sexta-feira, outubro 22, 2021

Gripen para o Brasil

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Comparando o Gripen C com o NG

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres
Gripen C frontal-foto SAAB
Gripen NG frontal-foto SAAB

Barra de Cinco Pixels

Nas duas fotos acima (no topo o Gripen C e embaixo o Gripen NG), tiradas de ânglos semelhantes, aparecem, de forma bastante didática, algumas das diferenças externas dos dois modelos.

Em maior destaque está substituição do trem de pouso principal por um completamente novo. No modelo antigo, o trem era instalado na parte inferior da fuselagem, recolhendo para dentro desta. Agora, o trem está instalado na raiz das asas, recolhendo para carenagens instaladas nessa mesma posição. Essa modificação também melhorou a capacidade da carga externa sob a fuselagem, com novos pilones.

Modificações nas entradas de ar do motor também podem ser observadas, uma vez que o próprio motor foi substituído por uma versão mais moderna.

FOTOS: Saab

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Wilson Giordani de Souza

Estranho… mas o C me pareceu mais robusto que o NG.

Impressão minha, claro. Não estou afirmando nada.

Roberto F Santana

Outro avião, merecia até outro nome.

grifo

Pode ser notada também a alteração nas entradas de ar para suportar o motor F-414G.

Luiz Padilha

Mas Grifo, não diga isso. É apenas uma Brasilia amarela com “Tala Larga”. rsrsrsrsrsrsrsrs Ler aqui que o NG é um C transformado é muito legal. Ler que “basta” trocar a asa que um C se transforma num NG é muito legal. Ler que é “simples” mudar o trem de pouso da célula e por ele na raiz das asas é mole, e por isso o C virou o NG DEMO. Senhores quem entende um pouquinho de aviação REAL, sabe que qualquer alteração mais profunda numa aeronave, é o mesmo que se fazer outra. Quando vemos o Gripen NG já… Read more »

Roberto F Santana

Lembrando um comentário do Nunão sobre história da aviação, que se aplica aqui.
Mudanças, versões e semelhanças.
Nas últimas versões do Spitfire Mk21 e Mk24, as diferenças eram tantas com relação aos primeiros modelos (ie. Mk.II), que dizem, queriam até mudar o nome.
Mas não mudaram.
Paradoxalmente, temos o caso do F-102, que mudou tanto que acabou virando o F-106, no caso iria ser o F-102 C.

ZE

Daqui a pouco vai chegar a turma do “Gripen NG não existe”.

É só esperar mais um pouquinho.

[ ]s

Hornet

O NG existe, já está pronto. Olha ele aí na foto.

por isso que o discurso do desenvolvimento em conjunto é furada. O caça está pronto. vai se desenvolver o quê?

abraços a todos

Wilson Giordani de Souza

O pessoal está confundindo a minha cabeça…

Vader

1. O trem de pouso do F parece muito mais “high tech”, mas me lembra os pés de um abutre ou uma águia. O do Grifo C parece mais leve, mais puxado pra um falcão; 2. Tomada de ar do F bem maior; 3. Bico do F visivelmente maior (seria pra acomodar o novo AESA Swashplate da Selex/Galileo?); 4. Cockpit do F é mais alto, embora isso possa ser por ele ser biplace; 5. Vários penduricalhos no leme do F que não sei o que são (suíte de contra-medidas?); 6. O F é visivelmente um avião mais largo e mais… Read more »

Max

As entradas de ar são bem maiores para otimizar o fluxo para o motor mais potente.
Vi em algum lugar que o Rafale também teria que providenciar mudanças nas entradas de ar caso um motor mais potente fosse desenvolvido .

ZE

Max disse:
17 de junho de 2010 às 16:31

“Vi em algum lugar que o Rafale também teria que providenciar mudanças nas entradas de ar caso um motor mais potente fosse desenvolvido”.

É verdade, porém há um detalhe.

O motor mais potente do Rafale NÃO SERÁ DESENVOLVIDO, POIS FALTA DINHEIRO PARA FAZÊ-LO !!!!

No mais, você está certo.

