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Que tal um LIFT ‘genérico’?

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LIFT M-346

Os jatos LIFT (Lead-In Fighter Trainer) Alenia Aermacchi M-346 Master, italiano, e o Hongdu L-15 Falcon,  chinês, estiveram presentes no Dubai Air Show 09.

Forças aéreas que acharem o preço do M-346 ou do Yak-130 “salgado”, poderão ser atraídas pela opção chinesa.

LIFT L-15

VEJA MAIS (vídeo com cenas do L-15 e do M-346 em voo):

42 COMMENTS

  1. Olha que o M-346 Master é o LIFT que acredito ser mais conveniente para o Brasil, mas com estas imagens, sei não…
    Melhor clonar, imitar, copiar ou chamem do que quiser, virou zona mesmo…

    A China tem o a maior população da terra… tem, potencialmente, a FUTURA maior classe média e maio consumo de tudo… sabe disso e está usando isso como instrumento de pressão para fazer o que quer no comércio internacional, nas relações ambientais e no respeito às marcas e patentes.

    Já escrevi anteriormente em outras oportunidades, mas vou repetir.
    A China hoje está copiando descaradamente, com isso faz caixa no curto prazo, na medida que não paga pelo Know How e vende barato, com custo barato (até pela mão-de-obra subremunerada).
    Gerando caixa rápido, como só atividades ilícitas permitem, podem investir (e investem) pesadamente em desenvolvimento tecnológico e científico. Desenvolvimento humano é problema ocidental.
    Em breve, lançará produtos (inclusive armas) com tecnologia inovadora e nacional. Então coitado de quem se atrever a copiá-las, pois aí encontrarão um Dragão furioso à sua porta.

    “Quando o Dragão se levantar a terra vai tremer”.

    Abç,
    Ivan.

  2. Opinião pessoal:

    Melhor investir em parcerias e negócios com a Índia.
    Eles tem “só” 3/5 da população da China, mas é um país democrático (dentro dos padrões que eles desenvolveram), razoavelmente respeitado do Estado de Direito, com potencial de desenvolvimento enorme e, até onde eu sei, respeita o conhecimento dos outros, copiando-os mediante licença.

    Mudei meu voto de caça-leve.
    Era para uma versão monoposto do M-346, mas agora já ‘tô’ me engraçado pelo TEJAS… e tanto faz turbina GE F-414 ou SNECMA M-88 ECO.

    HARE BABA!

  3. Amigos,

    Todos os caças modernos são de pilotagem extremamente simples e dispõem de simuladores avançados para qualquer tipo de emprego.
    A principal atribuição do piloto é, a partir de uma consciência situacional, gerenciar os sistemas, os seus alas e o emprego do armamento.
    Quase a totalidade desse gerenciamento pode ser treinado no solo.
    Com isto, a validade de um Lead In Fighter já está sendo questionada.
    Vários países cogitam partir diretamente da seleção de pilotos de caça para as aeronaves operacionais, sem passar por tais treinadores avançados.
    Acho que é por isso que esse mercado de TREINADORES avançados está em baixa.
    Nada impede, contudo, que sejam adquiridas aeronaves OPERACIONAIS, de custo mais baixo, para operações COIN.
    Comentários?
    Abraços,

    Justin

  4. Ivan,

    Sua idéia, como já te disse é muito boa para o caça leve.
    Mas, esquece GE-414 ou SNECMA 88 ECO. Com qualquer uma delas se faz um Grippen! Bem caro né…

    A motorização do 346, apesar de dupla, ou talvez por isto mesmo, é muito boa.

  5. Como diria Jack o Estripador, vamos por partes: a China não projetou o L-15 sozinha, ela contou com ajuda da Yakovlev. Então daí dá pra entender que eles pegaram o Yak-130 e adaptaram à turbinas com pós combustão, mais potentes que as presenes no M346 e no Yak-130.

    Daí pode-se supor que não é uma mera cópia, pois foi feita com auxílio dos russos para satisfazer requerimentos chineses de desempenho.

