quarta-feira, outubro 20, 2021

Gripen para o Brasil

FAB realiza reabastecimento em voo de helicóptero pela primeira vez

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Primeira fase da Campanha de Ensaio para certificação do sistema de Reabastecimento em Voo (REVO) do helicóptero H-36 Caracal está sendo realizada

No período de 10 a 21 de dezembro de 2018, militares da Força Aérea Brasileira (FAB) realizam a primeira fase da Campanha de Ensaio para certificação do sistema de Reabastecimento em Voo (REVO) do helicóptero H-36 Caracal, versão operacional FAB, com a aeronave tanker KC-130H, garantindo ao Brasil ser o primeiro país da América do Sul com a capacidade de reabastecimento em voo com helicóptero.

A operação acontece na Ala 11 (Galeão), Rio de Janeiro (RJ), com o objetivo de certificar, tanto em condições diurnas quanto noturnas (assistida com NVG e desassistida). Dessa forma, serão conduzidas avaliações específicas de ambas as aeronaves para determinar um envelope seguro contendo velocidade, altitude e configurações específicas.

Durante esta fase, são executados ensaios em solo com o objetivo de atestar o correto funcionamento do sistema por meio de cheques funcionais e compatibilidade NVG entre as aeronaves por meio de avaliações qualitativas. Os ensaios em voo com conexão a seco tem o objetivo de avaliar a capacidade de reabastecimento em voo por meio das avaliações do grau de turbulência, verificação de possível interferência na leitura do sistema anemométrico devido à perturbação do ar e verificação do funcionamento do sistema mecânico em voo.

A coordenação da campanha é do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), que participa com duas de suas unidades: o Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), organização militar que atua na certificação de sistemas de gestão da qualidade e o Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), que desde 2014 vem atuando nas previsões teóricas e preparo desta campanha.

Em agosto deste ano, aproximadamente 10 militares que fazem parte da operação realizaram um intercâmbio na United States Air Force (USAF), em que foi possível se familiarizar com cada uma das etapas do REVO. “Foi uma oportunidade de verificar quais os procedimentos são aplicáveis para nossa aeronave e elevar o nível de segurança dos ensaios”, aponta o Tenente Luís Gustavo Leandro de Paula, engenheiro de ensaio em voo do IPEV.

A transferência de combustível em voo possibilita ao H-36 alcançar os extremos dos 22 milhões de km2 do território brasileiro – a Dimensão 22, para cumprir as missões de resgate no mar, ajudas humanitárias, infiltrações de tropas e transporte de militares em locais estratégicos. Para o Major Aviador Bruno Roque Teixeira, piloto de ensaio e responsável pelo planejamento da campanha, os benefícios do REVO são o aumento da autonomia e alcance da aeronave. “Num cenário de paz, será possível chegar mais longe num menor tempo. Este pode ser o diferencial para salvar mais vidas, num resgate em alto mar”, ressalta.

As aeronaves H-36 utilizadas na missão são dos Esquadrões Falcão (1o/8o GAV) e Puma (3o/8o GAV), e o KC-130H é do Esquadrão Gordo (1o/1o GT).

Segunda Fase

Após o término bem-sucedido da primeira etapa, será realizada, em 2019, a Fase II, na qual serão feitas as verificações finais de certificação. Em cumprimento ao contrato do projeto H-XBR, uma equipagem de ensaios da empresa Airbus Helicopters virá ao Brasil para apoiar na conclusão do processo de certificação por meio de ensaio em voo com conexão molhada (transferência de combustível) e para realizar treinamento dos pilotos da FAB, que futuramente irão operar o H-36 Caracal.

Preparação

Pilotos e Engenheiros de provas do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV) realizaram, no início de dezembro, voos simulados de Reabastecimento em Voo no Simulador do instituto, como atividade preparatória para os ensaios que acontecem agora.

Durante os voos simulados, foi utilizado modelo dinâmico genérico de um helicóptero de categoria pesada em cenário visual similar ao que é encontrado na campanha. Com isso, a atividade atingiu o objetivo proposto de preparar as equipagens de ensaios em voo em termos de cronologia de eventos, divisão de tarefas, fraseologia e métodos a serem aplicados durante os ensaios.