[ ]s

Vader

Giordani, não há confusão, mas perceba como o argumento da rafalechada está migrando ao sabor do interesse desqualificatório: agora há pouco era que não existe; agora, que está pronto e portanto não transferirá tecnologia. Enfim, falta muito a ser desenvolvido: 1. Em primeiro lugar precisa-se estabelecer como será a produção seriada do caça. Para isso precisa-se sentar à mesa de projeto para projetar toda a linha, e para ver quem vai produzir o que e quem vai montar o que e com qual peça; 2. Fazer a transferência da tecnologia dos componentes que serão produzidos no Brasil, na Índia, na… Read more »

Wilson Giordani de Souza

Vader disse:
17 de junho de 2010 às 16:49

(…)

Giordani, não há confusão, mas perceba como o argumento da rafalechada está migrando ao sabor do interesse desqualificatório: agora há pouco era que não existe; agora, que está pronto e portanto não transferirá tecnologia.

(…)

Meu comentário foi uma ironia exatamente sobre isso.

Hornet

Giordani, na verdade, quem usa estes argumentos confusos são os fãs do Gripen e a própria SAAB, quando interessa. Só estou confirmando: agora ele está pronto? òtimo, então o NG não serve mais pra parceria de desenvolvimento em conjunto. Ficou no mesmo patamar dos outros caças do FX2. Perdeu seu “trunfo” maior. se as gripetes, como se diz aqui, mudarem o argumento, vou concordar novamente. Quando ele for projeto de novo, então confirmo o argumento: ele é projeto, pode atrasar e ficar mais caro que o previsto. quem tem que resolver isso é quem defende o caça. Ou o NG… Read more »

Alexandre Galante

Hornet, logo você que relativiza tudo, usando argumento preto no branco? tá parecendo fundamentalista…rs

O NG está quase pronto, faltam alguns ítens, que poderão ser desenvolvidos em conjunto com o Brasil.

O Brasil também pode substituir vários componentes por componentes feitos no país.

Nesse ponto o NG é muito melhor que o Rafale para ToT, pois este sim já está desenvolvido, não falta mais nada, a não ser o Brasil receber os kits e montar aqui, na mesma “filosofia Helibras” de ser.

Hornet

Galante,

alguns itens? Quais?

abração

Vader

Hehehe Giordani, eu captei sua fina ironia desde o princípio. Mas aproveitei para demonstrar pra rafalechada que, malgrado as kafkianas discussões semântico-filosóficos que eles sempre, à vista da total falta de argumento para defender a sua JACA, levantam (se é projeto ou se não é, se é protótipo ou se é demonstrador, se existe ou não existe, e bossas do gênero), o Brasil ainda terá muito mais a ganhar com o Gripen, que sequer tem linha de montagem seriada planejada, do que com o queijo-podre e fedorento, do qual teríamos a honra de montar kits CKD a partir da 37a… Read more »

Vader

Pergunto aos bons:

1. As asas no Gripen F ficaram mais baixas em relação à turbina? Se sim, isso modifica o centro de gravidade da aeronave? Se sim, quais as prováveis consequências?

Antecipadamente agradeço.

Alexandre Galante

Vader, o centro de gravidade mudou sim e segundo um piloto de testes da Saab com quem conversei, o software do fly-by-wire foi modificado. As características de voo permaneceram iguais.

Alexandre Galante

Pô Hornet, vc não é novo aqui, tá desde o começo no Poder Aéreo.

Mas vou te ajudar.

Falta ainda terminar de ajustar o software de missão, os modos do radar AESA, a integração do IRST, justamente ítens críticos que o Brasil quer ter domínio.

No link abaixo, os ítens que poderão ser fabricados no Brasil e quais as áreas que o Brasil terá acesso, entre outros.

http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/09/gripen_ng_br.jpg

ZE

Ih, tô confuso.

Quer dizer que agora o Gripen NG existe ????

Não estou mais entendendo nada !!!!

Ué, ele existe ou não existe ???

[ ]s

ZE

A Akaer tem engenheiros brasileiros na Suécia, desenvolvendo soluções para a asa do Gripen NG.

[ ]s

ZE

Por falar em perdas e ganhos, a França acabou de perder para o México.

Tomou de 2 X 0.

Ao que parece, não é só no F-X2 que a França anda perdendo.

[ ]s

Vader

ZE:

Ah sim, restou ressaltar que, finalmente, diante das fartas evidências, as rafaletes começam a se dobrar ao fato anteriormente controverso de que o Gripen NG EXISTE.

