aérea e na realização de ataques preventivos contra as forças adversárias.

Após o fim da Guerra Fria, o F-4E continuou em serviço em muitas forças aéreas, demonstrando sua durabilidade e relevância contínua em um cenário de aviação que mudava rapidamente. O F-4E foi finalmente retirado de muitos destes serviços ativos no início do século XXI, mas ainda é usado no Irã, Grécia e Turquia.

FONTE: Korea Defense Blog

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Orivaldo

Cairia como uma Luva na Minha garagem. É pequena, mas nós damos um jeito

Rudney

Na minha garagem caberia um desses e uma daquelas carcaças de Mig31 que os EUA compraram a pouco tempo…

Prof Pasquale

…há pouco tempo….

Rudney

Linda aeronave. Icônica. E seria maravilhoso uma dessas, mesmo só a carcaça, no MUSAL.

Vitor Botafogo

iria mesmo!

Leandro Costa

Espero que os responsáveis te ouçam.

Rudney

Eu também… mas, se houvesse uma organização da sociedade civil suficientemente engajada, poderíamos ter mais dessas aeronaves desativadas no MUSAL. Pedidos aos governos, para que nos dêem os aviões, vaquinhas para custear o translado… as possibilidades são grandes…

Camargoer.

Quem sabe mandam um Kc390 buscar o avião… estimo que uma operação destas custe algo entre R$ 6 e 8 milhões…. é caro.

Tomcat

Lamentavelmente, não iria para o MUSAL, que passou a expor somente aeronaves operadas pela FAB. Tanto que os exemplares do F-86, F-104 e Jaguar foram parar na Helisul, em Bacacheri.

https://tecnodefesa.com.br/aeronaves-do-musal-em-curitiba-explicando-o-misterio/

Camargoer.

Pensei nele tanto no Musal quanto no museu da TAM… mas a noticia que tenho é desanimadora…. a prefeitura de São Carlos parece ter pulado fora,

Rudney

Pois é… fiquei sabendo aqui das notícias ruins… enfim…

Camargoer.

Conversei com uma vereadora daqui e perguntei se ela sabia de algo… ela disse que ninguém mais fala disso na prefeitura.

Camargoer.

Pois é noticia é mesmo desanimadora… se eu pudesse também ia me negativar.

André Bueno

Parece que o acervo irá para Itu.

Camargoer.

Itu é grande, mas só caberá parte do acervo.

BraZil

kkk “Itu é grande” é ótimo…alguém mais sacou?

Leandro Costa

Nuno Leal Maia certamente sacou.

Chris

As últimas notícias dão conta que sera transferido para Itu !

Nelson

Silhueta inconfundível… Um dos mais belos caças de todos os tempos!

RSmith

melhor do que “belo”… EFICIENTE!

Rudney

Exatamente…

TJLopes

Uma boa opção pra FAB kkkkkk

Camargoer.

Pelo que lembro, a FAB chegou a pensar no F4II no fim da década de 70, mas os EUA vetaram… foi um enrosco para a FAB adquirir um novo caça. No fim, acertou com os franceses mais de 20 Mirage III. Só depois os EUA liberou o F5. No livro do Elio Gaspari sobre o período do regime militar, ele menciona que os Miragem foram comprados sem que existisse uma infraestrutura para recebe-los… talvez ele tenha exagerado, mas é verdade que Anápolis foi construída para receber os Mirage III. Lembro de ter lido que existiria a marca dos pneus de… Read more »

Rinaldo Nery

Não lembro dessa marca.

Camargoer.

Olá Rinaldo…. depois que vocẽ comentou sobre os livros do Elio Gáspari, me deu vontade de reler…. o box estava lá na estante guardadinho há anos….

acho que está no terceiro volume.. vou procurar a pagina e coloco aqui para referência… estou na metade do quarto volume. Então, a passagem está fresca… pode deixar que eu coloco aqui ao menos o nome do capítulo.

Camargoer.