FONTE: Força Aérea Brasileira

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HMS TIRELESS

Já que não pode deitar, rolar e se fingir de morta pelo menos algum truque a kombosa tinha que fazer…

Agora me pergunto como será o REVO com o KC-390, que é mais veloz que o KC-130

Wellington Góes

Quando os fatos derrubam os argumentos baseado em torcida…….. Aí aparece mais argumentos toscos. Rsrsrsrs

Clésio Luiz

Indeed

André Bueno

Rinaldo Nery, um bom caminho ainda será percorrido até o REVO com os KC-390, não?

Rinaldo Nery

Sim. É o que diz a matéria. Quanto às velocidades do KC-130 e do KC-390, a diferença é a velocidade máxima. Ambos voam a 125 KIAS. O que vai diferenciar é a esteira de turbulência.

Mauricio R.

O cursinho de AAR foi nos EUA, mas e o curso p/ kamikaze???? Vai ser no Japão???? O problema não é a velocidade máxima, mas o “+ um” formar com o H-36, carregando o equipamento de AAR, os pods, o combustível de transferência, etc, etc, etc… Qual o peso disso tudo???? Tá me parecendo que vão entubar a segurança de uma operação bastante arriscada, pra Embraer posar de bacana. No acidente no Japão, 6 militares pereceram. Algum tempo atrás circulou aqui no blog, que o trambolho estola a 116 KIAS, sabe-se lá com que configuração. Na foto desta matéria o… Read more »

Overandout

Mauricio, pelo nível técnico certamente você já deve ter voado uma centena de missões REVO com helicópteros e aviões, nos mais diversos cenário e situações. Pitch up e flaps down não indica nenhuma falta de segurança, não existe essa coisa de “muito flap”, o avião foi projetado para estas configurações, com certeza o KC-390 também. Prontamente nota-se que você não entende nada da concepção de uma aeronave, desde seu projeto, produção e operação. Apesar de sua torcida contra beirando o doentio e o irracional, não precisa de muito para saber que a USAF, FAB, EMBRAER e a Airbus Helicopters são… Read more »

Clésio Luiz

Roger

Marcelo

muito bom, esse cara eh antigo por estas bandas, ja tentei argumentar tambem, mas fazer o que? Como voce bem colocou ha algo doentio, e entao so Freud explica…

wwolf22

essa “mangueira” serve para os Gripen e F5 também ou eh outro sistema a ser usado??

Doug385

Mesmo sistema: probe and drogue.

Rui Chapéu

E o combustível é o mesmo?

Teria como no mesmo voo fazer REVO nos helis e nos F-5?

Rinaldo Nery

O combustível é o querosene de aviação QAV-1 (ou suas variações, JP-4 etc.) para TODOS os aviões turbo hélice e à reação, e TODOS os helicópteros com motores turbina à gás.

Ray

Corrigindo: helicópteros não usam turbinas a gás usam um motor turbohelice que funciona com QAV-1 mesmo

Gustavo

é a mesma

Rinaldo Nery

Ray, desculpe se estou enganado, mas, creio que há uma diferença conceitual entre o motor turbo hélice de aeronaves (eixo livre), e o de helicópteros, que tem uma transmissão a 90° (motor e rotor). Por isso é “chamado turbina a gás “. Mas, não deixa de ser um “turbo hélice “.

Overandout

Concordo com o Sr, desde as longínquas aulas do PP conheço o motor do helicóptero como pistão ou turboshaft, sendo o turboshaft um tipo de turbina a gás, mas talvez seja também só uma questão de nomenclatura e não conceitual.

Tomcat4.0

Vamo que vamo!!! Mostrando que continuamos na frente nos céus da AL!!!

Elden

Muita perícia dos pilotos nessas manobras!!!!!
Parabéns FAB !!!!!

Rafael Oliveira

Como se diz “Bravo Zulu” em FABianês?
Parabéns aos envolvidos!!! Orgulho dos nossos aviadores!

