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TAP M&E Brasil entrega o primeiro F-5 à FAB, após realizar inspeção periódica de nível Base

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F-5EM 4869

Rio de Janeiro, 31 de março de 2014. A TAP Manutenção e Engenharia Brasil S.A (TAP M&E Brasil) recebeu a primeira aeronave F-5EM/FM da Força Aérea Brasileira (FAB), no final do ano passado, para realizar inspeções periódicas de manutenção de 600 horas. O avião foi entregue ao Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMASP), no dia 24 de março de 2014, após a realização de voo de experiência.

A aeronave F5E(M), prefixo 4834, é a primeira a ter a inspeção realizada de uma frota de 58 aeronaves, cujo contrato foi assinado em outubro de 2013 e tem vigência de 5 anos.

O Presidente da TAP M&E Brasil, Eng.Nestor Koch, comenta a importância do Projeto F-5 para a Empresa: “A TAP acaba de quebrar mais um paradigma! Pela primeira vez, na história da Força Aérea, os serviços de manutenção periódicas em aeronaves supersônicas (caças) são executados por uma Instituição Privada, com total sucesso em sua realização, em vista da enorme capacidade técnica existente em nossa Empresa, e com a dedicação e empenho de nossos Colaboradores. Após elevado investimento em preparação, adequação e capacitação de nossas Instalações e Equipe, podemos afirmar que já estamos preparados para melhor servir à Força Aérea Brasileira, não só neste projeto que é o primeiro, mas certamente nos muitos outros que virão, pois estamos nos capacitando para atender à Defesa Nacional. Hoje, além de assegurar que somos a maior MRO do Brasil, habilitada para trabalhar em todos modelos de Aeronaves Airbus, Boeing, EMBRAER e ATR, podemos também garantir que somos a única MRO habilitada a realizar serviços em aeronaves supersônicas que operam na América Latina”.

Além de serviços em Aeronaves, a Empresa possui enorme capacitação em Motores, Trens de Pouso e Componentes Aeronáuticos, estando certificada, pelas Autoridades Militares, DIRMAB (Força Aérea), DAERM (Marinha) e DMAVEX (Exército), e pelas Autoridades Aeronáuticas Civis, como ANAC, FAA, EASA, TCCA, DGAC entre outras.

DIVULGAÇÃO: TAP M&E Brasil

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Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

Podem me chamar de retrógrado, mas eu não vejo isso aí como uma evolução não. Pra mim é uma perda de importantíssima capacidade, provocada por problemas orçamentários.

juarezmartinez
juarezmartinez
6 anos atrás

O problema não é orçamentário, é de GENTE QUALIFICADA, pois com os salários praticados pelas FAs, os sargentos especialistas, carregadores de piano da manutenção estão em extinção no quadro da força e não tem outro jeito a não ser tereceirizar para a inciativa privada que paga salários atualizados para o mercado. Hoje tem sargento do PÀMA GL, do PAMA CM, saindo do seu turno de trabalho e atravessando o pátio para fazer bico em empresas privadas e após cumprir seu tempo pega o boné e vai embora. É uma sangria que vai minguar os quadros de especialistas e infelizmente com… Read more »

Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

Salário baixo é consequência de orçamento baixo, ou não? Fora que firma terceirizada não costuma ter a fama de pagar salário melhor que as do emprego de origem, já que o lucro do empresário tem que vir de algum lugar, e esse lugar costuma ser as costas do mais pobre…

Clésio Luiz
Clésio Luiz
6 anos atrás

Eu acredito que uma companhia aérea pague melhor que as FAAs, mas as outras, tenho minhas dúvidas.

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
6 anos atrás

Independentemente de mecânicos empregados ganharem mais ou menos do que militares, a longo prazo, financeiramente, é muito melhor terceirizar a manutenção, assim como outros serviços, pois o mecânico militar costuma deixar outros custos para a Força quando não mais presta serviços a ela (reserva, aposentadoria e pensões). Repito. Essa ótica é estritamente financeira. Se é suficiente eu não sei dizer. Juarez, quanto aos “dereitos adequeridos” a isonomia não é tão simples assim. Se fosse, os militares deveriam ter pleiteado e ganhado reajustes idênticos aos de tantas outras carreiras civis da União. E, no fundo, o que “mata” o Orçamento das… Read more »

juarezmartinez
juarezmartinez
6 anos atrás

Rafael! Seob o aspecto fianceiro terceiriar manutenções maiores é muito melhor, pois desonera o esquadrão de uma série de despesas diretas, quanto a qulidade, bem no que diz rspeito a aeronaves militares puras, ainda é cedo para opinar, mas seguramente haverá uma migração de técnicos de nível médio da área militar para a civil, justamente para estas empresas que vão orbitar em função destas tereceirizações. Quanto a isonomia, aumento para militares não dá voto. Rafael, eu concordo contigo na questão do modelo de aposentadoria, falhou, já aconteceram algumas mudanças, mas vai levar uns vinte anos para surtir efeito. A única… Read more »

solskhaer
solskhaer
6 anos atrás

Espero que o F-5 devolvido não fique muito parecido com o da imagem da matéria. Tá um “mulambo”!
De qualquer forma, e sempre bom uma manutenção em qualquer veiculo que seja!

Rafael Oliveira
Rafael Oliveira
6 anos atrás

Concordo plenamente com você, Juarez.

Acho que até seria cabível uma medida drástica de não abrir mais vagas nas academias de formação de oficiais (e, consequentemente, também nas escolas preparatórias) por um determinado tempo, a fim de diminuir o número deles nos quadros das Forças.

Aí daria para interromper o ciclo vicioso: aumentam as promoções na carreira e o número de oficiais porque o soldo é baixo – o soldo é baixo porque tem muitos oficiais em cargos elevados na carreira.

claudiocalabria
claudiocalabria
6 anos atrás

Olá amigos,

Eu trabalho na TAP ME Brasil, e posso confirmar que nosso quadro técnico operacional, mecânicos, técnicos, projetistas e engenheiros, são melhor remunerados do que na FAB. Em relação a qualidade técnica, garanto também que é de altíssimo nível, com um mix de profissionais muito experientes(ex-Varig), jovens altamente qualificados e ex-militares das 3 Forças que motivos óbvios, preferiram a carreira civil.
A reestruturação das Forças Armadas para atingir um nível razoável de operacionalidade sustentável, teria que ser extremamente complexa, abrangente e profunda, ou seja, não vai acontecer, estamos no Brasil.