Olá Rinaldo. Livro 3 “A ditadura derrotada”, Capítulo “Poder”, sub capítulo “A tropa”,”… [A FAB] adquiria 16 jatos Mirage em o material de terra para apoia-los…”

Fernando "Nunão" De Martini

“talvez ele tenha exagerado”

Exagerou.

Tudo fez parte de um mesmo processo: base aérea + esquadrão (formando uma Alada – Ala de Defesa Aérea), as aeronaves (+ treinamento de pilotos e equipes) e sistema de radares e controle de defesa e tráfego aéreos.

Algumas coisas ficaram prontas antes de outras, mas os processos faziam parte de um conjunto.

Camargoer.

Verdade… O Cindacta levou décadas para ficar pronto… ele é gigantesco. Praticamente do tamanho da Europa.

mas achei legal mencionar aqui o trecho do livro ainda que ponderando o possível exagero do autor…

Vou procurar em qual capítulo ele menciona isso e colocar aqui para referência…

agora, sobre a marca do pneu do Mirage III no concreto seria uma história bem legal para publicar aqui, se ainda existir…

Rinaldo Nery

Refere-se ao CINDACTA 1?

Fernando "Nunão" De Martini

Acho que ele está se referindo a todos juntos (1, 2, 3 e 4), dado que comparou com a área da Europa.

Eu me referia apenas ao 1.

Rinaldo Nery

Ah, então é SISDACTA. Creio que só o 4 tem a área da Europa.

Camargoer.

Isso. O sistema todo, incluindo a cobertura de radar sobre a amazônia

Camargoer.

Ao sistema todo… a cobertura de radar no Brasil é imensa… praticamente do tamanho da rede que cobre toda a Europa.

Prof Pasquale

Última linha do primeiro parágrafo:

“Só depois os EUA liberaram…”

Clésio Luiz

A compra de F-4 era desejada desde a década de 1960, inclusive pilotos da FAB voaram diversas aeronaves americanas de ponta da época, mas oferecido foi apenas o F-5A e A-4 (salvo engano). Nessa época F-4 era relativamente barato (devido a produção maciça por causa da guerra do Vietnã) e sua compra pela FAB não seria um sonho impossível financeiramente. Mas como os EUA viraram as costas para quase todo o hemisfério sul na época, a França veio e pegou o mercado de caças supersônicos praticamente todo dos países embargados pelos EUA, tomando o lugar que seria do Reino Unido.… Read more »

JuggerBR

Imagino que a Coréia deveria estar pagando bem caro pra mante-los voando, poucas unidades de uma aeronave muito antiga, qq peça é rara…

Camargoer.

Olá Colegas…. pelo que soube, o acordo entre a Prefeitura de São Carlos e o Museu da TAM subiu no telhado… publicou-se aqui na região que a familia Amaro tem intenção de levar parte do acerto para Itu.

Escrevo isso porque logo pensei em ter um F4II no acervo….

Rudney

Não tem que dividir o acervo… dificulta a mobilização de recursos para as manutenções, não motiva o público… Mas, se a prefeitura não tiver mais interesse, que se busquem outras…

Camargoer.

Então… faz quase 10 anos que está tudo parado… não tem espaço em lugar algum.. já falaram que ia para São Paulo… depois para São José dos Campos… ano passado falou-se em reabrir em São Carlos… agora fala-se em Itu….

enquanto isso… fica tudo guardado…

Leandro Costa

Vou falar com o pessoal aqui em Niterói. Se for para desbancar o Rio e irritar São Paulo, tenho certeza que alguns vão comprar a idéia, mesmo que por motivos errados. A gente abre uma área em algum lugar e bota como se fosse uma continuação do ‘Caminho Niemeyer’ para ficar chamativo e politicamente aceitável e tudo pronto! 😛

RSmith

Praticamente 55 anos de serviço …. impressionante!

Camargoer.

