domingo, setembro 19, 2021

Gripen para o Brasil

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‘Lambendo o chão’

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Próximo ao horário do por-do-sol um EMB-326 Xavante do GEEV decolou da Academia da Força Aérea durante o Domingo Aéreo de 2010. A aeronave, após recolher o trem, nivelou a apenas alguns metros do solo ao longo dos últimos dois terços da pista.

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Mauricio R.

Vai brincando, esse aí não tem radar-altimetro!!!

Marcos

Será que ele quis demonstrar abilidade, ou foi outra coisa?

Paulo Henrique

É como andar de bicicleta…

…na beira da BR-116 com trem-minhões passando ao seu lado a 90km/h

PilotoVirtual

Esse aí não tem radar-altímetro,
e nem habilidade, quanto mais outra coisa…
Têm é excesso de colhões, mesmo!!!

Leandro

Ele tá pensando que é Anakin Skywalker????
Quando essas belezinhas serão aposentadas em definitivo? Vão deixar saudades, gosto do desenho limpo desse avião!

Tomcat

Tem coragem, habilidade e conhecimento, pois está se aproveitando do efeito-solo, onde uma espécie de colchão de ar se forma abaixo de aeronaves em vôo rasante (e também em decolagens e pousos)

Caio de Andrade

Estou LOUCO?
O FAB trocou 3 aeronaves tucanos em troca de B707 e 3 Xavantes do Paraguai. PERGUNTA A TODOS!
o XAVANTE vai ser desativado esse ano 2010 com certeza, para quer sucatas do Paraguai?

Fernando "Nunão" De Martini

Caio:

Para fornecerem peças de reposição.

Luis

O Xavante é tão peça de museu quanto o 14-Bis!

Antonio M

Se fosse dado o devido respeito ao Xavante, sendo modernizado de tempos em tempos e estariamos utilizando algo como o MB339.

Basta verificarem como as linhas são praticamente as mesmas e o trabalho de reforço da célula, melhorias do motor, adição de dispositivos e armas que teriamos nosso LIFT prestando bons serviços por mais alguns anos.

Joker

Tem gente que esqueceu que o Xavante já foi vetor do GDA e dos 1°GAvCa…

Marcelo

Nunão, se estão precisando de aeronaves para desmontar e ter peças de reposição para aeronaves que vão sair de uso em no máximo dois anos, o responsável pela manutenção e logística do Pacau deve estar com no minimo uma ulcera nervosa, rsrsrs. Falando sério, a aeronave Xavante deveria ter sido desativada já algum tempo, a fabricação de agumas peças já foram encerradas. A primeira tentativa de solução,a colocação do Impala em uso, mostrou-se boa no inicio, mas depois apresentou problemas piores que os dos nossos Xavantes. Como a aquisição e modernização de mais F-5 demorou mais do que o esperado,… Read more »

Madvad

“Joker disse:
3 de agosto de 2010 às 13:47
Tem gente que esqueceu que o Xavante já foi vetor do GDA e dos 1°GAvCa…”

Mas isso é bom esquecer mesmo.

Franco Ferreira

Técnica de pilotagem ensinada na AFA:

Sai do chão;
Cede a mão;
Freia a roda… Redução.

O Aviador estava exatamente certo neste procedimento!

Eu, pessoalmente, deixei de “descarregar” u’a máquina exatamente por haver usado este procedimento na decolagem. Não é ousadia; é obediência!

Darkman

Xavante tem seu charme, grande Guerreiro !!!
Mas seu tempo já foi e agora precisamos substituílos, mas como tudo vira novela.

Vamos aguardar is pr´´oximos capítulos !!!

Abs.

Samuel B. Pysklyvicz "Jaguar"

Grande Avião belissima foto

Paulo

Um piloto da FAB me drescreveu ter feito isso com um AMX sobre o mar, num vôo roça-onda. Segundo ele, as ondas respingavam no parabrisas.

João Gabriel

Muito bonito e emocionante ver e ouvir o barulho ensurdecedor do Rolls Royce Viper dessa fera!! pena que já estão indo embora,lembro que vinham aqui em BH direto no CIAAR,eles passavam em cima da casa da minha avó,eu deixava de fazer oq estava fazendo para vê-los,era emocionante….

Abçs!