  6. Clésio,

    O texto abaixo foi copiado da Wikpedia:
    “The L-15 is an advanced trainer aircraft currently under development by Nanchang based Hongdu Aviation Industry Corporation. The aircraft made its maiden flight on 13 March 2006. The aircraft’s general designer is Mr. Zhang Hong (张弘), and the development is reportedly assisted by Yakovlev OKB of Russia.”

    Sua posição está correta, pois sim…
    Então não é cópia mas um genérico ‘tunado’, ou melhor ‘after-turbinado’, já que suas duas turbinas Ivchenko Progress AI-222K-25F são afterburning turbofans.

    Abç,
    Ivan.

  7. CASAG,

    Meu LIFT e Caça Leve preferido, como entusiasta, é o M-346 Master e uma versão made in Embraer monoposto com canhão de 27 ou 30 mm.
    Inclusive as suas duas turbinas Honeywell F124-GA-200, com 27.8 kN (6,250 lbf) cada, tem potencial de crescimento, caso seja necessário mais potencia para a versão Caça/Ataque Leve.

    Quanto ao TEJAS devo dizer que gosto muito dele, na verdade gosto dos Delta de uma maneira geral, mas, mesmo com turbinas GE F-414 ou SNECMA M-88 ECO acredito que ficariam em termos de custo mais baratos que o Gripen NG.
    Sabe como é, Rúpias X Euro…
    Aviônicos israelenses montados na Aeroeletrônica…
    Mesmo motor do FX-2 (seja qual for, mas as cartas já estão marcadas)…

    Quanto ao Gripen NG, que para mim era o melhor negócio do FX-2, me parece que não está mais no páreo. Se estivesse não haveria necessidade de caça leve. Ele faria os ‘serviços’ necessários por um ‘custo’ razoável.

    Mas o assunto aqui é LIFT, que admite uma extensão até COIN e Caça Leve, então… vou continuar a procurar uma namorada, já que, tudo indica vou ficar viúvo do FX-2… He he he.

    Abç,
    Ivan.

  8. Justin,

    “Justin Case em 23 nov, 2009 às 11:15”

    Amigo, não sou piloto mas acredito que é necessário um LIFT para os novos pilotos pegarem a mão, até mesmo por um custo de hora/vôo mais barato que em um caça operacional.
    A proposta M-346 / Yak-130 é essa, sendo que a italiana já vem com estações de treinamento.
    Sendo assim, vamos procurar pesquisar mais o assunto e colocar neste fórum nossas ‘descobertas’ e quem sabe formamos uma melhor idéia do assunto.

    Grande abç,
    Ivan.

  9. Luan:

    O F-5 pra aviação de caça da FAB é o famoso carregador de piano… treinador, caça “low”, máquina de lavar roupa, faz tudo…

    Isso porque tem gente que fala mal da tecnologia “dus americanu”…

    Abs.

  10. Luan,

    Eu li, mas acho que cedo ou tarde, provavelmente mais tarde, vamos precisar de um LIFT / Caça Leve.
    Por esta razão meu entusiasmo pelo assunto.

    Abç,
    Ivan.

  11. Pois é, Luan, isso já está mais do que sedimentado.

    Mas a questão que permanece é o que virá depois: os três Fox atuais mais os três ex-Jordânia, depois de modernizados e operando em conjunto com Echos num esquadrão que a acumule a missão de conversão operacional, vão durar uns 10, talvez 15 anos, dado que deverão voar bastante.

    Creio que a FAB terá que ao menos pensar no assunto, embora sem pressa, desde já, e de maneira mais objetiva após o recebimento do primeiro lote de F-X2 e início de sua operação, quando se poderá perceber mais claramente o equipamento que faça, no lugar dos F-5M, a transição dos A-29 aos F-X2.

    Saudações!

  12. Nunca é tarde para repetir, mas as palavras que aparecem em azul nos posts são links para matérias anteriores que tratam do assunto. É sempre bom dar uma olhada nelas, mesmo que seja para relembrar, pois o Poder Aéreo já publicou muitos posts sobre jatos LIFT e que trazem mais informações.
    Alguns posts também trazem uma lista de links logo após, apontando para posts correlatos.