Nilo Antonio Rodarte

Uma manobra que precisa de perícia extrema de todos os envolvidos. Não é á toa que são poucos os que são capazes de fazer. Parabéns à FAB. Certamente esse abastecimento já é uma preparação para quando for a vez do KC-390.

nonato

Outro dia critiquei aqui o excesso de revos realizados pelas forças aéreas por ser uma ação arriscada.
Alguns desdenharam do meu comentário e disseram que era uma manobra comum, e que dificilmente há algum acidente.
Aí não sei em quem acreditar.

Rinaldo Nery

É uma manobra comum. Acredite em mim. Basta ser treinada com frequência.

Overandout

Alguma outra força sul americana faz REVO com helicóptero?

Fernando Garcia

Manos os cara num lê a matéria e fica fazendo pergunta!!! Haja paciência.

Mauro

Só o Chile que fez, me parece.

Rinaldo Nery

Não. Só o Brasil, até agora.

Mauro

Obrigado, eu jurava que o Chile já tinha feito… mas fui pesquisar e nem se quer um helicóptero como sonda REVO eles tem, então, sem chances pra eles, não tem nem o que abastecer em termos de asa rotativa, vão ter que nos ver fazendo pelo youtube.
Obrigado, senhor Nery.

Leandro Costa

Acho mais fácil o Chile adquirir algum helicóptero com essa capacidade e nós os ensinarmos como fazer.

William Munny

Quem não tem cão caça com gato! Já que não temos caças vamos de helicópteros…

Rinaldo Nery

Faltou o “kkkkkkkkk” adolescente.

Marcos Cooper

não temos caças?

carcara_br

Só pelo balanço do helicóptero dá pra imaginar o trabalho do piloto com o manche, seria muito legal um vídeo da cabine mostrando!

Willber Rodrigues

Imagino a turbulência dentro do heli na velocidade máxima pra acompanhar a aeronave abastecedora. Parabéns a FAB pelo pioneirismo na América Latina.
Seria possível fazer esse abastecimento usando o KC390, e com o Caracal carregando o MANSUP ou Exocet?

Wellington Góes

Não, cada um no seu quadrado. Somente o H225M (H-36) da FAB é apto à operações REVO e somente o H225M (UH-15B) da MB é apto para lançamento de mísseis AM-39. Cada um no seu quadrado. Não existe um helicóptero faz tudo. Até o mesmo modelo operado pela MB, o UH-15A (Transporte e CSAR/SAR), não pode fazer o que o UH-15B (ASuW) pode.

Mf

No caso da MB são apenas 6 Caracal aptos a lançar o Exocet.

Willber Rodrigues

Agradeço a resposta. Desculpe novamente pekla pergunta, mas essas sondas são orgânicas, ou podem ser tiradas dependendo da missão?

Rinaldo Nery

A do KC é um casulo.O probe do helicóptero não pode ser retirado.

Willber Rodrigues

Obrigado.

Wellington Góes

Como é mesmo o ditado?! ” OTempo é o Senhor da Razão”, não é isto?! No mais, com o H225M CSAR, a FAB é a única força em todo o hemisfério sul a realizar este tipo de operações. Aliás, são pouquíssimas forças em todo o mundo capaz disso. De cabeça, apenas USAF e AdlAir possuem capacidade operacional de fazer, outras forças até possuem meios que poderiam ser aptos para isto, operadores do S-70 Black Hawk, CH-47 Chinook, CH-53 Super Stallion, AW-101 e H225M, mas apenas estas duas forças possuem aeronaves e doutrina operacional para isto. Quer dizer, forças aéreas, pois,… Read more »

Juarez

Wellington, o te desconhecimento e inversamente proporcional a tua empáfia. Este helicóptero não tem nada de nacional, é um CKD montado Itajubá que custou mais de 50 milhões de euros, tem sérias limitações operacionais, não atingiu e nem com reza braba vai atingir qualquer nível de nacionalização aceitáveis para o custo deste negociata,seu nível e velocidade de REVO é no limite de um stoll do Barão e ainda por cima com mais limitações de payload. Esta trolha foi enfiada goela abaixa, agora tem fazer rodar na marra. Adivinhem qual o helicóptero o que a unidade full C SAR da FAB… Read more »