Antes tarde do que nunca. Ufa, que canseira… 🙂

Alexandre Galante

Pessoal, esqueci de dizer, quando fui ao hangar da Saab conhecer de perto o NG, vi um Gripen D com um mock-up do IRST sobre o nariz, ou seja, já estão fazendo os estudos para a inserção do equipamento no avião.

ZE

ZE disse:
17 de junho de 2010 às 17:36

Pô, Vader, os caras juravam pelas suas respectivas mães que o Gripen NG não existia.

Em menos de 24 horas, ele passou a existir !!!!!

É realmente algo esquizofrênico.

Diria esquizofrenia paranóide.

Geeeente.

[ ]s

ZE

Galante, para com isso.

O Gripen NG não existe !!!!

[ ]s

ZE

Não há Gripen NG !!!

Não há IRST !!!!

É tudo parte da sua imaginação.

Vai se tratar !!!!

[ ]s

Hornet

Galante meu amigo, essas bandeirinhas eu já vi várias vezes. Agradeço assim mesmo. Software de missão (ou os softwares todos do caça) é requisito básico do FX2. Qualquer um dos 3 necessitam repassar isso para o Brasil, que serão modificados aqui (portanto desenvolvidos em conjunto aqui). trem de pouso, sistemas elétricos e mais uma ou outra das demais bandeirinhas do Brasil, eu não chamaria de tecnologia sensível e nem sei se são coisas que precisamos aprender. Acho que sistemas elétricos e trem de pouso a Embraer pode até ensinar algo para a SAAB (caso a SAAB pague uma graninha pra… Read more »

Alexandre Galante

Hornet, mande um link com o gráfico das bandeirinhas do Rafale…rs

Antonio M

A Embraer adquiriu tanto know-how com o Xavante e AMX, como não obterá com o Gripen NG?

Muito mais difícil adquir com o F18 e Rafale, que já são produtos prontos e de prateleira e não há mais o que desenvolver.

Alexandre GRS

Prezados, Acho válida iniciativa “Saabiana” de vender seu produto. Nada mais justo em se tratando do mundo dos negócios. Porém o que fica evidente para qualquer um é que: um projeto modular nunca se equipara a um projeto completo. O projeto Gripen E/F é um reprojeto, ou seja, uma adaptação de um projeto já existente. Por sua vez isso evidencia que o Gripen NG nunca fez parte dos interesses Suecos e sua existência só de deve ao fato de haver um vontade de exportar seus produtos à outras mercados. Até mesmo a compra do NG pelo governo sueco somente tem… Read more »

Antonio M

E mandem a conta de 26000 euros a hora/vôo para o sr. Alexandre GRS.

Eu não quero pagar…..

Antonio M

“…E como os Franceses já disseram que estão dispostos a trabalhar em conjunto com os Brasileiros,…”

Basta que os franceses digam, nem precisa assinar contrato.

Já os suecos, muito cuidado com eles, principalmente com a SAAB instalada a 70 anos no Brasil…..

Alexandre GRS

Prezado Antonio M,

Ok. Agora só não reclame mais do seu país. É devido a pensamentos assim que estamos onde estamos.

“ai essa terra ainda vai cumprir seu ideial… ainda vai tornar-se um imperio colonial”

Sds.

Wilson Giordani de Souza

Hornet disse:
17 de junho de 2010 às 17:02

SInceramente, não lembro de ter lido de algum apoiador do Gripen que ele fosse um projeto acabado.

Hornet

Poggio,

“O F-5E era um caça totalmente desenvolvido quando veio para o Brasil, mas com a linha d eprodução das derivas produzidas pela Embraer nós aprendemos a trabalhar com usinagens mais complexas e estrutura tipo “honeycomb”.”

pois é meu amigo, eu concordo com vc. Isso que vc acabou de falar desmonta o argumento do Galante sobre os “Kits”.