O F5 teve 45.. o F4 teve 55 … imagina o F3…

Luís Henrique

O F-4 e o F-5 são contemporâneos. Início de produção em 1958 para o F-4 e 1959 para o F-5. Entrada em serviço em 1960 para o F-4 e em 1964 para o F-5. O F-4 foi produzido até 1981 e o F-5 até 1987. A diferença é que o F-4 era um Caça bem mais capaz enquanto o F-5 um caça leve mais simples. Os EUA só adquiriram o F-5 na versão de treinamento T-38 Talon. Um absurdo o Brasil ser um dos maiores países do mundo, uma das maiores economias e o seu principal caça ainda ser o… Read more »

Franklin junior

Será que ainda tem algumas horas de voo e em número razoável restante p/ mais uma guerrilha tipo na Ucrânia

Rudney

Cara, na boa? Eu acho que sim… eles estavam na ativa até agora… talvez ainda tivessem algo a oferecer…

Camargoer.

Então… sempre tem… só precisa revisar os motores periodicamente e dar a manutenção na estrutura.. claro que pelos esforços que um avião de caça sofre ao longo da vida, pode ser que alguns tenham sofrido extrema fadiga… mas outros deve ter condições de voar mais… talvez com alguma restrição de esforço….

acho que o gargalo são os motores.. teria que canibalizar muita coisa

Lucas F

Os F-4 foram por muitas décadas na USAF aeronaves “Wild Weasel”, responsáveis pela tarefa SEAD. Eles poderiam servir como plataforma lançadora do AGM-88 HARM, porém o F-16 tem uma base logística mais segura (e até já conhecida pela UAF, devido aos treinamentos dos pilotos e pessoal de terra) e também pode ser uma base lançadora desse míssil.

Leandro Costa

Esse abaixo está nas mãos de particulares, a Collins Foundation:

comment image

Tomcat

Quem é o espírito de porco que negativa um post assim? PelamordeDeus…

Sergio

O sonho- financeiramente possível – da FAB e vetado pelos ” amigos ” de Washington.

Fomos de mirage.

Groosp

Vi um vídeo em que o autor mencionava os preços e o Phantom não era muito mais caro que o Mirage III. Eram em torno de 2.5 a 3 milhões de dólares na década de sessenta. O MiG-21 não chegava a 1 milhão. Achei estranho porque o Phantom tinha dois motores e motores são caros. Deve ter sido o volume de produção que barateou o caça americano.

Jorgemateus77

Cairia como uma luva na MB

Roberto

Na verdade a Força Aérea Sul-Coreana em 1969 começo a operar o modelo F-4D, uma das primeiras versões do Phantom, que nem mesmo tinha canhão. Fez grande uso dessa versão.
A versão F-4E só viria em 1978 com aviões vindos direto da fábrica, em um dos lotes estava o Phantom de número 5068, o último F-4 construído.
Nos anos oitenta ela ainda iria receber mais F4E ex-USAF.

Roberto

Foto do último Phantom, o 78-0744.
Note as marcas da USAF mas com um tail number que parece ser comum à Força Aérea Sul-Coreana.
É provável que o exemplar ainda esteja voando.

comment image

Tomcat

Novamente, expresso a minha revolta pra quem negativa post como esse

Antunes 1980

Aeronave incrível, pena que levou um sacode daqueles no Vietnã.

Camargoer.

Olá Antunes… obviamente, os EUA perderam a guerra do Vietnã. O objetivo era evitar que o país fosse unificado em um regime comunista.

Por outro lado, a estratégia dos EUA era a de contagem de mortos, ao contrário de outras guerras que buscavam o domínio do território.

Por isso que as perdas do Vietnã são de centenas de milhares de mortos combatentes e civis e dos EUA foram 50 mil.

Franz A. Neeracher

58 mil mortos americanos, para ser mais exato.

Chris

Vc acha mesmo que os EUA perderiam essa guerra ? É serio ?

Eu usaria a palavra “abandono” !

Leandro Costa

Chris, se o objetivo era manter o Vietnã do Sul como uma entidade independente, capitalista, os EUA perderam a Guerra. Não há outra interpretação. Foram dez anos de luta por algo que não vingou.

Camargoer.

derrota, arrego, abandono, fiufiu, pataquada…

o fato é que o objetivo de preservar o Vietnã do sul capitalista fracassou e o Vietnã comunista conquistou o objeto de unificar o país.