Bille

Buenas 1- Essa “estória” dos H60 no pelicano é longa. Os H60 chegaram lá porque não ia dar pra sustentar mais uma frente logística do H225M (ele é muito caro). A nossa versão é um H-1H que voa instrumento com instrumentação similar ao T-27 e bimotor. A máquina é monstra, mas pra fazer CSAR de verdade ainda falta um MAWS e Flare.. e etc etc… mas pro TO SAR tá muito bom. 2- parabéns pelos colhoes da FAB em fazer o ensaio em voo. A AIRBUS estava desesperada porque o projeto não aceita mais acidentes, se não para no mundo… Read more »

Rinaldo Nery

Bom comentário, Bille, Esclareceu bastante com informações mais detalhadas. Concordo. As FFAA não queriam o H225, mais veio na negociata Lula/Sarkozy. Nas vezes que perguntei pro pessoal da logística não me esclareceram muito. Não consegui saber detalhes da inspeção a cada 10 horas.

Wellington Góes

1 – “História” tão longa que os primeiros H-60 L chegaram a uma década no Harpia e só agora dois aparelhos (um do Harpia e outro do Pantera é que foram entregues). Advinha por que? 2 – Estória (com E mesmo), sem fundamento algum; 3 – Como pode-se notar, o conhecimento sobre uma relação custo-benefício passa longe do teu argumento. Pagamos US$ 30 milhões de dólares por helicópteros pelados e defasados, sem qualquer ganho operacional substancial, ou qualquer ganho técnico, tecnológico, ou financeiro. É caro para operar apenas funções secundárias e rotineiras. Para isto, a própria USAF está substituindo os… Read more »

Mauricio R.

O MH-139 deve substituir aos UH-1N, usados na segurança dos silos de mísseis nucleares.
É uma história bastante enrolada, no início gente dentro da USAF pretendeu que o BH fosse o ungido para a missão.
Ocorre que a indústria chiou barbaridade, então fizeram essa concorrência.

Flanker

1- Já que você é o “isento” e acusa apenas os outros de serem torcedores, explica o porque! Foram entrefues 2 para o Pelicano e em janeiro de 2019, serão mais 2. Você queria que fosse o H-36, mas, usando seu comentário sobre os militares do EB, a FAB também deve estar recheada de idiotas, por mandarem o BH para lá, não é? Wellington, a missão do Pelicano, ao contrário das missões dos outros esquadrões, são quase todas reais! Não dá pra se preocupar com limitação das horas de voo durante uma missão de salvar vidas. 2- Ah, é? Por… Read more »

Wellington Góes

André (Flanker), mais uma vez tu mostras a tua torcida, eu sequer citei o H-36 (H225M) como solução ao Pelicano. Acho que terei que colocar com letras maiúsculas, LEONARDO AW-139M (BOEING MH-139). https://www.army-technology.com/projects/aw139m-multi-role-helicopter/ Pelo preço deste aparelho todo equipado (Full), com possibilidade de nacionalização pela Embraer, a FAB poderia recompor todos os 40 UH-1H que deram baixa (e que hoje estão fazendo falta nas operações SAR Brasil a dentro). Aliás, o mesmo aparelho (ou o seu irmão um pouco mais parrudo – AW-149) é desejo do EB. Que tal?! Não dá para fazer uma boa escala?! Outro detalhe, os mesmos… Read more »

Flanker

Wellington, você fala que eu seria um péssimo administrador público….concordo! Não é nem perto da minha profissão…..e espero que também não seja a sua, pois você quer colocar mais um helicóptero, com uma logística totalmente nova, e todo o custo que isso significa. E você insiste que eu torço! Para com essa encheção de saco! Eu defendo um aparelho que seja pensado para uso militar, projetado e construído para uso militar. E vc insiste nessa história de Leonardo e Embraer. Se falou nisso há não sei quanto tempo e nunca mais se tocou no assunto. Tu sabes se ainda é… Read more »

Wellington Góes

Como coloquei, esquece, tua questão é balizada em outro espectro, contra o qual não vale a pena explicar, explicar e re-explicar. Eu teria que escrever um artigo e, no fim, ainda continuaria com a mesma opinião e os mesmos tipos de argumentos, que aliás, são baseados nestes que estão apoiando essa parceria Carac* Boeing-Embraer.

