sexta-feira, setembro 24, 2021

Gripen para o Brasil

L-15 de ataque leve

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Concepção do jato de treinamento avançado chinês L-15 com cauda dupla, configurado para missões de ataque leve.

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Baschera

Lindão….

E nós, eu inclusive, davamos risada dos chinas….. “cai pechina né”…. “caça ching-ling”…

Vai nessa….. é só esperar mai um pouco e teremos um GRANDE player global disputando o mercado internacional de armamentos.

Enquanto isto, o gigante deitado em berço esplêndido, nem é capaz de comprar um avião 4,5 G….

Projetar e construír um assim, como os chinas,….. nem à pau juvenal !!

Sds.

Tadeu Mendes

Baschera, Se a China fosse o Japao, ai sim eu te daria 100% de razao. A tecnologia japonesa e de qualidade, coisa fina mesmo. Quanto a chinesa; eu quero ver isso tudo ai que eles estao propagandeando mundo afora, funcionar bem na hora do quebra pau. Forma nao e conteudo…o mesmo se aplica ao J-20. Mal comparando, uma mulher pode ser linda por fora mas uma porcaria na cama. Desculpe a analogia, mas e a pura verdade. Nem com engenharia reversa e clonagem, os chinas chegarao aos pes dos cacas russos e americanos. Mas pelo menos eles (chineses) estao buscando… Read more »

Groo

Japão? O Stealth chinês voou, o stealth japonês é um mock-up.

O Japão já produziu muito lixo até chegar neste padrão de qualidade. A China está fazendo o mesmo caminho: copia, aprimora e, depois, projeta por si mesma.

A China já ultrapassou o Japão em investimento em pesquisa e desenvolvimento e forma mais engenheiros por ano que qualquer país..

Os chineses fabricam bugigangas de 1,99 mas vários produtos sofisticados de marcas Japonesas, Americanas e Européias são fabricadas na China.

Edgar

Não sei se alguém reparou (pode ser coisa da minha cabeça) mas em vários ângulos esse chinês L-15 lembra o F-18 americano. Como os caras tem histórico de se “inspirarem” em outros produtos de sucesso, isso não me surpreenderia. Não que isso seja ruim, muito pelo contrário.

Vader

Belo jatinho. E tem algumas pequenas semelhanças com o SH sim, mas acho que é mais porque o F/A-18E é a “vela-padrão”, o ideal de caça de 4a gen.

E fica a pergunta aos entendidos: já que já iremos (?) gastar uma baba no FX2, não seria melhor pegar para treinador avançado um jatinho mais “baratinho” desses (desde que assim o seja) e fazer as alterações (aviônicos, etc) necessárias com o Tio Jacó?

Digo isso porque me parece que isso ae muito dificilmente vai pruma guerra; então não precisamos ter exatamente o top-do-top, o “estado-da-arte” em matéria de treinadores avançados.

Vader

Groo disse: 4 de fevereiro de 2011 às 0:27 “Japão? O Stealth chinês voou, o stealth japonês é um mock-up.” Groo, tem-se q dar um desconto pros Japas: tudo que eles fabricam é pra consumo interno, eles não podem exportar armas. Isso encarece em muito o processo de pesquisa e desenvolvimento de um caça. É o caso da cópia local do F-16 (Mitsubishi F-2): em alguns aspectos, melhor que o original, mas caríssimo por falta de escala. Como diria o ZE: escala é tudo. Porque de uma coisa vc tenha certeza: se japonês efetivamente quisesse/tivesse grana pra desenvolver um 5a… Read more »

Nick

Parabéns à China, estão avançando rápido em direção a uma autonomia em termos de caças e armamentos em geral. Esse LIFT lembra um mini F-18, combinado com o M-346…. Sobre o fato de os chineses estarem atrasados em termos tecnológicos, concordo, mas não falta vontade política e $$$ para tirarem esse atraso. Portanto é uma questão de tempo. Caro Vader, os radares AESA podem estar vencendo essa batalha, contra a tecnologia furtiva atual, mas mesmo assim ela continua válida. Um caça com tecnologia furtiva sempre terá essa vantagem contra um não furtivo. E tem de ver a que distância os… Read more »

