quarta-feira, maio 12, 2021

Gripen para o Brasil

Diferentes visões sobre as gerações de caças

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

generationcomparison1

No gráfico acima (clique na imagem para ampliar), os caças e suas gerações, segundo a Saab. No gráfico abaixo, as gerações de caças segundo a Boeing.

SAIBA MAIS:

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Flanker

F/A 18 stealth???

Quais são os aviões marcados como 4ª geração pela SAAB? F-22, F-35, Rafale e Gripen? Se for, eu vou fingir que eu nem vi Rafale e Gripen sendo igualados aos Raptors e F-35.

Francisco AMX

O primeiro gráfico condiz com a realidade!

o Segundo foi feito pela globo/veja/istoé/folha…. rsrsrsrs na verdade é uma piada este segundo gráfico!

Felipe Cps

Chicão: o 2o gráfico foi feito pelo “PIG”… É que ele aprendeu a falar “ingrêis” e agora tá soltando essas coisas lá nos EUA, pra dar golpe também no Barack Hussein, rsrsrs… 🙂

Esse PIG, tsc tsc tsc… ainda domina o mundo assim… 🙂

Abs bro.

Bosco

Os dois gráficos são absurdos.
Mas na verdade absurdo é usar o termo que eu particularmente detesto para designar os caças de quarta geração e meia ou então de quarta geração +.
Acho que esses caças são de quarta geração, esse negócio de acrescentar cruzinhas depois é coisa de perdedor inconformado.

Bosco

A redução do RCS dos caças de 4ªG +++++ não é significativa a ponto de virar o jogo a seu favor quando em combate com um caça de 4ªG sem a cruzinha.
O miolo eletrônico pode ser adaptado em qualquer caça de 4ºG. Até mesmo nossos F-5 (fora de classificação mas meio que no limbo entre a 3ª e a 4ª) incorporaram o conceito de guerra centrada em redes.
E caças de 4ªG sem cruzinhas recebem radares AESA e viram o “bicho”.

Robson Br

SEM COMENTÁRIOS….

Nick

Se o F-5 recebesse uma pintura “especial” RAM , em qto seria reduzido seu RCS?

Francisco AMX

Bosco acho que todos sabemos que o F-35 e o Rapator são de 5ger… no mais o gráfico 1 tá mais correto…

Bosco

Já que é pra brincar de lego, vamos lá. rsrs…
O gráfico 1 tem que tirar 2 pecinhas e o gráfico 2 tem que tirar só uma. Portanto, o 2 está mais correto. rsrsr…
Sem falar que o 1 coloca no mesmo balaio caças como o F-4 e os da série 100 americanos. E isso é no mínimo uma sacanagem com o Phanton.

Bosco

As gerações são caracterizadas por avanços radicais. A primeira geração foi o motor a jato. A segunda, a velocidade supersônica. A terceira, a capacidade multirole, a capacidade BVR, o uso de armas inteligentes ar-sup, etc. A quarta pela introdução da microeletrônica em larga escala e uma interação homem-máquina inusitada até então. A quinta, a furtividade. A quarta e meia rsrs.. pela introdução dos caças no conceito de guerra centrada em redes e mais outras firulas. rsrs Ou seja, ou fazem uma sexta classe ou fica só com cinco mesmo e a gente para de por apelido nos mais recentes representantes… Read more »

Ronaldo

Esse segundo grafico não foi feito por revista brasileira, simplesmente porque esta em inglês!
Se não me engano foi a própria Boeing que fez pra mostrar no congresso para tentar ganhar uns cascalhos.

carl94fn
Ivan

Bosco, Deixa as cruzinhas em paz… Vc mesmo explicou o sentido delas. A integração dos caças na guerra centrada em redes é mais nova que os caças de 4ª Geração, então cabe +++… Além disso, há a fusão de dados que se busca nas aeronaves mais recentes, como Rafale, Typhoon, Gripen NG e Sukhoi Flankers recentes que merecem também umas cruzinhas. Já a capacidade MultiRole eu acredito que está mais para a 4ª geração, pois na 3ª só quem as possuia era o Phantom, mais estes são monstros da aviação que fizeram de tudo, até atacar baterias de mísseis que… Read more »

Bosco

Ivan, mas o único representante oficial da 3ª G é o Phanton mesmo, pelo menos no Ocidente. O F-4 foi um divisor de águas e único da sua espécie.
Quanto às cruzinhas, à fusão de dados e a NCW pra mim, é uma evolução natural que começou com o F-15 e o F-16.