Até mais e grande abraço!!! 😉

Wellington Góes

Juarez, te explicar o óbvio é perda de tempo. A tua questão é de outro espectro.

Até mais!!! 😉

Clésio Luiz

Meu parabéns a todo o pessoal envolvido. Espero que essa doutrina seja solidificada e se torne acontecimento comum nas FAs brasileiras.

Leandro Costa

A notícia e as imagens são excelentes! Parabéns FAB!

Rommelqe

A Cobham, fabricante do sistema de reabastecimento utilizado pela FAB, disponibiliza os seguintes distintos dispositivos: Fixed Geometry Drogues are suitable for refuelling within a specific speed envelope. Variable Drag Drogues on the other hand employ unique technology which allows for a stable platform for refuelling over a wide speed range: Low speed VDD: 100-180 kts (Compatible with helicopter and tilt rotor probes) High Speed VDD: 180-325 kts (Compatible with NATO STANAG 3447 compliant probes) Variable Speed VDD: 105-215kts (Developed for the 48-000 pod on USAF C-130 Aircraft) An All Speed VDD is in development to provide a single fast jet… Read more »

Leo Barreiro

Parabéns a Força Área Brasileira!!! Do limão fazendo limonada!!! Imaginem se recebessem os recursos financeiros que de fato mereciam e que precisam!! Sériamos uma espécie de Israel dos ares aqui na América do sul!!!

Em qualquer país sério isso seria notícia de capa de jornal!! E tema de debates e discussões em programas de entrevistas. Mas aqui Brasil…

William Munny

Algo me diz que nossos “aliados” americanos estão dando risadas dessa cena! Na falta de caças vai de helicópteros! É o mesmo que ir de jangadas na falta de fragatas! Será que a Venezuela não tem alguns caças sobrando pra emprestar pra gente não? kkkkk

Diplomata92

Cara não custa nada dar uma pesquisada
Antes de falar de algo que você não sabe com uma propiedade que você não tem !
Mais acho que lá no fundo vocês fazem isso com a intenção de desmerecer mesmo.

Rinaldo Nery

Agora ele lembrou do “kkkk”.

luiz antonio

William Munny: “Na falta de caças vai de helicópteros!” Caro colega: No seu primeiro comentário entendi que talvez pudesse ter cometido um engano, porém no segundo comentário mencionando a mesma coisa, já tive a certeza que pelo menos o colega é no mínimo desinformado (estou sendo cordial, para não ter meu comentário retido, face ao absurdo). A FAB possui caças sim e diga-se de passagem, os melhores se equiparados a outros de mesmo modelo, lembrando também que nenhum caça, pelo menos os mais utilizados, inclusive muitos de última geração, NÃO operam sozinhos. O colega tem conhecimento disso? Geralmente um caça… Read more »

Clésio Luiz

It is better to keep silence and let other people to think you are stupid, than open your mouth and remove the doubt completely.

Bruno

Moderação vai deixar chegar a que nível os comentários? Na boa, eu conheço a trilogia há um tempão e já virou palhaçada certos comentários que surgem por aqui, daqui a pouco ninguém mais vai comentar, só os imbecis! A trilogia merece mais! Fica aqui a minha sugestão de quem gosta muito desse espaço.

manoel gilson de brito

Já que o Brasil, é o primeiro pais da America do Sul, em reabastecimento aereo de hilicoptero militar, existe outro pais na America latina que ja realizou este tipo de procedimento?