Vader

Nick disse:
4 de fevereiro de 2011 às 7:49

“os radares AESA podem estar vencendo essa batalha, contra a tecnologia furtiva atual, mas mesmo assim ela continua válida. Um caça com tecnologia furtiva sempre terá essa vantagem contra um não furtivo”

Concordo plenamente.

Abraço.

PS: J-20 não é um caça, ahahahaha 🙂

Groo

Se a Bolívia tivesse vontade e dinheiro ela desenvolveria um caça de 5a geração. O J-20 é um caça. Um caça de longo alcançe que se encaixa na doutrina de negar uso de bases terrestres por aviões táticos em um ataque à China.. Verifica-se que seu projeto não priorizou a agilidade como o PAK FA T-50: as asas parecem pequenas se comparadas com outros deltacanards, se bem que fica difícil colocar um bomb-bay em um caça com a mesma configuração do Eurofighter, que prioriza o baixo arrasto, sem alongar o bichinho. Isso indica que foi priorizado o alcance e a… Read more »

Groo

Os IDF possuem as mesmas configurações do F-16 e F/A-18 porque possuem o mesmo padrão de voo. Utilizar um outro design seria reinventar a roda.

asbueno

Eu penso que “nós” poderiamos sim desenvolver uma aeronave de tal tipo. Ela não possui nenhum refinamento super-ultra-mega inovador na questão aerodinâmica. Com relação à propulsão e aviônicos de modo geral poderíamos adquirir de prateleira. Seria um substituto “plus” de tudo aquilo que o Xavante fez. Mas o que é mais barato, adquirir o M346 ou o Golden Eagle ou desenvolver algo similar? Respostas: 1. É obviamente mais barato comprar um dos dois mencionados; 2. Desenvolver é mais caro, mas desenvolveríamos alguma tecnologia própria e criaríamos uma aeronave “mais adequada” aos nossos interesses; 3. Compre o M346 ou Golden Eagle… Read more »

asbueno

5. Ou nada fazer e ficarmos do jeito que está hoje, porque está tudo muito bem.

Mauricio R.

Ainda tem um bom “chão”, antes de se poder afirmar que algo baseado nesse J-20, será um caça ou algum “mud mover”. Não creio que o tamanho da fuselagem indique realmente capacidade, mas sim necessidade. Ditada pelas motorizações disponíveis aos chineses, p/ este projeto. Então podemos conjecturar que o volume dessa fuselagem, possa conter tanto combustível qnto o J-10 em um extremo, como tanto qnto o J-11 no outro. O que ditará sua persistência em combate sobre a 1ª linha de ilhas de defesa e principalmente sobre a 2ª linha de ilhas de defesa. Sem esquecer tb da qualidade da… Read more »

Vader

Groo disse: 4 de fevereiro de 2011 às 8:29 “Se a Bolívia tivesse vontade e dinheiro ela desenvolveria um caça de 5a geração.” Groo, não é bem assim amigo. Estamos falando do Japão, não do Zimbábue. Ele tem vontade e tem a tecnologia. Mas um projeto desses é caro pra qualquer um, e pro Japão fica mais caro ainda, porque ele não tem escala, pois não pode exportar. Amigo: a Bolívia ainda que tivesse toda a vontade do mundo, e o dinheiro da Arábia Saudita (coisa que um dia terá, se as previsões sobre o Lítio se concretizarem), não teria… Read more »

asbueno

Equação ultra simplificada para o desenvolvimeto de uma aeronave de combate no estado da arte (ou próxima dele) e competitiva (em termos de custos): AC = Somatória { [ financiamento (suficiente + contínuo) ] + [ competência técnica (projeto + desenvolvimento + industrialização) ] + competência política } O financiamento está claro: deve haver um fluxo planejado e contínuo de recursos financeiros sob a pena de matar o projeto. Ou de ele não nascer. A competência técnica diz respeito à capacidade e quantidade de recursos humanos em diversas áreas: materiais, eletrônica, aerodinâmica etc. A competência política, atualmente, parece a mais… Read more »

