sábado, maio 15, 2021

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Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Bombardier reduzirá produção e sindicato denuncia mais demissões na Embraer

vinheta-clippingA canadense Bombardier informou ontem que está reduzindo a produção de jatos regionais. O corte vai resultar na demissão de outros 715 funcionários na divisão aeroespacial a partir de janeiro.

A Bombardier é a maior concorrente da Embraer em jatos regionais. Neste ano fiscal, a empresa já anunciou 4.360 cortes de empregos na divisão aeroespacional no mundo.

A empresa não deu detalhes sobre o tamanho do corte. “Não há vendas projetadas dos jatos CRJ suficientes para manter os planos atuais de produção”, disse Guy C. Hachey, presidente da Bombardier. “Embora estejamos em discussões com diversas empresas aéreas, tivemos de finalizar nossa programação de entrega de jatos para o próximo ano fiscal.” A Bombardier disse que continua investindo nos programas de jatos CRJ1000 NextGen, Learjet 85 e CSeries.

Demissões na Embraer

A Embraer demitiu, neste ano, cerca de 600 metalúrgicos de sua fábrica em São José dos Campos, conforme levantamento do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos. O balanço não considera o corte de cerca de 4.200 trabalhadores em todas as unidades da fabricante de aeronaves, realizado em fevereiro. Segundo o sindicato, que fez seu levantamento com base nos pedidos de homologação entre janeiro e novembro, “somente nesta semana a Embraer já pediu o agendamento de 50 a 70 homologações”.

A entidade calcula que, se forem consideradas as demissões de outras categorias, como engenheiros e administrativos, o número de demitidos pode ser ainda maior. De acordo com o sindicato, a Embraer possui cerca de 11.700 trabalhadores em sua fábrica em São José dos Campos.

O sindicato protocolou ontem uma carta pedindo que seja marcada uma reunião com o diretor-presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado, para discussão sobre a manutenção de postos de trabalho e redução da jornada sem redução de salário e sem banco de horas.

Procurada pela Agência Estado, a Embraer afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não havia representantes da empresa para comentar o assunto. A fabricante de aviões não confirmou nem desmentiu as 600 demissões.

FONTE: Último Segundo/Agência Estado

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Francisco AMX

Manda estes sindicalistas encomendarem aviões da empresa, mandem eles pagarem as contas… os fornecedores… os impostos…

Bando de SV!

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