Wellington Góes

https://g1.globo.com/ap/amapa/noticia/2018/12/18/sao-15-dias-de-angustia-diz-filha-de-piloto-de-aviao-que-desapareceu-com-indios-na-amazonia.ghtml Olha essa notícia, Cel. Nery, um dos motivos para eu ter reclamado da retirada do 1º/8º Esquadrão Falcão de Belém para Natal, deixando a região do baixo Amazonas sem SAR. A demora no deslocamento de aeronaves às buscas, prejudicou os trabalhos de localização, afinal, quanto mais tempo demora para iniciar às buscas, menores serão às chances de achar alguém com vida. É por esta e outras que afirmei que foi um erro esse deslocamento de base. Aliás, outro erro é a dotação dos SC-105 sem os radares adequados, para esse tipo de operação sobre o continente (sem capacidade de… Read more »

Rinaldo Nery

Olha, não sei os detalhes do acionamento do SALVAERO, e não acredito em notícia da Globo. Mas, pode ser. Em tese, o 7°/8° poderia atender. E, quanto ao radar do SC-105, eu não estava mais na COPAC. O que eu sugeri, e coloquei no relatório, não era esse.
Um Esquadrão de helicópteros da MB será ativado nas instalações da Base.

Wellington Góes

Mas acredite na notícia, não é invenção da Globo. Quanto ao novo esquadrão da MB, isto vai acontecer porque a FAB vazou, sem deixar substituto, ou seja, olhou pro próprio umbigo.

Rinaldo Nery

Lembrei de uma coisa agora, que poderá acrescentar. Como você sabe, o Brasil tem obrigações internacionais SAR, por ser signatário da ICAO. E, no Atlântico, vai até o meridiano 10° (um dos motivos da compra do P-3). Com a transferência do 2°/8° para PVH, não ficou nenhuma UAE de asas rotativas no NE. E, todas as aerovias que vão para a Europa passam pelo NE. Após o acidente do AF447 ficou clara a necessidade de um helicóptero de grande porte para buscas e resgate sobre o mar. E a capacidade REVO aumenta o alcance. Acredito (não tenho certeza), que a… Read more »

Wellington Góes

Entendo e quase certeza que possa ter sido isto, Cel., mas entendo que a FAB não poderia ter saído de Belém assim, sem deixar um outro esquadrão ou unidades desdobradas. Esta é mais um fator de críticas à decisão da FAB, em insistir com o BH. Veja, saímos de um quantitativo de 40 UH-1H e 09 Super Puma, para apenas 16 BHs e 16 Caracais, quantitativo insuficiente. Na minha opinião, e acredito que você concorde com ela, é preciso encontrar um ponto de equilíbrio entre qualidade e quantidade, além é claro do custo ante o orçamento disponível. E quantidade, num… Read more »

Luiz Trindade

A FAB tá de parabéns pela certificação do abastecimento aéreo, apesar de atrasada com o restante do mundo.
Nós devemos estar senão na vanguarda, logo atrás sempre de qualquer coisa que aumente a operacionalidade de nossas Forças Armadas.
Espero que o próximo passo não demore tanto a ser implantando no país.

Rene Dos Reis

Olhando o vídeo parece fácil né , nem quero imaginar o trabalhão que deu ate acontecer a operação ,como contribuinte parabenizo a FAB pela conquista.

737-800RJ

Nem olhando aqui do meu sofá parece fácil… Imagine a dificuldade pro piloto do Caracal manter a aeronave estável!
Parabéns, FAB! Mais uma conquista das muitas que virão nos próximos anos!

Juarez

Rene, este é o tipo de Revo mais perigoso e difícil de executar, o Barão está de parabéns, porque aqueles helicópteros tem limitações velocidade, de payload e de G estabelecidos pelos “iluminados da Airbus” que não deram até agora uma solução para os problemas da transmissão. Temos agora quatro versões da Kombi:
Furgão, ambulância, fogueteira e agora mamadeira.

Mf

Que comentário inútil de torcida de futebol. O Caracal é de longe o helicóptero mais moderno que temos e agregou muitas capacidades que não tinhamos. A mas você preferia Black Hawk de prateleira em versões de segunda categoria (sim porque não teríamos dinheiro para comprar a versão M!) que viriam pelados e com zero% de conteúdo ou retorno nacional….

