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Embraer e Republic Airways assinam contrato para 100 jatos E175

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São Paulo – SP, 20 de dezembro de 2018 – A Embraer e a Republic Airways, maior operadora de E-Jets do mundo, assinaram um contrato para um pedido firme de 100 jatos E175. O acordo havia sido divulgado inicialmente no Farnborough Airshow, em julho, como uma Carta de Intenção. A encomenda firme tem valor de USD 4,69 bilhões, nos atuais preços de lista, e será incluído na carteira de pedidos firmes (backlog) da Embraer do quarto trimestre de 2018. As entregas começarão em 2020.

O contrato também inclui direitos de compra para 100 jatos E175 adicionais, com opções de conversão para o E175-E2, elevando o potencial da encomenda para até 200 E-Jets. Com todos os direitos de compra sendo exercidos, o contrato tem um valor de USD 9,38 bilhões.

“Que bela maneira de terminarmos este ano intenso para nós na Embraer!”, disse John Slattery, Presidente & CEO da Embraer Aviação Comercial. “Como prometemos em Farnborough, estamos fechando este importante contrato com a Republic para jatos E175 adicionais, mantendo o crescimento da nossa parceria de longa data.”

“Esta encomenda representa um avanço significativo em nossa longa parceria com a Embraer, além de posicionar a Republic para competir pelas mais de 300 aeronaves regionais que esperamos que estejam em licitação nos próximos cinco anos, uma vez que os acordos de voos existentes expiram com nossos parceiros globais de código compartilhado”, disse Bryan Bedford, Presidente e CEO da Republic.

A Republic Airways e a Embraer estabeleceram sua parceria em 1999, quando uma de suas ex-subsidiárias, a Chautauqua Airlines, recebeu seu primeiro ERJ 145 com a pintura da US Airways Express. Hoje, a Republic opera uma frota de quase 190 aeronaves E170 e E175, oferecendo voos com tarifas fixas operadas sob suas marcas parceiras American Eagle, Delta Connection e United Express.

Com este novo contrato, a Embraer vendeu mais de 535 jatos E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013, sendo a responsável por mais de 80% de todos os pedidos neste segmento de jatos de 76 assentos.

A Embraer é líder mundial na fabricação de jatos comerciais com até 150 assentos. A companhia conta com 100 clientes em todo o mundo operando os jatos das famílias ERJ e E-Jets. Apenas para o programa de E-Jets, a Embraer registrou aproximadamente 1.800 pedidos firmes e 1.500 entregas, redefinindo o conceito tradicional de aeronaves regionais.

Embraer E-Jets E195, E190, E175 e E170

Sobre a Embraer

Empresa global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer suporte e serviços de pós-venda.

Desde que foi fundada, em 1969, a Embraer já entregou mais de 8 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 145 milhões de passageiros.

A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

DIVULGAÇÃO: Embraer

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Antoniokings
Antoniokings
1 ano atrás

E parece que o acordo entre Boeing e EMBRAER foi barrado novamente pela Justiça.
Balbúrdia institucional total.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Bom mesmo é onde as instituições estão submetidas à vontade de tiranos, autocratas ou ditaduras totalitárias. China, Rússia e Venezuela que o digam…..

Ademais cumpre lembrar que trata-se do mesmo juiz que havia acolhido pedido anterior, só que agora elaborado pelo sindicato dos metalúrgicos de SJ dos Campos.

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Não sei se é melhor, porque nunca estive lá.
Só sei que aqui a situação está indo ladeira abaixo, como esperado.

Eduardo
Eduardo
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

Esse comentário da China, Rússia e Venezuela é um tanto sem lógica, uma vez que a insegurança jurídica em ambos os casos (Brasil e essas Ditaduras) provém da mesma escola ideológica. Basta ver a pedido de quem esse juíz acatou esses dois pedidos.

andrepoa2002
andrepoa2002
1 ano atrás

boas noticias, agora é só fechar negócio com a Boeing.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
1 ano atrás

Ótima notícia, menos para pretensos “descendentes de canadenses” afinal são menos 100 CRJs vendidos. E nem vou adentrar no mérito acerca do enorme fiasco que está sendo o programa do A220…..

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

As grandes jogadas da aviação, atualmente, não passam por EMBRAER e Bombardier.
E, provavelmente, nunca passarão.
Vai por mim.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

São 100 CRJs a menos, algo temerário quando se sabe que o backlog do avião está no “volume morto”. E não custa lembrar que o A220 não vende….

Esses são os fatos!

Antoniokings
Antoniokings
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Não creio que a Airbus esteja tão preocupada com isso.
É mais ou menos equivalente ao que a JetBlue encomendou.
A guerra boa mesmo é na classe superior, em aviões maiores e mais caros onde a Airbus está mandando muito bem.
E outros estão chegando. A briga vai ficar melhor.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

A Airbus já começou a ter perdas muito grandes com os enormes descontos dados para tentar empurrar o A220 goela abaixo dos outros. Ou seja, enquanto a EMBRAER lucra ao entregar os aviões a Airbus perde dinheiro.

