sexta-feira, setembro 30, 2022

Gripen para o Brasil

Akaer faz parceria com francesa Altran para produzir estruturas de aeronaves

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

logo Akaer logomarca Altran

Meta é tornar-se um grande competidor internacional, disse Cesar Augusto da Silva, diretor-executivo da Akaer

vinheta-clippingA brasileira Akaer e o grupo francês Altran anunciam hoje uma parceria para a criação de uma empresa integradora de aeroestruturas, que competirá mundialmente no setor aeroespacial e de defesa (A&D). A divulgação oficial será feita durante a apresentação dos resultados financeiros da companhia francesa, em Paris.

As empresas assinaram uma carta de intenções na sexta-feira passada. Pelo acordo, a Altran, que fatura € 1,6 bilhão por ano, deverá adquirir uma participação acionária na Akaer. A empresa a ser criada terá as duas companhias como sócias, mas a participação de cada uma ainda não foi definida. O vice-presidente internacional do grupo Altran, Fréderic Grard, afirmou que a primeira ação para selar a parceria está definida: cerca de 20 engenheiros brasileiros irão para a Europa e dez especialistas da Altran virão ao Brasil para iniciar o processo de transferência de tecnologia em aeroestruturas.

“A aliança com a Akaer fortalecerá o nosso posicionamento no Brasil nos setores aeroespacial e de defesa, complementando a expertise e o conhecimento das duas empresas, com foco inicial em aeroestruturas”, afirmou o presidente da Altran Technologies, Anderson Novaes Mendes Alves. Com 400 funcionários e faturamento de US$ 50 milhões, a empresa atua no Brasil nas áreas de inovação e tecnologia para os setores automotivo, de telecomunicações e energia. A Akaer possui 120 funcionários e fatura US$ 13 milhões por ano.

De acordo com o diretor-executivo da Akaer, César Augusto da Silva, uma das iniciativas a serem tomadas após o anúncio será a construção de uma fábrica de estruturas integradas de aeronaves – a primeira no Brasil com capacidade para atender os pedidos de uma empresa do porte da Embraer, que hoje depende exclusivamente de fornecedores estrangeiros.

A fábrica será erguida, provavelmente em São José dos Campos (SP) e abrigará, além da montagem final de subconjuntos estruturais, a produção de outros segmentos aeronáuticos como tubulações, cablagem, além de atividades, como a modernização e manutenção de aeronaves. O investimento será de aproximadamente US$ 50 milhões. No curto prazo, as empresas também planejam investir US$ 5 milhões em treinamento, formação de mão de obra e infraestrutura industrial.

A cooperação entre a Akaer e a Altran também amplia a atuação da holding T-1, criada em 2009 por um grupo de cinco empresas brasileiras lideradas pela Akaer, para ser uma fornecedora mundial de estruturas aeronáuticas. De acordo com Silva, da Akaer, a nova empresa inicialmente será vinculada à holding T-1. O objetivo é capturar uma participação significativa no programa da aeronave de transporte militar KC-390 e envolver a T-1 no projeto e produção da fuselagem central, fuselagem traseira e asas do caça sueco Gripen NG, atividades já desenvolvidas hoje pela Akaer.

A estratégia também tem como meta maximizar a participação no projeto dos helicópteros EC-725, que serão fornecidos para as Forças Armadas brasileiras pelo grupo Helibrás/Eurocopter e fazer parte da cadeia de suprimentos da Airbus e Boeing. “Em cinco anos queremos ser a maior fornecedora de aeroestruturas da fabricante brasileira”, observou. Hoje, o fornecimento de grandes subconjuntos estruturais para a Embraer é feito por empresas estrangeiras, como a Latecoere (francesa), Sonaca (belga) e as espanholas Aernnova e SK-10.

Conforme o executivo, a nova empresa atuará também em outros segmentos do mercado aeroespacial brasileiro e mundial, sobretudo nas regiões Ásia-Pacífico. Hoje, 34% do valor investido na fabricação de aviões no mundo destina-se à contratação de fornecedores, o que equivale a um valor aproximado de US$ 450 bilhões por ano. “A tendência é que esse valor continue crescendo, tendo em vista que os grandes fabricantes cada vez mais buscam a terceirização da produção de seus aviões”, disse Silva.