Fabio Mayer

Que eu saiba a desativação dos Xavante se dará agora em 2010. Todas as células foram concentradas em Natal e o numero dels disponível foi baixando drasticamente ano a ano, hoje, calculo que no máximo 15 estejam em operação. Mas não me conformo que não seja substituído e que o treinamento avançado da FAB seja apenas nos Super Tucanos. Tudo bem, não sou aviador, não tenho autoridade técnica para discutir esta decisão. Mas no mínimo, o Brasil deveria pensar em adquirir um esquadrão e aeronaves a jato para esta função. Sei lá, o Pampa argentino tem uma versão modernizada saino… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Fabio, Só para esclarecer, treinamento avançado é feito bem antes do momento de um piloto de caça passar pelo F-5 e fazer a conversão para jato. A ordem (grosso modo) é: primário, básico, avançado, especializado (ala) e liderança (líder de esquadrilha), com as últimas etapas sendo realizadas com o A-29 (Super Tucano), aeronave na qual também se cumpre um número expressivo de horas de voo operacionais em um esquadrão do terceiro grupo de aviação antes do caçador seguir para a primeira linha. Assim, o F-5 não servirá “exatamente” como treinador, mas como um vetor de transição para a primeira linha… Read more »

Marcelo

Fábio, isso para não dizer que o ambiente em Manaus, nova casa do Pacau, não é dos mais propícios para aprendizagem.
Tenha certeza que nos altos escalões da FAB, já se encontram os estudos que permitem a eles decidir se a transição Super Tucano/ Caça Alta performace esta sendo fluida ou se será melhor a compra de um treinador avançado específico para esta função.
Alguém aqui conhece algum caçador que já tenha feito essa transição para sabermos como foi?
abçs
MM

Fabio Mayer

Nunão

Mas aí é que está o problema. O F-5 é vetor de primeira linha hoje e amanhã será de transição?

Repito, não tenho autoridade técnica para criticar… mas não é estranho?

Fernando "Nunão" De Martini

“Fabio Mayer em 03/08/2010 às 15:21” Fabio, Na verdade, até uma nova mudança nessa progressão, será primeira linha E transição ao mesmo tempo e não uma coisa hoje e outra amanhã – na verdade, significa praticamente a transição direto do turboélice para a primeira linha (guardadas as características do F-5 como um caça bem mais simples e barato de voar do que outros caças supersônicos). Mas não é só na FAB que esses paradigmas vem mudando, e cada força faz essas mudanças conforme seu contexto, vetores que utiliza e sua vida útil, mudanças anteriores, perspectivas de outras mudanças futuras etc.… Read more »

Fabio Mayer

De qualquer modo, tá na hora de se pensar na FAB como um todo. É certo que progressos estão ocorrendo nesse sentido. A suite aviônica do F-5M, os AT-29 e dos A-1M terá uma matriz básica, eles poderão “conversar” entre si, é um grande avanço. E sabe-se que a modernização dos Tucanos vai pro mesmo caminho. E a aviação de transporte e logística também acompanha essa tendência, os C-130Modernizados tem alta comunalidade aviônica com os C-295 e os novos Bandeirantes modernizados. Mas não se pode pensar em vetor de primeira linha no FX, sem analisar o treinamento para chegar à… Read more »

Franco Ferreira

Dialogando com o Fábio, o “Nunão” disse: “ ———————– Só para esclarecer, treinamento avançado é feito bem antes do momento de um piloto de caça passar pelo F-5 e fazer a conversão para jato. A ordem (grosso modo) é: primário, básico, avançado, especializado (ala) e liderança (líder de esquadrilha), com as últimas etapas sendo realizadas com o A-29 (Super Tucano), aeronave na qual também se cumpre um…” Cutucaram as memórias do águia-velha. Se me permitir, um pouquinho de lembranças de tempos idos. Se não permitir… PARE DE LER! O ESPM (Estágio de Seleção de Piloto Militar) era conduzido no último… Read more »

Roberto F Santana

Franco,
Você chegou a voar o BT-15?
Quando ele foi desativado, o treino ficou só com o PT-19 e o T-6, enquanto o T-21 não chegava?

Franco Ferreira

Roberto F Santana;

Negativo, não voei o BT-15. Sou cadete de 1963 (63.186) oriundo do CMRJ, sem ter passado pela EPCAR. Os BT-15 já não existiam mais.

O tipo foi incluído nesta “memória” por causa da sigla (BT) capaz de esclarecer melhor ao jovem. Já a minha turma fez o ESPM na Escola, depois de promovidos a cadetes.

O Estágio básico da minha turma foi a repetição do primário com o uso dos T-21.

Fernando "Nunão" De Martini

Franco, Sempre que quiser, compartilhe essas experiências aqui no Blog. Os editores (e, acredito, milhares de leitores) agradecem! Aliás, sua história me fez lembrar uma conversa que tive com o Poggio e o saudoso Yamamoto (os leitores mais antigos do Naval devem se lembrar dele) no último domingo, na AFA, justamente sobre transição para jatos e curso de caça. Conversávamos justamente sobre os F-80 e os T-33 do Pacau. Conforme suas lembranças, como foi a passagem do T-6 para o T-33 / F-80? E sobre a desativação do F-80, chegou a voar nele? Antes de serem substituídos pelos TF-33, conforme… Read more »

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