  13. Felipe,

    É realmente incrível o que a FAB consegue ‘tirar’ destes F-5’s.
    Caça, interceptador, caça-bombardeiro, treinador e outras tarifas mais… um verdadeiro Bombril… e uma aeronave que não tem mais como indicar a que geração pertence.

    Imagine só o que teriam feito com um punhado de F-4 Phantoms…

    Abç,
    Ivan.

  14. O Brasil não vai precisar de um Lift novo, o treinamento avançado será no ST e a conversão para caça no F5F.

    Precisa fechar o ciclo com um susbtituto descente para o T25 que já está em projeto e um para o T27.

  15. Ivan,

    O problema das duas turbinas ( 404 ou 88 ECO) é que o caça teria de ter o tamanho todo aumentado. O 346, YAK 130 ou o (não vá vomitar…) Hongdu têm o tamanho perfeito para todos os efeitos, inclusive RCS bem baixo.

    Caso a versão monoposto mostrar capacidade de combustível para um raio de combate razoável, aí está o nosso modelo de caça leve.

    Permite, como se viu, até pós combustão para um desempenho/carga/pista curta bem superior ao que apresenta até agora.

  16. Pessoal concordo,mas não sabia que a FAB ja tinha batido o martelo,pelo menos por um curto periodo de tempo em relação aos treinadores.

    Só relembrando,temos mais de 20 xavantes,operantes ou não,e pouquissimos F-5Fm para substitui-los.

    Não são todos os xavantes que são usados para treinamento,estes tbm realizam missões de ataque e até interceptação se preciso.

    Mais e ai? Super Tucanos para subtituir o gap numerico que a desativação dos Xavantes irão deixar?

    abraços.

  17. Casag,
    Acredito que não fui claro.
    As turbinas F-414 ou M-88 ECO seriam para o TEJAS ou outro projeto.
    Para o M-346 Master e um possível Caça Monoposto como o Yak131 seriam as duas turbinas Honeywell F124-GA-200, com 27.8 kN (6,250 lbf) cada.
    Eu li em algum lugar, que estas turbinas são montadas na Itália e tem bom potencial de crescimento, mas tenho que checar depois.
    Na FlightGlobal tem um teste interessante do M-346 e do T-50.
    Abç,
    Ivan.

  18. FelipeCPS disse:
    “O F-5 pra aviação de caça da FAB é o famoso carregador de piano… treinador, caça “low”, máquina de lavar roupa, faz tudo…

    Isso porque tem gente que fala mal da tecnologia “dus americanu”…

    Abs.”

    Concordo, Felipe.
    Lembre, no entanto, que da tecnologia americana sobrou apenas a célula e o motor.
    A modernização, embora tenha incorporado oum mantido alguns equipamentos americanos (GPS, por exemplo), alemães e brasileiros, usa equipamentos e tecnologia essencialmente ISRAELENSES.
    O avião também não teria o status e o sucesso atual não fosse a capacidade de gestão de projetos da FAB e a competência da engenharia da EMBRAER.
    Sem modernização, provavelmente estariam os F-5 agora empalados em praça pública, como os F-103.

    Justin

  19. Luan, sem problemas pelo Off. Vi agora que vocês também já estavam discutindo – estava na área de edição do site fazendo justamente o post sobre a queda, a partir de informações do site da Força Aérea Italiana.

    Sobre os Xavantes, na verdade eles já estavam há algum tempo operando muito mais nas missões típicas da caça no Pacau do que como treinadores, desde que a missão que exerciam primordialmente, de treinar líderes da caça, passou para os três terceiros, equipados com A-29.

    Assim, pode-se dizer que os F-5M cumprirão melhor a missão atual que cumprem os Xavantes (caça), não realizarão a missão anterior (treinamento de líderes), que agora é dos terceiros, mas realizarão a conversão para jato (fique essa função a cargo do Pacau ou de outro esquadrão equipado com o tipo).

  20. Justin Case em 23 nov, 2009 às 16:06:

    “Empalados” é ótima, rsrsrs… que nem o F-5 que tá no PAMA (s.m.j.)? Tadinho, foi vítima de “Vlad O Empalador”, ahahaha.