Bosco

A quarta geração inovou com algumas particularidades. Radar doppler avançado com capacidade look down, HOTAS, telas multifuncionais, HUD holográfico de grande ângulo, controles de võo fly by wire, instabilidade controlada, canopys inteiriços de grande visibilidade, mísseis radar ativos, data-link, fusão de dados, uso de materiais “exóticos” como o Ti e materiais compostos, etc. Tudo já estava presente em maior ou menor grau desde os primeiros exemplares dessa geração. Até mesmo uma especial atenção ao RCS, demonstrada pelo recobrimento do canopy do F-16 com uma película metálica reflexiva para não refletir o interior do cockpit. Na verdade, o F-16 foi o… Read more »

Ivan

Bosco,

Mas vc vai deixar as cruzinhas ou não???

Ivan.

Francisco AMX

Bosco, série 100? não vi isso não! tem f-4, su-22, mig-21, Draken, Mirage III, corsair II… ou tô vendo coisas? acho que não! portanto o F-4 se encaixa na 2 geração… mais precisamente 2++, como os outros que estão acima… acho que o F-100 e F-104 e mig-17 são os precursores da 2 geração…
Mas achei o 2 gráfico mais completo e menos pior… somente o erro mais bruto de colocar o f-22 e f-35 junto aos Rafale, Typhoon e Gripen…

Abraço bro!

Bosco

Francisco,
no gráfico 1 me pareceu fazendo parte da 2ªG o F-106 mas olhando melhor parece ser o Draken.
Mas independente disso no quadro 1 o F-4 foi colocado no mesmo patamar de outros que definitivamente não combina. Sem falar que esqueceram mesmo da série 100.

Vinicius Kober

“Francisco AMX em 04 jan, 2010 às 9:08
Bosco, série 100? não vi isso não! tem f-4, su-22, mig-21, Draken, Mirage III, corsair II… ou tô vendo coisas?”

Na primeira figura o segundo avião de cima para baixo não é um Su-22, é um English Electric Lightning, e o penúltimo de cima para baixo parece mais com um F-106 Delta Dart do que com o Mirage III.

Edmar

Caros Amigos.:

Cada avião né!!!

Mas quero lembrar uma coisa… Quando sai o resultado do FX2????

Abraços.

Ivan

Chicão e Bosco,

Pelo meu ponto de vista, no Gráfico 01 estam os seguintes caças:
Phantom,
Lightining,
Mig 21,
Draken,
Mirage III e
F-8 Crusader.

A série 100 americana (Caças Century) foram solenemente ignoradas.

Ambas são tabelas de forte apelo comercial. Melhor seria procurarmos alguma referência em instituições relativamente independentes, ou pelo menos não comprometidas com um determinado fabricante de aeronave.

Abç,
Ivan.

dumont

É interessante notar que a “geração” pode ser associada ao sistema de armas ou radar. Acho que o Bosco e os outros colegas já disseram tudo sobre os gráficos. Sobre o F5 diria que, originalmente, está mais para 2/3a geração do que para 3/4a. Depois da atualização a coisa mudou. Opera um sistema de armas típico de 4a. A 5a parece ser mesmo a associada a furtividade. Acho que tem muita coisa ainda para ser dita, ou seja “quanto” um caça de 5a é de fato furtivo… se olharmos outras características vemos que o f35 não está junto do f22… Read more »

Bosco

Ivan,
não escreve Mig assim não que o Galante briga. O jeito certo é MiG com G maiúsculo.
Ele “bigo” comigo já.rsrs

Mudando de pato pra ganso, eu não fui feliz em afirmar que o F-4 é um exemplar solitário do Ocidente como representante da 3º geração. O Mirage III sem dúvida pode ser considerado um legítimo Terceira Geração, embora claro, bem mais limitado que o F-4.

Bosco

dumont,
também acho que o F-5 é um caça no limbo ficando entre a segunda e a terceira geração. Isso se deve provavelmente a ser ele um descendente direto de um treinador e na verdade ser mais um avião de ataque leve supersônico do que um verdadeiro caça. Ele e o SEPECAT Jaguar deveriam encabeçar uma classificação à parte.
Como não existe fica de 2ªG+.rsrs.

Francisco AMX

Vinícius Kober! perfeito sobre o Lighting, olhei meio rápido demais… mas o Mirage é Mirage III mesmo!