Groo

“Amigo: a Bolívia ainda que tivesse toda a vontade do mundo, e o dinheiro da Arábia Saudita (coisa que um dia terá, se as previsões sobre o Lítio se concretizarem), não teria como construir um caça de 5a gen. Lhes falta pra começo de conversa material humano.” Com dinheiro e vontade é possível desenvolver capital humano, centros de psequisa e uma indústria aeroespacial. Isso pode acontecer de forma rápida se existir vontade e dinheiro. Dei este exemplo porque não entendo o porque de se glorificar o Japão e subestimar a China. Tecnologia se alcança, desenvolver um sistema de armas sofisticado… Read more »

Darkman

A China vem mostrando que vem investindo em tecnologia, mesmo com a desconfiança de muitos acho que atitude da China é bem louvável, de um uma forma ou outra está avançando e logo chegará com qualidade com seus equipamentos militares.
Ainda precisamos ter uma prova de que os equipamentos da China estão em um padrão considerável, mas pelo menos está dando um enorme passo.

Abs.

Vader

Groo disse: 4 de fevereiro de 2011 às 14:23 “Dei este exemplo porque não entendo o porque de se glorificar o Japão e subestimar a China” Groo, não me entenda mal, não estou “glorificando” um ou outro não, até porque não sou nem chinês nem japonês. Só acho que a China ainda tem o que provar em matéria de qualidade de sua tecnologia, inclusive a bélica. O Japão não. A prova é o J-20 que, tudo indica, nem é um caça. Aliás, já ouvi até falar que sequer é supersônico (mas é cedo para dizer qualquer coisa de tal projeto).… Read more »

Tadeu Mendes

Groo, A China pode formar ate um bilhao de engenheiros por semestre; isso para mim nao importa para nada, porque eles sao formados em escolas chinesas. Moro perto do MIT (Massachusetts Institute of Technology) ; e ja estive la dentro fazendo um estagio. Desde que vim para ca, a maioira dos estudantes de fora, eram japoneses fazendo pos-graduacao no MIT. Os japoneses sao provavelmtne o maior grupo de estrangeiros fazendo pos-graduacao no MIT. E isso ja era assim desde quando vim para ca, ha quase 30 anos atras. Quero lembrar ao amigo de que o Japao teve uma maquina de… Read more »

Groo

O Japão fabricava porcarias atá a década de 50-60. A virada começou na década de 70-80.

Japão traumatizado com guerras? O Japão traumatizou todo o extremo oriente.

Tadeu Mendes

Groo,

Voce esta la da decada de 50 e 60???

Sim meu caro, concordo que eles traumtizaram o extremo oriente, mas ninguem do extremo oriente tomou duas porradas de 11 Kilotons na cabeca.

Acho que nao existe trauma maior do que ser bombardeado atomicamente. Voce nao acha??

Groo

Não estou nos anos 50-60, é que vc disse que o Japão NUNCA produziu produtos de baixa qualidade. O Japão já produziu produtos de baixa qualidade e evoluiram. Aliás, os próprios japoneses se orgulham – com toda razão – desta trajetória. A história da íntrodução dos radinhos de pilha Sony no mercado europeu é contada como um dos grandes feitos da história do país. É difícil mensurar o “trauma”, mas considero a ocupação japonesa na Segunda Guerra, assim como os eventos do front leste europeu, os piores momentos daquela guerra. A ocupação do território japonês foi bem tranquila se comparada… Read more »

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