FONTE: Valor Econômico, via Altran (logos site Altran)

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Cesar

A parte mais interessante da notícia é essa: “O objetivo é capturar uma participação significativa no programa da aeronave de transporte militar KC-390 e envolver a T-1 no projeto e produção da fuselagem central, fuselagem traseira e asas do caça sueco Gripen NG, atividades já desenvolvidas hoje pela Akaer”.
Espero que dê certo e que seja mais uma bem sucedida empresa do setor aeroespacial brasileiro.

Carlito

Esta é uma ótima notícia!

Embora a Embraer seja uma das maiores fabricantes de aviões no mundo, o Brasil tem uma grande carência de empresas fornecedoras de componetnes aeronáuticos.

Mais fornecedores nacionais significa mais independência industrial e tecnológica.

rogerio

Como eu digo sera interessante conhecimentos a mais sempre são bem vindos

Alex Nogueira

Ponto positivo para o setor aeronautico brasileiro. Espero ver cada vez mais o surgimento de empresas como esta aqui no Brasil e em toda a américa latina.

Sopa

Boa noticia, a Altran Technologies foi a melhor empresa que já trabalhei na area de telecomunicações.

Att.

latino

È rapaz parece que realmente as coisas estão mudando ,devagar chegamos là .

sds

Harry

Caros Ao contratio dos suecos que ofereceram parcerias sem compra de ações. Os franceses não perde a viagem, propõe compra de ações qual percentual, ninguem sabe. Teremos uma supresa? Mesmo que seja minoritário na compra das ações da Akaer poderia pensar que não procederão da mesmo forma com a nova empresa em que serão sócios ficando a empresa francesa como majoritária, Levo em consideração o procedimento dos franceses no caso da Héliobras. A diferença entre empresas é gigantesca – de tecnologia – faturamento – clientes – participação no mercado global. Nada vem de graça. A ambição dos donos da Akaer… Read more »

Robson Br

“”A brasileira Akaer e o grupo francês Altran “” “”O vice-presidente internacional do grupo Altran, Fréderic Grard, afirmou que a primeira ação para selar a parceria está definida: cerca de 20 engenheiros brasileiros irão para a Europa e dez especialistas da Altran virão ao Brasil para iniciar o processo de transferência de tecnologia em aeroestruturas.”” “”A estratégia também tem como meta maximizar a participação no projeto dos helicópteros EC-725, que serão fornecidos para as Forças Armadas brasileiras pelo grupo Helibrás/Eurocopter”” Os franceses estão tirando o doce da boca dos suecos. A frança prometeu participar do desenvolvimento do KC-390. A nova… Read more »

Robson Br

Novas parcerias devem estar chegando. Não duvido que a Thales faça alguma parceria com a mectron.

É o início do anuncio oficial do Rafale. Vão fazer o máximo de parcerias, para acabar com o mito que o gripen que seria o melhor parceiro.

ezeca

otima noticia.
mas seria bom a Embraer compra
umas ações da akaer pra ontem!!!!

Robson Br

ezeca em 15 mar, 2010 às 21:13

A Akaer possui 120 funcionários e fatura US$ 13 milhões por ano. É muito pouco. Sem uma paerceria forte ela não iria agregar muita coisa. Seria apenas uma montadora de partes de um avião..

Francisco AMX

E tem gente que acha que os franceses não são confiáveis… mas Suécia não acha…!

Sds!

Challenger

Acho que as parcerias mais importantes, serão no campo das tecnologias criticas, equipamentos de comunicações seguras, Radares, Equipamentos de Guerra eletronica e Armas, a Aeroeletronica e a Mectron já estão no caminho certo.

Que as boas parcerias venham de todos os lados Suecos, Franceses, Americanos, chineses e muito mais.

Robson Br

Com o anuncio da parceria da brasileira Akaer e o grupo francês Altran by by gripen NG no Brasil.

Essa história que a Akaer tinha mandado uma tuma para a suécia pode ser até verdade, mas agora vão uma muito maior para a França.

Todos sabiam que de uma forma ou de outra sairia uma parceria com alguma empresa nacional. Talvez a surpresa foi a Akaer. Mas negócio é negocio e a Akaer sabe se quiser continuar terá que ficar do lado certo.

Robson Br

Boa noite a todos.
Ficaremos no aguardo do comentarista e estrategista Hornet.