Ivan, é mesmo o F-8… o A-7 é mais “pitoquinho”

Abraços

Jeferson

Cara esse gráficos é de outro planeta!!!!!!!!!Porque cade os Su-27,Su-30,Su-35!!!!!!Gripen Ng, etc!!!!
O F-22 quase perdeu para o Rafale na Arabia Saudita nas operações conjuntas!!!!Agora nem existe Rafale para os americanos!!!

Ivan

Bosco,
Mikoyan Gurevich!
Tô merecendo uma bronca… He he he.

Chicão,
Inclusive porque o F-8 é Caça (Fighter) e o A-7, seu derivado, é Ataque.

Ivan.

Esdras

Pô colocar o Super Hornet como next generation a frente do Rafale é forçar muito a barra.

Francisco AMX

Ivan, o A-7 tb levava míssies ar-ar… não deveria ser chamado de FA-7? 🙂 como o FA-18… penso eu que sim… mas eram épocas “dedicadas” o conceito FA (multirole) a jato, mais eficiente, digamos, nasceu com os FA-18 mesmo… apesar do F-14 ter capacidade secundária de ataque…

Abraço!

germa

Acredito que para ser um verdadeiro 5°G teria que ser 4S(stealth,
super-cruseiro,super-manobrável,short take off)que o f-35 não tem/é.

sendo assim,o f-35 seria algo em torno de 4,75+ G ou algo em torno de 4 13 3/4 G???
hehehe

abs 😉

Bosco

germa, Stealth ele é. Super manobrável? Talvez! O fato de não ter TVN não implica em que o caça não seja supermanobrável. Vide a alegada supermanobrabilidade do Rafale que ninguém contesta. Short take off o F-35 B é até “vertical take off” de tão “short”. rsrs.. Também o F-35C é bem “short” já que decola até do convés de navios. O F-35A desconheço o quanto precisa de pista para decolar, mas provavelmente não deve ser muita não. Também o fato de não ter canards e TVN não implica necessariamente em precisar de pistas longas para decolar. Super cruzeiro? Quem garante… Read more »

Bosco

germa,
agora, se for “Extremely Short Take-Off” aí precisa do TVN.

Vinicius Kober

“Francisco AMX
Vinícius Kober! perfeito sobre o Lighting, olhei meio rápido demais… mas o Mirage é Mirage III mesmo!”

Realmente é um Mirage III e não o F-106 Delta Dart.

Ivan

Chicão,

FA-7 é muito amigão…
Apesar de ter um site de defesa nacional que sugeriu que ele deveria ser o CDF da MB.
Mas eu gosto muito do A-7 e do A-4, são excelentes aviões de ataque e marcaram época. O A-7 é um verdadeiro carregador de piano, fazia CAS, interdicão, ataque naval, REVO e ainda levava dois SideWinder nas orelhas do cockpit para uma emergência.

Abç,
Ivan.

Caipira

off topic,

Bosco e demais amigos mais entendidos, alguém de vcs saberia me explicar por favor o que é um IRST?Pode ser uma explicação bem superficial, só pra mim ter uma idéia.

Bosco

Caipira, IRST é um sensor de calor tendo como a principal função detectar alvos aéreos. Os mais modernos conseguem formar imagens térmicas do alvo. Seu alcance é muito dependente das condições climáticas, da altitude da aeronave que o utiliza, da altitude da aeronave alvo, etc. Ele pode mostrar diretamente no HUD do caça informações sobre alvos detectados e fazer uma estimativa da distância dos alvos. Se o piloto quiser pode ver a imagem de um alvo selecionado para fazer a identificação, etc. O IRST opera de modo passivo, não alertando a aeronave observada, por isso é uma ótima ferramenta quando… Read more »

Bosco

Complementando:
O IRST pode ser usado também para ajudar em operações de reabastecimento (REVO), para navegação a baixa altitude, em pousos e decolagens à noite, na detecção de alvos no solo (desde que dentro da área de varredura), etc.
Sua imagem pode ser projetada no HUD ou numa tela no painel.
Um abraço.

Justin Case

Bosco,

Se me permite um complemento:
Sistemas modernos e bem integrados, como o Rafale, podem usar também as imagens de infravermelho geradas nos Mísseis IR como fontes de informação ou para confirmar o que é captado pelo IRST (DATA FUSION).
Abraço,

Justin

“Justin Case supports Rafale)

Caipira

Muito obrigado amigos Justin e Bosco!!

germa

bosco, grante tu és!!

na veradade não tinha me ligado que o f-35 pode ser sim, um avião de grande manobrabilidade.

de qq forma, obrigado 😉

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