HMS TIRELESS

Repostando comentário do Juarez postado mais acima…. Este helicóptero não tem nada de nacional, é um CKD montado Itajubá que custou mais de 50 milhões de euros, tem sérias limitações operacionais, não atingiu e nem com reza braba vai atingir qualquer nível de nacionalização aceitáveis para o custo deste negociata.Seu nível e velocidade de REVO é no limite de um stoll do Barão e ainda por cima com mais limitações de payload. Esta trolha foi enfiada goela abaixa, agora tem fazer rodar na marra. Adivinhem qual o helicóptero o que a unidade full C SAR da FAB quer e adotou????… Read more »

Rene Dos Reis

Sim Juarez , de fácil não tem nada, quando vi o vídeo já pensei logo nas missões de busca e salvamento , nas vidas que tem no tempo um inimigo cruel.

Flanker

– Parabéns à FAB e à todos os envolvidos. É o que se esperava há muito tempo. Foi contratada, e muito bem paga, essa capacidade para esse helicóptero. Logo, tem que funcionar! – a velocidade máxima, em condições ideiais, do H-36 é 324 km/h. A velocidade de estol do KC-130, pelo que consegui encontrar, é de aproximadamente 220 km/h. A velocidade de estol do KC-390 eu não encontrei, mas penso que deve ser maior que a do KC-130. Isso pode atrapalhar o REVO da aeronave brasileira com o heli francês? Com o Hercules, acredito que vai funcionar, como funcionou, pois,… Read more »

Baschera

Perfeito Flanker.
Saudades destas discussões lá no FBM.

Sds.

Flanker

Grande Baschera!

Também sinto saudades dos debates que tínhamos por lá.

Abraço.

Wellington Góes

– Concordo! Isto é a obrigação de qualquer projeto; – Acredito que os possíveis problemas (inclusive já citado pelo Cel. Nery) será a possibilidade de geração de turbulência pelas asas e motores do KC-390 e não por deficiência de projeto no H225M. Acontecendo isto (o que torço que não aconteça, ou se acontecer seja mínimo e não afete a operação), isto o fará para qualquer helicóptero e não somente ao H225M. É ruim tanto à FAB, quanto à própria Embraer, o que limitará operações de apoio CSAR a futuros clientes. Como coloquei, torço para que isto não ocorra (como acontece… Read more »

Flanker

Welington, tu tens tua opinião e eu tenho a minha. Tu torce, sim, por um aparelgo que não entefou, nào entrega e nem sei se entregará aquilo que promete. Isso é fato! Você falao ganho teconlógico do projeto H-XBR. Mas, volto a dizer, o que esse ganho vai resultar para o Brasil? A Helibrás tem participação acionária de 25% do governo de MG. Isso eu sei. Mas, o que eu quero dizer, é que essa tão falada ToT é de matriz para filial. É a mesma situação da Elbit com a AEL. E nesse caso, essa situação é motivo de… Read more »

Wellington Góes

Esquece, tua questão é igual a do Juarez, é de outro espectro e contra isto, não há mais o que se debater.

Grande abraço e até mais!!! 😉

Flanker

Digo a mesmíssima coisa em relação à ti! Não vale a pena discutir isso contigo. Você tem sua opinião e eu a minha! Graças a Deus! Só “não entendi” a questão do “outro espectro”, que você citou nesse e no outro comentário. Se tens alguma coisa a dizer, diga! Sempre que você, ou qualquer outro, comentarem algo sobre o qual não concordo, colocarei minha opinião. Assim como você tem o direito de fazer o mesmo quanto a mim ou qualquer outro.
Grande abraço para ti tb e até um próximo embate! 😉

sergio ribamar ferreira

parabéns a FAB . Mesmo com todos os problemas que serão resolvidos a contendo reitero o apreço que tenho por essa Força. Avante.

Fawcett

A instabilidade do helicóptero é notória. É preciso muito sangue frio para fazer uma operação arriscada, porém necessária, como essa.
Parabéns à FAB.

Marcos

Moderação, solta os dogs nesses comentários. Tá triste descer e ler tanta porcaria

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