    No mais, concordo com você quanto à tecno israelense. Mas tenta fazer o que a FAB fez com o F-5 em um Mirage III, em um MIG-29, ou até mesmo em outros vetores americanos, como o F-4, ou o F-14, p.ex. 🙂

    Só quis dizer que o F-5 é uma aeronave muito injustiçada pelos críticos. A FAB deve muito a ela, e a história ainda vai lhe dar valor.

  21. Os chineses estaõ oferecendo compartilhar tecnologia e projeto com total acesso ao país que queira ser perceiro no L-15, que inclusive, tem preço mais em conta que os seus outros dois irmãos siameses.

    Sds.

  22. Baschera,

    Dá para confiar?
    Confesso que sou desconfiado com chinês desde a época que trabalhava com exportação e importação.

    O Projeto do L-15 já é um subproduto do Yak-130.
    Sei não, amigo, ainda prefiro a versão ocidental, ou, quem sabe, a original…

    Abç,
    Ivan.

  23. Sobre os Chinas…
    Os Paquistaneses gostaram dos J’s.

    Nunão.

    É verdae,hj essa utilidade fica mais para os S Tucanos.
    Mas o problema ao meu ver é que temos poucos “FM’s” e muitos xavantes para serem substitidos,e que talvez seria o ST que substituiria esse Gap numerico que a desativação dos Xavantes deixara.

    []’s

  24. Luan,

    Os A-29 já substituíram os AT-26 em praticamente tudo que faziam. A diferença é que antes o aspirante se especializava na caça e depois, já tenente, fazia o curso de liderança numa aeronave a jato – a conversão para jato se dava muito antes. Agora, tudo isso é feito em Turboélice – de forma bem mais barata e até inteligente no sentido de que o curso de liderança é feito num esquadrão onde o tentente fica alguns anos, acumulando experiência e horas de voo (antes iam mais “crus” para a primeira linha). Fora a diferença da tecnologia embarcada, é claro.

    Mas o problema também é que, apesar de muito mais experientes, ficam com vícios da operação do turboélice, acostumados com o tempo de reação maior etc. Então a carga horária em simulador, antes mesmo do primeiro voo nos “Fox”, tem que ser bem maior. Não vejo problema nisso, só no fato de que são poucos “Fox” – de resto uma aeronave mais “arisca” do que deveria ser, mas que cumprirá a missão.

  25. SIm Nunão,entendi.

    Mas o queria dizer era outra coisa.

    Temos cerca de 10 F-5FM,e mais de 20 xavantes,acredito que todos estejam no 1°/4°,ou seja,mesmo se todos os Mike F forem remanejados para o Pacau(o que acho dificil) ainda ficaria uma Gap de 10 aviões.

    Ok,9 ou 10 Mike F poderia muito bem equipar o Pacau,mas Se todos forem remanejados.Sera que vão?

    abraços.

  26. Luan,

    Sim, os AT-26 só operam atualmente no Pacau.

    Quanto aos Fox, na verdade, somando os atuais com os ex-jordanianos, dá seis F-5F, e não 10. A conta não fecha se pensar só em biplaces.

    De qualquer forma, esses biplaces deverão operar só em um esquadrão, como aconteceu durante muito tempo, com os Fox do Pampa, após os F-5B do Grupo de Caça serem desativados.

    O esquadrão que tiver somadas às suas funções a conversão operacional (o Pacau ou qualquer outro), terá que fazer a parte inicial da mesma (pós simulador) nos Fox e depois partir para os solos, nos Echos.

  27. Nunão em 23 nov, 2009 às 16:51:

    Nunão, coitado do “honorável velhinho” ahahahaha… powta relaxo acabar a vida tomando uma “varada” dessas, rsrsrs…

    Abs.

  28. Felipe,

    A intenção me parece até que foi boa, talvez simular a fumaça da tubeira, deixar o avião numa atitude interessante, mas o resultado final eu confesso que não gostei muito não…

  29. Nunão valeu pelo exclarecimento!

    Resumindo então…

    O Pacau ficaria com os 6 Echo Fox + alguns Echo Mike para treinamento em voo solo e missões convinientes dos Mikes?

    Hum,me parece rasoavel rs

    abração.

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