Enquanto isso na enquete…o Rafale com essa notícia subiu de cotação de novo e voltou a ficar na dianteira….

Carlos Augusto

Concordo plenamente com vc Harry, eu não acho que é o momento para pessoal aqui do Blog comemorar com essa parceria não, o exemplo da Helibras é como um tapa no rosto, quando vimos as ações do governo de Minas (80%) pararem nas mãos da EADS. Que diferença com a Empresa Sul Coreana que esta construindo um helicoptero em PARCERIA com a Eurocopter (KAI Surion). Queremos parceria sim não, negociatas efetuadas nas madrugadas, que quando vem a luz do dia nos faz sentir vergonha dos nossos políticos.

OTV

Estou com você Harry.
Este papo de compra de ações.
Lá vai o Brasil perder outra empresa.
Espero sinceramente que estejamos errados meu amigo.

Harry

Caros

Temos indepedencia tecnologica em hélis, pois temos a Héliobras,
Ha, Ha, Ha, Ha, Ha

Abs

Robson Br

com qualquer parceria seria desse jeito. Com os suecos, americanos, etc…basta ver o que aconteceu com a aeroeletronica.

Carlos Augusto

Robson Br, quanto ao Rafale eu não tenho duvida nenhuma que ele vai levar o FX-2, mas a nossa maior preocupação deve ser com relação a essas empresas brasileiras que estão fazendo parcerias com empresas francesas que tem capital e faturamento muito acima das nossas e pelo menos no momento eu não estou sabendo de orgão algum do governo que controle a transferência de ações de uma empresa brasileira para uma empresa estrangeira, aí pode morar o perigo.

Harry

Caro Robson Br em 15 mar, 2010 às 22:02

Resumindo a Proposta francesa é compra.
a Proposta sueca é parceria

Abraço ao amigo

Harry

Caros OTV – Carlos Augusto

Levando em consideração que a FAB optou pelo Gripen-NG,
porque se fosse o Rafale o Jobim não tinha devolvido o Relatório,

Fica a pergunta Porque o FAB não escolheu essa Ferrari, a joia em tecnologia chamada Rafale??????????????????????

Uma Boa noite a todos

em tempo: essa FAB é desconfiada pra dedeu

grifo

“Fica a pergunta Porque o FAB não escolheu essa Ferrari, a joia em tecnologia chamada Rafale?” Caro Harry, sua pergunta é bastante pertinente. Os fãs do Rafale aqui já ensaiaram várias explicações. Uma consulta nos comentários antigos deste blog são muito instrutivos. Vários aqui já cantavam a pedra há alguns meses que o Rafale tinha ficado em último na seleção. A reação dos rafaleiros era de ridicularizar tais opiniões. Afinal, era óbvio que a jóia francesa “bimotora” era o alvo do desejo da FAB. Quando houve o vazamento do resultado do relatório, a reação mudou para a negação. “É mentira!”… Read more »

Francisco AMX

Akaer… logo logo a EMBRAER vai buscar algo lá na FRança.. escrevam aí…

Felipe Cps

grifo em 15 mar, 2010 às 23:16:

Grifo, assino aonde?

Orgulho de poder contar com o profissionalismo da Força Aérea Brasileira. Asas de um país soberano!

Sds.

D'Almeida

Pior cego é o que não quer ver.

Isso não é transferência de tecnologia… É AQUISIÇÃO MESMO !!
Bue Bye qualquer ToT.

ACORDEM !!

Como estamos perto da Páscoa vou contar uma notícia triste para alguns…

Coelhinho da Páscoa, assim como Papai Noel… NÃO EXISTEM !!

Tá certo que todo mundo aqui gosta de voar… mas de Balão Mágico não dá galera !!

egreg

* Tecnologia é algo que custa muito. Ainda mais levando-se em conta que esses países como França, EUA, Reino Unido estão desenvolvendo as tecnologias usadas nesses aviões continuamente faz séculos. * Quanto será gasto nessa compra? Vou considerar uns 10 bilhões de dólares. Tem o tal do off-set, de 100% do valor. (pergunta: quando começaram com essa coisa de off-set?) * 10 bilhões pagam “quanto” de tecnologia? Não muito, eu creio. * Se o Rafale ganhar (ou já ganhou), por exemplo, alguma indústria daqui está afim de alguma tecnologia relacionada a esta aeronave? E aí, o Brasil acha que adquirindo… Read more »

egreg

Uma das várias mazelas do brasileiro é a de quando vê uma pergunta acha que ela foi feita com outro objetivo que não o de levantar uma discussão, de por iluminar algum assunto, de aprender.
Como algo simplesmente retórico, ou para dar uma de sabichão.