E por falar no andar de cima, acabei de ler interessante artigo que de forma muito didática explica como será irrelevante o impacto dos “outros que estão chegando” nas vendas de Boeing e Airbus. E ainda falando no consórcio europeu, está enfrentando atrasos no programa do A330Neo.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Antoniokings
1 ano atrás

De novo os fatos: A Bombardier está no volume morto com o CRJ, a Airbus está perdendo dinheiro com o A220 e a EMBRAER está ganhando dinheiro com os E-Jets.

Mauro
Mauro
1 ano atrás

Situação pré falimentar, se não for vendida para a Boeing, quebra em dois meses.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Espero que esteja sendo irônico amigo, porque se a EMBRAER está em situação pré-falimentar o que dirá a Bombardier….

Marcos10
Marcos10
Reply to  Mauro
1 ano atrás

Não esagera.

Matheus
Matheus
1 ano atrás

Mas ela precisa ser enrabada pela Boeing, não é mesmo? Rsrsrs

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Matheus
1 ano atrás

O problema é que vocês querem estatizar a EMBRAER, e de preferência transformá-la em uma FaDeA da vida….

Matheus
Matheus
Reply to  HMS TIRELESS
1 ano atrás

Eu nunca falei em estatizar a Embraer, seu animal. Só não acho que seja um bom acordo esse 80/20 e que a Boeing não é a tábua de salvação como muitos vem alardeando por aí.

Bueno
Bueno
1 ano atrás

Mais 200 aeronaves contratadas , noticiado em dezembro.
Isto aumenta o Valor de venda da EMBRAER?
Caso seja vendida para a Boeing , a carteira de pedidos fechados é transferida ou fica td com a EMBRAER até serem entregues?

Walfrido Strobel
Walfrido Strobel
1 ano atrás

Isso mostra a farsa da necessidade de se juntar a Boeing.
Mas como foi privatizada, seus acionistas que se entendam.

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

Talvez você preferisse aquela estatal falida que foi privatizada em 1994, sem grana até mesmo para finalizar um EMB-120 que estava pendente de entrega não é mesmo!?

FernandoEMB
FernandoEMB
Reply to  Walfrido Strobel
1 ano atrás

E seu comentário mostra como não entende o que está se passando com o mercado.

fabio jeffer
fabio jeffer
1 ano atrás

Não sou a favor desse acordo com a Boeing e muito menos em estatizar a Embraer, afinal essa venda fala por si. Agora o indivíduo que disse que se não vender em dois meses vai falir…

HMS TIRELESS
HMS TIRELESS
Reply to  fabio jeffer
1 ano atrás

Realmente é “pacabá”…

fernandoEMB
fernandoEMB
Reply to  fabio jeffer
1 ano atrás

Não vai falir em dois meses… Nem em dois anos talvez. Mas no médio prazo o risco é alto. E com certeza iria encolher muito, gerando muito desemprego, sendo potencialmente mais nocivo ao país do o negócio com a Boeing.

Wellington Góes
Wellington Góes
1 ano atrás

Nos EUA, a qual é uma das tais justificativas esfarrapadas para se defender essa parceria Carac*, as maiores vendas da Embraer não são os E-190/195 e sim os E-170/175, ou seja, já mostra que os A220 (da parceria Airbus-Bombardier), não têm chances com a Embraer. Estes concorrem, somente, com os CRJ 700/900, ou seja, produtos que ainda continuam somente com o nome Bombardier. Vale lembrar que outra mentira contada aos quatro ventos é de que a Airbus teria comprado a Bombardier, o que nunca aconteceu´. É por estas e outras que os tais “especialistas de mercado”, tipo o Sademberg da… Read more »

Fernando EMB
Fernando EMB
Reply to  Wellington Góes
1 ano atrás

Wellington…. O E175 está dando um baile nos CRJ700/900 sim, e não são concorrentes com o CSeries. Até aí vc acertou. Depois disso, errou tudo!!!

Augusto L
Augusto L
Reply to  Fernando EMB
1 ano atrás

O A220-300 é uma obra prima
Vai tirar muitas vendas dos 737 e A320.
A United vai comprar um monte deles, para suas rotas point-to-point, Hub é coisa do passado.
Ja as versões -200 e -100 vão ser grandes concorrentes dos E2, a Embraer não vai ter a moleza que teve contra os CRJs, e com a Airbus por trás, vão fazer um estrago na Embraer.

Antunes Neto
Antunes Neto
1 ano atrás

com apenas um cliente com esses 5 bi de doletas de pedidos firme, ou dinheiro futuro, se faz realmente necessário essa entrega dos ejets da Embraer para Boeing por 5 Bi? Com a ação do sindicato americano contra o contrato acredito que quem precisa dessa compra é a Boeing e não a Embraer. Acho péssimo para o país. Mas não temos $$ para facilitar uma renovação da aviação local com essas aeronaves, o que poderia facilitar tanto a malha aeroviária quanto a manutenção da linha comercial no país, dando um pequeno lastro para Embraer seguir seu rumo sem uma união… Read more »