Leandro Costa

Pois é Antunes… só que não hehehehe

Rinaldo Nery

Não sei se foi um “sacode”… A autobiografia do Gen Robin Olds , “Fighter Pilot”, mostra bem como foi a introdução do F-4 na guerra do Vietnã, com seus problemas e soluções. E seus resultados.

Last edited 4 dias atrás by Rinaldo Nery
Leandro Costa

A USAF penou um pouco em relação ao F-4. Eles não tinham a cultura do segundo tripulante. A função do WSO só apareceu na USAF em 1968. Até lá o cara que ia atrás era outro piloto. Às vezes isso causava ‘problemas’ de disse-me-disse no cockpit, especialmente quando o piloto com maior experiência ia na frente e o piloto com maior patente ia atrás. O F-4C era basicamente um F-4B (USN) com uma ou outra modificação. A primeira versão feita para a USAF mesmo era a F-4D, e essa versão veio… digamos… ‘bugada’ pela Hughes e seu péssimo F-4D. Eles… Read more »

Rinaldo Nery

Eu li isso no livro…

Leandro Costa

Eu ainda não li o livro do Olds. Esses dados eu tirei primariamente do ‘Clashes’ escrito por outro piloto de F-4.

Antunes 1980

Maior número de aeronaves abatidas depois do helicóptero UH-1 foi o F-4.
Fora os dogfights perdidos contra caças tecnologicamente muito inferiores (mig-15,27 e 21).

Leandro Costa

O F-4 foi a aeronave mais usada durante o Vietnã. As três forças (USAF, USN e USMC) os usaram em combate ao longo de suas diferentes versões. Foi um avião que desde o início da guerra continuou operando, independente das baixas recebidas (ao contrário dos MiG-21 que foram aterrados por quatro meses para repor perdas e reavaliar táticas após a operação Bolo). Antes de 1968 ele fazia primariamente (mas não exclusivamente) o papel de caça, mas com a saída dos F-105 como bombardeiro tático principal após o fim da Rolling Thunder, os F-4 ocuparam seu lugar, e seus riscos. É… Read more »

Clésio Luiz

Dizer que o F-4 levou um “sacode” é um exagero, mas que eles perderam mais unidades em combate aéreo do que admitem, perderam.

Os EUA não são diferentes de outros países quando se trata de derrotas em combate aéreo. Inflam as suas enquanto negam as do inimigo, como aconteceu na Coreia. Antes era 10:1, numero que caiu consideravelmente a medida que historiadores puseram as mãos em arquivos oficiais de ambos os lados.

Até mesmo aquele F-18 que foi abatido por um MiG-25 na Guerra do Golfo, eles ainda não admitem oficialmente.

Leandro Costa

Com certeza houveram erros na contagem. E não digo nem que são de má fé, mas entre a incerteza sobre o que abateu o avião, vão sempre indicar que não foi combate aéreo. Vou dar um exemplo. Eu, pessoalmente, tenho uma dúvida sobre um abate de F-4, que oficialmente foi atribuído à fogo antiaéreo de grosso calibre. Foi imediatamente antes de um combate encarniçado no qual os Vietnamitas perderam 6 MiG-17’s. Mas MiG-21’s foram observados voando na área do combate, sendo que dois deles permaneceram alto e se afastaram logo em seguida, enquanto um outro foi observado tentando atacar um… Read more »

Atirador

Pelo amor de Deus, ¨houveram¨ não dá, verbo haver com sentido de existir é irregular, não se flexiona

Camargoer.

Olá. Fica tranquilo. As vezes erramos, as vezes o corretor prega uma peça. Vale o debate..

Meu teto é de vidro. Talvez o de minha gente também seja.

Leandro Costa

Obrigado pela correção.

Funcionário da Petrobras

Pensa num caça feio, é esse aí.
Desculpem-me os fãs,mas este está longe de ser um dos meus preferidos.