Eu gostava muito que discutíssemos sobre os pontos que levantei. Claro, se eles forem de algum valor.

Hornet

Robson Br em 15 mar, 2010 às 21:50

Não tenho muito a acrescentar ao que vc já disse. O que eu ia escrever vc já escreveu: é o preâmbulo do anùncio oficial, pois o que disseram na universidade é que as negociações já estavam adiantadas (entre MD e Dassault), no sentido de realizar o anúncio oficial e em seguida fazer o contrato em pouco tempo (devido as conversas já estarem adiantadas).

abração

Paulo Silva

Caros amigos, boa noite!O GF tem que ficar atento a este problema de uma Akaer ou outra qualquer, ficar sobre o controle acionário de qualquer que seja a nacionalidade desta empresa.Temos que colocar uma lei urgente!!!Isto é possivel?

Abraços

Paulo

ComAir

“Mas somente o fato da FAB não ter se dobrado a pressões, ter agido profissionalmente e feito uma avaliação honesta, me enche de orgulho.”

Perfeito Grifo!

[]s!

grifo

Caros ComAir e Felipe,

Vocês acham que Saburo Sakai ia se prestar a esse papel?

São 50 anos de FAB. Acho que a maioria aqui nem tem isso de idade. 50 anos são uma vida inteira. É muito tempo para agora is sujar a sua farda.

Pediram a opinião da FAB e ela foi dada, e de forma tecnicamente incontestável. Se isso contrariou interesses outros, não é problema da FAB.

Eduardo Gomes, Nero Moura e Casimiro Montenegro também tiveram que lidar com os jobins da suas épocas. Eles estão vendo tudo isso.

Ricardo_Recife

grifo,(em 15 mar, 2010 às 23:16) Parabéns, sua análise foi precisa, a melhor deste post. Quanto ao acordo entre a Akaer e o grupo Altran pode terminar da mesma forma que a Aeroeletrônica, e isto é um perigo real. Contudo, o que me incomoda não é tanto isto, agora, neste momento, mas a possibilidade deste acordo ser uma estratégia comercial francesa para inviabilizar a parceria entre empresas brasileiras e a SAAB para desenvolvimento do Gripen NG (a Akaer lidera um grupo de cinco empresas que trabalham diretamente no NG. O Gripen NG é bastante superior ao Rafale em termos de… Read more »

Edmar

Caro Amigo Ricardo_Recife e amigos do Blog.: Se vir o “Saab Gripen NG” ou o “Dassault Rafale F-3” o Brasil com certesa estará muito bem equipado. Qualquer um destes aviões dará uma qualidade operacional muito melhor a FAB. Por exemplo: O “Saab Gripen NG” é uma aéronave com maior e melhor capacidade que o “F-16”. No “Red Flag” em 2008, nenhum “Saab Gripen” foi abatido. O “Dassault Rafale F-3” é uma aéronave com melhor capacidade que os “Sukhói SU-30” Venezuelanos (o SU-30 da Venezuela é a versão mais simples) e bem mais superior aos F-16 Chilenos. Então, estes aviões servirão… Read more »

Robson Br

Akaer é muito pequena e possui 120 funcionários e fatura apenas US$ 13 milhões por ano. Sem uma parceria forte e aporte de capital ela não iria a lugar nenhum. Foi o memo caso da aeroeletrônica. Sem a Elbit hoje poderia nem existir. No entanto ela não está somente na defesa. Produz equipamentos na área civil. A massa crítica é nacinal e de uma forma ou de outra vai agregando aos poucos o conhecimento ao pais. A única forma da embraer produzir o KC-390 e tendo participação externa. Depois desse desenvolvimento, termos certeza de voos mais altos que os e-jets… Read more »