Concordo com vc, podemos aprender muito com o Rafale mesmo ele já estando desenvolvido e operacional.

abração

Antonio M

“…Ok. Agora só não reclame mais do seu país. É devido a pensamentos assim que estamos onde estamos….” Reclamo sim. Um país onde os índices de qualidde de vida são pífios para a maioria dos brasileiros, a educação, saúde, segurança, previdência públicos, a % de quem tem acesso a saneamento básico;água e esgoto tratados etc são horríveis onde até hoje diarréia e dengue matam milhares todos os anos, voar um caça que custa 26000 euros a hora de voô é um LIXO mesmo. A FAB teve a descência de pensar em algo que trouxesse suficiência a Força e ganhos para… Read more »

Alexandre GRS

Prezado Antonio M,

Sem proselitísmo barato, por favor. Nossos problemas não se resolverão com ações como essas. A vontade da FAB pelo Gripen diz-se, se deu por outras vontades que não cabem considerações nesse momento.
Agora, ceifar o desenvolvimento científico e operacional devido a politicagem e argumentos infadonhos…
Se quiser discutir ok. Mas faça-o através de sólidos argumentos, não em bravatas quixotianas e coloniais.
Repito o que disse anteriormente: “ai essa terra ainda vai cumprir seu ideal… ainda vai tornar-se um império colonial…”

Sds.

Alexandre GRS

Prezado Guilherme Poggio,

Concordo em numero genero e grau. Porém, a questão que permeia esse axioma é: o que de fato se quer? onde queremos chegar com isso?
Por detrás de posições sempre existem interesses.
Qual é o interesse do Brasil?
É isso que eu discuto.
No mais, obrigado pelo interloquio.

Sds.

Antonio M

Prezado Alexandre GRS. “…A vontade da FAB pelo Gripen diz-se, se deu por outras vontades que não cabem considerações nesse momento….” É piada né!? LuLLa meio chapado anuncia o Rafale como vencedor em palanque junto com Sarkozi e isso são “outras vontades que não cabem considerações nesse momento” ?!?!?!? Faça-me o favor. Até onde pode ir o antiamericanismo tolo….. “…ceifar o desenvolvimento científico e operacional devido a politicagem e argumentos infadonhos…..” Se nossa nação não tiver educação e saúde decentes, vai buscar o tal desenvolvimento com quem e onde? importar os franceses também?! Lembre-se, a França também tem história colonilista… Read more »

Alexandre GRS

Prezado Antonio M,

Perdão mas não está em questão nenhum anti-americanismo. O senhor ve dragões onde existem moinhos…
Creio que o Sr, é que quer levar essa discussão para um campo que não a mínima possibilidade de síntese.
Até porque, a minha segunda opção sempre foi o projeto F/A – 18 E/F.
Desculpa mas não entendi as suas considerações quanto ao “anti-americanismo.”
Recomendo ao Sr. mais leitura.

Sds.

Eduardo

Só sei de uma coisa, depois de uma profunda analise do que os especialistas de plantão fizeram…

O hornet ta emputecido como nunca! esse post do galante despertou a ira do menino e do povo que idolatra o rafale! rsrsrsrs
É Brincadeira hein hornet!

Antonio M

“..Recomendo ao Sr. mais leitura…”

Isso serve para o sr. quanto ao Gripen.

Quanto ao Rafale a questão dos 26000 euros hora/voô, que NUNCA ganhou uma concorrência e por mais tantos outros motivos já aqui expostos, me permitem abdicar desse seu conselho sobre a jaca francesa

abç.

Alexandre GRS

Prezado Antonio M,

Nunca me referi ao projeto Gripen com termo perjorativos. Se o Sr. gosta do uso de termos dessa monta que assim o seja. Porém, com o Sr. não mais discuto.

Sds.

Hornet

Poggio,

exato.

eduardo,

não estou emputecido não, muito pelo contrário. Eu torço pelo Gipen Ng na India. Até pra saber como seria esse NG, quando estivesse pronto e operacional.

Neste caso dos caças, eu sou como aquele fulano da piada, que tem um time em cada estado (mas em se tratando de futebol não sou assim)…sabe como é? Um mesmo caça não é bom pra todo mundo.

abração aos dois

Antonio M

Aliás, 26000 euros que já foram 35000 em 2006 e que só devem ter baixado devido algum “subsidiosinho” do governo francês por que se for depender da escala de produção/vendas ….

ZE

Ué, o Gripen NG “voltou” a não existir ???

[ ]s

Antonio M

Pois é. Está estranho.

É bom o Gripen NG ganhar na Índia, e para o Brasil vir o Rafale porque o NG não existe?!?!!?

Falei que iria ficar surreal ! rsrsrsrsrsrsr!!!

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