Last edited 5 dias atrás by Funcionário da Petrobras
RSmith

desculpo não…. Chamar o Phantom de Feio é IMPERDOAVEL! 😛

Clésio Luiz

Concordo com você. É um dos casos onde esteticamente é ruim, mas você respeita pelas capacidades e histórico, além a excentricidade do projeto.

Outro exemplo é o Mi-24.

Carlos Campos

Vídeo em Homenagem ao F4 no Japão
https://www.youtube.com/watch?v=wfc7qBVplxQ

Clésio Luiz

Excelente esse canal do YT. O carinha tem um equipamento de respeito para fazer aqueles vídeos com aquela qualidade.

Eu recomendo assistir os vídeos dele na versão sem música, para melhor saborear a pureza da canção que só motores a jato supersônicos podem proporcionar.

mauricio pacheco

Na minha opinião, o avião mais lindo de todos os tempos!

Camargoer.

Eu voto no Mirage 2000. Gosto também do Electric Lighting (inglês) e do bombaeiro Victor (inglẽs0

Leandro Costa

É difícil não se apaixonar pelo Mirage 2000. Parece que foi esculpido para ser perfeito. Eu confesso que tenho problemas para encarar essa idéia de ‘o mais lindo’ avião. Para mim é como música. Eu tenho minha banda predileta (não são os Beatles, por incrível que pareça), mas vira e mexe eu tenho uma música predileta diferente. Depende muito do meu estado de espírito em qualquer determinado momento. Então na maioria das vezes, de avião moderno é o F-14, mas às vezes é o B-58, às vezes o F-84F, o Sea Vixen, Buccaneer, MiG-35, etc. Depende do humor mesmo. E… Read more »

Funcionário da Petrobras

Para mim Mirage 2000 e Su-57.

Groosp

Não acho bonito. Pra mim tá na mesma categoria o A-10, A-7 e A-6 que são feios, brutos e muito legais em virtude disso.

Sergio

Tô contigo e não abro.

Outro é o mirage F1. Lembro o conflito peru-equador. Aqueles da FAE eram lindos.

Clésio Luiz

Depois dessa obra prima aqui:

comment image

Carlos I

No memorial de guerra da Coreia do Sul em Seul tem um f4 do lado de um f5, bom para ver a diferença de tamanho.

Lá também tem o barco de patrulha envolvido no incidente de 2002.

Rinaldo Nery

Tinha um amigo que estava voando na Bamboo, no Vietnã. No museu deles tem F-4, F-5 e F-105. Tem a carcaça de um B-52 dentro do rio, no mesmo local onde caiu.

Carlos I

Nesse memorial em Seul o b 52 está bonito por fora, fica logo na entrada, mas não tem como entrar nele embora tenha uma escada que eu achei que seria para esse propósito.

Jorge Knoll

Vendam para o IRÃ , reformar e desmostar e ter peças sobressalentes

Jonathan Pôrto

Será que vão para Ucrânia?

ElBryan

O que falta de beleza sobra de imponência.

Radagast, o Castanho

Quando era adolescente eu ganhava muitos kits da Revel para montar. Eu tive vários de aviões a submarinos, infelizmente nenhum deles sobreviveu. Mas de todos eles os que eu mais gostava era do F4 Phantom e do F4U Corsair.

Eu sempre achei esses aviões muito bonitos.

lucena

Não ficaria surpreso se no futuro bem próximo… muitos caças como esse ai e tantos outros como o mig 21, F-5 … serem usados como drones controlados por IA.
.
Basta verificarem com o experimento bem recente pela USAF com o F-16 .
.
São células que há muitas por ai e bem barata … não precisa em projetar novas células … basta usar as que já existe.

Leandro Costa

Duvido. Mais fácil os F-16. Aeronaves como os MiG-21, F-4 e F-5 são muito menos úteis em termos de drones, bem como tem muito poucas peças de manutenção remanescentes por aí para se manterem voando em quantidades que justifiquem o investimento.

Pedro Ferreira

Só de saber que ele combatia o lendário caça mig da URSS então ele foi um bom avião de guerra.

Salomon

Que grande oportunidade para o Brasil…:)