Harry

Robson Br em 16 mar, 2010 às 7:12 A massa crítica é nacinal e de uma forma ou de outra vai agregando aos poucos o conhecimento ao pais. A 70 anos na industria automobilistica o Brasil esta de uma forma ou de outra agregando o conhecimento ao pais . Se não fomos capazes de criar uma empresa nacional automobilistica para não confrontar os grandes, imagina se iremos fazer com a industria de alta tecnologia. Somos os únicos dos BRIC a não ter uma industria própria Challenger em 15 mar, 2010 às 21:36 Que as boas parcerias venham de todos os… Read more »

Edcreek

Olá, Vejo assim: Toda empresa de grande porte com condições financeiras quando vai se associar a outra compra ações, isso é o que todas fazem. A Saab não faz o mesmo porque NÃO tem dinheiro. Isso é completamente normal no mercado já que é uma empresa de capital aberto, veja o caso recente da compra da Anheuser-Busch(budweiser) inicialmente a diretoria da empresa era contra, porém os socios minoritarios ficaram interessados o que levou alguns grandes socios a tambêm querem vender suas ações, resultado o dinheiro manda. Um pouco mais de historia em 1995 a BAE firmou um join venture para… Read more »

Caipira

Affff….que venham então as SuperVespas e uma parceria decente com a única super potência do mundo….

Wagner

Termos da Parceria com os EUA para os Hornet:
1) Só recebrão os F18 se nunca nos retaliarem comercialmente
2) Os aviões serão equipados com motores de F5
3) Irão desarmados.
4) Só decolam com autorização direta da NORAD
5) Olha o Big Stick…

relampago

Sera que os franceses ja tem algum projeto ou intençao de um caça
pos rafale de quinta geraçao?

Edcreek

Olá,
Há um projeto o nEUROn conceito de uma avião stealth UCAV(avião não tripulado), já bastante adiantado. Ele deverá servir de base para um caça de 5º geração tripulado e um UCAV não tripulado.
Informações:

http://en.wikipedia.org/wiki/Dassault_nEUROn

Abraços,

Bruno Rocha

Harry em 15 mar, 2010 às 20:58

Vamos torcer por uma maior participação do governo assim como é na Embraer.
Deixar uma empresa como essa escapar de nossa mão é uma atitude leza pátria.

OTV

Caro Harry não estou a favor ou contra nenhum dos aviões. Mas na vida nada é de graça. Vejo com muita, mas muita desconfiança mesmo, este tipo de parceria. Posso, e quero estar errado, mas la se vai mais uma indústria brasileira ficar em mão estrangeiras. O governo que parceria? Então ao invés de gastar bilhões com bolsa isto, bolsa aquilo, ou mandar verbas para os sumidouros chamados ONGs, deve sim o governo através dos Mins da Defesa e Ciencias e Tec fazer parcerias com empresas privadas totalmente nacionais. E não com governos estrangeiros, que por intermédios de suas empresas… Read more »

OTV

Faço minhas as sua palávras caro Henry

“O que os franceses estão fazendo não é parceria é aquisição
na area mais importante desse pais.”

“Soberania não se negocia.”

Edcreek

Olá,

Mais uma coisa o Governo atravez do BNDS tem participação em muitas empresas atuando comprando ações no mercado de empresas que interessão a ela, basta votande politica.

Não podemos culpar os outros por tudo, a empresa está ai basta agir.

Abraços,

Robson Br

“”A brasileira Akaer e o grupo francês Altran anunciam hoje uma parceria para a criação de uma empresa integradora de aeroestruturas, que competirá mundialmente no setor aeroespacial e de defesa (A&D).””

A notícia é:parceria para a criação de uma empresa. Então será criada uma empresa.

Luc Luso

Parabéns pelo debate! Adicionando à argumentação do que poderá ser perda de soberania, relembro a estrutura de capital da EMBRAER (47% podem estar em mãos americanas): – 6,5% Franklin Resources – 6,2% Oppenheimer Funds – 6,0% Thornburg Investment Management – 5,9% Blackrock – 22,4% NYSE Depois temos 53% (aparentemente) em mãos brasileiras: – 6,0% Grupo Bozano – 27,7% BOVESPA – 13,8% PREVI – 5,5% BNDES Mas esta estrutura é bastante volátil. Em 6-3-2009, podia ler-se no site: http://www.conlutas.org.br que a Direcção da EMBRAER teria colocado 50,9% das suas acções nos EUA. O que acontecerá daqui para a frente com a… Read more »

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